O QUE NÃO PRESTA PARA AMERICANO É BOM PARA O BRASILEIRO – Taurus faz acordo nos EUA para escapar de condenação por fabricar e vender armas defeituosas 39

US$ 30 MILHÕES

Taurus faz acordo nos EUA para encerrar ação coletiva contra armas com defeito

1 de agosto de 2015, 13h48

Por João Ozorio de Melo

A Taurus, maior fabricante de armas do Brasil, aceitou fechar um acordo de US$ 30 milhões para encerrar uma ação coletiva, movida contra três empresas do grupo nos Estados Unidos. Os autores da ação acusam a empresa de vender pistolas com defeito na trava de segurança do gatilho.

Eles se queixam que a pistola pode disparar quando o gatilho é puxado involuntariamente mesmo que o dispositivo de segurança esteja ativado. E, no caso de algumas pistolas, quando caem no chão ou sofrem um impacto, a arma também pode disparar acidentalmente.

A ação foi movida contra três empresas do grupo, incluindo a matriz brasileira e duas subsidiárias estrangeiras, e levou meses de contencioso — incluindo seis sessões de mediação infrutíferas.

Segundo o acordo aprovado por um tribunal federal em Miami (Flórida), ainda pendente de homologação final, a empresas Taurus negaram “com veemência” todas as alegações de mau funcionamento das armas, de que tenham feito alguma coisa errada e que possam ser responsabilizadas civilmente.

A ação envolve nove modelos de pistolas semiautomáticas com trava de segurança, fabricadas desde 2000. Os modelos são os seguintes: PT-609, PT-640, PT-42/7, PT-111 Millennium, PT-132 Millennium, PT-138 Millennium, PT-140 Millennium, PT-145 Millennium e PT-745 Millennium(foto). A ação não envolve as pistolas do modelo G2.

A Taurus ressalta que o acordo “não implica em confissão ou admissão de culpa quanto às alegações de defeitos em certas pistolas”. Porém, a empresa decidiu aceitar o acordo para evitar um longo e custoso julgamento, que poderia se estender para tribunais superiores e comprometer recursos financeiros da empresa bem maiores que o valor estabelecido no acordo.

Nos EUA, quase a totalidade das ações coletivas contra empresas termina da mesma forma, com as mesmas justificativas indicadas no processo. Sob os termos do acordo, as empresas Taurus terão de pagar aos demandantes os seguintes valores:

— Se menos de 10.000 pistolas forem retornadas, o pagamento a cada proprietário será de US$ 200.
— Se 10.001 a 20.000 pistolas forem retornadas, o pagamento a cada proprietário será de US$ 175.
— Se 20.001 a 200.000 pistolas forem retornadas, o pagamento a cada proprietário será de US$ 150.
— Se mais de 200.000 pistolas forem retornadas, o pagamento a cada proprietário será de US$ 150 e deve ser igual ao limite agregado de US$ 30 milhões, divididos pelo número de pistolas retornadas.

Assim, cada demandante só saberá quanto poderá receber pelo retorno da arma depois de esgotado o prazo de devolução, ainda a ser marcado pelo administrador do acordo nomeado pelo juiz. Em comunicado ao mercado, a Taurus afirma que poderá desistir do acordo caso uma parcela significativa de proprietários de pistolas optem por não aderir aos termos.

A empresa também se comprometeu a oferecer aos proprietários de suas armas uma inspeção do equipamento, sem custos para o comprador, garantia vitalícia e um treinamento sobre segurança na manipulação da arma.

O juiz irá determinar o valor dos honorários, taxas e despesas dos advogados dos demandantes na ação coletiva, movida em 22 de setembro de 2014. O valor será no máximo de US$ 9 milhões e deverão ser pagos pela Taurus em três parcelas anuais, a contar do primeiro ano após o fechamento do acordo.

 é correspondente da revista Consultor Jurídico nos Estados Unidos.

Revista Consultor Jurídico, 1 de agosto de 2015, 13h48

  1. BRASIL, TETA AMADA!!!!
    PISTOLEIROS DA TERRA DO TIO SAN, FIQUEM DESPREOCUPADOS COM ALGUMA POSSIBILIDADE DE CRIME ECOLÓGICO, POIS TODAS AS ARMAS RECOLHIDAS TERÃO UM DESTINO ANGELICAL, SERÃO REVENDIDAS AO VALOR DOBRADO DO QUE CUSTA UMA PISTOLA GLOCK AO VALOROSOS POLICIAIS DO BRASIL.

