Delegada da DISE de Sorocaba vai trabalhar com AUDI extorquido 43

Delegada e quatro investigadores vão ser julgados por susposta extorsão a traficantes

28/11/15 | Wilson Gonçalves Júnior – wilson.junior@jcruzeiro.com.br Ricci Anzuino – FÁBIO ROGÉRIO / ARQUIVO JCS (17/7/2015)

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/Sorocaba) pediu à Justiça que a delegada Simona Ricci Anzuino e os investigadores João Paulo Heitaro Abe, Giuliano Roberto Marcon, Ramon Bachiega Angelini e Ricardo Shulze sejam condenados a prisão pelos crimes de extorsão, associação criminosa e falsidade ideológica. Segundo a acusação, a delegada e os investigadores, que em 2007 atuavam na Delegacia de Investigações Sobre Entorpecente (Dise) de Sorocaba, teriam recebido propina de R$ 34 mil e mais um veículo Audi em troca da liberdade de duas das três pessoas que foram levadas à delegacia, após um flagrante de tráfico de drogas. Conforme a denúncia, apresentada pelo MP e acatada pela Justiça, os dois traficantes ficaram detidos na delegacia até que o pagamento fosse feito, e o boletim de ocorrência não trouxe nenhuma informação de que essas pessoas tivessem estado no prédio da Dise durante a elaboração do flagrante. As defesas da delegada Simona (que atualmente é delegada em Mairinque) e dos investigadores negam as condutas atribuídas a seus clientes, alegam que o Gaeco não tem provas para sustentar a acusação e procuram desqualificar as testemunhas, por serem criminosos.

O caso começou em 2007, com uma interceptação telefônica, autorizada pela Justiça, a pedido do Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MP-MG), na investigação de um traficante na cidade de Alfenas. No áudio, uma pessoa dizia que estava sendo extorquida por policiais numa Delegacia de Investigações Sobre Entorpecente (Dise). Não se sabia, na época, em qual das cidades do Estado de São Paulo o crime estaria sendo praticado. Entretanto, o assunto, a pedido da Justiça de Minas Gerais, foi encaminhado ao MP-SP e à Corregedoria da Polícia Civil do Estado de São Paulo. Somente em abril de 2009, o caso começou a ganhar contornos, já que o delegado de polícia da corregedoria, Mário Rui Aidar Franco, conseguiu identificar que uma loja de pneus citada na gravação existia em Indaiatuba. O delegado conseguiu, com autorização judicial, quebrar o sigilo telefônico e chegou até o proprietário do Audi, que era uma das pessoas que teriam sido extorquidas pelos policiais.

Num primeiro momento, a pessoa, que não pode ser identificada por fazer parte do programa de proteção a testemunha, disse que teve seu veículo Audi apreendido por policiais, sem entrar muito em detalhes dos motivos. Entretanto, já num segundo depoimento, dado ao delegado Aidar, a testemunha protegida — identificada como “número 1” — contou os detalhes da extorsão. Ele informou que no primeiro depoimento foi orientado pelo advogado Hélio Ercínio dos Santos Júnior a não incriminar os policiais. A testemunha 1 reconheceu o prédio da Dise de Sorocaba e disse que esteve na delegacia dias depois do ocorrido, justamente para entregar o documento do carro, conforme teria sido acertado na extorsão. Na ocasião, teria visto a delegada Simona Ricci Anzuino chegar com o Audi para trabalhar. A prisão do trio, que teria sido extorquido, ocorreu no estacionamento de um shopping existente na rodovia Raposo Tavares. Com essas informações, feitas em conjunto com a Corregedoria da Polícia Civil e Delegacia de Crimes Funcionais de São Paulo, o Gaeco apresentou a denúncia à 2ª Vara Criminal de Sorocaba, em dezembro de 2010.

  1. Boa noite!

    Senhoras e Senhores.

    Se fatos como este ocorre; se fatos como este existe com a participação de pessoas públicas que ao invés de cumprirem com seus ofícios, aliam-se com os mequetrefes que deveriam combater; e, se fatos como estes são acobertados por muitos que detém o poder. Todos devem ser penalizados.

    Precisamos limpar nossa terra destes impuros.

    Chega de lero lero!

    Com tantas leis nesta terra será que não tem ninguém para fazer com que elas sejam cumpridas e que estes maledicentes sejam, se condenados, todos presos ou expurgados da nossa terra?

    Caronte.

  2. Sei que esse Delegado da Corregedoria citado já foi expulso dos quadros da PC….!!!

  3. Polícia investiga roubo de helicóptero por homem vestido de Papai Noel

    Ele rendeu e amarrou piloto em Mairinque, no interior do estado. Chácara onde ocorreu roubo foi alugado por homem que mora na capital.

    28/11/2015 19h33 – Atualizado em 28/11/2015 19h33

    A polícia procura um homem que se vestiu de Papai Noel para roubar um helicóptero na sexta-feira (27).  A aeronave saiu do Campo de Marte, na Zona Norte de São Paulo, e foi roubada em um sítio em Mairinque. O falso Papai Noel enganou o piloto dizendo que precisava ser levado para uma festa de confraternização no interior.  Ao pousar, ele rendeu o piloto e fugiu com a aeronave.

    Também são procurados os comparsas do criminoso e o próprio helicóptero. A Aeronáutica ajuda na investigação. O equipamento que poderia ajudar na localização da aeronave foi desligado.

    A chácara foi alugada um dia antes do roubo. O contrato foi fechado em nome de um homem que seria morador da zona norte da capital.

    O piloto foi rendido, amarrado e vendado pelo suposto cliente e por um comparsa, que esperava no local. A vítima se soltou horas depois e, com a ajuda de uma moradora da cidade, conseguiu ir até a base da companhia militar em Itu (SP) para pedir socorro.

  4. POLICIAL REAGE A ASSALTO NO VILA CLARICE (28/11/2015)
    Um policial civil de folga foi abordado por dois indivíduos armados na avenida Inácia de Toledo 650, Vila Clarice, que queriam levar seu veículo, um Fiat Siena. O policial reagiu e feriu um meliante no braço, que foi socorrido ao Hospital de Taipas. O outro foi preso em flagrante e levado no 33º DP Mangalot. Fotos do Pirituba Net – clique para ampliar.

  5. Juíza recebe denúncia contra seis acusados de assassinato
    Homicídio ocorreu em Guarujá e teria ligação com execução de ex-secretário municipal
    EDUARDO VELOZO FUCCIA 10/10/2015 – 11:28 – Atualizado em 10/10/2015 – 11:42

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    Ex-secretário Ricardo Augusto de Oliveira,
    que foi executado
    A juíza Fernanda Yamakado Nara, da 1ª Vara Criminal de Guarujá, recebeu na quinta-feira denúncia contra seis homens acusados de participação na morte a tiros de um posseiro de uma área no Jardim Virgínia, na Enseada, em 12 de novembro de 2010. O homicídio teria ligação com a execução de um ex-secretário municipal.

    Com o recebimento da denúncia, os acusados passam a ser réus. Eles são o delegado Luiz Evandro de Souza Medeiros, os empresários Edis César Vedovatti e Felício Tadeu Bragante, o policial militar Anderson Willians da Silva, o ex-policial militar George Alves de Almeida e o caseiro Josias Evangelista Silva Santos.

    A denúncia foi elaborada pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público (MP). Segundo ela, o homicídio do posseiro tem ligação com a morte a tiros do ex-secretário executivo de Coordenação Governamental de Guarujá, Ricardo Augusto Joaquim de Oliveira, ocorrida em 8 de março de 2012.

    Os empresários e os policiais militares são réus no processo que apura a morte de Ricardo Joaquim. Esta ação penal ainda está em andamento e, conforme o Gaeco, Edis e Felício foram os mandantes do crime, enquanto Anderson e George atuaram como executores. Os PMs estão preventivamente presos por este assassinato.

    Dívida tributária

    Suposta promessa feita por Ricardo Joaquim, consistente em anistiar vultosos débitos de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de uma grande e valorizada área do Jardim Virgínia, adquirida pelos empresários, seria o motivo da sua execução. Na época de tal promessa, a vítima integrava o alto escalão do Executivo de Guarujá.

