Acerca da conduta do delegado HENRIQUE KÄSTNER JÚNIOR, o Dr. Corintiano 29

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O protagonista principal desse lamentável acontecimento, salvo engano, é o Delegado de Polícia de Diadema que, mediante ação judicial, atacou ato abusivo do Delegado de Polícia Seccional que o transferiu em razão de sua atuação na repressão às máquinas caça-níqueis do município.

Permaneceu no município por decisão judicial, vez que é publico e notório ser a exploração de caça níqueis (máquinas programadas para dar ganho em quase todas as apostas nelas feitas ao seu proprietário, desconsiderando sorte ou azar de quem aposta) é uma das mais rendosas fontes de propina em espécie para dirigentes policiais. Se foi afastado em razão de reprimir essa atividade, logicamente que, quem sentiu no bolso, rapidamente, providenciou sua saída da Seccional o que foi evitado graças a intervenção judicial.Por essa atitude merece nossos aplausos.

Em contrapartida,

Os fatos gravados na loja de conveniência são lamentáveis em todos os sentidos. Foram atos irresponsáveis, inconsequentes, quiça criminosos, incompatíveis com quem exerce um cargo público de relevância para a segurança social como é o de delegado de polícia.

Pelos atos inconsequentes merece ser responsabilizado, mesmo ´porque, como delegado de polícia, deve dar exemplo de conduta pública e privada irrepreensível a todos os demais policiais que integram a instituição que dirige.

Se repercutir neste blog, notícia amplamente divulgada na mídia nacional sobre ternos “xing ling” superfaturados, foi considerada conduta irregular de natureza grave, que custou o cargo público do administrador do blog, o que considerar dessas imagens capturadas pelo monitoramento de câmeras do posto?

Dr Tovani é um defensor implacável das polícias e de seus integrantes. Analisa os fatos sob a ótica de grande defensor que é, mas, existem casos indefensáveis, me parece que esse seja um deles.

Por:  Amigo da rua Brigadeiro Tobias, nº 527, 9° andar, Luz, São Paulo/SP.

  1. Em contrapartida, há DELEGADOS que MERECEM o devido RECONHECIMENTO:
    “Está claro na jurisprudência brasileira que uma pessoa acusada de um crime só pode ser algemada se oferecer riscos a si ou aos agentes públicos que a prenderam. Mas essa regra não foi cumprida pela segurança do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região ao prender um advogado. E o motivo para o ato é risível: o profissional entrou por engano no elevador das autoridades.
    (…)
    As algemas, segundo Enescu, só foram tiradas no 4º Distrito Policial de São Paulo pelo delegado de plantão, assim que o advogado preso se identificou.”
    http://www.conjur.com.br/2016-nov-11/advogado-algemado-preso-trt-entrar-elevador-errado

  2. Caro Edu,

    Acredito que a maioria dos Delegados, pelo menos 51 % deles, são dignos e competentes; merecedores do devido RECONHECIMENTO.

    Infelizmente, os exemplos negativos dos desonestos, dos violentos, dos indiferentes , dos covardes e dos incompetentes falam mais ALTO!

  3. “Dr Tovani é um defensor implacável das polícias e de seus integrantes. Analisa os fatos sob a ótica de grande defensor que é, mas, existem casos indefensáveis, me parece que esse seja um deles.”

    Recebo essa afirmação, na parte que me toca, como acertado e incentivador reconhecimento de que, de fato, sou “defensor implacável” das Polícias e de seus integrantes.
    Quanto ao mencionado caso, envolvendo o delegado de Polícia Henrique Kastner Júnior, ousei manifestar minha opinião a respeito, aqui mesmo, neste prestigiado Blog, no sentido de que a conduta praticada nem de longe poderia ser considerada, nem mesmo em tese, crime patrimonial, mais especificamente crime de roubo; isto em razão da manifesta ausência de “animus” para tal fim.
    Quanto à eventual caracterização de outros delitos menores, e também a eventual caracterização de infração administrativa disciplinar, realmente, e em princípio, podemos estar diante de um “caso indefensável, SALVO, EVIDENTEMENTE, se o mencionado delegado estiver acometido de problemas emocionais e/ou psiquiátricos que possam tê-lo levado a agir daquela maneira. Convenhamos: pelo que se vê das imagens, alguma coisa parecia não estar mentalmente bem para esse policial. Ouvi-lo, e investigar sobre tudo aquilo que ele irá dizer, poderá tornar esse “caso” plenamente “defensável” (por que não?!).

  4. NÃO EXISTE CASO

    INDEFENSÁVEL !

    EXISTEM ADVOGADOS QUE NÃO SÃO DO RAMO !

    TOMAM DINHEIRO DE SEUS CLIENTES COM FALSAS PROMESSAS !

    SOU ESPECIALISTA EM DIREITO ADMINSITRATIVOS !

    O ADVOGADO , CAPRICHOSO, CUIDADOSO,

    ESTUDA O PROCESSO, PRESTA ATENÇÃO METICULOSA, SABE AQUILATAR

    TODOS OS MÍNIMOS DETALHES NÃO DEIXA PASSAR NADA !

