Charlatanismo sindical – Ação civil pública impetrada pelo Ministério Público Estadual para contratação de policiais civis…Ainda tem otário acreditando que o MP e o Poder Judiciário poderão obrigar o estado a contratar policiais civis 55

25/01/2017 16h44 – Atualizado em 25/01/2017 16h44

‘Não temos material humano’, afirma presidente do Sindicato dos Policiais

Representante da categoria diz que falta de servidores é ‘ponto chave’.
Sindicalista comenta ao G1 o caso do agente Daniel Hubscher Ávilla.

Do G1 Presidente Prudente

Fábio Morrone, SIPOL (Foto: Arquivo/G1)O presidente do Sipol, Fábio Morrone, afirmou que a falta de servidores é o ‘ponto chave’ da questão (Foto: Arquivo/G1)

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis da Região de Presidente Prudente (Sipol), Fábio Morrone, afirmou ao G1 que a entidade “apoia incondicionalmente todos os policiais civis que estejam encontrando dificuldade para o exercício de seus trabalhos”, ao comentar o caso do agente Daniel Hubscher Ávilla, de 29 anos, que registrou um Boletim de Ocorrência contra o Estado de São Paulo por “redução a condição análoga à de escravo”.

Segundo o sindicalista, nas cidades pequenas, os policiais civis estão de plantão 24 horas por dia e não podem “tomar uma cerveja com os amigos”, devido à possibilidade de ser chamados “a qualquer momento”. “Onde fica o momento do descanso psicológico, do lazer, da família?”, questionou Morrone.

No caso em questão, segundo o sindicalista, o policial tinha de sair do distrito de Porto Primavera, em Rosana, sozinho na viatura, ir para Euclides da Cunha Paulista, pegar o preso e levá-lo até Presidente Venceslau. Na última parte do trajeto, acompanhado do investigador de Euclides da Cunha Paulista. “Se fosse um adolescente, teria de levá-lo até Adamantina. E no dia seguinte: expediente normal”, ponderou.

A distância entre Primavera e Euclides da Cunha Paulista é de 60 km. Já entre Primavera e Presidente Venceslau o percurso é de 180 km. De Primavera a Adamantina são 300 km de trajeto.

“Porque o policial perderia tempo em Euclides para a papelada e para revistar e embarcar o preso. Depois os procedimentos em Venceslau. Depois voltar para Euclides e deixar o investigador, e retornar a Primavera. Guardar a viatura, a papelada, etc. Ir para casa e, no dia seguinte: expediente normal se for dia de semana. E durante toda essa viagem a delegacia fica com uma viatura a menos, com um policial a menos”, salientou ao G1.

De acordo com Morrone, “não só o sindicato, mas toda a comunidade policial civil e os amigos vêm o desespero do profissional em desabafar na ocorrência”.

Policial afirmou no Boletim de Ocorrência que tem escalas exaustivas (Foto: Daniel Hubscher Ávilla/Cedida)Policial afirmou no Boletim de Ocorrência que tem
escalas exaustivas
(Foto: Daniel Hubscher Ávilla/Cedida)

“Ele mostrou ali como se sente. Uma pessoa que não estivesse desesperada não se exporia tanto. O caso ganhou repercussão estadual e até em alguns outros estados no meio policial. O Estado é forte, grande, poderoso. O policial é um ser humano. Numa situação dessas, o policial terá todo nosso apoio”, enfatizou o sindicalista.

Conforme o presidente do Sipol, existe uma ação civil pública impetrada pelo Ministério Público Estadual (MPE), em Presidente Prudente, para que a Justiça determine o envio de dezenas de policiais para a área do Departamento de Polícia Judiciária do Interior da 8ª Região (Deinter-8), área que abarca Primavera. Este processo corre em segredo de Justiça.

“A falta de servidores é o ponto chave dessa questão. E o governo não quer ver. A SSP [Secretaria da Segurança Pública] solta notas dizendo que centenas de policiais vieram para nossa região. Mas isso em cinco anos. E ocorre que muito mais servidores se demitiram e aposentaram do que foram repostos. O número de presídios aumentou e o Estado estuda ainda colocar mais na região. Não podemos deixar que Presidente Prudente viva os problemas dos grandes centros. Não temos material humano para isso”, argumentou Morrone ao G1.

O sindicato reivindica a contratação e o envio para o Deinter-8, que atua em 54 municípios da região de Presidente Prudente, de 100 investigadores, 100 escrivães, 20 agentes de telecomunicação, 50 agentes policiais, 30 carcereiros, papiloscopistas e auxiliares.

Outro pedido, segundo Morrone, é para que as escalas respeitem as 40 horas semanais e, nos casos excepcionais, que seja criado um banco de horas que deve ser compensado até o mês subsequente.

“Pois o policial recebe o RETP [Regime Especial de Trabalho Policial] para trabalhar em horários descontinuados, a qualquer momento. Mas não o tempo todo. E a lei não diz que as horas trabalhadas a mais não devem ser repostas. Ou seja, o RETP é utilizado para escalas de sobreaviso de 24 horas por meses a fio. Isso não pode acontecer. É um abuso do Estado. Põe em risco a saúde do policial já tão fragilizada pela própria natureza da profissão”, concluiu Morrone ao G1.

Secretaria da Segurança Pública
Em nota ao G1, a Polícia Civil informou, através da Assessoria de Imprensa da Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), que o caso do agente Daniel Hubscher Ávilla foi encaminhado à Corregedoria, que irá apurar todos os fatos. Ainda conforme o posicionamento oficial, a Delegacia Seccional de Presidente Venceslau avalia possível encaminhamento do agente a tratamento psicológico.

“Desde 2011, a região recebeu 156 novos policiais civis. Além disso, estão em formação na academia 476 policiais civis, que serão distribuídos após a formatura, de acordo com análise estratégica da Delegacia Geral de Polícia”, concluiu a nota encaminhada ao G1.

