Parabéns à Justiça Militar – Heróis da ROTA e do BAEP estavam na Fazendinha ( melhor puteiro do Brasil ) quando foram perseguidos e presos por PMs ciumentos 80

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PMs da Rota investigados sob suspeita de atentado a tiros contra pintor são soltos pela Justiça

Eles disseram que ‘davam uma volta procurando mulheres’ quando se viram no meio de tiroteio

André Caramante, da TV Record

Detalhe da placa adulterada do carro onde PMs da Rota estavam quando foram presos em flagrante suspeitos de atentado Reprodução

Treze dias após serem presos em flagrante sob a suspeita armar uma emboscada para cometer um atentado a tiros contra um pintor, na cidade de Sumaré (a 120 km de São Paulo), dois integrantes da Rota, suposta tropa de elite da Polícia Militar de SP, e dois membros do 1º Baep (Batalhão de Ações Especiais), foram libertados por ordem da Justiça Militar.

Foram libertados na terça-feira (21) o 2º sargento Israel Nantes Santos, 31 anos, o cabo Joabe Rodrigues Saraiva, 33, ambos da Rota, o soldado Muller Paschoal de Oliveira Ferreira, 26, e o cabo Fabio Daniel da Silva, 30, os dois do Baep.

A libertação dos quatro PMs aconteceu porque o promotor Adalberto Denser de Sá Junior, que atua na Justiça Militar, elaborou uma lista com dez itens para serem investigados sobre o atentado contra o pintor e acabou pedindo o relaxamento da prisão em flagrante dos PMs.

O promotor Sá Junior afirmou não “ser razoável que os averiguados [os PMs] aguardem, presos, a realização das diligências”. Dentre os pedidos do promotor está a busca por câmeras de segurança da região onde os PMs foram presos e uma coleta básica de informação: quais eram as roupas usadas pelos quatro militares.

De acordo com o artigo 79 do Código de Processo Penal Militar, a denúncia à Justiça em casos de presos em flagrantes deve acontecer em até 15 dias. Como o promotor só pretende decidir se denunciará ou não os PMs após a realização das investigações complementares, sua opção foi pelo relaxamento da prisão dos PMs da Rota e do Baep.

O sargento Nantes e soldado Muller, dois dos PMs investigados sob suspeita de participação no atentado contra o pintor, não quiseram prestar depoimento à Polícia Civil e à Corregedoria da PM quando foram presos em flagrante na madrugada do dia 9.

De acordo com o promotor Sá Junior, os PMs disseram, informalmente, que estavam em Sumaré naquela noite “procurando mulheres”. Feridos com dois tiros nas costas cada um, os PMs Joabe e Fabio Silva foram internados logo após o atentado contra o pintor e nem chegaram a ser interrogados.

Ainda informalmente, segundo o promotor Sá Junior, os PMs disseram que estavam “dando uma volta” em Sumaré quando se viram no meio de um tiroteio entre alguns homens (com roupas civis) e PMs que estavam fardados.

Quando pediu a liberdade provisória dos quatro PMs, o advogado Renato Soares do Nascimento usou dois argumentos: a) os PMs de Sumaré disseram que os homens que tentaram matar o pintor portavam armas longas (fuzis e escopetas) e pistolas, mas nenhuma arma de grande porte foi apreendida com os PMs da Rota e do Baep; b) nem o pintor alvo do atentado nem os PMs de Sumaré envolvidos no tiroteio reconheceram os quatro PMs como participantes do crime. O detalhe é que todos os atiradores que tentaram matar o pintor estavam com capuzes.

O atentado investigado

Carteira funcional do sargento Nantes, da Rota. Ele é suspeito de atentado contra pintor morador de Sumaré (interior de SP)Reprodução

A bordo de um Celta particular e com as placas adulteradas, os quatros PMs, todos sem farda e fora do horário de trabalho, começaram a rondar o Parque Salerno, na periferia de Sumaré. Armados com fuzis, pistolas e escopetas, os quatro militares procuravam pelo pintor Geovani da Silva Salustriano, 22 anos, morador do bairro que já foi preso por receptação de material roubado.

Por volta das 22h45 do dia 8, os PMs estacionaram o Celta na rua da casa de Salustriano e viram quando ele estacionou seu carro, um Palio, e desceu. Assim que Salustriano entrou no quintal de sua residência, os PMs invadiram o lugar e o balearam seis vezes (quatro de raspão na cabeça, um nas costas e um no ombro).

Ao voltar para o Celta para fugir, os quatro PMs suspeitos do atentado contra Salustriano viram a chegada de dois carros da Polícia Militar, cada um com dois PMs. Esses quatro PMs de Sumaré faziam patrulhamento rotineiro no Parque Salerno, ouviram os tiros e viram quando os PMs da Rota e do Baep entraram no Celta, todos com armas nas mãos.

Segundo os PMs de Sumaré, após receber ordem para descer do Celta e entregar as armas, os policiais da Rota e do Baep começaram um tiroteio e, mesmo com o carro atingido por vários tiros, o quarteto conseguiu escapar do Parque Salerno.

Enquanto todos os PMs de Sumaré eram alertados sobre a fuga dos homens no Celta, assim como também os militares das cidades vizinhas de Paulínia e Campinas, familiares e amigos de Salustriano o levaram para o hospital e ele foi internado. Até a conclusão desta reportagem, o jovem não corria risco de morte.

Quando o Celta com os PMs da Rota e do Baep estava no Parque da Represa, já em Paulínia, PMs da cidade cercaram o veículo. Assim que desceram, o sargento Nantes e o soldado Muller se apresentaram como policiais e disseram os dois amigos deles estavam baleados, dentro do Celta.

Carteira funcional do soldado Muller Oliveira, do BaepReprodução

Ao notarem que os PMs Nantes e Muller não conseguiam explicar como seus amigos, os cabos Joabe e Fabio Silva haviam sido baleados nas costas, os PMs de Paulínia pediram apoio aos militares de Sumaré e passaram a desconfiar que os quatro eram os responsáveis pelo tiroteio ocorrido minutos antes, em Sumaré.

Levados para um hospital de Paulínia, Joabe e Fabio Silva foram operados e permanecem internados. Eles não correm risco de morte. Até a ordem de libertação da Justiça Militar, os dois estavam sob escolta da Corregedoria da PM.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, o quarteto responderá pelas tentativas de homicídio contra Salustriano e contra os quatro PMs de Sumaré que tentaram detê-los após o atentado.

Profissional destacado

Em sua página na rede social Facebook, o 2º Sargento Nantes se define assim: “Israel Nantes, sargento na PMESP, atua como comandante de equipe de Rota e se destaca profissionalmente no policiamento pela população paulista”.

Nantes, da Rota, e o deputado estadual coronel Telhada (PSDB)Reprodução
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Rir pra não cagar!
Quem conhece Sumaré e região sabe que “pegar mulher” naquelas bandas ( madrugada de quarta pra quinta ) , só se for no puteiro Fazendinha,  frequentado pela fina flor da malandragem, da política e da polícia.
Os deputados chegam de helicóptero. 

  1. vc é muito fdp, devia fazer algumas matérias sobre a-c-h-a-r-q-e-s ki os papa charles fazem. ops ainda em tempo desculpe estamos no brasil isso não acontece.

  2. A ROTA matou dois membros do PCC em São Vicente ontem, atenção galera do litoral, vamos ficar ligeiro com possíveis retaliações.

