Sem chance de defesa, pistola trava e delegado acaba morto por bandidos…Era Glock, SIG Sauer ou Smith & Wesson ? 75

Delegado é morto a tiros no limite entre São Paulo e São Caetano

Crime ocorreu na madrugada desta quinta-feira na Estrada das Lágrimas.
Polícia suspeita que vítima tenha sofrido tentativa de assalto.

Do G1 São Paulo

Um delegado foi morto na madrugada desta quinta-feira (14) na Estrada das Lágrimas, na Ponte Preta, no limite entre as cidades de São Paulo e São Caetano do Sul.

O policial civil José Antônio do Nascimento seguia para casa em um Ford Fusion após deixar o trabalho na capital paulista. O delegado trabalhava no 90º DP, no Parque Novo Mundo, na Zona Norte.

A polícia acredita que o delegado tenha sido vítima de tentativa de assalto. Segundo testemunhas, o delegado foi abordado por dois homens em um moto e levou dois tiros. A vítima foi atingida com um tiro na cabeça e no tórax e morreu no local.

Os criminosos fugiram sem levar nada e abandonaram a moto. A arma do policial foi encontrada no banco do carro com sinais de travamento, o que supõe que ele tentou reagir, mas a arma travou. Segundo a polícia, o delegado conseguiu disparar um tiro antes de ser atingido.

O caso será investigado pelo DHPP (Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa). A moto usada pelos criminosos não era roubada e o veículo é de Cubatão.

delegadonascimento

  1. o treino e sorte . . .

    vc afirma que pistolas em geral só devem ser usadas com empunhadura com duas mãos firmes ???

    exigência do fabricante ???

    e com q munição específica ???

    é isto ???

    afirme o q vc fala . . só responda sim ou não

  2. é o enésimo policial genocidado pelo lixo da maurus korruptus pçç$$$db e cia

    e vem um teórico aprendiz de sniper

    desviar a o foco desta merda maurus . .

    enésimo aprendiz . . enésimo q morre com uma arma maurus na mão janelada

    fica no teu mundinho de alice . . .

    respeite nossos mortos

  3. O Bradock aí de cima deve ser acionista da Taurus.
    Nunca ouvi tamanha besteira
    É claro que treinamento tem influência, só que o campeão mundial da Swat morrerá com uma merda dessas Taurus na mão.
    O treinamento não consertará a merda do projeto ou a ausência de controle de qualidade da fábrica.
    A manutenção não mudará o fato de que o Estado compra armas defeituosas e distribui aos policiais
    Coloca no Youtube “defeito pistola Taurus” como foi dito em outro post
    Essa armas dão defeito com uma mão, com duas, com o pé, de cabeça pra baixo.

    Tinha jogar essas Taurus na mão do exército e mandar eles pra dar uma força na Guerra contra o Estado Islâmico.

  4. Tudo que podemos esperar é que os investigadores encontrem esses suspeitos e os levem tranquilamente para o DP quem sabe reúnam provas suficientes para condenar.
    Enquanto isso em Jundiaí matador de polícia o taticão mandou pra puta que pariu!!!!
    Cada um tem a justiça em que acredita!!!!

  5. PRA QUEM TIVER INTERESSE, VEJA O PREÇO COBRADO POR UMA ARMA NOS EUA. DESCONSIDERE O DÓLAR, POIS NÃO TEM COMO COMPRAR NADA HOJE. USE A COTAÇÃO DE SEIS MESES ATRAS( US$ 1.00 = R$ 2,60). VEJA A QUANTIDADE DE OPÇÕES E OS PREÇOS. É DE CHORAR!!!
    http://www.impactguns.com/

  6. Acho que criticar ou exigir maior qualidade por parte da Taurus e Imbel é medida inócua e desperdício de energia.

    Essas armas são lixos há anos, continuarão sendo e, pelo que vejo, estão piorando cada vez mais. Não irão reduzir seus lucros investindo em tecnologia pois detém o monopólio mafioso com a participação do governo e exército.

    A população em geral não é público consumidor de armas e nem tem ideia do que está acontecendo. Nunca farão qualquer movimento. Cabe a nós policiais mudarmos isso de alguma forma.

