ENCENAÇÃO…PM – igual ao PT – tenta se limpar e faz pose de vítima: Corregedoria da polícia vê ação de organização criminosa dentro da PM 29

 ENCENAÇÃO 

O relatório encaminhado à Justiça Militar pede a prisão dos sargentos Aquiles Rodolfo Coelho de Oliveira e Cristiano Gonçalves Machado e do soldado Luiz Fernando de Andrade

AE

Publicação: 20/10/2015

Ao investigar a suspeita de participação de policiais militares em uma chacina, em Carapicuíba, na Grande São Paulo, que deixou quatro mortos em 19 de setembro, a Corregedoria da PM chegou a uma conclusão: existe uma organização criminosa montada dentro da corporação que vem praticando vários crimes na região. O jornal O Estado de S. Paulo teve acesso ao relatório da Corregedoria com exclusividade. Quatro PMs estão presos.
O relatório encaminhado à Justiça Militar é assinado pelo capitão Rodrigo Elias da Silva. Nele, o oficial pede a prisão dos sargentos Aquiles Rodolfo Coelho de Oliveira e Cristiano Gonçalves Machado e do soldado Luiz Fernando de Andrade, todos do 33º Batalhão.
Segundo as investigações, minutos depois da chacina, os PMs chegaram e mudaram a posição dos corpos. Um vídeo gravado por moradores da região, e exibido pela TV Globo, mostra que as vítimas foram mortas com o rosto voltado para o chão e com as mãos entrelaçadas na nuca. O vídeo mostra a chegada de uma viatura com os policiais. Nas fotos feitas pelos peritos, que chegaram mais de uma hora depois, as vítimas estão em posições diferentes. Para a Corregedoria, os suspeitos modificaram a cena do crime.
Os três PMs, em depoimento, negaram as acusações. Os mortos trabalhavam como entregadores em uma pizzaria e não tinham passagens na polícia. O capitão Rodrigo Elias da Silva afirma que “os crimes foram praticados por organização criminosa” que, segundo as investigações, se juntou para matar supostos responsáveis por roubar a bolsa da mulher do soldado Douglas Gomes Medeiros, que foi preso dias depois da chacina por ter sido reconhecido como um dos atiradores.
Na Corregedoria da PM, uma testemunha disse que as vítimas praticavam assaltos na região e o soldado Medeiros jurou vingança depois que a mulher foi roubada. A testemunha contou também que, logo depois dos assassinatos, PMs lhe disseram: “É, escapou, hein, mas vai morrer mais um monte…”.
O capitão da Corregedoria concluiu que “há um grupo organizado com clara intenção de praticar crimes em Carapicuíba”. “Observamos uma clara divisão de tarefas (executores, acobertamento e dissimulação de local de crime) entre os autores do delito e policiais militares.” E acrescentou que “há elementos nestes autos que denotam unidade de desígnios dos militares em serviço com o militar do Estado de folga para a prática dos homicídios”. O secretário da Segurança Pública, Alexandre de Moraes, em recente entrevista, negou a existência de grupos de extermínio ou de organizações criminosas na Polícia Militar. “Existem pessoas que matam”, afirmou.
Governo
Em nota, a Secretaria da Segurança informou que “os termos utilizados pela Corregedoria da PM apenas repetem a tipicidade penal” e Moraes mantém as declarações dadas anteriormente. O caso está em segredo de Justiça.
Execuções
Em menos de três meses, 20 policiais militares foram presos por suspeita de envolvimento em duas chacinas e duas execuções. Nos quatro casos, 26 pessoas foram assassinadas. Além da chacina de Carapicuíba, em 19 de setembro, com quatro mortos e quatro PMs presos, policiais militares são os principais suspeitos de participar da maior chacina da história, que deixou 19 mortos e 5 feridos, em Osasco e em Barueri, na Grande São Paulo. O crime aconteceu em 13 de agosto. Seis policiais e um guarda-civil estão presos. Outros dois PMs que eram investigados acabaram presos em flagrante por porte de arma e munição irregulares, durante a operação do último dia 8.
Em 7 de setembro, dois jovens suspeitos de roubar uma moto foram perseguidos e mortos por PMs do 16.º e 23.º Batalhão, no Butantã, na zona oeste. Fernando Henrique da Silva foi preso e jogado de cima de um telhado. Depois, foi morto com dois tiros. Já Paulo Henrique de Oliveira foi algemado e dominado na rua. Depois, foi executado. Seis PMs foram denunciados e permanecem detidos. Um vai responder em liberdade. Ontem, a Justiça Militar decretou a prisão de dois PMs suspeitos de matar o vigilante Alex de Morais, de 39 anos, em Sapopemba, na zona leste. No começo, os policiais registraram o caso como atropelamento

