Rodrigo Janot é inimigo dos Delegados de Polícia 56

PGR questiona norma amazonense que dá autonomia para delegados de Polícia Civil

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ajuizou no Supremo Tribunal Federal (STF) Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5536) contra Emenda à Constituição do Estado do Amazonas (EC 82/2013) que confere janotaos delegados de Polícia Civil isonomia com carreiras jurídicas e com o Ministério Público, dando autonomia à atividade policial. O caso está sob relatoria do ministro Teori Zavascki.
Para Rodrigo Janot, a EC 82, que alterou o artigo 115 (caput e parágrafos 1º e 3º) da Constituição amazonense, ao interferir na estrutura da Polícia Civil delineada pela Constituição Federal, incorre em inconstitucionalidade. O conjunto normativo formado pelo artigo 115 da Constituição amazonense desnatura a função policial ao conferir indevidamente à carreira de delegado de polícia isonomia em relação às carreiras jurídicas, como a magistratura judicial e a do Ministério Público, com o intuito de aumentar a autonomia da atividade policial e, muito provavelmente, para atender a interesses corporativos dessa categoria de servidores públicos, sustenta o autor da ADI.
A emenda, argumenta Janot, não atende à Constituição, ao interesse público e nem à natureza teleológica da atividade de polícia criminal de investigação. Na verdade, o procurador entende que a norma cria verdadeira disfunção do ponto de vista administrativo, ao conferir ao cargo de delegado de polícia atributos que lhe são estranhos e que se contrapõem à conformação constitucional e à legislação processual penal da polícia criminal.
A Constituição Federal, em seu artigo 144 (parágrafo 6º), subordina a Polícia Civil ao governo estadual e, no artigo 129 (inciso VII), atribui ao Ministério Público função de exercer controle externo desse órgão. Isso ocorre, entre outras razões, no entender do procurador-geral, porque a polícia detém um “quase monopólio” do uso legítimo da força, de forma que deve ser submetida a amplo e permanente controle, tanto externo quanto interno.
Além disso, diz o autor da ADI, a norma estadual trata de matéria atinente ao regime de servidor público, cuja iniciativa para instaurar processo legislativo é do chefe do Poder Executivo, o que não ocorreu no caso, uma vez que a emenda surgiu de processo legislativo iniciado por um deputado estadual.
O procurador-geral lembra que outros estados brasileiros aprovaram regras semelhantes, que são questionadas no STF por meio das ADIs 5517 (ES), 5520 (SC), 5522 (SP) e 5528 (TO), e pede a concessão de liminar para suspender a eficácia da EC 82/2013, ad referendum do Plenário e, no mérito, a declaração de inconstitucionalidade da norma.
MB/CR
Processos relacionados
ADI 5536

Fonte: STF

  1. DR. DO SITE !, DESCULPE EM ME ENTROMETER, MAIS ESSE SIGNATÁRIO NA CONDIÇÃO DE UM DOS EX PARTICIPANTES DOS “RESTOPOLS”, JAMAIS RECALCITREI EM NADA, CONCERNENTE ÀS DETERMINAÇÕES PARA ME DIRIGIDAS. SÓ QUE EXISTIU UM DETALHE, OU SEJA AQUELAS QUE CERTOS “MAJURENGOS”, CHEGAVA E EXIGIA QUE EU CUMPRISSE UMA ORDEM ESDRÚXULA. EU SIMPLESMENTE, ME CALAVA E JAMAIS O OBEDECIA. E, POR DERRADEIRO, JÁ APOSENTADO HÁ MAIS DE SEIS ANOS, IMAGINE SE EU TIVESSE OS AUSCULTADOS !, RESPONDO : HOJE EU ESTARIA NA MESMA CONDIÇÃO DO SENHOR. ME AJUDE AÍ Ó !…

  2. INDIOPICAGROSSA disse:
    10/06/2016 ÀS 13:13
    ALGUEM CONHECE O DELPOL DO 22º DP QUE TEM 3 (TRêS) POSTOS DE GASOLINA, CARRÕES, MANSÕES,

    SÍTIO, FAZENDA, CASA NO LITORAL , MUITA GRANA NA CONTA DE LARANJA – FALECIDO !
    ….
    ….
    Forneça maiores detalhes…tá interessante !!

  3. Viva a Dissolução da República Federativos do Brasil. Temos mais 537 Deputados Federais que só zelam por interesses próprios, temos 81 Senadores que também só zelam pelos próprios interesses. A corrupção é generalizada em todos entes (Federal, Estaduais e Municipais). Então cada Estado que tome conta de seu território. E impossível recolher tributos para todos esses entes.

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