    Imagine que no Brasil existisse apenas a fábrica de automóveis da Gurgel.
    Se você quisesse ter um veículo teria que ser Gurgel ou andar a pé.
    Um ou outro talvez conseguisse uma credencial de colecionador e poderia importar um carro, mas só pra usar em pista fechada.
    Volks, GM, Audi, Mercedes, BMW, Ford, Fiat seriam opções globais, onde a maioria dos países têm acesso, mas você que vive num “país democrático” não pode comprar porque algum órgão responsável por regular os automóveis tem uma norma que impede a importação sob pretexto de proteger a industria automobilística nacional, sendo que este mesmo órgão é um dos donos da montadora que detém o monopólio nacional.

    O instinto não deixa, mas tem horas que dá vontade de virar um bunda mole do tipo que vê um roubo e dá meia volta e sai sem arma e funcional porque sai mais barato ficar sem o celular e carteira do que morrer ou ser processado caso a arma não falhe.

  7. A GANÂNCIA está diretamente ligada às mortes dos inocentes.

    Num país de GERSONS, nada vale uma vida.

  8. Criticar é fácil, ajudar, não… disse:
    15/01/2016 ÀS 14:17
    A GANÂNCIA está diretamente ligada às mortes dos inocentes.

    Num país de GERSONS, nada vale uma vida.
    _____________________________________________________________________________________

    Somos todos Gersons….

  9. Que a família demais esse policial seja reconfortada em sua fé nesse momento triste e trágico. Contudo, não custa argumentar que, se as informações que até aqui dão conta de que o mesmo se utilizava de uma pistola taurus como carga para a sua defesa, um policial, no caso um delegado, em condições financeiras de adquirir uma pistola como a Glock ou ao menos um bom revólver calibre 38 deixe de fazê-lo, e assim se expondo ao risco de morrer de forma tão terrível. Não pensem que com isso quero eximir o pilantra do governador das suas responsabilidades, só pretendo trazer à tona os riscos à que estamos sujeitos por não dispôr de condições financeiras para nos protegermos da melhor forma. No meu caso não abro mão do meu bom e velho 38 de 4 polegadas. Força a família desse nosso companheiro abatido de forma cruel e covarde.

  10. José Pinoti,

    Mas a discussão é exatamente sobre isso.

    O que não falta é policial tentando comprar Glock e outras armas de qualidade, mesmo tendo que sacrificar parte de sua renda.

    E a indignação é que existe uma máfia, através do exército e de políticos, que boicotam as importações pra manter o monopólio dessas bostas de Taurus e Imbel.

  11. Denúncia de que individuo envolvido na morte do delegado do 90 DP havia guardado a arma no telhado de sua residência…….
    Equipe do CFP M-46002 Ten Salles / ASP Alves / CB Roney / SD Enéias juntamente com a viatura M-46114 CB Magno / SD Romão .
    Lograram êxito em localizar o armamento bem como levar para averiguação um indivíduo que se encontrava na residencia

  12. Pamaso, francamente você deve ser um imbecil para fazer um comentário tosco desses. Sai fora cara. Se liga.

  13. Futuro Tira, no probatório 357, glock 40 esquece……………………..

  14. Ao mike que defendeu vingança ao colega delpol, sabemos que vingança é medida paliativa não resolve nada e só acirra mais essa guerra, o problema é muito mais embaixo, são as leis que não punem devidamente e não dá o caráter educativo no delinquente, se um infeliz desse aí que matou o doutor pegasse os 30 anos que temos aí e ficasse os 30 anos preso, duvido se ele não pensaria 200 vezes antes de acionar o gatilho, mas não com essas leis que existem por aí é muito fácil derrubar polícia, acaba sendo um herói dos malas nas cadeias. Então esse toma lá da ca, só faz o mala se encorajar mais e vir com mais ânsia de derrubar o polícia, gera a sensação neles de que é uma luta de iguais e não de foras da lei contra autoridade policial e que qualquer momento eles podem vencer está guerra, e nisso vamos morrendo na covardia desses marginais que só atacam pelas costas e o governo fica aí de braços cruzados encarando isso como se fosse briga nossa e ele (estado) não tivesse nada a ver com isso. Temos que cobrar dele (governo) que tome alguma atitude referente às leis, se não continuaremos morrendo como se insetos fossemo, não podemos encarar isso como guerra nossa essa é do Estado temos que cobrar que ele sim tome providências e nos garanta integridade, segurança e justiça. Se entrarmos nesta onda de toma lá da ca, o prejudicado será nos tanto nas mãos dodos bandidos quanto nas mãos da justiça, por que para nós há lei, para o bandido não. Não sei se me entende..