Policial civil registrou Boletim de Ocorrência contra o Estado por redução a condição análoga à de escravo (Foto: Reprodução)Policial civil registrou Boletim de Ocorrência contra o Estado por redução a condição análoga à de escravo (Foto: Reprodução)

  1. Eu entendo que o MP e os sindicatos podem perder a ação, e a questão principal nem é o número de policiais, mas já é um passo importante falar sobre o assunto.

    Deveria falar do projeto de lei complementar 37/16 (que aliás está “fora do ar” no site da Assembleia)

    Enquanto isso, o Dória vai rumo ao governo e o Alckimin à presidência. E é possível que seu ex-secretário já seja ministro do Supremo.

    Não sei como o Alckimin consegue isso, não importa o tamanho da besteira que ele faça, no final ele consegue aumentar seu capital político. Pelo menos ele pensa mais à direita, pena que o PSDB não goste da PC.

  2. Só querem novas contratações para aumentar o número de arrecadações.

    Porque não brigam por melhores salários, pela restruturação, por benefícios ou pelos aposentados?

    NÃO AOS SINDICATOS!!! NÃO À ASSOCIAÇÕES!!!

  3. Vamos pensar um pouco mais à frente. Que o menino parece 13, talvez!?, porém o debate é valido.
    Quem trabalha no interior, por mais que seja “molezinha” como muitos dizem, realmente enfrentam escalas abusivas.
    Este maldito RETP tinha de acabar. Regime especial é para casos especiais e o Estado bandido joga esta merda na nossa cara e nos torna escravos SIM.
    Não é fácil, mesmo para um jovem, ficar na tensão de ser chamado a todo momento. Vamos nos colocar na pele do cara só por um minuto? COMPAIXÃO!!!

  4. Tudo se resolveria se todos os policiais, independentemente da carreira, se unissem e dessem início a uma greve geral!
    A partir daí poderíamos pleitear melhorias!
    Uma andorinha só não faz verão!
    Sem união cada dia teremos novas derrotas para o governo, que assiste de camarote a decadência da polícia, que apesar dos pesares, faz de tudo para cumprir metas, manter-se nas cadeiras, fazer produção etc!

  5. SR; “exescravão” !, LHE DIGO COM CERTEZA, POR ESTAS BANDAS, ELE NÃO VOTANTES NEM PARA ENCHER UM FUSQUINHA….

  6. Interior é “molezinha”? Esse pessoal da capital tem que se fuder um pouco, enquanto esses porra ficam com suas escala tranquila, a gente se fode aqui no interior no expediente além do regime de plantão!

    Vamo distribuir um pouco! Deixa o decap sem Polícia e vamo mandar gente pros deinter (que convenhamos, temos um resultado muito melhor que a capital, mesmo sendo em poucos).

    Todo mundo entra PC pensando na escala moleza do pessoal da capital. Se eh pra ser colega, vamo nos fuder juntos, que tal?

  7. O PT & seus satélites só sabem repetir frasinhas de publicitárias para fazer a cabeça de leitores. Apenas isso… Dória está certo em sua atitude forte e bem pensada:

    Veja abaixo FRASES decoradas do Petismo.

    São frases sem sentido nenhum. Elas não significam o que desejam significar, pois são introduzidas no MEIO DE FRASES PETISTAS apenas de maneira decorada e à toa, sem nenhuma VERDADE ou EFEITO. Repare:

    O PETISMO e seus dogmas em frases nonsense, ou seja, sem sentido nenhum, — a saber:

    «velha mídia»; «casa grande e senzala»; «é gópi, é gópi, é gópi»; «ilegítimo [Temer]»; «midiota»; «LUZ para todos»; «20 milhões na classe média»; «fascista»; «sem crime de responsabilidade»; «Pronatec»; «coxinha»; ; «mídia hegemônica» [espécie de demoninho ou capetinha muito danoso a minha religião]; «Rede Globo é golpista»; «PiG»; «Estados Unidos, o Império»; «mídia golpista» etc. etc. etc. etc.

    — essas são todas as FRASINHAS DECORADAS do PT e seus simpatizantes, consideradas por eles coisa de “GENTE INTELIGENTE”, mas na realidade são frases à toa, vazias de sentido, fracas, choradeira, sem argumento, oba-oba, verdadeiros mimimi. Sempre introduzidas em TUDO, tudo que petista fala e escreve, mas à toa mesmo no meio de frases.

    Principalmente, eles gostam muito de REDE GLOBO (à toa mesmo!), e da frasinha sem sentido nenhum, VELHA MÍDIA. Observem!

    Fiquem atentos e de OlhOs bem abertos.

  8. Quando o Sindicato resolve a agir é charlatanismo? Devemos ficar quietos sem dar um pio então? Fábio Morrone é um dos principais líderes sindicais da nova geração, combativo, não poupa esforços em defender a categoria policial de sua região ao contrário das velharias que fizeram dos sindicatos seus feudos particulares e falando amém pro Estado-patrão.

