Coronel é preso em SP – Em delação premiada MP espera que Coronel da PM revele que peculato serviu para financiar campanhas eleitorais de interesse do oficialato 122

Coronel é preso em SP sob a suspeita de chefiar fraudes em compras da PM

ROGÉRIO PAGNAN
DE SÃO PAULO

09/03/2017 15h43

O tenente-coronel José Afonso Adriano Filho, suspeito de chefiar um esquema de fraudes no comando-geral da Polícia Militar de São Paulo, foi preso na manhã desta quinta-feira (9) numa operação da Corregedoria da corporação.

A prisão é preventiva e, assim, não tem prazo definido e pode durar até o final do cumprimento de eventual pena. Procurada, a Secretaria da Segurança não deu detalhes da prisão.

O oficial foi alvo de uma série de reportagens da Folha em 2015 que revelou, entre outras irregularidades, que empresas de fachada foram vencedoras de dezenas de licitações organizadas por ele para compra de produtos entre os anos de 2005 e 2012.

Reynaldo Turollo Jr. – 16.jun.2015/Folhapress
Endereço da empresa Construworld, acusada de licitações fraudulentas na PM paulista
Endereço da empresa Construworld, acusada de licitações fraudulentas na PM paulista

Só essas empresas supostamente de fachada receberam, juntas, mais de R$ 21,5 milhões nesse período. A maioria dos serviços prestados e produtos adquiridos não havia comprovação de execução ou de entrega.

As fraudes ocorreram entre os governos tucanos de José Serra (2007-2010) e Alberto Goldman (2010-2011), e passaram pelos comandos de PM dos coronéis Elizeu Eclair Teixeira Borges, Roberto Diniz e Álvaro Camilo.

Adriano Filho foi para reversa em 2012, quando passou a ser investigado pela corporação por irregularidades nas licitações. Essa apuração era restrita aos anos de 2009 e 2010 e não apontava a rede de empresas fantasmas.

Após a série de reportagens, o governo paulista determinou a abertura de novas investigações que, agora, culmina na prisão do oficial. Mesmo na reserva, espécie de aposentadoria não definitiva, os policiais são sujeitos às mesmas punições daqueles que estão na ativa, como serem encaminhados ao presídio militar Romão Gomes no Tremembé (zona norte).

Em entrevista em 2015, José Afonso Adriano Filho admitiu parte das irregularidades, mas alegava ter feito tudo com conhecimento dos superiores e para o benefício da própria corporação. Usava o dinheiro de licitações fraudadas para comprar produtos para a própria PM, incluindo serviços para o setor de comunicação da PM.

“Não fiz nada sem ordem. Todas as melhorias executadas, não só no Quartel do Comando-Geral como em outras unidades, tinham ciência e autorização dos superiores”, afirmou o oficial, que não quis mencionar nomes.

Nesta quinta, o advogado Luiz Antonio Nunes Filho disse que não tinha sido informado dos detalhes da investigação e, por isso, não poderia dar detalhes. Ainda que tivesse, segundo ele, há um impedimento legal de falar sobre eles por conta de um sigilo imposto à investigação.

A expectativa entre oficiais ouvidos pela Folha é a de que Adriano Filho possa fazer uma delação premiada e revele nomes de outros oficiais.

Em 2012, a Folha revelou que pouco antes de ir para reserva, Adriano Filho chegou a pagou seis meses adiantados de taxas condominais de quatro imóveis da família de um condomínio de alto padrão em Itu (a 101 km de São Paulo) com um cheque de uma das empesas vencedoras de licitações, a Comercial das Províncias.

O cheque no valor de R$ 14.320 fora assinado, segundo os vizinhos, pelo próprio oficial. Essa empresa já esteve registrada no mesmo endereço de outra fornecedora da PM, a Construworld Materiais para Construção, cuja sede foi posteriormente transferida para uma casa na periferia da zona norte de SP –onde os vizinhos diziam desconhecer a existência.

No ano passado, o oficial foi denunciado à Justiça sobre irregularidades em parte das licitações realizadas por ele. O alvo foram as compras de peças feitas com a empresa, a Rogep, para fornecimento de peças de veículos, e a Justiça determinou a indisponibilidade dos bens do oficial e da empresa, no valor de até R$ 5,3 milhões.

