Polícia mata – desde sempre matou – por qualquer motivo, especialmente pelo tesão de matar…Policial matador tem grande moral! 31

Polícia mata porque não acredita no sistema, diz coronel reformado da PM

Fabiana Maranhão
Do UOL, em São Paulo
26/08/201506h00 > Atualizada 26/08/201509h01
  • Junior Lago – 2.abr.2014/UOL

    O tenente-coronel reformado da Polícia Militar de São Paulo Adilson Paes de Souza critica a violência policialO tenente-coronel reformado da Polícia Militar de São Paulo Adilson Paes de Souza critica a violência policial

Policial militar durante 30 anos, o tenente-coronel da reserva Adilson Paes de Souza, 51, afirma que a polícia mata “porque não acredita no sistema”. No último dia 13, 18 pessoas foram mortas em um intervalo de três horas em Osasco e Barueri, na GrandeSão Paulo. PMs são apontados como principais suspeitos pelos investigadores.

“Isso acontece porque eles [os policiais] não acreditam no sistema. Se um suspeito de matar um PM ou um agente de segurança for preso, vai ser tido como herói; quem mata [um policial] chega ao estabelecimento prisional como herói”, diz Souza. As mortes em Osasco e Barueri ocorreram dias depois que um PM e um guarda municipal foram assassinados na região.

Mestre pela USP (Universidade de São Paulo), Souza publicou em 2013 um livro sobre a violência policial. A publicação traz depoimentos de ex-PMs que foram presos por homicídio, cumpriram pena e foram expulsos da corporação. No livro “O Guardião da Cidade”, o tenente-coronel transcreve a fala de um desses policiais: “Nós passamos a ser o sistema porque não acreditamos nele”.

Souza diz enxergar semelhanças entre os ataques do dia 13 e outras chacinas praticadas por policiais. “Existe um padrão que guarda muita semelhança com ações que aconteceram em outras retaliações em um passado distante e em um passado não tão distante. Morre um PM ou agente de segurança e depois ocorrem mortes em grande número”, analisa.

Na opinião do militar, a impunidade estimula que casos assim se repitam. “A impunidade é um combustível. O sistema é falho, com uma taxa de esclarecimento de delitos ínfima. Um sistema que premia a impunidade estimula criminosos, que têm certeza que não serão pegos. O que combate o delito é reduzir a impunidade”, declara.

Para mudar esse cenário, Souza sugere o aumento do efetivo policial nas ruas, que seja dado mais poder às ouvidorias e defende uma maior participação do MP (Ministério Público) nas investigações.

“É preciso que haja maior atuação do MP, que deveria assumir para si a investigação. Investigação de violência policial tem de ser do MP e não das polícias; do MP com as polícias colaborando, em nome da transparência”, analisa. O tenente-coronel diz acreditar que essa medida contribuiria para o aumento da confiança na polícia.

  1. Esse oficial afirma no seu livro que os pms que mataram , relataram que não se conformavam com os presos sendo soltos pela polícia civil !!!

    Ou seja, a culpa dos pms matarem
    Na rua é da polícia civil que solta todos os presos que são apresentados pela PM, provavelmente mediante propina.

    A conclusão a que chegamos é que os pms matadores são o bem que, não encontrando mais saída, teaje contra um sistema impuro, representado pela polícia civil.

    Mais uma vez a culpa é jogada para o quintal do vizinho

  2. Quem escreve merda contra policial deveria ter cu e culhao pra ficar em 2 nos plantões noturnos do Decap.

    Aí tem que ter cu.

    Vcs tem?

  3. Eu to de saco cheio dectanra idiotice que se escreve, é especialista daqui, e repórter dali, senhores existe uma fórmula secreta para salvar a segurança: 1-policiais civis/militares, bem pagos, digo, muito bem pagos; 2- leis que sirvam para punir os vagabundos. Não precisa de pec, nível universitário, nada disso, aí não teremos chacinas, corpo mole e outras mazelas.

  4. morreu um PM na semana passada na baixada.
    morreu um bombeiro no ultimo final de semana.
    hoje morreu um policial civil em pirituba.
    hoje uma PM foi ferida com bala de fuzil .

    todos foram assassinados pelo crime organizado,

    é isso que acham certo ???????????????????????????????????????????

  5. Opa descobriu a América. O processo seletivo é tão bom que criam monstros. O problema é a PM, porque de partimos do princípio de que matadores de Polícia não ficam presos então o que dizer desse SD/PM que foi preso que já passou algum tempo no Romão Gomes e estava na rua. Diz aí mestreeeeeee.