  9. Sindicato não ta agindo, em vez de organizar uma greve ou algo do tipo visando melhorias de fato eles entram com açãozinha que não da em nada… Falta organização nessa bosta

  10. 1027024-65.2016.8.26.0053 Apelação / Aposentadoria
    Relator(a): Leonel Costa
    Comarca: São Paulo
    Órgão julgador: 8ª Câmara de Direito Público
    Data do julgamento: 10/01/2017
    Data de registro: 10/01/2017
    Ementa: VOTO 25770 APOSENTADORIA ESPECIAL – MANDADO DE SEGURANÇA – INVESTIGADOR DE POLÍCIA – Pretensão de que seja concedida aposentadoria especial com integralidade e paridade de vencimentos, nos termos e critérios da Lei Complementar Federal 51/85, com redação dada pela Lei Complementar Federal 144/14, e Lei Complementar Estadual nº 1.062/08, sem prejuízo do pagamento dos valores vencidos desde a impetração do writ. A aposentadoria especial de servidor policial foi estabelecida pela Lei Complementar Federal nº 51/1985, legislação recepcionada pela Constituição Federal de 1988, consoante já entendeu o C. STF – Alteração dos requisitos pela Lei Complementar Federal nº 144/2014 que previu o direito à integralidade de vencimentos. No âmbito estadual, foi editada a Lei Complementar Estadual nº 1.062/08 que regulamentou o tema especificamente – Superveniência da Lei Complementar Federal de 2014, cujas mudanças não podem ser ignoradas – Direito à aposentadoria especial que depende do preenchimento dos requisitos estabelecidos pela Lei Complementar Estadual nº 1.062/08 no que não colidem com os estabelecido pela Lei Complementar Federal nº 51/85. Servidor que ingressou na carreira policial antes da EC 41/03 – Dispensa do critério etário nos termos do art. 3º da Lei Complementar Estadual nº 1.062/08 – Elementos de convicção produzidos nos autos que comprovam o atendimento dos requisitos exigidos – Servidor que faz jus ao benefício. Integralidade e paridade de vencimentos – Legislações que se complementam – Lei federal que menciona o termo “proventos integrais” e que deve ser aplicada – Direito constitucional a paridade que não foi revogado pela EC 41/2003. JUROS MORATÓRIOS NAS CONDENAÇÕES IMPOSTAS À FAZENDA PÚBLICA – Entendimento da Câmara de não aplicação da Lei 11.960/2009, que alterou o art. 1º-F da Lei 9.494/1997, diante da declaração da inconstitucionalidade por arrastamento na ADin 4.357/DF. Sentença reformada. Recurso de apelação do impetrante provido.

  11. Greve ???? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Filho, depois da ultima greve de 2008, em que os Dr. deram uma chuveirada nos operacionais, nunca mais terá greve.
    Ou você entrou na polícia recentemente, ou vc tem memória curta de brasileiro.

  12. O Tal de Fábio Marrone, tá com cara de mais cansado que o Policial que fez a reclamação!

    O fato é o seguinte: Policia desunida, categoria onde cada um enxerga apenas o próprio umbigo. Qualquer outra categoria do funcionalismo publico já teria PARADO se sofresse METADE das ingerências que acontecem na Policia Civil Sp. Olha que eu disse METADE.

    Ao Agente, sinceramente eu o parabenizo. Foi macho, meteu a cara e externou a verdade no papel. Quem criticar o rapaz é na verdade um grande FDP. Todo Policial decente, digno e de bom senso vai admirar a conduta dele.

    Agente Daniel, Que Deus lhe abençoe, mostrando o outro lado da vida. que estes pensamentos ruins que rondam sua mente vão embora e que você feliz na Policia ou fora dela!

  13. Resumo da Opera: Piça pro Agente 13,e nada mais de novo a nao ser o “negão da piroca “para os operacionais que se rebelarem. Simples assim!

  14. Daniel engraxa o patinete… Que se tava ruim vc irá ver piorar agora… Segura a Ripa…

  15. Policial é ser humano, policial tem seus limites, o cara trabalhou dias e noites contínuos sem descanso ou folga, a Polícia é civil mas pensa e pune como Polícia Militar, não é assim, nem na Polícia Militar vira – se 48 horas diretas ou 72 horas semanais de trabalho, tanto que a maioria está ganhando quase R$2000,00 de “dejem”, a Polícia Civil e os delegados e seu corporativismo pisam nas leis trabalhistas e nos direitos humanos, com escalas desumanas, esse policial achou seu limite ao bater a VTR, bateu poe influência do sono, do stress e por estava exausto e estafado, Polícia Civil “restopol” deviam ser unidos, e parar de ser masoquista e só levar ferro da administração, e continuar manso e calado.

  16. O trabalho é um direito é algo essencial, mas ser explorado e flagelado não é uma obrigação do trabalhador aguentar, e uma instituição séria, trata seus servidores bem, e a na Polícia Civil antiquada e atrasada pensa como na época do militarismo foda – se os direitos humanos e os direito dos trabalhadores, para seus policiais “civis”, portando essa vergonha apoiada pelos delegados, lhes dão mais poder sobre seus “restopol” fazendo – os de capacho e de semi – escravos, tendo de correr mais riscos do que já correm, trabalhando dia e noite, chegando a trabalhar semanalmente 70 horas, sem direito ao lazer, ao repouso correto entre outras necessidades humanas, esse capaz chegou ao limite como muitos chegarão, devido ao stress, aos riscos e a pressão que o policial sofre, sempre cobrado por produção seja pelo delegado, seja pela sociedade, seja pelo padre ou seja pelos políticos, policial não é máquina e muitos menos super herói para trabalhar interruptamente.

  17. Caros Colegas Policiais:

    Já vi muito disso. O jovem ingressa na Polícia com todo o entusiasmo e logo vai se decepcionando, tal o descaso da Administração, que lhe impõe toda sorte de agruras, sequer repondo suas perdas salariais. E aí bate o desespero.

    Mesmo sem conhecer os antecedentes do “caso Daniel”, concluo que pode até ter havido precipitação de sua parte, mas sob outra ótica, ele tem razão, sim. A alegada “condição análoga à de escravo” existiu, em tese, e foi confirmada pelo presidente do Sindicato local, Fábio Morrone. O grito de desespero não é dele sozinho: é de todos nós que sofremos o descaso da má administração, da Polícia, do Estado e do País. É lamentável!

