Justiça Militar decreta prisão de seis policiais suspeitos de crimes de execução 20

Outros dez policiais foram presos administrativamente

Criado em 14/09/15 22h17 e atualizado em 14/09/15 22h33
Por Bruno Bocchini Edição:Aécio Amado

Fonte:Agência Brasil

A Justiça Militar do Estado de São Paulo decretou ontem (14) a prisão temporária de seis policiais militares suspeitos de participar da execução de Fernando Henrique da Silva, no último dia 7, após um roubo de moto. Imagens feitas pelo celular de uma testemunha mostram um policial jogando o suspeito, algemado, do telhado de uma casa no Butantã, zona oeste da capital paulista.

Na sexta-feira (11), cinco policiais militares do 23º Batalhão da Polícia Militar (PM) de São Paulo foram presos por um crime semelhante, o assassinato de Paulo Henrique de Oliveira. Os acusados de envolvimento nos crimes devem ser indiciados por homicídio qualificado e fraude processual.

Imagens de câmeras de segurança mostram Paulo Henrique se entregando, inclusive levantando a camisa para mostrar que não estava armado. Em seguida, ele é colocado contra um muro, fora do alcance da câmera, momento em que teria sido morto. O vídeo mostra um dos policias pegando uma arma na viatura para, de acordo com Ministério Público, forjar um confronto e justificar a morte do suspeito.

“A SSP informa que todas as medidas legais necessárias em relação às mortes de Paulo Henrique de Oliveira e Fernando Henrique da Silva foram tomadas, tanto no âmbito penal, quanto no âmbito disciplinar-administrativo. Com a decretação pela Justiça da nova prisão temporária solicitada pela Corregedoria da PM, são 11 os policiais militares presos em decorrência dos fatos, sendo sete do 23º BPM/M e quatro do 16º BPM”, diz a Secretaria de Segurança Pública, em nota.

  1. A VERDADE DISSO TUDO, E QUE OS PMS SERÃO PRESOS, E PARA A SOCIEDADE AQUELE LADRÃO NÃO ROUBARA MAIS. NINGUÉM SERÁ VÍTIMA DAQUELE MALA NOVAMENTE. NINGUÉM DA SOCIEDADE SERA VIOLENTADO, MORTO, OU MESMO PASSARÁ POR CITUACOES QUE NUNCA MAIS ESQUECERÁ.
    ESTA É A TRISTE VERDADE QUE OCORRE HOJE EM NOSSO ESTADO.

  2. The end:

    Em primeiro lugar: somente o MOBRAL poderia alterar a difícil “cituação” de quem, ao teu estilo, sente saudades de Talião (favor não confundi-lo com aquele vendedor de coco na praia).

    Em segundo: espero que o BANDIDO do TJM/SP Juiz José Álvaro Machado Marques refita sobre os OFICIAS BANDIDOS que ele blindou no Processo 53.872/2009.

    Em terceiro: espero que você mude, com um telefonema, a SITUAÇÃO dos que falam a verdade e recebem a “recompensa” do escracho, como recebi desse tipo sujo que visita este Blog, um tal de “justiça”, que deve ser da mesma pocilga daquela “Justiça” Militar. Você mesmo poderia telefonar para aquele antro (como já o fiz), e esperar (sentado) que aquele lixão de 4ª Auditoria se manifeste neste espaço democrático.

    Por favor, aproveitemos enquanto esta postagem está entre as mais recentes. Não deixe o telefonema para “çábado”!

  3. justiça militar??? Como assim? Pensei que homicídio era crime comum, investigado pela Polícia Civil e Julgado pela Justiça Comum. Mas acho que me equivoquei…ou mudou alguma coisa na legislação. Preciso me atualizar.

