PM fuzilou covardemente agentes penitenciários 119

Senti que ia morrer, diz agente baleado 6 vezes por PM após abordagem

Vítima diz que ele e colega, que morreu na ação, não puderam se defender.
PM alega que ambos são suspeitos de furto e atiraram contra policiais.

Do G1 Ribeirão e Franca

O agente penitenciário Lúcio Flávio de França, de 35 anos, baleado por policiais militares em uma suposta troca de tiros durante uma abordagem em São Carlos (SP) negou que ele e o companheiro de trabalho, Edson Honório Ferreira, de 46 anos, morto na ação, tenham atirado contra os PMs.

O sobrevivente disse que ambos faziam um bico como segurança e foram confundidos por suspeitos de furto. Já a Polícia Militar informou que a viatura chegou ao local, no bairro Jardim Embaré, para atender a ocorrência, foi recebida a tiros pelos agentes e revidou.

“Eu senti que ia morrer. Ele não pegou a nossa funcional, pegou somente o armamento e trouxe para a viatura dele, e começou a cochichar entre todos os policiais. Então, naquele momento, eu pensei ‘é o fim mesmo’. E foi o que aconteceu, ele descarregou a metralhadora na gente”, afirmou.

Internado em um hospital em Ribeirão Preto(SP), França contou que, apesar de ter se apresentado como agente penitenciário, ao ser abordado pelos PMs, o sargento Marcos de Souza pegou os revólveres dele e de Ferreira, e atirou contra os dois.

O sargento da PM foi indiciado por homicídio e tentativa de homicídio. Segundo a Polícia Civil, ele confessou ter efetuado o disparo que matou Ferreira. Souza também foi afastado do policiamento ostensivo e está realizando serviços administrativos internamente, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP/SP).

O agente penitenciário Edson Honório Ferreira foi morto em setembro (Foto: Reprodução/ EPTV)

Agente penitenciário Edson Honório Ferreira foi morto em abordagem da PM (Foto: Reprodução/ EPTV)

Sem defesa
O caso ocorreu na madrugada do dia 6 de setembro. Segundo registro da PM, Ferreira e França foram abordados próximos a uma empresa de materiais de construção no Jardim Embaré, após denúncia anônima de furto. Ainda de acordo com a PM, Ferreira desceu do carro atirando, foi alvejado e morto.

França nega a versão, afirmando que em nenhum momento ele e o companheiro atiraram contra os policiais militares ou tiveram chance de se defender. O agente contou que os dois faziam bico como seguranças para uma empresa de telefonia e foram abordados no momento em que pararam o carro para ele urinar.

“Eu estava fora do carro e chegou a viatura só com o farol ligado, sem o giroflex aceso. Quando chegou na gente (sic), ela acendeu o giroflex e chegou outra viatura. Nesse momento aconteceu tudo: pediu para o meu parceiro descer, ele desceu, a gente se identificou como homem do estado, o que a gente fazia, onde estava o armamento e foi esse desfecho”, afirmou.

Saveiro usada pelos agentes penitenciários foi apreendida (Foto: Reprodução/EPTV)
Saveiro usada pelos agentes penitenciários foi apreendida (Foto: Reprodução/EPTV)

O agente disse ainda que explicou aos PMs que as carteiras de identificação funcional dele e de Ferreira estavam dentro do carro, mas os policiais não pegaram os documentos, apenas os revólveres calibre 38 que portavam.

“Um dos policiais foi até a nossa Saveiro, pegou o armamento nosso, levou para a viatura deles e, diante desse fato, eu acho que o sargento pegou a metralhadora e falou ‘pode correr porque vocês vão morrer’ e disparou, descarregou a metralhadora na gente”, relembrou.

Ferreira morreu no local. França foi atingido por seis tiros, foi internado na Santa Casa de São Carlos e depois transferido para um hospital em Ribeirão, cidade onde a família reside. O agente contou que sobreviveu porque se fingiu de morto.

“Eu escutei só o atirador falando que a adrenalina dele estava muito alta e mandou chamar o resgate. Eu não estou com medo porque quem fez essa lambança já está preso. Estou tranquilo, só penso na minha recuperação”, disse.

Investigação
A SSP/SP informou que um inquérito policial militar também foi instaurado para apurar o caso. “A investigação segue coletando provas para esclarecer a ocorrência e não serão passadas mais informações para não atrapalhar os trabalhos policiais”, comunicou a pasta nota nesta quarta-feira (28).

  1. Concordo plenamente esquecem os PM estao querendo tirar nossa atencao, vamos cobrar os Sindicatos! !!!Cade o reajuste salarial de 2015 ???Cade auxilio alimentacao ???TEMOS FAMILIA TODAS AS CLASSES TRABALHISTAS TIVERAM REAJUSTE APESAR DS CRISE E NOS NADA !!!!