  6. Tenente-coronel uma pergunta:
    Quem deve cuidar da impunidade dos policiais e agentes de segurança mortos por criminosos?
    Aguardo resposta.
    Obrigada

  7. O trouxa ai!!Quem manda soltar é a Lei,o Judiciario!!Agora quando a PM faz cáca o Delegado não tem como limpar ou se limpar arrasta os Pms cabeça de vento pro pote!!Agora vc iria segurar um abuso de autoridade?Acho que não!!Quando a cana é legitima o Delegado aplica a Lei até onde pode ,do contrario….!!

  8. COM RELAÇÃO AO TOQUE DE RECOLHER DE SEXTA.
    PRA PODÊ MATAR OS CAPITÃES DO MATO…PC, PM, GM…
    SERÁ QUE NÃO DAVA PRA ELES COLOCAREM UMAS BOMBAS NOS FÓRUNS TB?
    AÍ PEGAVA OS SENHORES DE ENGENHO TB…
    AFINAL…SE DEPENDECE DE NÓIS…PELO QUE PAGAM….DEIXA ROUBAR…MATAR…
    BOM…FICA AÍ A IDÉIA…PRO PCC…PT…PSDB….DEM….PDT…

  9. Então toda vez que morre um policial, na seqüência ocorre uma chacina em SP? É claro que isso acontece e o contrario também, pois afinal não para de morrer policial e não para de ter chacina em SP, afinal é um crime atrás do outro. Ligar uma coisa a outra de forma fundamentada em investigação séria, isso seria o correto. Agora acreditar em reportagens e especialistas de última hora, isso é piada. O que vejo é que mais policiais morrerão, mais chacinas ocorrerão e ninguém impedirá isso, pois já é cotidiano. O governo só se movimenta quando há pressão de mídia e a mídia vive da desgraça alheia. A grande maioria dos que morrem nessas situações são das classes da base da sociedade então nunca haverá empenho para impedir esses crimes. Depois que eles ocorrem não adianta correr atrás.

  10. PERDERAM A OPORTUNIDADE DE IMPLANTAR UMA LEI QUE REGULAMENTE O FECHAMENTO DE BARES ( OS CHAMADOS BUTECOS NA QUEBRADA ) ÁS 22:00 HORAS. O PAI DE FAMÍLIA QUE TOMA SEU TINGUÁ SERÁ BENEFICIADO, POIS O HORÁRIO É MAIS QUE SUFICIENTE PARA TOMAR UMA DEPOIS QUE DESCE DO BUSÃO, AGORA DEPOIS DESSE HORÁRIO VIRA TUDO BIQUERA.

  11. Genial. Podiam colocar estes “oficiais” e os promotores juntinhos no plantão pra investigar a madrugada toda. Aquele nóia que morreu saindo da biqueira devendo 10, o mendigo que morreu atropelado e ninguém viu nada.
    Racinha que gosta de aparecer. A corregedoria deles conseguiu explicar como aquele coronel morto na zona norte conseguiu uma milha da motorola e guardou no banco, mais a outra milha em casa? Pediram ajuda do mp pra explicar o inexplicável?
    O mp poderia ajudar a explicar a morte daquele tenente morto na leste. Aquele sequestrador, extorsionário, morto pela própria quadrilha de pms que ele chapelou.
    Boa ajudinha também seria o mp investigar aqueles oficiais presos envolvidos com bingos e biqueiras
    Se o mp tivesse também ajudado a aplicar e fiscalizar a aplicação da lei, aquele coronel que colocou a refem no cativeiro em santo andré, pra levar bala, também estaria preso…em qualquer país sério do mundo, estaria…aqui vira deputado, vereador, especialista em tropas de elite, comentarista…
    Ah se o mp investigasse com rigor aqueles oficiais envolvidos com roubos de caixas eletrônicos.
    Assim o sistema teria alguma credibilidade, pelo menos pra esta gente que escapou da ditadura.
    Acabar com a pm é a maior solução, senão a única. Até pro nosso país ter alguma credibilidade internacional.

  12. Mamou 30 anos, criou os filhos e nunca fez algo para melhorar a vida do policial e da instituição policial, com certeza vai ter que dor o tal livro para alguém ler, merda de livro.

