Justiça do RJ condena 8 PMs bandidos por tortura, morte e sumiço de Amarildo; policiais honestos testemunharam contra os conspurcardores da lei e da Instituição 39

Justiça do RJ condena 8 PMs por tortura, morte e sumiço de Amarildo

Do UOL, em São Paulo

31/01/201622h41 > Atualizada 01/02/201610h50

  • Daniel Marenco/Folhapress

    Major Edson Santos recebeu a maior pena entre os PMs condenados: 13 anos e 7 meses

    Major Edson Santos recebeu a maior pena entre os PMs condenados: 13 anos e 7 meses

A juíza da 35ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, Daniela Alvarez Prado, condenou, pelo menos, oito policiais militares pela tortura seguida de morte e ocultação de cadáver do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, informou na noite deste domingo (31) o programa Fantástico, da “TV Globo”.

Amarildo desapareceu no dia 14 de julho de 2013, após ser levado por PMs para a sede da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora), localizada no Alto da Rocinha, comunidade da zona sul do Rio de Janeiro. Os PMs suspeitavam que o ajudante de pedreiro sabia onde os traficantes locais escondiam armas e drogas.

As investigações da Polícia Civil e o Ministério Público concluíram que Amarido foi torturado até a morte, atrás dos contêineres onde funciona a UPP. Ao menos 25 PMs foram denunciados à Justiça por participação nos crimes.

Zulmair Rocha/UOL

Família ainda espera encontrar o corpo de Amarildo

O chamado “Caso Amarildo” teve ampla repercussão e motivou várias manifestações contra a violência em todo o país. A juíza Daniela Alvares Prado escreve em sua sentença que Amarildo era foi “vítima de uma cadeia de enganos, era vulnerável à ação policial, além de ser ‘negro e pobre, dentro de uma comunidade à margem da sociedade’ “.

O comandante da UPP, major da Polícia Militar Edson Santos, recebeu a maior pena “por ser um superior que deveria dar exemplo aos subordinados”, de acordo com a sentença da juíza: 13 anos e sete meses em regime fechado pelos crimes de tortura seguida de morte, ocultação de cadáver e fraude processual. Em depoimento, ele chegou a afirmar que Amarildo havia sido ouvido na UPP por alguns minutos “e deixou o local a pé e sozinho”. O major acusou traficantes de terem matado o ajudante de pedreiro.

Ao UOL, o advogado de Santos, Saulo Salles, afirmou ainda não ter sido notificado a respeito da decisão da juíza. “Vou no fórum ainda hoje para ver se isso procede ou não. A defesa não tem ciência porque não houve qualquer notificação. O último movimento do processo era de outubro do ano passado”, disse ele. Como a sentença é de primeira instância, cabe recurso. “De qualquer forma, vamos recorrer.”

A reportagem do Fantástico informa também que o subcomandante da unidade, tenente da PM Luiz Felipe de Medeiros, foi condenado a dez anos e sete meses de prisão. De acordo com a sentença, “ele orquestrou o crime junto com o major Edison”.

O soldado Douglas Roberto Vital Machado foi condenado a 11 anos e seis meses em regime fechado, “por ter atuado desde a captura de Amarildo até a morte dele”.

Os soldados da PM Marlon dos Campos Reis, Jorge Luís Gonçalves Coelho, Jairo da Conceição Ribas, Wellington Tavares da Silva e Fábio Brasil da Rocha da Graça foram condenados a dez anos e quatro meses.

Todos os condenados deverão ser expulsos da Polícia Militar do Rio de Janeiro. A reportagem não informa a respeito do veredicto dos outros 17 denunciados. Ainda cabe recurso à decisão em primeira instância.

Covardia

Na sentença, a juíza critica a atuação da Polícia Militar do Rio de Janeiro: “nos deparamos com a covardia, ilegalidade, o desvio de finalidade e o abuso de poder exercido pelos réus”.

A investigação revela que policiais militares, que não participaram da ação criminosa, foram obrigados a ficar dentro dos contêineres, com expressa proibição de saírem do local. Um deles contou, em depoimento, que ouviu as seguintes palavras proferidas por Amarildo: “Não, não, me mata, mas não faz isso comigo!”.

Depois da tortura, o major Edison Santos mandou os policiais que estavam nos contêineres fossem embora: “Vai todo mundo embora, não quero ninguém aqui!”.

A investigação sobre o destino do corpo de Amarildo prossegue. Policiais do Bope (Batalhão de Operações Especiais) são suspeitos de retirarem o cadáver da vítima em uma viatura.

  1. ‘Pedagogia do sofrimento’ em treinamento alimenta violência policial, diz capitão da PM

    Privação de sono, pauladas, tarefas em salas impregnadas de gás lacrimogêneo e pimenta, almoço misturado com água e consumido com as mãos imundas de terra e pus, humilhação e assédio moral praticados por superiores.

    As cenas, registradas em um curso recente de formação policial no Brasil, se repetem pelo país. Expõem ainda o predomínio, no treinamento das PMs, de uma “pedagogia do sofrimento” que acaba por alimentar a violência de seus agentes nas ruas.

    A conclusão é do capitão da PM da Paraíba Fábio França, que colheu relatos de participantes de um estágio de aperfeiçoamento realizado em agosto de 2014 em uma Polícia Militar do país – o Estado não é revelado na pesquisa porque os chefes da corporação pediram para “resguardar a imagem da instituição”.

    Mestre e doutor em sociologia, França especializou-se no estudo da formação dos profissionais de segurança pública no Brasil.

