Qual é o perfil do delegado de polícia que solapa a unidade e harmonia institucionais 31

Conheça os sete tipos de chefe que mais desmotivam os funcionários

Andrezza Czech
do UOL, em São Paulo

  • Um dos chefes que mais desanima funcionários é o mal-educado

    Um dos chefes que mais desanima funcionários é o mal-educado

Uma das principais funções de um bom chefe é fazer com que seus funcionários se sintam motivados. Mas, infelizmente, nem sempre isso acontece. “Alguns não estão preparados para assumir uma equipe. Tentam se autoafirmar impedindo que os funcionários cresçam e se fortalecem maltratando os subordinados”, afirma Ana Cristina Limongi-França, professora do departamento de administração da FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo), coordenadora da FIA-USP (Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo) e do Núcleo de Gestão da Qualidade de Vida no Trabalho. Veja, a seguir, quais os chefes que mais desmotivam a equipe e aprenda a lidar com eles.

O competidor

Em vez de estimular a equipe para que todos possam atingir melhores resultados, esse tipo de chefe tem pavor de ser superado e acaba assumindo uma postura de competidor. Segundo a professora Renata Magliocca, do Progep (Programa de Estudos em Gestão de Pessoas) da FIA-USP, muitos gestores têm medo de perder seu lugar e, com isso, acabam querendo todas as atenções para si. “É como se só ele pudesse aparecer. Se um funcionário deu uma ideia, ele a repassa para os superiores sem dar os créditos”, diz. Para a mestre em administração Daniela do Lago, professora de cursos de MBA da FGV (Fundação Getúlio Vargas), o bom chefe é aquele que faz todos avançarem. “Ele precisa entender que sua função é cooperar”, afirma. Para lidar com o chefe competidor, segundo Daniela, a melhor maneira é se mostrar parceiro dele. Dessa forma, ele tende a se sentir menos ameaçado.

O indeciso

Ele passa uma tarefa diferente a cada dez minutos e tudo é prioridade. De acordo com Daniela do Lago, isso é comum entre chefes que, por medo ou insegurança, não sabem dizer “não” a seus superiores. “Ele repassa o problema para seus subordinados”, diz. Para Renata Magliocca, nesse caso, o chefe deixa de exercer sua principal função: dizer à equipe o que é importante. Para lidar com o indeciso, exercite a paciência. Como você não pode mudá-lo, a saída é ser organizado e ter argumentos para negociar prazos. Para Daniela, se você souber quanto tempo leva para desempenhar cada tarefa, poderá dizer isso ao chefe e fazer com que ele diga o que é prioridade. “Provavelmente, ele já esqueceu que lhe pediu outras tarefas. Se você não souber negar e negociar prazos, é o seu trabalho que ficará comprometido”, afirma.

Thinkstock

O controlador

Você mal começou a executar a tarefa que lhe foi pedida e ele já vem perguntar sobre o andamento do trabalho. De tempos em tempos, mesmo longe do prazo de entrega, ele o interrompe para perguntar o que você está fazendo. E, em uma reunião com os superiores, faz questão de sempre estar presente. Chefes ansiosos e controladores desmotivam a equipe, segundo a professora Ana Cristina. “Esse comportamento revela despreparo e imaturidade. É alguém que não tem noção de liderança”, afirma. Daniela do Lago diz que para lidar com a cobrança excessiva, o segredo é conversar. “Pergunte quantos dias antes ele gostaria de checar o andamento do trabalho. Isso o deixará mais tranquilo e evitará cobranças o tempo todo”, diz.

O ausente

Você quase não o vê, não sabe o que ele espera e ele mal sabe qual é a sua função na empresa. Algo pode ser mais desmotivador do que isso? “É melhor um chefe chato, que pega no pé, a um chefe ausente”, diz a professora Ana Cristina Limongi-França. Para a mestre em administração Daniela do Lago, gestor deve estar sempre presente. “Ele precisa dar boas condições para que as pessoas trabalhem bem”, afirma. Para lidar com este tipo de gestor, segundo ela, a solução é bater à porta dele, pedir um retorno sobre seu desempenho e perguntar se há algo a mais que você possa executar. Isso deverá fazer com que ele tenha mais atenção com a equipe.