  15. Sem entrar no mérito de derrubar ou não, caçar vagabundo ou não, etc, apenas considerando o aspecto técnico de armamento e tiro:
    Empunhadura faz diferença sim, quando se fala em pistola semi-automática, pois o ferrolho, ao se movimentar, tem inércia, e dependendo da empunhadura, se mal feita, com a mão “mole”, anula essa inércia, fazendo com que a arma não cicle, portanto, o colega que comentou isso não falou besteira, e longe de mim defender a Taurus, que só fez merda quando começou a fazer essas armas de polímero;
    Ao invés de gastar uns oito paus numa Glock, CZ, ou qualquer arma dessas no “maravilhoso” calibre .380, que é o que estão custando com a alta do dólar, compre um bom .38, que a Taurus ainda sabe fabricar, por uns três paus, e gaste esse “troco” de cinco paus em munição e treinamento, em bons clubes de tiro vai gastar uns 150 merréis cada cinquenta tiros, sendo que muitos dão desconto para nós, policiais. Se quiser usar a arma do Estado, gaste com munição e treine bastante, teste a arma, manuseie, limpe, atire, limpe de novo,seja humilde e ouça conselhos em bons clubes de tiro. QUALQUER ATIRADOR DESPORTIVO EXPERIENTE ENTENDE MAIS DE ARMAS QUE NÓS, POLICIAIS, essa é a verdade. Distintivo e cargo náo substituem técnica e experiência.
    É o único jeito de tentar se defender. Arma sem treinamento, limpeza, lubrificação, não serve prá nada, só prá peso de papel, se não estiver disposto a fazer isso, é melhor sair sem arma e funcional.

  16. Completando meu comentário, principalmente aos colegas mais novos: não ache que com uma Glock na cintura todos os seus problemas estarão resolvidos. Toda arma falha. Qualquer pistola, mesmo de marcas renomadas e usando munição de primeira categoria, coisa que infelizmente não temos por aqui, está sujeita a uma pane de chaminé, dupla alimentação, etc. Até revólver falha, embora seja raro se estiver em boas condições, mas pode soltar uma vareta do extrator e travar o tambor, por exemplo. Portanto, treino, treino, treino, e também, uma arminha pequena e confiável de back-up. É o único jeito, é sua vida que está em jogo.

  17. ha uns 3 anos atas fui em uma pedreira com um parceiro para treinar uns disparos, e la estava um armeiro PM aposentado que estranhou o estampido de minha PT840, bem como a PT945 de meu parceiro, ele solicitou algumas munições, e ao retirar o projetil, surpresa, menos da metade da pólvora necessária para o tiro,isto mesmo, a CBC sabedora da péssima qualidade das armas fabricadas por sua Parceira Taurus, faz as munições para que elas não explodam. causando falhas como esta, na alimentação, ou o projetil parando no caminho no caso das CT40, casos mais que provados com vários colegas, não sou perito nem sei a quantidade certa de pólvora que deve abastecer os cartuchos, mas estamos nos ferrando com o lobby destas empresas e governo.