  13. Sinceramente, após mais de 20 anos como policial, ainda não descobri o que fazem de capitão a coronel. Tenente ainda vejo poucos nas ruas, mas capitão, major, coronel, jamais. Se atribuição da PM é ostensivo, porque ficam aquartelados, devem ir para rua também, ficam fazendo o que no quartel, não tem inquéritos para tocar, processo, não fazem denúncia, porque ficam aquartelados? Quanto a investigação do MP, dita no post, que imbecilidade deste coronel, se nem a policial civil com toda a estrutura que tem, comparada ao do MP, possui mais pessoal, viaturas, capilaridade, previsão legal para investigar homicídios praticados por militares, consegue, imagina o MP. A Corregedoria da PM pega a investigação para si, o TJM diz que podem investigar e ficamos todos achando tudo normal, a Polícia Civil, o TJ e a sociedade.

  14. Bom dia!

    Senhoras e Senhores.

    Navegar em mares agitados é perigoso e mais ainda quando se rema pelo lado contrário.

    O que precisa mudar neste país são as leis;

    O que precisa acabar neste país é este fantasma da impunidade que se alastra em todos os setores;

    O que precisa acabar de vez neste país são certas opiniões que somente inviabiliza a verdadeira questão;

    O que precisa neste país é somente cada profissional aprender a cuidar com afinco do seu espaço;

    O que mais interessa ao povo brasileiro é saber que o imposto retido na fonte esta sendo utilizado para o bem da sociedade e não em prol da sacanagem; e,

    Como já dizia um ancião:

    Todos se julgam especialistas e até metem o bedelho, mas poucos de fato fazem ou pegam no pesado e plantam alguma coisa de útil.

    Caronte.

  15. Esse filho de uma pouco honesta é pago pela coxolandia pra falar essas merdas, só não é melhor do que viajar pra Disney de Motorola.

    PM = PROFESSORA do MARCOLA

  16. PM ignora força-tarefa e cria mal-estar em apuração sobre chacina
    ROGÉRIO PAGNAN
    LUCAS FERRAZ
    DE SÃO PAULO

    27/08/2015 02h00
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    As ações da Corregedoria da Polícia Militar contra 19 suspeitos de participar das mortes em série na Grande SP ocorreram à revelia dos integrantes da força-tarefa criada pelo governo Geraldo Alckmin (PSDB) justamente para investigar os assassinatos.

    Entre sexta (21) e sábado (22), a PM apresentou dois pedidos de busca e apreensão contra 18 policiais e um segurança particular suspeitos de envolvimento nos assassinatos em Osasco e Barueri, na noite do último dia 13.

    Os pedidos foram atendidos pela Tribunal de Justiça Militar e, assim, a Corregedoria apreendeu objetos que podem ajudar no esclarecimento dos crimes. Tudo isso, porém, sem o conhecimento dos integrantes da força-tarefa, todos eles de diferentes departamentos da Polícia Civil.

    Essa iniciativa isolada da PM irritou membros desse grupo. Na visão deles, alertou eventuais suspeitos e pode ter atrapalhado a apuração.

    À Folha policiais dessa força-tarefa disseram ter ficado sabendo das buscas realizadas pela PM apenas quando a imprensa já divulgava seus resultados -e que até agora desconhecem os objetos apreendidos na ação.

    Ainda segundo esses policiais, além de afoita, a Corregedoria da PM não poderia ter tomado a frente dessas apurações até por competência.

    Como se trata de crime contra a vida, só poderia ser investigado pela Polícia Civil, e seus pedidos, analisados pela Justiça comum.

    A Folha apurou ainda que delegados cobraram uma ação do governo para tentar frear a PM e salvar o que ainda resta de provas.

    Para o advogado criminalista Augusto de Arruda Botelho, os policiais civis têm razão de estar irritados porque se trata de um crime comum sendo investigado pelos policiais militares.

    “Partindo da premissa de que foram PMs [os responsáveis pela chacina], eles cometeram crimes comuns. E, ainda que estivessem a serviço, eles não agiram como PMs. Eu entendo e concordo com esse incômodo”, afirmou Botelho.

    No dia 14 deste mês, horas após a chacina, o próprio secretário da Segurança, Alexandre de Moraes, disse que a investigação seria conduzida pela Polícia Civil, e a PM só auxiliaria a força-tarefa.

    “A Polícia Militar não investiga. A polícia judiciária é a Polícia Civil […] Se, eventualmente, no curso das investigações, surgir algum indício de que há participação de policiais, a corregedoria será chamada também.”

