Reclamão injustiçado, preguiçoso , rebelde , insatisfeito com o salário , psicopata; qual é o perfil do policial-problema ? 23

Funcionários-problema prejudicam toda a equipe; conheça os cinco piores perfis e saiba como agir

Andrezza Czech
Do UOL, em São Paulo

  • Funcionários-problema podem reduzir a produtividade e a motivação de todos -e enlouquecer toda a equipe

    Funcionários-problema podem reduzir a produtividade e a motivação de todos -e enlouquecer toda a equipe

Você pode até acordar bem-humorado e chegar disposto ao trabalho, mas só de se lembrar que terá que passar no mínimo oito horas do seu dia ao lado daquele colega insuportável, perde a disposição. Essa é a ideia defendida pelos especialistas no mundo corporativo: quando há um funcionário-problema no grupo, todos são prejudicados –ou pior: contagiados. “Há uma tendência de contratação pela capacidade técnica, mas o comportamento dos funcionários gera reflexos positivos e negativos na equipe e na corporação”, diz Carlos Ferreira, diretor executivo da 4hunter, empresa especializada em recrutamento e gestão de carreira.

Segundo o diretor da consultoria JCI Acquisition, José Carlos Ignácio, os funcionários-problema podem reduzir a produtividade e a motivação de todos, e a equipe pode julgar mal o trabalho do chefe que não faz nada a respeito. “Cada funcionário espera que o gestor seja capaz de planejar, dividir e cobrar as tarefas”, diz ele. “Não há funcionário ruim, há má gestão”.

Para Ignácio, a existência desse tipo de profissional parte de um recrutamento malfeito, sem dinâmicas de grupo e entrevistas adequadas. Há algumas explicações para que ele aja dessa maneira. Entre elas o consultor cita divisão desproporcional do serviço, despreparo do indivíduo e da equipe para executá-lo, falta de orientação (o que deixa o funcionário sem saber o que é esperado dele), ou ainda falta de supervisão. Conheça cinco perfis de funcionário que prejudicam a equipe:

O reclamão injustiçado

Como age: é aquele que passa o dia se queixando de algo que está fazendo ou lamentando da vida difícil que leva no trabalho. Para ele, nada está bom. Ele sente que não é valorizado o bastante, não tem oportunidade para crescer, só tem tarefas burocráticas a realizar. Durante uma reunião, começa a se queixar –podendo por à prova a autoridade do chefe e desestabilizar a equipe. Depois, no café, ele reclama aos colegas que há algo errado, que a equipe não está crescendo…

Como prejudica a equipe: convivência gera influência, segundo o diretor da consultoria JCI Acquisition, José Carlos Ignácio. O reclamão mina aos poucos o rendimento da equipe, que começa a questionar a falta de atitude do chefe. “Ele reclama tanto com todos que as pessoas não conseguem mais se concentrar e produzir”, diz Carlos Ferreira, diretor-executivo da 4hunter, empresa especializada em recrutamento e gestão de carreira. Para Fábio Cunha, gerente da Michael Page, o funcionário-problema que se faz de vítima cria a imagem de que a empresa não valoriza os profissionais e, de tanto que repete o tema, isso pode acabar sendo considerado verdade pelos colegas.

O que fazer: para José Carlos Ignácio, esse tipo de funcionário deve ser chamado imediatamente pelo chefe para uma conversa exigindo uma mudança de postura. Se essa transformação não acontecer, é hora de ter uma atitude mais radical. “Uma pessoa de gênio muito difícil tem que entender que aquele lugar não é a casa dela. Quem vive reclamando pode não estar com um problema na empresa, mas na vida”, diz.

O preguiçoso

Como age: é aquele funcionário que enrola para entregar as tarefas e que sempre inventa uma desculpa para não cumprir os prazos. Ele promete muito, mas entrega pouco.

Como prejudica a equipe: o acomodado reduz a média de desempenho da equipe e gera ansiedade em todos. “Os colegas não vão dizer que ele não está entregando, mas comentam entre si que todos terão que fazer hora extra por causa dele, e isso gera uma tensão”, diz Carlos Ferreira, diretor executivo da 4hunter. Se esse funcionário não é repreendido pelo chefe por ter um resultado abaixo dos outros profissionais, a equipe deixa de ver a necessidade de produzir com empenho e motivação.