  1. Dr Guerra! O senhor poderia criar um tópico sobre a intolerancia que o movimento negro vem discursando nos ultimos tempos, querendo criar ódio entre as pessoas, colocando pretos contra brancos e vice-versa? É uma assunto polêmico que a sociedade deveria acordar e ficar atenta para não cair nesses discursos de ódio apregoado por esses ditos movimentos de minoria.
    Olhem o discurso de ódio que essa mulher negra fez dentro de uma sala de aula na USP de Ribeirão Preto. Ela cometeu injúria qualificada generalizando todos os brancos como racistas.

  2. A Mama Africa é uma Madrasta cruel aos seus. Note a filha do Ditador Presidente da Uganda é a mulher mais rica do mundo, e veja como a africa trata os cidadãos.

  3. MEU DEUS,

    PARABÉNS AO RELATO DESSE OFICIAL ENVIADO A JUSTIÇA.

  4. Dr Guerra, desculpe postar fora do contexto do post, mas é por uma causa nobre:

    Rede Globo e Dráuzio Varella se vendem ao Lobby nojento e orquestrado das indústrias químicas e farmacêuticas
    Boicote realizado pela emissora quanto a potencialidade de cura da substância fosfoetanolamina sintética.
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    Publicado por Nadir Tarabori – 1 dia atrás
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    Em rede nacional, a Rede Globo patrocinou no programa FANTÁSTICO deste último de 18 de outubro, com a colaboração do médico oncologista Dráuzio Varella o linchamento da substância fosfoetanolamina sintética, indicada como possível medicamento para o combate de células cancerígenas, fazendo o jogo podre da indústria química e farmacêutica.
    Vamos entender a polêmica

    Estudada desde o início dos anos 90, a fosfoetanolamina (ou fosfoamina) sintética era entregue gratuitamente no campus da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos, mas, em 2014, uma portaria determinou que as substâncias experimentais deveriam ter todos os registros necessários antes que fossem disponibilizadas à população.

    A droga chegou a ser fornecida gratuitamente pela USP de São Carlos, entretanto por portaria a Universidade proibiu a distribuição e o pedido de registro junto à ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

    Com isso, as cápsulas, que não têm a licença da Anvisa, começaram a ser distribuídas somente mediante decisão judicial. Pacientes com câncer obtiveram liminares estipulando a entrega, porém uma decisao do Tribunal de Justiça de São Paulo passou a suspender as autorizações.

    No entanto, O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu uma medida cautelar suspendendo a decisao do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) que impedia o fornecimento da fosfoetanolamina sintética para uma paciente com câncer do Rio de Janeiro. Publicado nesta quinta-feira (8), o parecer abre precedentes para que outras pessoas consigam as cápsulas produzidas em São Carlos (SP), mas não é definitivo e ainda pode ser revisto.

    Na decisão favorável do ministro Edson Fachin (STF), que em seu parecer apontou também que a ausência de registro junto à Anvisa não implica em lesão à ordem pública e é um assunto pendente no STF.
    Outras esferas

    Pesquisadores detentores da patente da fosfoetanolamina (ou fosfoamina) sintética se reuniram com o senador Ivo Cassol (PP-RO) e os deputados estaduais Roberto Massafera (PSDB-SP) e Rodrigo Moraes (PSC-SP) para discutir a apresentação da substância em uma audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT).