    No crime antecedente, cometido contra o posseiro Laedes Lima da Encarnação, de acordo com a acusação formal do MP, o delegado e o caseiro teriam agido como intermediários entre os mentores intelectuais (Edis e Felício) e os executores (George e Anderson).

    Ainda conforme a denúncia, com a aquisição da área no Jardim Virgínia, além de certidões da Prefeitura atestando a quitação do IPTU, os supostos mandantes pretendiam que ela fosse desocupada pelos eventuais posseiros, entre os quais Laedes. Na fase do inquérito policial, os seis réus negaram ligação com a morte deste homem.

    Magistrada nega pedido de prisão

    O Gaeco denunciou os seis acusados de envolvimento na morte de Laedes pelos crimes de quadrilha armada e de homicídio qualificado pelo motivo torpe e emprego de recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Com o oferecimento da acusação, o grupo do MP requereu a prisão preventiva de todos e a suspensão do sigilo do caso.

    A juíza Fernanda Nara concordou com o pedido relacionado ao fim do segredo de justiça, mas negou o requerimento de prisão dos réus, porque “não estão preenchidos os requisitos legais”. Segundo a magistrada, os acusados não tentaram atrapalhar ou influir na colheita de provas, não se justificando agora a decretação de suas preventivas.

    Outro lado

    O advogado Eduardo Antônio Miguel Elias defende o empresário Edis e disse ontem que as provas produzidas no inquérito são “tendenciosas”. No entanto, frisou que, “agora, no devido processo legal, poderemos demonstrar a sua inocência, porque haverá o contraditório (confronto de provas entre acusação e defesa)”.

    Defensor do delegado Luiz Evandro, o advogado Eugênio Malavasi também afirmou que o seu cliente poderá provar a sua inocência “à luz do devido processo legal, quando será observado tratamento isonômico (igual) entre as partes”. Ele acrescentou que “o indeferimento do pedido de preventiva já demonstra a fragilidade das provas”.

    Armando de Mattos Júnior é o advogado do caseiro e classificou o inquérito policial como uma “colcha de retalhos, que não apurou uma série de fatos apresentada pelas defesas dos investigados. Por fim, lamentou que, “mesmo sem uma apuração mais aprofundada, o Ministério Público se precipitou e ofereceu a denúncia”.

  6. PUBLICADO NO DIÁRIO DO LITORAL EM 28 de abril de 2014 11:22h
    POR CARLOS RATTON

    Grampo da Polícia Civil revela bastidores da política
    Escuta telefônica, obtida com exclusividade pelo Diário do Litoral, aponta personagens públicos e autoridades da região no processo que visava aquisição de uma área nobre em Guarujá

    Assassinato. Política. Corrupção. Disputa por terras. Tráfico de influência. Dinheiro. Todos esses ingredientes, que fazem parte de um auto circunstanciado de interceptações telefônicas, feito pela Polícia Civil e obtido com exclusividade pelo Diário do Litoral, revelam relações, no mínimo, escandalosas entre personagens conhecidos na região.

    A ambição por um terreno localizado na Cidade de Guarujá foi apontado, à época, pelas investigações policiais como um dos motivos para a morte do ex-secretário de Governo de Guarujá, Ricardo Joaquim Augusto de Oliveira, às 20 horas do dia 7 de março de 2012. O crime chocou a opinião pública em função da ousadia dos executores. Quatro acusados foram presos e dois respondem processo em liberdade.

    As escutas começaram em 19 de março (12 dias depois do assassinato) com autorização da Justiça e se concentraram principalmente nas conversas dos empresários investigados pela polícia e que respondem processo por supostamente terem sido os mandantes do crime — Felicio Tadeu Bragante, da ASA Alumínio S/A (de Campinas), e Edis Vedovatti, da DNA Alumínios (de Praia Grande).

    Durante os dias que se seguiram as escutas revelaram conversas que envolviam nomes conhecidos como, por exemplo, o do prefeito Alberto Mourão (PSDB) que, é importante deixar claro, em nenhum momento teve seu nome ligado à morte de Joaquim, assim como, quaisquer personagens da história a seguir. O que surpreende em toda a escuta obtida pela polícia civil é o relacionamento entre Mourão, Edis e Felicio (os dois últimos já citados acima como acusados de terem sido os mandantes do assassinato de Joaquim).

    Chama atenção, ainda, a pressão feita sobre a prefeitura de Guarujá, com a finalidade de viabilizar a aquisição da área, mesmo após a morte de Ricardo Joaquim. Informações dão conta de que as investidas sobre a Administração Municipal foram infrutíferas.

    Escuta telefônica realizada pela polícia foi obtida com exclusividade pelo Diário do Litoral (Foto: Matheus Tagé/DL)
    Escuta telefônica realizada pela polícia foi obtida com exclusividade pelo Diário do Litoral (Foto: Matheus Tagé/DL)

    A transcrição, que envolve 21 páginas, foi assinada pelo delegado Luiz Ricardo de Lara Dias Júnior sete meses depois da morte de Ricardo Joaquim — alvejado com cinco tiros quando presidia uma reunião do Partido Pátria Livre (PPL), na Rua Mario Silveira, do Jardim Conceiçãozinha, em Vicente de Carvalho, distrito de Guarujá. O local fica atrás do 1º Distrito Policial (DP), onde hoje trabalha o delegado Lara.

    Conforme já exposto pela mídia, Ricardo Joaquim teria se envolvido em questões relacionadas a uma área de mais de um milhão de metros quadrados, o Jardim Virginia, bairro nobre de Guarujá. As terras estavam sendo negociadas desde 2010 pela empresa Tera, que pertence a um empresário de Campinas, com possíveis ligações com um dos acusados. As investigações apontam que o ex-secretário Ricardo Joaquim teria recebido dinheiro para acabar com as dívidas de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) do terreno. Como foi exonerado do cargo, ele não teria cumprido a promessa o que pode ter sido o motivo de seu assassinato.

    É importante ressaltar que as escutas não apontaram qualquer tipo de envolvimento no crime de quaisquer dos personagens citados nesta matéria. Os policiais detectaram referências a uma suposta negociação da área por parte de Edis e Felicio. Outros nomes como o ex-deputado estadual e atual dirigente do Instituto Ulisses Guimarães, Evandro Mesquita; o do delegado de Praia Grande Luiz Evandro de Medeiros, o da escrivã de Guarujá Gisélia Simões da Silva Kuo e até o do coronel PM da reserva José Marques Trovão, ex-secretário de Segurança de Praia Grande, também são citados nas gravações.

    Há outros personagens, policiais, advogados, grileiros, caseiros, funcionários de cartórios, de bancos, enfim, que tiveram como referência apenas o primeiro nome ou apelido, que possivelmente só serão identificados após a conclusão da ação criminal. Talvez alguns desses personagens sequer cheguem a ser identificados simplesmente por não estarem envolvidos diretamente no episódio.

    O conflito e seus personagens

    O delegado Luiz Ricardo de Lara Dias Júnior já encaminhou a investigação policial ao Departamento de Polícia Federal para apuração dos crimes financeiros e de lavagem de capitais (dinheiro) detectados nas escutas telefônicas. Também para a Corregedoria de Polícia, visando apuração das condutas administrativas do delegado e da escrivã.

    Logo nas primeiras linhas do documento, os policiais responsáveis pela escuta revelam que pesquisas de campo reforçaram as investigações via telefone e mostram que detectaram um violento conflito pela posse da área, envolvendo posseiros, a empresa Tera (preocupada em proteger sua suposta propriedade) e membros da polícia de Guarujá, que também estariam reivindicando o imóvel. Um caseiro teria morrido, por sinal, com a mesma arma que matou o ex-secretário Ricardo Joaquim, conforme revela o documento.

    O terreno de um milhão de metros quadrados fica em lugar nobre da cidade (Foto: Reprodução Google)
    O terreno de um milhão de metros quadrados fica em lugar nobre da cidade (Foto: Reprodução Google)

    Num dado momento, o empresário Edis Vedovatti entra na história como suposto sócio da Tera. Em 13 de junho, Edis conversa com Evandro Mesquita (supostamente responsável pelo espólio da família Matarazzo — verdadeira dona da área). Mesquita garante a Edis que conseguirá, junto a Prefeitura de Guarujá, viabilizar dois documentos: uma certidão negativa com efeitos positivos e o rebaixamento dos impostos da área do Jardim Virgínia, motivo do conflito.