  3. Ainda bem que arrumaram um jeito de arredondar, até porque, eles não foram reconhecidos, o emplacamento não foi pagado pela rede rádio, as armas não foram encontradas, os projeteis não foram recolhidos, sobra o que pra encriminar os mikes? E mais, 4 marmanjos dentro de um celta procurando mulher? Só se for pra ir no puteiro mesmo

  4. E parafusando detevive Alonzo “não importa o que você sabe, mas sim o que você pode provar”

  5. Eu pensei que não veria o dia em que um promotor ajudasse a pulissa.
    Aleluia…
    Parabéns aos meninos e não dêem mais mancada.
    IDE EM PAZ!!!

  6. Por baixo dessa ponte ainda vai passar muita água. Só quem faz polícia, sabe que nem tudo que parece é. Ainda mais quando a coisa é contada por esses repórteres mal informados, que fazem parte da parte inútil da imprensa do terceiro mundo.

  7. Vi que a reportagem sobre a prisão dos 4 PMs é de autoria do jornalista formado na UNIBAN e demitido da “Folha de S. Paulo”, André CaraMENTE, que recentemente forjou uma “história” de que vinha sendo ameaçado de morte pelo cel. Telhada e por seus admiradores, E ATÉ POR MIM, que não admiro nem a mim mesmo, tudo para se valorizar e tentar evitar sua “demissão”, o que obviamente não “colou” e ele foi “pra rua”, como merecia.
    Pois bem.
    Agora surge essa matéria sobre a prisão dos 4 PMs, assinada por ele (fato que tira consideravelmente a credibilidade da matéria), na qual, em seu estilo de ódio à Polícia, consigna: a SUPOSTA tropa de elite (referindo-se à ROTA).
    Oh, Mikes!!!! Era o pintor mesmo que vcs estavam procurando para matar?! Não tinham uma melhor opção?!!!

  8. Ronaldo TOVANI, é isso mesmo esse cara mente. Ele diz SUPOSTA tropa de elite mas estou achando que esse SUPOSTO repórter, SUPOSTAMENTE acha que é profissional, mas SUPONHO que seja apenas um mané.

  9. A questão é simples, se os PMs que estavam presos e os outros que foram baleados são inocentes, então os PMs de serviço que balearam os PMs que estavam de folga, que só queriam afogar o ganso, devem responder por tentativa de homicídio e lesão corporal, a mais tudo o que envolveu a perseguição, dos que estavam no lugar errado na hora errada.
    O promotor em vez de pedir imagens gravadas deveria pedir cópia da comunicação entre as VTRs, de todas sem exceção, desde a primeira que ouviu os tiros e foi pra cima, até as que fizeram o cerco, e das que conduziram os PMs baleados até o hospital, bem como os sigilo telefônico de todos os telefones dos envolvidos inclusive do COPOM, para ver quem ligou para quem e a que horas e quanto tempo durou as ligações, só ai o promoter poderia ver como as coisas se deram de fato. Depois cruzar as caraterísticas do veículo em fuga, jogado na rede, com as com as dos PMs, que queriam pegar mulher, e se for o caso mandar prender novamente os PMs que atiram e perseguiram o veículo em que só tinha “inocente”, simples assim.
    Este é o tipo de ocorrência e que a justiça militar fosse seria alguém deveria estar na cadeia, nem que fosse o cabo da guarda que deixou estes loucos que estavam de serviço sair do quartel atirando em carro a torto e a direito e balenado colegas que só queriam desestressar, KKKKKKKKKKKKK

  10. Esse promotor é uma piada e essas diligências protelatorias que não chegarão a lugar algum. Daqui a pouco esse iluminado vai denunciar os PMs que estavam de serviço por tentativa de homicídio. Isso só acontece na Justiça Militar. É pra acabar.

  11. O Sr Tovani Entende Bem O Imaginário Do Paulista: Afirma Que a Rota É Um Mito e Está Acima Do Bem E Do Mal disse:

    Tovani, mais uma vez vem até aqui, espaço frequentado em sua grande maioria por policiais civis, defender a gloriosa! Primeiro defendeu a troca de guarda cômica da Rota, dizendo até que tal rito tradicional é mitológico no imaginário do povo paulista, e que esse mito é saudável para seu imaginário. Agora, com argumentos baixos ataca até a formação cultural do jornalista Caramante. Ah, claro, por dinheiro…

  12. Militar faz cagada:

    Quem apura são militares, você acha que eles querem manchar ainda mais o nome da Instituição…… Jamais.

    Vai Acabar em Pizza Militar….

    Quanto será que custa essa Casa de Diversão????? Gostei da Ideia…..

  13. E a adulteração da placa com fita isolante era para que?
    Para escapar do rodizio?
    Kkkk

  14. O que eu acho engraçado é que no B.O elaborado pela Douta Autoridade Policial,em momento algum aponta o envolvimento desses PMs!!Não me estranha a atitude deles,mas sim a de quem elaborou o B.O,de quem apresentou a ocorrência,imagino a CONGESTA que alguém levou para encobrir o que não deu certo !!Desculpem mas gostaria que alguém me corrigisse se eu errei,pois li e reli o B.O e não consta o nome dos PMs acima citados!!Agora se alguem leu o B.O confirme as minhas duvidas!!

  15. Já dizia meu falecido avô: Quem tem padrinho, não morre pagão. Ter as costas cobertas por um deputado do partido do governo, não tem preço…me ajuda ai ô Telhada.

  16. Sou totalmente a favor deles serem inocentados. PS: sou charlie.

  17. O jornalista está correto. ROTA é suposta tropa de elite mesmo.

    Prezados, eu conheço a realidade de todas as Polícias Militares e Civis do Brasil e posso lhes afirmar com toda a convicção: as únicas tropas de elite que existem de verdade no BRASIL são apenas duas: Batalhão de Operações Policiais Especiais da Polícia Militar do Rio de Janeiro e a Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil do Rio de Janeiro.

    Lá no Rio de Janeiro é guerra não declarada, de verdade. Eu tenho uma desafio: coloca esse pessoal da ROTA pra incursionar nos morros onde esses caveiras do RJ trabalham diariamente. Duas opções: ou os Rotarianos pediriam pra voltar imediatamente pra SP com medo, ou seriam mortos se tentassem provar alguma coisa. Lá no RJ o bicho pega mesmo.

    Então, concordo com o jornalista. ROTA não é tropa de elite. São só uns caras que se vestem diferente e falam muito…

    PS: sou de São Paulo. A ROTA faz um bom trabalho, mas chamar de tropa de elite é forçar a barra.

  18. o ex-delegado guerra era frequentador assíduo da fazendinha night club… fica do lado de hortolandia, 5 minutos de carro saindo da dp…

    mas infelizmente não é pro meu bico… 200 reais a entrada não dá. com 200 reais eu pego uma cearense bem boa em hortolandia mesmo kkkk

  19. ah claro com 200 reais dá pra pegar toda semana o mês inteiro…kkkk

  20. PARABÉNS DEPUTADOS TELHADA E CAMILO, BELO SERVIÇO.

  21. suposta é dez.kkkk
    aguardando a caagada deste fds
    será que agora eles vão voltar no interior e matar seus algozes?
    elite é a pm do interior que não faz cagada e ainda prende esses popstar

  22. Os rotarianos queriam “pegar” mulher e foram pra Campinas, como não conseguiram deviam esta indo pra Pelotas.

    Temos duas hipóteses, ou os PMs do zero um devem ser indiciados, por tentativa de homicídio, Falso Testemunho e Denciação Caluniosa, ou os boêmios da rota…, deixa pra lá, todos já sabemos o final disso. Há mais de cinquenta anos que eles fazem isso.

