Presidente da ADPESP participa de mobilização sobre reforma previdenciária 30

07/12/2016 – Presidente da ADPESP participa de mobilização sobre reforma previdenciária

comunicado

A Presidente da ADPESP, Marilda Pansonato Pinheiro, esteve presente, nesta quarta-feira, 7, da mobilização da qual participaram policiais de todas as carreiras, para manifestar a insatisfação com o texto da reforma previdenciária, que já teve parecer favorável do relator, Deputado Alceu Moreira (PMDB-RS).

O entrave são as regras de transição além da retirada da Polícia Civil do rol das carreiras de risco.

Os SIPOLs de Bauru, Presidente Prudente e SINPOLSAN de Santos, entre demais entidades, igualmente organizadores da manifestação, falaram aos presentes através de seus respectivos presidentes. As lideranças condenaram os processos de transição previstos na reforma e destacaram que o caso do policial não pode ser visto sob a ótica do servidor público comum, em virtude dos riscos e peculiaridades oriundos do dever.
O Delegado Geral de Polícia, através de nota oficial do Conselho da Polícia Civil, também manifestou apoio ao manifesto (Leia a íntegra da carta aqui).

A Presidente da Associação deu prosseguimento a compromissos da agenda política e deve seguir, na próxima semana, trabalhando para que os questionamentos sobre a reforma continuem vocalizados junto ao Poder Público.

 

  1. Enquanto isso, a PM organizada, já se livrou de participar do plano nefasto de ser colocada na vala comum da previdência do INSS. Incrível em apenas um dia. Parabéns a PM. Enquanto isso a Polícia Civil, Federal, Rodoviária Federal, Ferroviária Federal, ficam paralisadas e se submetem à nova regra da previdência, caladinhos, caladinhos! Dá um dó!

  2. Falta grana na PREVIDÊNCIA É!
    Conta outra, dinheiro na previdência é para servir a políticos que desviam os recursos da mesma!

    SÃO PAULO, 7 Dez (Reuters) – Em meio ao forte processo de ajuste fiscal, as renúncias tributárias na economia brasileira somarão R$ 285 bilhões no ano que vem, equivalente a 4,2% do PIB (Produto Interno Bruto), segundo dados da Receita Federal que ilustram ainda mais a dificuldade que o governo terá para colocar as contas públicas em ordem.

    O número equivale ao crescimento nominal de 5,1% ante 2016 e é mais do que o dobro da meta fiscal do governo, de déficit primário de R$ 139 bilhões.

    “Renúncias tributárias são naturais e comuns em qualquer economia. A dificuldade é dosar o nível ou o tamanho, e sobretudo ser eficiente e eficaz na definição de quem atender”, afirmou o pesquisador do Ibre/FGV e professor do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), José Roberto Afonso. “Por certo, governos brasileiros passados exageraram e erraram em quem beneficiar”, acrescentou.
    Da zona franca à cesta básica

    A lista dos itens que compõe as principais renúncias é bastante variada. Em 2017, o topo da isenção terá como beneficiário as empresas que integram o programa Simples (R$ 82,9 bilhões), as companhias da zona franca de Manaus (R$ 25,6 bilhões) e as entidades sem fins lucrativos (R$ 24,5 bilhões).

    Também estão nas primeiras colocações desoneração para a cesta básica (R$ 23,8 bilhões) e para folha de salários (R$ 17 bilhões). (Veja tabela abaixo)

    “Há uma série de renúncias que podem ser reavaliadas”, afirma o economista da LCA Consultores, Braulio Borges. “Por exemplo, quando a desoneração da folha foi introduzida, o principal argumento da indústria era que o setor estava sofrendo com câmbio. Hoje, com o real mais desvalorizado, o contexto mudou e não existe mais a necessidade deste mesmo programa”, diz.

    No ano passado, o dólar subiu 48,49% sobre o real e, neste ano até a véspera, acumulava queda de 13,46%.

    Para Borges, nem todas as renúncias têm um aspecto tão negativo para a economia brasileira. Ele cita, por exemplo, os benefícios ao trabalhador, que devem somar R$ 11,36 bilhões no ano que vem.
    Pouca margem

    Para conseguir entregar as metas fiscais prometidas e manter o processo de ajuste das contas públicas nos próximos anos, é provável que a equipe econômica seja obrigada a rever parte dessas desonerações, embora nem todas dependam de decisão exclusiva do Executivo, já que algumas estão garantidas pela Constituição ou dependem do Legislativo.

    “O espaço para esse debate acontecer pode ser no ano que vem, porque em 2018 é um ano de eleição e algumas medidas podem ser impopulares”, afirma Borges, da LCA.