    Dois dias depois (15), os empresários Edis e Felício informam que teriam investido R$ 21 milhões no negócio. Falam sobre uma reunião sobre a área do Jardim Virgínia envolvendo Evandro Mesquita e Alberto Mourão. Edis afirma que foi intimado para comparecer à delegacia e ser ouvido sobre o Jardim Virgínia. Ele não sabia que já estava sendo investigado no caso Ricardo Joaquim.

    No dia seguinte (16), Edis e Felício conversam e acreditam que o negócio renderia R$ 100 milhões para cada e deixam a entender a existência de um terceiro envolvido. Em outra interceptação, ambos afirmam que se Mourão for embora (sair do negócio) vai deixar problemas e lembram que todos que se “encostam nele se dão bem”.

    Depois, Edis retorna uma ligação para Mesquita e volta a comentar sobre a intimação da polícia. Momentos depois, Mesquita liga para Edis e fala que a intimação se refere à morte de Joaquim, que não sabe o porquê disso e que era bom que ele (Edis) não fosse, pois ele mora em Praia Grande e poderia ser ouvido por carta precatória. Edis afirma que alegará não conhecer Ricardo Joaquim.

    No dia 20, os empresários conversam novamente sobre a área e Edis acredita que 80% já estaria resolvido e que Evandro Mesquita estaria vendo o restante (20%). Já no dia 01 de julho, a escuta informa que Felício teria se encontrado com Mourão em uma marina no Guarujá. Felício, por telefone, fala para Edis que depois, pessoalmente, explicaria o que Mourão queria, ‘pois por telefone é perigoso’ e que acredita que estariam grampeados. Comenta também que todos os problemas do Guarujá foram resolvidos.

    (Foto: Reprodução)
    (Foto: Reprodução)

    Entre 10 e 12 de julho, Felício diz a Edis que esteve com Mourão. Falam sobre negócios no porto e depósitos em uma ‘caderneta’. Há menção de valor entre R$ 1 milhão e 3 milhões. Dia 11, especificamente, há uma conversa entre Mesquita e Edis, em que o segundo pede agilidade sobre os negócios em Guarujá, pois já vão completar dois anos e ainda não foram resolvidos.

    No dia 17, após desconfiar de escutas, Edis pede 200 folhas de cheque de uma conta a um suposto gerente de banco, pois precisa fazer pagamentos em torno de R$ 5 e R$ 10 mil, referentes a um negócio que estaria fazendo com ‘Barba’, apelido usado, segundo os policiais, para identificar o então deputado e candidato a prefeito Alberto Mourão.

    No dia 25, Evandro Mesquita liga para Felício e conversam sobre a área. Evandro diz que foi recebido por Antonieta, que teria se comprometido a expedir as certidões. Citam Duíno como interceptor em favor da resolução das pendências. As escutas não fazem referência se tanto Antonieta como Duíno sabiam do suposto envolvimento dos empresários no crime.

    No primeiro dia de agosto, Edis fala com Felício que tomou vinho com Mourão, que teria garantido deixar o segundo mais rico ainda. Fala ainda que Mourão quer o coronel Cláudio Trovão de volta à prefeitura (não revela de qual cidade). Os policiais lembram que o colete apreendido quando da prisão de Edis supostamente teria sido desviado da Guarda Municipal sob o comando do coronel.

    Em outra ligação, Felício reclama a Edis que Evandro Mesquita não teria resolvido nada a respeito da área e estaria abalado emocionalmente. Os policiais ainda detectam nas ligações que um funcionário da empresa Campserv, ligada à Tera e Asa Alumínios, manteria contatos com Luiz Evandro e Gisélia Simões, que estariam supostamente envolvidos em lavratura de boletins de ocorrência de esbulhos possessórios em Guarujá.

    (Foto: Reprodução)
    (Foto: Reprodução)

    No dia 13, é desencadeada a operação para cumprimento dos mandados de busca e prisão dos suspeitos. Felício fala que deve ser por causa da morte de Ricardo Joaquim e que tudo ocorreu porque Edis fala muito por telefone.

    Delegado faz considerações e conclui investigação

    Em suas conclusões, o delegado Luiz Ricardo Lara aponta que além de conversas relacionadas à investigação do crime de homicídio, há outras ações de cunho financeiro. Ainda conforme o policial, Edis e Felício supostamente fariam parte de uma organização estruturada e com propósito de se locupletarem (enriquecerem) às custas do erário, com burla do fisco.

    Ele garante que crimes fiscais e a lavagem dos capitais (dinheiro) foram praticados em Praia Grande e Campinas, sedes sociais da DNA e ASA Alumínios. Procurado na última terça-feira (22), o delegado não quis se manifestar, alertando a reportagem que seu trabalho estaria concluído.

    Assassinato de forma ousada

    Conforme já publicado, duas motocicletas com quatro pessoas pararam na porta da sede provisória do PPL, onde estava Ricardo Joaquim. Uma delas entrou com uma pistola calibre 45, de uso exclusivo das Forças Armadas, sem tirar o capacete. O homem disparou várias vezes na direção do ex-secretário, que morreu no local, sem tempo do Resgate prestar os primeiros socorros. Os tiros atingiram, ainda, de raspão, Carlos Alberto de Souza, secretário do partido. O autor dos disparos fugiu em uma Honda Biz preta. A informação do assassinato chegou às 20h42 ao Centro de Operações da Polícia Militar (Copom).

    Ricardo Joaquim levou tiros no corpo e na cabeça. O corpo foi retirado do local do crime às 22h12 e levado para o Instituto Médico Legal (IML). O delegado Carlos Schneider foi designado para a investigação

    (Foto: Reprodução)
    (Foto: Reprodução)

    Ricardo Joaquim foi exonerado do Governo de Guarujá no dia 1º de março daquele ano. Na época, ele informou que estava surpreso com sua saída, principalmente pelo fato de estar licenciado.

    Pouco antes de ser assassinado, Ricardo Joaquim passou por uma cirurgia no abdômen e chegou a mencionar que sua saída do governo poderia ter sido motivada pela cobrança para melhorar a área da Educação.

    Antes de assumir a Coordenação Governamental de Guarujá, Ricardo Joaquim esteve à frente da Secretaria de Segurança do Município. No dia 11 de maio de 2010, enquanto ainda presidia a pasta, o político foi vítima de um sequestro-relâmpago e foi mantido refém durante três horas. Depois, foi liberado na Rodovia Cônego Domênico Rangoni, próximo à Pedreira Metrovale. O carro dele, sem a chave, também foi deixado no local. Na fuga, foram levados R$ 800,00.

    Prisões decretadas

    Cerca de quatro meses após o assassinato, os delegados Cláudio Rossi e Lara Dias Júnior — respectivamente titular e assistente da Delegacia de Guarujá — concluem o inquérito policial e requerem a prisão preventiva das quatro pessoas que apontam como envolvidas no crime. Paralelamente, a juíza Carla Gonçalves de Bonis, da 2ª Vara Criminal do Guarujá, aceitou a denúncia do Ministério Público (MP) e também decretou a prisão de dois empresários e dois policiais, acusados de participar do assassinato. Na época, a Justiça, o Ministério Público e Polícia não descartavam a possibilidade de haver outros envolvidos no assassinato.

    O relatório final da investigação da Polícia Civil confirmou o suposto envolvimento no crime dos dois empresários do ramo de alumínio, um soldado lotado no 45º Batalhão de Polícia Militar de Praia Grande e um ex-policial do 3º Batalhão de Polícia Militar da Água Funda — Zona Sul de São Paulo, considerados por testemunhas como profissionais.

    Ricardo Joaquim Augusto de Oliveira foi morto às 20 horas do dia 7 de março de 2012 (Foto: Arquivo/DL)
    Ricardo Joaquim Augusto de Oliveira foi morto às 20 horas do dia 7 de março de 2012 (Foto: Arquivo/DL)

    Rossi e Lara entendem que os dois acusados da execução e os dois empresários apontados como mandantes cometeram dois homicídios — um consumado e outro tentado — qualificados por motivo torpe e por recurso que impossibilitou a defesa das vítimas. O inquérito está sendo analisado pelo Ministério Público, a quem cabe denunciar ou não os indiciados, bem como requisitar eventualmente novas diligências. No oferecimento de eventual denúncia, o MP não está vinculado à interpretação dos delegados. O órgão pode, inclusive, vislumbrar a participação de outras pessoas não alcançadas na investigação policial. Todos os indiciados negam o crime.