    Na Folha de S.Paulo desta terça-feira, 24/1, o Sr. SSP, em artigo sob o título “Vidas Poupadas”, só faltou afirmar que São Paulo vive o melhor dos mundos na área da segurança pública. Só porque baixou o índice de homicídios! E a criminalidade como um todo, que sobe a cada mês? Disse ele que “desde 2011, na gestão do governador Geraldo Alckmin (PSDB), foram contratados quase 26 mil novos policiais”! Desculpe Sr. Secretário, mas para onde foram esses 26 mil policiais, se justamente nesse período vem se registrando a maior defasagem de policiais de que se tem notícia? Alguma coisa não bate. Seria isso mesmo, Sr. Secretário? E quantos saíram nesse período?

    No dia de ontem 25/1, a Dra. Raquel Galinatti, presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia, rebateu as afirmações do Sr, Secretário, falou da falta de pessoal, dos baixos salários e do crescente número de pedidos de aposentadoria. Só esqueceu de dizer que “se há algo a comemorar é porque”… os POLICIAIS CIVIS… (e não só os Delegados de Polícia).”têm superado tudo para bem atender à população”.

    Reconhece-se que a Dra. Raquel foi eleita para defender os interesses dos Delegados de Polícia, mas é preciso não se esquecer que, em certas ocasiões, é muito mais justo e muito mais elegante fazer a defesa de todos e não de uma carreira apenas.

    Esta é a minha opinião.

    Jarim Lopes Roseira, presidente da Seção de São Paulo da IPA (International Police Association)

  18. E se preparem para 2018/2022:
    Geraldo – presidente
    João Dória Trabalhador – governador
    Bruno Covas – prefeito SP

  19. A verdade é o seguinte tá ruim para os operacionais, para os delegados nem tanto, ganham mais e trabalham menos, se acumulam alguma função ganham , concordo com o DR Fudêncio não haverá mais greve depois de 2008, graças a chuveirada dos delegados nos operacionais.

  20. APENAS 5 COLOCAÇÕES:

    1 – ESCRIVÃO DECAP foi perfeito em suas colocações acima;
    2 – O histórico do B.O. lavrado pelo “calça branca” reflete apenas a ponta do “iceberg” do atoleiro de irregularidades, falta de padronização e protecionismos que ocorrem dentro da já falida e ainda mal administrada Polícia Civil;
    3 – Os policiais que trabalham naquela ponta do estado de São Paulo enfrentam em seu dia a dia dificuldades que os demais policiais do estado não conseguem compreender e não as suportariam, como o colega não suportou;
    4 – Cada vez mais os delegados (com raras exceções) impõe uma barreira entre eles e os operacionais de suas delegacias que cada dia mais são tratados como empregados particulares ao invés de funcionários públicos que suportam o assédio moral por não terem a quem recorrer uma vez que as corregedorias corporativistas sempre darão razão em qualquer reclamação de qualquer natureza aos superiores hierárquicos.
    5 – Até os poucos sindicatos mais atuantes não exercem fiscalização dos serviços policiais em busca de irregularidades e quando provocados por policiais lesados, se limitam a entrar com ações judiciais demoradas que implicam em mais assédio moral ao funcionário denunciante. Se quer vão ao encontro da autoridade coatora para verificar o abuso e, quando falo em ir ao encontro da autoridade coatora, falo em encontro pessoal para cobrar posição a respeito de ilegalidade, não via ofício que se quer é respondido. Isso é ação sindical.

    Com certeza, a efetiva implementação do item 5 acabaria de cara com 50% dos abusos e faria com que o policial voltasse a acreditar no sindicato e, consequentemente, se filiaria.

  21. se está ruim para o agente policial, imagina para o escravão de pelúcia, tem que sair do plantão varrido, pois só fica o pó.

  22. APENAS 5 COLOCAÇÕES:

    1 – ESCRIVÃO DECAP foi perfeito em suas colocações acima;
    2 – O histórico do B.O. lavrado pelo “calça branca” reflete apenas a ponta do “iceberg” do atoleiro de irregularidades, falta de padronização e protecionismos que ocorrem dentro da já falida e ainda mal administrada Polícia Civil;
    3 – Os policiais que trabalham naquela ponta do estado de São Paulo enfrentam em seu dia a dia dificuldades que os demais policiais do estado não conseguem compreender e não as suportariam, como o colega não suportou;
    4 – Cada vez mais os delegados (com raras exceções) impõe uma barreira entre eles e os operacionais de suas delegacias que cada dia mais são tratados como empregados particulares ao invés de funcionários públicos que suportam o assédio moral por não terem a quem recorrer uma vez que as corregedorias corporativistas sempre darão razão em qualquer reclamação de qualquer natureza aos superiores hierárquicos.
    5 – Até os poucos sindicatos mais atuantes não exercem fiscalização dos serviços policiais em busca de irregularidades e quando provocados por policiais lesados, se limitam a entrar com ações judiciais demoradas que implicam em mais assédio moral ao funcionário denunciante. Se quer vão ao encontro da autoridade coatora para verificar o abuso e, quando falo em ir ao encontro da autoridade coatora, falo em encontro pessoal para cobrar posição a respeito de ilegalidade, não via ofício que se quer é respondido. Isso é ação sindical.

    Com certeza, a efetiva implementação do item 5 acabaria de cara com 50% dos abusos e faria com que o policial voltasse a acreditar no sindicato e, consequentemente, se filiaria.

  23. o que os delegados estao esperando, viararem juizes de instrução e adeus para todos….

  24. O Policial é vítima do sistema caótico que se encontra a Polícia Civil, desviado de função, com horários desumanos de serviço, ferindo os direitos trabalhistas e humanos, correndo riscos absurdos, esse policial devia é receber uma indenização por danos morais, a polícia civil precisa ser reestruturada e ponto.