    AÍ SIM FUNDAMENTA BEM

    FAZ UMA BOA SÍNTESE , EXPOSIÇÃO DOS FATOS

    E PASSA

    DEMONSTRAR A:

  5. FUNCIONA ASSIM

    A CORREGEDORIA INVESTIGA POR FORA

    CERCA DE TODOS OS LADOS

    AÍ QUANDO CHAMA O PEÃO LÁ

    OS CARAS JÁ SABEM DE TUDO

    FICAM SÓ ESPARANDO O QUE O CARA

    VAI FALAR PARA ENTUBÁ – LO

  6. SE O CARA SOUBER RESPONDER

    AS PERGUNTAS DE FORMA PLAUSÍVEL

    SE DÁ BEM

    BASTA CRIAR UMA DÚVIDA

    A CORREGEDORIA NÃO PODE FAZER NADA

    TERÁ QUE DESIGNAR DILIGÊNCIAS

  7. É SÓ NÃO

    FICAR NERVOSO LÁ NA HORA

    OS DELEGADOS DA CORRÓ DÃO

    CORDA PARA O CARA SE ENFORCAR COM

    A PRÓPRIA CORDA !

  8. FLIT PARALISANTE disse:
    12/11/2016 ÀS 18:31
    Caro Edu,

    Acredito que a maioria dos Delegados, pelo menos 51 % deles, são dignos e competentes; merecedores do devido RECONHECIMENTO.

    Infelizmente, os exemplos negativos dos desonestos, dos violentos, dos indiferentes , dos covardes e dos incompetentes falam mais ALTO!

    AÍ FLIT

    DISSE TUDO PARABÉNS !

  9. MANIFESTAÇÃO DESSE HUMILDE TROUXA:

    ACREDITO QUE PARA SE INTITULAR DEFENSOR DE POLICIAIS TEM QUE SE:

    BOM DE DIREITO ADMINISTRATIVO

                 DIREITO  CIVIL
    
                 DIREITO  PROCESSUAL  CIVIL
    
    
                 DIREITO PROCESSUAL  PENAL
    
    
                 DIREITO  PENAL
    
    
                 DIREITO   CONSTITUCIONAL  -  (PRINCIPALMENTE)
    
  10. Senhor Ronaldo TOVANI

    (…. problemas emocionais e/ou psiquiátricos…)

          O trabalho policial possui um grau de desgaste físico e emocional muito maior que na maioria das profissões, tenho observado nesses anos todos que um funcionário com problemas é simplesmente encostado ou descartado, com transferências, até que um determinado dia ocorre um evento grave, levando a fatalidade.
    

    Infelizmente a chefia direta fica na seguinte situação:

    A-Encaminha o servidor para avaliação e tratamento:
    Resultado:
    1-Perde um funcionário, pois a administração não possui um sistema de gestão que controle a reposição de policiais civis em casos de: férias, licenças prêmio, licenças medicas, aposentadorias, falecimentos e afastamentos outros.
    2-Perde o policial que tem redução nos seus vencimentos e fica marcado para sempre como se fosse um paria.
    3-Perdem os policiais do setor que tem sua carga de trabalho aumentada com a ausência do companheiro.

    B-Não faz nada, além de tentar transferir o problema, até o dia que a situação se agrava de uma maneira irreversível. Torcendo para que a bomba não estoure na sua gestão.
    O Administrador precisa entender que o policial é um ser humano que tem suas limitações e se não tiver o mínimo de condições não conseguirá efetuar seu trabalho a contento.
    A sociedade busca desesperadamente cada vez mais soluções para o problema da insegurança causada pela ineficiência da polícia “repressiva”, só não percebe que: fazer seguro, comprar equipamentos de segurança, blindar carros, colocar grades, mudar para condomínios fechados, frequentar locais com segurança particular e contratar seguranças, não irá resolver o problema, apenas enriquecer meia dúzia de empresários.
    O que precisamos é de uma polícia moderna, eficiente, mas isto é impossível com quatorze carreiras.E principalmente enquanto o policial não tiver respeitados seus direitos, estamos a quase três anos sem reposição da inflação conforme Lei constitucional (Promulgada, sancionada e em vigor), mas que não é cumprida neste Estado.
    O administrador decretou a suspenção das férias em um flagrante desrespeito a saúde mental do policial civil (Fato misteriosamente ignorado pelos grupos de defesa dos direitos humanos) e os resultados são policiais desanimados, sem motivação, correndo ao judiciário para exercer seu direito a aposentadoria.

    Resumindo: Policia “repressiva” fraca, crime organizado forte.

  11. Um esclarecimento (em particular ao “A VOZ”): ao me afirmar “defensor implacável” das Polícias e de seus integrantes, não estou me referindo a “defensor” no sentido técnico da palavra e sim no sentido “lato”.

  12. Caro “Carcereiro 13”, boa noite:

    Mais uma vez sou instado a lhe dar parabéns pelo seu texto simples, claro, sem rodeios ou preocupação com erudição.

