1. Agora Sim Vocês vão gostar !!

    Sei que gostam, todo mundo sabe, danadinhossss

    Olha só galera !!!!

  2. CADÊ O ÁUDIO GUERRA QUE VC DESCREVEU ACIMA, ÁUDIO MUDO KKKKKKKKK, ALGUÉM SE PUDER POSTA ABAIXO

  3. Lamentável…

    Não duvido que houve gente comemorando a morte desse rapaz na época, como se bandido fosse. Essa gente que curte pena de morte delivery.

  4. 1. Não ouve execução alguma, ouve erro operacional, execução é matar rendido, a vitima não foi rendida, pelo contrário, correu em direção da viatura com o celular na mão

    2. Em situação de confronto, você levando bala, vê o cara correndo em sua direção com objeto nas mãos, faz o que? Você não atiraria? Seria hipócrita ao ponto de dizer que não?

    3. Se na cabeça dos defensores de vagabundo, os pms agiram de má fé, por que cargas d’água mataram o refém? Por prazer? Pura maldade?

    4. Qualquer um que trabalha na rua, e não fica escondido a traz de uma mesa, sabe que não se pode confiar nos qtcs passados via rede, ainda mais quando a informação vem de zé povinho, não são informações precisas

    No mais, pode chorar e espernear, advogado não vai mais pagar de policia

  5. p/ Hélio:

    até ai eu concordo, o problema foi na “tentativa de arredondar” essa bosta que fizeram.

  6. Dá pra perceber quando são PMs que fazem comentário aqui. Aí em cima tem um que não sabe distinguir (sem trema mesmo) muito bem as palavras.Usou a conjugação do verbo “ouvir” ao invés de usar a palavra “houve” do verbo “haver”. Depois esses boçais querem o ciclo completo. Não sabem nem escrever. Imaginem o relatório que farão. Outra coisa: chamam a população de “Zé Povinho”. Admitam. Fizeram cagada mesmo. Disseram que o rádio estava quebrado e foi provado com perícia que não estava. Vocês são doentes. A família vai receber indenização do Estado e esses policiais vão “puxar uma corda”.

  7. PÃO E CIRCO:

    A PM sempre apresenta pretextos fajutos para “justificativa” de suas ações atabalhoadas. Imaginemos que, na VERDADE, o rádio estivesse inoperante!

    Poderiam, em são consciência, os ávidos pelo ciclo completo usarem viatura sem o principal item, a radiocomunicação?

  8. Não sei o que é pior, só sei que ficar do jeito que esta não dá mais, alguma coisa tem que acontecer e mudar para melhorar. Sou Policial Civil e acredito que os erros surgem e dão maiores notoriedades quando se trabalha mais , SMJ estou falando de trabalho policial e não das safadezas da banda podre. O fato mais curioso no meu singelo entender, são as formações de quadrilhas ou bandos que estão á frente comandando ou com cargos de confiança (chefias) e ai de quem se opor, rapidamente fazem reuniões e todos em comum acordo$ se voltam para aquele que será execrado instaurando procedimentos administrativos, inquéritos e processos administrativos, remoções, tudo plantado . Mas cade a corregedoria? pergunta difícil de responder …… Voltando no ciclo completo, não há que se avaliar e menosprezar usando como exemplos os erros cometidos por uma pequena minoria de PMs, porque o quadro de funcionários da PM é enorme e muito muito mais complexo do que qualquer outro quadro de funcionários de qualquer outra secretaria, exceto da Educação que é gigantesca e complicada em outros sentidos, mas afirmar que o ciclo completo da PM seria uma erro, é burrice ou maldade de uma oposição ridícula, egoísta e mesquinha que somente olha para o próprio umbigo e estão poucos interessados no bem maior que são os interesses de todos nós . ciclo completo é uma necessidade que é bem vinda para o bem de todos nós cidadãos que almejam dias melhores em termos de segurança pública .Eu na qualidade de Policial Civil e principalmente na condição de cidadão, prefiro o ciclo completo, mesmo porque a Polícia Civil já esta sucateada ao extremo, isso é fato, mas curiosamente algumas pessoas estão interessadas em manter suas cadeiras$ e status$ sem o menor pudor e para isso jogam um balde de água fria afirmando que o ciclo completo não prestará, bom mesmo é ficar do jeito que esta ! Eu ainda acredito que a segurança pública é maior que os interesses mesquinhos de meia dúzia de descompromissados com a boa Polícia ! Isso é o que penso e não abro mão, temos a obrigação de melhorar a qualidade de segurança para nossos jovens que são o futuro desse País !