    Acusados são liberados

    Após ficarem 115 dias presos preventivamente, os dois empresários acusados de serem os mandantes da execução do ex-secretário Ricardo Joaquim Augusto de Oliveira foram postos em liberdade. Por maioria de votos, a 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça (TJ-SP) julgou o mérito de habeas corpus impetrado pelos advogados Mário de Oliveira Filho, Edson Silvestrin e Heitor Rebecca, defensores do empresário de Campinas.

    Na condição de relator, o desembargador Juvenal Duarte foi contra a concessão do habeas corpus, mas foi vencido pelos votos do revisor Damião Cogan e do terceiro julgador Pinheiro Franco. O empresário campineiro estava preso na cadeia anexa ao 5º Distrito Policial de Santos.

    A 5ª Câmara Criminal estendeu os efeitos da decisão para o outro empresário apontado como mandante do homicídio, que é estabelecido em Praia Grande. Recolhido na carceragem do 1º Distrito Policial de Guarujá, ele também foi liberado. No habeas corpus não foram analisadas provas, mas apreciadas a eventual existência dos pressupostos da preventiva e a necessidade da prisão cautelar.

    Em contrapartida à liberdade provisória, o TJ-SP impôs aos empresários a medida cautelar de comparecimento mensal a juízo para confirmação de endereço e justificativa de atividades. Proibição de ausentar-se da comarca onde residem, enquanto não se concluir a instrução criminal (fase processual de produção de provas), foi outra medida imposta. Os empresários também foram obrigados a entregar em juízo os seus passaportes, sendo advertidos que se novos indícios surgirem, a prisão preventiva poderá ser novamente decretada.

    A mesma arma que matou Ricardo Joaquim (foto acima) teria sido utilizada para matar caseiro (Foto: Matheus Tagé/DL)
    A mesma arma que matou Ricardo Joaquim (foto acima) teria sido utilizada para matar caseiro (Foto: Matheus Tagé/DL)

    Audiência está marcada para outubro

    A 2ª Vara Criminal de Guarujá realizará em outubro a segunda audiência do processo que apura a morte de Ricardo Joaquim. Ao menos 25 testemunhas foram arroladas pelo Ministério Público (MP) e pelos advogados dos quatro corréus (os empresários Edis Vedovatti e Felício Bragante, um PM e um ex-PM).

    Na primeira audiência, em maio de 2013, cinco testemunhas foram ouvidas. Devido ao segredo de Justiça, o teor dos depoimentos não foi divulgado.

    Ao fim da fase de instrução de processo, a Justiça decidirá se irá ou não submeter cada um dos réus a júri popular.

    Empresários e suas relações

    Vale lembrar que em maio de 2012, conforme publicado na Imprensa, a Procuradoria Regional Eleitoral em São Paulo (PRE-SP) denunciou o antecessor de Mourão, o prefeito Roberto Francisco dos Santos, também do PSDB, pela prática dos crimes de formação de quadrilha e compra de votos e no rol dos envolvidos estava o empresário Edis Vedovatti, da DNA Alumínios.

    Segundo a denúncia, durante as eleições municipais de 2008, os denunciados organizaram uma quadrilha com o objetivo de comprar votos de eleitores, visando beneficiar o então candidato Roberto Francisco (ex-chefe de Gabinete de Mourão) e o candidato a vereador André Yamauti. A quadrilha recebeu apoio logístico da DNA, bem como de funcionários da administração pública municipal.

    A compra de votos teria ocorrido mediante a contratação de “coordenadores de campanha”, que tinham a incumbência de corromper eleitores em favor dos dois candidatos. Os coordenadores recebiam cerca de R$ 300,00 para arregimentar os eleitores, que ganhavam R$ 50,00 mediante o compromisso de votar em Francisco para prefeito e em André Yamauti para vereador.

    Segundo depoimento prestado à Promotoria de Justiça, Yamauti narrou, com riqueza de detalhes, uma reunião ocorrida na sede do partido, pouco antes das eleições, quando houve a entrega de cerca de R$ 150 mil para financiar o esquema de compra de eleitores.

    Com exceção de Roberto Francisco e Edis Vedovatti, apontados pelos envolvidos como líderes da organização, a procuradoria requereu, para os demais denunciados, a aplicação dos benefícios da delação premiada, caso viessem colaborar com a instrução criminal.

    A pena do delito de corrupção eleitoral pode chegar até quatro anos de reclusão. Já a do crime de formação de quadrilha varia de um a três anos. Edis e Felício Bragante, da ASA Alumínio são os empresários denunciados como mandantes do assassinato de Ricardo Joaquim e principais alvos da escuta telefônica.

    Cidade e seus crimes

    A cidade de Guarujá já soma, pelo menos, cinco casos de políticos assassinados. Em 26 de novembro de 2010, o então vereador Luís Carlos Romazzini (PT), de 45 anos, foi executado com cinco tiros na casa onde morava, em Vicente de Carvalho. Três homens armados teriam invadido o imóvel durante a madrugada.

    Em outubro de 2008, o candidato a vereador Williams Andrade Silva (PP), de 41 anos, conhecido como Frank Willian, foi executado na Praia da Enseada, após ser abordado por dois homens armados em uma moto.

    Em novembro de 2001, o vereador Ernesto Pereira (PTN), de 38 anos, foi morto com 12 tiros a uma quadra de sua casa, no Condomínio Terra de São José. Ele cumpria o seu segundo mandato como vereador, sendo o terceiro mais votado na eleição municipal. Em maio de 1997, o vereador Orlando Falcão foi morto a tiros em um bar por dois motoqueiros.

    ERRATA: Diferente do que foi publicado mais cedo na reportagem especial, o nome correto de um dos mencionados na escuta de polícia civil é, na verdade, o coronel José Marques Trovão, ex-secretário de segurança de Praia Grande, e não Cláudio Trovão, atual comandante da Guarda Municipal de Santos, cuja reputação até hoje se mostra ilibada.

  7. Aqui na minha cidade chegou rumores de que policiais do DE I.C da DIVECAR foram espirrados para o DECAP porque a UIP está fazendo investigação clandestina como se fosse uma delegacia. isso pode queridos? Em mais de 20 anos de polícia nunca tinha visto isso.

  8. MÉXICO CRIA POLICIA MILITAR PARA COMBATER O CRIME

    Publicado em Domingo, 25 Outubro 2015 01:29
    Escrito por Olavo Freitas Mendonça

    Introdução

    No Brasil, que bate recordes mundiais de homicídios e mortes de policiais, e que tem uma violência fora de controle causada pela absoluta impunidade e pela total ineficiência do sistema penal criminal, uma questão tomou conta de vários órgãos de mídia e do discurso de intelectuais orgânicos que militam nas universidades e nos meios de formação de opinião: A extinção (desmilitarização) da Polícia Militar do Brasil.

    Não faltam reportagens, textos, matérias e toda a sorte de pessoas de esquerda falando mal dos policiais militares e das corporações que contam hoje com mais de meio milhão de homens e que, por ano, honram o seu juramento a bandeira do Brasil com mais de 500 policiais mortos. Vale tudo na mídia de massa e nas redes sociais para desmoralizar, e depois extinguir a tropa de defesa interna no Brasil e que é a responsável pelo pouco de segurança pública que ainda nos resta.

    Isso é feito de maneira premeditada pela esquerda, seja ela social democrata ou revolucionária trabalhista, que vê na PM o último obstáculo para implementação de uma ditadura bolivariana na terra de Vera Cruz. Não foi por acaso que o partido que nos governa há mais de uma década fez e divulgou um caderno de teses citando expressamente como objetivo a extinção das polícias militares brasileiras.