    Pena que talvez poucos dêem a devida atenção e repercutam suas idéias sobre a nossa desprestigiada polícia judiciária.

    Preocupa-me, também, sobremaneira, a questão da sanidade mental do policial, que como todos sabem, trabalha sob constante tensão emocional, eis que é fiscalizado pelo cidadão, pelo superior hierárquico, pela Corregedoria e até pelo Ministério Público. Eu disse “fiscalizado” sem que isso implique qualquer censura. Cada qual que fazer a sua parte!

    A Administração é que finge que o problema não existe. Mas ele está aí, latente, vindo à tona com assustadora frequência e ninguém faz nada. Até quando?

    Ainda bem que temos este espaço democrático (tão maltratado por aqueles que se escondendo atrás do anonimato, utilizam-no para postagens grosseiras, ofensivas e com palavreado de baixo nível e péssimo gosto).

    Através deste FLIT procuraremos chamar a atenção para esse absurdo: a Polícia enfraquecendo e o crime se fortalecendo.

    Altamente preocupante!

    Jarim Lopes Roseira, presidente da Seção de São Paulo da IPA (International Police Association)

  13. Na outra postagem, quando eu disse que o delta irresponsável merecia todo rigor da lei, uns puxa sacos vieram falar em corporativismo. E depois, sem me conhecer, ainda disseram que sou maçaneta. Vão tomr no c.
    A lei é igual para todos.

  14. Todos os casos são defensáveis, porém muitos, não serão absolvidos perante a justiça; poderá sim, amenizar a pena ou coisa parecida. Existem muitos casos; que nem o Papa irá resolver.
    A verdade é uma só, depois da desgraça cometida, não tem como voltar atrás…

  15. Jarim Lopes Roseira, presidente da Seção de São Paulo da IPA (International Police Association)

    “DATA MÁXIMA VÊNIA”

    DD. SR. JARIM,

    INDAGO – VOS,

    VOSSA EXCIA, QUANDO PRESIDENTE DO SINDICATO DOS ESCRIVÃES

    O QUE FOI MESMO QUE DATA VÊNIA,

    VOSSA EXCELÊNCIA FEZ EM PROL DA CATEGORIA

    JÁ QUE ÉS UM EX – ESCRIBANUS MUITO EMPENHADO !

  16. OH !

    Jarim Lopes Roseira, presidente da Seção de São Paulo da IPA (International Police Association)

    ATÉ HOJE NÃO VI

    VOSSA SENHORIA FAZER NADA !

    EM PROL DA CLASSE !

  17. O PROFESSOR

    JARIM

    A COISA ESTÁ FEIA

    SÓ VEJO ESCRIBAS DO AUMENTO QUE NÃO VEM, N . U. , REESTRUTURAÇÃO,

    PROMOVIDO NA CLASSE SEGUINTE SE NÃO TIVER 5 ANOS RETROAGE VOLTA PARA CLASSE ANTERIOR,

    E ETC…

    RECLAMANDO

    O QUE O SENHOR TEM A DIZER ?

  18. QUANDO VOSSA SENHORIA FORA PRESIDENTE

    DO SINDICATO E ASSOCIAÇÃO DOS ESCRIBAS

    POR QUE O SENHOR NÃO FEZ NADA ?

  19. NÃO VOU NEM PERGUNTAR

    MAIS NADA

    PORQUE SENÃO VÁRIOS

    ESCRIVÃES DE POLÍCIA VÃO PEGAREM NO SEU PÉ !

  20. RAPAZ !, JÁ QUE TODOS ESTÃO MUDOS E SURDOS. CONTINUO A SENTIR UM CHEIRINHO DE PEIXE. …

  21. “porque, como delegado de polícia, deve dar exemplo de conduta pública e privada irrepreensível a todos os demais policiais que integram a instituição que dirige” —-taí uma coisa que não vejo há anos.

  22. “Sr. Praça Velho da Polícia Civil”, ou “O Tira”

    Mesmo sem querer polemizar, porque acho que não vale a pena, ressalto:

    1 – Primeiro, o Sr. deveria abdicar do anonimato, arma de covardes;

    2 – Se o Sr. diz que me conhece há 40 anos, como não sabe que eu nunca presidi o Sindicato dos Escrivães? Presidi, sim, com muita honra e orgulho, a Associação dos Escrivães de Polícia, de 1985 a 1988. Fiz o que tinha que fazer: trabalhei em prol da Classe, com muita seriedade e dedicação. Posso não ter conquistado tudo que pretendia, mas tentei.

    3 – Hoje, como presidente da Seção de São Paulo da IPA, continuo me empenhando por uma Polícia melhor. E pretendo continuar lutando enquanto puder, sem preocupação de ser desfeitado por pessoas como o Sr. que sequer tem a decência de se identificar. Tampouco me agradaria ser aplaudido por pessoa como o Sr., que sequer sabe escrever!

    4 – Passe bem e continue vivendo no seu mundinho de hipocrisia. Dispenso novos comentários.

    Jarim Lopes Roseira, presidente da Seção de São Paulo da IPA (International Police Association)

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