  2. obviamente que o grande cliente da taurus são os estados…

    mas vejo muitos policiais, agentes penitenciarios, guardas, comprando pistolas e revolveres dessa empresa ridícula e pior vejo alguns ainda elogiando.. dizendo que a gente tem que ser patriota e valorizar as empresas do brasil. (eu ri na cara de dois que falariam isso…) kkkkk

    então, o pessoal tem de parar de comprar da taurus.. faz um esforço a mais.. espera um pouco e compra de outra marca.. busca que encontra… vejo loja vendendo glock, sig sauer, cz.. taurus jamais!

    e um adendo sobre outra coisa: cuidado com esses coldres internos de neoprene.. além de ser pessimos pro saque na hora que o bicho pega.. ainda se corre o risco da pistola taurus disparar sozinha e voce levar um tiro na virilha, na perna e se ferrar bonito…

    pessoal se preocupa mais em esconder a arma do que sacar.. ai é complicado…

    minha dica: usa coldre de polímero na cintura, pra fora.. compra uma camisa maior que esconde o volume da arma….

    fiquem seguros!!!

  3. Já estou até imaginando onde essas armas da bovina vão parar! Cuidem-se quem puder…

  4. DAQUI A ALGUNS MESES, VEREMOS O GOVERNO PAULISTA ANUNCIAR A COMPRA DE ARMAS TAURUS DE ÚLTIMA GERAÇÃO MODELO MILENIUN FABRICADA PELA TAURUS, PARA SEREM DESTRIBUIDAS PARA POLÍCIA MILITAR E CIVIL DE SÃO PAULO.
    VIVA AS LICITAÇÕES DO ESTADO DE SÃO PAULO $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$

  5. AAAA ESTAVA ESQUECENDO, TEREMOS TAURUS E CALIBRE 12, PARA COMBATER MARGINAIS COM FUZIS 556 e 308. Eeeeeee ta na hora de pegar um serviço de fazer expediente e ver o tempo passar,rsrsrs

  6. claro que o calibre .380 não é exatamente o mais adequado, porém….. dá pra usar tranquilamente… a minha .40 tá cofre em casa.. eu só uso minha a cz duty 380… foi cara? sim muito! fiquei endividado? fiquei!! mas prefiro quase passar fome do que morar no cemitério..

    quem ousar dizer que o .380 não presta eu desafio levar uns 3 tiros no peito da minha arma 380 pra ver se fica vivo!!!

  7. The end, claro que em cada delegacia deveria ter uns fuzis e policiais treinados pra usar essas armas… pra usar tanto em ações como pra segurança da delegacia…

    mas já que isso tá muito longe da realidade…

    pro segundo caso: é rezar, torcer.. pra nenhum marginal tentar invadir a delegacia de fuzil…

    pro primeiro caso: apesar da gente não adivinhar o que vai encontrar na rua… é um motivo pra dizer que não vai fazer tal coisa porque falta armamento adequado…

  8. 3/07/2015
    O SISTEMA POLICIAL BRASILEIRO E O FIM DA LÂMPADA INCANDESCENTE

    Marcello Martinez Hipólito

    Ten Cel PM da Polícia Militar de Santa Catarina

    Mestrando em Gestão de Políticas Públicas pela Universidade do Vale do Itajaí

    Co-autor, juntamente com o Major Jorge Eduardo Tasca, do livro “Superando o Mito do Espantalho: uma polícia orientada para a resolução dos problemas de segurança pública”

    A Portaria Interministerial 1007 do ano de 2010 dos Ministérios de Minas e Energia, da Ciência, Tecnologia e Inovação e do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior, estipulou um cronograma de proibição gradual de fabricação e comercialização das lâmpadas incandescentes, culminando com a total proibição desde o último dia 30 de junho.

    A proibição do fabrico e da comercialização das lâmpadas incandescentes se deu em razão da existência de formas mais eficientes de produção da luz, como as das lâmpadas fluorescentes e de LED.