    Uma das falácias que os socialistas e idiotas úteis usam é que só existe polícia militar no Brasil, além de outras, como que o modelo americano é totalmente civil, etc. Essas falácias foram devidamente desmascaradas e caíram no limbo graças a vários artigos publicados como “Só existe polícia militar no Brasil?”, “Qual a diferença da polícia americana para a do Brasil?”, “Polícia francesa X polícia brasileira”, “Qual o salário de um policial nos Estados unidos?”, e “A militarização das policias americanas”.

    Para que fique claro: A polícia militar brasileira é uma Gendarmerie, ou seja, uma polícia militar de modelo francês, e que é a base da segurança pública em toda a Europa, no Continente Americano, na Ásia e na África. Hoje existem mais de 70 Gendarmeries pelo mundo e são respeitadas pela sua disciplina, honra, patriotismo e eficiência no combate ao crime.

    Apenas um país das Américas não tinha uma Gendarmerie: O México.

    O México e a criminalidade fora de controle

    O México passa pela pior crise criminal da sua história e passou a liderar os rankings mortais de países mais violentos do mundo. Isso aconteceu devido o belo país ter se tornado a rota preferida de passagem de drogas vindas da Colômbia e Bolívia, pelas mãos das FARC, para os Estados Unidos. A região de fronteira com a nação norte americana viu surgir mais de seis cartéis, que são organizações criminosas perigosas como o PCC brasileiro, porém muito mais armados e mortais, ao ponto de realizarem massacres de centenas de pessoas e controlarem regiões inteiras do México.

    Índices de homídios no México: Parecidos com o Brasil, ou seja, uma guerra civil do crime.Índices de homídios no México: Parecidos com o Brasil, ou seja, uma guerra civil do crime.

    Devastados pela violência, e pela corrupção do dinheiro fácil que jorrava do tráfico internacional de drogas, o governo mexicano apelou para medidas desesperadas como o uso das Forças Armadas Mexicanas contra o crime organizado. Obedecendo a mesma evolução histórica do Brasil o México usou os militares pois, pelo fato de serem militares, permaneceram imunes a corrupção generalizada que tomou conta da estrutura criminal e judicial do país. Assim como no Brasil a solução mostrou-se incompleta e ineficaz, pois para se combater o crime, nesse grau de deterioração, somente com uma polícia bem organizada e disciplinada. Essa tentativa fracassou e a situação voltou a ficar fora de controle com milhares de pessoas sendo assassinadas por ano e as TVs mostrando cenas de uma guerra civil nas ruas.

    O modelo policial mexicano se baseou em um misto de polícias municipais, como nos EUA, e com a bagunça e desorganização típica de países latinos, no caso típico o Brasil. Essa desorganização e superposição de policiais fracas, no modelo civil, sem hierarquia e disciplina culminaram com forças policiais ineficientes e corruptas (nos lembra os 8% de elucidações de homicídios pela Polícia Civil brasileira).

    Essa situação se repetia na esfera Federal onde o Governo Mexicano tinha uma polícia rodoviária federal (como a PRF brasileira), uma polícia Fiscal (como os agentes da Receita Federal no Brasil), uma agência de inteligência (como a ABIN tupiniquim) e um polícia federal de investigação (aos moldes da PF no Brasil), chamada PFM – Polícia Federal Ministerial. Essas quatro corporações policiais civis padeciam de graves problemas de disciplina e eficiência, sempre culpando a sua incompetência na falta de efetivo e dinheiro. A PFM, que era uma polícia de investigação judiciária civil era tão ineficaz que foi extinta pelo presidente Felipe Calderón.

    Uma nova proposta

    O então candidato à Presidência da República, Enrique Peña Nieto, resolveu, em 2012, propor uma nova solução radical para a segurança pública mexicana: A criação de uma nova força policial em um modelo inédito no país.

    Capa da revista mexicana buzos: Surge uma nova polícia de modelo francês no México.Capa da revista mexicana buzos: Surge uma nova polícia de modelo francês no México.

    A proposta original era de se criar Corpo Policial dependente do Exército Mexicano. Essa proposta foi colocada em prática logo após a sua eleição só que essa nova corporação ficou independente do Exército e foi baseada no modelo das duas das melhores polícias do mundo: Os Carabineros do Chile e da Gendarmerie Francesa, que são duas polícias militares.

    Gendarmerie francesa: Uma das melhores polícias do mundo.Gendarmerie francesa: Uma das melhores polícias do mundo.

    Para dar base de efetivo disciplinado a nova Força policial toda uma divisão de polícia militar do Exército Mexicano foi incorporada. Ela passou a se Chamar Divisão de Gendarmeria da Polícia Federal Mexicana.

    Nasce uma nova Polícia Militar no Continente Americano

    O produto final de todas essas reformas foi o nascimento da Gendarmeria Nacional da Polícia Federal Mexicana em 2014. Foi aberto um concurso e mais de 130 mil jovens concorreram para apenas 5 mil vagas. Com o foco em ações de segurança pública em locais com altos índices de criminalidade e para o patrulhamento de todas as fronteiras gigantescas do país, a nova PM recebeu uma incumbência gigantesca. Além destas missões orgânicas ela pode ser acionada para reforçar o policiamento em cidades e estados que estejam sob forte pressão criminal.

    Nova PM mexicana: Boina e continência.Nova PM mexicana: Boina e continência.

    Uma das primeiras missões foi a segurança dos Jogos Pan Americanos em que a postura dos novos policiais militares mexicanos chamou a atenção dos jornalistas brasileiros que viram total semelhança com a PM brasileira e com o BOPE.

    Obviamente que esta nova polícia já nasceu como todas as demais polícias do mundo, fazendo o chamado Ciclo Completo de Polícia, ou seja, ela faz o serviço preventivo ostensivo além do repressivo e de investigação e autuação.

    Somente o Brasil e dois países da África tem o chamado Ciclo quebrado, onde um policial prende e tem que levar para outra corporação, às vezes em outra cidade a quilômetros de distância, para autuar e investigar.

    Veja o vídeo intitucional da Gendarmeria Mexicana:

    Formação e treinamento

    De nada iria adiantar aplicar um bom modelo e investir em salários e equipamentos de ponta sem uma boa formação profissional de pessoas com experiência nesta área tão complexa e fundamental como a segurança pública. Por isso, o Governo Mexicano firmou um convênio com a Gendarmerie Francesa para supervisionar todos os processos de formação da nova Polícia Militar. Neste ponto cabe lembrar que a nossa PM está quase 100 anos adiantada pois no começo do Século XX o Brasil fez a mesma coisa chamando especialistas franceses da Gendarmerie para aprimorar e assessorar os processos policiais em São Paulo. Essa vinda foi chamada de “Missão Francesa”.

    Foto do desfile da Gendarmeria Mexicana no dia nacional da França em Paris.

    Veja o vídeo da estréia da Gendarmeria Mexicana pela Agência de notícias da França:

    Objetivos institucionais

    Visão

    Ser uma instituição comprometida com a Sociedade na prevenção e no combate ao crime, preservando a integridade das pessoas e de seus bens, mantendo a paz social, a ordem pública e lei, visando sempre a legalidade, a eficiência, o profissionalismo e a honestidade, com respeito aos direitos da pessoa humana, além de manter uma estratégia eficiente de relações públicas e de mídia para que os fatos policiais sejam mostrados em seu tempo correto e de maneira acurada.

    Novos recrutas da Gendarmeria Mexicana: Farda impecável.Novos recrutas da Gendarmeria Mexicana: Farda impecável.

    Estratégia

    A Polícia Federal Mexicana foi elevada a elemento central na estratégia de combate ao crime comum e ao crime organizado em todo o país, agindo além da esfera federal sendo uma instituição de excelência, capaz de cooperar com as polícias estaduais e municipais na investigação de crimes de grande impacto social.

    Os objetivos estratégicos são:

    · Criar um arcabouço legal que permita as polícias combater o crime organizado e consumo e o tráfico de drogas;

    · Criar um sistema nacional de segurança pública;

    · Avaliar e ajustar em tempo real toda a estratégia de controle das drogas no México.

    Além disso o Governo Mexicano anunciou a intenção de dobrar o número de policiais federais para aumentar em escala as ações de guerra contra o tráfico de drogas. (E no Brasil os imbecis pregam a legalização das drogas).

