CICLO COMPLETO DOS EMBUSTEIROS – Comando da PM oculta imagens da execução de rapaz ; coronel que lavrou o flagrante por homicídio culposo está muito sensibilizada com a “fatalidade” 55

Polícia Civil vai à Justiça em Ourinhos contra a PM por imagens de morte de jovem

Wagner Carvalho
Colaboração para o UOL, em Bauru

13/06/201619h41

  • Brian da Silva, jovem que foi morto pela PM em Ourinhos

    Brian da Silva, jovem que foi morto pela PM em Ourinhos

A Polícia Civil de Ourinhos (a 374 km de São Paulo) informou que vai acionar a Justiça para ter acesso às imagens de um circuito de segurança que registraram toda a ação de uma abordagem policial que acabou na morte de um jovem de 22 anos na quarta-feira (8). O delegado responsável pelo caso informou que essas imagens são essenciais para a investigação.

O delegado João Beffa, responsável pelas investigações, disse que há dias solicita ao comando da PM (Polícia Militar) no município a entrega das imagens, mas sem resultado. Várias testemunhas foram ouvidas no caso, inclusive parentes da vítima. No entanto, A polícia não ouviu ainda o comando da PM em Ourinhos, nem o policial envolvido no crime.

A reportagem tentou entrar em contato com a o comando 31º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM-I) e com a assessoria de imprensa da PM em São Paulo, mas não obteve resposta sobre os motivos para a demora na entrega das imagens.

O policial que fez o disparo foi preso em flagrante por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, de acordo com informações da PM de Ourinhos, e encaminhado ao presídio militar Romão Gomes, em São Paulo.

Entenda o caso

Brian Cristian Bueno da Silva, 22 anos, morador de Santa Cruz do Rio Pardo, cidade vizinha a Ourinhos, estava com mais quatro amigos em um veículo trafegando pela avenida Jacinto Ferreira de Sá, via de acesso a uma feira agropecuária que acontecia no município.

Segundo a comandante do 31º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM-I), tenente-coronel Cenise Araújo Calasans, um dos policiais avistou o carro ocupado pelos jovens seguindo em direção à feira e deu ordem de parada ao motorista, que obedeceu.

“Os policiais observaram que os indivíduos que estavam dentro do carro pegavam cones de sinalização de rua e tiravam do posicionamento”, afirmou.

Durante a abordagem, de acordo com a coronel Calazans, um segundo policial se posicionou ao lado do colega, com arma em punho e determinou que os jovens saíssem do carro para que fosse iniciada uma vistoria pessoal e a vistoria no veículo.

De acordo com os amigos que estavam com Silva no veículo, ao avistar o policial com a arma em punho, ele ergueu os braços para mostrar que não tinha armas. Foi nesse momento que ocorreu o disparo, que atingiu o pescoço do jovem.

A comandante do batalhão conta que o soldado alegou que estava com a arma em posição de segurança, com o cano apontado para baixo. Como a vítima estava sentada, o projétil atingiu seu pescoço e saiu abaixo do braço esquerdo.

“O policial não declara que teria acionado o gatilho. E também não teria nem motivo para fazer isso porque os jovens não se recusaram a sair do carro ou tentaram fugir. Foi uma coisa muito rápida”, diz a comandante da PM.

Nenhum dos ocupantes do veículo tinha passagem pela polícia. Brian Silva era funcionário da Prefeitura de Santa Cruz do Rio Pardo e morreu antes de chegar à Santa Casa de Ourinhos.

Duas vidas foram atingidas’, afirma a comandante do 31º BPM-I de Ourinhos

Para a comandante do 31º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM-I), tenente-coronel Cenise Araújo Calasans, essa ocorrência trágica afeta de forma direta a vida de dois jovens – o que morreu baleado e o autor do disparo, considerado por ela acidental. “Entendemos que houve uma fatalidade nessa ocorrência. Esse profissional de polícia é um profissional jovem, que não tem outros antecedentes nesse sentido”, alega.

“A gente percebe que são dois jovens que tiveram a vida atingida. Um, infelizmente, faleceu, mas o outro também está bastante abalado com o ocorrido. Nós lamentamos tudo isso. Não nos engrandece. Estamos muito tristes e preocupados com essas famílias. A gente fica pensando o que será dessas famílias e, nesse momento, pedimos sinceramente forças a Deus para que ele possa dar o alento nesse momento difícil que estão passando”.


Esse “profissional” de polícia não pensou na própria família, muito menos na família da vítima ao cometer o crime. 

Deve sofrer vitaliciamente pelos seus atos!

Além de cadeia e demissão deve indenizar moral e materialmente a família do morto e os cofres públicos ( o nosso dinheiro  que a Fazenda desembolsará indenizando os pais ).

No popular: TEM QUE SOFRER! 

Quem morre,  morre pra sempre… 

Culpar a Taurus não gruda mais.

Quanto à conduta da Drª. Coronel: o que diria ela se um “profissional” de polícia metesse a pistola na cara de um filho seu e diante de um gesto do “abordado” efetuasse um disparo fatal ?

Homicídio culposo na polícia – de regra – só motorista de viatura pode cometer.

De resto, tudo pela maior gloria da sacrossanta PM. 

  1. Na verdade isso tudo que está ocorrendo com a Pm: morte da criança em São paulo durante uma “abordagem”, esse caso de Ourinhos, etc, etc, vem enfraquecer cada vez mais a Instituição Policia Militar. Nenhuma sociedade do mundo aceita uma polícia que age assim. E tudo isso vem provar a tese que a Pm nunca terá o ciclo completo, nunca um oficial terá o poder de decisão para prender alguém em flagrante, isso é um sonho que nunca vai se realizar por um motivo muito simples e lógico. A sociedade não confia nas polícias, mas confia muito menos na PM.

  2. Homicídio doloso.
    A PM tá cagando em cima da PC.
    Fechem as delegacias, deixa os ditadores PMs matar a vontade.
    Imagina a pm com circo completo…..

  3. Observe – se que o flagrante de homicídio culposo elaborado pela PM somente ocorreu porque não há na localidade a polícia civil. O delegado chegou depois, nada fez ou nada pode fazer. Porque se houvesse uma delegacia com uma equipe completa de policiais civis, necessariamente o fato teria que se apresentado na delegacia.

    Mas não há mais polícia civil:

    Porque ela está sendo paulatinamente extinta pela não contratação de novo efetivo;
    Pela redução de seu efetivo pela aposentadoria, morte e demissão de grande parte de seu quadro;
    Pela inépcia dos que ficam;
    Pela falta absoluta de respeito que o Judiciário tem da polícia civil, amesquinhando, através de entendimentos jurídicos, suas atribuições;
    Pela covardia dos seus dirigentes.