    Depois é só fazer uma festinha no BTL, dá uma medalhinha e um diploma de Amigo da rota pra um juiz, outro pra um promotor e aguarda-se a próxima rotice.

    P.s.: a placa do veículo foi adulterada porque era dia de rodízio na zona.

    E olha que tem promotor e até juiz que acredita.

  23. Dois cenários :

    Fico muito feliz com o fato dos policiais serem colocados em liberdade, mesmo que sejam culpados. Explico : tem que acabar está estória de que, por ser policial representa perigo a sociedade e a investigação, portanto deve ser preso preventivamente. Ora, se nem todos os fatos estão claros que aguardem em liberdade. Não é assim com os malas? Não é oq está na lei ?

    O outro cenário é quanto os fatos em si. Não acreditem que a liberdade agora significa o fim da apuração e a simples impunidade. Cuidado, as coisas podem virar rapidamente durante o processo. Não sei detalhes do caso, mas há duas tentativas de 121 , uma contra os pms, justiça militar, e outra contra o mala, justiça comum e neste caso há a separação dos processos.

    Ps : o 121 contra os pms é da justiça militar se vítima e autor forem militares.

  24. geograficamente inserido em outro, de péssima qualidade, administrado no geral por verdadeiros cafetões. Sem fazer juízo,das contratadas…

  25. Só queria saber que bosta é essa onde crime comum está na justiça militar!
    Afff, que palhaçada!

  26. Senta a “porva” rapaziada. Mexeriqueiro, invejoso e bunda suja é o que não falta. ROTA é tropa de elite, GARRA é grupo de elite, muito antes da maioria desses falácios terem nascido. Vcs não conseguem mudar a história e o passado desses heróis. Que tal enaltecermos o melhor de nós mesmos, sem divisões, pois o Mike que está no rp também é herói, tal qual toda equipe do plantão. Enquanto estivermos divididos estaremos dominados.

  27. ESSA NOTÍCIA SOBRE AUMENTO DE 11% É ATUAL??
    ALGUÉM SABE DIZER A RESPEITO? E SOBRE O BÔNUS??

  28. 25/07/2015 12h15 – Atualizado em 25/07/2015 12h26
    Policial civil é preso por dirigir carro roubado e atirar em PM em São Paulo
    Agente alegou que confundiu policial militar com assaltante na Zona Leste.
    Vítima foi baleada na barriga e no rosto e está internada em Sapopemba
    Do G1 São Paulo
    FACEBOOK

    Um policial civil foi preso na sexta-feira (24) suspeito de dirigir um carro roubado e atirar num policial militar na Zona Leste de São Paulo. O PM foi atingido na barriga e no rosto, mas sobreviveu aos ferimentos. As informações foram divulgadas neste sábado (25) pelo SPTV.
    De acordo com a reportagem, o caso ocorreu em Sapopemba, em frente à família do PM. O investigador Eloi Martins Neto vai responder por crimes de receptação de veículo, adulteração de placa e tentativa de homicídio.
    saiba mais
    Policial à paisana reage a arrastão em ônibus, atira e 2 ficam feridos, diz PM
    O policial militar Fabio Mizzin de Camargo está internado no Hospital de Sapopemba. Ele havia desconfiado de um carro parado na porta da casa dele. O PM teria ido ver o veículo sem o uniforme da corporação.

    “Ele olhou e falou: este carro é suspeito, né?! A gente tá acostumado que rouba os carros e larga lá. Ele como PM, né? Ele fez a parte dele. Ele foi lá e não tava nada batendo com nada aquela placa…”, disse a mulher de Fabio.
    “Meu irmão correu, pegou a arma dele e foi pra fazer a abordagem do, do, do, do policial civil que atirou no meu irmão. E nessa daí o meu irmão pronunciou gritou ‘para, para, para! Polícia, polícia, desce do carro’. O cara simplesmente sacou a arma e mandou dois tiros no meu irmão”, disse o parente de Fábio.

    “Apesar de ele está de férias, né, a profissão é de grande risco, né?! Sempre.. a gente sempre fica esperando o mal…. Isso que é a dureza”, disse o irmão do PM.

    O policial Eloi socorreu o PM ferido e se apresentou na delegacia do bairro. Alegou que estava na rua visitando um amigo e se assustou com a abordagem do policial militar, achou que era um assalto e por isso atirou.

  29. Ao menos a PM ainda se protege.. De fossem tiras estavam bem fodidos.. Promotor já tinha denunciado pedido pena máxima

  30. SSP receberá Entidades em 11 de agosto às 15 horas para tratar do índice de 2015 e outras questões urgentes

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    Ai chega dia 11 e decide ser 7% de reajuste kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk fala sério

    OBS: Tem que ser no mínimo 15% para 2015 , 15% para 2016 e auxílio alimentação corrigido !!!!!

  31. Mais uma vez estes sipols esquecerão das carreiras de Segundo grau e do reajuste da diária de alimentação, vergonhoso a PM recebendo 640.00 contra 120.00 da PC.

  32. Pago um sinpol só para presidente dar entrevista e falar de excursão para praia, tenha dó dona vida, precisamos de alimentação digna já, equiparação das carreiras de segundo grau com Agetel.

  33. Uma verdadeira imagem de espelho, digo dobradinha. (PM). Só colocar a sigla no espelho e verá a outra sigla na imagem.

  34. Se por PC para refletir no espelho,sigo se fosse PC, seria C.. da Puta que se foda.

  35. – DE “FATO ISOLADO” EM “FATO ISOLADO”, A PM VAI DIZIMANDO A POPULAÇÃO BRASILEIRA –

    Um policial militar catarinense foi afastado de suas funções após matar um esquizofrênico durante a tentativa de internação compulsória, na última quinta-feira (23). O PM será submetido a tratamento psicológico e responderá a dois inquéritos (civil e militar).

    Com 19 anos, Anderson de Matos disse à mãe que iria se enforcar. Levado a um médico, foi diagnosticado esquizofrênico, segundo contou seu pai, Antônio de Matos. Desde lá, nos últimos 13 anos, viveu uma internação por ano. Era sempre levado ao Hospital Colônia Santana, na Grande Florianópolis. Quando as crises passavam, voltava à casa dos pais, no bairro Aririú, em Palhoça (a 19 km de Florianópolis).

    A última internação, em abril deste ano, não foi promissora. Não utilizando corretamente os remédios, o desequilíbrio emocional de Anderson ficou severo. Sem alternativa, sua família pediu auxílio à Justiça para uma nova internação.

    O Samu (Serviço Médico de Urgência) foi convocado e chamou a Polícia Militar para auxiliar. Quando Anderson viu a movimentação do oficial de Justiça, médicos, policiais e familiares, correu. Encurralado no final do bairro, próximo a um riacho, pegou uma barra de ferro que estava no chão e ameaçou os soldados. Neste momento, foi alvejado com seis tiros de bala de borracha e um tiro de arma letal e morreu no local.

    “Meu filho não era ruim. Ele apenas se descuidava dos remédios e tinha crises, precisava de ajuda, entende? Não era um bandido, era um doente”, disse seu pai. “Não pedimos para ele ser morto, pedimos socorro.”

    O nome do soldado não foi divulgado, mas a PM comunicou que ele foi afastado para tratamento psicológico e que esta é uma conduta de praxe em casos que podem resultar em “abalo” ao profissional.