    Para se alcançar este objetivo ambicioso o Governo iniciou uma campanha agressiva de mídia para o recrutamento de jovens, inclusive nas universidades, sendo por isso que 80% dos policiais tem nível superior.

    Novos fardamentos da Gendarmeria. Um modelo para cada policiamento como no Brasil.Novos fardamentos da Gendarmeria. Um modelo para cada policiamento como no Brasil.

    Os objetivos táticos são:

    Prevenir e combater o crime para garantir a paz e a ordem pública;

    Lutar pesadamente contra qualquer tipo de corrupção deixando a Polícia limpa e digna;

    Fortalecer e valorizar os membros da corporação policial;

    Aumentar a percepção da população das ações institucionais;

    Promover a participação do cidadão comum na prevenção do crime;

    Se consolidar como a maior corporação do país no terreno;

    Fortalecer a estrutura organizacional e operacional;

    Utilizar os recursos disponíveis da maneira mais eficiente possível;

    Fortalecer e aumentar a capacidade operacional de desembarque em qualquer lugar do país em menor tempo possível;

    Fortalecer as ações de inteligência policial;

    Fortalecer as ações de troca de informações com as demais polícias e agências de governo nos três níveis (federal, municipal e estadual);

    Promover a todo o tempo a atualização das leis para que sejam mais eficazes e eficientes no combate ao crime;

    Fortalecer e aumentar toda a infraestrutura tecnológica disponível.

    Organização da Gendarmeria

    Diretorias

    Diretoria Geral de Planejamento de logística;
    Diretoria Geral de Planejamento Estratégico, Planejamento Operacional;
    Diretoria Geral de Planejamento de Policiamento Comunitário (ou policiamento de proximidade)
    Secretaria Geral

    Diretoria de Recursos Humanos;
    Diretoria de recursos financeiros;
    Diretoria de recursos materiais.
    Coordenação de operações aéreas

    Diretoria de Operações;
    Diretoria de Manutenção;
    Diretoria de supervisão de segurança.
    Coordenação de suporte Técnico

    Departamento de Informações e inteligência;
    Diretoria de Telecomunicações;
    Diretoria de manutenção de unidades.
    Coordenação de serviços policiais

    Diretoria de serviços;
    Diretoria de formação e educação.
    Corregedoria

    · Diretoria de monitoramento interno;

    · Diretoria de investigação interna;

    · Diretoria de Accountability.

    Patentes e graduações

    Policial- Policía – Uma divisa;
    Cabo – Cabo – Duas divisas;
    Segundo Sargento – Sargento Segundo – Três divisas;
    Primeiro Sargento – Sargento Primero – Quatro divisas;
    Subtenente – Suboficial – Um triângulo;
    Segundo Tenente – Oficial – Dois triângulos;
    Primeiro Tenente – Subinspector – Três triângulos;
    Capitão – Inspector – Uma estrela (oito pontas)
    Major – Inspector Jefe – Duas estrelas (oito pontas)
    Tenente Coronel – Inspector General – Três estrelas (oito pontas)
    Coronel – Comisario – Descrição abaixo:
    General de Brigada- Comisario Jefe – Descrição abaixo:
    General de Divisão – Comisario General – Descrição abaixo:
    General – Comisionado General- Descrição abaixo:
    As patentes ou galões dos “comisarios” ou na equivalência, Generais, tem as suas insígnias em um desenho complexo que envolve a estrela de sete pontas da Gendarmeria Mexicana sobre de uma a quatro estrelas de cinco pontas envolvidas em duas divisas douradas.

    Equipmentos:

    Armas:

    Submetralhadoras:

    Colt 9mm SMG
    Heckler & Koch MP5
    Heckler & Koch MP7
    Heckler & Koch UMP
    Uzi
    Pistolas

    Beretta 92F—being phased out
    Glock pistol
    Heckler & Koch USP
    Jericho 941
    CZ P-09
    Fuzis

    AR-15
    Beretta AR70/90
    Beretta ARX 160
    CZ-805 BREN
    FN FAL
    Galil ACE
    Heckler & Koch G3
    Fuzis de Sniper

    Barrett M82
    DSR-50
    Heckler & Koch MSG90
    Metralhadoras

    FN MAG
    FN Minimi
    Heckler & Koch HK21
    IMI Negev
    M2 Browning
    M60E4
    Espingardas calibre 12

    Mossberg 500
    Lançadores de granadas

    Heckler & Koch AG36
    Milkor MGL

    Aeronaves:

    Fabricante

    Aeronave

    Modelo

    Tipo

    Em Serviço

    País de origem

    Notas

    Aeronaves de asa fixa

    Boeing

    Boeing 727

    727-200

    Transporte de tropa

    4

    EUA

    CASA

    CASA CN-235

    CN-235-400

    Transporte de tropa

    2

    Espanha

    + 1 encomendado

    Aeronave não tripulada

    Hydra Technologies

    Hydra Technologies S4 Ehécatl

    S4B

    Observação e reconhecimento

    12

    Mexico

    Receberá suporte daElbit Hermes 900

    Elbit Systems

    Elbit Hermes 450

    H-450

    Observação e reconhecimento

    4

    Israel

    +10

    Encomendados

    Helicópteros

    Sikorsky

    UH-60 Black Hawk

    UH-60M/L

    Transporte e suporte aéreo

    9

    EUA

    + 3 encomendados

    Mil

    Mil Mi-17

    Mi-171-V

    Transporte e suporte aéreo

    4

    Rússia

    Eurocopter

    Eurocopter AS350 Ecureuil

    AS350L1

    Transporte e suporte aéreo

    7

    União Europeia

    +3 encomendados

    Eurocopter

    Eurocopter EC120 Colibri

    EC120

    Transporte e suporte aéreo

    3

    União Europeia

    Bell Helicopter

    Bell 206

    B-206L

    Transporte e suporte aéreo

    5

    EUA

    -1 perdido

    Bell Helicopter

    Bell 412

    B-412EP

    Transporte e suporte aéreo

    3

    EUA

    MD Helicopters

    MD 500

    MD 530G

    Transporte e suporte aéreo

    7

    EUA

    Conclusão

    Enquanto que no Brasil fala-se, por desconhecimento, mau caratismo ou ideologia, que a solução para a violência brasileira, com mais de 55 mil mortos por ano, é a extinção das policias militares, no México, que é um país de cultura e formação parecidas com a nossa, e que sofre do mesmo problema do crime fora de controle, investiu tudo o que tinha na criação de uma polícia militar.

    Eles fizeram isto, depois de um cuidadoso estudo de modelo de polícia comparada, por que chegaram a conclusão que este é o melhor modelo de polícia, o mais eficaz e eficiente, para o país deles. Que, diga-se de passagem, tem mais semelhanças do que diferenças com o Brasil.

    Isso mostra, claramente, e de uma vez por todas, que o nosso problema criminal não é causado, ou não irá resolver, extinguindo as PM’s, muito pelo contrário, pois como temos um sistema criminal policial quebrado, onde o policial que começa o atendimento da ocorrência não pode terminar, tendo que encaminhar para outra corporação, que por sua vez, é a responsável pela parte de autuação e investigação e que tem o brilhante resultado de 8% dos homicídios elucidados. Não precisa ser muito inteligente para perceber aonde está o gargalo e qual é, realmente, a atitude que deve ser tomada para que a segurança pública no Brasil comece a funcionar minimamente.

    Hoje nada é mais urgente do que o ciclo completo de polícia para as polícias militares que, pela sua organização e abnegação próprias do sistema militar, reduzirão, e muito, os índices criminais e aumentarão, e muito, os índices de elucidação de crimes no Brasil.

    Essa realidade, que acabará acontecendo mais cedo ou mais tarde, pois é inevitável, e que agora já está na agenda política do Brasil, nos colocará no nosso devido lugar nos índices criminais do mundo civilizado, pois, como foi demonstrado, já temos um modelo policial que funciona e que só precisa agora receber o sinal verde para trabalhar pela sociedade com força total.

    O Brasil agradece.

