APREENSÃO DE BAGULHO – Policiais do 1º DP da Capital – DECAP – falsificam boletins de ocorrência para demonstrar produtividade 81

quinta-feira, 26 de novembro de 2015 – 21h35 Atualizado em quinta-feira, 26 de novembro de 2015 – 21h35

SP: policiais são acusados de inventar ocorrências

Intenção era turbinar os números para aumentar o índice de produtividade
Toda a equipe do 1º DP será trocada / BandToda a equipe do 1º DP será trocadaBand

Da redação com Jornal da Band noticias@band.com.br

O tráfico e o consumo de drogas estão entre os maiores problemas nas ruas do centro de São Paulo. Cabe à polícia fazer o combate. Só que policiais de uma delegacia da região são suspeitos de manipular as estatísticas de apreensões de entorpecentes nos arredores – tudo para aumentar o índice de produtividade.

Depois de uma operação policial de 24 horas envolvendo todas as delegacias da região, na semana passada, os investigadores do 1º distrito apresentaram números de fazer inveja às melhores forças de segurança do mundo. Mas, na verdade, o desempenho nas ruas não foi aquele que ficou no papel.

Foram quase 100 boletins de ocorrência praticamente iguais, registrados com minutos de diferença e com relatos sempre idênticos: alguém não identificado, ao ver a viatura, jogou algo no chão e saiu correndo. Depois, os policiais descobriam que era uma pequena porção de maconha.

Nos documentos, só mudavam os endereços e o nome dos policiais que assinaram os relatórios das apreensões. Em nenhum dos casos houve prisões.

O número, que colocou a delegacia na frente das outras, chamou a atenção da cúpula da corporação.

Dois dias depois, o investigador chefe fez um boletim corrigindo o que chamou de equívoco. Alegou que o erro aconteceu por cansaço e que das dezenas de BOs registrados, apenas 35 estavam corretos.

Toda a equipe do 1º DP será trocada.

Nesta semana, o Ministério Público abriu um inquérito para investigar supostas irregularidades cometidas pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo na divulgação dos índices de criminalidade. O foco será nos dados de homicídios.

  1. TIRED !, S.M.J., SE EXPLIQUE MELHOR !, POIS ” UM MAJURENGO” CLASSE ESPECIAL PUXANDO PLANTÕES ! E, VOSSA SENHORIA AINDA VEM NOMINÁ-LO DE “HERÓI”. RAPAZ !, ME DESCULPE, POIS MAIS UMA VEZ S..M.J;. VOCÊ ESTÁ CONIVENTE COM ELE. GRANDE !, SE ELE FOR SEU AMIGO O AVISE PARA ELE , PARAR COM ESTE TIPO DE FALCATRUA, POIS , S.M.J., ELE JAMAIS IRÁ SE APOSENTAR, COM TODA ESSA PARIDADE E INTEGRALIDADE QUE VOCÊ DIZ. CORTO O MEU “SACO” SE AMANHÃ EU NÃO INFORMAR O NOME DESSE CIDADÃO. RAPAZ ! VAI APRENDER A SER POLÍCIA. E, ME AJUDEM AÍ Ó !…

  2. Sr. JOÃO BREJEIRO. disse:29/11/2015 ÀS 20:40, observe que escrevi herói entre aspas, o dito cujo não é e nunca foi meu amigo, muito pelo contrário procuro escolher bem os meus amigos, justamente para não ter que ter que conviver com certa$ $ituaçõe$, o dito cujo alegou que trabalhou 30 (trinta) horas consecutivas, rsrsrsrrsrs, com certeza nenhum amigo meu se prestaria a tanto, se o nosso “héroi” se prestou a isto a última coisa que ele visou foi a causa pública, simples assim.