O que fazer: esse é o funcionário-problema de resolução mais fácil para o chefe, segundo Fábio Cunha, diretor de Recursos Humanos da Michael Page. Como ele não tem o mesmo desempenho que os demais, sua demissão é a mais simples de justificar. “É preciso expor os motivos do desligamento aos funcionários, dizendo que ele não entregava o resultado esperado”, diz Cunha.

O rebelde 

Como age: ele não aceita “feedback” ou não respeita as ordens e recomendações do chefe. Costuma agir assim ou porque colocaram outro em um cargo de chefia que ele esperava ocupar, ou por ter trabalhado em outro lugar e estar acostumado a ter maior independência.

Como prejudica a equipe: além de colocar todos em uma posição desconfortável ao desobedecer às ordens do chefe, ele tira a credibilidade do gestor. Além de deixar um clima péssimo no ambiente de trabalho.

O que fazer: esse é o funcionário-problema mais difícil de lidar, segundo Fábio Cunha, diretor de Recursos Humanos da Michael Page. “Se o chefe for demiti-lo, precisa mostrar para a equipe quais foram os motivos que o levaram a fazer isso, ou vai parecer algo pessoal. É bom contar com a ajuda do RH”, diz. Antes disso, é preciso ter sucessivas conversas para tentar eliminar o problema. Se a rebeldia desse funcionário começou quando você foi promovido no lugar dele e você não agir, vai passar a imagem de que não está preparado para o cargo.

Insatisfeito com o salário

Como age: de comportamento parecido com o do reclamão, mas com uma queixa mais específica: a de que ele não ganha bem. Tende a falar para os colegas que o salário não é suficiente para o tanto de atividades que ele executa e que em outros lugares há funcionários recebendo melhor.

Como prejudica a equipe: o insatisfeito com a remuneração pode influenciar os outros colegas, que até então estavam felizes na empresa. “O colega até podia achar que recebia um bom salário, mas de tanto ouvir as queixas do outro, começa a questionar se ele também não ganha mal. É um passo para que ele comece a procurar outros empregos”, diz Fábio Cunha, diretor de Recursos Humanos da Michael Page.

O que fazer: o problema é difícil de ser detectado. Afinal, dificilmente a reclamação será feita diretamente para o chefe. Se descobrir um insatisfeito com o salário na equipe, é preciso conversar e avaliar se ele realmente merece um aumento. Se além de ter um salário justo, ele ainda não tiver o desempenho esperado, é interessante contar com a ajuda do departamento de recursos humanos.

O psicopata corporativo

Como age: ele mente, toma crédito pelo trabalho alheio, espalha mentiras, faz fofocas frequentemente e até humilha os colegas sem sentir a menor culpa.

Como prejudica a equipe: mais do que sofrer com as mentiras e humilhações, os membros da equipe não se conformam com o fato de os psicopatas corporativos não serem desmascarados. Como costumam ser simpáticos e carismáticos com os chefes, a tarefa é difícil. E o superior deve ser muito atento para perceber quando um funcionário toma o crédito pelo trabalho alheio. “O gestor precisa ter proximidade com o trabalho de todos para perceber isso. Se só observar o resultado final, o mentiroso receberá a recompensa de um trabalho que não fez, o que vai desmotivar toda a equipe”, diz Fábio Cunha, da Michael Page.

O que fazer: esse funcionário exige uma atitude mais drástica: uma transferência ou demissão. “Tudo depende do trabalho de gestão. Um bom chefe não pode deixar que impere a falta de respeito”, diz o diretor da consultoria JCI Acquisition, José Carlos Ignácio.r.

Uma última chance
A demissão deve ser encarada como a última alternativa. O ideal é chamar o funcionário para uma conversa, assim o chefe pode dizer o que espera dele e ouvir as justificativas do subordinado. “Pode ser uma pessoa que sempre deu bons resultados e apenas está num mau momento. O que é melhor para a empresa? Contratar e treinar outro funcionário ou passar por esse momento com ele?”, pergunta Carlos Ferreira.

