CASO DETRAN – Nossos parabéns ao Dr. Ivaney Cayres de Souza pela absolvição e a Drª Talia Lis Tizzoni Nogueira pela brilhante atuação no derradeiro processo antes de seu falecimento 11

25/09/2015 Sentença de Absolvição – Não Constituir o Fato Infração Penal (Art. 386, III, CPP)
Diante de todo o exposto, e pelo mais que dos autos consta, JULGO IMPROCEDENTE o pedido inicial e ABSOLVO os réus HUMBERTO VERRE, HELOÍSA VERRE, RODRIGO RODRIGUES DA SILVA, LÚCIA APARECIDA LOPES DA SILVA, VALDEMIR RODRIGUES DA SILVA, VILMA PEREIRA DE ARAÚJO, HUMBERTO VERRE FILHO, SYLVIA VERRE, IVANEY CAYRES DE SOUZA, JOSÉ ROBERTO FERNANDES COLETI, GIOVANNA VALENTI CLEMENTE, RONALDO TOSSUNIAN, ADRIANO RODRIGUES ALVES CALEIRO, ANTONIO ROSSI DOS SANTOS, GERALDO TADEU DE ALMEIDA, JAMES WILLIAN MECCHI, NOBUO OZEKI, GILBERTO CAMILO COLAGIOVANNI, NILSON COLAGIOVANNI, SÉRGIO ROBERTO COLAGIOVANNI, MIGUEL SÉRGIO COLAGIOVANNI e OSVALDO PAULO ROBERGE MARTINS das penas dos artigos 90, e 96, V, ambos da Lei nº 8.666 de 1993, e artigo 288 do Código Penal, com fundamento no ARTIGO 386, INCISO III, DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL.

  1. Bom dia!

    Senhoras e Senhores.

    Não conheço o teor do processo mas de antemão concluo que a Justiça no Brasil tarda mais não falha. Parabéns aos envolvidos.

    Diante de tantas dúvidas no que tange à algumas conclusões e proferimentos de sentença, começamos a enxergar que a Justiça, muito embora, na maioria das vezes, através de alguns de seus representantes, demonstra claramente cometimentos de injustiças, desta vez, prevaleceu o justo.

    Conheço e tive a satisfação de trabalhar com os Doutores Ivaney e Adriano e posso dizer que são pessoas de responsabilidade e de caráter.

    Parabéns a nobre defensora que apesar da sua ausência neste momento, seguramente deve estar recebendo seus mimos pelo excelente trabalho aonde quer que ela esteja.

    Caronte

  2. hummmmmm
    .
    sei não….
    .
    no detran? nao havia crime?
    .
    então tá !

  3. Se não me engano a empresa “Verre” era fornecedora de placas para os automóveis em todo o estado.

    C.A.

  4. Bom dia!

    Senhoras e Senhores.

    Caro ” 38 anos de janela e vendo e ruína… em”:

    Antes que alguém diga besteira ou faça comentários esdrúxulos, antecipo que nunca trabalhei no Detran, porém, diz a lenda que:

    O Detran hoje não é o que era ou foi no passado. Hoje com a ausência de Policiais Civis e da emblemática Corregedoria, o Detran passa por mudanças diárias.

    Não se respeita a figura do Despachante Policial e tampouco seus próprios funcionários, quiçá aos terceirizados e a pobre população.

    Muda-se procedimentos tal qual troca-se de diretor. Cada Diretoria faz o que acha que deve fazer. Dá impressão que não estão seguindo nenhum rito administrativo.

    Como exemplo, procedimentos de recurso de multas, em primeira ou segunda instância, que demorava vinte ou trinta minutos na fila hoje demora mais de duas horas e, o pobre do funcionário terceirizado sem receber seu mísero salário acaba abandonando o emprego sobrecarregando outros oriundos da CET e desta forma todo o trabalho junto a população fica totalmente comprometido.

    Muitos procedimentos que eram confeccionados na CET da Sumidoro, hoje são destinados aos do protocolo central, desta forma meu caro já viu né!

    Sendo assim e pelo que demonstra ao invés de melhorar com uma inovadora informatização. Peca no que tange à expedição e ao atendimento aos despachantes, pessoal e de balcão.

    De tal sorte que acaba deixando claro que apesar de dizerem que houve mudanças significativas e positivas, não é o que de fato ocorre.

    Tiraram muitos capacitados e colocaram muitos indicados.

    Seria infâmia de minha parte querer afirmar tais irregularidades, pois são somente lendas e apenas mente repasso o que corre à boca pequena.