  4. Na década de 1990 quando eu estava nos bancos da faculdade de direito, alguns colegas de sala de aula eram Oficiais da PM. O interessante era que eles mantinham uma hierarquia na sala. O mais graduado sentava na frente dos outros menos graduados. Um dia perguntei para um deles quais seriam suas pretensões. Ele respondeu que existia um movimento na política que pretendia uma unificação das polícias militar e civil. Ele não sabia que eu era policial civil e acrescentou que a unificação seria questão de tempo e caso se concretizasse esta idéia, eles queriam que o sistema empregado pela PM prevalecesse. Queriam fazer as vezes dos Delegados Polícia. Como isso não ocorreu, a nova teoria adotada seria do ciclo completo.

    Não tenho uma opinião bem formada sobre o assunto. Até onde o ciclo completo poderia ser cedido para a PM. Talvez os casos de TC ou ainda crimes da lei de trânsito. Será se os PM’s conseguiriam manter o patrulhamento e eventualmente um cartório para registro dos TC’s . Para tanto, será que um ciclo completo na PC também seria possível. Há gente que defende esta hipótese. Bastaria aumentar o efetivo da PC, pois cartórios nos já temos. Faltaria efetivo para fazer patrulhamentos. Atualmente tem Delegados preocupados com relação ao efetivo das unidades, visto que o pessoal estão protocolando o pedido de aposentadoria.

    É um assunto complexo. No quadro atual, os casos devem ser avaliados única e exclusivamente pelos Delegados de Polícia. Toda e qualquer decisão é prerrogativa do Delegado. Então neste caso do post, o Delegado tem a autoridade em investigar o caso. O Coronel, com todo respeito que ele merece, deve apenas apurar um ilícito administrativo do PM.

  5. A partir do momento que a pm teve acesso nas imagens, de imediato teria a obrigação de apresentar na polícia judiciária (PC) por se tratar de crime contra a vida e posteriormente solicitar uma cópia para apurar a conduta do seu funcionário; se caso não houvesse um delegado na delegacia para receber essa filmagem, então o comando da pm deveria oficializar a secretaria da segurança para informar a inaceitável ausência de um delegado em uma delegacia.

    Em hipótese alguma a pm deve recusar de apresentar imediatamente essa filmagem na polícia judiciária (PC) e como ainda não cumpriram com essa obrigação, a coronel deve ser indiciada imediatamente por reter material de perícia.

    Agora uma coisa é certa: e o ministério público e também o magistrado dessa região onde ocorreu esse absurdo?

  6. Essa bosta nunca deu certo, juntando as duas civil e militar, não sei qual eh a pior! !?

  7. Tiranossauro disse:
    “A sociedade não confia nas polícias, mas confia muito menos na PM.”

    Não viaje cara. A população tem críticas sim a PM, mas desistiu a tempos da PC.
    E com esse tipo de discurso, como faz o Dr aqui do site, esse distanciamento só aumenta.
    A população olha pra uma viatura da PM e pode pensar: despreparados, violentos…
    Agora quando passa uma viatura da Civil o pensamento é : encostados, corruptos…
    Quem vc acha que ela prefere?
    Quem vc acha que ela respeita?
    Pra quem vc acha que ela liga quando precisa de ajuda?
    O pensamento de muitos aqui só mostra que ruim como está, pior se mudar.
    Uma pena.

  8. Temos a responsabilidade de manter o equilíbrio da sociedade, abastecer o judiciário, é cobrança da imprensa, da sociedade, dos bem pagos dos delegados e tudo isso fazemos por R$3.500,00 e ainda nos achamos no direito de pensar que somos os tais, somos policiais cheios de responsabilidades e cobranças nas costas, mal pagos, super cobrados, perseguidos e esmagados pela sociedade, pelo judiciário e pelo próprio sistema.

    PC disse:
    14/06/2016 ÀS 10:24
    Alguém tem notícias dos Sindicatos em relação ao Reajuste Salarial ?

  9. Jarim Lopes Roseira disse:
    12/06/2016 ÀS 23:44
    De todas as postagens feitas sobre a insólita morte de um jovem, algumas insultuosas de parte a parte entre as duas polícias, fico com a racional “equação” do amigo Wagner Nunes Leite Gonçalves: “abordagem errada + arma Taurus com defeito = morte de inocente.

    De resto, faço um apelo pela não agressão entre os integrantes das duas corporações (e desses a estas). Isso não ajuda em nada, a não ser contribuir para o descrédito de ambas. Basta o que parte da Imprensa e algumas conhecidas instituições “destilam” em detrimento das polícias. Acertos e erros as duas registram.

    Um respeitoso abraço em cada um.

    Jarim Lopes Roseira, Presidente da IPA-SP

  10. Jarim Lopes Roseira disse:
    14/06/2016 ÀS 0:21
    Respondo ao Amigo “JURISTA”:

    Inicialmente peço-lhe desculpas por somente agora fazê-lo, por absoluta falta de tempo.

    Lamento dizer-lhe que a situação não anda nada bem: nossas autoridades parece não ter mesmo qualquer compromisso com os nossos pleitos. Primeiro descumprem as leis (Constituição Federal – Artigo 37, inciso X), a lei paulista que criou a data-base e revogam Resoluções, etc.

    Certa ocasião, há cerca de uns três meses passados, pedi, em nome da FEIPOL-SE, uma audiência com o Sr. Delegado Geral, para tratar da Reestruturação. Sua resposta, por e-mail: Jarim – sugiro que procurem o Delegado Adjunto… Do mesmo modo, o Sr. SSP nos obrigou a fazer até um ato público, no dia 26/4, na porta de sua Secretaria, tal o descaso com que vínhamos sendo tratado.

    Agora, há uma semana atrás, a pedido do presidente da FEIPOL, enviei pedido de audiência ao atual Secretário e, qual não foi nossa surpresa, ele mandou dizer-nos, por uma de suas secretárias, que sua agendo estava muito “apertada” e que agendássemos a audiência com o seu Adjunto.

    Retruquei com a secretária que me telefonou duas vezes, que sequer sabíamos quem era o Secretário Adjunto e que o Secretário Alexandre de Morais havia nos feito afirmações e promessas que queríamos saber em que pé estavam. Isso faz hoje mais de cinco dias e nenhum sinal de vida. Das duas uma: ou o atual Secretário é da mesma linha do seu antecessor, Alexandre de Moraes, ou ele não quer nos receber porque não tem o que nos dizer, o que dá no mesmo.