A conversa deve propor um acordo de expectativas, negociando prazos, postura e volume de trabalho. “É uma última chance”, diz José Carlos Ignácio. Se ele não melhorar ou se esforçar, é hora de pensar em uma transferência de departamento ou demissão.

Se o chefe não conseguir avaliar a razão para o funcionário ter esse comportamento, é importante pedir intervenção da área de recursos humanos da empresa. “Se assumir toda a responsabilidade sozinho, o gestor pode ser leviano ou tomar uma atitude drástica, quando o problema pode ser apenas uma falta de alinhamento de ideias”, diz Fábio Cunha, diretor de recursos humanos da Michael Page, empresa de consultoria especializada em recrutamento.

  1. Os Delegados estão felizes do jeito que ai está, ganham quase dois salários com os acúmulos de titularidades, basta olhar o diário oficial que lá está as páginas noticiando a infinidade de doutores(as) quem cobre quem em férias ou licença prêmio, é uma verdadeira festança bem distribuída para não haver brigas entre eles(as), já os demais policiais civis que se explodam e ficam peregrinando para achar a digna autoridade para assinar o expediente ! Esta ótimo para os Delegados, eles não querem nem melzinho na chupeta desse jeito, querem é mais e mais $$$$ no fim do mês !

    Aqui no interior é praxe a presença de servidores das prefeituras fazendo os trabalhos de Polícia Civil, mas agora ficou mais requintado com a presença de grandes quantidades de universitários que são contratados na condição de estagiários e eles fazem de tudo nas delegacias dando a falsa impressão de que o quadro de servidores estadual é ótimo, mas é só enganação e os delegados apoiam integralmente essa degradação na instituição. O ciclo completo da PM é uma das respostas aos desleixos que á anos se perpetua na Polícia Civil, agora a água vai bater na bundha !

  2. é inacreditável neste momento jogar os holofotes

    em mais uma fumaça

    de o ser humano policial ser o problema . . .

    NÃO BRINQUE COM ISTO . . .

    o problema é um só

    o partido do krymy pçç$$$$$$$db, reizinho e asseclas . .

    se a coisa desandou. pelo amor de Deus

    não joguem o problema em cima das vitimas

    seres humanos policiais abandonados, sugado e executados . .

    não somos nada disto . . .

    não são os policiais que carregam a segurança pública nas costas

    que são o problema . .

    o problema tem nome e todos sabem qual é . . .

  3. policiais do istadu de sun palu

    prestem atenção o problema são vcs . . .

    vcs são problema . .vejam . .

    http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/10/ex-juiz-da-fazenda-de-sp-e-condenado-por-enriquecimento-ilicito.html

    sic . . .

    Henriques comprou, com dinheiro vivo e em dois anos, 40 imóveis, a maioria de alto padrão, nos bairros paulistanos de Vila Nova Conceição, Itaim Bibi e Moema. . .

    A CASA CAIU

    SE NÃO TEM HUMILDADE PARA CONSERTAR

    NÃO CAGA MAIS AINDA NA NOSSA CABEÇA . . .

  4. Demorou para queda desse pau mandado, esse não defeca mais em nossas cabeças.

  5. São os funcionários que vivem vidas luxuosas com o da recolha. ?

  6. Nossa, pelo que vi o policial psicopata corporativo foram os delegados com quem trabalhei e trabalho, ou pelo menos 90% deles.
    quer ver eles em toda carga na doença mental é quando tem reunião na Seccional. Jesus, a fogueira da vaidade é tão alta que chamusca a mão do Cristo redentor.
    Ali na reunião ninguém presta. É a maior aplicação de verdade sabida do mundo. O operacional nem sabe, mas está sendo acusado do que não fez e já é sentenciado. Depois o acusador quando o encontra ainda lhe cumprimenta cordialmente.
    Engraçado que quando não tem operacional para ser levado ao patíbulo, acusam-se mutuamente.