    A extinção das lâmpadas incandescentes ocorreu, portanto, por sua ineficiência exaltada pelo surgimento de novas tecnologias. Não fazia sentido, para o governo, em face da necessidade de economia de energia, insistir numa tecnologia ultrapassada, numa tecnologia que não permitia mais avanços em termos de eficiência energética. O mesmo deveria ocorrer com o sistema policial brasileiro.

    Dada a ineficiência do sistema policial brasileiro, particularmente no aspecto relacionado à polícia judiciária, sua tecnologia baseada no vetusto e burocrático inquérito policial deveria há muito ter tido sua proibição decretada, tal como se deu com a lâmpada incandescente.

    Com média vergonhosa de apuração dos ilícitos penais em torno dos 5%, chegando a mísero 1% quando se trate de crimes contra o patrimônio, sua existência desafia o postulado da eficiência exigido da administração pública pela Constituição Federal e mesmo pela população.

    A Polícia Federal consegue camuflar sua ineficiência na polícia judiciária promovendo operações-espatáculos em ações seletivas. Tais espetáculos também camuflam sua ineficiência na polícia de fronteiras e na prevenção e repressão ao tráfico ilícito de entorpecentes, atribuições a ela constitucionalmente estabelecidas e que aos poucos tem sido relegadas as Polícias Militares e Forças Armadas, salvo no tocante a atividade de polícia judiciária.

    Já as Polícias Civis viraram cartórios, onde a população passou a considerar como seu principal serviço oferecido “fazer BO” e não mais apurar crimes. É comum ouvir um cidadão ameaçar outro dizendo: “vou fazer um BO contra você.”

    Qualquer gestor policial estrangeiro ou pesquisador sério ficaria pasmo com um modelo tão ineficiente pelo que já demonstramos, mas há um aspecto ainda pior, preparem-se.

    Em todos os estados as polícias civis reclamam da falta de efetivo. Suponhamos então que fossem atendidos em seus reclamos e se dobrasse o efetivo, então teríamos aumentado sua eficiência na apuração de infrações penais de 5% par 10%, na média, e nos crimes contra o patrimônio de 1% para 2%. Que loucura!

    Pois bem senhores policiais civis seus pedidos de aumento de efetivo já foram atendidos, segundo análise comparativa do cenário policial mundial.

    Enquanto é de 12% a 13% a média mundial de pessoal de um departamento de polícia na atividade de polícia judiciária, no Brasil essa média gira em torno dos 30%

    É assim em grande parte das milhares de agências policiais dos Estados Unidos ou mesmo nos países sul-americanos ou europeus.

    A conclusão que se pode tirar é que tentar melhorar o atual sistema policial seria o mesmo que querer continuar investindo na melhoria da lâmpada incandescente.

    O atual modelo deve ser descartado como o foi a lâmpada incandescentes, substituídas pelas lâmpadas fluorescentes e pelas lâmpadas de LED. Deve se adotar um novo sistema em que o ciclo completo seja estendido para as demais polícias.

    Santa Catarina, Rio Grande do Sul e o Estado do Paraná já deram importante passo nesse sentido, adotando a lavratura do Termo Circunstanciado de Ocorrência para as infrações penais de menor potencial ofensivo, já não usam mais a lâmpada incandescente para determinados crimes, usam a lâmpada fluorescente. Santa Catarina inova mais ainda, ao lavrar o Termo Circunstanciado de Ocorrência totalmente em meio eletrônico no local dos fatos, já abandonando a lâmpada fluorescente e partindo para a eficiente lâmpada de LED.

    Em audiência pública no último dia 25 de junho na Câmara dos Deputados em que se discutia o Ciclo Completo de Polícia, o representante dos Delegados da Polícia Federal declarou que não era possível fazer polícia judiciária e policiamento.

    Isso não é problema para a França. Na Gendarmeria Nacional Francesa, onde estivemos recentemente, eles também realizam a polícia judiciária durante o policiamento uniformizado nas ruas das cidades, e não em cartórios como no Brasil, por isso utilizando em torno de 12% de seu efetivo total exclusivo na atividade de polícia judiciária conseguem índices de elucidação de crimes muito superiores aos nossos.