    Conclusão, meu caro JURISTA: estamos órfãos de pai e mãe, como se costuma dizer. Mas, pode ter certeza, que não vamos dar tréguas ao TITULAR DA PASTA, pois entendemos que a responsabilidade é dele. É ele que tem o dever legal de ouvir e encaminhar nossos pleitos que são justos, legais e inadiáveis. REPOSIÇÃO DAS PERDAS, REESTRUTURAÇÃO, AUMENTO DO VALE ALIMENTAÇÃO, APOSENTADORIA NA CLASSE EM QUE ESTIVER AO REQUERER ESSE DIREITO, DEJEC, BONIFICAÇÃO e sobretudo a URGENTE RECOMPOSIÇÃO DO EFETIVO DE TODAS AS CARREIRAS, que estão absurdamente defasadas.

    Tudo isso eles (o Govervo) têm o dever de atender ou dizer porquê não atendem. Se é que querem ter um Polícia de verdade, apta a combater a criminalidade, que cresce a cada dia em proporções geométricas.

    É o que é, meu caro JURISTA.

    Com o meu abraço, a você e a todos os bravos colegas.

    Jarim Lopes Roseira, presidente da IPA

  11. Por favor, quem puder, ajude a quem sente frio! As pessoas estão morrendo nas ruas e a prefeitura dificultando ainda mais a vida das pessoas. Tirar colchões e papelões dessas pessoas é praticamente DECRETAR A MORTE dessas pessoas.

    “Morador de rua tem colchões e papelões retirados por GCM

    SÃO PAULO – Após o dia mais frio registrado na capital paulista em 22 anos, com 3,5°C de temperatura mínima, moradores de rua reclamaram de ter colchões e papelões, usados como proteção, levados por agentes da Guarda Civil Metropolitana. A GCM admitiu a retirada de itens, mas afirmou que deixa objetos pessoais, e a ação é para evitar que a população de rua “privatize” espaços públicos, como calçadas. Nesta segunda-feira, 13, mais um homem foi achado morto na rua, na região central.

    A Pastoral do Povo de Rua, pertencente à Igreja Católica, afirma que pelo menos cinco pessoas já morreram na capital por causa do frio – a Prefeitura não confirma.”

    http://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/morador-de-rua-tem-colch%c3%b5es-e-papel%c3%b5es-retirados-por-gcm/ar-AAh1iL9?li=AAggXC1

    http://img-s-msn-com.akamaized.net/tenant/amp/entityid/AAgZlHq.img?h=373&w=624&m=6&q=60&o=f&l=f

  12. Por favor, quem puder, ajude a quem sente frio! As pessoas estão morrendo nas ruas e a prefeitura dificultando ainda mais a vida das pessoas. Tirar colchões e papelões dessas pessoas é praticamente DECRETAR A MORTE dessas pessoas.

    “Morador de rua tem colchões e papelões retirados por GCM

    SÃO PAULO – Após o dia mais frio registrado na capital paulista em 22 anos, com 3,5°C de temperatura mínima, moradores de rua reclamaram de ter colchões e papelões, usados como proteção, levados por agentes da Guarda Civil Metropolitana. A GCM admitiu a retirada de itens, mas afirmou que deixa objetos pessoais, e a ação é para evitar que a população de rua “privatize” espaços públicos, como calçadas. Nesta segunda-feira, 13, mais um homem foi achado morto na rua, na região central.

    A Pastoral do Povo de Rua, pertencente à Igreja Católica, afirma que pelo menos cinco pessoas já morreram na capital por causa do frio – a Prefeitura não confirma.”

    http://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/morador-de-rua-tem-colch%c3%b5es-e-papel%c3%b5es-retirados-por-gcm/ar-AAh1iL9?li=AAggXC1

    http://img-s-msn-com.akamaized.net/tenant/amp/entityid/AAgZlHq.img?h=373&w=624&m=6&q=60&o=f&l=f

  13. Enquanto não houver uma reestruturação em todo nosso sistema de segurança, nas nossas polícias e nas nossas próprias cabeças, essas e outras coisas ruins continuarão acontecendo e nada mudará, a não ser para pior! Não haverá diminuição de mortes causadas por policiais despreparados, não haverá melhoras salariais e o site do Dr. Guerra continuará sendo utilizado para lavagem de roupa suja entre policiais e não policiais, enquanto que o governador e seus secretários continuarão assistindo de camarote esse circo que ele mesmo armou.
    No momento atual a única solução, ao menos em parte do problema, seria uma greve geral da polícia civil, com total apoio dos policiais militares, os quais não podem participar diretamente da greve, mas nada impede de participarem de forma indireta!
    Por fim, só tenho a repetir a palavra que venho dizendo nos últimos anos! Lamentável!😭

  14. Eu acho que as igrejas deveriam abrir (já que ficam fechadas e vazias) à noite e ajudar à abrigar essas pessoas, podendo inclusive ajudar a favorecer uma sopa quente pelo menos e não apenas criticar através da pastoral do povo de rua.

  15. Quem pode me explicar essa situação:
    Promoção somente após 15 (QUINZE) anos.
    É verdade isto?

  16. GABINETE DO SECRETÁRIO
    Resolução SSP-110, de 19-07-2010

    Disciplina o procedimento em ocorrências que envolvam crimes dolosos contra a vida, praticados por policiais militares contra civis.
    Considerando a necessidade de padronizar o procedimento a ser adotado nas ocorrências que envolvam crimes dolosos contra a vida, praticados por policiais militares, eliminando interpretações geradoras de desinteligências entre a Polícia Civile a Polícia Militar;
    Considerando ser indevida a condução de autores desses crimes, em razão de prisão em flagrante delito,às unidades da Polícia Militar, para a prática de atos de polícia judiciária militar, causando embaraços e prejuízos à imediata
    coleta de provas e demais providências a cargo da autoridade policial civil, o Secretário da Segurança Pública, resolve:
    Artigo 1º – Nos crimes dolosos contra a vida, praticados por policiais militares contra civis, os autores deverão ser imediatamente apresentados à autoridade policial civil para as providências decorrentes de atividade de polícia judiciária, nos termos da legislação em vigor (art. 9º, parágrafo único do
    Código Penal Militar e art. 10, § 3° c/c art. 82 do Código de Processo Penal Militar);
    Artigo 2º – a imediata apresentação determinada pelo artigo anterior não inibe a autoridade de polícia judiciária militar de instaurar, por portaria, Inquérito Policial Militar (IPM) para apuração de eventuais delitos conexos, propriamente militares, dada a imperiosa cisão das ações penais no concurso de crimes comuns e militares, a teor do disposto no art. 79, inc I, do CPP e art. 102, alínea “a” do CPPM.
    Artigo 3º – Esta Resolução passa a vigorar na data de sua publicação.