    O comandante-geral da PM-SC, coronel Paulo Henrique Hemm, afirmou que este é um “caso isolado” e, que se for provado abuso, o soldado poderá ser expulso. Um inquérito foi aberto pela corporação. Paralelamente, a delegada da Polícia Civil Beatriz Ribas investiga o homicídio, mas ainda não comentará sobre o caso.

    Esse é quinto assassinato neste ano que a PM-SC justifica como “caso isolado”. Um deles, a morte do surfista Ricardo dos Santos, poderá causar a quarta expulsão por letalidade de um PM nos últimos seis anos, segundo a Secretaria do Estado de Segurança Pública.

  36. A verdade nunca virá à tona.

    Tem-se a impressão que lançaram uma pedra quadrada do alto do morro e esta veio descendo e desgastando as pontas, sendo que ainda na descida encontrou uma vtr que lhe deu mais impulso e assim as pontas se desgastaram ainda mais, posteriormente havia uma delegacia no meio do caminho e o objeto recebeu mais uma forcinha, porém quando ia perdendo a força deparou com o tjm, que aplicou mais impulso e assim em todo o percurso o pedregulho foi adquirindo forma mais arredondada.

    Por fim, essa pedra irá ficar redonda de tanto que apararam suas arestas, pois quem tem padrinho não morre pagão.

    Se quiser fazer as coisas certas ou erradas, que faça! Agora, tirar todo mundo de 13 num dá.

  37. O GOVERNO ESTA ABUSANDO DOS POLICIAIS CIVIS.

    -o meu colega esta com 50 anos de idade.
    – completou 30 anos de policia em março de 2015.
    – nunca trabalhou na iniciativa privada, portanto tem 30 anos de contribuição previdenciária.

    no inicio deste mês ele foi ao dpto pessoal na seccional , e pediu a certidão de contagem de tempo para fins de
    aposentadoria , com exigência da LC 51/85 c/c 144/2014 c/c art 7º da EC 41/2003, alegando que ele quer se
    aposentar nestes termos , com paridade e integralidade igual ao ultimo salário.

    a moça do dpto pessoal da seccional sorriu e disse a ele que o estado não aceita o pedido nestes termos, e que o pedido
    não poderia ser feito nestes termos- só aceita noutros termos, que ele não tem idade e que tera que trabalhar muito para ter a paridade e integralidade , que ele tem muito gás, e vai comer muito feijão para completar o fator 095..
    para somente assim ter direito a paridade e integralidade , segundo a legislação atual do estado de são paulo..

    e que ela não podia fazer nada por ele , se for com 30 anos vai ganhar a metade do que ganha hoje.

    o colega pediu a moça para protocolar o pedido dele..

    a moça falou que não podia protocolar um pedido que sera negado pelos superiores . que ela só pode protocolar
    o pedido baseado na lei 51/85 sem a paridade e o salario cairá quase pela metade..

    o meu colega saiu raivoso de la, sem protocolar o seu pedido, achando um absurdo ele ter 30 anos de contribuição
    e ter a lei federal 51/85 a seu favor , e o governo não aceita la como tem que ser, e se pedir do jeito que o governo quer , ganhara metade do que ganha hoje..

    ele ta muito macho , pediu licença premio , depois vai pedir férias e neste tempo vai resolver o que fazer.

    se entra com mandado de segurança , ou fica até os 58 anos de idade, pois somente com 58 anos é que ele vai
    completar o fator 95..

    é fato verídico.

    até quando seremos vítimas destes abusos da administração ?

  38. – OUTRO “FATO ISOLADO” EM SÃO PAULO – NÃO VAI RESTAR UM PAISANO VIVO PRA CONTAR A HISTÓRIA –

    Um policial militar à paisana foi preso suspeito de reagir a tiros a um arrastão num ônibus, matar um passageiro e ferir outro, na noite de sexta-feira (24) na Zona Leste de São Paulo. A informação é do SPTV.

    De acordo com a reportagem, o policial militar baleou as vítimas por engano porque teria confundido elas com quatro criminosos que entraram no veículo e anunciaram o roubo, por volta das 19h30, na Avenida Ragueb Chohfi, no Jardim Pedra Branca, Cidade Tiradentes.

    Os quatro homens entraram no ônibus e começaram a assaltar os passageiros. Em seguida, os ladrões desceram do veículo, mas um deles retornou e tentou pegar a bolsa de uma mulher. Ela viu que o criminoso não estava armado e reagiu. Outros passageiros tentaram ajudá-la, houve uma confusão dentro do ônibus e os tiros foram disparados.

    O advogado João Carlos Campanini, que defende o policial, diz que os tiros foram direcionados para o suspeito e acabaram acertando as duas vítimas. “O rapaz que acabou fugindo se virou para ele, estava bem agressivo, ele [policial] acabou atirando e acertou duas pessoas”, contou. Segundo o advogado, antes dos disparos houve uma briga generalizada e o policial relatou que não conseguia identificar quem era vítima e quem era criminoso.

    O policial foi detido e levado ao 49º Distrito Policial (DP), em Cidade Tiradentes, onde foi indiciado por homicídio culposo, sem intenção de matar, e lesão corporal culposa.
    saiba mais

    Os quatro criminosos fugiram com objetos levados das vítimas: celulares e bolsas com dinheiro. Cerca de 20 pessoas estavam no coletivo durante o roubo.

    Um dos baleados foi o motorista Carlos Roberto Garcia de Aquino, que morreu. O outro ferido é o motorista Nilson Ferreira de Pinho Júnior. Ele teve o pulmão perfurado e está internado num hospital de Tiradentes.

    Logo após ser baleado, ele telefonou para a mãe. “Meu filho me ligou e disse: ‘Mãe, eu tomei um tiro. Eu vou morrer’. Eu saí correndo e quando eu entrei dentro do ônibus, o policial que estava à paisana falou para mim: ‘Eles são bandidos’. Eu disse: ‘Meu filho não é bandido’”, disse Lucilene Gonçalves.

    Por meio de nota, a Polícia Militar (PM) informou “que quatro suspeitos entraram em um ônibus, renderam o motorista e roubaram os passageiros. Na fuga, dois funcionários da empresa de ônibus, de 29 e 26 anos, tentaram segurar um dos bandidos. O policial militar interveio, mas na confusão os tiros do policial atingiram os funcionários da empresa. Foi realizado um auto de flagrante delito e o policial encaminhado ao Presidio Romão Gomes. O delegado Ramon Euclides Padrão, do 49º DP, esclarece que o PM foi indiciado por homicídio culposo e lesão corporal culposa. Todas as circunstâncias em que se deram os fatos estão sendo apuradas.”

  39. segundo a nossa constituição , aqui temos a lei da aposentadoria especial .

    ela existe para servidores que trabalham em atividades insalubres, e prejudiciais a saude humana, e justamente por
    isto é que a constituição deu um premio a quem trabalhou a vida inteira sob estes riscos, e precisam ser premiados
    na aposentadoria, com salario integral e as regras da paridade.

    a aposentadoria especial é aquela que é diferenciada das aposentadorias comuns, segundo o artigo 40º §4º .
    da constituição federal de 1988.

    a lei complementar federal 51/85 , é a lei que regulamenta a aposentadoria especial dos policiais civis,
    dando segmento ao §4º do art 40º da cf de 88.

    e quando dizemos especial, é aquela diferente das comuns, onde se exige 05 anos a menos dos servidores comuns.

    para os comuns exige se 35 anos de contribuição mais idade.

    para os especiais ex ( policial civil ) , exige se 30 anos de contribuição.

    se aposentarmos com 30 anos de contribuição na especial , e termos 40% de desconto nos salários ,e sem paridade
    de que adianta aposentar mos na especial, assim seremos obrigados a ficar ate completar o fator 095, como os outros servidores comuns. pelo menos não seremos castigados pela aposentadoria especial.

    o que o governo esta fazendo é simplesmente , não reconhecer a aposentadoria especial dos policiais civis.

    estão interpretando a lei 51/85 como aposentadoria comum. e mais nada.

    estão simplesmente deixando de cumprir uma lei FEDERAL.