    Em sessão extraordinária da CCT foi definido que serão convidados para a audiência os pesquisadores e também Jarbas Barbosa da Silva Júnior, diretor presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e Meiruse Sousa Freitas, superintendente de medicamentos e produtos biológicos da agência.

    Em âmbito estadual, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou que iria avaliar o caso e o gabinete do deputado Rodrigo Moraes (PSC-SP) informou que foi marcada uma reunião com Nalini para pedir a revisão das suspensões.

    Um dia do Supremo Tribunal Federal (STF) permitir para uma portadora de câncer da cidade do Rio de Janeiro, o uso da substância, o site do TJ-SP publicou em 09/10/2015 a decisão de Nalini em liberar o produto.

    O presidente do TJ – SP salienta ainda que “é de responsabilidade da USP e da Fazenda do Estado paulista assegurar a constância do processo de pesquisa e marketing, avisando aos interessados e pacientes da droga, que inexistem registros oficiais da eficácia da substância”.

    Concomitantemente, Nalini diz que fosfoetanolamina não possui registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como fármaco e que até mesmo a USP informou que o consumo da substância ocorre “por conta e risco dos pacientes”, mas apesar de tudo isto, não se podem deixar de perceber os testemunhos de pacientes que dizem ter melhorado nos seus quadros clínicos.”

    Por outro lado, diante do cenário político conturbado e da crise de moralidade pelos quais atravessam os órgãos públicos regulamentadores do Brasil, a Anvisa não tem sido unanimidade diante da opinião pública nacional no que diz respeito a morosidade dos processos, interesses econômicos conflitantes, entre outros possíveis desvios de cidadania.

    A partir de 13/10/2015 os pacientes com liminares judiciais poderão rumar a São Carlos para buscar o medicamento, o que deve estimular a apresentação de outras liminares para a obtenção do remédio. Enfim, se torna notório que o voltar atrás de Nalini, ecoou nas redes sociais, tanto que Augusta Moyses detentora de liminar para conseguir o remédio, publicou que tudo o que está acontecendo, “trata-se de uma vitória da união e da esperança” por dias melhores.
    Procedimento

    Para seguir as normas da ANVISA é necessário ainda concluir as três fases requeridas pela agência, mas que por má vontade, e falta de interesse do Governo, da própria Agência e da USP não lhe são dispostos os meios necessários. Ele diz que estuda a possibilidade de produzir o medicamento em outro país, porque nas suas palavras: “Beneficiar pessoas não é por bandeira. A humanidade precisa de alguém que faça alguma coisa para curar os seus males”.

    Pacientes que usam a droga, familiares e advogados, afirmam que a substância, ainda que experimental, tem resultados eficazes no combate à doença. Eles relatam casos de cura e vêm apelando à Justiça para obter a droga, já que sem o registro junto à Anvisa não pode ser produzida e comercializada. Sua produção mesmo em baixa escala não alcança meros R$ 0,10.

    Valor tão irrisório, que leva todos os interessados a questionar a que ponto não são os grandes Laboratórios e seu lobby os responsáveis por tanto descaso da parte do Governo e das Agências e Instituições.

    A polêmica está lançada e as discussões na internet proliferam.

    A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde, emitiu parecer dizendo que a substância fosfoetanolamina sintética poderia vir a ser um importante medicamento utilizado para combate ao câncer, mas de acordo com o pesquisador Salvador Neto do Departamento de Química da USP, para que as pesquisas, os estudos e a produção da droga avançassem seria necessário ceder a patente a própria Fiocruz. E se não fosse aprovada, tal cessão impediria por completo o desenvolvimento das pesquisas e sua possível produção.