    A questão é que o governo tem pouca margem de manobra nas contas públicas. Em 2017, ele deve ter receitas extras com os processos de concessão e privatização e pela segunda rodada de regularização de ativos brasileiros no exterior, mas o crescimento econômico mais baixo deve frustrar as receitas.

    No cenário traçado pela consultoria Tendências, por exemplo, além da Proposta da Emenda à Constituição (PEC) que limita o crescimento dos gastos públicos, o governo vai precisar adotar medidas fiscais adicionais de R$ 42,5 bilhões ao ano entre 2017 e 2021 para que a relação dívida pública e Produto Interno Bruto (PIB) comece a cair a partir daí.

    Nas medidas adicionais previstas pela consultoria, estão recursos extras com concessões, revisão de desonerações e corte de despesas. “Como estratégia, o governo pode pensar em fazer a reversão da desoneração tributária em setores, produtos ou itens que sejam menos sensíveis à atividade econômica”, diz o economista da Tendências, Fabio Klein, citando como exemplo possível tributação em investimentos isentos de Imposto de Renda como a Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA).

    Procurados, a Ministério da Fazenda e Receita Federal comentaram o assunto.
    Que coisa em!

  3. Eu também estava lá, juntamente com uma dúzia de gatos pingados! Ao menos tinham mais gatos pingados que das outras vezes, onde só tinha meia dúzia! Por isso não teremos nada!
    Polícia fraca e desunida!

  4. Enquanto isso, o governo dá isenção às empresas de mais de 285 BILHÕES. Isso porque os otários do INSS e os funcionários públicos rales, vão pagar mais essa conta, sendo que a previdência tem seu numerário $$$$ desviados diuturnamente, para festas e farra dos políticos.
    Que coisa em!
    http://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2016/12/07/em-meio-ao-ajuste-fiscal-renuncias-tributarias-chegarao-a-r-285-bi-em-2017.htm

  5. Enquanto isso, o governo dá isenção às empresas de mais de 285 BILHÕES. Isso porque os otários do INSS e os funcionários públicos rales, vão pagar mais essa conta, sendo que a previdência tem seu numerário $$$$ desviados diuturnamente, para festas e farra dos políticos.
    Que coisa em!

  6. nossa estou emocionado com esta foto e esta noticia

  7. Bom dia!

    Senhoras e Senhores

    Muita gente não entende o espírito da coisa!

    Não entende ou se faz de desentendidos!

    Este não é o momento de desavenças entre as Classes Policiais, mas sim, união para lutarem por esse disparate Previdenciário do qual querem nos impor.

    Querem impor em benefício de alguns acionistas que sempre lucram com a desgraça alheia orquestrada por políticos malditos e agora protegidos por àqueles que querem o “Ciclo Completo”.

    Aí sim será definitivamente conclamado o fim de estado democrático de direito no Brasil.

    Bandidos governando livremente e sendo acobertados e protegidos por àqueles que um dia juraram solenemente perante a bandeira brasileira protegerem o cidadão de bem com a própria.

    Estamos vivenciando o fim da democracia brasileira em total benefício da classe dos acionistas que nada produzem de bom para a Nação Brasileira.

    Caronte

  8. Essa matéria, trata-se de uma entrevista com um Juiz do TRT-SP. Ele está declarando que essa reforma é confisco.

  9. Não dou 5 a 10 anos para unificar as polícias, logo, a PM será desmilitarizada e sobrará apenas as forças armadas como militares.

    Resumindo: ou os PM´s se juntem aos PC´s nessa briga, ou daqui a poucos anos estaremos no regime do povão.

  10. Ciclo Completo e Carreira Única disse:
    08/12/2016 ÀS 11:33
    Não dou 5 a 10 anos para unificar as polícias, logo, a PM será desmilitarizada e sobrará apenas as forças armadas como militares.

    Resumindo: ou os PM´s se juntem aos PC´s nessa briga, ou daqui a poucos anos estaremos no regime do povão.

    Prezado colega
    Lamento informar, mas é mais fácil a polícia civil ser extinta do que você desmilitarizar a PM. Simples, é cômodo para o Governo. A PM está em todos os lugares, repare, e outra, só cresce, já a civil… Mas continue ser otimista e esperançoso.
    Abraço fraterno!

  11. Essa senhora não fez mais do que a obrigação. E, se tivesse um pouco de seriedade, deixaria lugar para alguél que realmente brigasse pelos interesses da classe policial civil. Seu julgamento de valores é tosco. Vergonha alheia mensagem que assinou no site da ADPSP. Lamentável nossos representantes, que se contentam com sobras, migalhas.