  7. agora é cultura de jornalista nova marie claire ???

    http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2015/04/08/conheca-os-sete-tipos-de-chefe-que-mais-desmotivam-os-funcionarios.htm

    não seria mais interessante mantermos o foco nesta desgraça de

    R$ 3.500,00 ???

    não seria mais interessante mantermos o foco nesta desgraça de

    R$ 3.500,00 ???

    não seria mais interessante mantermos o foco nesta desgraça de

    R$ 3.500,00 ???

    não seria mais interessante mantermos o foco nesta desgraça de

    R$ 3.500,00 ???

    ninguém deu a mínima para os fatos pós eleições 2014 e o atual cenário 2015 . .

    preparem-se pq 2016 . . . a coisa vira . . .

  8. tem uma coisinha muito interessante que passa ao largo

    destes focos midiáticos . . .

    uma unidade de investigação de excelência

    que atue em qualquer tipo de crime . . pós . . .

    deveria manter o foco nas 48 hs iniciais ininterruptas a partir da notícia informação . . .

    pq ???

    vc pode até não encontrar autoria nestas 48 hs

    mas a materialidade bem trabalhada, organizada e armazenada

    fica para sempre . . . .

    TEMOS ALGUMA COISA DISTO ??? para quem ???

    INVENTEI A RODA ???

    QUEM DEVERIA ESTAR PREOCUPADO COM ISTO ???

    ACABOU O QUE NUNCA EXISTIU ???

  9. Conheça os sete tipos de chefe que mais desmotivam os funcionários:

    Uma das principais funções de um bom chefe é fazer com que seus funcionários se sintam motivados. Mas, infelizmente, nem sempre isso acontece. “Alguns não estão preparados para assumir uma equipe. Tentam se autoafirmar impedindo que os funcionários cresçam e se fortalecem maltratando os subordinados”, afirma Ana Cristina Limongi-França, professora do departamento de administração da FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo), coordenadora da FIA-USP (Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo) e do Núcleo de Gestão da Qualidade de Vida no Trabalho. Veja, a seguir, quais os chefes que mais desmotivam a equipe e aprenda a lidar com eles.

    O competidor

    Em vez de estimular a equipe para que todos possam atingir melhores resultados, esse tipo de chefe tem pavor de ser superado e acaba assumindo uma postura de competidor. Segundo a professora Renata Magliocca, do Progep (Programa de Estudos em Gestão de Pessoas) da FIA-USP, muitos gestores têm medo de perder seu lugar e, com isso, acabam querendo todas as atenções para si. “É como se só ele pudesse aparecer. Se um funcionário deu uma ideia, ele a repassa para os superiores sem dar os créditos”, diz. Para a mestre em administração Daniela do Lago, professora de cursos de MBA da FGV (Fundação Getúlio Vargas), o bom chefe é aquele que faz todos avançarem. “Ele precisa entender que sua função é cooperar”, afirma. Para lidar com o chefe competidor, segundo Daniela, a melhor maneira é se mostrar parceiro dele. Dessa forma, ele tende a se sentir menos ameaçado.

    O indeciso

    Ele passa uma tarefa diferente a cada dez minutos e tudo é prioridade. De acordo com Daniela do Lago, isso é comum entre chefes que, por medo ou insegurança, não sabem dizer “não” a seus superiores. “Ele repassa o problema para seus subordinados”, diz. Para Renata Magliocca, nesse caso, o chefe deixa de exercer sua principal função: dizer à equipe o que é importante. Para lidar com o indeciso, exercite a paciência. Como você não pode mudá-lo, a saída é ser organizado e ter argumentos para negociar prazos. Para Daniela, se você souber quanto tempo leva para desempenhar cada tarefa, poderá dizer isso ao chefe e fazer com que ele diga o que é prioridade. “Provavelmente, ele já esqueceu que lhe pediu outras tarefas. Se você não souber negar e negociar prazos, é o seu trabalho que ficará comprometido”, afirma.

    O controlador

    Você mal começou a executar a tarefa que lhe foi pedida e ele já vem perguntar sobre o andamento do trabalho. De tempos em tempos, mesmo longe do prazo de entrega, ele o interrompe para perguntar o que você está fazendo. E, em uma reunião com os superiores, faz questão de sempre estar presente. Chefes ansiosos e controladores desmotivam a equipe, segundo a professora Ana Cristina. “Esse comportamento revela despreparo e imaturidade. É alguém que não tem noção de liderança”, afirma. Daniela do Lago diz que para lidar com a cobrança excessiva, o segredo é conversar. “Pergunte quantos dias antes ele gostaria de checar o andamento do trabalho. Isso o deixará mais tranquilo e evitará cobranças o tempo todo”.