    O mecanismo pelo qual a substância funciona é extremamente simples: mata a maioria dos tipos de células cancerosas causando-lhes autodestruição sem afetar tecidos normais.

    No mundo de hoje, essas drogas não atraem facilmente financiamento. A grande indústria da farmácia não está exatamente ignorando a substância e nem suprimindo sua pesquisa; apenas não está ajudando.

    O desenvolvimento de drogas é basicamente um grande negócio, e investir na droga sem patente simplesmente não é um bom negócio, porque não haverá lucro. Em um mundo onde a droga para câncer Avastin – patenteada pela empresa farmacêutica Genentech/Roche – custa aos pacientes cerca de 80.000 dólares por ano sem nenhuma comprovação de que prolonga a vida, não ha espaço para a fosfoetanolamina.

    Segundo farmacologistas, as empresas farmacêuticas são como outras empresas que fabricam produtos que devem ser vendidos com lucro. Apenas um em cada 10.000 compostos estudados por pesquisadores acaba se tornando uma droga aprovada.

    Para chegar à fase de aprovação, os medicamentos devem ser submetidos a 7 a 10 anos de testes, com um custo total médio de 500 milhões de dólares, o que pode ser em vão se a droga não receber aprovação de instituições reguladoras. E mesmo se isso ocorrer, apenas 3 de cada 20 drogas aprovadas geram lucros suficientes para cobrir seus custos de desenvolvimento.

    O lucro é o incentivo para o risco que a empresa corre. E seria quase impossível lucrar em uma droga como a fosfoetanolamina. Se ela for mesmo eficaz, então será uma droga ridiculamente barata. Segundo especialistas, a falta de patenteabilidade está desempenhando um papel na falta de investigação.

    Ai reside a torpeza das indústrias químicas e farmacêuticas, promovendo lobbys para barrar o desenvolvimento e o estudo de drogas que não proporcionarão lucro.

    Não bastasse essa prática asquerosa e nojenta, uma das maiores empresas de mídia televisiva mundial _ a Rede Globo de Televisão – se une a baixeza do boicote promovendo matérias em rede nacional, com forte apelo emocional, buscando ridiculizar o poderes potenciais da substância.

    O que causa mais nojo ainda é a aderência de um médico que se tornou astro de televisão – Dr. Dráuzio Varella – e, sem qualquer autoridade nega uma possível incidência de cura., negando suas potenciais qualidades e com veemência afirma tratar-se de um engodo.

    É lamentável este tipo de postura tanto das agências reguladoras, das industrias químicas e da Rede Globo com auxílio de seu artista médico, boicotarem o que pode ser a esperança de cura através de uma droga acessível a todos.

    NÃO OBSTANTE, ACREDITAMOS QUE UM DIA O CÂNCER SERÁ APENAS MAIS UM SIGNO.

    Nadir Tarabori

    Matéria teve como fonte inúmeras notícias mescladas do portal G1 com acréscimo de conclusões pessoais.
    Nadir Tarabori

    Nadir Tarabori

    Formado pela Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie – Membro Efetivo da Comissão de Segurança Pública da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção São Paulo – Mestrado em Ciências Penais pela Université Paris – Panthéon – Sorbone.

  5. kkkkkkkkk sempre falando da PM kkkkkkkkkkk estou achando que está faltando assunto na Polícia Civil de São Paulo kkkkkk, ou será que a PM incomoda mesmo?

  6. AAAAAA a corró, a mesma que mandou prender os mikes da ocorrência do vigia, com o argumento de que “induziram os médicos e o delegado ao erro”, sendo que quem deveria constatar o tiro eram os médicos que atenderam no local, e mesmo sendo provado que o tiro foi de 380, atribuiram a morte a eles, sabe se lá porquê. Na minha época, na corró era metade gente boa, metade fdp, hoje só tem fdp e ladrão

  7. Senhor “Acorda Brasil”

    O que mais se ouve neste video é “porra e caralho”(sic)…..é sala de faculdade?