  2. SR. “cade reajuste”. ME AJUDE AÍ Ó !, PERGUNTO ? AINDA EXISTE AQUELA “FIGURA” DENOMINADA D.G., E MAIS AINDA EXISTE ESSE DENOMINADO SECRETÁRIO. POIS, S,M,J, AI É QUE ESTÁ TODA PROBLEMÁTICA. VOCÊ NÃO SABIA, QUE CERTOS SINDICATOS E ASSOCIAÇÕES EM SEUS SAITES, SÓ SE PRESTAM A PROMOVEREM CAMPEONATOS DE FUTEBOL, ROMARIAS, ANÚNCIOS CONTUMAZES DE PLANOS DE SAÚDES E OUTROS !. É POR ESTE E OUTROS MOTIVOS QUE EU DIGO, AÍ QUE SAUDADES DE OUTROS TEMPOS ” VOLTA BLAZEK, E TAMBÉM VOLTA TONINHO MALVADEZA”. RAPAZ ! NÓS ERAMOS FELIZES E NÃO SABÍAMOS. MAIS UMA VEZ ME AJUDE AÍ Ó !…

  3. Senhores Policiais Civis e Militares, por favor, não desviem a atenção, o foco é o reajuste zero de 2015. Como todos sabem, menos o Governador do Estado de São Paulo- General Geraldo Alckimim do PSDB: os preços dos alimentos e custo de vida em geral sofreram reajustes durante o ano de 2015, logo podemos concluir que perdemos o poder aquisitivo, mas o governador se nega a repassar em forma de reposição salarial obrigatória, pior que todos nós e sindicatos sabemos perfeitamente que estamos sendo penalizados e consequentemente nossos filhos e esposas mais ainda. Será que não já passou do momento de cobrarmos o governador ? ele não se manifesta espontaneamente! nem mesmo os sindicatos se manifestam ? porque será? ou estamos ganhando bem ? Alguém tem alguma informação sobre nossa situação?

  4. A cada duas horas, três furtos são registrados em Ribeirão Preto
    Ocorrências crescem de agosto para setembro e punições brandas estimulam as ações criminosas
    13h41 | 03/11/2015
    Jornal A Cidade / Micaela Lepera
    Matheus Urenha / A Cidade
    A empresária Sirlene Aparecida de Oliveira teve o salão furtado em outubro (foto: Matheus Urenha / A Cidade)
    A cada duas horas, três casos de furto são registrados em Ribeirão Preto, de acordo com os dados divulgados mensalmente pela SSP-SP (Secretaria da Segurança Pública de São Paulo). Nas 6.552 horas compreendidas entre os meses de janeiro a setembro deste ano, 9.432 furtos foram contabilizados na cidade.
    O salão de beleza da empresária Sirlene Aparecida de Oliveira, 35 anos, foi furtado no último dia 28.
    Por volta das 14h30, uma mulher entrou no estabelecimento dizendo que queria fazer as unhas e foi informada de que a manicure não estava. Enquanto esperava pela manicure, a mulher se sentou e começou a mexer nos alicates de cutícula, batons, adesivos para unha e esmaltes expostos no salão.
    Sirlene disse à mulher que a manicure iria demorar e sugeriu que ela voltasse mais tarde. “Quando ela estava indo embora, vi que alguns esmaltes tinham sumido. Chamei a polícia”, relata a proprietária. A suspeita do furto, Sinderleia dos Santos Romão, 38 anos, foi presa em flagrante na Vila Virgínia, zona Oeste, após furtar um celular em outro salão.
    Depois da ocorrência, Sirlene vai instalar câmeras de segurança e contratar um vigilante para o período da noite. “Ficamos abertos até as 21h. Morro de medo de acontecer alguma coisa.”
    A residência do empresário Marco Aurélio Ribeiro de Freitas, 34 anos, também foi alvo de ladrões. Ao chegar em casa, Marco Aurélio percebeu que a porta estava encostada, e não trancada. “Não tinha nenhum sinal de arrombamento. Como a casa é alugada, imagino que alguém tirou cópia das chaves quando estavam na imobiliária antes de eu me mudar.”
    Os bandidos levaram três televisores, uma câmera digital, um secador de cabelo, um tablet, um videogame, um aparelho de barbear, roupas e aproximadamente R$ 300 em dinheiro.
    “Eu tinha seguro e já pagava um vigia para tomar conta da minha casa, mas agora troquei o miolo das fechaduras e vou instalar câmeras, alarme e sensores”, afirma.
    Punições brandas estimulam crime
    A pena para o crime de furto é de 1 a 4 anos de reclusão e para o crime de furto qualificado é de 2 a 8 anos de reclusão. “É um dos crimes que tem menor punição”, observa Luís Flávio Sapori, membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
    A receptação, crime que está diretamente ligado ao furto, é outro delito cuja punição é demasiadamente branda, conforme Sapori. Quem adquire, recebe, transporta, conduz ou oculta coisa que sabe ser produto de crime pode ficar de 1 a 4 anos preso. Se a receptação é qualificada, a pessoa recebe pena de 3 a 8 anos de reclusão. “Isso desestimula a polícia a agir com mais força contra a receptação”, comenta.
    Sapori destaca, ainda, que o próprio cidadão alimenta a cadeia criminosa ao comprar um produto sem nota fiscal. “A receptação está muito relacionada ao comércio ambulante. Ao comprar um produto furtado, a pessoa também está cometendo um crime.”
    Descrença leva cidadãos a não relatar furtos
    Para o sociólogo Luís Flávio Sapori, ex-secretário adjunto de Segurança Pública do Estado de Minas Gerais, o crime de furto está altamente relacionado à baixa capacidade preventiva da polícia. “A baixa presença ostensiva da Polícia Militar é um dos elementos que explicam esses números”, afirma.
    Outro fator que contribui para o aumento dos casos de furtos, segundo Sapori, é a falta de investigação desse tipo de delito por parte da Polícia Civil. “Diante de crimes considerados mais graves, como homicídios e latrocínios, a Polícia Civil deixa de investigar os furtos e isso faz com que as pessoas desacreditem no poder da polícia”, ressalta.
    A descrença na polícia ainda leva os cidadãos a não registrarem boletins de ocorrência, lembra o sociólogo. “Quase 70% da população não registra o furto por considerar que o produto furtado é de pequeno valor e que a polícia não vai recuperar os bens furtados”, aponta.