  18. Texto de: Aluisio Antônio Maciel Neto – 2º Promotor de Justiça de Piracicaba
    O choro contido de um policial militar no velório de seu companheiro de farda, queimado vivo em uma favela do Rio de Janeiro, revela o que poucos enxergam: há muito mais por trás de uma farda cinza. Há homens, mulheres, pais ou filhos de uma mesma sociedade desigual, hipócrita e violenta.
    Negligenciados por um Governo incompetente, ignorados por uma imprensa ideologicamente pautada, os “fardas cinzas” enfrentam diariamente uma guerra, cruenta e velada, que se quer escondida da opinião pública.
    A morte de um “farda cinza” é prêmio ou prenda para que um criminoso ingresse ou permaneça em uma organização criminosa. Mata-se policial para se livrar de dívida com a facção criminosa. Mata-se policial para ingressar na mesma corja. Mata-se policial, simplesmente, porque ele cumpriu sua função de proteger a sociedade, de preservar a vida de quem ele nem mesmo conhece, mas que por ideal de vida se coloca em risco para defender seus valores. Mata-se policial, enfim, por ser um policial.
    Enquanto isso, enquanto mortes de policiais se sucedem em uma sociedade dita “ordeira”, o Governo fecha os seus olhos. Edita atos e mais atos para conter as ações policiais.
    Aliás, vide a Nota de Instrução PM 3 – 002/03/13, que pressupõe a presunção de culpabilidade de um policial militar em ocorrência que resulte morte, de bandidos ou de companheiros de farda, e afasta os agentes envolvidos de suas funções. Negam a eles o direito de todo e qualquer cidadão, a bradada presunção de inocência. Negam a eles o princípio que permeia todo ato de agentes públicos, o preceito de presunção de legitimidade de suas condutas. Rendem-se os governantes ao comodismo do politicamente correto, mesmo que isso seja o preludio de uma “condenação” a ser realizada pela “opinião pública”. Afinal, são apenas “fardas cinzas”, que podem ser facilmente vestidas por outros.
    A imprensa? Ah, a imprensa…
    Embevecidas pela ideologia marxista de eterno embate entre Estado e indivíduos, sem distingui-los entre bons e maus, e incentivada pela covardia de um posicionamento governamental, escolhem suas pautas a fim de manter a velha divisão dentre “explorados” e “exploradores”.
    Sob as vestimentas de uma humanidade virginal, formadores de opinião repetem o mantra de que criminosos “são vítimas da sociedade”, da falta de condições sócio econômicas propiciadas pelo “Leviatã”, olvidando-se de que ao ser humano é destinado o Livre Arbítrio, a capacidade de distinguir entre o certo e o errado.
    Assim, a imprensa define qual realidade se amolda a sua ideia preconcebida de sociedade. Esconde a guerra existente entre policiais, personificando-os injustamente pelo “Estado opressor”, e a criminalidade organizada. Levantam diversas suspeitas precipitadas de excessos policiais, e não revelam as circunstâncias torpes, dissimuladas, utilizadas pela criminalidade na execução rotineira desses agentes do Estado.
    Preferem dizer que, certa feita, houve a morte do dublador do Harry Poter, ao invés de frisar e destacar que, antes dessa função, existia um policial militar assassinado no exercício de suas funções.
    Assim, a falta de informação verdadeira, comprometida, acaba por acometer a sociedade de uma espécie de miopia coletiva monocromática, que se acostumou a enxergar os “fardas cinzas” tão somente como objetos. Equiparados aos veículos ou armas que carregam. Peças descartáveis, portanto, de um Estado falido.
    Ao ver a imagem desse policial, lembrei-me de uma experiência vivida há dois meses. O funeral de um policial militar, morto enquanto tentativa impedir mais um roubo a banco.
    Ele estava à paisana, poderia ter evitado o combate. Mas resolveu agir, em solidariedade aos seus companheiros e em defesa do ideal que jurou defender.
    Em seu sepultamento, aquele homem que deixou sua casa pela manhã e não voltou, transformou-se em uma bandeira dobrada, entregue solenemente à sua mãe inconsolada, com os pesares e as honras do dever cumprido.
    E, enquanto seu corpo descia rumo ao sepulcro, apenas uma voz quebrou o silêncio que se fazia. A voz de uma menina, de apenas 9 anos, pouco mais do que tem a minha filha, a gritar: Pai! Pai! Pai! Pai!….
    Gritos que se sucederam e que não tiveram respostas, pois a única resposta esperada era daquele que já tinha ido e não mais voltaria…
    Naquele dia e em outros tantos que se seguiram, certamente havia apenas o silêncio e muito mais do que as “fardas cinzas”.

  19. Estranho a afirmação que foi latrocínio logo após o crime. Como chegaram tão rápido a essa conclusão? Como se sabe que o delegado tentou reagir? Porque a grande quantidade de tiros no veículo, sendo que foi apenas uma tentativa de assalto? Porque os tiros acertaram o peito e a cabeça? Alguém mais participou do crime? Quem o delegado estava investigando? Crime organizado foi afetado pelas operações do delegado? São perguntas básicas que até agora as autoridades não tiveram o mínimo de interesse em investigar. Estamos vivendo tempos difíceis onde a violência e os tentáculo do crime organizado estão em todas as esferas do poder, a sociedade está anestisiada e alheia a toda a realidade da nossa política de segurança pública.

  20. Pistola travou pela quantidade de ferrugem que travou o ferrolho.
    Estava no mínimo a 6 meses sem manutenção.

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