Presidente da ADPESP participa de mobilização sobre reforma previdenciária 30

07/12/2016 – Presidente da ADPESP participa de mobilização sobre reforma previdenciária

comunicado

A Presidente da ADPESP, Marilda Pansonato Pinheiro, esteve presente, nesta quarta-feira, 7, da mobilização da qual participaram policiais de todas as carreiras, para manifestar a insatisfação com o texto da reforma previdenciária, que já teve parecer favorável do relator, Deputado Alceu Moreira (PMDB-RS).

O entrave são as regras de transição além da retirada da Polícia Civil do rol das carreiras de risco.

Os SIPOLs de Bauru, Presidente Prudente e SINPOLSAN de Santos, entre demais entidades, igualmente organizadores da manifestação, falaram aos presentes através de seus respectivos presidentes. As lideranças condenaram os processos de transição previstos na reforma e destacaram que o caso do policial não pode ser visto sob a ótica do servidor público comum, em virtude dos riscos e peculiaridades oriundos do dever.
O Delegado Geral de Polícia, através de nota oficial do Conselho da Polícia Civil, também manifestou apoio ao manifesto (Leia a íntegra da carta aqui).

A Presidente da Associação deu prosseguimento a compromissos da agenda política e deve seguir, na próxima semana, trabalhando para que os questionamentos sobre a reforma continuem vocalizados junto ao Poder Público.

 

  1. A reforma da Previdência dificilmente sairá do Congresso da mesma forma que entrou. Pelo menos essa é a disposição de parlamentares de diversos partidos, inclusive da base governista.

    O texto mal foi encaminhado pelo Palácio do Planalto e as bancadas já preparam emendas para alterar a proposta. Uma dessas emendas vai propor uma idade mínima para se aposentar menor do que a encaminhada pelo governo e diferença entre as regras para homens e mulheres. Em vez dos 65 anos para os dois como quer o Executivo, ficaria em 60 anos para os homens e 58 para as mulheres.

    A ideia já tem apoio de deputados de oposição e dos blocos ligados aos sindicatos. O deputado Orlando Silva (PCdoB) afirma que, da forma como foi enviada ao Congresso, a reforma não passa.

    “Eu considero que exigir que homens e mulheres se aposentem com a mesma idade é negar a dupla jornada que as mulheres vivem no nosso país. É um absurdo exigir aposentadoria a partir de 65 anos, num país em que muitas pessoas começam a trabalhar com baixa idade. A partir de 15 anos, tem muita gente trabalhando. E com trabalho insalubre, duro, difícil, muitas vezes”, lembra o parlamentar.

    Outro ponto da reforma que vai exigir muita negociação do governo para evitar alterações é a desvinculação de benefícios sociais das regras de reajuste do salário mínimo. O texto do Executivo propõe um aumento somente com base na inflação. O deputado Paulinho da Força (Solidariedade) disse que, se o Planalto bater o pé nessa medida, vai sofrer uma onda de greves no ano que vem.

    “Nós temos hoje uma rejeição unânime dos trabalhadores do Brasil a essa proposta. Portanto, você tem um combustível perfeito para fazer uma greve geral. É lógico que, na negociação, nós vamos apresentar alternativas”, garantiu o deputado.

    Representantes de diversas categorias e servidores públicos também já se movimentam para tentar regras especiais de aposentadoria. O argumento é de que, assim como policiais militares e bombeiros ficaram de fora da reforma, há espaço para outros profissionais terem regras específicas.

    O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, defendeu, no entanto, que a proposta seja aprovada como está sob pena da União não conseguir pagar as aposentadorias no futuro se nada for feito.

    “Hoje, em cada dez pessoas, uma é idosa. Em 2016, em cada três, uma será idosa. Em resumo: nós teremos uma situação em que será cada vez mais difícil pagar a conta dos aposentados”, alertou o ministro.

    Para ser aprovada a reforma terá ainda um longo caminho no Congresso. Na Câmara, primeiro vai passar pela Comissão de Constituição e Justiça, onde já recebeu parecer favorável do relator.

    Depois será a vez dos debates na Comissão Especial, onde as emendas que alteram o texto já devem ser apresentadas. A tramitação prevê ainda votações em dois turnos nos plenários da Câmara e do Senado e só então sanção presidencial.

    O Planalto aposta numa conclusão de tudo até o segundo semestre do ano que vem, mas, num ano pré-eleitoral, os parlamentares já admitem que a reforma poderá ficar para 2018.

  2. Na realidade todo mundo se mobiliza!!!!!!!
    Menos a polícia civil !!!!
    Os professores de SP, estão correndo atrás de 2.000 assinaturas nas escolas, veja bem eles precisam de apenas 2.000 mil assinaturas, isso quer dizer que é só comunicar as escolas e coletarem as assinaturas…
    Depois vão recolher, com certeza ppor um professor e levado até a Apeosp, e pronto!!!!!!!
    Vamos fazer igual, vamos coletar assinaturas em todas as delegacias do estado, depois concentrar em um só representante e não em vários kct………….
    Isso poderia ser estendido a todos os estados pela polícia civil tbm!!!!!!
    Os meganhas são unidos e nos falidosssssss.

O conteúdo de cada comentário é de única e exclusiva responsabilidade civil e penal do comentarista que venha a ofender, perturbar a tranquilidade alheia, perseguir, ameaçar ou, de qualquer outra forma, violar direitos de terceiros.O autor do comentário deve ter um comentário aprovado anteriormente. Em caso de abuso o IP do comentarista poderá ser fornecido ao ofendido!...Comentários impertinentes ou FORA DO CONTEXTO SERÃO EXCLUÍDOS. Contato: dipolflitparalisante@gmail.com

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s