    Com 35 anos de idade e 13 de PM, o capitão cunhou a expressão “pedagogia do sofrimento” para caracterizar o modelo de cunho militarista que, segundo ele, predomina na educação policial no país, baseado em valores como masculinidade, virilidade e exaltação ao combate bélico.

    Para ele, essa pedagogia está ligada a um “ethos (conjunto de costumes e hábitos) guerreiro”, que legitima a “construção de uma vontade bélica de proteger a sociedade”.

    “A crença geral é que o treinamento baseado em violência psicológica, moral e até física é necessário para condicionar o corpo e a mente dos soldados para vencer o medo e o perigo e ter coragem para o embate no que seria uma guerra urbana”, afirma França, que relaciona o fenômeno ao que aponta como “herança ditatorial” das PMs brasileiras.
    ‘Se não aguentar, corra’

    Treinamento na PM do Maranhão: mulheres que apostam na carreira policial acabam obrigadas a “introjetar o papel dominador da maioria masculina”, diz capitão da PM da PB
    Em conjunto com a colega de PM Janaína Gomes, o capitão reuniu depoimentos de participantes de um curso de formação de um pelotão especial de patrulhamento em motos.

    Para os autores, que publicaram os resultados do estudo na última edição da revista do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, os rituais do treinamento reforçam a “pedagogia do sofrimento” em detrimento de valores como comunicação, solução de problemas e relação com a comunidade.

    “Na obtenção de um ‘brevê de virilidade militar’, é necessário um aprendizado voltado para o sofrimento físico e para as dores morais”, escrevem os policiais e especialistas em segurança.

    Nesse contexto, aponta França, mulheres que apostam na carreira policial acabam obrigadas a “introjetar o papel dominador da maioria masculina” para conseguir espaço em um “universo marcado pelo preconceito” de gênero e contra homossexuais.

    Uma aluna do curso, por exemplo, relatou como os participantes eram molhados com água gelada durante a madrugada, entre outras privações.

    “Além de banho de água gelada na madrugada teve também gás. Eles colocaram a gente dentro de uma sala, mandaram a gente tirar a camisa, colocar a camisa no olho, gasaram (lançaram gás lacrimogêneo ou de pimenta) a sala e desmontaram a pistola para a gente montar, e só saía da sala quem conseguisse montar a pistola”, afirmou a militar aos pesquisadores.

    Outro participante reclamou de uma situação em que a saúde dos alunos foi, segundo ele, colocada em risco.

    “No horário de almoço da gente, pegaram as quentinhas e jogaram dentro de um isopor sujo. Aí botou (sic) a gente pra comer com a mão, a mão suja do dia todinho pegando na moto, pagando flexão, com a mão suja cheia de pus, tinha muita gente com a mão inflamada. A gente parecia um bando de animais”, disse.

    Reprodução da violência

    Os relatos colhidos pelos pesquisadores militares da Paraíba reforçam os resultados de uma pesquisa recente com 21 mil policiais no Brasil, que mostrou que 30% deles já tinham sofrido abusos físicos ou morais dentro de suas próprias instituições.

    Segundo o levantamento de 2014, realizado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Fundação Getúlio Vargas e Secretaria Nacional de Segurança Pública, 28% dos policiais ouvidos afirmaram ter sido “vítima de tortura em treinamento ou fora dele” e 60% narraram situações de desrespeito ou humilhação por superiores hierárquicos.

    Para França, esse tipo de formação acaba motivando um efeito dominó, em que as vítimas passam a naturalizar e transmitir a violência adiante.

    “Os alunos interiorizam as regras morais e vão exteriorizá-las no cidadão comum, que é o ‘paisano’, o ‘civil’, uma categoria diferente. Você sempre irá buscar uma válvula de escape para a ordem, a coerção moral”, afirma o capitão.

    A pesquisa registrou pelo menos um caso de violência física contra alunos, em que instrutores aproveitavam a superioridade hierárquica e a ausência do coordenador do curso para “resolver (problemas com) desafetos”.

    “Um instrutor que estava querendo ‘tirar’ um aluno que não foi com a cara pegou um pedaço de pau dentro da mata. (…) Aí ele pegou e bateu num aluno que quebrou o pedaço de pau, que o pedaço de pau voou longe na perna do dez (aluno), aí o dez deu um suspiro forte e caiu no chão do meu lado”, relatou um participante.
    Visão da polícia

    Para o comandante do centro de educação da Polícia Militar da Paraíba, coronel Carlos Alexandre Sobreira, a formação “tem que ser dura e levar às vezes a extremos” para que o policial vivencie situações que encontrará nas ruas, mas não deve propor o “sofrimento pelo sofrimento”.

    Ele diz acreditar que as polícias no Brasil ainda estejam em processo de transição democrática e reconhece que um policial desrespeitado na formação tenderá a reproduzir esse comportamento nas ruas.

    “Por isso temos buscado uma metodologia de ensino voltada para humanismo, respeito e dignidade do cidadão”, afirmou Sobreira, citando ênfase em temas de direitos humanos e policiamento comunitário. “O policial tem que tratar bem o cidadão, conhecer bem os problemas sociais e não ser alguém que traga mais transtornos.”

    No treinamento, contudo, diz o comandante, é preciso encontrar um equilíbrio. “Não podemos florear, é preciso trazer o máximo de realidade possível para a formação.”
    Mudança social

    Os autores da pesquisa concluem que as narrativas dos alunos expõem a resistência das instituições policiais às mudanças – algo que, segundo ele, as PMs precisarão superar para não perderem ainda mais confiança na sociedade.

