Comissão aposta em unificação das polícias para solucionar crise de segurança 189

Comissão aposta em unificação das polícias para solucionar crise de segurança

Luis Macedo / Câmara dos Deputados
Reunião Ordinária. Dep. delegado Edson Moreira (PR-MG)
Delegado Edson Moreira: uma única força, com investimento maior nas áreas de inteligência e de formação e com troca de informação, entre os integrantes ajudaria em muito o combate ao crime

Comissão especial da Câmara dos Deputados definiu o cronograma de trabalho para este ano e aposta em unificação das polícias Civil e Militar como solução para a recente crise de segurança pública no País.

O colegiado tem até o fim desta legislatura para estudar modelos que unifiquem a atuação dos cerca de 425 mil PMs e 117 mil policiais civis que atuam nos estados brasileiros.

No entanto, o comando da comissão quer divulgar o relatório final no primeiro semestre de 2018, já que vislumbra essa unificação como meio de frear a atual crise da segurança pública, marcada por greves nas corporações, massacres em presídios e aumento dos casos de explosão de caixas eletrônicos e de assaltos a banco, sobretudo em cidades do interior.

Segundo o presidente da comissão, deputado Delegado Edson Moreira (PR-MG), o relatório já deverá vir acompanhado de proposta de emenda à Constituição (PEC) e projeto de lei que viabilizem a unificação das polícias Civil e Militar.

Victor Diniz / Câmara dos Deputados
Audiência Pública para debater os aspectos relacionados ao PL 4.821/2016, do Senado Federal, que ·obriga o fabricante e o importador de automóvel ou motocicleta a disponibilizar, em meio digital, relação contendo denominação e código de referência das peças que compoem o veículo - dep. Vinicius Carvalho (autor do requerimento)
O relator da comissão, Vinicius Carvalho, promete um relatório técnico: resistência à unificação vem das instituições, tanto Civil quanto Militar

“Uma única força – com investimento maior nas áreas de inteligência e de formação e com troca de informação entre todos os seus integrantes – ajudaria, em muito, o combate ao crime”, avalia o deputado. “Enquanto as forças estão brigando entre si para saber quem vai fazer isso, quem vai fazer aquilo, os criminosos estão à frente, progredindo anos-luz, fazendo atos de terrorismo.”

Tema polêmico
O relator da comissão, deputado Vinícius Carvalho (PRB-SP), admite que o tema é polêmico e divide opiniões dentro e fora das corporações. Para ampliar o debate e buscar um modelo ideal de unificação, o colegiado programou, para este ano, uma série de seminários regionais e visitas ao exterior. O primeiro seminário será no dia 10 de março, na cidade mineira de Juiz de Fora.

Outros seminários regionais deverão ocorrer em Três Corações (MG), provavelmente em 27 de março, Chapecó (SC), Bragança Paulista (SP) e Aracaju (SE), estes ainda sem datas previstas. Também serão mantidas as audiências públicas em Brasília com convidados que já tiveram requerimentos aprovados na comissão.

Relatório técnico
Depois de conhecerem experiências de unificação policial na Alemanha, Itália e França, os deputados pretendem observar, neste ano, os modelos dos Estados Unidos e do Canadá.

Vinícius Carvalho promete que vai apresentar um relatório técnico. “Eu estou em uma pesquisa empírica para que nós façamos um trabalho extremamente técnico. A resistência à unificação vem das instituições, tanto Civil quanto Militar. Há uma controvérsia em relação ao conceito”, afirma Carvalho.

“A despeito do que está acontecendo no Espírito Santo e tem acontecido em outros estados, é só uma questão de tempo para que se agrave o problema da segurança pública. Ao nosso ver, trata-se de problema de gestão por parte dos governos. Se a gestão está falha, todo o sistema se comprometerá”, acrescenta o parlamentar.

Na primeira reunião do ano, os deputados da Comissão Especial de Unificação das Polícias Civil e Militar criticaram os meios que os governos federal e estaduais têm utilizado para enfrentar a crise na segurança pública.

Para Edson Moreira, o uso do Exército para ocupar presídios do Norte e Nordeste ou para enfrentar a atual crise na segurança pública do Espírito Santo serve apenas para, segundo ele, “desmoralizar as Forças Armadas”.

