Os crimes que transformaram mães em ativistas contra a violência policial 19

Dona de casa Débora Silva soube de morte do filho pelo rádio, em 2006. “Ali ele me deu uma tarefa: seguir meu caminho e não abaixar a cabeça para o Estado.”

Na noite de 17 de maio de 2006, a aposentada Vera Lúcia Freitas estava em casa com o marido, na periferia de São Vicente (SP), na Baixada Santista, quando ouviu disparos de armas de fogo.

A alguns quarteirões dali, o filho Matheus Andrade de Freitas, de 21 anos, deveria estar em aula. Naquele dia, porém, a escola suspendera atividades após boatos sobre um toque de recolher que deveria ser seguido em todo o Estado de São Paulo.

Na volta para casa, Matheus e amigos pararam em uma pizzaria do bairro, um dos poucos lugares abertos naquela noite.

“Quem estava na pizzaria e conseguiu fugir contou que primeiro passou um carro escuro, de cor difícil de ser definida à noite”, conta Vera. Descrições daquele tipo de carro apareceriam em outras histórias de crimes naquela semana.

“Em seguida surgiram duas motos, com dois homens encapuzados em cada uma, atirando. Primeiro dispararam à queima-roupa no amigo do meu filho, Ricardo. Começou uma correria, as pessoas fugiram para o morro, onde termina o bairro.”

Ao escutar a confusão, o marido de Vera correu pela rua em busca do filho. “Duas quadras adiante, estava o Ricardo agonizando no chão, com vários tiros pelo corpo”. Na esquina, o pai avistou o corpo de Matheus. “Ele estava no chão, com três balas entre a cabeça e o pescoço”, conta.

“Meu marido entrou em desespero e colocou o Matheus nas costas, mas ele já estava morto. Nesse momento, chegou a polícia, que não fez nada para ajudar e nem foi atrás de quem havia atirado. Deduzimos que, pelo fato dos policiais terem chegado tão rápido ao local, eles já estavam ali, somente esperando as coisas acontecerem.”

Vera Lúcia Freitas e o marido, João Correia de Freitas, em manifestação na Praça da Sé, em São Paulo, em 2015

O marido de Vera, então, levou o filho para a Santa Casa de Santos. “O hospital estava cheio, de corpos e de policiais, que foram para lá em vez de irem atrás dos assassinos. Uma enfermeira estava gritando com os policiais: ‘Parem de matar e trazer para cá, a gente já não aguenta mais'”, relembra.

Morte pelo rádio

Na noite do Dia das Mães daquele 2006, o gari Edson Rogério Silva dos Santos, de 29 anos, havia passado na casa da mãe, a dona de casa Débora Maira da Silva, para buscar um remédio.

Por causa do toque de recolher, não havia farmácias abertas na região. No dia seguinte, Débora soube, escutando o rádio, que tinha havido uma chacina naquela noite, com 16 pessoas assassinadas.

Débora da Silva com cartaz do filho Edson dos Santos, morto em maio de 2006

O nome de Edson estava na relação de mortos informada naquele noticiário de rádio. O rapaz tinha sido abordado às 23h30, na volta para casa, no morro da Nova Cintra, periferia de Santos, por homens encapuzados que o mataram com um tiro no coração e dois no pulmão.

Com o crime, Débora entrou em depressão e foi internada. No hospital, conta ter visto o filho. “Ali, ele me deu uma tarefa: seguir meu caminho e não abaixar a cabeça para o Estado.”

Ao receber alta, Débora resolveu procurar mães que tiveram filhos assassinados naquela semana de maio.

O mês que não terminou

A onda de assassinatos ocorridos entre os dias 12 e 16 de maio de 2006 ficou conhecida como os “crimes de maio”.

Tudo começou no dia 11, quando a Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo informou que iria transferir 765 presos para a Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, de segurança máxima.

Segundo a secretaria, a medida visava combater organizações criminosas que estariam planejando rebeliões nas cadeias paulistas para o Dia das Mães daquele ano.

Os primeiros crimes ocorreram no dia 12, quando Marcos Willians Herba Camacho, o Marcola, considerado pela polícia o líder da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), foi transferido para o sistema de segurança máxima.

Naquela noite, integrantes do PCC atacaram delegacias, membros da Polícia Militar, da Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros e da Guarda Civil Metropolitana, iniciando uma das maiores ofensivas da história contra as forças da segurança pública paulista.

Grupo de policiais civis de guarda após ataque a base policial em São Paulo em maio de 2006

Nos dias seguintes, pessoas civis, ligadas ao crime ou não, com passagem ou não pela polícia, começaram a morrer assassinadas.