  17. Esse “profissional” de polícia não pensou na própria família, muito menos na família da vítima ao cometer o crime.
    Deve sofrer vitaliciamente pelos seus atos!
    Além de cadeia e demissão deve indenizar moral e materialmente a família do morto e os cofres públicos ( o nosso dinheiro que a Fazenda desembolsará indenizando os pais ).
    No popular: TEM QUE SIFU!
    Quem morre, morre pra sempre…
    Culpar a Taurus não gruda mais.
    Quanto à conduta da Drª. Coronel: o que diria ela se um “profissional” de polícia metesse a pistola na cara de um filho seu e diante de um gesto do “abordado” efetuasse um disparo fatal ?
    Homicídio culposo na polícia – de regra – só motorista de viatura pode cometer.
    De resto, tudo pela maior gloria da sacrossanta PM.

  18. O PROFESSOR J…….EU SINTO NOJO DAS:

    ASSOCIAÇÕES

    SINDICATOS

    QUE NÃO FAZEM NADA PELOS POLICIAIS

    AGORA SENHORAS E SENHORES VÃO VEREM O PATRIMÔNIO QUE ELES TEM

    AS CUSTAS DOS ASSOCIADOS , SINDICADOS !

  19. Todos (na Suécia) são iguais perante a lei.

    Aqui, terra brasilis. vejamos (no vídeo do “ciclo completo”, abaixo) como foi tratado quem roubou R$ 60,00 (SESSENTA REAIS):

  20. O CASSETA É OS CARAS FAZEM TANTA PRESSÃO NOS PULIÇAS DENTRO DO QUARTEL

    OS NEGOS NÃO TEEM NENHUM PREPARO PSICOLÓGICO

    TUDO CABEÇA , CÉREBRO DE MERDA

    SÓ PODE DAR MERDA !

  21. Comparemos, agora, o “implacável” tratamento do “ciclo completo” dispensado a quem surrupiou, apenas numa das “metidas de mão”, R$ 21.000.000, 00 (VINTE E MILHÕES DE REAIS):

    … para ser “presa” no quartel da PM!!!!

  22. TUDO ISSO QUE ACONTECE SÃO CONSEQUÊNCIAS DOS RIGOROSOS TESTES PSICOLÓGICOS

    QUE FAZEM NOS CANDIDATO , PREFEREM PEGAREM OS DESQUAIFICADOS OS BONS SÃO EXCLUÍDOS !

    DEPOIS DE INCORPORADOS É ÀQUELA MERDA, É UMA PRESSÃO DU K A R A L E O, EM CIMA DOS PRAÇAS

    SOLDADOS,

    VEJAM SE ISSO ACONTECEU COM OS ALUNOS DO BARRO BRANCO

    IMAGINEM COM SOLDADOS QUE SÃO CONSIDERADOS LIXO DO QUARTEL , A TERCEIRA PESSOA DEPOIS

    DE NINGUÉM !

    SE A SENHORA OU O SENHOR FOREM BONS OBSERVADORES OLHEM PARA CARA DOS P M ‘ s

    TODOS ELES TEEM CARA DE PSICOPATAS !

    NÃO CONSEGUEM GERIR UMA SITUAÇÃO, JÁ PARTEM PARA O PAU !

    NA PM SE RESOLVE TUDO NA PORRADA, AGRESSÕES, VIOLÊNCIAS, BARBÁRIES !

    O REGIME CASTRENSE É CRUEL , DEIXA OS CARAS DEFORMADOS, FRUSTRADOS, RECALCADOS,

    NUNCA CHEGARÃO A SEREM OFICIAIS

    O CARA ENTROU COMO MERDA, VIVEU COMO MERDA E VAI MORRER COMO MERDA !

    VEJAM O SINÔNIMO:

    MERDA = P. MERDA !

  23. Sobre o vídeo postado no 1 comentário em que um policial atira no ladrão a verdade :

    Não foi abordagem. Foi a famosa mãozinha da população. Tem vários ângulos filmado do fato. O ladrão tava roubando celular de moto metendo os canos e tava passando a vtr ao que parece com um só cara dentro. Aí a população começou a gritar e o ladrão foi dar pinote. Caiu da moto e perdeu a arma. Saiu correndo. O policial tentou atirar na perna, mas o ladrão chegou a tomar a arma do policial (ou quase pois ficaram lutando por ela) até que na luta o ladrão foi atingido na cabeça.
    Esse foi meu ponto de vista depois de ver por 3 câmeras diferentes. Parece filme.

  24. Também vi assim. Legitima defesa. Qualquer um percebe que o “cidadão” entrou em luta corporal com o policial civil.

  25. sobre o papo se PM dar flagrante , eu como restopol não to nem ai com isso…..

    essa briga é com os mandantes das duas coorporações…..

    pra nós restopols. nada diferencia se pm ou pc farão a cana….

    PERGUNTEM A ALGUM ESCRIVÃO QUAL A OPINIÃO DELE ?

  26. Charle em 14/06/2016 às 15:05
    Qto blá blá blá ….

    Cade o Reajuste ?????

    Pessoal cade as cobranças e manifestações ?????

  27. O policial hoje tem tamanha responsabilidade e cobrança que não condiz com o baixo salário que recebe, e tem o agravante de um erro lhe custar o emprego ou a liberdade, e tudo isso por um salário miserável, diante de tamanha responsabilidade diante a sociedade, o policial devia receber no minimo R$8000,00 iniciais, para tentar quando errar e perder o emprego ou a liberdade, ter feito ao menos um pé de meia, mas o que se vê hoje são policiais em sua maioria pobres e endividados, mas com responsabilidades que lhes custam a liberdade, o emprego e a vida.