  5. 3/11/2015 às 00h15
    6 PMs acusados de matar estudante de 18 anos com lança-perfume são julgados em São Paulo
    Após o crime, todos os réus foram promovidos de patente na Polícia Militar paulista
    R7 Página Inicial
    André Caramante, da TV Record
    O estudante Marcos Paulo Lopes de Souza tinha 18 anos. Ele morreu em 2008 e seis PMs são acusados de matá-lo após obrigá-lo a beber lança-perfume
    Pela terceira vez em sete anos, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo tentará promover nesta terça-feira (03/11) o julgamento dos seis policiais militares acusados pelo Ministério Público, Corregedoria da PM e Polícia Civil de terem matado um jovem de 18 anos ao obrigá-lo a beber lança-perfume.
    O julgamento dos seis PMs, de acordo com a juíza Liza Livingston, está marcado para começar às 12h30 desta terça-feira, no 4º Tribunal do Júri, no Fórum Criminal da Barra Funda, zona oeste de São Paulo.
    Em março de 2012 e em julho deste ano, o julgamento dos PMs Carlos Dias Malheiro, 43 anos, Jorge Pereira dos Santos, 49, Rafael Vieira Júnior, 34, Edmar Luiz da Silva Marte, 33, Rogério Monteiro da Silva, 33, e Cláudio Bonifazi Neto, 36, foi adiado porque testemunhas não compareceram.
    Desde a morte do estudante Marcos Paulo Lopes de Souza, na madrugada de 10 de novembro de 2008, na Cohab (Conjunto Habitacional) José Bonifácio, região de Itaquera, zona leste de São Paulo, todos os PMs réus no processo pela morte do jovem foram promovidos de cargo na PM.
    Carlos Malheiro subiu do posto de tenente para o de capitão, Jorge Santos foi de 3º para 1º sargento, Rafael Júnior, Edmar Marte, Rogério Silva e Cláudio Neto eram soldados e foram promovidos a cabo. Todos continuam trabalhando normalmente nas ruas de São Paulo.
    Em outubro deste ano, o cabo Cláudio Bonifazi Neto também passou a ser investigado pela Polícia Civil e pela Corregedoria da PM sob a suspeita de participar de uma sessão de tortura contra um homem preso por roubo.
    O episódio terminou com a prisão em flagrante do sargento Charles Ogata, 41 anos, companheiro de trabalho do cabo Cláudio Neto, e acirrou uma disputa entre integrantes das polícias Civil e Militar no Estado de SP.
    Segundo Afonso de Carvalho Oliveira Trudes, 23 anos, o homem preso pela equipe dos dois PMs, o sargento Ogata utilizou uma faca entregue a ele pelo cabo Cláudio Neto para ameaçá-lo de morte. Trudes também afirmou à Polícia Civil que o sargento Ogata lhe deu choques pelo corpo.
    A morte de Marcos Paulo
    O estudante Marcos Paulo e um amigo, J.R.L., à época com 19 anos, cheiravam lança-perfume, por volta das 23h30 de 9 de novembro de 2008, quando foram abordados pelo grupo de policiais militares que patrulhavam a região da Cohab José Bonifácio.
    Em seus depoimentos à Corregedoria da PM e à Polícia Civil, J. disse que os PMs questionavam ele e Marcos Paulo para saber se os dois eram traficantes. Marcos e J. negaram envolvimento com o tráfico de drogas, mas admitiram que haviam acabo de cheirar lança-perfume e que tinham uma pequena porção de maconha para fumar.
    Marcos Paulo e um amigo foram abordados por PMs, na zona leste de SP
    Depois que J. e Marcos Paulo admitiram o uso do lança-perfume, um dos PMs, narrou J. aos investigadores, obrigou os dois rapazes a comer a porção de maconha que estaria no bolso de Marcos Paulo. Outro militar buscou frascos da droga, todos enrolados em uma meia, os abriu e mandou que ele e Marcos Paulo ingerissem a droga.
    Os dois jovens se recusaram a beber o lança-perfume e pediram para serem presos pelos militares, mas um dos PMs teria dito, segundo J.: “Vocês acham mesmo que queremos levar alguém preso? Se não beber, vão morrer”. Na sequência, um PM bateu com uma arma no peito dos dois jovens. Com a ameaça, J. e Marcos Paulo beberam o lança-perfume.
    J. disse ter conseguido cuspir parte do lança-perfume, mas o amigo Marcos Paulo começou a passar mal logo após a ingestão da droga. J. contou aos investigadores que um dos PMs ameaçava seu amigo: “Se vomitar vai ter que ter que lamber”.
