BLOG DO PAULINHO – CPJ exorta as autoridades a libertar blogueiro brasileiro preso 12

 Paulinho400

Boa Tarde

Caros amigos

Sobre a injusta prisão imposta por um dos togados do JECRIM do Fórum Barra Funda, ao Jornalista Paulo Cesar Andrade Prado, editor responsável do Blog do Paulinho, local que honrosamente, mantenho coluna abordando o trabalho dos árbitros nas partidas que assisto, seqüencialmente, sobre os dirigentes da CBF/FPF, assim como,dos dirigentes das entidades que deveriam representá-los, mas não o fazem por serem pelegos; participo que:

São Paulo, 15 de setembro de 2015 – O blogueiro brasileiro que passou mais de dois meses na prisão em conexão com uma condenação penal por difamação de 2011 deve ser liberado imediatamente, disse hoje o Comitê para a Proteção de Jornalistas (CPJ).

“Instamos as autoridades brasileiras a libertar imediata e incondicionalmente Paulo Cezar de Andrade Prado”, disse em Nova York o coordenador sênior do programa do CPJ para as Américas, Carlos Lauría. “Processos de difamação devem ser resolvidos em tribunal civil, e os jornalistas não devem ter medo de ir para a cadeia por suas reportagens.”

A polícia de São Paulo prendeu Paulo Cezar de Andrade Prado, conhecido como Paulinho, em 6 de julho de acordo com informações da imprensa e seus advogados, que falaram ao CPJ. O blogueiro passou mais de um mês em uma delegacia de polícia antes de ser enviado para o presídio de Tremembé, cerca de 144 quilômetros a nordeste de São Paulo, disse ao CPJ Danubia Azevedo Barbosa, advogada de Prado.

A prisão de Prado decorre de uma queixa apresentada contra o blogueiro por Carlos Aidar, presidente de um clube de futebol local, disse ao CPJ outro advogado de Prado, Romeu Tuma Jr. Tuma disse que Prado havia publicado uma história na qual alegava que Adair estava recrutando um treinador para o seu clube. Tuma disse que Prado conseguiu a informação depois que se juntou a um grupo no WhatsApp do qual Adair fazia parte, para evitar eventuais negativas de Aidar, Paulinho publicou uma cópia da mensagem com o número de telefone e a fotografia de Aidar. Adair acusou o blogueiro de invadir sua privacidade ao publicar sua informação pessoal e impetrou a ação.

Aidar disse ao CPJ que, além desta queixa, ele entrou com outras quatro ações judiciais contra Paulinho por “crime contra a sua honra”.

Prado tem frequentemente criticado executivos de futebol locais em seu blog de esportes, o Blog do Paulinho, que ele lançou em 2006. O blogueiro criticou Adair em posts anteriores, e disse que o executivo não tinha moral e ética.

Tuma disse que quando a polícia foi interrogar Prado, descobriu que o blogueiro foi condenado à prisão em um caso anterior, mas nunca tinha cumprido a pena. Em outubro de 2014, Prado tinha sido sentenciado a cinco meses e 10 dias de prisão por acusações de difamação criminal em conexão com um caso de 2011, de acordo com Tuma einformações da  imprensa. Antonio Carlos Sandoval Catta Preta, um advogado brasileiro bem conhecido, tinha apresentado uma queixa contra o blogueiro depois que Prado criticou o advogado em um post e o chamou de incompetente, segundo Tuma e reportagens. O post já foi retirado do blog do Prado.

Catta Preta não respondeu imediatamente ao pedido do CPJ para comentar o assunto.

Prado foi libertado pendendo recurso no caso 2011. De acordo com o irmão do blogueiro, nem o Tribunal nem os advogados do Prado lhe disseram que seus apelos foram negados e que ele tinha que ser preso.

Em 2014, o CPJ publicou um relatório especial sobre a liberdade de imprensa no Brasil que destacou a forma como os políticos e empresários poderosos se aproveitaram das leis de difamação para sufocar reportagens críticas.

Por mais de uma década, os tribunais regionais e legislativos em toda a região consideram que as leis civis proporcionam uma reparação adequada em casos de alegada calúnia e difamação. Mas alguns governos nas Américas, incluindo o Equador e o Peru, continuam a usar arcaicas leis penais de difamação para silenciar dissidentes, mostra apesquisa do CPJ.

https://www.cpj.org/pt/2015/09/cpj-exorta-as-autoridades-a-libertar-blogueiro-bra.php#more

euclydes zamperetti fiori

  1. OAB sobre mais um golpista mostrando o falso moralismo.

    ‘Golpe é utilizar dinheiro do crime para obter votos’ Aécio Neves

    Então AÉCIO explica onde foram para os 2 bilhões da ultima campanha a presidente.