    O ausente (ESTE GANHA MAIS NA POLÍCIA)

    Você quase não o vê, não sabe o que ele espera e ele mal sabe qual é a sua função na empresa. Algo pode ser mais desmotivador do que isso? “É melhor um chefe chato, que pega no pé, a um chefe ausente”, diz a professora Ana Cristina Limongi-França. Para a mestre em administração Daniela do Lago, gestor deve estar sempre presente. “Ele precisa dar boas condições para que as pessoas trabalhem bem”, afirma. Para lidar com este tipo de gestor, segundo ela, a solução é bater à porta dele, pedir um retorno sobre seu desempenho e perguntar se há algo a mais que você possa executar. Isso deverá fazer com que ele tenha mais atenção com a equipe.

    O crítico

    Ele veta qualquer inovação, acha que tudo sempre dará errado e desmerece o que é diferente do que ele pensou. “Isso desmotiva. Ele deve considerar o que time tem a dizer”, diz Daniela do Lago. Segundo Renata Magliocca, o chefe pode agir dessa forma por ter medo de correr riscos ou por ser pessimista. “Ser avesso a inovações é um problema. Cada vez mais as empresas querem alguém capaz de trazer novidades”, afirma. Para contornar a situação, tenha paciência. Defenda suas ideias e pergunte o que ele acha que pode dar errado. Há, também, casos em que o chefe critica a equipe a ponto de falar mal dela para seus superiores. É o tipo que leva as glórias pelos acertos do time, mas culpa os funcionários por todos os erros. “A função do líder é corrigir e buscar a excelência. Se a equipe foi incompetente, a culpa é do chefe. Foi ele quem os escolheu”, diz Daniela. “Pontuar e celebrar os acertos também é importante. Não se pode agir como se a equipe não tivesse feito mais do que a obrigação”.

    O insensível

    Você está passando por uma enorme crise na vida pessoal e o chefe nem se esforça para compreender por que sua produtividade está prejudicada. Esse é o tipo de gestor que, por mais grave que seja o motivo, não vai deixá-lo sair um pouco mais cedo para resolver um problema. “O líder tem de ponderar. Um funcionário pode estar passando por um momento pessoal ruim, como um divórcio, por exemplo, e isso refletirá na produtividade”, afirma a professora da FGV Daniela do Lago. Nesse caso, resta conversar com o chefe, explicar toda a situação e torcer para que ele tenha um pouco de bom senso

    O mal-educado

    Quando o chefe dá ordens e distribui tarefas com grosseria, ironia ou menosprezo, não há quem tenha motivação para trabalhar. “Ele acaba afastando o time dele. As pessoas passam a ter medo de compartilhar qualquer coisa”, afirma Renata Magliocca. Para Ana Cristina Limongi-França, esse é um comportamento de chefes despreparados (e mal-educados, claro). “Ele pode ter sido instruído para agir assim ou repetir o que observou em seus próprios líderes. É perigoso, pois pode chegar a ser assédio moral”, diz. Para lidar com ele, segundo Daniela do Lago, mostre que você se sente desrespeitado. “Pergunte se é possível que ele não fale com você dessa forma. Se ele se recusar a mudar, você tem duas opções: aceitar a situação ou começar a buscar outro emprego”, diz. Denunciar o abuso do chefe no RH também é uma alternativa. Se a empresa for séria, investigará o caso sem que você perca seu emprego.

  10. CHUMBO TROCADO NÃO DÓI……KKK

    A VERDADE É QUE ………………………………………………………………………………………………………………………………………..

    “””EM CASA QUE FALTA O PÃO, TODO MUNDO GRITA, E NINGUÉM TEM RAZÃO”””””

  11. ESTE TEXTO ACIMA NÃO SE APLICA AO SERVIÇO POLICIAL, EMPRESAS NÃO SÃO COMO O SERVIÇO POLICIAL!

  12. Funcionários-problema prejudicam toda a equipe, então eu sou um, que fiquem com os melhores até que o telhado quebre!