    “Mesmo que exista a crença policial militar de que esse tipo de pedagogia seja necessária para fazer o PM crer que o curso o habilita e o fortalece para as situações encontradas nas ruas, as experiências escolares com os PMs mostram a falta de preparo profissional dos instrutores que enaltecem o sofrimento e desconhecem a lógica de poder e dominação presente nas ações desencadeadas por eles mesmos”, afirmam.

    França, que atua como professor de criminologia no Centro de Educação da PM da Paraíba, diz acreditar que exista uma nova geração de policiais ingressando nas instituições, com maior bagagem cultural e educacional, e que pode tornar as polícias mais permeáveis a críticas.

    “Há integrantes de PMs, por exemplo, que não aceitam as críticas que faço. Mas não há como as PMs voltarem atrás, elas têm que se adequar à realidade democrática do país.”

  2. Apareça, sexta parte, para explicar o que é "reserva moral do estado". Estou curioso para saber mais sobre o que significa isso! disse:

    Boa oportunidade para fazer uma boa pergunta: cade o tenente sexta parte cheio de santidade que tanto defende a corja vestida de cinza? Apareça, sexta parte! Venha nos contar sobre esse caso que mancha ainda mais a sua farda cheia de badulaques dourados! Apareça, sexta parte!

  3. Apareça, sexta parte, para explicar o que é "reserva moral do estado". Estou curioso para saber mais sobre o que significa isso! disse:

    Não coloque conotação sexual onde não existe, tenente sexta vítima! Quando està sendo humilhado, o tenente sexta bunda apela para argumentos sexuais: pau pequeno, broxa, sexo com a mãe…Mude de argumentos e não seja obtuso! Explique o que é reserva moral, sexta bunda!

  4. Vamos todos á romaria do Aipesp, quem sabe assim conseguiremos a benção divina de melhorar nossos salários. (Palhaçada, só rindo mesmo).

  5. Gente;nós praças precisamos deixar de puxar saco de oficial…vamos cumprir a lei, deixar de ser motorista das esposinhas deles,mamães e amantes.Nós temos honra; deixemos de pagar pau e levar fumo com as ideias mentirosas dos oficiais pois na hora H eles tão de boa com os depois e nós na preta.Conselho devemos pedir ao MP que daí estaremos seguros….pois viram a caçada que o major colocou esses sete irmãos presos????Duvidam????

  6. Agente Policial CONCURSO NÍVEL MÉDIO, SALÁRIO NÍVEL FUNDAMENTAL, ATRIBUIÇÕES NÍVEL SUPERIOR disse:

    O homem não pode degradar “por causa do trabalho”, mas sim deve “tornar-se mais homem” no trabalho.

    Reajusta aí $$$$$$$$$$$$$$$, to no sufoco…

  7. Engraçado, pq será que não vemos policiais civis envolvidos nesses casos de covardia e ilegalidade? Será que esse é o modos operandi institucionalizado da PM?

  8. PESSOAL, ISSO É JUSTIÇA OU INJUSTIÇA ! ETÁ ” PAISINHO DE MERDA “, E DE MUITOS MANCOMUNADOS, CONIVENTES E OUTROS. RAPAZ !, HOJE PARTICIPEI DE UMA AUDIÊNCIA, NUMA AÇÃO CÍVEL, NO FÓRUM DE SÃO MIGUEL PAULISTA, AÇÃO EM VIRTUDE DE INQUÉRITO POLICIAL QUE TRAMITA NO EGRÉGIO PODER JUDICIÁRIO. ACONTECE QUE ALÉM DE SEQUELA ATÉ A PRESENTE DATA, EM VIRTUDE DO EVENTO, OU SEJA, RESUMINDO : NUM ESTACIONAMENTO DE UM GRANDE SUPERMERCADO, FUI VÍTIMA DE LESÃO CORPORAL, E DANOS MATERIAIS E EXTRAVIO DE MEUS ÓCULOS, QUANDO UM CÃO, TENTOU ME MORDER NO ESTACIONAMENTO DO COMÉRCIO, E EU FAZENDO USO DE UM CARRINHO PRÓPRIO PARA COMPRAS DAQUELE GRANDE ATACADÃO, ME DEFENDIA DO CÃO O QUAL QUERIA MORDER “MEU MOCOTÓ E MINHA CANELA “, ENQUANTO QUE OS FUNCIONÁRIOS DAQUELA EMPRESA, “ATIÇAVAM” O CÃO PARA ME PEGAR, E UM DAQUELES INDIGITADOS AINDA FOTOGRAFAVA AQUELA POUCA VERGONHA. ACONTECE QUE EU, O CARRINHO E O CÃO, TRANSITAMOS POR APROXIMADAMENTE 40 METROS, DO LOCAL ONDE PEGUEI O CARRINHO À ENTRADA DO ESTABELECIMENTO. ACONTECE QUE “UM FANTASMA” QUE SE ACHAVA NO INTERIOR DO ESTABELECIMENTO.VEIO ATÉ A ENTRADA, QUANDO O CÃO AINDA TENTAVA ME “DEVORAR”, ENTÃO ELE ESPANTOU O CACHORRO. HÁ QUINZE DIAS, OCORREU A AUDIÊNCIA DE CONCILIAÇÃO, ONDE ME OFERECERAM R$ 880,00 PERTINENTE AOS DANOS MORAIS E PATRIMONIAL. NEGUEI VEEMENTEMENTE AQUELE ACORDO. HOJE, NO MESMO FÓRUM, MAIS PRECISAMENTE NA SALA DA JUÍZA TITULAR DA PRIMEIRA VARA DO JUIZADO CÍVEL. EU SÓ PROFERI DUAS PALAVRAS, APÓS O QUESTIONAMENTO DA MERITÍSSIMA, OU SEJAM ” O QUE O SR. FAZ “, SOU APOSENTADO ” APOSENTADO ONDE “, SOU EX- ESCRIVÃO DE POLÍCIA. O CAUSÍDICO DA EMPRESA, ME OFERTOU R$ 280,00, VEJAM SÓ ANTERIORMENTE TINHAM ME OFERECIDO R$ 880,00. INCONTINENTI NEGUEI O SEGUNDO ACORDO. AGORA , PASMEM !, A EXCELENTÍSSIMA JUÍZA PRESIDENTE DAQUELA AUDIÊNCIA, BASEANDO-SE NAS MENTIRAS DAQUELE “FANTASMA”, SIMPLESMENTE, PROFERIU NA SENTENÇA IMPROCEDÊNCIA TOTAL NA AÇÃO. PESSOA, CUIDADO !, QUEM AVISA AMIGO É !.E, ME AJUDEM AÍ