  25. A IMPORTÂNCIA DE SE TRANSFERIR A ESCOLTA DE PRESOS PARA A SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO PENITENCIÁRIA URGENTEMENTE
    30 de dezembro de 2016 Admin Artigos

    (*) Elias Miler da Silva

    Excelentíssimo Senhor Governador Geraldo Alckmin, é com muita alegria e satisfação que lemos na capa da edição do Diário Oficial do Estado do dia 28/12/16 a notícia sobre convênio firmado entre o Estado de São Paulo e o Ministério da Justiça, por meio do qual haverá reforço da segurança pública com a aquisição de materiais utilizados por agentes penitenciários e a reposição dos veículos de transporte de presos.

    Com o repasse de verbas no montante da ordem de R$ 50,3 milhões, complementada com mais R$ 1,4 milhão para a aquisição de 523 coletes de proteção balísticos, além de 2.270 rádios transceptores digitais portáteis, 67 rádios fixos VHF/FM e 125 veículos especializados para transporte de detentos, agora nós Policiais Militares contamos que o processo de transferência de toda a escolta de presos para a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) efetivamente saia do papel, desonerando, assim, a Polícia Militar dessa missão que nem é mais de sua competência legal, proporcionando, com isso, o aumento da capacidade ostensiva e preventiva, já que milhares de Policiais Militares ficarão desincumbidos das escoltas hoje ainda realizadas em todo o estado de São Paulo, excetuando-se a Capital e a Grande São Paulo que já são realizadas pela SAP.

    Senhor governador, além de estarmos há quase três anos sem qualquer reposição salarial, nem sequer a inflacionária no período, ainda temos que exercer inúmeras funções que não são de nossa competência legal, sem contar as que são e nos foram tiradas. É preciso atenção especial de Vossa Excelência na valorização de seus Policiais Militares que sustentam dia a dia a vossa governabilidade. Sem polícia, teríamos a caos implantado.

    Que a Polícia Militar se desonere completamente das escoltas de presos ainda em 2017. É o nosso singelo pleito.

    (*) É Coronel da Reserva da Polícia Militar e Presidente da Associação DEFENDA PM

    http://www.defendapm.org.br

    Fontes: http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia2.php?id=248975&c=6&q=estado-assina-tres-convenios-com-ministerio-da-justica

    http://diariooficial.imprensaoficial.com.br/nav_v4/index.asp?c=4&e=20161229&p=1
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  26. Caros Colegas Policiais:

    Já vi muito disso. O jovem ingressa na Polícia com todo o entusiasmo e logo vai se decepcionando, tal o descaso da Administração, que lhe impõe toda sorte de agruras, sequer repondo suas perdas salariais. E aí bate o desespero.

    Mesmo sem conhecer os antecedentes do “caso Daniel”, concluo que pode até ter havido precipitação de sua parte, mas sob outra ótica, ele tem razão, sim. A alegada “condição análoga à de escravo” existiu, em tese, e foi confirmada pelo presidente do Sindicato local, Fábio Morrone. O grito de desespero não é dele sozinho: é de todos nós que sofremos o descaso da má administração, da Polícia, do Estado e do País. É lamentável!

    Na Folha de S.Paulo desta terça-feira, 24/1, o Sr. SSP, em artigo sob o título “Vidas Poupadas”, só faltou afirmar que São Paulo vive o melhor dos mundos na área da segurança pública. Só porque baixou o índice de homicídios! E a criminalidade como um todo, que sobe a cada mês? Disse ele que “desde 2011, na gestão do governador Geraldo Alckmin (PSDB), foram contratados quase 26 mil novos policiais”! Desculpe Sr. Secretário, mas para onde foram esses 26 mil policiais, se justamente nesse período vem se registrando a maior defasagem de policiais de que se tem notícia? Alguma coisa não bate. Seria isso mesmo, Sr. Secretário? E quantos saíram nesse período?

    No dia de ontem 25/1, a Dra. Raquel Galinatti, presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia, rebateu as afirmações do Sr, Secretário, falou da falta de pessoal, dos baixos salários e do crescente número de pedidos de aposentadoria. Só esqueceu de dizer que “se há algo a comemorar é porque”… os POLICIAIS CIVIS… (e não só os Delegados de Polícia).”têm superado tudo para bem atender à população”.

    Reconhece-se que a Dra. Raquel foi eleita para defender os interesses dos Delegados de Polícia, mas é preciso não se esquecer que, em certas ocasiões, é muito mais justo e muito mais elegante fazer a defesa de todos e não de uma carreira apenas.

    Esta é a minha opinião.

    Jarim Lopes Roseira, presidente da Seção de São Paulo da IPA (International Police Association)

  27. ,,,

    Jarim Lopes Roseira (26/01/2017 às 15:03)

    O pior é que antes, na “era violenta”, a maior parte das vítimas de homicídios eram bandidos, principalmente pelo domínio das “bocas de fumo”, e hoje, na “era da paz”, as vítimas são pessoas honestas, trabalhadores, estudantes, donas de casa, em latrocínios.

    E o número de homicídios só caiu porque o PCC praticamente detém o monopólio do narcotráfico no Estado de São Paulo (além de estar já presente na América do Sul, expandindo para toda a América Latina, dizem que chegando ao México) e acabou com as lutas pelas “bocas de fumo”. Não teve qualquer relação com o trabalho policial. Aliás, a Polícia Repressiva só diminuiu de significado nas últimas décadas.

    O importante é a estatística para os jornais.

  28. Investipol,

    O título dado à postagem é de nossa autoria. Verdadeiramente o Poder Judiciário nunca reconheceu como trabalho escravo as escalas excessivas a que foi submetido o policial civil autor da ação. Aliás, a indenização fixada de R$ 14,4 mil por cinco anos de jornadas abusivas de tão irrisória chega a ser um escárnio.