    Enquanto Marcos Paulo tentava evitar o vômito, ele e o amigo J. foram atingidos por um jato de gás de pimenta no rosto e os militares mandaram que os dois jovens saíssem correndo.
    Marcos Paulo ainda deixou seu documento na mão de um dos PMs e, ao ser alertado pelo militar, voltou para buscá-lo. Instantes depois de pegar o documento, o estudante caiu na calçada, convulsionando. Levado para um hospital, Marcos Paulo morreu.
    Composto por éter, cloreto de etila, clorofórmio e essência perfumada, o lança-perfume é uma droga usada por jovens que buscam sensação de entorpecimento. Caso ingerido, como Promotoria, Corregedoria da PM e Polícia Civil acreditam que aconteceu com Marcos Paulo, o lança-perfume pode acelerar a frequência cardíaca e, somado a um grande esforço físico, como correr, seus efeitos são potencializados .
    A abordagem de Marcos Paulo e J. aconteceu perto do 103º DP (Itaquera/Cohab José Bonifácio), a mesma delegacia que, em 20 de outubro deste ano, foi cercada por PMs quando o sargento Ogata foi preso por tortura e o cabo Cláudio Neto passou a ser investigado sob a suspeita de tê-lo ajudado.
    Uma testemunha que deverá ser ouvida no julgamento desta terça-feira viu quando Marcos Paulo e J. foram abordados pelos PMs. Ela viu quando Marcos Paulo corria pela rua, em desespero, e gritava que os militares haviam o obrigado a beber lança-perfume.
    Essa mesma testemunha foi ameaçada de morte por um dos PMs envolvidos na abordagem de Marcos Paulo e J. A ameaça aconteceu quando ela era levada pelo militar para ser ouvida no batalhão onde todos os réus pela morte do estudante trabalhavam à época.
    Para o promotor Fábio Rodrigues Goulart, foram os militares Rafael Júnior e Edmar Marte os responsáveis por obrigar Marcos Paulo e J. a ingerirem lança-perfume, isso depois de bater com suas armas no peito dos rapazes.
    O capitão Malheiro, de acordo com o promotor, foi quem lançou o jato de gás pimenta nos dois jovens, antes que ambos fossem obrigados a correr do local onde haviam sido abordados.
    “Os militares Carlos Dias Malheiro, Jorge Pereira dos Santos, Cláudio Bonifazi Neto e Rogério Monteiro da Silva que a tudo assistiam, nada fizeram para impedir a ação criminosa dos autores [Rafael Júnior e Edmar Marte], colegas de corporação, quando deviam e podiam agir para evitar os resultados criminosos acima descritos, sendo esta omissão penalmente relevante”, afirmou o promotor Goulart.
    “PMs me deram a mão”
    Horas depois da morte de Marcos Paulo, a mãe do rapaz, Leilamar Ribeiro Lopes, 45 anos, encontrou com dois dos seis PMs que deverão ser julgados hoje pela morte de seu filho.
    “Eles [o capitão Malheiro e o cabo Edmar Marte] me estenderam a mão e, ao me cumprimentar, se disseram sentidos pela morte do meu filho. Dá para acreditar em uma coisa dessas? Até então eu não sabia que eles estavam envolvidos na morte do meu filho”, disse a mãe de Marcos Paulo.
    Após o julgamento dos seis PMs ter sido adiado duas vezes, Leilamar se diz que sofre com a falta de conclusão para a morte do filho. “Eu só quero mesmo que eles sejam julgados. Se for para condenar ou não, que seja logo. Há sete anos, vivo com essa falta de esperança dentro de mim”.
    “Sei que as pessoas que participarão do julgamento têm medo porque eles são todos policiais militares, mas é preciso pensar que isso pode acontecer com a família de qualquer um amanhã”, afirmou a mãe.
    A reportagem procurou a defesa dos seis PMs réus pela morte de Marcos Paulo nesta segunda-feira (02/11), mas não obteve sucesso.
    Em seus depoimentos, os militares Rafael Júnior e Edmar Marte sempre negaram que obrigaram Marcos Paulo e J. a ingerir lança-perfume e a comer maconha. Os companheiros dos militares, Carlos Dias Malheiro, Jorge Pereira dos Santos, Rogério Monteiro da Silva e Cláudio Bonifazi Neto, também negam o crime contra os dois jovens.