    Enfim, esperamos que os nossos governantes promovam a modernização do sistema policial brasileiro, marcado por suas meias polícias, seguindo o exemplo que nos foi dado pela proibição da produção e comercialização das lâmpadas incandescentes, adotando novas formas de atuação marcadamente na adoção de um novo sistema policial em que o Ciclo Completo de Polícia seja exercido por todas as instituições policiais. O sistema policial brasileiro e o fim da lâmpada incandescente

    A Portaria Interministerial 1007 do ano de 2010 dos Ministérios de Minas e Energia, da Ciência, Tecnologia e Inovação e do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior, estipulou um cronograma de proibição gradual de fabricação e comercialização das lâmpadas incandescentes, culminando com a total proibição desde o último dia 30 de junho.

    A proibição do fabrico e da comercialização das lâmpadas incandescentes se deu em razão da existência de formas mais eficientes de produção da luz, como as das lâmpadas fluorescentes e de LED.

    A extinção das lâmpadas incandescentes ocorreu, portanto, por sua ineficiência exaltada pelo surgimento de novas tecnologias. Não fazia sentido, para o governo, em face da necessidade de economia de energia, insistir numa tecnologia ultrapassada, numa tecnologia que não permitia mais avanços em termos de eficiência energética. O mesmo deveria ocorrer com o sistema policial brasileiro.

    Dada a ineficiência do sistema policial brasileiro, particularmente no aspecto relacionado à polícia judiciária, sua tecnologia baseada no vetusto e burocrático inquérito policial deveria há muito ter tido sua proibição decretada, tal como se deu com a lâmpada incandescente.

    Com média vergonhosa de apuração dos ilícitos penais em torno dos 5%, chegando a mísero 1% quando se trate de crimes contra o patrimônio, sua existência desafia o postulado da eficiência exigido da administração pública pela Constituição Federal e mesmo pela população.

    A Polícia Federal consegue camuflar sua ineficiência na polícia judiciária promovendo operações-espatáculos em ações seletivas. Tais espetáculos também camuflam sua ineficiência na polícia de fronteiras e na prevenção e repressão ao tráfico ilícito de entorpecentes, atribuições a ela constitucionalmente estabelecidas e que aos poucos tem sido relegadas as Polícias Militares e Forças Armadas, salvo no tocante a atividade de polícia judiciária.

    Já as Polícias Civis viraram cartórios, onde a população passou a considerar como seu principal serviço oferecido “fazer BO” e não mais apurar crimes. É comum ouvir um cidadão ameaçar outro dizendo: “vou fazer um BO contra você.”

    Qualquer gestor policial estrangeiro ou pesquisador sério ficaria pasmo com um modelo tão ineficiente pelo que já demonstramos, mas há um aspecto ainda pior, preparem-se.

    Em todos os estados as polícias civis reclamam da falta de efetivo. Suponhamos então que fossem atendidos em seus reclamos e se dobrasse o efetivo, então teríamos aumentado sua eficiência na apuração de infrações penais de 5% par 10%, na média, e nos crimes contra o patrimônio de 1% para 2%. Que loucura!

    Pois bem senhores policiais civis seus pedidos de aumento de efetivo já foram atendidos, segundo análise comparativa do cenário policial mundial.

    Enquanto é de 12% a 13% a média mundial de pessoal de um departamento de polícia na atividade de polícia judiciária, no Brasil essa média gira em torno dos 30%

    É assim em grande parte das milhares de agências policiais dos Estados Unidos ou mesmo nos países sul-americanos ou europeus.

    A conclusão que se pode tirar é que tentar melhorar o atual sistema policial seria o mesmo que querer continuar investindo na melhoria da lâmpada incandescente.

    O atual modelo deve ser descartado como o foi a lâmpada incandescentes, substituídas pelas lâmpadas fluorescentes e pelas lâmpadas de LED. Deve se adotar um novo sistema em que o ciclo completo seja estendido para as demais polícias.

    Santa Catarina, Rio Grande do Sul e o Estado do Paraná já deram importante passo nesse sentido, adotando a lavratura do Termo Circunstanciado de Ocorrência para as infrações penais de menor potencial ofensivo, já não usam mais a lâmpada incandescente para determinados crimes, usam a lâmpada fluorescente. Santa Catarina inova mais ainda, ao lavrar o Termo Circunstanciado de Ocorrência totalmente em meio eletrônico no local dos fatos, já abandonando a lâmpada fluorescente e partindo para a eficiente lâmpada de LED.