Também no ano passado, o governo enviou para a Justiça Militar processo em que pode determinar a expulsão de José Afonso Adriano Filho da PM. Ele poderá perder a patente, mas, não os valores recebidos do governo paulista.

  1. AO CONTRÁRIO DO QUE SE IMAGINA, ISSO, SOMENTE DEIXA CLARO, O DESCALABRO, A DISTÂNCIA E O ABISMO QUE SEPARA AS DUAS CORPORAÇÕES. (POLICIA MILITAR E POLÍCIA CIVIL) EM UMA, UM MÍSERO COMANDANTE É O GESTOR, NA OUTRA NEM TODA A INSTITUIÇÃO GERE NADA.

  2. Não existe no universo inteiro uma única razão justa para existirem policias militar e civil.
    Pela extinção de ambas e criação de polícia única, civil (uniformizada e não-uniformizada)!

  3. Não é novidade, comandantes da PM roubarem. Já fui PM, hoje estou na Polícia Civil, nos tempos de PM, já trabalhei no setor administrativo e já vi alguns menbros da UGE rodarem, claro por ordens dos comandantes, que nem chegaram a dar nada para eles.
    É, meus amigos, infelizmente estamos em um ninho de cobras, seja Polícia Civil ou PM.

  4. Reserva moral? Depois tem pm que fala da superioridade da pm, aí está a superioridade , ou seja, a maladragem.

  5. mexer com dinheiro do estado e vespero, hoje ser seccional, diretor, em termos de gratificação e para dar risada, hoje tem muito delegado prefere ganhar o gat que ser seccional.

  6. Obviamente que o Alckmin e o PSDB não sabiam de nada.

  7. COLEGA JOÃO !, BOA NOITE, É AQUELE DITADO ” SE CORRER O BICHO PEGA E SE FICAR O BICHO COME !, POIS COMO BEM EXPOSTO POR VOCÊ, ESSES ” najurengos” ALÉM DE ACABAREM TERMINANTEMENTE COM A POLÍCIA CIVIL, VILIPENDIANDO DE TODOS OS LADOS, NÃO DEIXAM NEM OS SUBALTERNOS AUFERIREM QUALQUER MERREQUINHA. VEJA !, COMO JÁ DITO, ELES, “majuras”, PERCEBENDO QUE A CACIMBA ESTAVA SECANDO, DERAM UM “CRAL” NOS RESTOPOLs. PRINCIPALMENTE NOS ESCRIVÃES E INVESTIGADORES, ABOCANHANDO O NUMERÁRIO QUE SERIA DESTINADO À NOSSA VALORIZAÇÃO E SEQUENTEMENTE AS DEMAIS CARREIRAS.E, POR DERRADEIRO, ACHO QUE VOCÊ ESTÁ NO MUNDO DA LUA, POIS, S.M.J., ATUALMENTE CERTOS $ECCIONAI$ ARRECADAM MENSALMENTE O QUE EU E VOCÊ NÃO AUFERIMOS DUANTE TODO O ANOS. UM GRANDE ABRAÇO. E, ME AJUDEM AÍ Ó !… ARRECADAM

  8. joao disse:
    09/03/2017 ÀS 20:03
    mexer com dinheiro do estado e vespero, hoje ser seccional, diretor, em termos de gratificação e para dar risada, hoje tem muito delegado prefere ganhar o gat que ser seccional.

    hfffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffff

    essa foi a maior bobagem de todos os tempos…que eu li no flit.

    o cara ta satirizando , ou é um total desinformado…

  9. sobre as tretas dos coronés…

    é bem provavel que até o sapo barbudo fique com inveja da criatividade destes.

    se o sapão um dia ser eleito , ele vai copiar as criatividades dos coronés…

    LINDA CONSTRUTORA NA FOTO …. NÉ ???????????????????