  9. A PC esclarece 8%???? Com um sistema de câmeras de segurança em cada esquina???? Com smartphones que registram tudo e descarregam em redes sociais???? Fecha TUDO… acabou… passa a régua…

  10. não concordo com o colega de cima ,- o do texto grande-

    la ele diz que a outra policia ( pc ), não esclarece praticamente nada dos homicidios.

    mas se esquece ele que os pcs estão empenhados na caça aos devedores de pensão alimentícia ?

    seria bom ele pesquisar nos bós , quantos presos pensões a pc pega diariamente.

    do jeito que as coisas andam , logo logo o governo vai ter que fazer um CDP só para amontoar os devedores de pensão alimentícia.

    é a pc contra o crime ….

  11. MENTALIDADE DA POLICIA CIVIL.

    1- TOLERANCIA ZERO AOS DEVEDORES DE PENSÃO ALIMENTICIA

  12. ESTA É A REALIDADE, O RESTO É CONVERSA FIADA

    Brasil cria presidenta PILANTRA que zomba da nossa paciência e do nosso erário, achincalhando o governo indonésio, pressionando-o para indultar PILANTRA brasileiro que estava no corredor da morte por narcotráfico internacional!

    Tá bom, assim, ou queres mais?

  13. SR. VALDIR !, ME DESCULPE, MAIS S.M.J., QUEM DEVERIA ESTAR NAQUELE CORREDOR LÁ DA INDONÉSIA , SERIAM ” ELE (BARBUDÃO) E ELA ” E, SE EVENTUALMENTE ISTO OCORRESSE O NOSSO ERÁRIO ESTARIA INTACTO. E, ME AJUDEM AÍ Ó !…

  14. México…
    .
    criar uma PM…
    .
    realmente os caras estão no fundo do poço…
    .
    e agora, além do fundo, vão prá merda !

  15. A delegada passeia de Audi e continua na ativa já o ex-delegado corregedor foi demitido, muitos acreditaram no ex-secretário Pinto que iriam limpar a Polícia Civil, não sabiam de nada os inocentes, os tiradores de calcinha deveriam ter ido junto pra rua.

  16. Que piada esse texto aí de cima , Mexico cria policia militar . Quem é o mexico na ordem do dia , seja em segurança publica ou em educação saúde ou sei la o que , na verdade oq ue o mexico criou ali foi uma força nacional já conhecida aqui no brasil outra aberração que não serve para nada , não da resultado satisfatorio e só serve para medidas paliativas ou seja seria como uma tropa de choque a nivel nacional agindo em ações especificas de disturbio social ou apoiando forças locais caso solicitados .Não tem nada a ver com as pms brasileiras que ursupam funções estritamente policiais civis com direitos trabalhistas e atentando sempre para os direitos humanos e a dignidade humana , coisa que a pm não faz , não consegue fazer pois são treinados para a guerra , vê qualquer paisano como possivel inimigo não consegue distinguir infratores de inimigos de guerra,o brasil continua sendo o unico pais que possui policias militares atuando no dia a dia no policiamento a civis , passando por cima de direitos individuais e inclusive passando por cima da dignidade humana , com tratamentos desumano e degradante , através de tortura e de entrujamento tendo como um pano de fundo um codigo penal militar para se eximir das responsabilidades civis .Essas gendarmarias que o texto tanto falou aí em cima são tudo forças nacionais existente neste paises e de eficacia duvidosa , sendo por vezes questionadas a relevancias de suas existencias , as pms brasileiraras são coisas unicas no mundo onde se emprega militares para fazer policiamento a civis somente o brasil e mais dois paíes da africa é que adotam este tipo de policiamento e o resultado é este que vemos todos os dias .Pelo fim das pms já!

  17. eu fui delegado de policia, hoje sou deputado ! essa foi a resposta do Sr. Olim quando indagado por um humorista d!o programa panico. enquanto policiais militares eleitos, fazem questão de se apresentarem como tal, inclusive envergando fardas em plenário, exemplo de Conte Lopes, que diz “estou politico,e sou policial”. Seu Olim, , dispensando o titulo Dr. ou Delegado Olim, que foi seu slogan de campanha, e só foi eleito por tal titulo, pois, duvido que ganhasse algo, sob o titulo “seu Olim, um dos herdeiros do estacionamento do hospital Voluntarios. ! Reflita, seu deputado, se é justo cuspir no prato que comeu, e bem comeu !

  18. Com relação ao grande texto do nobre colega concordo em vários pontos e ressalto a necessidade de mudanças na estrutura da segurança pública, no entanto acresecento que enquanto o texto cita os 8% da Polícia Civil façamos questão de destacar os menos de 5 % de crimes nos quais a Polícia Militar deixa de evitar na sua função ostensiva, ademais a Pc com suas operações diuturnas, somados aos flagrantes e a inteligência juntamente com operacional chega em termos de qualidade a realizar maiores apreensões de drogas e quadrilhas de todos os tipos de crimes numa tacada só, se faz mais com menos, pois usa inteligência e qualidade, aspecto que se diferencia de sair abordando a esmo aleatoriamente, lembrando os 65 mil homicídios anuais, cade a prevenção? Cadê a grande qualidade para se evitar o crime? Opa eu não vi, passou rápido demais, agora ja era, zerou….

  19. Por acaso esse João Paulo Abe é um que é instrutor de uma escola em Curitiba ?
    Se for ele, já saiu da PC de SP e está na PC do Paraná….
    Mas não acredito ser o mesmo, pois esse é honesto e trabalha direito….

  20. se o problema da policia militar resolve desmilitarizando .. como resolver o problema da policia civil ? militarizar ? ou acabar ? escolha trágica e a resposta já sabemos qual é … Adeus policia civil ! foi bom a muito está ruim e agora está chegando o seu fim.

  21. Em dois anos duas “pás” presas! Primeiro a pá do Fujino, que passou pelo quatorze! Agora a trupe do Audi, noticiada logo acima pelo Flit! As drogas por aquelas bandas enriquecem o trafiolo, amaldiçoam os consumidores e mandam tiras para a cadeia. Ninguém fica imune! Viva Sorocaba!

  22. Quero me mudar para o México porque lá e eles criaram uma polícia militarizada. Não quero me mudar para o México porque as “delegatas” de São Paulo não andam armadas pra não atrapalhar o modelito. Quero me mudar para o México porque lá, tal qual cá, a PM será respeitada pela sua disciplina, honra, patriotismo e eficiência no combate ao crime. Não quero me mudar para o México porque as “delegatas”, ainda cheirando à fraldas, querem impor sua visão teórica das coisas nas costas do mais velhos. Quero me mudar para o México porque a PM de lá, conseguirá prevenir ataques terroristas, igual a “gendarmerie” francesa, uma das melhores polícias do mundo, fez na sexta-feira 13 de 2015. Não quero me mudar para o México só porque a “delegata” da DISE de Sorocaba continua na ativa, dirigindo Audi extorquido, enquanto a “tiragem” apodrece no PPC. Quero me mudar para o México, porque apesar de a PMESP estar quase 100 anos já na frente da recém-criada PM Mexicana, lá ainda não matam quase duas pessoas por dia, igual a PM daqui, ou seja, o Estado Mexicano não ficará nas minhas costas me obrigando a arredondar as chacinas da PMESP.
    Agora sério, imagina que bosta que vai ser continuar morando no México:
    http://www.abcnewspoint.com/top-10-most-corrupt-police-forces-in-the-world/ (nossa só tem “coxa”!)

  23. Alguém sabe se o João Paulo Abe é o mesmo que saiu da PCSP e foi para a PC do Paraná por ser instrutor de uma escola de táticas em Curitiba ?

  24. Nossa !
    .
    a bronca foi denunciada pelo MP em 2010 !
    .
    ainda está correndo? ou melhor… escorrendo ?
    .
    cinco anos sem solução ?
    .
    Justiça que tarda, já falhou !

  25. RÁ, PC tomando dinheiro alheio, conta outra kkkkkkkkkkkkkkkk

  26. unificar a polícia é o c@r@lh0! é hipocrisia dizer que o problema da PM é seu gigantismo e, de outro lado, defender a unificação, tornando um monstro incontrolável denominado “Polícia Estadual”

  27. o mais correto a se fazer aqui no brasil é unificar as policias….com comando único….

    onde logo no inicio apos a acadepol o policial iria para a rua fardado, fazendo rodas…
    depois disso atraves de concursos , o policial poderia sair da farda e ser promovido a cargo superior, para fazer as investigações….se tornando um inspetor ou detetive . e se o cara tiver aptidão podera atraves de concursos chegar ao grau máximo… sendo o OFICIAL CHEFE GERAL DA POLICIA.