  40. Sr. BOLETIM INFORMATIVO

    Seu comentário é no mínimo suspeito qualquer PC sabe que o setor de protocolo é um e o Departamento pessoal é outro, portanto primeiro protocola-se qualquer tipo de pedido e só depois de encaminhado ao setor responsável recebemos a resposta, mas o que existe na verdade é muitos que já poderiam aposentar-se estão vivendo o dilema o que fazer depois de aposentar, principalmente aqueles que estão acostumados com uma correria.

    Agora se todos os que já adquiriram o abono permanência resolverem ir embora a casa cai, pois os que estão entrando são em sua maioria concurseiros e não ficaram muito tempo.

  41. HISTORINHAS MAIS MAL CONTADAS HEM? OS CARAS SÃO PRESOS EM FLAGRANTE EM TENTATIVA DE HOMICIDIO CONTRA OS PRÓPRIOS COLEGAS E CONTRA UM MALA QUALQUER, COM CARRO COM PLACA ADULTERADA, COM ARMAMENTO SABE-SE LÁ DE ONDE VEIO E SÃO SOLTOS PELO MINISTÉRIO PUBLICO MILITAR?
    AH AÍ TEM COISA. ALGUÉM POR ACASO VIU O BOLETIM DE OCORRÊNCIA DESSA ZICA TODA?
    POR OUTRO LADO NÃO É MUITO ESTRANHO QUANDO ESSES PROMOTORES DE JUSTIÇA QUANDO QUEREM APOIO SÓ CHAMAM OS POLICIAIS MILITARES……..ISSO ME CHEIRA RABO PRESO……..
    E OUTRA COISA: ONDE ESTÃO TRABALHANDO ESSES PMS? SERÁ QUE ESTÃO FAZENDO SERVIÇO BUROCRÁTICO NA “TROPA DE ELITE” DELES?
    E A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: E AS PORRAS DAS ARMAS QUE ESTAVAM PORTANDO? QUE ARMAS ERAM ESSAS? CONVERSA MOLE ESSA DE ESTAR PROCURANDO MULHER EM CAMPINAS HEM?????
    BOM AÍ O OUTRO IRA DIZER: ” ERA O QUE TINHA PARA O MOMENTO”….LEGAL HEM……O QUE DIRÃO AS ESPOSAS DESSES NOBRES MILICIANOS??????

  42. Não quis desmerecer nenhuma Polícia, até porque sou Oficial da Polícia Militar do Estado de São Paulo.
    Mas tive a oportunidade de visitar a maioria dos Estados brasileiros e conheço policiais do Brasil todo e posso dizer:

    Nenhuma tropa está no nível das elites do Rio de Janeiro. No âmbito estadual e de operações especiais policiais…

    Iniciando pelo curso para ingressar no BOPE ou na CORE. São cursos que não existem do tipo aqui em São Paulo ou em qualquer lugar do Brasil. Muitos sequer passam no TAF para realizar o curso. (exemplos de exercícios: 8 barras pronadas e 5 com 10 kg de equipamento, 800 metros de natação em mar aberto)

    O armamento que eles usam (entre outros) é o fuzil AR-10 da Armalite no calibre 7.62X51 mm com mira holográfica, armamento que policiais de SP não vêm nem em sonho. Helicóptero blindado. E claro.. As experiências que eles passam que são únicas.. Eu quando estive no Rio acompanhei essas duas equipes.. É algo completamente diferente que qualquer outra equipe policial no Brasil encontra.. Goe, Garra, Rota, Gate? Impossível comparar..

    Eles são policiais convencionais diante da CORE e do BOPE. No RJ não se usa espingarda ou submetralhadora, é só fuzil. E só usam pistola em alguns ambientes confinados…

    Dois exemplos (pra não me alongar muito) de situações enfrentadas na CORE compartilhadas comigo por um Inspetor lá do RJ:

    1) 8 policiais da CORE enfrentaram 50 traficantes armados com fuzis e granadas, mataram 10 e colocaram os demais pra correr.

    2) em um plantão de 24 horas é comum esses policiais se envolverem em confrontos com mortes em três favelas diferentes, utilizando carros blindados, sendo alvos de granadas e traficantes que surgem de qualquer buraco, laje…

    Sobre a PF: o COT é a vanguarda de operações especiais do Brasil, eles são a excelência, porém perdem em experiências práticas pras duas tão citadas tropas de elite do RJ…

    E no próprio curso do COT tem uma etapa que é no BOPE. O governo do RJ permite que policiais de qualquer lugar do Brasil participem dos cursos oferecidos pela CORE e BOPE e essas vagas são super disputadas inclusive pelos federais do COT, NOE da PRF e de outros grupos assim do Brasil todo. E nem preciso dizer que no final do curso pouquíssimos são aprovados…

    ..

    Sobre o caso em tela: esses praças deveriam se comunicar melhor e fazer as coisas direito. Arrumaram problema sem necessidade.

  43. Como bem observou o Quadrúpede Andante, se a moda pega, os caras irão se auto extinguirem.

  44. Só lamento os meios de comunicação, inclusive desse blog, colocar foto dos PMS, como se bandido fossem, lembren-se senhores, todos aqui sabem bem o que aconteceu lá, então vamos deixar a justiça julgar, cuidado, por estes policiais tem filhos, esposas , pae e mãe.

  45. Justiça,

    Inicialmente, poucos sabem o que VERDADEIRAMENTE aconteceu por lá.

    Mas os quatro PMs são bandidos, sim !

    Deram muita sorte, aliás!

    Deveriam ter sido fuzilados “em confronto”.

    Por outro aspecto, quem divulgou as identidades dos PMs para a imprensa ?

    A própria PM, não é ?

  46. Com tantos defensores de policiais bandidos… não é difícil concluir porque vivemos uma zona…

    Policiais que deveriam erguer a bandeira da legalidade, travam batalha para saber quem é mais criminoso… a bandeira defendida por muitos policiais hoje é a de quem pratica mais crimes.

    E ainda pensam ter alguma moral para cobrar algo de alguém… é uma palhaçada.

    Pior que um bandido comum… de quem já esperamos práticas bárbaras… já que é um fora da lei e deve ser caçado… é o policial bandido… de quem se espera a legalidade… por isto ninguém confia na polícia hoje em dia… por estar repleta de bandidos, infelizmente.

  47. Senhor flit sempre respeito vossa senhoria como policial, inclusive lamento a injustiça que sofreu, mas taxar aqueles de bandidos e desejarem a morte aos mesmos é um pouco demais, tenho certeza que no seu íntimo, VC sabe diferenciar bem quem são bandidos ou não, pois exemplos nunca lhe faltaram, se seu blog não for sério, me desculpe então por ter levado a sério, caso queira discutir pessoalmente, me cólico a disposição do senhor para falarmos olho a olho.

  48. Flit Paralisante disse:

    26/07/2015 às 0:22

    Justiça,

    Inicialmente, poucos sabem o que VERDADEIRAMENTE aconteceu por lá.

    Mas os quatro PMs são bandidos, sim !

    Deram muita sorte, aliás!