  9. GENTE !, POIS CONSOANTE O VERÍDICO ACIMA , RAPAZ !, DÁ VONTADE DE VOCÊ ” ALOPRAR”. POIS S.M.J., É UM JUDICIÁRIO CONTUMAZ. M E, ME AJUDEM AÍ Ó !…

  10. DR. DO SITE. O SR. VIU A SAFADEZA, PERPETRADA ! ESPERO QUE COM A VOSSA CORROBORAÇÃO, EM PROL DE OUTROS COLEGAS VÍTIMAS . O TEMA VENHA À TONA. OBRIGADO….,

  11. DR. DO SITE !, INDEPENDENTEMENTE DE QUALQUER CONSEQUÊNCIA E QUESTIONAMENTO, EU SÓ PEÇO O SEU CONSENTIMENTO PARA ME DEFENDER DAS INJUSTIÇAS PERPETRADAS CONTRA A MINHA PESSOA E ISTO, INFELIZMENTE PARTIR DO PODER JUDICIÁRIO, S.M.J. O JUDICIÁRIO DEVE E SEMPRE DEVERÁ REPARAR DANOS CAUSADOS ÀS VÍTIMAS, E NÃO CAUSAR DANOS CONTRA ELAS , POIS COMO VOSSA EXCELÊNCIA SABE, “PASSARINHO QUE COME PEDRA SABE O CÚ QUE TEM “. OCORRE QUE ALGUNS PASSARINHOS ” JÁ ME CONTARAM ALGUMAS “TRAVESSURAS” DAQUELA EXCELÊNCIA QUE ACABOU DE ME FODER. OBRIGADO,

  12. Major coxinha preso ?

    Ah tá, foi no Rio de Janeiro, né ?

    Ainda bem que aqui no Tucanistão nossos valorosos marajás estrelados são todos honestíssimos.

    Nenhum Oficial da gloriosa fábrica de forjar situações mentirosas e patrocinar chacinas de pobres nas periferias, merece ser investigado pelo impoluto GAECO e punido pela nossa dileta e operante Justiça Paulista.

    Aqui, no máximo, prende-se um ou outro praça, só para constar nas estatísticas e dar um cala bôca na pequena parte da imprensa independente

  13. Governo de SP demite chefe de gabinete da Secretaria de Esportes1
    Estadão Conteúdo De São Paulo 01/02/201619h31
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    Márcio Fernandes/Estadão Conteúdo
    Geraldo Alckmin, governador de São Paulo
    Geraldo Alckmin, governador de São Paulo
    O governador Geraldo Alckmin (PSDB) mandou demitir o chefe de gabinete da Secretaria de Esportes, Aildo Rodrigues (PRB-SP), após receber denúncias de que ele estaria pedindo contribuições partidárias a correligionários com cargo em comissão. A Secretaria de Esportes informou, no entanto, que foi Rodrigues quem pediu exoneração.

    Rodrigues ocupava o cargo desde dezembro de 2014, quando o PRB assumiu o comando da pasta. O atual secretário é Jean Madeira, que é pastor da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD). A exoneração foi publicada na edição desse sábado (30), do Diário Oficial.

    A decisão de pedir a demissão de Rodrigues foi tomada após o governo ter recebido uma carta anônima na qual apontava que o chefe de gabinete pedia dinheiro para o partido a funcionários em cargos comissionados que também eram filiados ao PRB. As denúncias foram encaminhadas pelo Palácio dos Bandeirantes à Corregedoria-geral da Administração (CGA), que apurou o caso.

    Em nota, a secretaria comunicou também que Aildo pediu exoneração para poder se dedicar à coordenação da campanha de Celso Russomanno à Prefeitura de São Paulo.

    Procurado pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, Rodrigues classificou as denúncias como “absurdas” e disse que estava cumprindo uma função que é inerente ao cargo de tesoureiro da legenda. “Isso é um absurdo. Não tem nada a ver. É inerente à minha função de tesoureiro. Não tem sentido”, afirmou o chefe de gabinete.