    SERIA SOMENTE 03 NÍVEL.

    1- POLICIAL.

    2- DETETIVE OU INSPETOR.

    3- OFICIAL MAIOR.

  28. Gente estamos vendidos aos corruptos, como pode, todos os dias mesma coisa. LAVA JATO, MENSALÃO OPERAÇÃO DISSO DAQUILO, GENTE onde vamos parar com tudo isso, esse dinheiro da corrupção poderia criar milhoes de vagas na Policia, muitos hospitais, escolas, enfim, poderia fazer nosso Pais sair da crise. o que vamos deixar para nossos filhos?
    A Policia esta 80% nessa situação, hoje só se pensa em grana, o Decap virou castigo, onde deveria ser vitrine, apadrinhados sem capacidade, em DENARC DEIC DPPC FAZENDARIA pois é só para isso que servem esses departamentos, para tirar proveitos, deveriam acabar com as especializadas, e fazer distribuição nos distritos e seccionais, e tornar o crime de corrupção em crime hediondo.
    Corregedoria, MP PM Senado, enfim tudo tem esquema? onde vamos acabar.
    Será que esquecemos Deus? para que se ter tanto, sabendo que é roubado sendo policia?
    chega.

    Viaturas novas na mão de recolhas, verbas de materiais básicos sendo desviadas, Policials apadrinhados bilionários.

    chega

  29. SR. “FIM DOS TEMPOS ” !, ME DESCULPE, MAIS EM TERMOS DO ESTADO DE SÃO PAULO, VOCÊ ESTA SE ESQUECENDO DOS “METROLÃO”, TRENZALÃO” E OUTROS. AGORA COM RELAÇÃO AOS CARGOS POR VOSSA SENHORIA MENCIONADOS, PERTINENTE ÀS TITULARIDADES DE CLASSES EEPECIAIS, S.M.J, EU SÓ TIRO O CHAPÉU PARA A MELHOR DELEGADA DE POLÍCIA QUE A POLÍCIA CIVIL TEM OU SEJA A DRA. ELAINE MARIA BIAZOLI, E COM UM DETALHE, ESTOU APOSENTADO HÁ APROXIMADAMENTE SEIS ANOS E JAMAIS ESSA “GUERREIRA” ME CONCEDEU NENHUMA PROCURAÇÃO. DRA. UM ABRAÇÃO DO J.B. E MANDA ESSES CONTUMAZES IREM “CATAR COQUINHO”. E, ME AJUDEM AÍ Ó !…

  30. PARA O BRASIL SER RECONHECIDO MUNDIALMENTE , COMO UM PAIS DIGNO DE PERTENCER A NATA DOS PAISES
    SÉRIOS, PRECISAMOS PRIMEIRO POR ORDEM NA NOSSA CASA….

    1º ATO= MANDAR O SAPÃO BARBUDO E SUA GIGANTESCA QUADRINHA PRA CADEIA.E DAR UMA PENA DE
    PRISÃO PERPÉTUA A TODOS ELES.

  31. A DOUTORA CITADA…
    .
    APESAR DE NAO SABER SAMBAR…
    .
    ELA DANÇOU NO SALÃO DA 5A.SECCIONALL…
    .
    E ISSO !

  32. SR. “38 anos de janela e vendo a ruína ” !, ME DESCULPE MAIS VOCÊ ESTÁ COMPLETAMENTE POR FORA. POIS O QUE EU QUIS DIZER É QUE ESSA DELEGADA DE POLÍCIA, PÕE MUITOS “MAJURENGOS” QUE AÍ EXISTE E EXISTIRAM NO BOLÇO. E DIGO ISSO PORQUE JÁ TRABALHEI COM ELA E COMO JÁ COMENTEI, S.M.J. A DRA. “É UM PÉ DE BOI PARA TRABALHAR” E, ACIMA DE TUDO SUPER COMPETENTE. DRA. MAIS UMA VEZ, UM GRANDE ABRAÇO E BOA SORTE. NÃO DÊ OUVIDOS PARA CERTOS RECALCADOS. E, ME AJUDEM AÍ Ó !…

  33. Realmente a Dra. Elaine é a melhor e só. Caiu pois ia ser a nova diretora do DECAP e mexeram os pauzinhos para ferrar ela, festa e dançar não pode, agora roubar e maquiar estatísticas pode? Elaine volte pelo amor de Deus

  34. O que tem de coxinha aqui é incrível. Falam mal, falam mal, mas tão de zóio. Eita zoião! Se a PM tá tão boa assim… Engraçado que eu NUNCA VI PC querendo entrar na PM. Mas PM que sonha em ser tira ou agente é o que mais tem. Daí fica a pergunta, se os mike presumem que todo PC é ladrão, e querem entrar de qualquer jeito, então o que podemos concluir disso? Fora que muitos não enxergam mas o militarismo só é bom pros estrelinhas que passam o dia lendo jornal. Por falta de visão, muitos não percebem isso, mas as “vantagens” do militarismo não passam de ilusão.

  35. SR. ” Fim dos Tempos”, MEUS PARABÉNS PELO SEU EXPOSTO, SABE PORQUE !, PORQUE DE FATO VOCÊ CONHECE ESSA DELEGADA DE POLÍCIA QUE COMO JÁ DISSE PÕE NO BOLSO DO NÍQUEL, MUITOS “MAJURAS” QUE SE FORAM E MUITOS QUE AÍ ESTÃO. E ELA, SEMPRE FOI E CONTINUA SENDO UMA “GUERREIRA”, EM PROL DA NOSSA EGRÉGIA POLICIA CIVIL DE SÃO PAULO E, COM MAIS UM DETALHE AMIGA CONTUMAZ DE SEUS SUBALTERNOS. ESTOU COM UMA PULGA ATRÁS DA ORELHO !, OCORRE QUE NINGUÉM SABE O NOME DAQUELE “MAJURENGO” MULTIPLICADOR DE B.O.s . RAPAZ !, HÁ ANOS UM ” NADA”,VISTO QUE EU O CONHECIA MUITO BEM, ELE ERA “BATE PÁU”, OU SEJA UM VERDADEIRO GANSO, LOGROU EXITO EM LUDIBRIAR UM CONCURSO PARA DELEGADO DE POLÍCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO, EXIBINDO UM DIPLOMA FALSO. E COMEÇOU A ” DEITAR E ROLAR” EM CIMA DOS VERDADEIROS POLICIAIS CIVIS. ACONTECE QUE A FALCATRUA PERPETRADA PELO INDIGITADO, NÃO GRAÇAS A MIM, MAIS DE OUTROS POLICIAIS, FOI CABALMENTE DESCOBERTA E O FALSO POLICIAL ” RUA”. ETÁ “TONELADA” PESADA !. E, ME AJUDEM AÍ Ó !….

  36. COMPLEMENTANDO UM POUCO O EXPOSTO. ALGUÉM PODE ATÉ QUESTIONAR PORQUE ESSE J.B., “IDOLATRA” TANTO ESSA DELEGADA DE POLÍCIA !. RESPOSTAS FACÍLIMA : OCORRE QUE EU QUANDO NA ATIVA TIVE A HONRA E O PRAZER DE TRABALHAR COM ELA EM TRÊS OPORTUNIDADES, PRIMEIRO NO 15 D.P., ELA AINDA COMO ASSISTENTE, POSTERIORMENTE ELA COMO TITULAR DO 4 D.P., E EU NAS FILEIRAS DO CARTÓRIO E, INFELIZMENTE POR ULTIMO ELA LÁ NA 8 SECCIONAL, E EU NAS FILEIRAS DO 41 D.P. VILA RICA. GENTE !, DE CORAÇÃO SE ESTIVESSE NA ATIVA SEM SOMBRA DE DÚVIDAS QUE CONTINUARIA A TRABALHAR COM ESSA “GRANDE POLICIAL CIVIL DO ESTADO DE SÃO PAULO”. DRA. UM GRANDE ABRAÇO, E MAIS UMA VEZ BOA SORTE. E, ME AJUDEM AÍ Ó !…

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