Justiça do RJ condena 8 PMs bandidos por tortura, morte e sumiço de Amarildo; policiais honestos testemunharam contra os conspurcardores da lei e da Instituição 39

Justiça do RJ condena 8 PMs por tortura, morte e sumiço de Amarildo

Do UOL, em São Paulo

31/01/201622h41 > Atualizada 01/02/201610h50

  • Daniel Marenco/Folhapress

    Major Edson Santos recebeu a maior pena entre os PMs condenados: 13 anos e 7 meses

    Major Edson Santos recebeu a maior pena entre os PMs condenados: 13 anos e 7 meses

A juíza da 35ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, Daniela Alvarez Prado, condenou, pelo menos, oito policiais militares pela tortura seguida de morte e ocultação de cadáver do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, informou na noite deste domingo (31) o programa Fantástico, da “TV Globo”.

Amarildo desapareceu no dia 14 de julho de 2013, após ser levado por PMs para a sede da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora), localizada no Alto da Rocinha, comunidade da zona sul do Rio de Janeiro. Os PMs suspeitavam que o ajudante de pedreiro sabia onde os traficantes locais escondiam armas e drogas.

As investigações da Polícia Civil e o Ministério Público concluíram que Amarido foi torturado até a morte, atrás dos contêineres onde funciona a UPP. Ao menos 25 PMs foram denunciados à Justiça por participação nos crimes.

Zulmair Rocha/UOL

Família ainda espera encontrar o corpo de Amarildo

O chamado “Caso Amarildo” teve ampla repercussão e motivou várias manifestações contra a violência em todo o país. A juíza Daniela Alvares Prado escreve em sua sentença que Amarildo era foi “vítima de uma cadeia de enganos, era vulnerável à ação policial, além de ser ‘negro e pobre, dentro de uma comunidade à margem da sociedade’ “.

O comandante da UPP, major da Polícia Militar Edson Santos, recebeu a maior pena “por ser um superior que deveria dar exemplo aos subordinados”, de acordo com a sentença da juíza: 13 anos e sete meses em regime fechado pelos crimes de tortura seguida de morte, ocultação de cadáver e fraude processual. Em depoimento, ele chegou a afirmar que Amarildo havia sido ouvido na UPP por alguns minutos “e deixou o local a pé e sozinho”. O major acusou traficantes de terem matado o ajudante de pedreiro.

Ao UOL, o advogado de Santos, Saulo Salles, afirmou ainda não ter sido notificado a respeito da decisão da juíza. “Vou no fórum ainda hoje para ver se isso procede ou não. A defesa não tem ciência porque não houve qualquer notificação. O último movimento do processo era de outubro do ano passado”, disse ele. Como a sentença é de primeira instância, cabe recurso. “De qualquer forma, vamos recorrer.”

A reportagem do Fantástico informa também que o subcomandante da unidade, tenente da PM Luiz Felipe de Medeiros, foi condenado a dez anos e sete meses de prisão. De acordo com a sentença, “ele orquestrou o crime junto com o major Edison”.

O soldado Douglas Roberto Vital Machado foi condenado a 11 anos e seis meses em regime fechado, “por ter atuado desde a captura de Amarildo até a morte dele”.

Os soldados da PM Marlon dos Campos Reis, Jorge Luís Gonçalves Coelho, Jairo da Conceição Ribas, Wellington Tavares da Silva e Fábio Brasil da Rocha da Graça foram condenados a dez anos e quatro meses.

Todos os condenados deverão ser expulsos da Polícia Militar do Rio de Janeiro. A reportagem não informa a respeito do veredicto dos outros 17 denunciados. Ainda cabe recurso à decisão em primeira instância.

Covardia

Na sentença, a juíza critica a atuação da Polícia Militar do Rio de Janeiro: “nos deparamos com a covardia, ilegalidade, o desvio de finalidade e o abuso de poder exercido pelos réus”.

A investigação revela que policiais militares, que não participaram da ação criminosa, foram obrigados a ficar dentro dos contêineres, com expressa proibição de saírem do local. Um deles contou, em depoimento, que ouviu as seguintes palavras proferidas por Amarildo: “Não, não, me mata, mas não faz isso comigo!”.