  3. SR. “Tired” !, ME DESCULPE PELO MAL ENTENDIDO. MAIS COMPLEMENTANDO, “HERÓI, LABUTEI POR QUASE QUATRO DÉCADAS COMO ESCRAVÃO E A MAIORIA DO TEMPO BATENDO MÁQUINAS, SABE QUANTOS “HERÓIS EU VISLUMBREI NA POLÍCIA ” !, NENHUM. E, ME AJUDEM AÍ Ó !…

  4. carcereiro 13 disse:
    27/11/2015 ÀS 17:05
    Sr. Agente Policial
    (…pelo fim de desvio de função.
    que em breve todos os que exercem desvio de função apenas exerçam suas atividades que fogem a lei que estipula os afazeres do seu cargo quando forem nomeados por seu superior hierárquico (delegado de polícia), assim ganhando $$$$ como tal cargo a qual exerce suas atividades.
    nada mais do que justo.
    chega de FRAUDES..)

    Portaria DGP-30, de 14-11-2012

    Artigo 1º – São atribuições comuns a todas as carreiras
    policiais da Polícia Civil:
    a) portar arma, distintivo e algemas;
    b) atender sempre, com urbanidade e eficiência, o público
    em geral, pessoalmente ou por telefone;
    c) elaborar, sob orientação da Autoridade Policial, registro
    de ocorrência;
    d) conduzir viatura policial;
    e) cumprir diligência e/ou requisição determinada pela
    Autoridade Policial, elaborando relatório respectivo;
    f) proceder à abordagem de pessoas suspeitas da prática de
    ilícitos, realizando busca pessoal quando necessário;
    g) identificar pessoas, inclusive por meio digital, nas hipóteses em que tal providência se faça necessária;
    h) conduzir e apresentar pessoas legalmente presas à Autoridade Policial competente ou onde for por ela determinado;
    i) auxiliar a Autoridade Policial na formalização de atos de
    polícia judiciária;
    j) operar os sistemas de comunicação e de dados da Polícia
    Civil.
    Artigo 2º – Esta portaria entra em vigor na data de sua
    publicação, ficando revogadas disposições que lhe forem contrárias.

    A fraude está em:
    -Não cumprir a dada base (março),
    -Não cumprir a lei 144/14 (paridade e integralidade não é média),
    -Aproveitar-se que o servidor, lesado em seus direitos, tem que esperar longos anos até que o processo chegue aos tribunais de Brasília.

    Caro colega carcereiro 13

    Portaria não revoga lei, portaria disciplina atos administrativos, atos administrativos são baseados em lei não são meramente voluntários de mera vontade, são provocados por lei, e a lei que estipula as atribuições dos cargos não foi alterada por esta portaria. a portaria deve ser cumprida obedecida mas “É DIREITO DO SERVIDOR PÚBLICO SER REMUNERADO IGUALMENTE COM O CARGO QUE EXERCE PELO PERÍODO QUE EXERCER FUNÇÃO DIVERSA DA QUE LHE É ATRIBUíDO QUANDO A FUNÇÃO QUE LHE É ATRIBUíDo É DE MAIOR COMPLEXIBILIDADE E MAIOR REMUNERAÇÃO.
    tratar os iguais como iguais e os desiguais na medida de sua desigualdade, ou seja quando um agente ou carcereiro exerce função de investigador (sempre exerce) ou escrivão, deve ser remunerado como tal, pois exerce função de maior complexibilidade e diversa torna-se a atribuição da execução de suas tarefas.Cabe a nós acreditarmos em nós mesmos e entrar com ação para que com um volume grande de ações as entidades sindicais e o governo reconheçam este direito previsto na CF e no direito administrativo. A ação é contra o estado (administração pública) não contra a PC.

  5. Um colega acima ao finalizar seu comentário disse o seguinte: PM investiga GCM investiga e PC patrulha. E não é que é verdade ! A alguns dias atrás uma equipe da GCM de SBC que faz investigações para a instituição conseguiu surpreender de modo velado um individuo que há tempos furtava objetos em um cemitério da cidade. Um belo trabalho haja visto que diversos b.o.s haviam sido feitos servindo apenas de estatistica .

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