  28. jefão escrivã da dise de araraquara, amigo de policiais militares e cunhado do jão da penitenciaria de araraquara disse:

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    Em vez da caneta do constituinte, armas dos militares mudaram a Constituição
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    14 de junho de 2016, 8h10
    Por Henrique Hoffmann Monteiro de Castro

    É cediço que as atribuições dos órgãos policiais são elencadas taxativamente na Constituição Federal, que reserva as tarefas de prevenção e repressão de infrações penais a instituições distintas. À Polícia Militar incumbe a missão de polícia ostensiva e a preservação da ordem pública (artigo 144, parágrafo 5º da CF), enquanto à Polícia Civil e à Polícia Federal cabem as funções de polícia judiciária e apuração de infrações penais (artigo 144, parágrafos 1º e 4º da CF). A investigação criminal de crimes comuns deve ser feita pela polícia judiciária, tendo a Carta Maior autorizado a Polícia Militar a apurar somente os crimes militares.

    Seguindo a diretriz constitucional, o artigo 4º do Código de Processo Penal estabelece que a apuração criminal é tarefa da autoridade policial, e o artigo 2º, parágrafo 1º da Lei 12.830/13 consagra que “ao delegado de polícia, na qualidade de autoridade policial, cabe a condução da investigação criminal por meio de inquérito policial ou outro procedimento previsto em lei”. De outro lado, o artigo 8º do Código de Processo Penal Militar afirma que a investigação da Polícia Militar cinge-se aos crimes militares. Em adição, o Decreto-Lei 667/69 e o Decreto 88.777/83 conceituam as atividades de policiamento ostensivo e manutenção da ordem pública, evidenciando que são muito diferentes da investigação criminal — aliás, os termos investigação e apuração sequer são encontrados no texto legal.

    A outorga dessa atribuição exclusivamente ao delegado de polícia não surpreende, ao se ter em mente que, no âmbito policial, apenas a autoridade policial pertence a uma carreira jurídica, conforme atestou a corte suprema[1] e o legislador[2]. Já quanto aos oficiais da Polícia Militar, ainda que tenham formação de grau superior, o STF asseverou que as atribuições desempenhadas pelos milicianos não são “sequer assemelhadas às da carreira jurídica”[3]. O Superior Tribunal de Justiça, de igual forma, constatou que a atividade do policial castrense “não caracteriza atividade relacionada a carreiras jurídicas”[4].

    Por isso mesmo sustenta a doutrina que todo miliciano, do mais raso soldado ao mais antigo coronel, é considerado um agente da autoridade policial[5]. O legislador não divergiu e utilizou (artigo 301 do CPP) o termo agente da autoridade pra se referir a outros policiais que, por não serem autoridades, atuam sob o comando ou supervisão do delegado de polícia. Essa constatação, longe de desmerecer a importante função desempenhada pelos policiais fardados, apenas esclarece qual a missão de cada policial na persecução penal.

    Nessa perspectiva, segundo o STF, nenhum outro agente público está autorizado a exercer função de autoridade policial:

    Este tribunal reconheceu a inconstitucionalidade da designação de estranhos à carreira para o exercício da função de delegado de polícia, em razão de afronta ao disposto no artigo 144, parágrafo 4º, da Constituição do Brasil. Precedentes[6].

    Em frontal violação ao parágrafo 4º do artigo 144 da Constituição, a expressão impugnada faculta a policiais civis e militares o desempenho de atividades que são privativas dos delegados de polícia de carreira. De outra parte, o parágrafo 5º do artigo 144 da Carta da República atribui às polícias militares a tarefa de realizar o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública. O que não se confunde com as funções de polícia judiciária e apuração de infrações penais, estas, sim, de competência das polícias civis[7].

    A doutrina não diverge do tribunal constitucional:

    A Polícia Militar, por força do artigo 144 da Constituição da República, possui a função tão somente de realização de policiamento ostensivo e, como qualquer outro cidadão, prender em flagrante delito. A polícia judiciária é da Civil, frise-se. (…) Evidentemente, não estamos aqui satanizando a Polícia Militar, apenas indicando seu lugar. (…) Cuida-se de colocar cada personagem do sistema penal em seu lugar respectivo[8].

    O artigo 144 não configura simples aconselhamento ou opinião, cuja observância esteja adstrita à vontade pessoal dos agentes. (…) A atuação dos órgãos estatais, necessariamente, deve ser pautada pelo princípio da legalidade, seguindo com rigor a definição prévia de atribuições e limites previstos para cada função[9].

    Como admitir que um policial militar (cabo, sargento, capitão ou detentor de outra hierarquia) possa “conhecer” e “diligenciar” a respeito de infração de direito penal comum? Se à Polícia Civil não é deferida atribuição de apurar as infrações penais de natureza militar, a recíproca é também verdadeira[10].

    Outrossim, as competências e atribuições que resultam diretamente do texto constitucional não podem ser ampliadas por interpretação extensiva da Constituição, que almeje encontrar funções implícitas num rol taxativo de funções[11].

    Pois bem, conquanto a exegese dos mencionados dispositivos seja de clareza meridiana, infelizmente alguns vêm utilizando malabarismo hermenêutico para usurpar atribuição não outorgada pela Constituição e investigar crimes comuns nas sombras dos quartéis. Além de instaurar inquéritos para apurar homicídios praticados por milicianos contra civis e lavrar termos circunstanciados de ocorrência[12], policiais militares estão cada vez mais se aventurando a investigar os cidadãos por toda sorte de crimes, conduzindo pessoas para destacamentos militares em pleno século XXI, num perigoso flerte com a ditadura militar.

    A Polícia Militar não raras vezes se vale da P2 (serviço reservado ou velado) para investigar crimes comuns, sendo que esse serviço de inteligência deveria se limitar a apurar crimes militares e colher informações para subsidiar as decisões estratégicas do órgão (tal qual a alocação de viaturas e policiais). Os militares que abandonam suas fardas para investigar à paisana arvoram-se na condição de autoridade policial e, como num passe de mágica, convertem o quartel numa delegacia de polícia medieval. Promovem apurações informais, mitigando direitos fundamentais sem submissão aos rígidos prazos judiciais, passando ao largo do controle externo do Ministério Público e inviabilizando a atuação defensiva (que foi reforçada com a Lei 13.245/16)[13].

    A afronta tem sido tamanha que a Secretaria Nacional de Direitos Humanos se viu obrigada e editar a Resolução 8/12, que em seu artigo 2º, XI coíbe tais apurações inconstitucionais, sendo repelidas também pela doutrina:

    Qualquer atividade investigatório-criminal seja ou não “discreta”, PM2 etc., realizada por policiais militares, reveste-se de inconstitucionalidade, podendo, inclusive, constituir crime de abuso de autoridade (Lei 4.898/65). Nesses casos, deverão responder penalmente, como autores mediatos, as autoridades responsáveis pelo comando. E, ainda, em casos excepcionais, os próprios agentes policiais poderão responder criminalmente por usurpação de função pública. Ademais, a” insegurança” e a falta de policiamento ostensivo, em todas as grandes cidades do país, estão a exigir mais empenho das corporações militares[14].