Depois da tortura, o major Edison Santos mandou os policiais que estavam nos contêineres fossem embora: “Vai todo mundo embora, não quero ninguém aqui!”.

A investigação sobre o destino do corpo de Amarildo prossegue. Policiais do Bope (Batalhão de Operações Especiais) são suspeitos de retirarem o cadáver da vítima em uma viatura.

  1. Teoria é teoria, prática é PRÁTICA! Tá cheio de policinha “pantufa” de gabinete que nunca viu a cara da rua, e se um dia for deslocado para ás ruas pede exoneração! Chora, tem piti, aumento de pressão, arritmia, etc,etc. arruma atestado e tal; Estes nunca saberão o que é prática! conhece mal e porcamente a teoria, apenas teoria e blá blá blá. Quero ver na rua tomando tiro em periferia, nego passando e tirando uma com a cara (quando estão em grupo, tática do covarde, do rato), filmando, reduzindo e expondo você ao ridículo, chamando você disso, daquilo. É, gente, rua não é fácil, não! Na rua não existe blá blá blá. Na rua ou você faz, ou é feito!

  2. A quadrilheira do barro branco foi o exemplo de sua turma; mudou de lado, foi traficar, extorquir, virando um lixo! Onde está você, sexta parte? Explica isso! disse:

    Sextavado, na PM o número de policiais bandidos é muito maior que em outro labor, associação ou agremiação! Está na essência da “gloriosa”. O argumento frágil demonstrando a estatística do senso comum é facilmente colocada por terra: seu time existe para matar, extorquir, traficar, intrujar e aterrorizar. Desde o café no comércio local até o que fez a tenente Malandrona, são práticas institucionalizaras que deixaram de ser analisadas moralmente porque já são naturalmente aceitas por quem deveria puni-las! Na mike aceita-se o que convém!

  3. O atual sistema de Segurança Pública com: PM, PC, PF, PRF, PFF, GCM E SAP, está falido.

    Precisamos de Médicos temos faculdades de medicina.

    Precisamos de professores temos faculdades de licenciatura.

    Precisamos de Policias deveríamos ter uma graduação especifica.

    O problema é que nossas elites (Preconceituosas e corruptas) não querem um profissional especializado para não interferir em seus interesses e sim “jagunços e capitães do mato” que são descartáveis.

    Uma entidade de classe semelhante a OAB, CREA, CRM, traria: uma melhor qualificação, melhor remuneração e principalmente melhores condições de trabalho, sem contar que seria mais eficiente que as atuais corregedorias.

    Só defende o atual sistema de segurança quem tem interesses inconfessáveis e não está nem aí para a população esquecendo-se que ele ou seus familiares podem ser vítimas dessa situação.

  4. Boa Tarde Guerra,
    Peço a gentileza de dar ampla divulgação aos colegas Policiais Civis que tem um ladravaz chamado RICARDO BRUNO PAGLIOU – RG 45.958.412 que é RATO DE DELEGACIA. Ele aproveita eventual irreflexão dos Policiais e entra nas salas para Furtar Armas, QSJ e pertences de Policiais Civis.
    Ele foi autuado em flagrante no 31 dp (Rdo 560/16), após ser pilhado quando furtava um smartphone de um escrivão de polícia.
    Há notícia e conhecimento que ele já aprontou no 31, 35, 49 e outros Dp´s da capital.
    A foto dele já está no sistema Phoenix.
    No aguardo da portaria do Dejec (me ajuda ai DGP).
    Qap Qrv Qsj e Qsl.

  5. “Irmãozinho” disse:
    02/02/2016 ÀS 14:30
    Bando de alienados! Nunca conheci gente que morasse em morro e fosse respeitadora, honesta, decente. Pelo contrário, são afrontadores, FOLGADOS, arrogantes, ameaçam as pessoas, descem no asfalto e bancam os durões, não pensam duas vezes antes de atirar, fazer crueldades, etc. São espertos, sabem mentir, sabem burlar, sabem se VITIMIZAR na hora certa. Todos têm “emprego” (dizer que ser ladrão já é profissão). Enfim, os morros e “comunidades” estão cheias de facínoras que se dizem coitadinhos! Gostaria de saber se alguém se interessou em puxar a “capivara” do moço aí, do tal coitadinho! Hoje sou Policial, já fui civil comum, já fui abordado, respeitei e fui MUITO respeitado. Nunca fui vítima de “abuso policial” e confesso que hoje estou com medo desse excesso de “vitimização” daqueles por quem eu não colocaria minhas mãos no fogo. As coisas estão mudando por aqui. Estão poupando muito o lobo e colocando sob ameaça as ovelhas! Tá dando medo! Boa tarde a todos!