Para intensificar o terror daqueles dias, mais de 90 veículos foram incendiados e houve uma série de boatos sobre toques de recolher em todo o Estado, além de uma ameaça de bomba no aeroporto de Guarulhos.

De acordo com números da Secretaria de Segurança Pública, 493 pessoas, sendo 450 civis e 43 agentes públicos, morreram por arma de fogo naquela semana em São Paulo, uma média de 30 mortes por dia.

Um estudo de 2009 da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), dirigido pelo professor Ignacio Cano, apontou que o Dia das Mães de 2006 foi a data mais crítica: 107 pessoas foram mortas, sendo que, para cada agente policial morto, houve 10 civis assassinados.

O relatório “São Paulo sob ataque”, de maio de 2011, realizado pela ONG Justiça Global e pela Clínica Internacional de Direitos Humanos da Universidade de Harvard, apontou que 122 pessoas foram mortas apenas naquela semana, e apontou indícios da ação de grupos de extermínio.

O governo de São Paulo diz que todos os casos foram investigados com rigor pela Polícia Civil e pela Corregedoria da Polícia Militar, e que denúncias de eventuais crimes cometidos por policiais também foram apuradas.

Mães em luta

A primeira mãe que Débora procurou foi Ednalva Santos, mãe do balconista Marcos Rebello Filho, de 26 anos, morto na saída de uma lan house em Santos, com nove tiros à queima-roupa – três na cabeça. Mais uma vez, os assassinos foram homens encapuzados.

Juntas, foram até a casa de Vera. Lá, conheceram uma quarta mãe, a cabeleireira Vera Lúcia dos Santos, que havia perdido a filha, Ana Paula, de 20 anos, naquela mesma semana.

A mulher e o marido haviam saído de casa à noite para comprar leite para a filha. À porta de uma padaria, foram abordados por homens encapuzados em um carro escuro, que atiraram contra o casal.

Ana Paula, que estava grávida e teria o filho no dia seguinte, foi alvejada por um tiro na barriga e outro na cabeça.

A união dessas quatro mulheres originou o movimento social Mães de Maio, liderado por Débora.

Integrantes do Mães de Maio em ato na capital paulista no ano passado

“Percebemos que não havia interesse em solucionar os crimes em Santos. Então subimos para São Paulo com dois endereços: o do Condepe (Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana) e o da Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo, que pegamos em um jornal”, diz Débora.

Em busca de Justiça

A ativista Vera conta que começou sua própria investigação quando pediu à Justiça para ver os processos de Matheus e Ricardo.

“No processo do Ricardo estava o atestado toxicológico, confirmando que ele não tinha nada no sangue, mas no do meu filho não havia isso. Comecei a ler as alegações do delegado. Ele pedia o arquivamento dos processos e afirmava que o crime poderia ter sido em razão de dívidas de droga e que a morte dos meninos era ‘queima de arquivo’. Estavam criminalizando os dois.”

Vera, então, conseguiu o resultado do exame toxicológico de Matheus, que confirmava não haver substância tóxica no sangue dele.

Ricardo Noronha, de 17 anos, que jogava futebol, havia sido convocado para jogar profissionalmente no Santos Futebol Clube dias antes de morrer. “Mesmo assim, o parecer não foi alterado e os dois processos foram arquivados”, conta.

Em 2016, ano em que completa dez anos, o grupo entrou para a Rede Internacional de Mães e Familiares de Vítimas do Estado, gerida pela Anistia Internacional.

“Nosso nome é para lembrar que não temos o direito de comemorar o Dia das Mães porque nos falta um filho”, explica Débora. Algumas mães do movimento morreram nos últimos anos e nenhum dos crimes foi resolvido.

Para Vera, cada ano que passa e nada é feito, as coisas ficam mais complicadas. “Eu, como mãe, tenho uma sensação horrível”, desabafa.

“Às vezes eu não sei como tenho aguentado tantos anos. Essa dor não passa. É uma falta, uma saudade. Desde que o Matheus morreu, é muito difícil caminhar pelo bairro. Fico vendo ele voltando da escola, com o uniforme, segurando a mochila.”

E chora. “A gente pode ter dez, vinte filhos, mas cada um tem o seu espaço. Me levaram um pedaço que não tem como repor. Essa dor só piora com a injustiça desses dez anos.”

Outro lado

A Secretaria de Segurança Pública informou, em nota, que as mortes ocorridas em maio de 2006 “foram investigadas pela Polícia Civil e pela Corregedoria da PM”.

“As investigações foram acompanhadas pelo Ministério Público e relatadas à Justiça. Todas as ocorrências de morte foram apuradas, à época, com rigor, assim como as denúncias de eventuais homicídios que poderiam ter policiais como autores”, afirmou a pasta.

Procurada pela reportagem, a Polícia Militar de São Paulo não respondeu.