  29. Tudo que está acontecendo é culpa dos Caxias dá vida, dos recolhas. Para mudar essa situação é simples, operação padrão! Deixa vim cobrança por resultados! Tudo está em nossas mãos! Delpol não sai na rua, não da cana, não investiga, não cumpre MP, não cumpre OS, e nem toca IP! Informar tudo, ou quase tudo negativo! Não localizado, nada foi apurado, mudou-se, está em Lins, etc!

  30. Sr. Tira interior

    O senhor colocou o dedo na ferida, a palavra chave OPERAÇÃO PADRÃO, não tem governo que resista, visto que esta instituição só está funcionando na base do “cola com cuspe”, sem contar que o g.o.v.e.r.n.a.d.o.r não poderia utilizar a “gloriosa” para agredir-nos novamente ou a recorrer ao Judiciário, já que é ele a não cumprir a Lei, mas para isto teríamos que ter uma entidade de classe que nos representa-se o que, obrigatoriamente, implicaria em vencermos a “fogueira das vaidades”.

  31. Professor Jarim Lopes Roseira

    Acompanhe o raciocínio do doido aqui:

    -Temos um g.o.v.e.r.n.o.p.a.t.r.ã.o que ache ao arrepio da lei, certo?
    -Ele praticamente destruiu esta instituição, certo?
    -Sozinhos somos fracos, certo?

    Então porque não nos unimos e liderados pelas entidades de classe não fazemos:

    1- Uma campanha onde todos os Policiais, simultaneamente, seriam convidados a participarem da contratação de J.u.r.i.s.t.a.s renomados que entrassem com todos os tipos de Processo, possíveis, contra a administração( deu certo contra a Dilma).

    2- Denunciar casos semelhantes aos de Rosana e Rancharia aos órgãos Internacionais de Direitos Humanos como a O.N.U, O.I.T, O.E.A, Imprensa mundial e por aí afora.

    3- Uma operação padrão onde cumpriríamos rigorosamente todos os procedimentos padrão.

    Exemplificando:

    -Não dirigir viatura sem ter curso para conduzir veículos de emergência,
    -Quando por lapso de memória esquecer a cnh em casa, não dirigir,
    -Solicitar que a autoridade esteja presente durante as oitivas (Só isto já mataria a pau),
    -Não apertar o ladrão para ele “dar” o serviço.
    -Não aceitar mais a presença de “gansos” durante o trabalho policial.

    Uma andorinha só não faz verão, mas 29.000 podem causar um terremoto.

  32. O problema é que SP se acha acima das leis, descumprindo-as sempre!!! Nao adianta a Justiça mandar contratar, nao adianta a lei mandar aposentar, nao adianta a lei absolver…..faz o que quer!!!

  33. Dupla é absolvida em caso de latrocínio em padaria de Santos

    O juiz da 5ª Vara Criminal de Santos, Walter Luiz de Azevedo, sentenciou os quatro acusados de latrocínio – roubo seguido de morte – cometido contra o policial civil Cláudio Roberto Delarcos Fleury, em uma padaria do bairro Campo Grande, em outubro do ano passado. Apontado como o autor do disparo, Valter Pereira Campos, de 27 anos, foi absolvido, pois não havia provas de que o réu sequer participara do crime. O mesmo ocorreu com Tiago Pereira Salgado, conhecido como Poste, de 31 anos.

    Conforme interceptações telefônicas, que inicialmente não foram reveladas pelas investigações da Polícia Civil, a dupla foi confundida nas imagens das câmeras de monitoramento da padaria com outros dois criminosos, identificados apenas pelos apelidos de Dodigo e Alemão.

    Presos junto com Campos e Poste, David Lázaro Pinto, conhecido como Santista, e Ariovaldo Leite da Silva Júnior, vulgo Boca, ambos de 32 anos, foram condenados a 27 anos, dois meses e 20 dias de prisão.

    Advogado de defesa de Campos, Victor Nagib Aguiar encontrou graves irregularidades no trabalho de investigação da Polícia Civil, assim como contradições entre as provas orais produzidas na delegacia e em juízo. Com um relatório de 32 páginas, ele requereu a absolvição do seu cliente.

    Ao tomar conhecimento de todo o conteúdo obtido nas interceptações telefônicas, o juiz Walter Luiz atendeu o requerimento de Nagib em relação a Campos e aproveitou para também absolver Poste.

    De acordo com a sentença do titular da 5ª Vara Criminal de Santos, algumas passagens obtidas durante as interceptações telefônicas que absolvem Campos e Poste do latrocínio “inexplicavelmente não constam nos relatórios” feitos pela investigação da Polícia Civil.

    Ainda de acordo com a sentença do juiz, todas as conversas interceptadas pelos investigadores são citadas nos relatórios. “Porém, os trechos inocentadores são omitidos”.

    Dodigo atirador

    Durante uma das interceptações telefônicas, Santista conversa com um homem não identificado e explica detalhes dos enganos cometidos pela polícia. Avisado de que Poste havia sido indiciado por latrocínio, o desconhecido se mostra surpreso. Santista, então, explica que Poste já havia sido confundido com Alemão em outras oportunidades e o mesmo ocorria naquele momento.

    Na sequência, o homem não identificado pergunta os motivos que faziam Campos responder pelo mesmo crime. Santista, então, revela que o acusado está sendo confundido com Dodigo nas filmagens, em virtude das semelhanças físicas.

    Em outra interceptação, Santista conversa com Dodigo e este último afirma que fora ele o autor do disparo que matou o policial civil. Na mesma interceptação, Santista revela que familiares de Campos estão lhe cobrando pelo fato de ele estar pagando por um crime que não cometera.

    No entanto, Santista conta que avisou os parentes de que não poderia fazer nada, pois todos faziam parte da mesma quadrilha e já haviam cometido outros crimes juntos. Portanto, Campos não tinha do que reclamar.