“O que o governo federal está fazendo é equivocado, ao meu ver: não se pode mandar Forças Armadas, preparada para guerra externa, para o lugar da Polícia Militar, que é treinada para fazer o policiamento preventivo, ostensivo. O governo está muito mal assessorado”, ressalta.

Ministério exclusivo
Já o deputado Silas Freire (PR-PI), defendeu a criação de um ministério exclusivo para tratar de segurança pública e a definição de novas fontes de recursos para um fundo nacional que possa ajudar os estados endividados a arcar com os salários dos policiais.

Os deputados da comissão ainda manifestaram solidariedade aos policiais que vieram a Brasília, nesta quarta-feira, protestar contra a reforma da Previdência Social.

Reportagem – José Carlos Oliveira
Edição – Newton Araújo

  1. Mais um monte de pessoas sem expressão aproveitando um gancho para aparecer, tirando o foco da realidade e do que realmente importa, como Policial e com 20 anos de carreira acredito ser o que resolve o problema da Segurança Pública um conjunto de fatores:
    – vontade política;
    – sociedade comprometida;
    – investimento em educação e não em cadeia;
    – estender a influência radiante do princípio da dignidade humana para os Policiais também, porque estes são humanos de direitos que dão a vida por todos;
    – salários adequados e compatíveis as responsabilidades e riscos do cargo ou função;
    – MUDANÇA NA CULTURA DA SOCIEDADE BRASILEIRA…e por ai vai, abraço a todos e bom final de semana.

  2. Mais do mesmo:
    Concordo em parte com seu exposto, contudo para ocorre mudança cultural é difícil, por isso precisamos de um novo sistema de segurança pública , este esta falido, moroso, ineficiente e comprometido e a sociedade não acredita mais, apenas com uma nova policia haverá esperança e credibilidade, desta forma o modelo proposto me parece o mais correto: POLICIA ÚNICA COM CARREIRA ÚNICA.

  3. É fácil comprovar se é viável ou não uma POLICIA ÚNICA COM CARREIRA ÚNICA, pelo método da administração pública gerencial, pilar do princípio constitucional da eficiência, ou seja, observar quanto se investe em 02 policias sem carreira única e quais os resultados obtidos e quanto seria investido em uma POLICIA ÚNICA COM CARREIRA ÚNICA e quais os resultados seriam obtidos, essa é uma forma técnica de avaliação para implantação do item proposto.

  4. Eu, investigador?
    Credo. Kkkkk. Brincadeira.
    Nada contra a tiragem. Mas prestei concurso para ser delegado. Não sou egresso das demais carreiras. Ou seja, antes de ingressar, advogava. Nessa toada, e fazendo o devido cotejo do ganho obtido, se fosse para ser tira, ficava mesmo advogando.

  5. Mais uma prova que é melhor a carreira única, pois dessa forma não teriamos pessoas como voce na policia, entre outros da sua especie.

  6. Acho esquisito uma pessoa advogar na area criminal e depois passa no concurso para delegado e vai prender criminosos, ontem soltava hoje prendo, é um contra-senso, o mais logico seria uma carreira única, o policial ingressaria na corporação e com o passar do tempo seria promovido até o ultimo grau hierárquico, assim como na PRF.
    Já para carreira como o MP e a Magistratura, tudo bem ter sido advogado, mas para policia me parece que não esta dando tão certo.

  7. Dr. Pacheco Floreados :
    Nem precisava falar que não veio de outra carreira, com essas conversinhas fiadas, sem saber nada de policia, até o Tonelada foi novidade, isso prova sua bagem policial, sabe tudo!!

  8. Realmente, o tal de “Dr.” Pacheco esta muito longe de Doutor. Como alguém muito bem disse, ele é o Jacaré de dente afiado, Jacaré entre outros apelidos que adota. Pacheco, escorregou feio no verbo e na concordância, mas esses erros ficam bem evidentes quando lemos o que os Jacarés (mesmo adotando outros cognomes) escrevem há exemplo:

    Dr. Pacheco. disse:
    10/02/2017 às 20:49

    Morrendo de rir com as enormidades veiculadas. Vcs me deixam muito FELIZES. Esse erro é característico do Jacaré e seus cognomes variados.

    Dr. Pacheco. disse:
    10/02/2017 às 21:11

    Nossa, Sensato. A mim me parece lhe faltar bom-senso. Pacheco, ó Pacheco, BOM SENSO com hífen, ninguém merece, isso é uma falta de BOM SENSO, ó Pacheco.