  6. Presença das polícias não intimida os bandidos
    Ray / 03/11/2015
    Mesmo com reforço de viaturas do GOE e da Rota, dez pessoas foram vítimas de arrastão na Zona Oeste
    Após uma semana violenta, com pelo menos três arrastões, as ruas do Morumbi estão tomadas por agentes dos grupos de elite das polícias Militar e Civil, numa tentativa de conter a onda de roubos no bairro nobre da Zona Oeste de São Paulo.
    as a presença da Rota (PM) e do GOE (Grupo de Operações Especiais), da Polícia Civil, parece não intimidar a bandidagem. Em menos de 24 horas, entre a noite de domingo e o amanhecer de segunda-feira, 12 pessoas foram vítimas de ataques de ladrões nas ladeiras dos bairros.
    Todos os roubos ocorreram em vias onde os assaltantes já atuaram anteriormente. Na Rua Clementine Brenne, dez condutores foram vítimas do arrastão de domingo. Câmeras de segurança mostram três homens fazendo abordagens em dez carros.
    Mais tarde, às 22h, outro homem foi vítima de sequestro relâmpago. A filha dele, uma recém-nascida, também estava no veículo, recuperado depois.
    No domingo (11), a família de um aposentado de 55 anos também ficou nas mãos de um criminoso, que levou celulares, tablets, dinheiro e a carteira do motorista. No carro estavam três crianças e uma delas ficou com o revólver na cabeça por não querer entregar o tablet ao bandido. os criminosos ficaram rodando com as vítimas por dez minutos e, depois, liberaram todos.
    Três adolescentes são reconhecidos pelas vítimas
    Pelo menos sete das dez vítimas roubadas no arrastão de domingo na Rua Clementine Brenner reconheceram, por meio de fotos, três suspeitos. Até o fechamento desta edição, eles não haviam sido presos.
    Para os investigadores do 89 DP (Portal do Morumbi), os acusados são adolescentes, e dois deles já foram apreendidos em outra ocasião, por roubo, e soltos pela Justiça posteriormente.
    A Secretaria de Segurança Pública acredita que os menores atuaram também nos outros arrastões que vêm ocorrendo desde o último dia 25 de outubro.
    As demais vítimas também serão chamadas para fazer o reconhecimento por fotografias. Ontem, policiais militares e civis estavam na Favela Paraisópolis para tentar apreender os criminosos identificados.
    No domingo (1), policiais fizeram abordagens em entradas da Favela Paraisópolis, vizinha ao Morumbi. Mesmo com a grande operação, apenas dois suspeitos foram presos, por receptação, desde quarta-feira.
    Enquanto isso, moradores do bairro pedem socorro. “É preciso policiamento sempre”, disse o advogado Rodrigo Marenco, 39. “Isso tem de parar de qualquer jeito”, desabafou a costureira Iracilda Loyola, 58, que disse “quase” ter sido vítima de um arrastão há dois meses.
    Resposta da Secretaria
    A Secretaria de Segurança Pública afirmou que o policiamento na região do Morumbi foi reforçado com dois pelotões da Rota (Ronda Ostensiva Tobias de Aguiar), além de equipes do GOE (Grupo de Operações Especiais) e do Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos). A pasta ressaltou que as equipes trabalham em conjunto com o batalhão e a delegacia da área, e foi “adotado um policiamento mais ágil, utilizando motocicletas para flagrar criminosos”. A operação conta com o apoio dos helicópteros Águia, da PM, e Pelicano, da Polícia Civil. As imagens das câmeras de todas as câmeras do bairro serão solicitadas pelas autoridades para auxiliar no patrulhamento ostensivo e ajudar na identificação dos ladrões.