    Mas afirmou: “A corregedoria vai auxiliar nas investigações se houver algum indício, porque a Polícia Civil é quem realiza investigação de polícia judiciária”.

    Duas semanas após a chacina, o governo ainda não apresentou um suspeito formal pelos crimes. Um soldado está preso administrativamente, mas sua defesa diz que ele tem como provar sua inocência. Outros 18 suspeitos seguem em liberdade.

    A principal linha de investigação é a vingança de PMs pela morte de um colega dias antes, durante um assalto.

    Procurada, a Secretaria da Segurança Pública disse que Corregedoria e força-tarefa “atuam em conjunto” para a eficiência das investigações.

    DISPUTAS NOS TRIBUNAIS

    As disputas internas provocadas pela primazia na investigação da chacina na Grande São Paulo chegaram até aos tribunais –e motivaram uma indefinição, nesta quarta-feira (26), sobre qual órgão do Judiciário deveria ser responsável pela análise do caso.

    No início da tarde, um pedido de prisão temporária formulado pela Polícia Militar, referente ao soldado da Rota Fabrício Emmanuel Eleutério (que estava preso administrativamente e que ficará preso temporariamente), chegou ao Tribunal da Justiça Militar de São Paulo.

    Antes de ser analisado, o promotor de Justiça que atua na corte requereu que o processo fosse enviado à Justiça de Osasco –segundo ele, porque a competência seria da 1ª Vara do Júri do município.

    O juiz Luiz Alberto Moro Cavalcante, que atuava no caso desde o seu início, concordou com a argumentação do Ministério Público e remeteu os autos a Osasco. Em poucos minutos, contudo, o cenário mudou.

    Cavalcante reverteu sua decisão de encaminhar o processo à 1ª Vara de Osasco, mantendo-o na Justiça Militar. O juiz, que não explicou as razões de sua reconsideração, deixou também a apreciação do caso, agora sob os cuidados do juiz substituto Dalton Abranches Safi.

    Procurado, Cavalcante não quis falar sobre o caso.

    À Folha, Dalton Abranches Safi disse que não soube como tudo “se procedeu”. Ele, contudo, defendeu a atuação da Justiça Militar na investigação da chacina.

    “O crime não deixa de ter uma natureza militar”, afirmou. “Esse é um processo natural, geralmente as primeiras medidas cautelares [como pedidos de busca e de prisão contra PMs] são da competência da Justiça Militar.

    Há um entendimento do tribunal nesse sentido, até o primeiro relatório do IPM [Inquérito Policial Militar] as diligências são da Justiça Militar.”

    Segundo o magistrado, a investigação inicial, a cargo dos militares, não traz prejuízos às outras, de autoridades civis, que inclusive podem ocorrer paralelamente.

    Na noite desta quarta (26), o juiz Safi determinou a prisão temporária do soldado da Rota Fabrício Emmanuel Eleutério. Segundo a decisão do magistrado, a prisão do PM é necessária para não atrapalhar as investigações.

    Até o momento ele é o único preso pela série de homicídios que deixou ao menos 18 mortos na Grande SP –uma pré-chacina, ocorrida dias antes e que matou seis pessoas, também é investigada.

    *

    CRONOLOGIA

    Sexta – 7.ago

    Cabo da PM Adenilson Pereira de Oliveira, 42, é morto em assalto em Osasco

    Sábado – 8.ago

    À 0h30, três rapazes sentados em uma calçada são mortos a tiros em Itapevi. Entre 1h39 e 6h54, cinco pessoas são assassinadas em Osasco

    Domingo – 9.ago

    Assassinato de outro homem, às 19h30, em Osasco

    Quarta – 12.ago

    Guarda civil Jefferson Luiz Rodrigues da Silva, 40, é morto em assalto em Barueri

    Quinta – 13.ago

    Chacina em Osasco e Barueri

    Sábado – 22.ago

    Prisão administrativa do soldado da PM Fabrício Emmanuel Eleutério, 30

  17. EU NUNCA VI UM PODER PUBLICO TÃO CAGÃO, INCOMPETENTE, LENIENTE, FRACO, TRAPACEIRO COMO A PASTA DA SEGURANCA PUBLICA BORBA-GATUNIANA

    Pra quem não conhece os meandros da política de segurança de um estado federado (como São Paulo ), a aparência de normalidade, lhaneza entre seus componentes e cidadão, presteza no serviço e competência, parece ser as estórias de Walt Disney, de tão harmoniosa.