    Deveriam ter sido fuzilados “em confronto”.

    Por outro aspecto, quem divulgou as identidades dos PMs para a imprensa ?

    A própria PM, não é ?
    —————————————————————————————————————————————-

    MEUS PARABÉNS FLIT!

  49. Guerra.
    De um endereço para melhorar as Policias.
    Aqui virou teatro de fofoca e confronto de quem deveria se unir em favor próprio.
    Vamos utilizar este espaço pra denuncias contra corruptos na politica ( A PC sabe muito).
    Contra PM e PC bandido.
    Mas com fatos .
    Sem essa briguinha de base.
    Veja que seu caso foi “banal” e deu no que deu.
    Enquanto houver esse trololó os caciques riem e se locupletam.
    O comentário do Valdir de Souza e o seu são de grande contundência.
    Escrevam mais.
    Quase uma literatura policial.

  50. Estado fez acordo com PCC para cessar ataques de 2006, mostra depoimento108
    Estadão Conteúdo Em São Paulo 27/07/201507h19
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    Rogerio Cassimiro – 8.jun.2006/Folhapress
    O líder do PCC, o Marcola
    O líder do PCC, o Marcola
    Depoimento obtido com exclusividade pelo jornal “O Estado de S. Paulo” mostra que representantes da cúpula do governo estadual fizeram um acordo com o chefe do Primeiro Comando da Capital (PCC), Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, para pôr fim à onda de ataques da facção criminosa, em maio de 2006. A reunião foi feita dentro do presídio de segurança máxima de Presidente Bernardes.

    A declaração, do delegado José Luiz Ramos Cavalcanti, foi dada durante depoimento em processo judicial que investigou advogadas supostamente ligadas ao crime organizado. Ele foi um dos escolhidos pelo governo para participar do encontro em 2006. Apesar de essa possibilidade ter sido divulgada na época dos atentados, o governo do Estado sempre negou o acordo com o PCC e admitiu apenas que a conversa com Marcola foi uma condição para a rendição da facção.

    A proposta do crime organizado foi levada pela advogada Iracema Vasciaveo, então presidente da ONG Nova Ordem, que defendia o direito dos presos e, na época, representava o PCC: se os responsáveis pelo comando dos atentados nas ruas fossem informados de que Marcola estava bem fisicamente, que não havia sido torturado por policiais e que os presos amotinados não seriam agredidos pela Polícia Militar, os ataques seriam encerrados.

    O recado deveria ser dado pelo próprio chefe do PCC. O papel de Iracema era convencer Marcola a aceitar a ideia.

    A cúpula das secretarias de Segurança Pública e da Administração Penitenciária, cujos chefes na época eram Saulo de Castro Abreu Filho e Nagashi Furukawa, respectivamente, aceitou a ideia da advogada. O então governador, Claudio Lembo, autorizou o encontro.

    Missão
    No depoimento, que está no processo criminal 1352/06, Cavalcanti conta que recebeu uma ligação em 14 de maio, dois dias depois do início dos ataques, do seu chefe Emílio Françolim – diretor do Departamento de Narcóticos, o Denarc -, convocando-o para a viagem. Na ocasião, dezenas de policiais já haviam sido mortos em atentados.

    A missão do delegado era acompanhar a advogada Iracema Vasciaveo até o presídio de Presidente Bernardes. Os dois e mais o corregedor da Secretaria da Administração Penitenciária, Antonio Ruiz Lopes, foram no avião da PM até Presidente Prudente, onde se encontraram com o comandante da região, coronel Ailton Brandão, e seguiram para o presídio.

    Cavalcanti contou que Ruiz Lopes e o diretor do Presídio de Presidente Bernardes, Luciano Orlando, autorizaram que a advogada entrasse com celulares. Todos ficaram em uma sala e Marcola foi levado por um agente penitenciário. Iracema então se apresentou e começou a conversar com o chefe do PCC. Inicialmente, ela tentou convencê-lo a falar ao celular com outro criminoso, que comandava os ataques – o homem nunca foi identificado pela polícia.

    Marcola se recusou. Ele teria lamentado a morte tanto de policiais quanto de bandidos. A advogada insistiu e, finalmente, o chefe do PCC aceitou a proposta. Como não fala ao celular, ele pediu para chamar o preso Luis Henrique Fernandes, o LH, que é de sua confiança.

    Segundo Cavalcanti, “LH foi trazido para a sala e Marcola disse que ele poderia falar ao telefone e dar a mensagem da advogada; LH concordou, e a advogada entregou o seu telefone, que já tinha um número previamente gravado na memória, para onde LH ligou e conversou com uma pessoa desconhecida”.

    O delegado negou a proposta de qualquer acordo, mas disse que Marcola pediu que a polícia respeitasse o direito dos presos, o que lhe foi garantido pelo comando da PM. Cavalcanti ainda relatou que “supõe que o bloqueador de celular tenha sido desligado”, pois LH fez algumas tentativas antes de completar a ligação. Por fim, declarou que “no fim daquele dia e no dia seguinte os ataques definitivamente pararam”. O policial não quis dar entrevista, mas confirmou as declarações.

    Celulares
    A advogada Iracema Vasciaveo confirmou os fatos narrados por Cavalcanti. Segundo ela, a situação estava “fora de controle”. Ela contou que, quando recebeu a proposta dos bandidos, levou ao conhecimento de colegas na Polícia Civil.

    “Naquele domingo (14 de maio de 2006), recebi um telefonema com uma ordem: que eu fosse para o Campo de Marte, porque de lá seguiria para Presidente Bernardes.” Lá, a advogada afirma que recebeu de um policial os celulares usados no presídio.

    Ela também rejeita a palavra “acordo”. Segundo Iracema, “havia uma chance para encerrar os ataques, e tudo foi feito para que isso fosse possível”. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.


  51. Estadão

    Estado fez acordo com PCC para cessar ataques, diz depoimento
    ALEXANDRE HISAYASU

    27/07/2015 | 03h00

    Delegado afirmou à Justiça que participou de reunião entre Marcola, chefe da facção, e representantes da cúpula do governo em presídio
    SÃO PAULO – Depoimento obtido com exclusividade pelo Estado mostra que representantes da cúpula do governo estadual fizeram um acordo com o chefe do Primeiro Comando da Capital (PCC), Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, para pôr fim à onda de ataques da facção criminosa, em maio de 2006. A reunião foi feita dentro do presídio de segurança máxima de Presidente Bernardes.

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    A declaração, do delegado José Luiz Ramos Cavalcanti, foi dada durante depoimento em processo judicial que investigou advogadas supostamente ligadas ao crime organizado. Ele foi um dos escolhidos pelo governo para participar do encontro em 2006. Apesar de essa possibilidade ter sido divulgada na época dos atentados, o governo do Estado sempre negou o acordo com o PCC e admitiu apenas que a conversa com Marcola foi uma condição para a rendição da facção.

    Marcola concordou que preso falasse com lideranças da facção; celular foi usado na cadeia
    Marcola concordou que preso falasse com lideranças da facção; celular foi usado na cadeia Foto: Paulo Liebert/Estadão

    A proposta do crime organizado foi levada pela advogada Iracema Vasciaveo, então presidente da ONG Nova Ordem, que defendia o direito dos presos e, na época, representava o PCC: se os responsáveis pelo comando dos atentados nas ruas fossem informados de que Marcola estava bem fisicamente, que não havia sido torturado por policiais e que os presos amotinados não seriam agredidos pela Polícia Militar, os ataques seriam encerrados.