  7. Notícias Santos Nova sede da Polícia Militar será entregue até o final do mês
    Nova sede da Polícia Militar será entregue até o final do mês
    Batalhão de Ações Especiais mudará para prédio na Av. Ana Costa, ao lado do Corpo de Bombeiros; hoje, se localiza no 6º BPM/I
    José Claudio Pimentel
    02/11/2015 – 13:05 – Atualizado em 02/11/2015 – 13:20
    A princípio, Comando do Policiamento do Interior (CPI-6),
    lotado no Batalhão, no Canal 6, ocuparia imóvel
    Prédio, com 1,1 mil metros quadrados, ficou abandonado
    por oito anos, devido a problemas na construção
    O comando do Batalhão de Ações Especiais (Baep) da Polícia Militar na Baixada Santista mudará, definitivamente, para a nova sede no Gonzaga, em Santos, até o final deste mês. O prédio, abandonado por oito anos devido a problemas na construção, foi recuperado com o apoio da comunidade e está pronto para ser o quartel da tropa, a elite dos oficiais.
    Paralelamente, será entregue ao Estado o resultado da sindicância que apura as circunstâncias que ocasionaram, à época, a não conclusão do edifício. Com mais de 1,1 mil metros quadrados, ele foi planejado para abrigar, originalmente, o Comando do Policiamento do Interior (CPI-6), responsável pela região e o Vale do Ribeira, e que hoje está no Batalhão do Canal 6.
    A mobilização ocorreu depois que A Tribuna denunciou a precariedade do prédio, em maio deste ano. A Reportagem entrou no imóvel abandonado e encontrou um cenário de degradação e descaso com o dinheiro público: infiltração nas paredes, pisos de mármore quebrados, aparelhos de ar condicionado depredados e, ainda, documentos e registros de ocorrências no chão.
    A partir daí, ocorreu a autorização do Comando Geral da PM em São Paulo para que a corporação fizesse a ocupação. Definiu-se que o comando do Baep, instalado provisoriamente em salas do Batalhão, fosse transferido em definitivo para lá. O problema é que não havia condições operacionais e estruturais de a mudança ocorrer, já que o prédio exigia reforma.
    “Fomos atrás do apoio da comunidade para que tudo isso fosse rápido. Sensibilizamos e as empresas conseguiram nos ajudar a recuperar todo aquele espaço com o apoio de material e conhecimento. A mão de obra foi nossa”, explicou o comandante regional da PM, coronel Ricardo Ferreira de Jesus. O receio era ter que abrir licitação pública, o que protelaria todos os planos.
    Foram doados 810 litros de tintas, 800 sacos de cimento e mais de 60 metros cúbicos de areia, entre outros materiais. Houve a participação da Associação Comercial de Santos, além do Ciesp de Cubatão, Senai de Santos e das Associações de Engenheiros e Arquitetos da região. O coronel Ricardo estima que o valor que seria gasto para toda a recuperação ultrapasse o R$ 1 milhão.
    Sindicância
    A quantia é quase o dobro do total pago para que a RM Queiroz Construções construísse o prédio: R$ 659.573,41. A Polícia Militar alega que ele não foi finalizado e, por isso, não pode ser ocupado quando entregue, em 2010. Mais tarde, o tempo revelou outros problemas. “A laje não estava impermeabilizada e a drenagem da água escorria pelas paredes internas do prédio”, constatou o comandante regional.
    A alegação da construtora é que o Estado deve à empresa ao menos R$ 319 mil, referentes a obras civis, instalações elétricas, juros e correção monetária de 96 meses de paralisação, além de 20% da multa por rescisão contratual. O imbróglio se prolongou até este ano, quando o Ministério Público também passou a investigar o caso.
    A expectativa é que o coronel Ricardo de Jesus, que preside a sindicância, entregue-a ao Estado até o final de novembro. A partir daí, caberá à Fazenda e ao departamento Jurídico de São Paulo estabelecer o que será feito. “Se ele já estivesse ocupado, teríamos os problemas do mesmo jeito”, pondera o coronel.