  9. 100% A FAVOR DO CICLO COMPLETO DA PM .

    Quais argumentos você tem para discordar do Nassif?

    O jornalista Luis Nassif publicou artigo relatando os esforços da PM de São Paulo em “atropelar” as investigações da chacina que vitimou 19 pessoas em Osasco e Barueri, das quais policiais são os principais suspeitos. Nassif aproveita para traçar o funcionamento da máquina de assassinar da PM: “Quando precisa matar alguém, setores da PM valem-se de três equipes. A primeira, executa as vítimas. A segunda, vai até o local e esconde as provas. A terceira comparece para registrar o crime”. A facilidade em retirar policiais das áreas onde atuarão grupos de extermínio e a inexistência de polícia técnica independente fecham a sinistra equação do assassinato de jovens negros e pobres das periferias de São Paulo

    4 DE SETEMBRO DE 2015 ÀS 12:50

    Por Luis Nassif, para o Jornal GGN

    Como a PM paulista tornou-se máquina de assassinar jovens

    De repente, a força tarefa montada para apurar a chacina de Osasco – na qual 19 jovens foram assassinados – foi atropelada pelas investigações da Polícia Militar (PM).

    A maior suspeita era de PMs envolvidos.

    As investigações da PM atuaram em duas frentes: para atrapalhar os aspectos materiais e para comprometer os aspectos formais da investigação.

    Na primeira frente, atrapalharam a colheita de provas e expuseram nomes de testemunhas. A partir do vazamento, todas elas passam a ser juradas de morte.

    Na frente formal, caso as investigações levem a nomes de policiais de menor patente, com toda certeza serão anuladas nos tribunais superiores, já que crimes de morte só podem ser investigados pela Polícia Civil (PC). À PM cabe apenas investigar infrações administrativas.

    Escancara-se, assim, um dos grandes desafios nacionais, que mais cedo ou mais tarde teria mesmo que ser encarado: o do enfrentamento do poder paralelo incrustado nas PMs, cuja manifestação mais trágica é a extraordinária taxa de letalidade nas suas ações. Em muitos lugares – especialmente em São Paulo – a PM tornou-se uma máquina feroz de assassinar jovens de periferia, escudada na mais absoluta impunidade.

    O papel dos P2

    Os problemas da PM começaram quando transformaram o P2 em agentes policiais.

    Os P2 são uma espécie de polícia judiciária, responsáveis por levantar as infrações disciplinares e propor correções de rumo à polícia. Os PMs usam fardas, os P2, não. Os PMs são cidadãos comuns; os P2, os PMs de confiança.

    Gradativamente houve uma alteração na sua atuação, conforme se contará mais à frente, tornando-se a linha de frente das operações extralegais da PM, como agentes de confiança do oficialato.

    Essa máquina de assassinato foi montada de forma gradativa.

    Na década de 70 consolidou-se a imagem da PC corrupta e da PM violenta. Vem de lá os conflitos entre as duas polícias.

    Na linha de frente, os conflitos se manifestavam no próprio atendimento policial. O PM prendia o suspeito, levava para a delegacia e lá havia a primeira frente de conflito.

    Há duas espécies de policiais civis.

    O policial sério é garantista – isto é, não está lá meramente para apurar culpas, mas para apurar a verdade. Ele precisa seguir o Código de Processo Penal (CPP), requisitar laudos e perícias. Já a PM não se prende a códigos e busca culpados.

    Além disso, não havia interesse em fortalecer a PC, porque a própria PM pretendeu desde sempre controlar o ciclo completo da apuração do crime. No passado, houve inúmeros casos de efetivos da PM cercarem delegacias para fazer valer a vontade do oficial, exigindo flagrante em determinados casos, contra a opinião do delegado, que não via motivos para tal.