    O recado deveria ser dado pelo próprio chefe do PCC. O papel de Iracema era convencer Marcola a aceitar a ideia.

    A cúpula das secretarias de Segurança Pública e da Administração Penitenciária, cujos chefes na época eram Saulo de Castro Abreu Filho e Nagashi Furukawa, respectivamente, aceitaram a ideia da advogada. O então governador, Claudio Lembo, autorizou o encontro.

    Missão. No depoimento, que está no processo criminal 1352/06, Cavalcanti conta que recebeu uma ligação em 14 de maio, dois dias depois do início dos ataques, do seu chefe Emílio Françolim – diretor do Departamento de Narcóticos, o Denarc -, convocando-o para a viagem. Na ocasião, dezenas de policiais já haviam sido mortos em atentados.

    A missão do delegado era acompanhar a advogada Iracema Vasciaveo até o Presídio de Presidente Bernardes. Os dois e mais o corregedor da Secretaria da Administração Penitenciária, Antonio Ruiz Lopes, foram no avião da PM até Presidente Prudente, onde se encontraram com o comandante da região, coronel Ailton Brandão, e seguiram para o presídio.

    26/07/2015 Cavalcanti contou que Ruiz Lopes e o diretor do Presídio de Presidente Bernardes, Luciano Orlando, autorizaram que a advogada entrasse com celulares. Todos ficaram em uma sala e Marcola foi levado por um agente penitenciário. Iracema então se apresentou e começou a conversar com o chefe do PCC. Inicialmente, ela tentou convencê-lo a falar ao celular com outro criminoso, que comandava os ataques – o homem nunca foi identificado pela polícia.
    Marcola se recusou. Ele teria lamentado a morte tanto de policiais quanto de bandidos. A advogada insistiu e, finalmente, o chefe do PCC aceitou a proposta. Como não fala ao celular, ele pediu para chamar o preso Luis Henrique Fernandes, o LH, que é de sua confiança.

    Segundo Cavalcanti, “LH foi trazido para a sala e Marcola disse que ele poderia falar ao telefone e dar a mensagem da advogada; LH concordou, e a advogada entregou o seu telefone, que já tinha um número previamente gravado na memória, para onde LH ligou e conversou com uma pessoa desconhecida”.

    O delegado negou a proposta de qualquer acordo, mas disse que Marcola pediu que a polícia respeitasse o direito dos presos, o que lhe foi garantido pelo comando da PM. Cavalcanti ainda relatou que “supõe que o bloqueador de celular tenha sido desligado”, pois LH fez algumas tentativas antes de completar a ligação. Por fim, declarou que “no fim daquele dia e no dia seguinte os ataques definitivamente pararam”. O policial não quis dar entrevista, mas confirmou as declarações.

    Celulares. A advogada Iracema Vasciaveo confirmou os fatos narrados por Cavalcanti. Segundo ela, a situação estava “fora de controle”. Ela contou que, quando recebeu a proposta dos bandidos, levou ao conhecimento de colegas na Polícia Civil.

    “Naquele domingo (14 de maio de 2006), recebi um telefonema com uma ordem: que eu fosse para o Campo de Marte, porque de lá seguiria para Presidente Bernardes.” Lá, a advogada afirma que recebeu de um policial os celulares usados no presídio.

    Ela também rejeita a palavra “acordo”. Segundo Iracema, “havia uma chance para encerrar os ataques, e tudo foi feito para que isso fosse possível”.

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  52. CADE O BÔNUS? GOVERNO PROMETEU PAGAR TRIMESTRALMENTE, DEPOIS MUDOU PARA SEMESTRALMENTE, MAS ATÉ AGORA NÃO PAGOU O BÔNUS REFERENTE AO ANO DE 2015 ! CADE A PORRHA DO BÔNUS HEIM?

  53. 27/07/2015 14h20 – Atualizado em 27/07/2015 14h30
    Depoimento mostra que governo fez acordo com facção em 2006, diz jornal
    Declaração de delegado foi obtida pelo ‘O Estado de São Paulo’.
    Secretário de Segurança Pública de SP negou negociação com criminosos.
    Do G1 São Paulo
    FACEBOOK

    O depoimento de um delegado obtido pelo jornal “O Estado de S. Paulo” mostrou que o governo paulista fez um acordo com uma facção criminosa para encerrar ataques contra policias em 2006, informou o Jornal Hoje nesta segunda-feira (27). Já o atual secretário da Segurança Pública, Alexandre de Moraes, nega qualquer negociação do governo com criminosos.
    Segundo a reportagem do jornal “O Estado”, a declaração sobre o acordo foi dada pelo delegado Luiz Ramos Cavalcanti em um processo judicial que investiga advogados supostamente ligados ao crime organizado. Os 293 ataques contra bases e postos da Polícia Militar, além de delegacias mataram 152 pessoas, entre elas 45 civis, policiais civis, militares, agentes carcerários e guardas.
    saiba mais
    LINHA DO TEMPO: os ataques do crime organizado em São Paulo
    Na época, então secretário estadual da Administração Penitenciária Nagashi Furukawa determinou o isolamento de 765 presos, incluindo um dos líderes da facção Marcos Camacho, o Marcola, que estava preso em Presidente Venceslau e foi transferido para o presídio de Presidente Bernardes.
    De acordo com a reportagem de “O Estado”, o delegado participou do encontro. A proposta da facção, feita pela advogada Iracema Vasciaveo, era que os ataques parariam depois que houvesse a confirmação de que Marcola não havia sido torturado por policiais e que os presos amotinados não seriam agredidos.
    No depoimento, o delegado também afirmou que o então governador Cláudio Lembo autorizou o encontro, que ocorreu dentro do presídio de segurança máxima Presidente Bernardes. Ao Jornal Hoje, a assessoria do governo de São Paulo divulgou uma nota afirmando que o fato do estado concordar que não haveria represálias contra os presos não significa acordo.
    GNews – Marcola (Foto: globonews)
    Acordo teria sido feito após garantia de que Marcola
    não seria torturado (Foto: Reprodução/Globonews)
    O comunicado informou ainda que é obrigação do estado não fazer represálias. Segundo a assessoria de imprensa do governo, a nota também responde pelo ex-secretário da Segurança Pública Saulo de Castro Abreu Filho, que atualmente é secretário de governo.
    A produção do Jornal Hoje não conseguiu falar com então governador Cláudio Lembo nem com então secretário da Administração Penitenciária Nagashi Furukawa para comentarem o assunto.
    Durante divulgação de dados sobre a criminalidade em São Paulo na manhã desta segunda-feira, o atual secretário da Segurança Pública, Alexandre de Moraes, negou qualquer acordo do governo com facções e/ou criminosos.
    “Nós não fazemos nenhum acordo com bandido, nenhum acordo com criminosos, sejam eles de facções criminosas, sejam eles de não facções criminosas. Tanto que todos os líderes, os grandes líderes de facção criminosas continuam presos em regime diferenciado disciplinar”, disse.

  54. SIPESP recebe mais denúncias sobre abusos nas Escalas de Serviço
    17 de julho de 2015 Notícias
    O SIPESP permanece recebendo reclamações de sindicalizados, com relação aos abusos nas escalas de serviço.

    Alguns sindicalizados relataram que além do abuso nas escalas, ainda são submetidos a chamada escala de sobreaviso, ficando à disposição da Administração, mesmo nos momentos de folga.