  4. Oh, Corregedoria Geral da PM e Justiça Militar! Os homicídios praticados contra os dois ladrões por policiais militares são de atribuições de investigação da Polícia Civil e da Justiça Comum. Então, por favor, não metem o bedelho.
    E, Polícia Civil e Justiça comum, por favor levantem o traseiro da cadeira e cumpram com suas obrigações. Esses dois casos é de vcs. Então por que deixam os militares meter o bedelho.
    Eu, como advogado, no final vou acabar defendendo os “meninos” e conseguindo a absolvição de todos eles, por causa dessas cagadas. Já vi esse filme, e não me deixem vê-lo de novo!…

  5. Somos legalistas, vivemos e devemos passar isto adiante, não concordo com esse tipo de execuções; porém, desde Aristóteles com seu conceito autocrático, seguidos por maquiavel, J. Bodin, Jonh Locke e o democrático Montesquieu, todos defendiam que o poder não podia ficar nas mãos de “um só”, porém a anarquia causaria dano maior na sociedade.
    Quero dizer com isso, que (infelizmente) temos que nos defender pois estamos sendo caçados, mas muito cuidade pois só aparecem filamagens contra policiais. Então comecem a buscar os “torre” e “sintonia” este é que autorizam e ordenam os atos de covardia contra policiais. Esses tais estão desfilando de carrões, motos caras e as suas “marmitas” estão se achando.
    Infelizmente tem que ser assim, pesquizem sobre a história na terra de “pablo escobar”, quando começaram a caçar e matar os polciais, só pararam quando os policiais reagiram e buscaram até os financiadores do crime.
    Deixemo o jogo de ego de lado, busquemos soluções de defesa pra nós e principalmente salariais.

  6. Senhores por favor, vcs não sabem nada de legislação, quando se trata de crime doloso contra a vida de civil, é instaurado um inquérito policial militar, ou seja, justiça militar, mas os autos são remetidos ao tribunal do júri, e o autor julgado por este tribunal. No caso de crime culposo contra a vida, a competência de apurar e julgar, aí sim é da justiça militar.

  7. Chico doce:

    Você viu como o Ronaldo Tovani joga limpo? Em compensação, perceba como a PM é viciada no jogo sujo!

  8. Justiça disse:
    15/09/2015 ÀS 17:27

    “Senhores por favor, vcs não sabem nada de legislação…”

    Meu Caro “Justiça”, alguma coisinha sobre legislação nós sabemos sim, afinal de contas são 35 anos de atividade profissional na área do direito, sendo 28 deles no magistério em faculdades de direito…
    Ao mencionar a Lei 9299/96, vc certamente estava se referindo ao seguinte dispositivo legal: “Nos crimes dolosos contra a vida, praticados contra civil, a Justiça Militar encaminhará os autos do inquérito policial militar à justiça comum.”
    Acontece que esse dispositivo não significa dizer, como vc diz, que a Polícia Militar é competente para investigar e, concluídas as investigações, a Justiça Militar encaminhará os autos do IPM para a Justiça Comum.
    Nada disso!
    Esse dispositivo objetivou unicamente que qundo da entrada em vigor da referida Lei Federal, os processos em andamento fossem encaminhados da JM para a JC. Na atualidade, nos casos novos, deveria ser a PC a investigar e a JC a processar e julgar, mas como a PM e a JM não resistem, acabam entrando em seara alheia (e geralmente fazem um péssimo serviço, facilitando as futuras defesas)

  9. Cada um com seu vicio, os pms com o vicio de agredir e os pcs com o vicio de extorquir. Simples assim!

  10. Caro amigo, respeito seu conhecimento, mas nesse caso torno a dizer que o senhor está equivocado, o senhor está se referindo a parte interpretativa da lei, eu a faço com o português bem claro, e sugiro ao senhor, com todo respeito ao seu conhecimento, que consulte os casos em que houve recurso questionando a competência da justiça militar, em casos análogos só que o senhor citou. E olha VC quando diz que a justiça militar faz um péssimo trabalho, te digo, prefiro ser julgado mil vezes pelo tribunal do júri, do que apenas uma pela JM.