  12. POLICIAIS CIVIS PROTESTAM NAS CAPITAIS
    CONTRA A PEC 287 DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

    Policiais Civis brasileiros, de todas as carreiras, protestaram nas capitais, nesta quarta-feira, 7/12, contra a PEC 287/16, que pode lhes tirar direitos adquiridos, como a Aposentadoria Especial por exercerem profissão insalubre e perigosa.

    A maior concentração da categoria aconteceu na ALESP, onde entidades da categoria, organizadas pela FEIPOL SUDESTE, reuniram pelo menos 700 policiais, de todas as carreiras, inclusive agentes e delegados da Polícia Federal, categoria que também pode ficar prejudicada se a PEC for aprovada.

    O presidente da FEIPOL SUDESTE, Aparecido Lima de Carvalho, “Kiko”, esteve reunido com o deputado Campos Machado (PTB), quando externou a preocupação da categoria e recebeu apoio do parlamentar.

    A hora é de união, pois os Policiais Civis (e os Federais) não podem ser colocados na chamada “vala comum” previdenciária.

    Na ALESP, depois da concentração, que lotou a rampa de acesso, os manifestantes se dirigiram ao Plenário Franco Montoro, onde em audiência pública informal, receberam apoio dos deputados Delegado Olim (PP) e Professor Carlos Giannazi (Psol).

    Dentre as entidade que não participaram do ato público estava a ADPESP, que chamada a compor a Mesa dos trabalhos, não se fez representar, embora muitos delegados de polícia estivessem presentes.

    O Ato repercutiu em Brasília, onde uma comissão de deputados federais se reuniu com o Ministro da Justiça, Alexandre Moraes, para, em audiência com o ministro da Previdência, Marcelo Caetano, conseguir a exclusão dos Policiais Civis e Federais do texto da PEC 287/2016.

    Aparecido Lima de Carvalho – presidente da FEIPOL-SE

    CONTATO DO KIKO PRESIDENTE DA FEIPOL SUDESTE: 19- 97410.4823

  13. Será que ela também chorou?
    Engraçado quando ela faz foto ao lado do governador, e olha que foram muitas nestes últimos meses, com legendas nas fotos sempre dando consta que ela estava brigando pelos intere$$e$ só da sua classe, nada mais justo afinal ela é representante dos delegados e só deles.
    É fato que até o presente momento ela consegui o GAT para alguns deles, nada mais.
    Agora que a grande maioria desta manifestação era de operacionais ela foi lá!
    Fazer o que?
    Ela não tem livre acesso ao governado?
    É só ela fazer gestões no sentido do governador pressionar a sua base e conseguir só para eles, e só para eles melhores condições na aposentadoria, como é do seu costume.
    Poderia ela afirmar que as longas madrugadas em que os operacionais estão a fazer tudo os expedientes de policias judiciária, sob a supervisão atenta e constante dos carreiras jurídicas, quando sobra tempo estes vão para os seus gabinetes para estudar, aprimorar-se, para o melhor atendimento da população, que ao final do plantão eles têm que “revisar” todo o que foi feito pelos operacionais, “corrigir” os erros destes, além de assinar tudo.
    Constatando assim que só os delegados têm jornada dupla, o trabalho com altos estudos.
    Sem contatar que alguns acumulam atribuições de outras delegacias, e neste casos trabalhando triplamente, o que justificaria condições melhores para a aposentadoria deles.
    Por conta disto não entendi, ela e a sua patota deveriam ir cobrar,o seu mui amigo governador, e deixar para nós a patuleia, ou seja nos operacionais brigando sozinhos como sempre foi.

  14. BOA NOITE COLEGA “TIRA VELHO” !, TUDO INDICA QUE SEJA UM DOS FAXINAS DA EGRÉGIA CÂMARA MUNICIPAL DE “SAMPA”. COM UM DETALHE SALÁRIO DO REFERIDO FAXINA BEIRANDO OS R$ 11.000,00. RAPAZ !, E, ME AJUDEM AÍ Ó !…

  15. Policial civil é como qqr outra carreira do funcionarismo público, pois são policiais de direito e não de fato, com raríssimas exceções.

  16. VAMOS CONCORRER A LEIS IGUAIS PARA TODOS E CONTINUARÃO DESCONTANDO 11% da mesada que recebo mensalmente, então quero meu FGTS
    NÃO ERA REGIME ESPECIAL PAGO 11%

    ME DE MEU FGTS VAGABUNDOS

  17. Todo mundo aqui sabe que na PC a maioria só quer sair na compulsória (porque são obrigados), além disso, a policial civil só é polícia na hora de ser enquadrado na lei complementar 207/79 (pra ferrar, é claro). Qualquer outra necessidade jurídica, o policial civil será sempre visto pela lei 10.261/68 (estatuto dos funcionário públicos civis).

