As Forças Armadas e PMs ficarão de fora da reforma previdenciária continuando a dar sustentação a políticos e governos corruptos lesivos aos direitos e garantias de pobres civis desarmados…( E dá-lhe mentiras sobre a natureza jurídica do que seja reserva, reforma e aposentadoria ) 69

Por que os militares ficaram de fora da Reforma da Previdência?

© Marcos Correa/Presidência da República Temer e os comandantes das Forças Armadas

Os integrantes das Forças Armadas ficaram de fora da proposta de Reforma da Previdência apresentada nesta terça-feira por Marcelo Caetano, secretário do Ministério da Fazenda – segundo ele, as alterações serão feitas posteriormente, por meio de um projeto de lei específico que contemple as especificidades da carreira.

Essas particularidades são o argumento principal usado pelo governo para não incluir os militares na proposta. Apesar disso, o secretário não estipulou um prazo para que a medida entre na pauta.

A exclusão dos militares é considerada por analistas uma das distorções da reforma, já que o deficit previdenciário atribuído às Forças Armadas é estimado em 44,8% do rombo, embora seus integrantes representem apenas 30% dos servidores públicos.

Além deles, policiais civis e bombeiros também ficaram de fora.

Apesar de o governo citar questões técnicas para explicar o fato de ter mantido os militares de fora da reforma e em regime diferenciado, especialistas ouvidos pela BBC Brasil afirmam que há razões políticas para não se “mexer” na previdência militar.

Reforma x aposentadoria – ( MENTIRAS E MAIS MENTIRAS )

O governo afirma que os militares ficaram de fora da proposta porque não são regidos pelas diretrizes comuns da Previdência, uma vez que não se “aposentam”, mas entram para a reserva, e podem, em tese, ser chamados para as atividades a qualquer momento.

Ou seja: o benefício não é considerado uma aposentadoria, mas uma continuidade do pagamento do salário já que eles continuariam disponíveis para servir às Forças Armadas em situações de conflito – o que é considerado pelos militares como uma dedicação exclusiva ao país.

Marcelo Caetano© Agência Brasil Marcelo Caetano

O vice-almirante reformado Paulo Frederico Soriano Dobbin, presidente do Clube Naval, um dos três principais clubes militares do país, afirma que essa dedicação é muito diferente da que os trabalhadores comuns apresentam em suas carreiras.

“Os militares são diferentes dos funcionários públicos. Nós e os diplomatas somos funcionários de Estado. Trabalhamos exclusivamente para as Forças Armadas, não temos hora extra, podemos ficar semanas sem aparecer em casa sem ganhar nada a mais por isso”, diz ele.

“Não podemos nos sindicalizar nem nos vincular a partidos políticos. É diferente de um funcionário público. Seria injusto. Isso (a Reforma da Previdência) tem que ser trabalhada de forma diferente (em relação aos militares).”

Pelas regras atuais, ao contrário dos trabalhadores e servidores públicos civis, os militares não têm parte do salário recolhido, e é a União quem paga integralmente o benefício quando o militar entra para a reserva.

Esse momento se dá depois de 30 anos de serviço militar para homens e 25 para mulheres. Há uma contribuição, de 7,5% sobre os ganhos, que cobriria apenas o pagamento de pensões a que os familiares têm direito em caso de morte.

Segundo Dobbin, “não há privilégio nenhum” nisso.

“Eu, por exemplo, contribuo com o fundo de pensão dos militares desde 1960, estou reformado desde 2005, mas continuo contribuindo para o fundo. Não estão tirando esse dinheiro do erário público, esse dinheiro foi pago. Mas é um fundo que foi usado (pelo governo) para outras coisas, mas ele saiu do nosso bolso”, argumenta.

Militares em patrulhamento no Rio© Reuters Militares em patrulhamento no Rio

‘Não é aposentadoria’

O professor da USP Luis Eduardo Afonso explica que esse é o argumento mais comum usado pelos militares para justificar a diferenciação dos benefícios e recolhimentos.