  14. PSDB precisa se posicionar sobre ‘Moita’, diz chefe da Casa Civil de Alckmin53
    Estadão Conteúdo De São Paulo 01/02/201610h02
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    Moacyr Lopes Junior – 3.abr.2012/Folhapress
    Edson Aparecido (PSDB-SP)
    Edson Aparecido (PSDB-SP)
    O secretário-chefe da Casa Civil Edson Aparecido, do governo Geraldo Alckmin, cobrou que o PSDB faça uma apuração interna sobre seu ex-chefe de gabinete Luiz Roberto Santos, o Moita, apontado nas investigações da Operação Alba Branca como beneficiário de propina no esquema de superfaturamento na venda de produtos agrícolas para merenda de escolas de prefeituras e do Estado.

    “O PSDB precisa se posicionar. Da nossa parte, o que tinha que ser feito nós fizemos e o caso está na Corregedoria”, disse Aparecido à reportagem.

    Quase duas semanas depois da deflagração da operação, a legenda do governador Alckmin ainda não abriu ou sinalizou que abrirá procedimento interno em sua comissão de Ética para avaliar o caso.

    Nas gravações interceptadas pela Polícia Civil, o ex-assessor, que é um militante histórico do PSDB, tenta reiteradas vezes demonstrar que tem trânsito livre no Palácio dos Bandeirantes. “O envolvimento dele foi uma surpresa completa. O ‘Moita’ tinha um papel burocrático na secretaria. Ele era responsável pelo trânsito do papel e não tinha interlocução nenhuma com o governador e os secretários. Ele nunca nem entrou no gabinete do governador”, afirma Edson Aparecido. Segundo ele, a indicação de Santos para o cargo foi “do partido”.

    Passado
    A história de Santos no PSDB começou nos primórdios do partido, em 1988, quando a sigla foi fundada e ele ingressou na juventude tucana na Baixada Santista, onde era correligionário do ex-governador Mário Covas (1995/2001). Nascido em Mongaguá, ele tornou-se rapidamente um importante quadro do partido na região.

    Apontado como “bonachão” e “engraçado” pelos colegas tucanos, ele viveu seu apogeu político na gestão anterior de Alckmin, quando foi chefe de gabinete do secretário de Transportes, Jurandir Fernandes. Depois de flagrado nas escutas da Operação Alba Branca, Santos foi exonerado da Casa Civil e voltou para a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), onde é funcionário de carreira há 16 anos.

    Santos não respondeu aos contatos. A reportagem não conseguiu localizar o presidente estadual do PSDB, deputado Pedro Tobias. Questionado sobre o caso de Santos, o vereador Mário Covas Neto, presidente do PSDB municipal, afirmou que o mais prudente é esperar o fim da investigação pelos órgãos competentes para que o partido depois se posicione.

    “Está se avançando um pouquinho o sinal, a condenação ainda não aconteceu. Uma acusação não faz uma pessoa ser condenada. Conheço o ‘Moita’ e tenho dele as melhores impressões do mundo”, disse.

    As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

  15. Corregedoria investiga 11 PMs por achacar traficantes e revender drogas em SP33
    Estadão Conteúdo Em São Paulo 01/02/201608h40
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    A Corregedoria da Polícia Militar investiga policiais do 2º Batalhão, na zona leste de São Paulo, por suspeita de formação de quadrilha. Onze PMs foram indiciados por achacar traficantes, roubar drogas de pontos de tráfico para revender depois, forjar flagrantes em troca de propina, cobrar mensalidade de casas de bingo e até matar. Na maioria dos crimes, eles estavam em serviço.

    O inquérito policial militar da Corregedoria, ao qual a reportagem teve acesso com exclusividade, mostra que os crimes foram descobertos, ao longo de nove meses, por meio de escutas autorizadas pela Justiça.

    Em dezembro, foram decretadas as prisões da tenente Beatriz Marandola da Silva; dos cabos Bruno Marandola da Silva (seu irmão), Ricardo de Nofre, Raphael Mendes Sparapani Oliva, Erick da Silva Andrade, Pedro Henrique Santos da Silva; dos soldados Aquiles da Silva Duarte, Rafael Lima de Albuquerque, Marcio Henrique de Campos, Anderson Teixeira Lopes; e do sargento Reinaldo Luiz José de Lima. Erick e Pedro pertencem ao 29º BPM.

    A apuração começou em abril do ano passado, depois que os promotores do Grupo Externo de Controle da Atividade Policial (Gecep) acionaram a Corregedoria quando descobriram que PMs estavam agindo com um informante que se passava por investigador do Departamento de Investigações Criminais (Deic) para cobrar propina de criminosos.

    Segundo o grupo, o falso policial apurava nomes e endereços de bandidos, principalmente traficantes, para que os PMs exigissem dinheiro. Em seguida, faziam a partilha.

    Escutas revelaram que um criminoso, relutante em dar dinheiro para os PMs, pode ter sido assassinado.

    A apuração concluiu que eles descobriram que o informante era um falso policial e passaram a extorquir dinheiro dele. Ele, em depoimento aos promotores, revelou que pagou R$ 35 mil para não ser preso ou denunciado.

    Sequência de crimes
    De abril a dezembro do ano passado, os suspeitos praticaram pelo menos dez crimes, segundo as investigações da Corregedoria.

    Em agosto, segundo o órgão, a tenente Beatriz e os demais PMs de sua equipe tentaram forjar flagrante de tráfico de drogas contra dois jovens que foram pegos com R$ 28.780 em uma sacola e uma pequena porção de maconha.