    Procurados pela Reportagem, os responsáveis pela investigação do caso não quiseram tecer comentários, porém os autos serão encaminhados à Corregedoria da Polícia Civil, que irá investigar o ocorrido.

    FONTE-http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/policia/dupla-e-absolvida-em-caso-de-latrocinio-em-padaria-de-santos/?cHash=9229e2ac5bc0a499f271f74f9a46fb4c

  34. ISSO AQUI E MESMO UMA PIADA……TODO MUNDO RECLAMA, RECLAMA, RECLAMA, MAIS NINGUÉM FAZ NADA…É O VERDADEIRO MURO DAS LAMENTAÇÕES……PARECEM AQUELAS CRIANÇAS CHORONAS QUE FICAM O DIA INTEIRO ENCHENDO O SACO. CADÊ A ATITUDE POVO????? SE FOSSE COM OS PROFISSIONAIS QUE FAZEM A COLETA DO LIXO, JÁ TERIAM TOMADO UMA ATITUDE, CHAMADO A ATENÇÃO DA MÍDIA E COM CERTEZA CONSEGUIRIAM ALGUM BENEFÍCIO…. ISSO ACONTECEU DIVERSAS VÊZES…..O GOVERNADOR JÁ SABE QUE TÁ TODO MUNDO DESCONTENTE… MAS PRA QUE GASTAR DINHEIRO SE DÁ PARA IR LEVANDO NA CONVERSA JÁ QUE NINGUÉM VAI FAZER NADA MESMO…. NEM SINDICATO EXISTE MAIS ……DÁ PENA……

  35. O Ministério Público quer que a Polícia Civil se acabe, eles não precisam da PC, eles têm à PM e muito menos precisam dos dos Delegados de Polícia, pois hoje o MP investiga por conta própria. Além do mais em muitos dos casos, investigam melhor que os Delegados de Polícia que fazem uso de escrivães ad hoc.
    Os Delegados conseguiram arruinar à PC.

  36. O AGENTE DE TELECOMUNICAÇÃO não está obrigado a fazer escolta, muito menos a realizar INVESTIGAÇÃO.

    O problema é que o DESVIO DE FUNÇÃO está institucionalizado na Polícia Civil PAULISTA, onde esses guerreiros das outras carreiras diversas da de investigador/escrivão estão prestando excelente serviço para a nossa instituição. Porém, NÃO ESTÃO SENDO RECONHECIDOS PELO QUE FAZEM.

    A carreira que mais se encontra protagonizando o trabalho “BOMBRIL” é a de CARCEREIRO. Contudo, o que esses guerreiros ganharam até agora? N A D A !!!!!

    Fez certo o Agente de Telecomunização! Ele prestou concurso pra atender ramal de telefonia nas centrais e fazer pesquisas nos sistemas. Nada a mais ele está obrigado a fazer.

    E pra finalizar; a PORTARIA DGP-30 já foi alvo de processo judicial, onde juiz determinou a sua nulidade, pois fere com a lei das orbigações individuais de CADA CARREIRA!!!

    A T E N Ç Ã O C A R R E I R A S D I V E R S A S !!!!!! CARCEREIROS…..AGENTES……AGENTELS……..PAPIS……etc……NÃO FAÇAM ALÉM DO QUE AS SUAS CARREIRAS OS OBRIGA!!!!! VOCÊS NUNCA SERÃO VALORIZADOS POR DAREM OS SEUS SANGUES EM TRABALHOS ALHEIOS AOS DAS SUAS FUNÇÕES!!!!

  37. As delegacias só se preocupam em fazer a cota dos flagrantes para segurar as cadeiras do titular e do chefe, estão pouco se lixando para a investigação.

  38. DEIXA EU ENTENDER UMA COISA: O CARA É MOTOROLA E ESTÁ FAZENDO ESCOLTA E EXPEDIENTE? HAAAA, ME POUPE!! SUA FUNÇÃO NÃO É ESSA. QUERO VER QUEM VAI MANDAR EU FAZER UMA FUNÇÃO QUE NÃO É MINHA. PODE MANDAR PRA CORRO.

  39. Se o caboclo não aguenta dois anos na pressão, o que é normal não aguentar e ele esta muito certo em espernear, mas deveria ter entrado com um MANDADO DE SEGURANÇA, fico imaginando o que será de todos os novos com essa REVIRADA DA PREVIDÊNCIA, em um sistema “escravagista” , aí sim, NINGUÉM AGUENTA SEM DIREITO A NADA, muita gente vai pular fora do barco.

  40. trecho da decisão em agravo de instrumento de sentença julgado pela 10º CAMARA DO DIREITO PÚBLICO…
    em outubro de 2016……………………

    O SERVIDOR NA ATIVA TEM DIREITO A PARIDADE E INTEGRALIDADE . CONFORME ABAIXO…..

    1- em relação aos servidores em atividade a ação tem natureza meramente declaratória direito à aposentadoria especial com integralidade e paridade.

    A) Para a obtenção da aposentadoria, o servidor deverá formular o pedido à Administração, instruído com o título judicial que lhe assegura a paridade e integralidade,

    B) bem como prova da habilitação no respectivo processo, e aguardar prazo de 90 dias estabelecido pelo art.126, par.22, ConstituiçãoEstadual, a partir do qual poderá cessar o exercício da função pública,independentemente de qualquer formalidade(textual).

    C) Assim, ausente prova do requerimento administrativo da aposentadoria,é incabível a determinação de afastamento dos exequentes no prazo de 24 horas, ainda que demonstrado o cumprimento dos requisitos para a obtenção do benefício.

    D) A fixação de multa cominatória fica condicionada à prova de que a Administração Pública, sem justo motivo, deixou de conceder o benefício no prazo legal ou o fez em desacordo com o determinado no título judicial.4.