    Em audiência pública no último dia 25 de junho na Câmara dos Deputados em que se discutia o Ciclo Completo de Polícia, o representante dos Delegados da Polícia Federal declarou que não era possível fazer polícia judiciária e policiamento.

    Isso não é problema para a França. Na Gendarmeria Nacional Francesa, onde estivemos recentemente, eles também realizam a polícia judiciária durante o policiamento uniformizado nas ruas das cidades, e não em cartórios como no Brasil, por isso utilizando em torno de 12% de seu efetivo total exclusivo na atividade de polícia judiciária conseguem índices de elucidação de crimes muito superiores aos nossos.

    Enfim, esperamos que os nossos governantes promovam a modernização do sistema policial brasileiro, marcado por suas meias polícias, seguindo o exemplo que nos foi dado pela proibição da produção e comercialização das lâmpadas incandescentes, adotando novas formas de atuação marcadamente na adoção de um novo sistema policial em que o Ciclo Completo de Polícia seja exercido por todas as instituições policiais.

  9. OBRIGADO PELO INTERESSE E OPINIÃO.
    só pra informas aos que me xingaram. não foi comigo esse fato.

  10. Taurus,IMBEL,são iguais ao tempo em que a VARIG,VASP<TRANSBRASIL dominavam os céus do Brasil!!Quam sabe dessa historia vai concordar!!Armas somente vendidas pelas duas empresas com mercado exclusivo assim como era a aviação comercial no Brasil anos atras!!

  11. Para quem não acreditou no fim da Licença Prêmio Governador Alckimin no segredo encaminha o projeto de sua extinção. Governador encaminha projeto para extinguir a licença prêmio de servidores Civis e Policiais Militares. Associação Paulista dos Técnicos Judiciários – APATEJ – http://www.apatej.org.br/?pg=noticias_interna&id=3322 Nesta quinta-feira, 30/7, a Apatej teve conhecimento do Projeto de Lei do governador Geraldo Alckmin que retira o direito dos servidores do estado de São Paulo à licença-prêmio.“Mais uma vez, o governador tucano traz prejuízos ao servidor. Este projeto é um ataque direto a um importante direito trabalhista conquistado, após muitas lutas da categoria”, ressalta o presidente da Apatej, Marinho.A partir desta notícia, a Apatej junto com outros segmentos do Funcionalismo Público vai promover reuniões e atos diversos em protesto contra o projeto.Conheça o projeto na íntegra abaixo:Comissão de Entidades se reúne na Alesp para discutir PL e decretos do Governo que prejudicam interesses dos servidoresNo dia 17/8, a Apatej e demais entidades representativas do Judiciário paulista se reunirão na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), a partir das 14 horas, para discutirem Projeto de Lei do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que suspende minutas da licença-prêmio, e outros decretos que deverão ser enviados à Casa de Lei que interferem em bonificações e premiações diversas, estabelecidas por lei, dos servidores públicos do Estado de São Paulo.

  12. Quando o Estado Mata

    Por Atila Roque:

    Nas últimas décadas, o Brasil saiu do mapa da fome, reduziu a miséria e expandiu programas sociais. A ausência mais notória dessa agenda de avanços é a segurança pública, que não foi assumida como prioridade por nenhum governo eleito desde a redemocratização do país. Convivemos com uma polícia fortemente militarizada e focada no combate a um inimigo interno que reproduz o modelo herdado da ditadura.

    Não fomos capazes, como sociedade e Estado, de trazer a discussão das reformas necessárias no sistema de segurança pública e justiça para o centro do processo de transição democrática. O preço que pagamos se revela de maneira crua e dolorosa nos altos índices de homicídios. Entre 1980 e 2012, cerca de 1,2 milhões de pessoas foram assassinadas no Brasil.

    O país é hoje recordista em números absolutos de homicídios, com 56 mil assassinatos por ano em 2012; destes, 30 mil vitimaram jovens entre 15 e 29 anos, dos quais 77% eram negros. É como se um avião lotado de jovens caísse a cada dois dias. São números que desconstroem o mito do brasileiro cordial e expõem a cultura profundamente racista e violenta que estrutura as relações sociais no Brasil.