    O problema maior surgiu com a segunda espécie de policial civil, o corrupto.

    Ainda na década de 70 a PM deu-se conta de que prendendo o contraventor e entregando-o em uma delegacia – em geral ligado ao jogo de bicho e ao bingo – apenas valorizava a corrupção da PC.

    Talvez por efeito-demonstração, as companhias da PM que atuavam na região da Santa Ifigênia começaram a praticar venda de segurança. Havia reuniões formais entre os capitães e comerciantes. Os oficiais alegavam que o Estado não tinha verbas. Os comerciantes montavam então uma associação incumbida de recolher recursos para financiar os PMs. Foi o início de um modelo que se expandiu para outras regiões da cidade e deu início ao crescente mercado de segurança, dominado por companhias de propriedade de oficiais da PM.

    Hoje em dia, é comum a venda casada de segurança por essas empresas. Tipo, se a contratarem garante-se pelo menos duas vezes por dia a presença de viaturas da Rota transitando pela região.

    A segurança de quem pagava

    A venda de segurança começou a dar na vista, porque regiões e cidadãos passaram a ser divididos entre os que podiam e os que não podiam pagar.

    Para administrar a opinião pública, a maneira encontrada por setores da PM e das companhias de segurança foi a criação de grupos de extermínio.

    Se surgiam problemas em determinada região, mandavam um esquadrão na calada da noite que executava meia dúzia de pessoas, quadrilheiros ou não. A ação servia para alertar os quadrilheiros: mudem-se! Para a população, passava a ideia de guerras de quadrilha.

    Aos poucos, o modelo de execução foi sendo aprimorado.

    Quando surgem problemas em determinadas regiões nobres, os grupos de segurança privada combinam entre si e aquele de outra região vai até o local, procede à matança e à desova dos corpos em outro lugar.

    Esse mesmo procedimento passou a ser adotado por setores da PM.

    Quando precisa matar alguém, setores da PM valem-se de três equipes. A primeira, executa as vítimas. A segunda, vai até o local e esconde as provas. A terceira comparece para registrar o crime.

    A eficácia do modelo é assegurada por dois instrumentos.

    O primeiro, o sistema de gestão avançado, que permite programar a ida ou retirada de policiais da área. Se um grupo de extermínio planeja uma ação em determinada área, basta acionar o sistema para tirar o policiamento do entorno do alvo.

    O segundo é a falta de uma polícia técnica independente. O Instituto Médico Legal não tem verba própria. Depende da Polícia Civil, porque até hoje não foi instituída uma polícia científica, conforme preconizado pela Constituição.

    No geral, os PMs desenvolvem laços de compadrio com médicos. De posse da escala de médicos, é fácil identificar aqueles menos exigentes nos laudos.

    Os crimes de maio de 2006 só cessaram quando médicos do Conselho Regional de Medicina correram para o IML (Instituto Médico Legal) para acompanhar as autópsias. É nesse momento que aparecem as provas mais objetivas que podem levar ao criminoso.

    Os crimes de agosto

    Não foi por acaso que Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) exigiu providências do governo brasileiro tão logo foram divulgadas as notícias sobre a chacina de Osasco. Nos organismos internacionais, há consenso de que as autoridades públicas perderam o controle sobre as PMs.

    A primeira atitude do Secretário de Segurança Alexandre de Moraes foi a constituição de um grupo de trabalho de 50 pessoas, entre policiais civis e procuradores estaduais visando apurar os crimes. Não incluiu ninguém da PM. Parecia que, pela primeira vez, seria rompida a blindagem.

    Quando a PM colocou seu bloco na rua, o Secretário calou-se. Dele não se ouviu mais nenhuma palavra, nenhuma declaração.

    A chacina de Osasco tornou-se um divisor de águas. Nos próximos dias se saberá onde reside o poder de fato em São Paulo: se no Palácio Bandeirantes ou se no quartel da PM.

    Dessa resposta dependem centenas de rapazes de periferia que serão executados nos próximos meses, caso o governo de São Paulo atue de forma pusilânime.

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