    No entanto, a realidade mais trágica envolve o tecido de que é feita a pasta, os órgãos que a compõem, a massa de estroinas que a dão dinâmica, ao ponto de com toda a sinceridade eu duvidar de que um aglomerado de holigofrenicos, mentecaptos, portadores de distúrbios de comportamento e parafilias graves, tivesse menos sorte de comandar aquela esbornia desconcertante.

    Em termos de gentio, um dos integrantes da tal secretaria, a PM, é composta por 110.000, dos quais quase 20.000, essencialmente desocupados, vadios, resfolegam na lama de suas naturezas medíocres dentro de quartéis onde uma lei absolutamente anacrônica lhes dá o poder de fazer o que quiserem com os outros 90.000, que estão na rua à própria sorte e sob suas pulsões humanas que os clamam para a violência natural de suas formações brutais.

    O anacronismo dessa instituição decadente ultrapassa suas fronteiras garantidas pela bala e chegam ao judiciário castrense, verdadeiro capacho de suas inclinações sociopáticas, que a absolutamente tudo deferem em nome do medo de serem os próximos no paredão

    A Polícia Civil, por seu lado, estagnada pela doutrina autoritária de um administrativismo helylopeano morto mas não enterrado, lida com o aleijão da corrupção que não é maior do que em qualquer repartição pública desse país, só que amplificada pela vitrine de hipocrisia que espelha toda a sociedade. Esta não é decadente, está morta nos ideais, é um zumbi que como cérebros e leva o resto do corpo para alimentar a cúpula incompetente que fez da pasta uma fonte de receita para manutenir-se no poder.

    SEGURANCA PUBLICA PÓ -DE-FADA .

  18. De fato não há dúvida de que, em seguida à morte de policiais militares, chacinas são praticadas com fortes indícios da participação de policiais militares. Isto, como bem dizem todos, resulta do descrédito que se tem na apuração, julgamento, punição e eventual execução de pena dos assassinos de policiais.
    O Ministério Público e o Poder Judiciário parecem não se importar com a morte crescente de policiais, principalmente militares. E assim sendo, levam os colegas de profissão dos policiais assassinados a saírem à forra, matando quem merece e, pior, também quem não merece.
    Matadores de policiais serem presos – e não mortos – ofende a todos nós, cidadãos de bem, porque sabemos que pouco tempo depois estarão soltos, quer por um HC no estilo daquele que concedeu liberdade a um traficante pilhado com 1,6 toneladas de cocaína, quer em razão daquelas “saidinhas” no dia dos pais, ou das mães, mesmo para aqueles que não têm nem pai nem mãe.
    Leis vigorosas, então, devem ser feitas objetivando extremo rigor com matadores de policiais, pois, se assim não for, logo logo os alvos serão os promotores e os juízes.
    E quanto ao tal tenente-coronel ter dito que: “É preciso que haja maior atuação do MP, que deveria assumir para si a investigação. Investigação de violência policial tem de ser do MP e não das polícias; do MP com as polícias colaborando, em nome da transparência”, analisa. O tenente-coronel diz acreditar que essa medida contribuiria para o aumento da confiança na polícia”, PERDEU UMA GRANDE OPORTUNIDADE DE FICAR CALADO.

  19. Polícia mata porque não acredita no sistema, o sistema é esse mesmo e nunca vai mudar, é como acreditar que um dia não vai mais existir ladrão ou que os mesmos não matarão mais policiais.

  20. Não sei porque tanta conversa, é só usar as câmeras do “DETECTA” para poder chagar a autoria! Lambra da campanha pra governador? Tudo se resolve com o “DETECTA”!

  21. Pelo amor de Deus, o ultimo bonus foi pago em maio e ja estamos praticamente em setembro.

  22. Tenente coronel, com 30 anos de serviços e 51 de idade e já aposentado mamando na spprev escrevendo livro sobre a desgraça alheia, que beleza acho que ta sobrando tempo. E tenho certeza que poderia trabalhar voluntariamente em algum setor ADM da própria secretaria, pra ajudar a reduzir custos!