    Estima-se que apenas entre 5% e 8% dos homicídios são investigados e levados à justiça. A impunidade é a regra. Neste contexto, a cultura do medo e os discursos de ódio ganham força na mídia e no Congresso Nacional. Os debates sobre a redução da maioridade penal e as notícias sobre linchamentos são sinais da carência popular por respostas concretas frente à crescente sensação de insegurança. Terreno fértil para demagogos que simplificam o debate, distorcendo os dados, clamando por punições mais severas e fortalecendo estereótipos e preconceitos, ao mesmo tempo em que banalizam as mortes cotidianas de jovens nas favelas e periferias.

    Em meio à tantos gritos de “bandido bom é bandido morto”, quase nada se fala sobre o papel central do Estado neste ciclo de violência. Pouco se questiona o apego a um modelo de ‘guerra às drogas’ que promove combates armados em favelas e periferias, legitimando o uso excessivo, arbitrário e desproporcional da força e provocando milhares de mortes, inclusive de policiais. Prevalece um silêncio ensurdecedor em torno dos inaceitáveis índices de homicídios decorrentes de intervenção policial em todo o país.

    Para romper esse silêncio e contribuir com um debate positivo sobre a segurança pública no Brasil, a Anistia Internacional está lançando hoje o relatório “Você Matou meu Filho: Homicídios cometidos pela Polícia Militar na Cidade do Rio de Janeiro” com transmissão ao vivo pela internet . O documento é resultado de nove meses de investigações que envolveram dados oficiais, laudos, registros de ocorrência e entrevistas com mais de 50 pessoas. A organização estima que, nos últimos cinco anos, os homicídios decorrentes de intervenção policial responderam, em média, por 16% dos homicídios registrados na cidade do Rio de Janeiro.

    Além de contextualizar o uso de força letal e outras violações de direitos na cidade sede das Olimpíadas 2016, o relatório demonstra como a figura do “auto de resistência” (homicídio decorrente de intervenção policial), registro administrativo que classifica como legítima defesa as mortes causadas pela polícia, tem sido usada para encobrir execuções extrajudiciais.

    Com base em dados do Instituto de Segurança Pública do RJ, a Anistia Internacional aprofundou a pesquisa em 9 dos 10 casos de homicídios decorrentes de intervenção policial classificados como “autos de resistência” ocorridos na favela de Acari em 2014. Todos apresentaram fortes indícios de execução extrajudicial, contrariando os registros de ocorrência que descrevem situações de confronto. As evidências indicam que as vítimas já estavam feridas ou rendidas quando foram executadas, ou foram surpreendidas e morreram em emboscadas armadas pela polícia em serviço. No mesmo período, nenhum policial foi morto em serviço em Acari.

    O relatório aborda ainda a falta de investigação que marca os homicídios envolvendo policiais e a omissão do Ministério Público em cumprir suas atribuições constitucionais de controle externo das polícias. A análise dos casos de 2011 mostra que, dos 220 processos administrativos gerados a partir de registros de homicídios decorrentes de intervenção policial, em mais de 80% a investigação permanece em aberto e apenas um foi denunciado à justiça pelo Ministério Público após quatro anos.

    Embora o foco da pesquisa tenha se restringido a cidade do Rio de Janeiro, os dados disponíveis indicam que o modus operandi da polícia segue a mesma dinâmica em escala nacional. Uma polícia que mata é sinal de barbárie, incompatível com os princípios essenciais do Estado Democrático de Direito. Não há como avançar na segurança pública brasileira sem encarar de frente a violência policial e suas múltiplas consequências sociais.

    Erradicar a prática de execuções extrajudiciais pela polícia é passo obrigatório na jornada para reduzir os homicídios e garantir o direito à vida, indispensável para a plena realização da dignidade humana no Brasil.

  13. Para quem não acreditou no fim da Licença Prêmio Governador Alkimin no segredo encaminha o projeto de sua extinção

    Governador encaminha projeto para extinguir a licença prêmio de servidores Civis e Militares.