  8. Salvo melhor juízo no vídeo a aluna faz referência a alguma coisa que escreveram no banheiro?!
    Dando a entender que alguém escreveu algo contra as cotas e os negros, 1m 57 s.
    Dependendo do que foi escrito eu também iria falar uma montão.
    Recentemente a jornalista Maria Júlia Coutinho, jornalista da TV Globo, foi vítima de racismo e injúria racial, e em horário nobre respondeu a altura e ninguém falou que a jornalista era radical, penso que aluna teve os seus motivos.

  9. Boa noite!

    Senhoras e Senhores.

    Daqui a pouco vão dizer que são:

    Quadrilheiros, ladrões de caixa eletrônico, segurança de biqueira, segurança de Hotel de curta duração, segurança de boate, é tudo armação.

    Tudo mentira gente!

    Caronte.

  10. @ Acorda sociedade!: Aonde é que eu agradeço a ”leitora de privadas” por tudo que sou e tenho hoje?

    @ Flit: E a encenação do tio Geraldo, coloca-se aonde?

    Tudo que Sabemos Até Agora sobre os Sigilos da Gestão de Geraldo Alckmin

    Para quem olha de fora, pode parecer novidade, mas os sigilos especiais decretados pelo Governo do Estado de São Paulo acontecem há um bom tempo – embora, só agora que parte da imprensa resolveu testar os limites da Lei de Acesso à Informação de dados relacionados à administração do Estado, todos estejam embasbacados com uma prática tão espalhada e aprofundada junto aos órgãos mais sensíveis relacionados a recentes escândalos (Sabesp, metrô, polícia) que isso parece até fruto de teoria da conspiração.

    Tudo começou quando a Folha de S. Paulo descobriu que havia um sigilo de 25 anos imposto sobre diversos dados relacionados às obras do metrô e dos trens em São Paulo. Um dos assuntos mais sensíveis politicamente para o Governo do Estado, o metrô sofre com atrasos constantes nas obras já em andamento, com uma média pífia de alguns quilômetros sendo construídos por ano. Os dados colocados em sigilo ultrassecreto em 2014, no meio das investigações sobre um cartel formado pelas empresas que realizam obras nas linhas de metrô e trens, incluem estudos de viabilidade e relatórios de obras e projetos – ou seja, exatamente os dados que poderiam indicar a origem dos tais atrasos e suspensões.

    A revelação acabou gerando uma corrida na imprensa em busca de mais decretos de sigilos realizados pelo Governo do Estado, e acabou-se descobrindo uma série de pedidos realizados nos últimos anos para restringir o acesso público a informações de inúmeros órgãos estaduais. Em 2013, a Polícia Militar publicou 26 decretos, tornando ultrassecretos 87 documentos que incluem manuais de conduta, treinamento, dados financeiros e administrativos, além da distribuição dos efetivos. Outro pacote de sigilos, relacionados à administração penitenciária, restringe por 100 anos dados como processos de internação no regime disciplinar diferenciado, ações contra o crime organizado e também dados pessoais do secretário de segurança e de outros funcionários da pasta.

    Além disso, a Sabesp, outro órgão sob severo escrutínio graças à aparentemente inesgotável crise hídrica da região metropolitana da capital, fechou em maio deste ano o acesso a documentos que mostravam a gestão administrativa e a distribuição de saneamento pelo Estado.

    Cada um desses decretos veio acompanhado de um número assustador de anos em que tais dados ficariam sob sigilo – os dados penitenciários deveriam, em tese, ficar inacessíveis por 100 anos, por exemplo. Nem os dados sobre o envolvimento de criminosos nazistas com a CIA após a Segunda Guerra ficaram restritos por tanto tempo.

    De acordo com o jurista e professor de Direito Constitucional da Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Flávio de Leão Bastos, o acesso à informação é um direito garantido pela Constituição Federal de 1988, enquanto a regra a ser aplicada é sempre a transparência e o sigilo, exceção.