  23. Secretário afundou a Fundação Casa, demitiu funcionário injustamente. O momento agora é afundar a Polícia Civil, primeiramente ele não assumiu que cinco mortes antes – mesmo modus operandi na mesma região poderia ser o início de tudo. Neste momento deixa a Corregedoria da PM mandar e desmandar nas investigação, fazendo busca e apreensões sem nenhum aparato da Polícia Civil e nem da de digna Força-Tarefa de Promotores.
    Secretário Alexandre Moraes – PEDE PARA SAIR, PEDE PARA SAIR, você que é Legalista – professor de Processo Penal, está simplesmente esquecendo o que é Polícia Judiciária e o DEVIDO PROCESSO LEGAL. Fui.

  24. NÃO PRECISA SAIR POR AI MATANDO NÓIAS TODAS AS VEZES QUE MATAM UM POLICIAL, NEM PRECISA PRENDER NINGUÉM, BASTA A POLICIA IDENTIFICAR O SINTONIA DO PCC DA REGIÃO, E SENTAR O PAU NELE, VAI VER QUE LOGO LOGO ELES PEDEM ARREGO, MORREU POLICIA, ENCONTRA O SINTONIA DA ÁREA E JÁ ERA, PARA A SOCIEDADE, PARA O GOVERNO, A IMPRENSA FOI APENAS MAIS UM NA GUERRA DO TRÁFICO, SENHORES, POLICIAL TEM QUE SER SINÔNIMO DE UMA PESSOA LIGEIRA, ESPERTA, E OS BANDIDOS SÃO MUITO BURROS, QUER IR MAIS LONGE, MATA SENTA O PAU NO SINTONIA, E NA MÃE DELE PRA MELHORAR, VIU QUE FOI SÓ DOIS PARA CADA POLICIAL, PORÉM VERÁS A EFICÁCIA NAS PRIMEIRA MEIA DUZIA. FUUUUUUU

  25. ) 23:12
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    August 27, 2015 – 00:46
    Polícia prende seis suspeitos de ligação com o crime em Campos

    Prisões foram resultado de operação entre o MP e o Baep; escrivão da Polícia Civil está entre os suspeitos presos

    Campos do Jordão

    Seis pessoas, incluindo um escrivão de polícia, foram presas na manhã de ontem em Campos do Jordão.
    As prisões foram realizadas por policiais do 3º Baep (Batalhão de Ações Especiais da Polícia) e do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado). Ao todo, foram seis mandados de prisão temporária e outros 10 de busca e apreensão.
    Cinco das pessoas que foram presas durante a operação são apontados como integrantes de uma associação criminosa voltada para o tráfico de drogas na cidade e liderada por membros do PCC (Primeiro Comando da Capital).
    A sexta pessoa é um escrivão da Polícia Civil de Campos do Jordão. Ele é suspeito de colaborar com as atividades do grupo criminoso.
    Uma sétima pessoa acabou sendo presa. Ela não tem ligação com o grupo criminosa, mas tinha contra si um mandado de prisão preventiva.

    Apreensões. Durante a operação na manhã de ontem em Campos do Jordão, os policiais do Baep e do Gaeco apreenderam também documentos, munições, celulares e aproximadamente R$ 6.000 em dinheiro.
    A operação teve início às 6h desta quarta-feira e terminou por volta de 13h e também contou com a participação de Promotores de Justiça criminais, policiais da Corregedoria da Polícia Civil, além do apoio do Canil da PM .

  26. E QUANDO OS DEPUTADOS IRÃO CONSERTAR A SITUAÇÃO DOS CARCEREIROS? SIMPLESMENTE EXTINGUIRAM A CARREIRA E DEIXARAM OS CARCEREIROS SEM HORIZONTES ! A ALESP ESTA DEVENDO UMA EXPLICAÇÃO PARA OS CARCEREIROS !

  27. O BÔNUS NINGUÉM VIU, NINGUÉM SE MANIFESTA, É OUTRA PALHAÇADA QUE ESTÃO FAZENDO COM A POLÍCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO !

  28. Diz ele que o policial militar mata por não acreditar no sistema. Tem desculpa esfarrapada para tudo mesmo. Na pm tá cheio é de psicopata.

  29. essa conversinha fiada desse coronel tem meias verdades,,,,,,verdade que os pms preferem matar que levar a poliicia civil,,,,porem nao eh por eles sairem de la sem serem presos,,eh por que nao existem meios de os manter presos,, eh que o s pms em sua ignorancia juridica acham que que a poliicia civil tem a obrigaçao de manter preso quem eles levam ,,independentemente de provas fatos ou o mesmo ser procurado,,assim eh facil criticar,,,,,mudem as leis para isso em parte ser amenizado,

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