    Associação Paulista dos Técnicos Judiciários – APATEJ – http://www.apatej.org.br/?pg=noticias_interna&id=3322
    Nesta quinta-feira, 30/7, a Apatej teve conhecimento do Projeto de Lei do governador Geraldo Alckmin que retira o direito dos servidores do estado de São Paulo à licença-prêmio.
    “Mais uma vez, o governador tucano traz prejuízos ao servidor. Este projeto é um ataque direto a um importante direito trabalhista conquistado, após muitas lutas da categoria”, ressalta o presidente da Apatej, Marinho.
    A partir desta notícia, a Apatej junto com outros segmentos do Funcionalismo Público vai promover reuniões e atos diversos em protesto contra o projeto.
    Conheça o projeto na íntegra abaixo:

    Comissão de Entidades se reúne na Alesp para discutir PL e decretos do Governo que prejudicam interesses dos servidores

    No dia 17/8, a Apatej e demais entidades representativas do Judiciário paulista se reunirão na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), a partir das 14 horas, para discutirem Projeto de Lei do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que suspende minutas da licença-prêmio, e outros decretos que deverão ser enviados à Casa de Lei que interferem em bonificações e premiações diversas, estabelecidas por lei, dos servidores públicos do Estado de São Paulo.

  14. Boa noite!

    Senhoras e Senhores.

    Nosso País é campeão de quase tudo.

    Fome; miséria; corrupção; bandidagem; juros; inflação; impostos; Salários baixos e defasados; discriminação; injustiça social; CBF; 50 km por hora; multa como verba orçamentária; e, atchim.

    Acho que peguei gripe com este banho de malandragem. Somos peso morto ingerindo volume morto.

    Mas na hora “H” ainda leva um troféu.

    O de bobo da corte.

    Caronte.

  15. conheço PC que esta a mais de 28 anos trabalhando e nunca deu um tiro.

    então sendo assim …. praque essa frescura de armamento de ultima geração….
    um oitão 6 polegada ta bom demais pro pessoal…

    a não ser que os puliças sejam da GOE…..

    pra apovarar os nóias da av aguas espraiadas. kikikikiiikikiki…

  16. É o descaso sim dos Governantes:
    São secretários de Segurança que não conhece o trabalho da Polícia no Brasil:

    Arma é uma ferramenta de trabalho para os policiais, se o Governo compra ferramentas ruins o trabalho se torna perigoso.

    O que aconteceria se Governador sofresse uma Atentado, de alguns Criminosos, e no momento em que seus seguranças (Policiais Militares) fossem reagir à esse Atentado e suas armas não funcionassem?

    Ai sim talvez ele iria pensar em comprar ferramentas de qualidades para sua equipe (Policiais).

  17. A minha Glock 25 tá se cagando de rir aqui comigo…..kkkkkkkkk…..Taurus…kkkkkkk….a minha carga tá enfiada no meu cu….nem a privada e esgoto querem essa bosta.

  18. Consciente disse:
    02/08/2015 ÀS 20:58
    obviamente que o grande cliente da taurus são os estados…

    mas vejo muitos policiais, agentes penitenciarios, guardas, comprando pistolas e revolveres dessa empresa ridícula e pior vejo alguns ainda elogiando.. dizendo que a gente tem que ser patriota e valorizar as empresas do brasil. (eu ri na cara de dois que falariam isso…) kkkkk

    então, o pessoal tem de parar de comprar da taurus.. faz um esforço a mais.. espera um pouco e compra de outra marca.. busca que encontra… vejo loja vendendo glock, sig sauer, cz.. taurus jamais!

    e um adendo sobre outra coisa: cuidado com esses coldres internos de neoprene.. além de ser pessimos pro saque na hora que o bicho pega.. ainda se corre o risco da pistola taurus disparar sozinha e voce levar um tiro na virilha, na perna e se ferrar bonito…

    pessoal se preocupa mais em esconder a arma do que sacar.. ai é complicado…

    minha dica: usa coldre de polímero na cintura, pra fora.. compra uma camisa maior que esconde o volume da arma….

    fiquem seguros!!!

    COLEGA EU CONCORDO COM VC, MAS QUE OPÇÃO NOS POLICIAIS BRASILEIROS TEMOS, SE SOMOS PROIBIDOS DE COMPRAR ARMAS ESTRANGEIRAS, NÃO VISLUMBRO OUTRA OPÇÃO COLEGA.