  8. Concordo plenamente esquecem os PM estao querendo tirar nossa atencao, vamos cobrar os Sindicatos! !!!Cade o reajuste salarial de 2015 ???Cade auxilio alimentacao ???TEMOS FAMILIA TODAS AS CLASSES TRABALHISTAS TIVERAM REAJUSTE APESAR DS CRISE E NOS NADA !!!!

  9. Policial militar morre em troca de tiros com agentes da Polícia Federal no TO
    PM disse que os policiais federais não estavam caracterizados.
    Ocorrência aconteceu durante esta madrugada em Pindorama do TO.

    http://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2015/11/policial-militar-morre-em-troca-de-tiros-com-agentes-da-policia-federal-no.html

    Provando do próprio veneno!?
    Agora eles estão sentindo na pele o que é ser vítima do “atira primeiro, pergunta depois” .

  10. PESSOAL, GENTE !, ME AJUDEM AÍ Ó !, COMO DANTES S.M.J., ” É COBRA QUERENDO ENGOLIR COBRA”, OU SEJA É A SENHORITA QUERENDO METER UMA “P” NO CUNHA, É O CUNHA ” QUERENDO METER UMA “R” NO LULADRÃO, E VAI POR AÍ AFORA.. RESUMINDO ” TODOS SEM EXCEÇÃO FARINHA DO MESMO SACO”. E NÓS POLICIAIS MILITARES E CIVIS `0, 0,0% DE AUMENTO. E, ME AJUDEM Aí ó !…

  11. INCENTIVO PARA TRABALHAREM MAIS E MELHOR!

    VEJAM ESSE PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR DA DEFENSORIA

    APRESENTADO PELO D.P.G.

    DEFENSOR PÚBLICO-GERAL DO ESTADO

    DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO

    SGPDOC nº 66952/2015

    Ref.: Encaminhamento de anteprojeto de lei complementar à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo

    São Paulo, 23 de setembro de 2015.

    A Sua Excelência o Senhor

    FERNANDO CAPEZ

    Presidente da Assembleia Legislativa
    Avenida Pedro Álvares Cabral, nº 201

    CEP 04097-900 – São Paulo/SP

    Senhor Presidente,

    Cumprimentando cordialmente Vossa Excelência, tenho a honra de encaminhar à elevada deliberação dessa nobre Assembleia Legislativa, o incluso Projeto de Lei Complementar, acompanhado da respectiva justificativa, que objetiva a modificação das Leis Complementares nº 988, de 09 de janeiro de 2006, e nº 1.050, de 24 de junho de 2008, para a reposição inflacionária dos vencimentos dos Defensores e Servidores, bem como a fixação de data-base para fins de revisão dos vencimentos e proventos, criação de gratificações para os servidores do Subquadro de Apoio, além da possibilidade de que sejam instituídas funções de confiança.

    Solicito, outrossim, dada a relevância da matéria, que a tramitação do aludido projeto de lei se dê em caráter de urgência.

    Aproveitando o ensejo, apresento protestos de elevada estima e distinta consideração.

    RAFAEL VALLE VERNASCHI

    Defensor Público-Geral do Estado

    LEI COMPLEMENTAR Nº ___, de __ de ___________ de 2015

    Altera a Lei Complementar nº 988, de 9 de janeiro de 2006, quanto à revisão geral anual dos vencimentos do Defensor Público-Geral do Estado, e a Lei Complementar nº 1.050/08, quanto à reclassificação dos vencimentos dos integrantes do subquadro de apoio da Defensoria Pública, fixa data-base para fins de revisão dos vencimentos e proventos do seu quadro de servidores, possibilita a instituição de funções de confiança e dá outras providências.

    O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

    Artigo 1º – O artigo 9º das Disposições Transitórias da Lei Complementar nº 988, de 9 de janeiro de 2006, com a redação dada pela Lei nº 1.221, de 29 de novembro de 2013, passa a vigorar com a seguinte redação:

    “Artigo 9º – O valor dos vencimentos do Defensor Público-Geral do Estado, Referência 8, fica fixado em R$ 26.522,50 (vinte e seis mil, quinhentos e vinte e dois reais e cinquenta centavos) a título de revisão geral anual de que trata o inciso X do artigo 37 da Constituição Federal” (NR).

    Artigo 2º – Os valores dos vencimentos dos integrantes do Subquadro de Cargos de Apoio da Defensoria Pública do Estado (SQCA), a que se refere o artigo 12 da Lei Complementar nº 1.050, de 24 de junho de 2008, em decorrência de reclassificação, ficam fixados na conformidade do Anexo desta lei complementar.

    Artigo 3º – É fixada em 1° de março de cada ano a data-base para fins de revisão dos vencimentos e proventos do quadro de servidores públicos ativos e inativos da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, a título de revisão geral anual de que trata o inciso X do artigo 37 da Constituição Federal.

    Artigo 4º Por ato do Defensor Público-Geral poderão ser instituídas funções de confiança de Oficial Assistente I e Oficial Assistente II aos Oficiais de Defensoria com formação jurídica ou outra de nível superior.

    1. O exercício das funções de confiança de que trata o “caput” será retribuído por meio de Gratificação de Função, calculada pela aplicação de percentuais sobre o valor do padrão inicial do vencimento do cargo de Oficial de Defensoria, na seguinte conformidade:
    I – Oficial Assistente I – 30% (trinta por cento);

    II – Oficial Assistente II – 50% (cinquenta por cento).