  2. Aqui neste Pais dentro do Brasil, enquanto o governo finge que o PCC não existe, muitos escrevem sobre a organização que tomou rumo internacional.

    Bom é saber que só a PM teve os quadros aumentados, sinal que não funciona o caminho escolhido sistema ou querem criar um colapso. Ai vem o falso moralista e fala que tem que matar, que só isso soluciona. E quando policial mata a margem da lei, pessoa marginal mesmo, ai vai preso ficam ai chorando e esperneando o que tem direito de matar. Quem mata sem motivação legal é bandido e sempre será.

  3. Puxem o coro ao 1533, pois o governo finge que não existe.

    Estão fazendo 22 anos e bem nutridos, exportamos muito para o Brasil e o Mundo.

  4. LIBERDADE DE IMPRENSA SIM, SEMPRE! MAS LIBERDADE COM RESPONSABILIDADE, DE MODO QUE EVENTUAIS CRIMES CONTRA A HONRA – ATOS DE IMPRENSA, PORTANTO, QUE ULTRAPASSAM O PODER-DEVER DE INFORMAÇÃO E DE CRÍTICA – DEVEM SER PUNIDOS NOS ÂMBITOS CRIMINAL (CALÚNIA, DIFAMAÇÃO, INJÚRIA) E CIVIL (REPARAÇÃO DE DANOS MATERIAIS E MORAIS).

  5. Ronaldo TOVANI:

    Infelizmente, a imprensa serviu-me como tábua de salvação quando a tanto a “cano furada”, Polícia Militar, gostaria que eu me afogasse no mar das PATIFARIAS que passei a constatar. Digo INFELIZMENTE porque quem denuncia as mazelas da PM se torna ré, quase invariavelmente. Gostaria que a Justiça Militar e a comum fizessem de tudo para que a interferência da imprensa fosse bastante atenuada, ou seja, que apenas divulgasse a coisa julgada, sem entrar no mérito. Não sei se noutros países existe essa tal “imprensa investigativa”. Perdi a esperança de que ambas as Justiças adotem essa postura, assim, continuaremos a vê-las como panelas: sem o fogo da imprensa, perdem a eficácia e gerem “fome de vingança ou de frustração” nos jurisdicionados!

    Entendo o vosso alerta relativo aos cuidados que a imprensa DEVE ter, pelo avassalador estrago que pode produzir, aliás, até fulminante. Creio que o Senhor ainda se lembra do massacre que a imprensa fez sobre o dono da Escola Base (um japonês), há muitos anos, tachando-o de criminoso contra crianças de uma escola vizinha. Não tardou que as máscaras caíram: tanto a da imprensa quanto a da escola vizinha, cujo proprietário, por concorrência desleal, acabou incorrendo em crimes pelos quais instruía seus alunos a denunciarem infundadamente o japonês.

    Vi uma entrevista dele, há uns três anos, o qual ainda se declara “derrubado”, econômica e moralmente. Pudera: quase foi linchado (fisicamente), porque o linchamento moral, pelo pouco que entendo, DEVERIA ter sido imediatamente mitigado pela própria imprensa.

    Nesse caso do Dr. Guerra, ainda não entendi como a imprensa conseguiu virar-lhe as costas, principalmente a TV Globo. Sinto vergonha de viver no Brasil, como brasileiro. Do contrário, acho que eu já teria caído fora. Isso aqui não tem mais jeito: Portugal não aceitaria de volta a terrinha brasilis. Digo isso porque em recente edição do Jornal da Cultura (início desta semana) o apresentador anunciou que Lula processou um dos assíduos comentaristas daquele programa (o historiador Marco Antônio Villa). Acho que isso ajuda o processado, ou seja, a própria imprensa se sente “responsável” por lhe render homenagens, pelo simples fato de divulgar isso aos telespectadores. Pelo que inferi, é como se abrisse precedente para que adotassem alguma postura. Não podemos esquecer a “vaquinha” pela qual “Zé Ladrirceu” levantou quase UM MILHÃO DE REIAS, numa semana!

    Outro caso, bem mais recente, porém, hilariante, fez que a imprensa “pagasse o maior mico”, pois, acreditou na “grávida de Taubaté”!

    Boa noite!

  6. O PT agora é governo no estado de Minas Gerais, uma boa oportunidade de esclarecer para a Nação se tudo isso é verdade ou mera especulação. Claro, que se sobrar tempo entre a própria defesa para o ataque ao opositor!

    C.A.

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