    Fazer o que não é mesmo! Infelizmente e pelo visto não há Corregedoria para tais irregularidades e nem tampouco para apurar suas veracidades.

    Caronte.

  5. SR. CARONTE, BOM DIA !, S.M.J., ENTENDO QUE DIANTE DA GANÂNCIA CONTUMAZ DE PERPETRAREM FALCATRUAS PARA AUFERIREM “J”, A TAL DE “CORREGEDORIA”, EM NADA IRÁ AMENIZAR AS ROUBALHEIRAS. LEMBRA-SE DO CASO “MIGUELZINHO”, POIS NA ÉPOCA, S,M,J, JÁ EXISTIA A CORREGEDORIA DO DET. E, ME AJUDEM AÍ Ó !….

  6. Bom dia!

    Senhoras e Senhores.

    Caro “João Brejeiro”:

    Tomamos conhecimento destes disparates porque havia uma Corregedoria. Bem ou mau ela estava presente e numa eventual omissão ou prevaricação e tinha um responsável por ela a ser penalizado. Mas e agora? Com certos rituais administrativos que somente pune com a perda da cadeira, o que ou quem prender?

    Caronte.

  7. Não me surpreendeu a notícia de mais essa vitória da talentosa e inesquecível advogada Drª Tania Lis Tizzoni Nogueira, desta feita no que se refere à absolvição (“por inexistência de crime” – art. 386, III, do CP) do Dr. Ivaney Cayres de Souza (e outros).
    Se viva estivesse, seu árduo trabalho por uma Justiça mais justa e equânime não terminaria por aí: certamente levaria à “barras dos tribunais” os (ir)responsáveis que, mesmo diante de fatos que visivelmente não constituem crime, ofereceram a denúncia, receberam a denúncia e, em consequência disso, instauraram uma ação penal que desde o início já se apresentava, como dizia a própria Dra. Tania, um “amálgama de equívocos; o parto da violência incrustada num embuste”.
    No lugar calmo, sereno e justo aonde agora habita, e no qual não habitam advogados omissos, delegados venais, promotores bandidos e juízes corruptos, a nossa talentosa professora de sempre estará comemorando mais essa vitória. ‏

  8. corrupção no detran….isso non ecxisti……..
    lá só lixeiras…..

  9. Ronaldo TOVANI (06/10/2015 às 10:18)

    Não me surpreendeu a notícia de mais essa vitória da talentosa e inesquecível advogada Drª Tania Lis Tizzoni Nogueira, desta feita no que se refere à absolvição (“por inexistência de crime” – art. 386, III, do CP) do Dr. Ivaney Cayres de Souza (e outros).
    Se viva estivesse, seu árduo trabalho por uma Justiça mais justa e equânime não terminaria por aí: certamente levaria à “barras dos tribunais” os (ir)responsáveis que, mesmo diante de fatos que visivelmente não constituem crime, ofereceram a denúncia, receberam a denúncia e, em consequência disso, instauraram uma ação penal que desde o início já se apresentava, como dizia a própria Dra. Tania, um “amálgama de equívocos; o parto da violência incrustada num embuste”.
    No lugar calmo, sereno e justo aonde agora habita, e no qual não habitam advogados omissos, delegados venais, promotores bandidos e juízes corruptos, a nossa talentosa professora de sempre estará comemorando mais essa vitória.

    ———————-

    Amém!

  10. E uma pergunta.

    Se tivesse sido demitido pela “Via Rápida” (demitir por crime sem julgamento criminal), na absolvição, seria prontamente reintegrado ou lhe seria negado seu direito pela Administração e pelo TJSP?

    Iriam falar em “resíduo administrativo” e outras maldades criadas para furtar os direitos dos policiais?

  11. Se existiu o crime, bem, disseram que não. Mas que as referidas empresas de placas ficaram 15 anos mamando em uma licitação que era para durar apenas 2, isso aconteceu e com certeza teve muito “J” na parada pois caso contrário não duraria tanto tempo.
    Lembrando que continua a mesma coisa, as empresas são outras mas os donos os mesmos, e se continuam tem gente no “novo detran” levando um J.
    Aliás como disse o colega, cada um faz o que quer nas diretorias de topo. Vide estarem forçando o contribuinte pagar o laudo de vistoria para transferência dos veículos. As ciretrans estão PROIBIDAS de fazer vistoria, só valem os laudos. Será que alguém está ganhando um J com isso?
    Me ajudaaaaaaaa

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