“Há um entendimento da parte dos militares de que eles não se aposentam, passam para reserva – podem ser chamados a qualquer momento para defender o país. Se não se aposentam, não é necessário um plano de custeio. Se não tem contribuição, não tem deficit, não é aposentadoria”.

Além dessa diferença, o professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP José Roberto Savoia afirma que há outra distinção importante: o valor dos salários.

Para ele, seria necessário ajustar algumas condições antes de incluir os militares na reforma previdenciária.

“Existe uma diferença salarial muito grande entre militares e funcionários do Executivo. Você quer fazer uma regra equitativa, mas está partindo de premissas diferentes – salário muito menor do que de funções do Executivo, do Legislativo, do Judiciário para funções correspondentes.”

O peso da política

Apesar dos argumentos técnicos, o cientista social especialista em economia da longevidade Jorge Félix cita questões políticas por trás da decisão do governo de não incluir a categoria na reforma previdenciária.

“Os argumentos destacam a desigualdade da visão que estão tendo sobre os servidores. Não está mexendo com os militares, porque se mexer ele (Temer) cai, perde o apoio dos militares”, diz.

“O lobby dos militares é muito grande dentro do Congresso. O deputado (Jair) Bolsonaro sobe na tribuna e fala. E legitimamente, porque está defendendo os eleitores dele. É uma reforma que mantém privilégios patrocinados por aqueles que dominam o Estado.”

O professor da USP Luis Eduardo Afonso concorda que a decisão do governo de excluir os militares da reforma se deu para evitar um mal-estar com a categoria, o que poderia ser potencialmente prejudicial ao presidente Michel Temer.

“Muito provavelmente a estratégia do governo se pautou para evitar um confronto com o setor. Se o sentido é uniformizar regras, deveria ter uma aproximação das regras dos militares das regras do INSS. É um tratamento diferente demais, e o deficit é muito grande para não ser incluído nesse pacote.”

  1. escriludida,
    Ainda em tempo de corrigir, no seu caso a aposentadoria integral com paridade seria nos termos do art. 6° da ec 41/03, uma vez que o requisito idade lhe é favorável. no entanto ainda restaria 1 ano e meio para cumprir o disposto no inciso III do mesmo artigo. ou seja, 20 anos de serviço público.

  2. pec287 16 disse:
    07/12/2016 ÀS 22:11

    Agradeço a atenção, estou cheia de dúvidas, do tipo “se ficar o bicho come, se correr o bicho pega”. Su pensionista de união estável, essa condição só foi transitada em julgado após 19 meses do óbito do meu companheiro. Recebo 100% da pensão, que significa algo em torno de 75% do salário dele.

    pec287 16 disse:
    07/12/2016 ÀS 22:38

    Não recebo abono permanência ainda, pois a minha certidão de tempo na iniciativa privada só saiu nem meados de novembro (por obrigação em cumprir sentença judicial); pois o INSS administrativamente se recusou em reconhecer tempos de efetiva contribuição que laborei e contribui na iniciativa privado; Isso já é passado, graças ao bom senso ganhei a ação e já obtive a certidão. Porém o pedido de averbação foi protocolado na semana passada. Estou aguardando, para ingressar com o requerimento de minha aposentadoria, espero fazer juz a ela, sem perder o benefício da pensão. Pois afianal já contribuí em mais de 30 anos, sou até que provem em contrário do sexo fem., e já tenho 56 anos e 5 meses de idade.

  3. Seu justiça analfabeto é você que não sabe fazer conta. Uma hora essa conta será feita pelos governantes, não tem duas correntes para matemática.

  4. A dúvida é, se eu ficar mais um ano e meio para chegar aos 20 anos de polícia, e a Lei for alterada; terei de optar entre a pensão e aposentadoria. O valor da pensão é muito superior ao valor que “ganharei” se ficar té completar 20 anos de PC.