O crítico

Ele veta qualquer inovação, acha que tudo sempre dará errado e desmerece o que é diferente do que ele pensou. “Isso desmotiva. Ele deve considerar o que time tem a dizer”, diz Daniela do Lago. Segundo Renata Magliocca, o chefe pode agir dessa forma por ter medo de correr riscos ou por ser pessimista. “Ser avesso a inovações é um problema. Cada vez mais as empresas querem alguém capaz de trazer novidades”, afirma. Para contornar a situação, tenha paciência. Defenda suas ideias e pergunte o que ele acha que pode dar errado. Há, também, casos em que o chefe critica a equipe a ponto de falar mal dela para seus superiores. É o tipo que leva as glórias pelos acertos do time, mas culpa os funcionários por todos os erros. “A função do líder é corrigir e buscar a excelência. Se a equipe foi incompetente, a culpa é do chefe. Foi ele quem os escolheu”, diz Daniela. “Pontuar e celebrar os acertos também é importante. Não se pode agir como se a equipe não tivesse feito mais do que a obrigação”.

O insensível

Você está passando por uma enorme crise na vida pessoal e o chefe nem se esforça para compreender por que sua produtividade está prejudicada. Esse é o tipo de gestor que, por mais grave que seja o motivo, não vai deixá-lo sair um pouco mais cedo para resolver um problema. “O líder tem de ponderar. Um funcionário pode estar passando por um momento pessoal ruim, como um divórcio, por exemplo, e isso refletirá na produtividade”, afirma a professora da FGV Daniela do Lago. Nesse caso, resta conversar com o chefe, explicar toda a situação e torcer para que ele tenha um pouco de bom senso

O mal-educado

Quando o chefe dá ordens e distribui tarefas com grosseria, ironia ou menosprezo, não há quem tenha motivação para trabalhar. “Ele acaba afastando o time dele. As pessoas passam a ter medo de compartilhar qualquer coisa”, afirma Renata Magliocca. Para Ana Cristina Limongi-França, esse é um comportamento de chefes despreparados (e mal-educados, claro). “Ele pode ter sido instruído para agir assim ou repetir o que observou em seus próprios líderes. É perigoso, pois pode chegar a ser assédio moral”, diz. Para lidar com ele, segundo Daniela do Lago, mostre que você se sente desrespeitado. “Pergunte se é possível que ele não fale com você dessa forma. Se ele se recusar a mudar, você tem duas opções: aceitar a situação ou começar a buscar outro emprego”, diz. Denunciar o abuso do chefe no RH também é uma alternativa. Se a empresa for séria, investigará o caso sem que você perca seu emprego.

  1. 13/10/2015 14h35 – Atualizado em 13/10/2015 15h59
    Homem leva tiro na cabeça e PM registra morte como atropelamento

    Vigilante voltava do trabalho quando foi atingido em Sapopemba.
    Testemunhas dizem que PM atirou na vítima durante perseguição.

    O vigilante Alex de Morais, de 39 anos, foi morto na madrugada deste domingo (11) após ser atingido na cabeça por uma bala perdida em Sapopemba, na Zona Leste de São Paulo. Apesar de a morte ter ocorrido por causa de um ferimento de arma de fogo, os policiais militares que atenderam a ocorrência registraram o caso como atropelamento.
    Em nota, a Secretaria de Segurança informou que foi instaurado inquérito policial para apurar o caso. A Polícia Militar também instaurou Inquérito Policial Militar sobre o ocorrido.
    O caso ocorreu na Rua Edgar Pinto Cesar, por volta das 2h50, após a vítima seguir em direção a sua casa depois de sair do trabalho em uma casa noturna na Zona Oeste da capital paulista. O vigilante tinha acabado de descer do ônibus e andava em direção a sua casa quando foi atingido.
    A declaração de óbito diz que a vítima teve traumatismo crânioencefálico após ser atingida por um objeto perfurante contundente na cabeça. No entanto, os PMs contaram na delegacia que encontraram a vítima caída no chão e inconsciente após a passagem de uma motocicleta com dois homens em alta velocidade.
    Vizinhos ouviram o barulho de um tiro sendo disparado. Testemunhas relataram ao G1 que os policias perseguiam a motocicleta quando dispararam um tiro que teria atingido acidentalmente o vigilante. Na sequência, um dos policiais desesperado teria declarado que “fez besteira”, de acordo com o relato da vizinhança.
    A vítima foi encaminhada ao Hospital Santa Marcelina e morreu horas depois. A mãe da vítima, a aposentada Francelina Veiga de Morais, de 69 anos, contou ao G1 que o médico que atendeu seu filho no hospital disse que ele foi vítima de tiro na nuca e que não tinha nenhuma fratura no corpo ou sinal de atropelamento.