    2º – A função de Oficial Assistente de Defensoria I compreenderá o desempenho de atividades relacionadas preferencialmente ao atendimento ao público e ao seu gerenciamento nas unidades.
    3º A função de Oficial Assistente de Defensoria II compreenderá o desempenho de atividades relacionadas ao assessoramento administrativo e jurídico do Defensor Público.
    Artigo 5º – Os servidores públicos do Subquadro de Apoio da Defensoria Pública do Estado (SQCA), previsto no art. 1º da Lei Complementar nº 1050/08, que atuarem por designação do Defensor Público-Geral nos plantões judiciários ou em atividades desenvolvidas aos finais de semana e feriados, farão jus à Gratificação de Plantão de Defensoria (GPD), calculada mediante aplicação do percentual de 10% (dez por cento) sobre o valor do padrão inicial do vencimento do cargo de Oficial de Defensoria (padrão 1-A da escala de vencimentos intermediária do SQCA-III).

    Artigo 6º – O Oficial de Defensoria Pública que estiver no exercício das atividades próprias do cargo, em condições de especial dificuldade decorrente da natureza do serviço, consistente no atendimento ao público, fará jus a gratificação de atendimento ao público (GAP), calculada mediante aplicação do percentual de 10% (dez por cento) ao mês sobre o valor do padrão inicial do vencimento do cargo de Oficial de Defensoria (padrão 1-A da escala de vencimentos intermediária do SQCA-III), a ser atribuída aos servidores designados, nos termos do ato do Defensor Público-Geral.

    Artigo 7º – As despesas decorrentes desta lei complementar correrão à conta de dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.

    Art. 8º – Esta lei complementar entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos, a partir de 01º de setembro de 2015.

    São Paulo,

    GOVERNADOR DO ESTADO

    ANEXO

    A que se refere o artigo 2º da Lei complementar nº de de 2015

    Escala de Vencimentos Intermediária

    Ref/Grau A B C D E F
    1 2992,76 3217,21 3458,50 3717,89 3996,73 4296,49
    2 3706,86 3984,87 4283,74 4605,02 4950,40 5321,68
    (em reais)

    Escala de Vencimentos – Superior

    Ref/Grau A B C D E F
    1 6331,6 6806,47 7316,96 7865,73 8455,66 9089,83
    2 7092,54 7624,48 8196,32 8811,04 9471,87 10182,26
    (em reais)

    Escala de Vencimentos – Comissão

    Referência Valor
    1 2693,81
    2 5775,57
    3 7076,43
    4 10159,34
    5 11414,15
    6 14390,00
    (em reais)

  12. Sargento 6.ª Parte disse:
    03/11/2015 ÀS 8:31
    ernando disse:
    02/11/2015 ÀS 18:09
    Sgt 6 parte disse:
    01/11/2015 ÀS 21:23
    Claro que a PM erra mais que a PC……so erra quem trabalha

    ____________________________________________________________________________________________________

    Que absurdo!

    Quem trabalha mais não erra mais, é que trabalha mau sem orientação adequada que erra mais, Foge da legalidade,

    abusando, corrompendo a verdade e envergonhando seus pares e a sociedade de onde foi tirado para proteger.

    “Infelizmente a Policia Militar do Estado de São Paulo faz da estupidez uma virtude.”
    ===============================================================================================
    Mais um dito policial de internet!
    A sua omissão certamente lhe expõe menos. Não sei se o amigo entende de estatística, mas no youtube poderá encontrar algo que lhe careie a ausência de intelecto. Atire uma flecha 10 vezes no mesmo alvo e depois atire 20 vezes. Na segunda sessão vc terá errado muito mais vezes!
    Amigo,
    Não sou dono da verdade, até compreendo a revolta de alguns desinformados que postam aqui, o que realmente me incomoda é a generalização de condutas. Não porque alguns fazem besteira e tentam arredondar fazendo mais besteira ainda, transformando as vezes um homicídio culposo, passível de defesa, em um homicídio doloso agravado por uma fraude processual, que todos os militares se portam assim!
    Vc vai dizer que são muitos casos, concordo, mas nosso efetivo em serviço também é gigante, volto a me referir a estatística, mais homens trabalhando, maior a possibilidade de erros.
    Abraços

    ___________________________________________________________________________________________________

    Uma boa explicação não encerra e frase inicial:

    “Claro que a PM erra mais que a PC……só erra quem trabalha”

    Houve uma acusação na frase e uma justificativa.

    Já escutei uma frase semelhante, só vai pra corró que trabalha…

    É a linha retorica de fim de conversa, é o tapa na cara após acalmar todas as partes, é o chute na bunda do bêbado que volta de paletó e gravata pela manhã e saca a mentirosa de Capa preta.

    Fudeu.

  13. Simples: Que a verdade venha à tona; se os pm’s mentiram, tem que f___ê-los; se os asp estavam furtando, fo_e eles.

  14. VS NÃO APREDERAM AINDA CARTEIRA VERMELHA NAO GOSTA DE RESTOPOL PORTANTO REAJUSTE NAO VAI TER MERDA NENHUMA

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