    Segundo relatos, em algumas Centrais de Flagrantes, investigadores e escrivães de polícia, chegam a trabalhar mais de 60 horas na semana e alguns chegam a cumprir escala de 24 horas de serviços ininterruptos. Alguns policiais, inclusive, já ingressaram com ações que visam o ressarcimento das horas trabalhadas a mais.

    O artigo 5º do Decreto 52.054/2007 estabelece:

    Artigo 5º – A jornada de trabalho nos locais onde os serviços são prestados vinte e quatro horas diárias, todos os dias da semana, poderá ser cumprida sob regime de plantão, a critério da Administração, com a prestação diária de doze horas contínuas de trabalho, respeitado o intervalo mínimo de uma hora para descanso e alimentação, e trinta e seis horas contínuas de descanso.

    O SIPESP mais uma vez cobrará as autoridades sobre os abusos denunciados e tomará as medidas cabíveis, pois entende que os nossos policiais, não podem ser penalizados pela deficiência de pessoal, que ainda não foi corrigida pelo Governo.

    A Diretoria

    AIPESP – DEPARTAMENTO JURÍDICO

    – EXCLUSIVO –

    A AIPESP, que tem como seu maior objetivo lutar contra as injustiças a que são submetidos os Policiais Civis do Estado de São Paulo, mais uma vez sai a frente e em caráter inovador ingressa com Ação Civil Pública em face do Estado buscando indenização pelo Danos Existenciais havidos ao policial.

    Certo é que por conta das Escalas de Plantão ininterruptas a que são obrigados os policiais, são estes suprimidos dos seus projetos pessoais, das atividades espirituais e de lazer, do convívio com seus familiares e do necessário descanso, o que tem como consequência natural a frustração do bem-estar psíquico que leva ao comprometimento da Felicidade do indivíduo.

    Ao nosso ver o Regime Especial de Trabalho Policial nada mais é do que nova modalidade de Escravidão, que fere a dignidade da pessoa humana, princípio fundamental da Constituição Federal.

    O Policial Civil ao vender sua mão-de-obra para o Estado, não perde sua condição de ser humano e como tal deve ser tratado!

    Essa é a luta da AIPESP!

    Vanderlei Bailoni
    Presidente “AIPESP”

  55. Pintor ????? alguem puxa o dvc desse suposto pintor……. Tinha acabado de sair da cadeia……

  56. segundo o site do sipol, o governo esta contratando 1380 investigadoreas de nível superior , para compor as equipes de investigação da policia civil..

    e os carcereiros que la estão, serão transformados em auxiliares dos escrivães dos plantões.
    vão todos fazer RDO, quem não sabe , vai aprender , não vão ter desculpas alegando que não sabem fazer RDO.
    terão que aprender na marra , se fizerem corpo mole o escrivão vai por o carcereiro no papel, e mandar pra
    corregedoria, pelos motivos , de displicencia, e prevaricação , e a pica vai ser grossona pro carcepol que der uma
    de migué,

    se der uma de vagabundo vai pra corró e depois disso poderá ser demitido a bem do serviço público.

    novos tempos virão para os carcereiros , que ficam voando pelas ruas dando uma de investigadores,
    enfrentarão novos tempos, e vão ter que se acostumar a ter o ESCRIVÃO DE PLANTÃO COMO CHEFÃO DELES,

    quem não estiver de acordo com a nova denominação de ( AUXILIARES DE ESCRIVÃES DOS PLANTÕES)
    restarão trabalharem nas trancas ,

    a outra opção será pedirem demissão , é pegar ou largar carcereiros.

    num futuro próximo vocês terão 03 opções.

    1- continuarem a ser carcereiros, e irem trabalhar nas cadeias.
    2- aceitarem ser auxiliares dos escrivães dos plantões.
    3- ou pedirem demissões.

  57. Ao escrivão acima:

    Quanta baboseira em um só comentário; para quem não sabe, a nossa função (de todos os agentes) está discriminada na Carta Magna; …qual a atividade da Polícia Judiciária?

    Ou os carcereiros vão para alguma Cadeia Pública, mas muitas deles correm o risco de serem interditadas à pedido do MP…é só pedir uma visita para algumas delas….coisa fácil….nem precisa de Imprensa…..

    Mas as Cadeias de antes, sem chance: não há estrutura, salubridade, segurança, qualquer advogado de cadeia consegue a Interdição, ou então as Entidades de Classe.

  58. kkkkk gostei do comentario que diz que o dr guerra ia pra fazendinha de vtr, kkkkkkkk
    é brincadeira estamos no brasil isso é impossivel acontecer, delegado não faz coisa errada só a PM

  59. fernando g almeida:

    Por vossa ironia pela qual “só a PM faz coisa errada”, vide, abaixo, mais um “caso isolado”:

    Sexta, 31 de Agosto de 2012 – 22h50

    Investigação-SP 2: PM apura fraude no inquérito da morte de garoto por soldados

    FolhaPress

    SÃO PAULO, SP, 31 de agosto (Folhapress) – O Comando da Polícia Militar instaurou um procedimento administrativo para apurar a falsificação do depoimento da mãe de um adolescente que morreu após ser abordados por PMs em São Paulo.

    Thiago Júnior da Silva, 16, sumiu após uma operação de PMs do 31º Batalhão em 17 de março de 2011, no Parque Santos Dumont, periferia de Guarulhos (Grande São Paulo).

    Segundo o inquérito policial militar, Eliana da Silva, 38, prestou depoimento no batalhão no dia seguinte, após encontrar o corpo do filho em um matagal. Ela teria dito, segundo o documento, que o filho havia sido abordado por policiais e liberado em seguida.

    À Polícia Civil, porém, a mãe disse que nunca havia entrado no local ou prestado depoimento sobre o caso à PM. O documento com a assinatura dela foi submetido a análise do Instituo de Criminalística, que constatou a fraude. O caso foi revelado hoje pelo jornal “Diário de S. Paulo”.

    Em abril deste ano, o Setor de Homicídios de Guarulhos encerrou a investigação da morte do garoto e concluiu que os responsáveis foram os soldados Paulo Hernandes Bastos, Ednaldo Alves da Silva, Edilson Luís de Oliveira e Fábio Henrique da Silva.

    Eles chegaram a ser presos após a Justiça decretar sua prisão temporária, mas depois foram beneficiados por um habeas corpus solicitado pelo tenente-coronel Antonio de Mello Belucci, comandante do 31º Batalhão.

    O corpo de Thiago tinha uma marca de tiro no pescoço com características de “tatuagem”, ou seja, foi disparado à queima roupa.

    À polícia, a mãe dele disse que um dos quatro PMs suspeitos pela morte do jovem o havia ameaçado de morte 15 dias antes do crime.

    Segundo o depoimento dos PMs, Thiago estava com outros três jovens e um deles teria atirado contra o carro da PM. O soldado Bastos disse apenas ter dado um tiro para o alto.

    Uma testemunha ouvida pela polícia, entretanto, disse que Thiago implorou aos policiais para não ser morto.

  60. Citaram apenas 4 PMS “atenção” quando falam de ROTA E BAEP estao FALANDO de BATALHÃO….BORA NÃO ESQUECER. NUM EH. PESSOAL. NAO TÔ A FAVOR DE NINGUÉM SÓ QUERO PAZ

  61. Mike que vai pra rua e ainda atira em colega em serviço não merece cadeia, merece um pelotão de fuzilamento.

    Pior, mike da ROTA e do BAEP, ainda me erram 4 tiros, provavelmente à curta distância. TAT tá em dia, tudo certinho?

    O dia em que PM for preso na justiça comum e sem seguro, pode ter certeza que tudo isso acaba…

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