  1. JÁ SOMOS CULPADOS POR SERMOS POLICIAIS, EM UM PAÍS EM QUE BANDIDO É “REI”, SÓ PODERIA SE ESPERAR O QUE! QUERO QUE AS COISAS FIQUEM INSUPORTÁVEIS E NOS LIMITES DE TUDO, “O VOCÊ VEM A DEUS PELO AMOR OU PELA DOR”.

  2. Escolta de presos é atribuição do INVESTIGADOR DE POLÍCIA!!!!!!!!!!!

    Taí, colegas!! Para aqueles investigadores que dizem não ser atribuição deles as escoltas de presos.

    Por que os CARCEREIROS continuam a fazer o trabalho de escoltas?????? Porque não negam trabalho, como alguns integrantes de outras carreiras.

    DECRETO N. 47.788, DE 2 DE MARÇO DE 1967

    ANEXO AO DECRETO N. 47.788, DE 2 DE MARÇO DE 1967

    Investigador de Policia (Privativo da Secretaria da Segurança Pública) ….. “28” – Recolhimento, movimentação e vigilância de presos no recinto de cadeias públicas; guarda de bens dos detentos; cuidado da limpeza de celas e adjacências.

  3. PAPA disse:
    10/05/2016 ÀS 10:45
    JÁ SOMOS CULPADOS POR SERMOS POLICIAIS, EM UM PAÍS EM QUE BANDIDO É “REI”, SÓ PODERIA SE ESPERAR O QUE! QUERO QUE AS COISAS FIQUEM INSUPORTÁVEIS E NOS LIMITES DE TUDO, “O VOCÊ VEM A DEUS PELO AMOR OU PELA DOR”.
    ================================================================================================

    Você quer dizer que a população deve se dirigir a vocês militares pela dor?

  4. NÃO COLEGA POLICIAL, MAS TANTO VOCÊ COMO EU SABEMOS DA REALIDADE E DA VERDADE, MAS QUEM SEMEIA VENTO COLHE TEMPESTADE. NÃO ADIANTA MASCARAS SE NÃO SE FAZ O CERTO, O BARCO VAI SER O MESMO PARA TODOS, NOSSOS ATOS SE TORNAM CORRENTES QUE TEMOS QUE ARRASTAR COM O TEMPO E O PIOR QUE PASSAMOS PARA OUTROS, HOJE COLHEMOS A TEMPESTADE DE VENTOS SEMEADOS ANTES DE NOSSA EXISTÊNCIA, TODOS PAGAMOS O PREÇO, ALGUÉM ALGUMA HORA VAI TER QUE FAZER ALGUMA COISA, INFELIZMENTE AQUI COMO JÁ FALEI PRECISA O LEITE DERRAMAR PARA SE FAZER ALGUMA COISA E ESPERO QUE TODOS FAÇAM!

  5. DEDICO ESTE COMENTARIO, AOS ADORADORES DA POR. 30 E ALGUNS QUE ADORAM MANIPULAR….

    DECRETO N. 47.788, DE 2 DE MARÇO DE 1967

    Dá nova redação ao Decreto n. 47.008, de 9 de novembro de 1966, e institui a Tabela de Funções de Extranumerários Mensalistas

    Escrivão de Polícia (privativo da Secretaria da Segurança Pública) Elaboração e organização de inqueritos e processos policiais sob a orientação direta do Delegado de Polícia; execução de tarefas de escritório em Cartório de Delegacias de Policía de 3.a, 4.a, e 5.a classes. Desempenho das mesmas funções como escrivão adjunto de Delegacia Regional de Policía de 2.a classe, participação nas diligências sôbre crimes, acidentes e distúrbios; buscas, apreensão. reconstituição de crimes, exames de locais e outras pericias; trabalhos de licenciamento e registros de competêncies das Delegacias. Guarda e conservação de móveis e material de escritório.

  6. Carcereiro (privativo da Secretaria da Segurança Pública) – “28” – Recolhimento, movimentação e vigilância de presos no recinto de cadeias públicas; guarda de bens dos detentos; cuidado da limpeza de celas e adjacências

    Investigador de Policia (Privativo da Secretaria da Segurança Pública) – “36” – Investigações e recolhimento de elementos de convicção para esclarecimentos de fatos delituosos, manifestos ou presumíveis de mediana gravidade ou autoria definida; policiamento de locais publicos para prevenir ou reprimir a prática de crimes ou contravenções. Execução de mandados de prisão, de busca e escolta de presos, investigação do paradeiro de pessoas desaparecidas.

    Perito Criminal – “53” – Exames de peças, documentos e evidencias relativas a crimes, acidentes, falsificações, fiscalização e vistoria de fábricas e depósilos de explosivos, armas, munições e produtos químicos agressivos, elaboração de laudos periciais; tarefas correlatas de escritório.
    http://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/1967/decreto-47788-02.03.1967.html.