  10. NÃO ADIANTA ESTES GESTORES ( ZÓIUDOS) DO DINHEIRO PÚBLICO FICAREM ROUBANDO O ERARIO…

    OS QUE TOMAM CHAPEU SABEM DE TUDO , E POR SEREM CHUVEIRADOS, UM DIA ELES CAGUETA TODOS…

    O IDEAL É QUE TOMEM TODA A GRANA ROUBADA , E EXONEREM ESTES BANDIDOS E OS PONHAM NA CADEIA COMUM.

    CANAS NOS BANDIDOS … SEJAM FARDADOS OU NÃO………………

  11. joao disse:
    09/03/2017 ÀS 20:03
    mexer com dinheiro do estado e vespero, hoje ser seccional, diretor, em termos de gratificação e para dar risada, hoje tem muito delegado prefere ganhar o gat que ser seccional.

    LLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL

    ei amigão joão !!!!!!!!!!!!!! tu ta de zueira né ????????????????? ..

    não acredito que sejas tão tontinho…………………..

  12. Sáfado…Vagabundos…Ladrão…
    Aliás ladrões…pois se ele levou, pode ter a mais absoluta certeza que os Comandantes e Subcomandante Gerais da época também levaram.
    Pena que creio eu, a lei não lhe confiscara o posto e principalmente o soldo, que não deve ser de menos de R$ 20 mil …
    Pena…deveria perder o posto com desonra e ser privado de todos os direitos…inclusive a aposentadoria.
    LADRÃO!

  13. Perder posto, patente.kkk
    Está cagando para isso ganhando quase o vencimento do Governador.

  14. Ué Jamiro !!!

    Você não diz de peito aberto que a sua PM é a reserva moral do estado? Que são todos honestos e que na PC só tem ladrão? kkkkkkkkkkkkk

    Que a Polícia Civil acabou?kkkkkkkkkkkk

    É mais fácil acabar sua PM, como aconteceu em tempos recentes atrás, 1970 do que a P.Civil

    Vão se fuder seus otários, lambe botas do Kraleo.

    Agora, até o judiciário está tomando partido pelo estado em que se encontra a PC. Vide entrevistas com a Exma Desembargadora Dra. Ivana.
    Ela diz em alto e bom som, PM cuide de suas atribuições, porque investigação e Polícia Judiciaria é com a Policia Civil que tem INTELIGÊNCIA E EXPERTISE para isso. (Só ver entrevista no Estadão)

    Na entrevista ela colocou ainda, em alto grau de confiança e sabedoria pelo Judiciário, a figura do Delegado de Polícia e os Senhores Investigadores.(Leia-se Investigadores, todos os que fazem a investigação, independente de ser tira ou agente).
    Disse que sem esses, o Judiciário não consegue exercer sua atividade fim.

    Lembrem-se também…… Os Juízes não gostam do MP, e esses fodem quem estiver na frente, portanto PM, se cuidem, pois escolheram o lado errado.

    Haja visto a cana do Cel PM preso hoje, o MP tá doidinho pra fuder o resto dos Estrelinhas.

    Portanto, a quem interessar possa:

    A POLICIA CIVIL NUNCA VAI ACABAR.

  15. Há tempos estava para escrever algo aqui no FLIT sobre essa fantasiosa história que a PC vai acabar, mas, aguardava a hora exata de uma noticia dessa, e essa hora chegou.

    Lembremos irmãos, tempos atrás, ganhávamos 70% do salário dos Delegados e esses ganhavam muito bem.

    Esse governo está nos comendo pela perna, mas, calma, logo logo muda o governo e outro vem para corrigir certas injustiças.

    Tudo é cíclico nessa vida, tinha que chegar nossa vez de pagar o veneno e estamos pagando, mas, está no fim, só nos resta mais um pouquinho de paciência e conseguiremos retomar nossa auto estima e reconhecimento.

    Lembrando também, naquela época dos 70% do salario dos Delegados, os Policiais Federais ganhavam 1/3 do nosso salário.

    Sorte, Paz e Saúde a todos os irmãos e que se foda a Dona PM, deixem eles falarem o que quiser que nada nos afetará.

    Ahhhh Não deem bola nem respostas a provocações vindas desse pessoal PM. ( A pior vingança é o despreso )

  16. Pacheco.

    Pequena leitura em distração! Desfrute se já não desfrutou.