    “Irmãozinho” disse:
    02/02/2016 ÀS 14:46
    Teoria é teoria, prática é PRÁTICA! Tá cheio de policinha “pantufa” de gabinete que nunca viu a cara da rua, e se um dia for deslocado para ás ruas pede exoneração! Chora, tem piti, aumento de pressão, arritmia, etc,etc. arruma atestado e tal; Estes nunca saberão o que é prática! conhece mal e porcamente a teoria, apenas teoria e blá blá blá. Quero ver na rua tomando tiro em periferia, nego passando e tirando uma com a cara (quando estão em grupo, tática do covarde, do rato), filmando, reduzindo e expondo você ao ridículo, chamando você disso, daquilo. É, gente, rua não é fácil, não! Na rua não existe blá blá blá. Na rua ou você faz, ou é feito!

    PARABÉNS PELAS PALAVRAS IRMÃO!!! FALOU TUDO E MAIS UM POUCO!!!!
    Esse tal de POLICINHA PANTUFA que sabe muito bem a TEORIA mas de PRATICA não sabe NADA, tá cheio AQUI!!!
    É muito fácil criticar TRABALHANDO atrás de um computador, difícil é ser POLÍCIA DE VERDADE…

  6. Lamento sobre essa história do Amarildo, mas parabenizo a AIPESP pela maravilhosa ROMARIA, que em muito ajudará todos os investigadores do Estado de São Paulo, bem como aos demais colegas que carregam nossa instituição nas costas.

    Contudo, não sei se poderia ir a magnífico evento, visto que provavelmente estarei trabalhando durante o dia e se estiver de sobreaviso a noite, posso ser acionado para levar um preso perigoso, detido em flagrante com “cinco maconha, senhor “em escolta noturna…

  7. Dr. João Processo numero 0009765-82.2009.403.6103 ( 2009.61.03.0009765-8)terceira vara da Justiça federal de São José dos Campos -SP, juiz RENATO BARTH PIRES AÇÃO POPULAR DESVIO DE CINQUENTA MILHO~ES NA ÉPOCA DA SANTA CASA DE JACAREÍ ,HOJE JÁ ESTA CHEGANDO NA CASA DE 80 , ADMISTRAÇÃO PT COMO DENUNCIADOS DELEGADO DE POLÍCIA DE CARGO DE CONFIANÇA EM JACAREÍ ESTAVA EXERCENDO FUNCÃO NA ÉPOCA NO CONSELHO GESTOR DOIS EMPREGOS PUBLICOS BENEÉRITO ELE NÃO E NENHEM SEQUER UM APURAÇÃO PRELIMINAR NESTE JÁ SÓ PELO SIMPLES FATOS DE TER DUAS FUNÇÕES PUBLICAS AO MESMO CONFIGURA IMPROBIDADDE O QUE É PIOR RECEBEU PARA SER CONSELHEIRO .BASTA VERIFICAR AUTOS ACIMAS DESCRITOS DE AÇÃO POPULAR .

  8. Sem médicos, IML tem de marcar horário para exame de embriaguez
    VENCESLAU BORLINA FILHO
    DE CAMPINAS

    03/02/2016 02h00
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    Com apenas sete médicos- legistas, o IML (Instituto Médico Legal) de Campinas, que atende uma região com cerca de 1,8 milhão de pessoas, decidiu que não iria funcionar mais 24 horas e que só atenderia casos de flagrante, como de embriaguez ao volante, em dois horários: das 9h às 11h e das 22h às 24h.

    O atendimento normal, como exames de corpo de delito em vítimas de violência doméstica ou de acidentes de trânsito, só seria feito das 14h às 18h. A exceção, em todos os casos, só ocorreria se o delegado de plantão ligasse diretamente ao legista.