  5. Há vários coronéis que se aposentaram com 50 anos, não conheço nenhum delegado de classe especial que aposentou com essa idade no Estado de São Paulo.

  6. pec287 16 disse:
    07/12/2016 ÀS 22:11

    Me colocando no lugar de meus colegas, que trabalhamos na mesma “pastelaria”, estou em situação privilegiada. Quero muito que a PC se mobilize, como fizemos em 2008. Ops. tínhamos o apoio dos delegados, o que eles estão esperando para agirem e se manifestarem em conjunto com as demais carreira, cotra a PEC 287/2016.

  7. Acho justo as PMs ficarem de fora desse massacre da previdências , pois somos nós quem carregamos o fardo pesado da segurança pública neste país !

  8. Reforma da PREVIDÊNCIA para todos e não para a grande maioria do povo brasileiro que sempre paga a conta pela IMPREVIDÊNCIA de governantes irresponsáveis e rapinos e seus apaniguados.

    As Forças Armadas e as PM’s estão de fora para que esse bando de ladrões que se apossou do Poder Legislativo em todas as esferas de governo possa contar com seu braço armado caso o povo venha a se insurgir contra essa bandalheira sem fim, o que tudo indica, não vai demorar muito para acontecer.

    O funcionário público civil e todos os demais cidadãos vão ficar contribuindo 49 anos para manter a filha de coronel solteira que já teve uns 10 companheiros diferentes sem se casar, usufruir da “pensãozinha” do finado papai “coroné” de modestos 15 mil reais por mês.

    Chega-se ao absurdo de um tenente viúvo falecer e deixar para a filha solteira, em plenas condições físicas de trabalhar, uma pensão de 10 mil reais a qual ela divide com o irmão engenheiro vagabundo que nunca trabalhou na vida e passa o tempo todo no boteco fazendo um pagodinho. E nós palhaços trabalhando para manter uma coisa dessas.

    Gostaria que o governo fizesse um levantamento na SPPrev das aposentadorias e pensões de oficiais da PM, uma verdadeira máquina de aposentar anualmente coronéis ganhando o teto do funcionalismo, com 30 anos de serviço independentemente da idade. Está cheio de coronel aposentado ocupando vaga no mercado de trabalho em lugar de desempregado e na administração pública em cargo comissionado.

    Todo mundo sabe que quem realmente trabalha e arrisca a vida na PM são as praças. Entre os oficiais, somente os tenentes. Basta fazer um levantamento da letalidade de policiais para verificar quantas praças morrem no cumprimento do dever e quantos oficiais morrem na mesma situação. O resto é só serviço burocrático, dar aulas para engordar o salário e o tradicional futebolzinho de quarta ou sexta na quadra do quartel? E os trouxas da sociedade civil é que vão pagar isso, para depois, quando for reivindicar algum direito, ficar levando borrachada desses parasitas.

    E aí Governador? E aí Sr. Presidente da República, E aí Srs Congressistas, E aí Povo brasileiro que vai pagar essa conta?

  9. A Polícia Militar sempre foi mais unida, porquê seus comandantes sempre valorizaram suas instituições e a tropa, seu trabalho de marketing é melhor, conseguem eleger representantes parlamentares. Na Polícia Civil, os dirigentes são fracos, pensam somente em suas cadeiras, lutam por eles mesmos e esquecem os demais policiais civis, elegem um ou outro gato pingado como parlamentar, resultado sem força , sem organização, sem coragem pra enfrentar o Governo Federal. E pensar que temos no Governo federal um Presidente da república e um Ministro da Justiça que foram Secretários de Segurança aqui em São Paulo. Que traíras sem vergonhas.

  10. Boa tarde!

    Senhoras e Senhores.