  13. Eu até acreditava em dias melhores na Polícia Civil até que um dia , no ano de 2008 o SIPESP deflagrara uma greve na qual as propostas iam de encontro com os anseios de todos Policiais civis, parecia que realmente estávamos unidos em busca dos mesmos objetivos, até que findou a greve e o que vimos foi cada classe debandando e articulando benefícios isolados, apedrejando as outras carreiras, principalmente os Delegados, Investigadores e Escrivães, essas 03 carreiras estavam certas que se dariam bem monetariamente e que não precisava das demais carreiras, no entanto o que vimos foi mais uma rasteiras dos delegados nas carreiras de investigadores e escrivães, eles não quiseram se juntar, buscaram junto a associação dos delegados soluções sorrateiras na qual consistiam em aumentar o próprio salário, eles conseguiram algumas vantagens que jamais se agregará á aposentadorias, mas conseguiram algumas migalhas, assim as outras duas carreiras voltaram a realidade e desolação, se sentiram traídos, ainda quiseram lutar para obter algumas vantagens, mas foi um fracasso total, obtiveram apenas o famigerado N.U. que não significara quase nada monetariamente, foi apenas stutus . Moral da história ” é melhor, todos unidos, comerem deliciosos bolos do que desunidos e comer mherda sozinhos”. Colhemos o que plantamos, assim fecha a história do egoísmo na Polícia Civil Paulista ! Tenham todos uma boa tarde !

  14. ESSE BLOG TA PARECENDO LIVRO DE AUTO-AJUDA. COMO RESOLVER ESSE TIPO DE PROBLEMA? BONDE OU LICENÇA MEDICA.

  15. EU SOU FUNCIONÁRIO PROBLEMA. VAI A LISTA: 2 TENTATIVAS DE SUICÍDIO, ESPANCAMENTO DE PRESOS, AFRONTA A SUPERIORES, ABUSO DE PSICOTRÓPICOS(VAI DE RIVOTRIL, PASSANDO POR ODOL, FUMARATO, PONDERA), SÍNDROME DE BURNOUT, TEI (TRANSTORNO EXPLOSIVO INTERMITENTE), AFASTAMENTO MEDICO DIVERSOS, PROBLEMA NOS RINS(JÁ OPEREI OS DOIS), PRESSÃO ALTA, OBESIDADE DEVIDO AO ABUSO DE MEDICAMENTO, PROBLEMA DE CORAÇÃO ENTRE OUTROS. ME RENDEU ALGUNS PROCESSOS E MUITO DINHEIRO PARA ADVOGADOS.TÁ BOM, OU JÁ DEU? SERÁ QUE VALE A PENA TUDO ISSO.

  16. É bem por aí!
    Os Delegados se aproveitaram das reivindicações dos Escrivães e investigadores a respeito do NU, para na hora do acerto com o Governo passarem o Rapa….
    É verdade teta?
    Verdade!

  17. A grande questão é discutir como esse policial que começou com um ideal se tornou este fardo para a polícia que ele mesmo
    jurou defender.
    Quando a cara entra pensa que isto aqui é sério. Começa prendendo ladrão, fazendo parte de serviço e o cacete a quatro.
    Olha para o chefe e acredita que tem apoio. O dono da policia, o de gravata, – pensa ele -, estamos juntos. Passe-se os
    anos, o que era para estar junto lhe põe uma berinjela nos fundilhos. Depois de 2008 estou fora.
    Sou o insatisfeito com o salário, porque seguro uma delegacia todas as noites e finais de semana, e não recebo nada mais
    por isso.

  18. Boa noite!

    Senhoras e Senhores.

    Certa vez um repórter comentou como deveria ser um policial. Mas não querendo ser parcial ou leviano, este mesmo repórter resolve prestar um concurso para sentir na peopria pele

  19. Continuando… sentir na própria pele estes arrazoados..

    Bem! Depois de tudo, ao que parece este repórter se calou…

    Interessante!

    Porque este profissional não faz o mesmo?

    Caronte

Os comentários estão desativados.