    As escutas mostram que o cabo Bruno se prontificou a buscar um quilo de maconha na casa do soldado Albuquerque para imputar mais crimes aos jovens. “Se for precisar mesmo, eu te ligo”, disse a tenente em conversa por celular com seu irmão. Ela desistiu da ideia.

    No mês seguinte, os cabos Bruno, Nofre e o soldado Albuquerque abordaram dois suspeitos em um ponto de tráfico em Ermelino Matarazzo, na zona leste, mas apenas um foi preso.

    Eles disseram no 24º DP que o rapaz foi surpreendido com 20 trouxas de maconha, R$ 65 e 135 pinos de cocaína. As escutas, porém, revelaram uma história diferente. O rapaz, na verdade, foi pego depois de comprar duas pequenas porções de um traficante conhecido como “Tô”.

    Os dois foram achacados pelos PMs, que exigiram mais drogas, armas e dinheiro para liberá-los. O traficante pagou a exigência e foi solto. O rapaz ficou preso. Se fosse levado ao DP com duas porções de maconha, seria considerado usuário.

    Negociação
    Os corregedores também flagraram o cabo Raphael negociando porções de cocaína. Em outubro, ele telefona para um amigo e diz que pegou 20 pinos da droga prontos para venda. Em outra ligação, ele revela que conseguiu a cocaína depois de um acordo com traficantes. Para a Corregedoria, o PM roubou a droga.

    Ainda em outubro, os soldados Campos e Lopes localizaram uma casa de bingo, na Ponte Rasa, zona leste. Segundo a Corregedoria, os PMs junto com o sargento Lima pediram propina ao proprietário para não levar o caso até o DP. Por telefone, Lopes diz para Campos “arrebentar” e pedir “cincão” (R$ 5 mil) por mês.

    Funcionários do local confirmaram aos corregedores que, no dia da blitz, os policiais conversaram com o proprietário em um local reservado e foram embora em seguida. Os depoimentos aconteceram apenas em janeiro, quando o endereço do bingo foi descoberto. A Corregedoria apreendeu máquinas caça-níqueis.

    Na semana passada, a Justiça Militar mandou soltar a tenente Beatriz e os cabos Pedro e Erick. Eles respondem em liberdade. Os demais continuam no Presídio Militar Romão Gomes. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

  16. Sempre a PM! disse:
    01/02/2016 ÀS 16:06
    Engraçado, pq será que não vemos policiais civis envolvidos nesses casos de covardia e ilegalidade? Será que esse é o modos operandi institucionalizado da PM?
    ==================================================================================================
    Inocente,
    É que a Polícia Civil é formada por seres angelicais, desprovidos de qualquer maldade, preparados desde o nascimento para bem servir a sociedade.
    Por esta razão são perfeitos, não são violentos, não se deixam corromper, enfim, todos com seu lugarzinho garantido no céu!

  17. paulo disse:
    02/02/2016 às 11:48

    A dona certinha (pm) esta perdendo o pudor
    ____________________________________________

    Está perdendo? nunca o teve.

    A reserva moral do estado, na verdade é uma grande reserva de bosta. É o esgoto moral do estado.

  18. Bando de alienados! Nunca conheci gente que morasse em morro e fosse respeitadora, honesta, decente. Pelo contrário, são afrontadores, FOLGADOS, arrogantes, ameaçam as pessoas, descem no asfalto e bancam os durões, não pensam duas vezes antes de atirar, fazer crueldades, etc. São espertos, sabem mentir, sabem burlar, sabem se VITIMIZAR na hora certa. Todos têm “emprego” (dizer que ser ladrão já é profissão). Enfim, os morros e “comunidades” estão cheias de facínoras que se dizem coitadinhos! Gostaria de saber se alguém se interessou em puxar a “capivara” do moço aí, do tal coitadinho! Hoje sou Policial, já fui civil comum, já fui abordado, respeitei e fui MUITO respeitado. Nunca fui vítima de “abuso policial” e confesso que hoje estou com medo desse excesso de “vitimização” daqueles por quem eu não colocaria minhas mãos no fogo. As coisas estão mudando por aqui. Estão poupando muito o lobo e colocando sob ameaça as ovelhas! Tá dando medo! Boa tarde a todos!

  19. Teoria é teoria, prática é PRÁTICA! Tá cheio de policinha “pantufa” de gabinete que nunca viu a cara da rua, e se um dia for deslocado para ás ruas pede exoneração! Chora, tem piti, aumento de pressão, arritmia, etc,etc. arruma atestado e tal; Estes nunca saberão o que é prática! conhece mal e porcamente a teoria, apenas teoria e blá blá blá. Quero ver na rua tomando tiro em periferia, nego passando e tirando uma com a cara (quando estão em grupo, tática do covarde, do rato), filmando, reduzindo e expondo você ao ridículo, chamando você disso, daquilo. É, gente, rua não é fácil, não! Na rua não existe blá blá blá. Na rua ou você faz, ou é feito!

  20. A quadrilheira do barro branco foi o exemplo de sua turma; mudou de lado, foi traficar, extorquir, virando um lixo! Onde está você, sexta parte? Explica isso! disse:

    Sextavado, na PM o número de policiais bandidos é muito maior que em outro labor, associação ou agremiação! Está na essência da “gloriosa”. O argumento frágil demonstrando a estatística do senso comum é facilmente colocada por terra: seu time existe para matar, extorquir, traficar, intrujar e aterrorizar. Desde o café no comércio local até o que fez a tenente Malandrona, são práticas institucionalizaras que deixaram de ser analisadas moralmente porque já são naturalmente aceitas por quem deveria puni-las! Na mike aceita-se o que convém!