    Investigação preliminar, polícia judiciária e autonomia – Luiz Flávio Gomes e Fábio Scliar

    Artigo escrito com base nas idéias desenvolvidas por ocasião da palestra proferida pelo Prof. Luís Flávio Gomes, no Colóquio sobre inquérito policial promovido em parceria pela Academia da Polícia Civil/SP e Academia Nacional de Polícia/PF.

    A preocupação com a ausência de autonomia da Polícia Judiciária é justificável em função da crescente importância que a investigação criminal vem assumindo em nossa ordem jurídica, seja por conta de uma necessária mudança de postura a seu respeito, para considerá-la como uma garantia do cidadão contra imputações levianas ou açodadas em juízo, seja pelo papel mais ativo que tem sido desempenhado nos últimos tempos pelos órgãos policiais.

    Esta ausência enfraquece a Polícia Judiciária e a torna mais suscetível às injunções dos detentores do poder político, e considerando a natureza e a gravidade da atribuição que exerce, bem como os bens jurídicos sobre os quais recai a sua atuação, o efeito pode ser desastroso em um Estado Democrático de Direito.

    Por outro lado, a leitura constitucional do tema indica que se a instituição Polícia Judiciária não tem autonomia orgânica, e dificilmente virá a tê-la, a função de Polícia Judiciária exercida pela autoridade policial na condução das investigações desfruta de autonomia como um imperativo decorrente de princípios constitucionais da maior envergadura. Esta atividade, entretanto não está protegida com garantias funcionais suficientes para que possa ser exercida com serenidade e isenção nos moldes em que o constituinte a confiou.

    O reconhecimento da autonomia funcional do delegado de polícia na investigação, verdadeiro escudo protetor contra intervenções políticas no exercício das suas funções, passa por um processo de filtragem constitucional do instituto investigação preliminar, uma mudança da postura interpretativa atual que deve ser feita à luz da Constituição e não baseada nas normas infraconstitucionais ou entendimentos anteriores a Carta de 1988.

    1 – Autonomia, discricionariedade e princípio da separação dos poderes:

    Investigação é atividade de busca da verdade acerca de determinado fato, é esforço para conhecimento de determinada coisa que está oculta. Segundo o léxico HOUAISS, investigação é “o conjunto de atividades e diligências tomadas com o objetivo de esclarecer fatos ou situações de direito”[ 1 ].

    A investigação criminal, portanto, é o conjunto de atividades e diligências tomadas com o objetivo de esclarecer fatos ou situações de direito relativos a supostos ilícitos criminais. Tal entendimento, com esta amplitude acaba por abarcar a própria instrução em juízo como uma espécie de investigação criminal, uma vez que é a busca da verdade processual [ 2 ] acerca de um ilícito. É neste sentido que se afirma que a persecução criminal é formada pela fase processual e pela fase pré-processual em que a investigação é a atividade cujo objetivo é o de verificar, sumariamente, através de um juízo de probabilidade, se há elementos mínimos a garantir que não seja leviana a instauração de processo criminal.

    Assim, a investigação preliminar cumpre a “função de filtro processual contra acusações infundadas[ 3 ]” [ 4 ], embora a sua própria existência já “configure um atentado ao chamado status dignitatis do investigado”[ 5 ] , e daí decorrem duas conclusões: a primeira é que a investigação prévia através do inquérito policial [ 6 ] é uma garantia constitucional do cidadão em face da intervenção do Estado na sua esfera privada[ 7 ], porque ela atua como salvaguarda do jus libertatis e do status dignitatis; a segunda é que a investigação prévia não é somente fase anterior do processo penal, porque mesmo quando não há processo a investigação terá cumprido um papel na ordem jurídica.

