Bancada da bala e da tortura intimida Tribunal de Justiça: ou livram o sargento torturador ou abandonam a segurança dos desembargadores 29

Três deputados federais  entraram  na disputa entre Polícia Militar e Polícia Civil de São Paulo , desencadeada com a prisão em flagrante delito do sargento Charles Otaga, acusado de torturar um assaltante para que confessasse o roubo de 60 reais de uma loja de sapatos de Itaquera.

O sargento foi preso por um delegado de polícia; a prisão foi ratificada e convertida em prisão preventiva por Juiz de Direito da Capital.

O policial militar – segundo o magistrado – agiu com requintes de crueldade contra preso dominado e indefeso.

As sevícias foram praticadas nos órgãos genitais, inclusive!

Absurdamente, os deputados Major Olímpio (PDT), Eduardo Bolsonaro (PSC) e Major Rocha (PSDB-AC) foram na tarde desta quinta (22) até o Quartel do Comando Geral da PM, na Luz, e depois levaram o pedido de habeas corpus do sargento ao Tribunal de Justiça.

Os três querem a soltura do sargento e, assim, uma vitória política na briga entre PM e Civil.

Para eles foi tudo armação do delegado; por ódio à PM e retaliação ao “full circle “.

O argumento da PM para os desembargadores é irrecusável.

Mas desnecessário,  é notória a simpatia da presidência do TJ-SP pelas causas da família policial- militar.

  1. Mas, vem cá!!!!!! Que merda é essa? O chuchu manda ou não na meganha? Se isso for verdade quem precisa de impeachment é esse pilantra!!!!!! O estado mais rico do pais virou uma republica de banana. Acho que só não deram um golpe porque a tucalha compra todo mundo, e paga para a imprensa empurrar para debaixo do tapete. E ainda querem governar o país. Tamo fu!!!!!

  2. É BRINCADEIRA, TEM UMA PORRADA DE LADRÃO NAS RUAS PINTANDO E BORDANDO, MATANDO POLICIAIS E PAIS DE FAMÍLIA EM UM PAÍS QUE OS INCENTIVA, HAJA VISTA A IMPUNIDADE QUE POR AQUI IMPERA, CÓDIGO PENAL ULTRAPASSADO, MÍDIA HIPÓCRITA, DIREITO DOS MANO, ENFIM TODOS CONTRA NÓS E QUEM É PRESO É O POLICIAL MILITAR, QUE NÃO ESTAVA OCIOSO, AO CONTRARIO ESTAVA TRABALHANDO, DANDO PREJUÍZO PRA BANDIDAGEM E SATISFAÇÃO A SOCIEDADE DENTRO DA LEI, QUE PAGA IMPOSTOS COM ESTE INTUITO TER O MINIMO DE SEGURANÇA. O MALA ESTAVA COM OS TRÊS INGREDIENTES DO CRIME: A ARMA, O PRODUTO DO ROUBO E O RECONHECIMENTO POR PARTE DA VITIMA, ORAS A OCORRÊNCIA JÁ ESTÁ REDONDA!! FRITAR O SARGENTO PRA QUE, ME AJUDA AI… AGORA UMA COISA ELE CONSEGUIU UNIU MAIS DO QUE NUNCA OFICIAIS E PRAÇAS. CICLO COMPLETO JÁ. CELERIDADE NO ATENDIMENTO AO CIDADÃO.

  3. Ronaldo TOVANI:

    Restam-me várias dúvidas, acerca desse episódio, a começar pela seguinte: uma vez tida como “ilegal” a mencionada prisão, não teria sido OBRIGAÇÃO FUNCIONAL do respectivo CFP – Comando Força de Patrulha (função legal atribuível aos Tenentes, e, em casos comprovadamente excepcionais, aos Subtenentes PM) -, ao invés de anuir com o encaminhamento do Sargento preso ao Presídio militar, tê-lo liberado, de volta para o serviço, normalmente, esperando a reação do Delegado Raphael Zanon?

    Todos daquela plateia que direta ou indiretamente corroboraram com o ato administrativo (prisão em flagrante delito) interpretado e efetivado pelo identificado Delegado, não se tornariam “condescendentes criminosos”?

    Muitas outras dúvidas ainda me remanescem, sobre esse episódio, e vos adianto das razões, tomando por parâmetro a arbitrariedade da qual fui vítima, em 01/11/07, dentro do quartel do CPA/M-6 (Comando das Patifarias Abafadas), por conivência do 10º BPM/M (o pior dos balcões de negócios que já pude encontrar, dentro da PM). Em resumo: o então “cocomandante” desse balcão (além de muita merda ele sempre aparentava ter drogas ilícitas na cabeça), Tenente-coronel PM Francisco Rissi Filho (do capeta) foi ao quartel daquele CPA, pretextando “fiscalizar meu fardamento”. Ora, considerando que no comando daquele Policiamento de Área estava o outro BANDIDO FARDADO, “cocoronel” – que só fazia cagada! – Cláudio Antônio Rissoto, obviamente que NENHUM dos seus 06 (SEIS) Tenentes-coronéis (das subordinadas UOPs) poderia imiscuir em quaisquer assuntos da intrínseca atribuição daquele CPA – nem por conflito positivo de competência -, sob pena de flagrante quebra da hierarquia e da disciplina militares.

    Resultado: durante a tal “fiscalização”, o identificado intruso (obviamente como integrante do conchavo no qual foi premeditada aquela “pegadinha”) pôs-se a gritar, feito desesperado, desafiando-me a que eu respondesse o que eu era, insistentemente, aos berros. Limitei-me a responder que era Capitão, Chefe da Seção de Logística daquele CPA. Vencido pela insistência e, percebendo que não me abalaria na estabilidade emocional – pretexto do qual ele precisava para me prender em “flagrante delito” -, ele, já visivelmente descontrolado, continuando a gritar, mandou-me sumir daquela sala (por absoluta “coincidência” era a do então Capitão PM Marcos Makoto Noda – êta japonezinho safado!). Como ironia friamente calculada, propus-lhe um “acordo”: disse-lhe que eu não sumiria, porque aquele era o meu local de trabalho. Apenas prometi que me retiraria, normalmente (seguindo a recomendação do Almirante Tamandaré, como estratégia de recuo). Ainda mais descontrolado, ele agarrou-me pelo braço, quando eu já estava fora da mencionada sala, mais precisamente no saguão contíguo, ameaçando-me, novamente, de me prender em flagrante delito (isso já o havia prometido, caso eu não sumisse da mencionada sala).

    Dias depois, um colega meu (Capitão PM cuja identificação prefiro preservar) fez-me uma pergunta que até hoje me inquieta:

    “Valdir, por que você não prendeu aquele safado, cheirador de pó, em flagrante delito, já que ele estava errado, na hora errada, no quartel errado, avocando ato administrativo errado”?

    De fato, além de estar no local errado, o Chefe de Estado-Maior daquele CPA era o MAIS ANTIGO Tenente-coronel de toda a Polícia Militar: Jairo Bonifácio (morador da Baixada Santista).

    Dr. Ronaldo Tovani: será que prevariquei – acreditando no sistema -, esperando que o intruso “cheirador de pó” seria punido por aquela inédita, injusta e arbitrária peripécia ou imediatamente submetido a tratamento psiquiátrico?

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