  11. Só quem não têm ideia do que fala diz que é melhor ser julgado pela Justiça Militar que pela Comum.
    O coitado da ROTA que está preso(e já deve sair pois os 30 dias vão estourar), só está preso por causa da Justiça Militar, a juíza da vara comum não autorizou a prisão.
    Na JM os “burros” que fizeram aquela MERDA, no Butantã seriam COM CERTEZA CONDENADOS, já no Tribunal do Júri, SERÃO ABSOLVIDOS graças a Deus.
    Serão exonerados com desonra devido ao Processo Administrativo, mas ABSOLVIDOS no Tribunal do Júri… podem ter certeza…

  12. Ronaldo TOVANI:

    O “justiça” pensa que esqueci do “rombo” que, segundo ele, provoquei “na UGE – Unidade Gestora Especial – da PM. Aliás, se dissesse ao menos em qual Unidade da Polícia Militar ocorreu esse crime, aí, sim, começaria a recuperar quase 0,5% (meio por cento) da credibilidade que ele supõe detentor para falar de qual justiça deve investigar quem.

    Plantar boatos já é prova incontestável de pessoa imbuída de mau caráter. Agora, querer “revogar” a lei, teimando com quem há três décadas atua nessa área …

  13. “Irmãozinho”:

    Que pena! Tanto desperdício de “heroísmo” me faz relembrar o desatino do Sd PM Jupi, dentro do quartel do 30º Batalhão (em Mauá), ao chegar extremamente inconformado com PATIFARIAS na escala de serviço, foi contido pelos colegas quando tanto queria “conversar” com o então Major PM Marcos Makoto Noda!

    Jamais incentivei ninguém a descontroles emocionais ou ações atabalhoadas, sem respaldo legal, porém, se for inevitável, que o faço de modo que os resultados alcancem a maior eficácia possível!

  14. Justiça:

    Esse episódio do Sd PM Jupi ocorreu em 2009! Você não faz ideia da “transparência da PM” junto à imprensa! Foi “imprenssionante”, ou seja, quem ousasse fornecer dados do “QRU” seria literalmente prensado!

  15. Senhores por favor, arrumem um amigo de dia pra esse coitado do Valdir, o cara vive mal humorado, coitado desempregado, nem fazendo o papel de marido deve ta mais, coitada da patroa, devecta numa secura, Valdir para de ficar latindo aqui, já arrumou um serviço, ou ta no bolsa família. Falando sério Valdir, VC é um comédia, jogou fora uma aposentadoria de 15 paus, agora fica achando que o mundo é culpado, como disse o jacaré, respeite esse espaço, agora não mais responderei a vc, pq é muita perca de tempo falar com um fracassado. Abraço e vai tomar um vinho com a patroa, antes que time um chifre.

  16. Justiça disse:
    16/09/2015 ÀS 12:31

    “… agora não mais responderei a vc, pq é muita perca de tempo …”.

    É impressionante o modus operandi dos PATIFES! Já ouvi essa frase, relativa à “perda de tempo”!

    No CRPM, em 2009, um PATIFE FARDADO, Major PM César Daniel Simões Teixeira, “devidamente” assessorado por sua laia, ainda tentou me testar a capacidade de sobrevier às pressões (resiliência), Acho que passei no teste. Em dado momento, ele, ao tentar que eu fosse condescendente criminoso com ele (para que forjássemos minha “avaliação de desempenho”, recusei, pois, eu estava sem função. A casa dele começou a cair, até chegar nessa SAFADEZA: alegou que era “perda de tempo” deliberar sobres documentos que encaminhei. Acho que nem é necessário falar dos motivos!

    Veja, no link, como aquele PATIFE FARDADO significava uma das luvas que faltava na mão do avalista de PATIFARIAS da Polícia Militar:

    https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&cad=rja&uact=8&ved=0CBwQFjAAahUKEwiEmoSDiPzHAhXKH5AKHf14BXk&url=http%3A%2F%2Fwww.tjmsp.jus.br%2FExibirPDF.aspx%3FId%3D26724-2011&usg=AFQjCNFOrBHGc9TKVCfZh3L1g45Sk_-X0Q
    :

  17. Senhores, por favor, arrumem um mentiroso de dia para treinar o “Justiça”! O cara diz que me conhece, pelos desfalque numa UGE, mas, vive se escondendo de pergunta tão simples!

    Onde fica essa “desfalcada” UGE?

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