    A natureza do inquérito policial, entretanto, é dada por expressiva parcela da doutrina em função do que ele representa para o processo criminal ou para o órgão da acusação. Desta forma, costuma ser apresentado como procedimento administrativo pré-processual, “instrução provisória, preparatória e informativa” [ 8 ]; “conjunto de diligências realizadas pela polícia judiciária para a apuração de uma infração penal e de sua autoria, a fim de que o titular da ação penal possa ingressar em juízo”[ 9 ]; “É a inquisitio generalis destinada a ministrar elementos para que o titular da ação penal acuse o autor do crime” [ 10 ] e “procedimento de índole meramente administrativa, de caráter informativo, preparatório da ação penal”[ 11 ].

    Acreditamos que ao conceituar um instituto, devemos fazê-lo à luz da Constituição .

    A norma do art. 144 da Carta Magna deixa claro que o conceito jurídico-constitucional de segurança pública é o conjunto de atividades desempenhadas pelos órgãos enumerados naquele dispositivo, entre eles, a Polícia Federal e as Polícias Civis. Tal entendimento se dá porque ao abrir um capítulo denominado “Da Segurança Pública”, e composto de apenas um artigo, o texto constitucional está estabelecendo o que seja esta atividade, e por isto segurança pública para a Constituição de 1988 é a atividade desempenhada pelos órgãos que ficaram enumerados no art. 144 da Lei Maior.

    Ressalte-se que ao elaborar o art. 144 o constituinte de 1988 também estava definindo parcela do modelo constitucional da persecutio criminis no Estado brasileiro, fazendo atuar o princípio da separação de poderes destinando a fase da investigação criminal ao Poder Executivo, através das Polícias Civis e Federal.

    Ora, a mais intensa atividade de intervenção estatal em um Estado Democrático de Direito se realiza justamente através da persecução criminal, que pode resultar na restrição do jus libertatis do indivíduo, e mesmo quando não chega a tanto já atuou em outros âmbitos da sua esfera de direitos individuais, como o direito à intimidade e à vida privada.

    Por isso, é preciso que esta função seja exercida em conformidade com o princípio da separação dos poderes, cláusula pétrea que com o seu corolário sistema de freios e contra-pesos norteou o estabelecimento do Estado como o conhecemos hoje, tendo um elevado caráter democrático por se prestar a limitar e controlar o poder estatal que recai sobre os particulares, ao mesmo tempo em que é uma importante ferramenta organizacional na estrutura de qualquer país que o adote.

    Por outro turno pode-se dizer que o sistema de freios e contrapesos, não é apenas uma técnica a serviço do princípio da separação de poderes, mas o próprio princípio da separação de poderes visto de outro ângulo, na medida em que a divisão das funções do poder estatal em função legislativa, função executiva e função judiciária, estabelece, originariamente, um sistema de controles e contenções recíprocos, com o objetivo de evitar o abuso do poder.

    Assim, esta divisão originária do poder, até o mais inferior grau de controle entre os órgãos estatais, será decorrência da adoção do princípio da separação de poderes.

    No ponto, cabe destacar que este sistema de controles e contenções recíprocas, pode ser dar de forma implícita, quando determinada atividade é compartilhada entre órgãos estatais, sistema no qual, cada um exercendo um estágio da atividade, evita o monopólio da atuação do outro sobre toda ela, prevenindo o abuso do poder. Este é o caso da persecução criminal, dividida entre Poder Executivo, que realiza a investigação criminal; Ministério Público, como dominus litis; Poder Judiciário, que aplica a lei penal e Poder Legislativo, que elabora as leis processuais e materiais referentes à persecução criminal.

    O mesmo sistema pode se dar também de maneira explícita, sem que haja divisão da atividade de que se trata, mas estabelecendo o constituinte que determinado órgão fiscalizará o trabalho do outro. Esta forma se apresenta no controle externo realizado pelo Ministério Público sobre a atividade policial, previsto no artigo 129 , VII da Carta Magna .

    Sabemos que a persecução criminal, segundo Belling, citado por Frederico Marques, é “a atividade estatal de proteção penal” [ 12 ] e acontece em duas fases, uma preliminar, representada pela investigação criminal, e uma posterior, o processo criminal.

    Quanto à última fase, não há dúvida em afirmar: trata-se de exercício da jurisdição, isto é, poder de dizer o direito em um determinado caso concreto, com reflexos evidentes na segurança pública.