  21. O atual sistema de Segurança Pública com: PM, PC, PF, PRF, PFF, GCM E SAP, está falido.

    Precisamos de Médicos temos faculdades de medicina.

    Precisamos de professores temos faculdades de licenciatura.

    Precisamos de Policias deveríamos ter uma graduação especifica.

    O problema é que nossas elites (Preconceituosas e corruptas) não querem um profissional especializado para não interferir em seus interesses e sim “jagunços e capitães do mato” que são descartáveis.

    Uma entidade de classe semelhante a OAB, CREA, CRM, traria: uma melhor qualificação, melhor remuneração e principalmente melhores condições de trabalho, sem contar que seria mais eficiente que as atuais corregedorias.

    Só defende o atual sistema de segurança quem tem interesses inconfessáveis e não está nem aí para a população esquecendo-se que ele ou seus familiares podem ser vítimas dessa situação.

  22. Boa Tarde Guerra,
    Peço a gentileza de dar ampla divulgação aos colegas Policiais Civis que tem um ladravaz chamado RICARDO BRUNO PAGLIOU – RG 45.958.412 que é RATO DE DELEGACIA. Ele aproveita eventual irreflexão dos Policiais e entra nas salas para Furtar Armas, QSJ e pertences de Policiais Civis.
    Ele foi autuado em flagrante no 31 dp (Rdo 560/16), após ser pilhado quando furtava um smartphone de um escrivão de polícia.
    Há notícia e conhecimento que ele já aprontou no 31, 35, 49 e outros Dp´s da capital.
    A foto dele já está no sistema Phoenix.
    No aguardo da portaria do Dejec (me ajuda ai DGP).
    Qap Qrv Qsj e Qsl.

  23. “Irmãozinho” disse:
    02/02/2016 ÀS 14:30
    Bando de alienados! Nunca conheci gente que morasse em morro e fosse respeitadora, honesta, decente. Pelo contrário, são afrontadores, FOLGADOS, arrogantes, ameaçam as pessoas, descem no asfalto e bancam os durões, não pensam duas vezes antes de atirar, fazer crueldades, etc. São espertos, sabem mentir, sabem burlar, sabem se VITIMIZAR na hora certa. Todos têm “emprego” (dizer que ser ladrão já é profissão). Enfim, os morros e “comunidades” estão cheias de facínoras que se dizem coitadinhos! Gostaria de saber se alguém se interessou em puxar a “capivara” do moço aí, do tal coitadinho! Hoje sou Policial, já fui civil comum, já fui abordado, respeitei e fui MUITO respeitado. Nunca fui vítima de “abuso policial” e confesso que hoje estou com medo desse excesso de “vitimização” daqueles por quem eu não colocaria minhas mãos no fogo. As coisas estão mudando por aqui. Estão poupando muito o lobo e colocando sob ameaça as ovelhas! Tá dando medo! Boa tarde a todos!

    “Irmãozinho” disse:
    02/02/2016 ÀS 14:46
    Teoria é teoria, prática é PRÁTICA! Tá cheio de policinha “pantufa” de gabinete que nunca viu a cara da rua, e se um dia for deslocado para ás ruas pede exoneração! Chora, tem piti, aumento de pressão, arritmia, etc,etc. arruma atestado e tal; Estes nunca saberão o que é prática! conhece mal e porcamente a teoria, apenas teoria e blá blá blá. Quero ver na rua tomando tiro em periferia, nego passando e tirando uma com a cara (quando estão em grupo, tática do covarde, do rato), filmando, reduzindo e expondo você ao ridículo, chamando você disso, daquilo. É, gente, rua não é fácil, não! Na rua não existe blá blá blá. Na rua ou você faz, ou é feito!

    PARABÉNS PELAS PALAVRAS IRMÃO!!! FALOU TUDO E MAIS UM POUCO!!!!
    Esse tal de POLICINHA PANTUFA que sabe muito bem a TEORIA mas de PRATICA não sabe NADA, tá cheio AQUI!!!
    É muito fácil criticar TRABALHANDO atrás de um computador, difícil é ser POLÍCIA DE VERDADE…

  24. Lamento sobre essa história do Amarildo, mas parabenizo a AIPESP pela maravilhosa ROMARIA, que em muito ajudará todos os investigadores do Estado de São Paulo, bem como aos demais colegas que carregam nossa instituição nas costas.

    Contudo, não sei se poderia ir a magnífico evento, visto que provavelmente estarei trabalhando durante o dia e se estiver de sobreaviso a noite, posso ser acionado para levar um preso perigoso, detido em flagrante com “cinco maconha, senhor “em escolta noturna…

  25. Dr. João Processo numero 0009765-82.2009.403.6103 ( 2009.61.03.0009765-8)terceira vara da Justiça federal de São José dos Campos -SP, juiz RENATO BARTH PIRES AÇÃO POPULAR DESVIO DE CINQUENTA MILHO~ES NA ÉPOCA DA SANTA CASA DE JACAREÍ ,HOJE JÁ ESTA CHEGANDO NA CASA DE 80 , ADMISTRAÇÃO PT COMO DENUNCIADOS DELEGADO DE POLÍCIA DE CARGO DE CONFIANÇA EM JACAREÍ ESTAVA EXERCENDO FUNCÃO NA ÉPOCA NO CONSELHO GESTOR DOIS EMPREGOS PUBLICOS BENEÉRITO ELE NÃO E NENHEM SEQUER UM APURAÇÃO PRELIMINAR NESTE JÁ SÓ PELO SIMPLES FATOS DE TER DUAS FUNÇÕES PUBLICAS AO MESMO CONFIGURA IMPROBIDADDE O QUE É PIOR RECEBEU PARA SER CONSELHEIRO .BASTA VERIFICAR AUTOS ACIMAS DESCRITOS DE AÇÃO POPULAR .