    A Constituição está sendo reescrita. A cada telefone interceptado, cada busca e apreensão domiciliar e cada campana arquitetada pela PM, a repartição constitucional de atribuições perde força, em prejuízo do cidadão e benefício da ambição corporativista dos milicianos. Não há nenhum problema em reformar a Constituição, desde que pela caneta do constituinte, mas nunca pelas armas dos militares. Estamos assistindo a uma verdadeira redistribuição manu militari de atribuições constitucionais.

    Vale grifar que, ainda que a Lei Fundamental fosse alterada pelos meios adequados, militarizar a investigação significaria andar na contramão da história[15], num contexto em que a desmilitarização não apenas da apuração de crimes, mas do próprio policiamento ostensivo, vem sendo defendida por juristas[16], estudiosos das ciências sociais[17], militares[18] e instituições nacionais e internacionais de defesa dos direitos humanos, tais como IBCCrim[19], Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas[20], Corte Interamericana de Direitos Humanos[21], Anistia Internacional[22], Comissão Nacional da Verdade[23] e Secretaria Nacional de Direitos Humanos[24].

    Mesmo que se reconheça que as polícias judiciárias precisam de investimentos para melhor desempenhar seu mister, as máculas estruturais e o discurso de combate à criminalidade não têm o condão de autorizar a militarização da investigação e a mitigação da carta constitucional de direitos fundamentais. A sanha utilitarista não pode jogar por terra garantias que não foram conquistadas do dia para a noite. É preciso lembrar que, em se tratando da prática de atos invasivos dos direitos fundamentais, o agente estatal deve necessariamente observar a estrita legalidade[25], postulado congênito ao Estado de Direito[26]. A investigação deve se curvar à Constituição, e não vice-versa.

    Sempre que um agente público incompetente se imiscui em função alheia, as consequências para a persecução penal são desastrosas, acarretando a ilicitude de provas, a ineficiência do Estado e a responsabilização pessoal do agente usurpador[27]. De mais a mais, deixa o Brasil sujeito a nova condenação pela Corte Interamericana de Direitos Humanos, tal como ocorreu no Caso Escher[28], em que um policial militar usurpou as atribuições da polícia investigativa com a cumplicidade do Judiciário, gerando uma indenização de US$ 30 mil.

    Demonstrados os nefastos efeitos da apuração militarizada, espanta o fato de que muitas dessas investigações sub-reptícias são feitas com a chancela de promotores de Justiça, que formulam pedidos de medidas cautelares com suporte único nas apurações draconianas da PM e transformam pedidos feitos pelos milicianos em requerimentos judiciais; com a indiferença de delegados de polícia, que lavram flagrantes e indiciam com base exclusiva em provas ilícitas decorrentes de cautelares probatórias requeridas ou cumpridas autonomamente pela PM; com a omissão de defensores públicos e advogados, que sequer questionam os elementos ilegais angariados; ou com a conivência de juízes, que chegam a deferir as representações feitas por policiais militares. Essa parcela de atores jurídicos fecha os olhos para o aviso do Tribunal Constitucional e da Corte Interamericana de Direitos Humanos e contribui para o sepultamento da legitimidade da persecução criminal.

    Quando ausente esse apoio, um artifício bastante comum para conferir ares de licitude a uma prisão decorrente de investigação militarizada é camuflá-la como denúncia anônima ou policiamento rotineiro. A PM investiga um delito comum, executando campana, interceptação telefônica, ouvindo testemunhas ou adotando outros meios de apuração e, após surpreender o agente em flagrante delito, justifica a ação policial como derivada de delação apócrifa ou de abordagem ocasional em patrulhamento de rotina. Também costuma utilizar eufemismos como investigação preventiva ou levantamento a pretexto de legitimar um abuso que flerta com o Estado policial, propositalmente confundindo ato de polícia ostensiva com ato de investigação.

    É preciso deixar claro que a exigência do respeito à divisão constitucional de atribuições em nada macula a importância da polícia castrense e a necessidade de convivência harmônica com a polícia investigativa. Porém, as precisas palavras do ministro Celso de Mello merecem destaque:

    Essencial que se construa, com estrita observância do que dispõe a Carta Política, um sistema organizado de proteção social contra a violência arbitrária da Polícia Militar (lamentavelmente em processo de contínua expansão) e de imediata reação estatal. (…) É preciso advertir esses setores marginais que atuam criminosamente na periferia das corporações policiais que ninguém, absolutamente ninguém — inclusive a Polícia Militar — está acima das leis[29].

    Nenhuma garantia constitucional é pequena demais para ser jogada no lixo. A escuridão da caserna não é lugar adequado para se apurar crimes comuns. A garantia de ser investigado apenas pela autoridade de polícia judiciária devida, em respeito ao princípio do delegado natural[30], revela-se verdadeiro direito fundamental do cidadão. Os fins não justificam os meios no campo da devida investigação criminal, em que forma significa garantia[31] e condição necessária da confiança dos cidadãos na Justiça[32].