  41. (…E pra finalizar; a PORTARIA DGP-30 já foi alvo de processo judicial, onde juiz determinou a sua nulidade, pois fere com a lei das orbigações individuais de CADA CARREIRA!!!..)
    ………………………….MENTIRA………………………………….

  42. SR. ” Roubo a BANCO “, BOA NOITE !, MAIS VOCÊ SE ESQUECEU DO PERSONAGEM MÁXIMO, OU SEJA O CANALHA DO RECOLHA. OCORRE QUE ESSA “QUADRILHA” , APESAR DE QUE SÃO TRÊS COMPONENTES, LEVAM TUDO, EM DETRIMENTO DOS COITADOS DOS RESTOPOSL TOMAREM NO OLHO DO CÚ. EU TORÇO PARA QUE QUALQUER UM DESTES LIXOS LADRÕES VENHAM ME ACIONAR. RAPAZ !, A “BATIDA ” IRIA VIRAR UMA ” RAPADURA”. E, ME AJUDEM AÍ Ó !…

  43. VAI DAR MERDA

    pois é, ainda tem uns “véios” na PC que acha que o moleque que está errado.

    1 – desviado de função. Se não tem gente, cobre o Alckmin para concursos.
    2 – não o escalaram para ir com um parceiro e nem uma vtr decente
    3 – Ofício não estava assinado (ué, delpol não estava presente? )
    4 – O cara estava trabalhando expediente normal, fora o sobreaviso, o que ultrapassaria as 44h semanais. (alguns vão alegar RETP, mas o direito ao descanso/lazer e a obediência à Constituição está acima de lei/portaria estadual, né?).

  44. Ciclo Completo e Carreira Única disse:

    27/01/2017 às 20:18

    VAI DAR MERDA

    pois é, ainda tem uns “véios” na PC que acha que o moleque que está errado.

    1 – desviado de função. Se não tem gente, cobre o Alckmin para concursos.
    2 – não o escalaram para ir com um parceiro e nem uma vtr decente
    3 – Ofício não estava assinado (ué, delpol não estava presente? )
    4 – O cara estava trabalhando expediente normal, fora o sobreaviso, o que ultrapassaria as 44h semanais. (alguns vão alegar RETP, mas o direito ao descanso/lazer e a obediência à Constituição está acima de lei/portaria estadual, né?).

    Porra……tá difícil heim!

    Não acho que o “moleque”, como você diz, está errado, apenas tenho certeza de que fez uma das maiores cagadas da vida dele.
    O grande problema é que os “Véios”, como se refere, sempre estão errados não é mesmo?

    Então vamos lá.
    O que falta para muitos policiais, principalmente os novatos, e para você, é a preguiça de ler.

    1 – Que desvio de função você se refere se ele é Agente Policial? Tem por “obrigação” dirigir a VTR sim, é função precípua dele.(sua tese não prospera)
    2 – Tinha parceiro sim, só “ler” o BO (testemunha apontada por ele) (sua tese por falta de leitura também não prospera) Ahhh, só lembrando, a VTR ninguém sabe se era “decente” ou não, ele apenas informou no BO que achava melhor ir com uma HILUX, a qual bateu ainda pra piorar a situação dele.
    3 – Poxa vida, você acertou heim………”O oficio não estava assinado”.
    Se você ler direitinho, vai ver que o”s” oficio”s” não estavam assinados, tampouco o prontuário do preso e peças, motivo esse que o preso não foi aceito. A obrigação de quem faz a remoção de preso é “conferir o prontuário”, o que não foi feito por ele.
    Se tivesse feito direitinho, não perderia viajem e antes de sair pegaria as assinaturas e pronto, resolvido o problema!
    Captura de procurado necessita de tanta atenção assim do Delegado? não existe oitivas nem nada, simplesmente BO, oficio, guias IML e mandado, portanto, não vejo indignação alguma que o Delegado não estivesse presente. Não estava e pronto.
    4 – Ninguém vai alegar nada, o Daniel é quem vai ter que provar isso na corró.

    Mas, de tudo, o melhor é culpar os “Véios” não é mesmo? kkkkkkkkk

  45. tira veio, esquece leia melhor o bo sobre nao tendo a visão de policial, mais como servidor publico, como sera visto pelo judiciario e mp.
    ele estava fazendo escolta sozinho….

  46. Não adianta, o policial Daniel está certo, diante do caos ele foi a voz da coragem, o Estado desleixou com a Polícia Civil, e esse esculacho tem suas vítimas, e o Daniel é apenas um dos milhares de policiais civis sofrendo com dias e noites sem dormir, sem direito ao sagrado repouso e descanso com a família, correndo riscos escoltando sozinho bandidos de alta periculosidade em tempos de PCC, e não tem esse de novato ou velho, os direitos são iguais, e todos tem direito a dignidade, aos direitos trabalhistas e humanistas, e sendo o policial jovem necessita ainda mais de proteção e apoio, pela falta de experiência e conhecimento policial.

  47. Para começar os sindicalistas são os maçanetas de ontem, e outra a maioria nos sindicalistas são ex – policiais que na ativa nunca prenderam nem o dedo na porta, vivem na maciota e de uma polícia fictícia e de fantasia, por isso os presidentes desse aglomerado de sindicatos inoperantes e inúteis não veem as atrocidades do Estados com seus policiais, obrigado – os a risco imediatos e de longo prazo a suas vidas e saúde, a maioria desses sindicalistas eram maçanetas que nunca viraram plantão, faziam expediente administrativo, por isso os SINPOL, SIPOL e ASSOCIAÇÕES não fazem absolutamente nada, sindicatos da Polícia Civil significavam o fracasso do sistema que levou seus policiais a semi – escravidão, trabalhando dia e noite pós noite sem folga ou descanso, sem direitos a nada, mas cheio de deveres e responsabilidades nas costas.

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