    Esse negócio de dizer que os Militares não entrarão no Regime da Previdência porque possuem um regime próprio e que seus componentes mesmo depois de irem para a Reserva é uma meia verdade, pois os Combatentes das Forças Armadas quando adentram na Inatividade na qualidade de ” RESERVA UM (R1)” eles obrigatoriamente ficam em “disponibilidade” até cinco anos, para uma eventual convocação.

    Não obstante aqueles que serviram as Forças Armadas aos dezoito anos também ficam nesta condição e, ficam também todos àqueles que pertencem aos Quadros das Forças Auxiliares que é o caso da Policia Militar (uniformizada); Policia Civil; Policia Federal; Polícia Rodoviária Federal; Polícia Ferroviária Federal; e, Guardas Civis. São enquadrados como Força Auxiliar do Exército, pois fazem parte dos quadros da Segurança Pública Nacional e que seguramente serão convocados numa eventual crise de Estado onde há eminência de ofensa a integridade do Estado.

    É leviano dizer que somente a Polícia Militar faz parte desta força auxiliar, mesmo porque quem faz uso de “farda” são somente às Forças Armadas ( Exército,Aeronáutica e Marinha). A única Polícia que de fato veste “farda” no Exército é a PE ( POLÍCIA DO EXÉRCITO) Os demais Auxiliares são “uniformizados”.

    Caronte

  11. Pelas humilhações que passam a maioria dos policiais militares, servindo caninamente muitas das vezes sob ordens de oficiais inaptos e sádicos, merecem ter algum alento para prosseguir na carreira.

  12. Vá lamber sabão Caronte.
    Até ontem a PM era isso é aquilo, agora que a água de salsicha bateu na bunda tão querendo vir na cola da PM. Vão se ferrar.
    A PM é formada por MILITARES, submetidos ao Regulamento de Caserna, respondendo à justiça castrense e que aguentam no lombo todas as mazelas, que vcs sempre alardaram advir do militarismo.
    Pois bem, agora chupa essa uva.
    A ÚNICA Força Auxiliar do Exército é a PM.
    Porra nenhuma de PC, PF, GM e o caralho de asa.
    E uniformizada é o bando de PF e PC que gostam de pagar pau.
    A PM é FARDADA. FARDA DEFINIDA EM LEI E COM Regulamento PRÓPRIO.
    NÃO VEM COM ESSA BABOSEIRA.
    Vcs não são reservas de bosta nenhuma. Vcs são civis com rodas as vantagens da vida civil.
    Não vem querer ir na nossa aba não, igual esses ASP inúteis.
    Nós não precisamos de nenhum de vcs pra nada. E vcs não precisam de nós.
    Cada um no seu quadrado.

  13. Caronte…
    Agora vcs querem ser reserva do Exército?
    Agora a PM não usa farda?
    Agora os pulhas da PC e da PF querem isonomia?
    Quando se trata de carregar o piano, foda-se a PM e esses milicos…
    Mas a previdência militar, essa vcs querem….
    CHUPA ESSA UVA!!!!

  14. ¨Força Auxiliar do Exército Brasilerio Policiais Militares de São Paulo – SP – devem fazer greve geral contra reforma da previdência – SÓ QUE PRECISAM SEREM MACHOS IGUAL OS DO RIO DE JANEIRO – RJ
    http://m.cbn.globoradio.globo.com/editorias/economia/2016/12/10/POLICIAIS-AMEACAM-ENTRAR-EM-GREVE-CONTRA-REFORMA-DA-PREVIDENCIA.htm
    URL:http://wp.me/p67Nx-eJT
    https://flitparalisante.wordpress.com/2016/12/10/policiais-devem-fazer-greve-geral-contra-reforma-da-previdencia/
    Militares se aproveitam da crise política para “extorquir” privilégios em prejuízo de servidores civis e trabalhadores privados