    [1] STF, Tribunal Pleno, ADI 3.441, rel. min. Carlos Britto, DJ 9/3/2007; STF, Tribunal Pleno, ADI 2.427, rel. min. Eros Grau, DJ 30/8/2006; STF, tribunal pleno, ADI 3.460, rel. min. Ayres Brito, DJ 31/8/2006.
    [2] Artigo 2º da Lei 12.830/13.
    [3] STF, RE 401.243, rel. min. Marco Aurelio, DP 18/10/2010.
    [4] STJ, RMS 26.546, rel. min. Benedito Gonçalves, DJ 9/3/2010.
    [5] NUCCI, Guilherme de Souza. Leis penais e processuais penais comentadas. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2010, p. 827; TORNAGHI, Hélio. Instituições de Processo Penal. v. 1. Rio de Janeiro: Forense, 1959, p. 406; SANTOS, Célio Jacinto dos. In: DEZAN, Sandro Lúcio; PEREIRA, Eliomar da Silva (Org.). Investigação criminal. Curitiba: Juruá, 2013, p. 64.
    [6] STF, Tribunal Pleno, ADI 2.427, rel. min. Eros Grau, DJ 30/8/2006.
    [7] STF, Tribunal Pleno, ADI 3.441, rel. min. Carlos Britto, DJ 9/3/2007.
    [8] ROSA, Alexandre Morais da; KHALED JUNIOR, Salah H. Polícia Militar não pode lavrar Termo Circunstanciado: cada um no seu quadrado. Justificando.com. 7/1/2014.
    [9] FREITAS, Jéssica Oníria Ferreira de; PINTO, Felipe Martins. Da ilegitimidade dos atos probatórios desenvolvidos pela Polícia Militar: uma análise sob a ótica do princípio da legalidade. Revista Duc In Altum – Caderno de Direito. v. 4. n. 6. jul-dez. 2012.
    [10] DOTTI, René Ariel. A autoridade policial na Lei 9.099/95. Boletim IBCCRIM. n. 41. maio/1996.
    [11] STF, ACO 1856, rel. min. Carmen Lúcia, DJe 10/2/2014.
    [12] CASTRO, Henrique Hoffmann Monteiro de. Termo circunstanciado deve ser lavrado pelo delegado, e não pela PM ou PRF. Revista Consultor Jurídico, set. 2015. Disponível em: http://www.conjur.com.br/2015-set-29/academia-policia-termo-circunstanciado-lavrado-delegado. Acesso em: 29.set.2015; CASTRO, Henrique Hoffmann Monteiro de. PM homicida deve ser investigado pela Polícia Judiciária. Revista Consultor Jurídico, jan.2016. Disponível em: http://www.conjur.com.br/2016-jan-05/academia-policia-pm-homicida-investigado-policia-judiciaria. Acesso em: 5.jan.2016.
    [13] CASTRO, Henrique Hoffmann Monteiro de; COSTA, Adriano Sousa. Advogado é importante no inquérito policial, mas não obrigatório. Revista Consultor Jurídico, jan. 2016. Disponível em: http://www.conjur.com.br/2016-jan-14/advogado-importante-inquerito-policial-nao-obrigatorio. Acesso em: 14.jan.2016.
    [14] NUCCI, Guilherme de Souza. Juizados Especiais Criminais Federais. São Paulo: Saraiva, 2005, p. 57-58.
    [15] CASTRO, Henrique Hoffmann Monteiro de; SANNINI NETO, Francisco. Antes de discutir o ciclo completo, é preciso desmilitarizar a polícia. Revista Consultor Jurídico, out.2015. Disponível em: http://www.conjur.com.br/2015-out-19/antes-discutir-ciclo-completo-preciso-desmilitarizar-policia. Acesso em: 6.dez.2015.
    [16] VIANNA, Túlio. Desmilitarizar e unificar a polícia. Revista Fórum, jan.2013. Disponível em: http://www.revistaforum.com.br/blog/2013/01/desmilitarizar-e-unificar-a-policia. Acesso em: 7.set.2015.
    [17] MOURÃO, Janne Calhau. Só nos resta a escolha de Sofia? Tortura, Brasília, Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, 2010, p. 215-216; MANSO, Bruno Paes. O homem x. Uma reportagem sobre a alma do assassino em São Paulo. Rio de Janeiro: Record, 2005, p. 220-221/249.
    [18] SOUZA, Adilson Paes de. A educação em direitos humanos na Polícia Militar. 2012. 156 f. Dissertação (Mestrado em Direito) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012.
    [19] Advertências à militarização da ideia de segurança pública. Editorial do Boletim do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais, n. 206, jan.2010. Disponível em: http://www.ibccrim.org.br/boletim_artigo/4011-EDITORIAL-Advertncias-militarizao-da-ideia-de-segurana-pblica. Acesso em: 8.set.2015; “Ciclo completo de Polícia”: ou indevida investigação legal. Editorial do Boletim do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais, n. 199, jun.2009. Disponível em: http://www.ibccrim.org.br/boletim_editorial/236-199-Junho-2009. Acesso em: 8.set.2015.
    [20] Relatório do Grupo de Trabalho sobre o Exame Periódico Universal (EPU) do Brasil, de 2012.
    [21] Caso Escher e Outros vs Brasil, Sentença de 6/7/2009; Caso Castillo Petruzzi e Outros vs Peru, Sentença de 30/5/1999.
    [22] Anistia Internacional, Informe Anual 2014/15.
    [23] Comissão Nacional da Verdade. Relatório. Volume I. Parte V. Conclusões e recomendações. p. 971.
    [24] Resolução 8/12, que busca, dentre outras coisas, coibir a investigação de crimes comuns pelo Serviço Reservado da Polícia Militar (P2).
    [25] Artigo 37 da CF; artigo 2º, a da Lei 4.717/65; artigos 2º, 11, 13, III e 53 da Lei 9.784/99; artigos 1º e 2º Código de Conduta para os Funcionários Responsáveis pela Aplicação da Lei (Resolução 34/169 da ONU).
    [26] MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de Direito Administrativo. São Paulo: Malheiros, 2007, p. 97.
    [27] CASTRO, Henrique Hoffmann Monteiro de. Termo circunstanciado deve ser lavrado pelo delegado, e não pela PM ou PRF. Revista Consultor Jurídico, set. 2015. Disponível em: http://www.conjur.com.br/2015-set-29/academia-policia-termo-circunstanciado-lavrado-delegado. Acesso em: 6.dez.2015.
    [28] CIDH, Caso Escher e Outros vs Brasil, Sentença de 6/7/2009.
    [29] STF, ADI 1494, rel. min. Celso de Mello, DJ 9/4/1997.
    [30] ALENCAR, Rosmar Rodrigues; TÁVORA, Nestor. Curso de Direito Processual Penal. Salvador: JusPodivum, 2016, p. 148/149; NUCCI, Guilherme de Souza. Prática forense penal. Rio de Janeiro: Forense, 2014, p. 32.
    [31] HASSEMER, Winfried. Critica al derecho penal de hoy. Bogotá: Universidad Externado de Colombia, 1998, p. 82.
    [32] FERRAJOLI, Luigi. Direito e razão. São Paulo: RT, 2002, p. 496.