    A decisão foi comunicada logo cedo à Polícia Civil e imediatamente provocou reações. Com a medida, o policial que, na madrugada, desconfiasse que algum motorista havia bebido teria de aguardar horas para fazer o flagrante.

    Médicos e profissionais de saúde afirmaram que o álcool no sangue pode ser detectado em até 24 horas após a ingestão. Porém, o teor de álcool pode diminuir, o que prejudica o diagnóstico.

    Ao tomar conhecimento do caso, horas depois do comunicado, o secretário da Segurança Pública, Alexandre de Moraes, determinou a imediata retomada do horário normal de atendimento. A portaria do IML foi revogada, e o atendimento passou a ser geral para todos os casos.

    A secretaria, porém, não informou como resolveu o problema de falta de pessoal.

    Editoria de arte/Folhapress

    GENTE DE MENOS

    Segundo funcionários, a intenção ao limitar o horário era proporcionar um melhor fluxo de atendimento. O IML atende a cinco municípios da região. O ideal, segundo os mesmos funcionários, seria o dobro de profissionais (14).

    Segundo médicos legistas ouvidos pela Folha, o esvaziamento do IML se acentuou há dois anos, com a aposentadoria e a saída de outros profissionais. O diretor João Roberto Muller Júnior não quis falar sobre o assunto nem informar quantas pessoas trabalham no instituto.

    Na tarde desta terça (2), a Folha esteve no IML e ouviu reclamações de pessoas que buscavam atendimento. A sala de espera, de cerca de 9 m², estava lotada, e algumas pessoas relataram atraso de até cinco horas.

    O calor era grande e não havia ar-condicionado ou ventiladores. Um guarda municipal, que preferiu não se identificar, disse ter aguardado mais de 24 horas para fazer o exame de corpo de delito de um preso em flagrante.

    ‘DECISÃO ACERTADA’

    Para o presidente do Sindicato da Polícia Civil de Campinas, Aparecido de Carvalho, a decisão do secretário foi “acertada” porque, do contrário, prejudicaria ainda mais o trabalho dos policiais.

    “Nós sabemos da falta de profissionais e cobramos isso, mas a decisão do IML prejudicaria ainda mais, porque exigiria um policial para ficar responsável pela vítima ou um preso à espera de atendimento”, disse.

    No mês passado, em Americana, na região de Campinas, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) inaugurou o novo IML local e reconheceu a ajuda que a prefeitura dava ao Estado, pagando o aluguel da antiga sede.

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    Uol

  9. Tadinho do Amarildo, pedreiro honesto, gente boa, nunca fez mal a ninguém. Só porque ele escondia drogas na casa dele para os traficantes os malvados PMs mataram ele, coitadinho.

  10. E NA BAHIA JÁ É CARNAVAL. QUERO QUE O MUNDO SE EXPLODA!!!! QUARTA-FEIRA DEPOIS DO ALMOÇO EU VEJO O QUE FAZER.
    O POVO BRASILEIRO É MESMO UM “ZÉ CARIOCA”!!!!

  11. Ten 6.ª Parte disse:
    04/02/2016 ÀS 8:39
    Bem, tentar ser diplomático e usar de boa educação de fato não funciona quando se tem tantos idiotas juntos.
    Fodam-se, o que pensam da PM ou deixam de pensar é problema único e exclusivo de vocês, não damos a mínima para o que pensam a nosso respeito.
    Somos muito grande, não precisamos ter o conceito de idiotas como os que comentam aqui, gente muito mais importante já tentou acabar com a PM e o resultado está aí.
    O Governo precisa da PM e a Sociedade pobre só pode contar com a PM, pois na periferia quando a coisa aperta o único telefone que atende é o 190.
    Resumindo, podem ladrar a vontade, podem espernear, criticar, rotular, rasgar a calcinha, vão ter que nos engolir, gostem ou não!

  12. Sextavado ralézaço tomou uma lição de moral do paisano nóia! Dorme com essa agora, coxildo! Rasgue você sua calcinha, sextavado coxonildo disse:

    Sextavado, a sociedade de bem que lhes dá café e leite de graça não aguenta mais vocês! E olha que em nenhum momento eu falei em desmilitarizar. Falo em extinguir mesmo! Muita gente burra num só lugar!

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