    Militares se aproveitam da crise política para manter privilégios

    Militares foram poupados das novas regras, e ainda poderão acumular benefícios, como aposentadoria e pensão por morte
    O ministro da Defesa, Raul Jungmann, tentou nesta quinta-feira (8) convencer a opinião pública de que os militares —categoria excluída até agora da reforma da Previdência— estão dispostos a fazer sua parte para o ajuste das contas públicas.
    Ele não detalhou o que isso significa, mas os dados que apresentou partem de uma premissa arcaica e equivocada
    e demonstram que a caserna não cogita abrir mão dos privilégios dos quais desfruta.
    Hoje, os contribuintes são obrigados a pagar integralmente os salários dos militares por décadas depois que eles deixam o quartel, por causa dos “serviços que prestam ao país”.
    É isso que Jungmann não diz claramente quando afirma que há um “equívoco” na contabilidade do deficit das Forças Armadas, porque as despesas com militares ativos e inativos são um “encargo da União”, custeado pelo orçamento do Ministério da Defesa.
    REFORMA DA PREVIDÊNCIA
    As mudanças propostas na aposentadoria

    A lógica dos militares é que eles não se aposentam, mas entram para a “inatividade”. Hoje, um militar passa para a “reserva” após 30 anos de serviço. Em teoria, fica à disposição para ser convocado em caso de guerra, o que felizmente não acontece no Brasil há muito tempo. Após completar 65 anos, é definitivamente “reformado”.
    Na prática, isso quer dizer que um militar que inicia a carreira aos 18 anos chega à reserva aos 48 anos —uma idade com plena capacidade de trabalho. Se viver até os 75 anos (média da expectativa de vida do brasileiro), os contribuintes pagarão sua remuneração integral durante 27 anos de “inatividade” —praticamente o mesmo tempo que o profissional esteve na ativa.
    O ministro acredita que esse sistema é justo e, por isso, defende que os R$ 18,59 bilhões gastos com militares inativos não devem ser incluídos no deficit previdenciário. Ele diz que o rombo é de “apenas” R$ 13,85 bilhões, valor das pensões deixadas para viúvas e dependentes.
    Se somarmos os dois números, chegaremos aos quase R$ 35 bilhões estimados pelo Ministério da Fazenda para o deficit previdenciário das Forças Armadas. Os militares são hoje responsáveis por metade do rombo de cerca de R$ 70 bilhões da Previdência dos servidores públicos. Se cortarem metade do efetivo das Forças Armadas e Diversos Cursos Inúteis, como: CPOR’S, NPOR’S, EFORM’S, EPCAR, EXPCEX, COLÉGIO NAVAL, CURSOS DE APERFEIÇOAMENTOS, CURSOS DE CABOS, SARGENTOS TEMPORÁRIOS, TEMPORÁRIOS DE HOSPITAIS, DENTRE OUTROS, TEMPORÁRIOS EM COMISSÃO, BILHÕES GASTOS NA CONSTRUÇÃO DE SUBMARINOS NUCLEARES, AERONAVES, ETC… SEJAM:
    REPATRIADOS BILHÕES DOADOS PELA EX- PRESIDENTA DILMA ROSSEF A PAÍSES COMUNISTAS, aí dá para ajustarem às Contas da Previdência.
    É verdade que os militares recebem tratamento diferenciado em vários países do mundo por causa das especificidades da carreira, como a proibição de fazer greve, participar de sindicatos ou concorrer a cargo eletivo. Mas nem de longe os privilégios são parecidos com os que ocorrem no Brasil.
    Um dos méritos da reforma proposta pelo governo Temer é não só aliviar a situação fiscal do país, mas também reduzir a vergonhosa desigualdade do sistema previdenciário.
    Se não for desfigurada pelo Congresso, a reforma vai levar todos os brasileiros a se aposentarem após 65 anos, depois
    de contribuir por quase 50 anos. Nesse novo contexto, os privilégios das Forças Armadas são inaceitáveis.