    Dr. Pacheco disse:
    10/02/2017 às 14:48

    Não. Sou delegado mesmo. De ofício. E de carreira… Ora, Pacheco, não existe Delegado de oficio, pois “de ofício” corresponde a um ato e não à carreira de Delegado. Que feio em.

    Dr. Pacheco disse:
    10/02/2017 às 15:51

    A propósito, uma pena que na acadepol, não HAJA um curso de português idôneo. Haja paciência para ficar lendo esses erros crassos que comete em Pacheco.
    Vou ajudá-lo: Escreva assim, na Acadepol não HÁ um curso de… O que não é verdade, pois lá não faz parte aluno como você, pois para fazer parte do quadro de alunos da Acadepol, há que se escrever um bom português, o que cá entre nós Pacheco, da maneira que escreve, nunca foi aluno da Acadepol.

    Bem, poderia me alongar por muito tempo mostrando os erros crassos do ” Dr. Pacheco”, mas como já sabemos, ele já tentou escrever em Latim aqui com outros apelidos e agora quer pagar uma de Policial Civil, de Delegado de Polícia, não sendo nenhum e nem outro, Pacheco é mesmo um PM, provavelmente um dos Jacarés ou correlatos.

    Pacheco a casa caiu, vê se arruma outro apelido agora e pare de ficar usando esse seu dicionário de sinônimos aí, pois isso não fará você mais inteligente, muito menos melhorará sua gramática, sua concordância verbal e pronominal. Em suma disfarça e crie outro apelido, já esta ficando feio seu FúFúca.

  9. Realmente, o tal de “Dr.” Pacheco esta muito longe de Doutor. Como alguém muito bem disse, ele é o Jacaré de dente afiado, Jacaré entre outros apelidos que adota. Pacheco, escorregou feio no verbo e na concordância, mas esses erros ficam bem evidentes quando lemos o que os Jacarés (mesmo adotando outros cognomes) escrevem há exemplo:

    Dr. Pacheco. disse:
    10/02/2017 às 20:49

    Morrendo de rir com as enormidades veiculadas. Vcs me deixam muito FELIZES. Esse erro é característico do Jacaré e seus cognomes variados.

    Dr. Pacheco. disse:
    10/02/2017 às 21:11

    Nossa, Sensato. A mim me parece lhe faltar bom-senso. Pacheco, ó Pacheco, BOM SENSO com hífen, ninguém merece, isso é uma falta de BOM SENSO, ó Pacheco.

    Dr. Pacheco disse:
    10/02/2017 às 14:48

    Não. Sou delegado mesmo. De ofício. E de carreira… Ora, Pacheco, não existe Delegado de oficio, pois “de ofício” corresponde a um ato e não à carreira de Delegado. Que feio em.

    Dr. Pacheco disse:
    10/02/2017 às 15:51

    A propósito, uma pena que na acadepol, não HAJA um curso de português idôneo. Haja paciência para ficar lendo esses erros crassos que comete em Pacheco.
    Vou ajudá-lo: Escreva assim, na Acadepol não HÁ um curso de… O que não é verdade, pois lá não faz parte aluno como você, pois para fazer parte do quadro de alunos da Acadepol, há que se escrever um bom português, o que cá entre nós Pacheco, da maneira que escreve, nunca foi aluno da Acadepol.

    Bem, poderia me alongar por muito tempo mostrando os erros crassos do ” Dr. Pacheco”, mas como já sabemos, ele já tentou escrever em Latim aqui com outros apelidos e agora quer pagar uma de Policial Civil, de Delegado de Polícia, não sendo nenhum e nem outro, Pacheco é mesmo um PM, provavelmente um dos Jacarés ou correlatos.

    Pacheco a casa caiu, vê se arruma outro apelido agora e pare de ficar usando esse seu dicionário de sinônimos aí, pois isso não fará você mais inteligente, muito menos melhorará sua gramática, sua concordância verbal e pronominal. Em suma disfarça e crie outro apelido, já esta ficando feio seu FúFúca.

  10. Cade o DJEC? Lembram?
    É uma espécie de hora extra que poderia ajudar paliativamente a falta de funcionários e ainda aumentar os vencimentos dos que estão na ativa.
    Na PM essa hora extra está funcionando.

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