MANIFESTAÇÃO DOS POLICIAIS CIVIS CONTRA EXTINÇÃO DA APOSENTADORIA ESPECIAL 69

MANIFESTAÇÃO DOS POLICIAIS CIVIS CONTRA EXTINÇÃO DA APOSENTADORIA ESPECIAL
As entidades classistas nacionais e interestaduais subscritoras desta, representativas das diversas categorias Policiais Civis, em conformidade com seus estatutos, CONVOCAM TODOS OS POLICIAIS CIVIS PARA MOBILIZAÇÃO NACIONAL DE PROTESTO CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA, A SE REALIZAR DIA 07/12/2016, A PARTIR DE 14H30, EM FRENTE A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE SÃO PAULO, NA AVENIDA PEDRO ÁLVARES CABRAL, 201, NA CAPITAL.
As entidades de classe referenciadas alertam que o cenário para os Policiais Civis de todo o Brasil é altamente adverso quanto à Reforma da Previdência a ser encaminhada pelo Governo Federal nos últimos dias da sessão legislativa do corrente ano.
O texto-base da referida Reforma, em síntese, tornará a realidade do profissional de Polícia totalmente inócua e nula, agravando algo que já é mais que notório em nível nacional.
A proposição do Governo engloba os seguintes pontos altamente prejudiciais, os quais apontamos os principais, sem prejuízo de outros com certeza danosos a direitos funcionais dos Policiais:
1- Fim da paridade, inclusive para quem já faz jus à aposentadoria;
2- Relativização do direito adquirido quanto à paridade, tempo de serviço e de contribuição;
3- Estabelecimento de idade mínima de 65 anos, inclusive para aqueles que já forem servidores ativos (até a idade de 50 anos, não haveria praticamente regra de transição, enquanto que para aqueles que já ultrapassaram tal limite de idade, deverá cumprir período adicional de tempo em relação ao regime atual)
4- Unificação dos limites remuneratórios dos regimes de previdência, os quais terão como teto aquele vigente no regime real (máximo definido pelo INSS);
5- Aumento da alíquota previdenciária, possivelmente para o valor de 14%;
6- Fim de todas as disposições próprias do regime especial de aposentadoria.
A situação é de urgência e de calamidade para a própria existência das instituições de Polícia Judiciária no Brasil, havendo um tratamento díspar nas intenções do Governo em relação aos militares das Forças Armadas, os quais merecidamente serão excluídos da Proposta de Emenda Constituição da Reforma da Previdência, sendo negociadas suas mudanças por lei complementar.
DESSA FORMA, OBJETIVANDO ORGANIZAR ATOS LOCAIS E NACIONAIS CONTUNDENTES DE REPÚDIO CONTRA A DESTRUIÇÃO DOS DIREITOS ADQUIRIDOS E PREVIDENCIÁRIOS DOS POLICIAIS CIVIS, CONCLAMAMOS A MÁXIMA E PLENA ADESÃO DE TODOS!
POLICIAIS CIVIS: TODOS MOBILIZADOS NO DIA 07/12!
LUTE PELOS SEUS DIREITOS, NÃO ESMOREÇA!
SUA OMISSÃO SERÁ A GRANDE CULPADA, DEPOIS NÃO RECLAME DE SUA ENTIDADE!
COBRAPOL – Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis
FEIPOL / SUDESTE – Federação Interestadual dos Trabalhadores Policiais Civis da Região Sudeste
FEIPOL / SUL – Federação Interestadual dos Trabalhadores Policiais Civis da Região Sul
FEIPOL / CENTRO-OESTE – Federação Interestadual dos Trabalhadores Policiais Civis da Região Centro-Oeste
FEIPOL/NORDESTE – Federação Interestadual dos Trabalhadores Policiais Civis da Região Nordeste
FENDEPOL – Federação Nacional dos Delegados de Policia Civil
AMPOL – Associação Nacional das Mulheres Policiais do Brasil
ADEPOL DO BRASIL – Associação dos Delegados de Polícia do Brasil
*Por gentileza, confirmar recebimento.Att,
Aparecido Lima de Carvalho
Presidente Sinpol Campinas/Feipol Sudeste
Sindicato dos Policiais Civis da Região de Campinas
CNPJ 66.069.030/0001-62
Rua Mal Deodoro,81 – Centro
13010-300 – Campinas -SP
Fone: (19) 3237-0621 JLR/.

JARIM LOPES ROSEIRA

Durante evento em Guarujá, Geraldo Alckmin , polidamente, cita a existência de 1.800 coronéis PMs inativos parasitando as contas públicas 55

Em evento em Guarujá, Alckmin defende reformas para conter a crise

Governador participou neste sábado do 3º encontro de regionais da Associação Paulista de Medicina

Da Redação – A TRIBUNA DE SANTOS 
03/12/2016 – 16:20 – Atualizado em 03/12/2016 – 16:50
Governador participou de evento no Casa Grande
Hotel (Foto: Walter Mello)

Para uma platéia de médicos, no Casa Grande Hotel, em Guarujá, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) defendeu as quatro reformas necessárias para conter a crise que assola o País desde o ano passado: a política, a tributária, a previdenciária e a trabalhista.

A defesa aconteceu durante o 3º encontro de regionais da Associação Paulista de Medicina (APM), que acontece na Cidade até este domingo (4). Para o governador paulista, a origem dos problemas financeiros brasileiros é de ordem fiscal. “Enquanto a arrecadação vem caindo, a dívida pública continua crescendo”, analisa Alckmin.

O governador paulista acredita que se o Governo Federal e o Congresso Nacional não forem capazes de criarem uma agenda em torno dessas reformas, 2017 também será um ano perdido. “Quanto mais rápido agirem, mais eles poderão criar condições para o País melhorar”, argumenta o tucano, que figura como uma das forças que pode vir a concorrer à Presidência da República, em 2018.

Alckmin crê que a reforma previdenciária poderia ajudar a equilibrar as contas, sobretudo, dos governos. “Hoje, temos 1.800 coronéis na reserva, enquanto apenas 60 na ativa. Esses profissionais recebem o teto de governador. Isso cria um problema tremendo”, diz.

Para ele, por mais que exista déficit na previdência oficial, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é um dos maiores distribuidores de renda do País, em que a maior parte dos beneficiários é formada por quem recebe um salário mínimo. No funcionalismo público, porém, a situação seria diversa.