    “São três casos que validam a não concessão de informações: informações pessoais da vida privada, que envolvem a privacidade e a intimidade de uma pessoa. Nesse caso, só ela ou terceiros em casos especiais podem solicitar informações. O segundo caso vem de restrições impostas já por outras leis: [por] exemplo, sigilo bancário e sigilo fiscal. A terceira são aquelas informações consideradas sigilosas pelo Estado”, explica o jurista.

    Quanto às informações consideradas sigilosas pelo Estado, é aí que se encontra a justificativa da gestão Alckmin para restringir o acesso a qualquer cidadão de informações de instituições que possam colocar em xeque sua administração em São Paulo. Bastos elenca que a restrição só poderá ser concedida se as informações colocassem em risco a segurança da sociedade (risco à vida e à saúde das pessoas) e as informações que possam prejudicar a soberania, os serviços de inteligência e a segurança do próprio Estado.

    “O critério é ter uma informação constante de documento público que, se revelada, colocará a sociedade e o Estado em risco. Por exemplo, sair uma lista de quais são as armas compradas pelas Forças Armadas, o local de armazenamento de artefatos bélicos.”

    Os critérios de sigilo estão elencados na Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527): 5 anos para documentos reservados, 15 anos para documentos secretos, 25 anos para documentos ultrassecretos e 100 anos para informações pessoais que dizem respeito à vida privada e à intimidade da pessoa. E a aplicação se dá a todos os entes federativos (União, Estado, Municípios e Distrito Federal), os Três Poderes (Executivo, Judiciário e Legislativo), assim como as autarquias, os órgãos públicos e até instituições sem fins lucrativos que recebam subsídios estatais.

    No caso da gestão Alckmin, os sigilos, que foram revogados após a repercussão na imprensa, representam uma afronta grave aos direitos constitucionais. Inclusive no tocante à questão do sigilo de 100 anos para documentos dos presídios, “um prazo proibido pela Constituição”, de acordo com o jurista. “Esse tipo de informação não pode ser sigilosa, porque ela envolve a aplicação do princípio republicano da transparência. República, nesse conceito, significa ‘coisa de todos’.”

    O que levou o governo Alckmin a decretar esses amplos sigilos? Segundo o sociólogo e professor da Escola de Sociologia e Política Marcos Floriano, a intenção é “blindar as instituições do Estado que provavelmente podem causar mais fissuras à sua candidatura [à Presidência da República]”. “Tenho a impressão de que isso parece uma postura típica de outro período histórico, no qual o sigilo era fundamental à segurança do Estado. Isso parece uma ditadura”, complementa o sociólogo.

    Para Floriano, esse surto de sigilos recém-descobertos, que remonta a 2013, foi uma “aposta” do governo, que “contava que isso não ia ser muito divulgado ou comentado pela imprensa. O que pegar, pegou”. A questão é que a manobra parece ter encontrado um entrave na própria imprensa, normalmente acusada de leniência para com o governador, criando um forte eco na opinião pública.

    A pressão social, aliada às ações do Ministério Público Estadual, fez Alckmin recuar no processo de classificação indiscriminada de documentos. Mesmo com a revogação dos sigilos, o Ministério Público já se posicionou dizendo que os atos da gestão ainda são passíveis de punição por violarem o acesso à informação.

    O novo decreto publicado na sexta-feira (16) estabelece a proibição da delegação de subordinados da cúpula para estabelecer os sigilos de informações públicas. Agora, os secretários estaduais, assim como o procurador geral, irão reavaliar todos os pedidos de acesso a documentos que foram negados anteriormente.

    “A democracia exige transparência, e me parece que o governo revisitou um passado sombrio nesses atos. Tudo depende agora da pressão social em torno da exigência da transparência”, frisa Floriano.

    Vale lembrar que qualquer questionamento de informações sigilosas pode ser realizado por qualquer cidadão, inclusive pessoas jurídicas. O cidadão, de acordo com Bastos, pode até mesmo questionar a classificação de uma informação sigilosa.