    Henrique Hoffmann Monteiro de Castro é delegado de Polícia Civil do Paraná, mestrando em Direito pela Uenp, especialista em Direito Penal e Processual Penal pela UGF e em Segurança Pública pela Uniesp. Também é professor convidado da Escola Nacional de Polícia Judiciária, da Escola Superior de Polícia Civil do Paraná, da Escola da Magistratura do Paraná e da Escola do Ministério Público do Paraná e professor-coordenador do Curso CEI e da pós-graduação em Ciências Criminais da Facnopar. Redes sociais: Facebook, Twitter, Periscope e Instagram

    Revista Consultor Jurídico, 14 de junho de 2016, 8h10

  29. Enquanto o pessoal se preocupa com a PM, a PC vai mantendo suas mazelas. Sábado passado fui dar apoio a um policial civil que entrara em seu plantão DECAP às 08:00 da manhã de sexta e por causa de flagrantes no DP, ficou de plantão até as 06:00 do sábado. Ele e seu parceiro de 65 anos de idade serviram de taxi de preso para 5 presos e o pior é que a VTR quebrou às 04:30 na avenida Consolação. Mas tudo bem, os dois trouxas estariam de volta ao plantão na noite de sábado. 12×24 e 12×72? Só no papel! E o tal do DEJEC(TO)?

  30. Na PC tudo é de brincadeira: auxílio alimentação, promoção, dejec, etc. Por que será que não se brinca com a PM?

  31. VAMOS PARAR DE OLHAR O JARDIM DO VIZINHO, DEIXA A PM SE FERRAR , POIS NÓS JÁ ESTAMOS FUDIDOS DEMAIS, SEM PESSOAL, ESCALAS ABUSIVAS, SEM AUMENTO, SEM RESTRUTURAÇÃO, SEM APOSENTADORIA ESPECIAL, SEM PROMOÇÕES, SEM , SEM , SEM.
    AI FICAM UM MONTE DE PC FALANDO MAL DA PM, PELO MENOS ELES ESTÃO CORRENDO ATRAS DO PREJUIZO.

  32. AEWW SEUS TROXAS E A RECOLHA LA NA CENTRO ESTA A TODO VAPOR O CABELO BRANCO METENDO 100MIL POR MES NO BOLSO VIVA A CORRUPÇÃO.
    METE O PAU NA PM MAIS OS TIRAS DA CIVIL SO PENSAM EM RECOLHA, MAQUINAS MOTOS DESMANCHES BOATES, LOJAS PAJE ETC

    E NINGUEM FAZ NADA SABEM PORQUE?

    CORREGEDORIA CORRE JUNTO POIS ATE CARCEREIRO RECOLHA HOJE MANDA NA DOP

  33. Alguns PMs ( jumentos), assassinando. Alguns Majuras e ( Tiras) sempre arredondando, depois ficam de beicinho um com o outro, resumindo jumentos.., melas cú da porra. É Polícia ou não porra! Sujos, o cão carrega uma hora ou outra! Seja Dígno!

  34. esse blogueiro odeia a pm como se ela tivesse culpa de sua demissao so posta coisa negativa cade que ele postar da corrupçao da policia civil….mais um pra falar mau da meganha do seu ze…

  35. Rogo à deus para que os militares, sejam pronunciados e não denunciados, pois com 50.000,00, serão facilmente absolvidos.
    No que tange a Academia do Barro Branco, com orgulho por lá enveredei no caminho da sabedoria, cursando, posteriormente, Faculdade de Direito, aprovação em exame de Ordem, Pós graduação e atualmente mestrando em direito.
    Mas nem por isso sou melhor que nenhum dos doutos comentaristas deste blog. Acredito somente que a discussão leva à sabedoria.
    Cabe um destaque, na Academia de Polícia Militar do Barro Branco, não se admite atraso, falta, fumar maconha, cheirar cocaína, desrespeitar professores, assistir às aulas bêbado, sexo no banheiro das dependências, diferente da faculdade que o senhor Tovani frequentou…

  36. Sincero disse:
    14/06/2016 ÀS 15:48
    Também vi assim. Legitima defesa. Qualquer um percebe que o “cidadão” entrou em luta corporal com o policial civil.

    Puta que pariu, legítima defesa ? , se a arma do ladrão já tinha ficado longe quando o ladrão deixou cair, e vc me fala em legítima defesa, cassete hem? fala sério, vc deve ser ganso e dos ruim tá colega.

  37. Oficial de Polícia Militar,

    É mais fácil passar o camelo pelo fundo de uma agulha do que um policial obter R$ 50.000,00 para suportar os custos de uma defesa processual, salvo assaltando a Prossegur…

    Quanto a Academia do Barro Branco, esqueceu de dizer que foi lá que você aprendeu a caguetar colegas e superiores e , ainda, empregar pseudônimos falsos no Flit.

    Se liga malandro, o seu IP e nicks falsos – HÁ MAIS DE UM MÊS – já mandei pra Corregedoria da PM e para o Juiz Militar…

    Só espero que você não seja policial civil para nos causar vergonha.

    Medida Cautelar nº 4735/2016-CDCP/CP TJMSP – ‏Alguém que conhece e repudia este “comandante”

    Lembra?

    Logo, baterão à sua porta!

    Tem mais: nas academias da vida todos são santos, depois desandam a beber, fumar maconha, cheirar e dar a bunda!

  38. FLIT PARALISANTE:

    Parabéns pela muito oportuna intervenção para que PILANTRAS DE PLANTÃO desistam de achincalhar este espaço democrático. Além desse “Oficial de Polícia Militar”, outros SAFADOS estão passando da conta. Por exemplo: pedi (noutra postagem) que o PILANTRA, SEM-VERGONHA JACANARFARÉ SEM DENTE cite o documento de origem do “chete no rabo” que a “gloriosa” me desferiu.

    Se possível, dê uma “forcinha” para esse PILANTRA”. A fonte é CPA/M-6 – Comando das Patifarias Abafadas nº Seis – da qual ele, na condição de incondicional “pucha-saco” da PM, obteria, em minutos, o teor do referido expediente (até a data foi forjada, pois, seria do dia 1º ou do dia 05/11/07).

    Quanto à APMBB, esta é de causar inveja ao PCC, em termos de perpetrar PATIFARIAS!

  39. Eu gostaria que você leitor comparasse os escritos dos delegados e juízes que postam no site, com as postagem dos oficiais. Tire suas conclusões levando em consideração: conhecimento de mundo, gramática, coerência e conhecimento jurídico. Observe, caro leitor, que o oficial é rancoroso e vingativo quando ataca pessoas ao invés de idéias, e, que esse ódio cega suas vistas já opacas pela disciplina que emburrece! O oficial exalta sua formação comparando-a com outras, afirmando que naquela só existem alunos virtuosos, mas esquece de dizer que a caguetagem, pecado pior que beber ou fumar, é ensinada pelos corredores e banheiros. Finalmente e não menos importante: e o Jacaré? Se o oficial dele é um asno, imagina ele, pobre soldado!

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