  26. Sem médicos, IML tem de marcar horário para exame de embriaguez
    VENCESLAU BORLINA FILHO
    DE CAMPINAS

    03/02/2016 02h00
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    Com apenas sete médicos- legistas, o IML (Instituto Médico Legal) de Campinas, que atende uma região com cerca de 1,8 milhão de pessoas, decidiu que não iria funcionar mais 24 horas e que só atenderia casos de flagrante, como de embriaguez ao volante, em dois horários: das 9h às 11h e das 22h às 24h.

    O atendimento normal, como exames de corpo de delito em vítimas de violência doméstica ou de acidentes de trânsito, só seria feito das 14h às 18h. A exceção, em todos os casos, só ocorreria se o delegado de plantão ligasse diretamente ao legista.

    A decisão foi comunicada logo cedo à Polícia Civil e imediatamente provocou reações. Com a medida, o policial que, na madrugada, desconfiasse que algum motorista havia bebido teria de aguardar horas para fazer o flagrante.

    Médicos e profissionais de saúde afirmaram que o álcool no sangue pode ser detectado em até 24 horas após a ingestão. Porém, o teor de álcool pode diminuir, o que prejudica o diagnóstico.

    Ao tomar conhecimento do caso, horas depois do comunicado, o secretário da Segurança Pública, Alexandre de Moraes, determinou a imediata retomada do horário normal de atendimento. A portaria do IML foi revogada, e o atendimento passou a ser geral para todos os casos.

    A secretaria, porém, não informou como resolveu o problema de falta de pessoal.

    Editoria de arte/Folhapress

    GENTE DE MENOS

    Segundo funcionários, a intenção ao limitar o horário era proporcionar um melhor fluxo de atendimento. O IML atende a cinco municípios da região. O ideal, segundo os mesmos funcionários, seria o dobro de profissionais (14).

    Segundo médicos legistas ouvidos pela Folha, o esvaziamento do IML se acentuou há dois anos, com a aposentadoria e a saída de outros profissionais. O diretor João Roberto Muller Júnior não quis falar sobre o assunto nem informar quantas pessoas trabalham no instituto.

    Na tarde desta terça (2), a Folha esteve no IML e ouviu reclamações de pessoas que buscavam atendimento. A sala de espera, de cerca de 9 m², estava lotada, e algumas pessoas relataram atraso de até cinco horas.

    O calor era grande e não havia ar-condicionado ou ventiladores. Um guarda municipal, que preferiu não se identificar, disse ter aguardado mais de 24 horas para fazer o exame de corpo de delito de um preso em flagrante.

    ‘DECISÃO ACERTADA’

    Para o presidente do Sindicato da Polícia Civil de Campinas, Aparecido de Carvalho, a decisão do secretário foi “acertada” porque, do contrário, prejudicaria ainda mais o trabalho dos policiais.

    “Nós sabemos da falta de profissionais e cobramos isso, mas a decisão do IML prejudicaria ainda mais, porque exigiria um policial para ficar responsável pela vítima ou um preso à espera de atendimento”, disse.

    No mês passado, em Americana, na região de Campinas, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) inaugurou o novo IML local e reconheceu a ajuda que a prefeitura dava ao Estado, pagando o aluguel da antiga sede.

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  27. Tadinho do Amarildo, pedreiro honesto, gente boa, nunca fez mal a ninguém. Só porque ele escondia drogas na casa dele para os traficantes os malvados PMs mataram ele, coitadinho.

  28. E NA BAHIA JÁ É CARNAVAL. QUERO QUE O MUNDO SE EXPLODA!!!! QUARTA-FEIRA DEPOIS DO ALMOÇO EU VEJO O QUE FAZER.
    O POVO BRASILEIRO É MESMO UM “ZÉ CARIOCA”!!!!

  29. Ten 6.ª Parte disse:
    04/02/2016 ÀS 8:39
    Bem, tentar ser diplomático e usar de boa educação de fato não funciona quando se tem tantos idiotas juntos.
    Fodam-se, o que pensam da PM ou deixam de pensar é problema único e exclusivo de vocês, não damos a mínima para o que pensam a nosso respeito.
    Somos muito grande, não precisamos ter o conceito de idiotas como os que comentam aqui, gente muito mais importante já tentou acabar com a PM e o resultado está aí.
    O Governo precisa da PM e a Sociedade pobre só pode contar com a PM, pois na periferia quando a coisa aperta o único telefone que atende é o 190.
    Resumindo, podem ladrar a vontade, podem espernear, criticar, rotular, rasgar a calcinha, vão ter que nos engolir, gostem ou não!

  30. Sextavado ralézaço tomou uma lição de moral do paisano nóia! Dorme com essa agora, coxildo! Rasgue você sua calcinha, sextavado coxonildo disse:

    Sextavado, a sociedade de bem que lhes dá café e leite de graça não aguenta mais vocês! E olha que em nenhum momento eu falei em desmilitarizar. Falo em extinguir mesmo! Muita gente burra num só lugar!

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