  18. Pq vc acha q a maioria quer sair na compulsória? Só não quer sair na compulsória quem trabalha de verdade. Por esta e outras q somos o q somos.

  19. A reforma da Previdência dificilmente sairá do Congresso da mesma forma que entrou. Pelo menos essa é a disposição de parlamentares de diversos partidos, inclusive da base governista.

    O texto mal foi encaminhado pelo Palácio do Planalto e as bancadas já preparam emendas para alterar a proposta. Uma dessas emendas vai propor uma idade mínima para se aposentar menor do que a encaminhada pelo governo e diferença entre as regras para homens e mulheres. Em vez dos 65 anos para os dois como quer o Executivo, ficaria em 60 anos para os homens e 58 para as mulheres.

    A ideia já tem apoio de deputados de oposição e dos blocos ligados aos sindicatos. O deputado Orlando Silva (PCdoB) afirma que, da forma como foi enviada ao Congresso, a reforma não passa.

    “Eu considero que exigir que homens e mulheres se aposentem com a mesma idade é negar a dupla jornada que as mulheres vivem no nosso país. É um absurdo exigir aposentadoria a partir de 65 anos, num país em que muitas pessoas começam a trabalhar com baixa idade. A partir de 15 anos, tem muita gente trabalhando. E com trabalho insalubre, duro, difícil, muitas vezes”, lembra o parlamentar.

    Outro ponto da reforma que vai exigir muita negociação do governo para evitar alterações é a desvinculação de benefícios sociais das regras de reajuste do salário mínimo. O texto do Executivo propõe um aumento somente com base na inflação. O deputado Paulinho da Força (Solidariedade) disse que, se o Planalto bater o pé nessa medida, vai sofrer uma onda de greves no ano que vem.

    “Nós temos hoje uma rejeição unânime dos trabalhadores do Brasil a essa proposta. Portanto, você tem um combustível perfeito para fazer uma greve geral. É lógico que, na negociação, nós vamos apresentar alternativas”, garantiu o deputado.

    Representantes de diversas categorias e servidores públicos também já se movimentam para tentar regras especiais de aposentadoria. O argumento é de que, assim como policiais militares e bombeiros ficaram de fora da reforma, há espaço para outros profissionais terem regras específicas.

    O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, defendeu, no entanto, que a proposta seja aprovada como está sob pena da União não conseguir pagar as aposentadorias no futuro se nada for feito.

    “Hoje, em cada dez pessoas, uma é idosa. Em 2016, em cada três, uma será idosa. Em resumo: nós teremos uma situação em que será cada vez mais difícil pagar a conta dos aposentados”, alertou o ministro.

    Para ser aprovada a reforma terá ainda um longo caminho no Congresso. Na Câmara, primeiro vai passar pela Comissão de Constituição e Justiça, onde já recebeu parecer favorável do relator.

    Depois será a vez dos debates na Comissão Especial, onde as emendas que alteram o texto já devem ser apresentadas. A tramitação prevê ainda votações em dois turnos nos plenários da Câmara e do Senado e só então sanção presidencial.

    O Planalto aposta numa conclusão de tudo até o segundo semestre do ano que vem, mas, num ano pré-eleitoral, os parlamentares já admitem que a reforma poderá ficar para 2018.

  20. Na realidade todo mundo se mobiliza!!!!!!!
    Menos a polícia civil !!!!
    Os professores de SP, estão correndo atrás de 2.000 assinaturas nas escolas, veja bem eles precisam de apenas 2.000 mil assinaturas, isso quer dizer que é só comunicar as escolas e coletarem as assinaturas…
    Depois vão recolher, com certeza ppor um professor e levado até a Apeosp, e pronto!!!!!!!
    Vamos fazer igual, vamos coletar assinaturas em todas as delegacias do estado, depois concentrar em um só representante e não em vários kct………….
    Isso poderia ser estendido a todos os estados pela polícia civil tbm!!!!!!
    Os meganhas são unidos e nos falidosssssss.

O conteúdo de cada comentário é de única e exclusiva responsabilidade civil e penal do comentarista que venha a ofender, perturbar a tranquilidade alheia, perseguir, ameaçar ou, de qualquer outra forma, violar direitos de terceiros.O autor do comentário deve ter um comentário aprovado anteriormente. Em caso de abuso o IP do comentarista poderá ser fornecido ao ofendido!...Comentários impertinentes ou FORA DO CONTEXTO SERÃO EXCLUÍDOS. Contato: dipolflitparalisante@gmail.com

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s