    C.A.

  7. Radiotelegrafista – “36” – Recepção e expedição de mensagens radiotelegráficas; tarefas de conservação e reparação de aparelhos; tarefas correlatas de escritório.

  8. Motorista “22” – Direção de veículos automotores para transporte de veículos ou cargas. Conservação do veículo, procedendo à limpeza, lavagem e librificação. Verificação do abastecimento de combustível, água e óleo. Execução de Pequenos reparos

  9. Datiloscopista “22” – Tomada de impressões digitais e registro em impressos próprios, dados qualificativos de pessoas. Registro em planilhas da qualificação dos dados cromáticos, somáticos e sinais particulares; tomada de impressões digitais em fichas dactiloscópicas para fins de identificação do pu blico, presos ou detidos, dementes. feridos, indigentes ou cadáveres. Limpeza e preparo dos instrumentos para a tomada de impressões digitais. Execução de tarefas afins.

  10. NAO CREIO QUE CAREÇA EXPLICAÇÕES, DE QUE DA EDIÇÃO DO DECRETO ATÉ A PRESENTE DATA, ALGUNS CARGOS MUDARAM AS NOMECLATURAS, FORAM CRIADOS AUXILIARES E ETC E TAL….MAS A FUNÇÃO PERMANECE INALTERADA.

    C.A.

  11. SALIENTANDO QUE NO SITE DA ALESP, ACUSA QUE NÃO HOUVE REVOGAÇÃO. PORTANTO???

    C.A.

  12. decreto/ lop / CE está abaixo da carta magna…atribuição de carreira e igual aquela história do departamento pessoal: só fazia rescisão d contrato, aliás tinha o cargo específico. Com o passar do tempo, o setor passou a ser chamado d rh, e após algum tempo, gestão de pessoas. E viram que ficar restrito aquela atividade específica era investimento ineficaz, tanto como financeira como tecnicamente. Outras atividades, de igual importância, tinha que ter um funcionário específico, mas era pouco eficaz manter inumeras nomenclaturas e atribuições específicas, que deveria ser comum a todos e de labor que todos poderiam fazer, bastando um treinamento, que por muitas vezes duravam poucas horas. Então, manter hoje atualmente tantas carreiras e ineficiente e muitas delas todos os policiais sabem fazer.

  13. E quantos policiais morreram? Desde 2006 até hoje, já são mais de 500…Quanto a esse movimento mães de maio, num vou nem comentar…

  14. tem alguma mãe de policial que foi assassinado nesse grupo de santas mães de 2006?
    Ainda que todo policial seja filho da puta, a puta da mãe do policial foi procurada pra fazer parte desse grupo pela morte do seu filho?
    As vadias das mães das vitimas desses filhos das pobres mães(de bandido) de 2006 foram ouvidas? ou chamadas para comporem o grupo?
    O PAIZINHO DE MERDA! QUERO MAIS QUE ESTAS PUTAS, QUE SE ARREGANHAM E POEM ESSES MULAMBOS DE MALAS NO MUNDO SE FODAM!
    Deixaram o filho na rua, se drogando, sem educação ou princípios, e agora vem a publico ludibriar que foram ótimas protetoras, educadoras e se rebelam pelo ocorrido pelo pobre coitado do filho que só estuprou, só roubou, só matou, mas querem enganar que nunca fizeram mal a ninguém!
    O LUGAR…..

  15. o titulo tinha que ser “as mamães que viraram donas de biqueira e agora alugam pra terceiros depois da morte dos filinhos inocentes”…………………. me ajuda ai conde guerra!

  16. e tem alguma mãe das vitimas desses pobres filhos dessas vagabundas que abrem as pernas, nao cuidam e depois vem dar uma de boa mãe nesse grupo?
    alguma puta mae de policial que reclama do que e feito contra seus filhos?
    quero que essas mães vao todas se fuderem! criam marginais e querem depois que o mundo olhem seus filhos como coitados!

  17. Criam marginais e querem fazer graça! Total inversão de valores! Quantos Policiais morrem todos os anos no Brasil? Quantos pais de família são covardemente executados por esses marginais? Brasil, país da piada pronta!

  18. C.A. disse:
    10/05/2016 ÀS 17:45
    SALIENTANDO QUE NO SITE DA ALESP, ACUSA QUE NÃO HOUVE REVOGAÇÃO. PORTANTO???

    C.A.

    Revogação tácita ou expressa ?

    Noto que neste blog temos verdadeiros talentos desperdiçados !!! Quantos desembargadores e ministros do Supremo este País perdeu !!! KKKKKK

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