  19. agora que vi.. escrevi “falariam”.. tá errado. é falaram mesmo… um pm e um agente da sap me falaram que a gente tem que valorizar as empresas brasileiras e elogiaram a taurus… eu ri na cara deles kkkk!

    jacaré, pode-se adquirir pistolas estrangeiras, sim.. tem que procurar.. glock, sig sauer etc…

    eu tenho uma da república tcheca: CZ 75 duty p-07 calibre 380.. só uso munição expo +p ….

    foi bem cara, mas vale a pena… nunca falhou..

  20. Consciente disse:
    04/08/2015 ÀS 5:08
    agora que vi.. escrevi “falariam”.. tá errado. é falaram mesmo… um pm e um agente da sap me falaram que a gente tem que valorizar as empresas brasileiras e elogiaram a taurus… eu ri na cara deles kkkk!

    jacaré, pode-se adquirir pistolas estrangeiras, sim.. tem que procurar.. glock, sig sauer etc…

    eu tenho uma da república tcheca: CZ 75 duty p-07 calibre 380.. só uso munição expo +p ….

    foi bem cara, mas vale a pena… nunca falhou..

    MEU CARO, ME INFORMA ENTÃO OS CAMINHOS DAS PEDRAS, MAS NÃO QUERO 380, POIS NÃO GOSTO DESSE CALIBRE, ACHO ELE MUITÍSSIMO FRACO, SINCERAMENTE EU QUERIA COMPRAR UMA .40 OU .45 GLOCK OU UMA OUTRA DE FABRICAÇÃO ISRAELENSE, SE VC CONHECE O CAMINHO ENTÃO INFORMA AOS DEMAIS PARTICIPANTE DESSE ESPAÇO.

  21. The end disse:
    02/08/2015 ÀS 22:08
    AAAA ESTAVA ESQUECENDO, TEREMOS TAURUS E CALIBRE 12, PARA COMBATER MARGINAIS COM FUZIS 556 e 308. Eeeeeee ta na hora de pegar um serviço de fazer expediente e ver o tempo passar,rsrsrs

    O IRMÃO, BOA NOITE. DESCULPE, MAS 556 E 308 É O MESMO CALIBRE. A DESIGNAÇÃO É POR CAUSA DA OTAN.

  22. O PARCEIRO, DESCULPE, FALEI MERDA. CONFUNDI OS CALIBRES. ME DESCULPE, VOCE ESTA CERTO, BOA NOITE.

  23. jacaré

    esse negócio de calibre fraco é balela… 380, 9mm, 40, 45, 38… fazem a mesma coisa.. colocam o inimigo no chão!!!

    eu desafio voce levar uns dois tiros no peito da minha pistola 380 e continuar de pé

    e eu prefiro ter uma pistola em funcionamento em 380 do que ter uma 40 que não funciona….

    estrangeira so de calibre permitido… e é vendida nas mesmas lojas que vendem porcarias da taurus…

    talvez quando (se isso acontecer um dia) o brasil tiver fábricas da glock e cz (essa ultima tá no processo mais adiantado pelo que sei.. lá em SC) e elas fabricarem armas de calibre restrito.. ai poderemos comprar… ou claro mudarem as leis…

  24. fuzil na civil de sp é igual caviar… nunca vi nem comi eu só ouço falar… triste

  25. Consciente:

    Então o senhor não esta tão “consciente” assim; a pouco mais de 1 mês, vi de perto uma apreensão do Decap onde de 3 civis, dois tiras estavam portando parafal (o único que estava sem fuzil era o motorista).

  26. consciente, vc falar que a glock se não for a melhor, esta entre as três melhores do mundo, mas querer me colocar guela abaixo que a 380 é igual as demais restritas, ai vc falou e foi muita merda mesmo tá, conheço muito bem do assunto, nada a ver 380 com 9mm, e a .40, .45 e 357 então colega faça me o favor tá, me poupe.

  27. calibre 380 e um estilingue não faz muita diferença não, quanto a ficar na frente colega, fica na minha frente, tenho uma 640 pro calibre .40 da taurus, quero ver vc apos dar alguma noticia kkkkk

  28. Conversa que não leva a nada, uma 22SW, colocada no lugar certo, mata da mesma forma!

  29. A reposição inflacionária será de 8,9% apenas para os Policiais Militares, os Policiais Civis não farão jus a reposição da inflação, pelo fato de já estar recebendo o N.U, esse N.U virou nossa cruz e nosso suplício.

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