    Ao sugerir nos bastidores que a reforma da Previdência pode provocar a insatisfação da tropa em um momento delicado para o país, os militares se aproveitam da fragilidade política do governo Temer e do trauma provocado pela ditadura militar para manter seus privilégios.
    Policiais ameaçam entrar em greve contra reforma da Previdência
    Policiais civis e Militares, Forças Auxiliares do Exército, exigem os benefícios oferecidos aos integrantes das Forças Armadas e Patentes de Generais e Marechais.
    http://m.cbn.globoradio.globo.com/editorias/economia/2016/12/10/POLICIAIS-AMEACAM-ENTRAR-EM-GREVE-CONTRA-REFORMA-DA-PREVIDENCIA.htm
    Jurisprudência do STF
    POLICIAIS CIVIS também são PROIBIDOS DE FAZER GREVE
    “…o Plenário da corte também decidiu que POLICIAIS se EQUIPARAM AOS MILITARES e, portanto, são proibidos de fazer greve, “em razão de constituírem expressão da soberania nacional, revelando-se braços armados da nação, garantidores da segurança dos cidadãos, da paz e da tranquilidade públicas”, explicou o ministro Gilmar Mendes”
    http://www.conjur.com.br/2014-abr-07/policiais-civis-sao-proibidos-greve-pois-equiparam-militares
    e têem mesmos direitos, deveres e obrigações.
    Então o mesmo raciocínio deveria servir para os direitos de aposentadoria.
    É UMA COISA ÓBVIA E LÓGICA, MAS TEMOS QUE LUTAR PELO DIREITO ÓBVIO.
    Vice – presidente da Federação Nacional dos Policias Federais diz que se governo não recuar da reforma sem “isonomia” entre as forças de segurança, greve será deflagrada em 2017
    803716831_148857_5525719714093045762A reforma da Previdência anunciada pela equipe de Michel Temer na terça (6), com exclusão de propostas que pudessem atingir carreiras militares, gerou uma crise entre as forças de segurança e alimenta mais uma ameaça à sobrevivência do governo.
    Representantes de aproximadamente 90 entidades de policiais não militares aguardam há mais de duas horas numa sala do Ministério da Justiça, na tarde desta quarta (7), para cobrar apoio do ministro Alexandre de Morais para fazer modificações na reforma.
    Segundo Flávio Werneck, vice-presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais, a principal reclamação é que o governo fez o projeto da reforma da Previdência sem tratar as policias com “isonomia”. As entidades se queixam do fato de as forças militares terem sido excluídas do projeto, enquanto os policias não militares ficaram sujeitos, na visão de Werneck, a critérios injustos para acesso à aposentadoria.
    O governo MICHEL TEMER decidiu deixar a categoria de militares e políticos de fora da reforma da previdência. No primeiro caso, a justificativa é a necessidade de aprofundar estudos técnicos sobre a “peculiaridade” das profissões da carreira militar.
    Mas, segundo Werneck, não há porque fazer esse tipo de distinção entre as forças de segurança. Na visão dele, aliás, tampouco é conveniente inserir os policiais não militares numa reforma que prevê 65 anos como idade mínima para acesso à aposentadoria. Isso porque a “tábua de morte”, ou seja, a idade média de vida de um policial na ativa é inferior a 65 anos.
    Para o federal, o ideal é “colocar a reforma num sentido adequado” e abrir espaço para que os oficiais não militares sejam ouvidos em sua busca por tratamento igualitário.
    img_9727 Ao GGN, Werneck disse também que essa não é a primeira vez que as instituições de classe buscam o Ministério da Justiça para pedir esclarecimentos sobre o por quê de não haver tratamento igual entre os militares e as forças não militares, como as policias Civil e Federal.
    Segundo ele, dessa vez foi necessário contratar a Fundação Getúlio Vargas para levantar dados técnicos e fazer plantão no Ministério da Justiça para que o titular da Pasta ouça os anseios de diversas categorias que, no momento, se sentem desprestigiadas.