    Francelina conta que estava dormindo quando soube que o filho tinha sido atropelado. “O médico falou comigo que meu filho não foi atropelado e, sim, baleado. Ele falou que não quebrou um dedinho dele, não tinha nada, mas tinha um buraco na cabeça dele.”
    O boletim de ocorrência feito pelos PMs no 69º Distrito Policial (Teotônio Vilela) não mencionam o ferimento na cabeça da vítima. Inicialmente, o caso foi registrado como lesão corporal culposa (quando não há intenção) e fuga do local do acidente.
    Por esse motivo, a família voltou na delegacia e pediu a modificação no boletim de ocorrência. Como a solicitação não foi atendida, os familiares decidiram registrar o caso no 53º DP (Parque do Carmo) como morte suspeita.
    De acordo com Ariel de Castro Alves, coordenador estadual do movimento Nacional de Direitos Humanos, os policiais envolvidos na ocorrência podem ser investigados por homicídio e fraude processual, já que forneceram uma versão falsa sobre a causa da morte.
    Veja íntegra da nota da Polícia Militar:
    “A Polícia Militar informa que durante um acompanhamento policial a uma motocicleta, na madrugada de domingo (11), no bairro de Sapopemba, PMs localizaram uma pessoa ferida. A princípio, acreditaram que ela teria sido atropelada e acionaram o resgate, que a socorreu ao Hospital Santa Marcelina. O caso foi então apresentado no 69º Distrito Policial como lesão corporal culposa na direção de veículo automotor. Posteriormente, apareceram relatos de que a vítima havia sido baleada, fato confirmado na declaração de óbito. O delegado titular do 70º Distrito Policial, Luiz Eduardo de Aguiar Marturano, que assumiu o caso por ser responsável pela área onde ele ocorreu, informa que há inquérito instaurado. Ele aguarda o laudo do exame necroscópico que confirmará a causa da morte. A investigação segue em andamento. A PM também instaurou Inquérito Policial Militar para apuração dos fatos.”

    http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/10/homem-leva-tiro-na-cabeca-e-pm-registra-morte-como-atropelamento.html

  2. Ciclo Completo já começou !!!!! Na cidade onde trabalho os oficiais estão punindo os praças que apresentam ocorrência a PC sem antes consulta-los !!!!! ta uma maravilha …….

  3. Tinhamos um Divisionário que era 100% mal-educado e insensível, pisava e cospia em todos, mas veio a LC 144/05 que o aposentou. Um mês depois ele apareceu no departamento todo educado e bondoso, disparando elogios a todos. Falsidade ou livre do espírito da cadeira?

  4. Sandro disse:
    14/10/2015 ÀS 14:13
    Tinhamos um Divisionário que era 100% mal-educado e insensível, pisava e cospia em todos, mas veio a LC 144/05 que o aposentou. Um mês depois ele apareceu no departamento todo educado e bondoso, disparando elogios a todos. Falsidade ou livre do espírito da cadeira?

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    Credo, maldito apego, coisa feia, aposentar-se e voltar no lugar prá fazer o que?! Rever os amigos é que não é (na polícia ninguém é amigo de ninguém). Ehhhh cabecinhas pequenas, síndrome da cadeira (ou quem mexeu no meu queijo?). Enfim, eu hein! Aposentei hoje amanhã já esqueci de tudo..Não lembro nem por onde passei.

  5. Eu como Policial Civil do Estado de São Paulo, concordo plenamente que deverá ser extinta a Polícia Civil, pois não tem o menor cabimento de ainda existir com essa famigerada estrutura, é totalmente precária em relação a estrutura monstra da Polícia Militar. Que tenham o bônus e o ônus a Polícia Militar. Não quero me alongar nessa discussão, é perca de tempo, todos nós da Polícia Civil sabemos os motivos da relutância para a permanência da Polícia Civil em atividade, mesmo sem a menor condição querem manter as delegacias com as portas abertas, mesmo que seja enganando a sociedade, pois não tem a menor estrutura para atender a demanda, quiça cumprir com as atribuições de polícia judiciária, é uma verdadeira enxugadora de gelos, não corresponde com as necessidades da sociedade ! Estou dizendo essas palavras do fundo do meu coração, que assuma a PM, ela sim possui quadro de funcionários ociosos e com alto custo para o contribuinte, então que devolva em benefícios !

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