    “Se você pensar no tocante às disponibilizações de informações dos municípios e estados, ninguém fornece nada e ninguém cobra isso também. Isso explica, em parte, as questões dos desvios e da corrupção”, afirma.

    ©2015 VICE Media LLC

  11. o problema do brasil esta nas leis frágeis do CPB….

    hoje em dia , qualquer zé ruela da uma de bandido…..
    muitos dão uma de trabalhador de dia …
    mas as vezes fazem um biquinho pra ganhar uma nota….

  12. A SOCIEDADE BRASILEIRA ESTA PODRE DE CIVISMO E MORAL….

    raciocinem comigo…..

    se tem politicos… empresarios…. medicos…. engenheiros…advogados… magistrados……
    policiais civis e militares…… aprontando a torto e a direita.

    então qual a dificuldade, de um pedreiro. pintor. motorista. zelador… vigia…. pessoas com menos grau de escolaridade
    e ganhando um menor salário… partirem para o lado facil de ganhar a vida ??????????????????????

    somente com uma reforma do CPB com penas rígidas para parar com esta multidão de foras da lei…………..

  13. BRASIL = RUMO AO BANDITISMO GERAL….

    DO JEITO QUE ESTAMOS INDO , DAQUI A ALGUNS anos não teremos mais ninguem que seja honesto.

    seremos um pais composto de 100% de bandidos e foras da LEI….

  14. C.A.
    Sim, é uma sala de aula de Direito da USP de Ribeirão Preto.
    Essa mulher invadiu a sala de aula em conjunto de outros membros do dito movimento negro e passaram a proferir esse discurso de ódio generalizado.
    O povo precisa acordar pro real intento que está por trás desses movimentos.

  15. Sorte da negona não estar nos EUA seria queimada pela KUsk Klan despois fala que o Brasileiro é preconceituoso na raça é siam o precocento economico onde pobre não tem vez pois, seja qual cor sendo rico tá bonito casa até com loira de olhos azuis éa real

  16. Acorda Sociedade

    Essa mulher do video necessita de estudar mais antes de proferir tanta groselha.

    1º A escravidão nunca foi exclusiva de pessoas negras. (vide hebreus e etc)
    2º No Nordeste Africano (antigamente, não sei atualmente) tribos Africanas escravizaram Eslavos por séculos. (parece piada mas não é, brancos escravos de negros)
    3º Os traficantes de escravos eram em sua grande maioria negros.
    Etc…

    Como é que o Povo branco (como intitula essa senhora) deve até a alma para eles? Discussão que dura até hoje e pelo jeito vai durar seculos se não milênios.

    Essa mulher está sendo uma Hitler Negra Fascista e Nazista. Além de que, parece-me, que esta senhora que esta ”vociferando verdades” estudou no colégio Pentágono (colégio de Boy) além de possuir varias viagens ao exterior por lazer e não estudos ou outras coisas.

    Duvido muito que essa senhora fale por todos. O pior é ela entrar na sala de aula de havainas (nem para manter um certo Decoro), apontar o dedo na cara de todos (sem educação mesmo apesar de estudar em escola de Boy), as outras duas ficarem de braços cruzados encarando os alunos da sala de aula(kkkk intimando com carinha brava) e ainda de quebra vociferando que ali todos estão quietinhos por estarem sendo complacentes com a situação que ela descreve (totalmente sem noção mesmo).

    Baita discurso de ódio, ela tem mais é que se foder… Sentar o cú na cadeira e estudar. Joaquim Barbosa e muitos outros não precisaram de cotas e etc, assim como muitos outros. Ela só bota sua incompetência própria em discurso de ódio, lamentavelmente colocando negros contra brancos em um pais de miscigenados.

  17. Anonimo em Furia!
    Concordo plenamente com vc. O que está por trás desses movimentos negros é o mais declarado ódio a pessoas brancas.
    Isso precisa ser desmascarado pela sociedade.

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