    Werneck afirmou que se Moraes não receber ou não acolher os pedidos das entidades hoje, um debate deverá ser tentado na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, que deve discutir a reforma da previdência a partir de janeiro – nas contas do senador Lindbergh Farias (PT), que torce para que a proposta seja barrada por representar danos aos trabalhadores.
    Se a CCJ não der espaço aos policiais não militares e o governo não recuar da reforma atual, Werneck apontou que o “enfrentamento” se dará por meio de greve geral a ser deflagrada em 2017.
    Estão negociando com o governo errado, em 2017 pelo que parece, já não estarão ocupando mais o palácio do planalto.
    Agora querem paralisar… Motivado pelos Deltas que só olham para seus umbigos… quando é para melhor a base da piramide, fodem com o restopol e colocam no papel. Quando a previdencia, cago e ando… a medio prazo unifica tudo e todos seremos militares mesmo. É o fim da PC… já estamos fazendo trampo da PM mesmo (buscando flagrante na rua, “produção”)… è o fim ter que levar pra DP 3 pinos e 2 reais só pra fazer número pra delta. Pura patifaria.
    PAPA CHARLIIIIIES FAZEM GREVE O ANO TODO NADA VAI MUDAR JÁ A FORÇA AUXILIAR DO EXÉRCITO TEM A RESOLUÇÃO Nº 57 QUE QUEBROU UMA FLORESTA INTEIRA, EM BREVE O CIRCO COMPLETO TAMBÉM EXÉRCITO NÃO SERVEM PRA NADA, SÓ DESPESA PRO ESTADO E PARA O CONTRIBUINTE.
    O que mais quero ver é o tal ciclo completo! Quero ver PM fazer toda a papelada do flagrante! Vai ser lindo quando esse dia chegar! Sem sobreaviso, sem PM ligando pra passar ocorrência! Vem logo ciclo completo!
    A reforma previdenciária existe, porém penso que o tema de fato só será tratado de verdade quando tivermos um presidente eleito. O que se vê com clareza de sol de meio dia, em tempo sem nuvens, é que o proponente da reforma , o mui digno presidente MICHEL TEMER, não terá tempo para implementar nada, o mesmo esta de saída, com o teor da denúncias contra ele inexiste possibilidade até dele pedir a reforma do penteado da mulher dele. Nos Estados não é diferente o Governador de SÃO PAULO esta sob fogo de denúncias graves, sua voz para reclamar de deficit disto ou daquilo se tornou fraca. Assim não ha espaço qualquer para se falar em reforma.
    PC não tem moral, devemos entrar no comboio da PF, visto que virou “queridinha” do povão.
    Aliás, a PF é a nossa salvação, pois se dependermos de delegado da civil, estamos fu..
    Pura ilusão acreditar que a Polícia Federal tenha poder e vá fazer isso ou aquilo à sua maneira.
    NUNCA FEZ !
    Só saiu da sua inércia secular, sob o comando dos “esquerdopatas”, os “comunistas”, adoradores de Fidel e Hugo Chaves, que mesmo sabedores que seriam investigados, jamais interviram para a auto preservação.
    Agora, quando os TUCANALHAS assumirem a bronca ( El Carécon já se encontra instalado no Ministério da Justiça ), vocês vão ver o tal Poder Independente da Federal, onde irá parar.
    Nós PCs paulistas, sabemos mais do que ninguém, os métodos utilizados por esses larápios com carinha de SANTO, de minar aos poucos, ir desmantelando gradativamente, as instituições que querem trabalhar de acordo com a lei, principalmente quando as leis possam alcançar algum tucanalha recebedor de propina.
    Esses trastes já cooptaram uma parcela significativa e influente da mídia, vão chegar em Brasília e aparelhar o STF, como fizeram com a Magistratura aqui no Tucanistão e daí em diante, só quem estiver ao lado deles e colaborar com seus propósitos, é que será devidamente valorizado.

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