    Quanto à primeira, agora sabemos que trata de exercício de atividade de segurança pública, com reflexos também evidentes, embora eventuais, no exercício da jurisdição criminal.

    Portanto, a investigação criminal se autonomiza diante do processo, cabendo dizer ainda que em grande parte dos casos existe inquérito policial sem a fase processual posterior, quando há arquivamento dos autos sem oferecimento de denúncia. Por isso, o inquérito policial embora possa ser um procedimento pré-processual, nem sempre tem esta natureza, e mesmo sendo, esta função não terá sido a única, o que confirma a autonomia do inquérito policial em relação ao processo criminal e, por conseguinte a autonomia da Polícia Judiciária em relação àquela condição de mera auxiliar do Poder Judiciário.

    Outra decorrência do princípio da separação de poderes é a existência do poder discricionário do delegado de polícia na condução do inquérito. A discricionariedade, que é “a prática de atos administrativos com liberdade na escolha de sua conveniência, oportunidade e conteúdo” [ 13 ] , tem uma importante função política, que é a reserva de campo de atuação à Administração pelo legislador, sendo um princípio densificador da separação de poderes.

    A existência de atos administrativos discricionários, portanto se deve menos à impossibilidade de o legislador regular todas as situações com as quais a Administração tem de lidar, comumente citada pela doutrina como um dos motivos da discricionariedade, do que com a necessidade de preservar-se um espaço de mobilidade para que a Administração aja segundo o que achar mais oportuno e conveniente. Desta forma, ainda que a lei pudesse descer ao detalhe, não deveria fazê-lo.

    Ora, se hipoteticamente o legislador pudesse regular todos os aspectos da atividade da Administração, esta ficaria completamente vinculada à vontade do Poder Legislativo, e, por isso sem qualquer margem para aplicar as suas próprias diretrizes, com grave violação do princípio da separação de poderes, já que a Administração estaria coarctada na sua atividade.

    Por outro lado a discricionariedade é um imperativo do princípio da eficiência, que tem sede constitucional no artigo 37 da Lei Maior, uma vez que em cada caso concreto que se apresenta, para que seja solucionado da melhor forma possível, devem ser levados em consideração os seus aspectos peculiares, que exigem uma atuação estatal também peculiar.

    Além disso, a atividade investigativa tem como pressuposto a escolha da estratégia da investigação por quem a conduz, cuja decorrência é a escolha dos meios, formas, fins e oportunidades adequadas de desencadear as diligências investigativas ou deixar de realizá-las.

    Este poder é reconhecido à unanimidade pela doutrina do direito processual penal, o que demonstra que é um imperativo lógico na condução da investigação. Segundo Frederico Marques, a Polícia tem “atribuições discricionárias, visto que sua ação vária e multiforme, não pode ser prefixada em fórmulas rígidas e rigorosas” [ 14 ] e Mirabete afirma que “As atribuições concedidas à Polícia no inquérito policial são de caráter discricionário, ou seja, elas tem a faculdade de operar ou deixar de operar, dentro, porém, de um campo cujos limites são fixados estritamente pelo direito” [ 15 ] [ 16 ]

    Evidentemente a discricionariedade não é um poder ilimitado. O poder discricionário guarda inteira observância às normas legais, assim, onde houver previsão legal de forma ou qualquer outro elemento do ato administrativo a ser praticado, a autoridade policial deve cingir-se ao seu cumprimento. Como se costuma dizer, discricionariedade não é arbitrariedade.

    O poder discricionário está limitado também pela necessidade de motivação dos atos administrativos, decorrência do princípio do devido processo legal, que norteia o nosso ordenamento jurídico, e garantia política de controle dos atos estatais, na medida em que, apenas através da fundamentação é possível entender os motivos do ato para resolver sobre a sua eventual impugnação.

    Nesta mesma linha, mas manifestando-se especificamente acerca da investigação criminal, é a lição de Fausi Hassan Choukr: “Na investigação criminal, a motivação, além de servir como fonte controladora a nível interno, apresenta no aspecto de controle externo seu relevo de maior importância” [ 17 ].

    A motivação não é incompatível com a atividade investigativa, devendo o delegado de polícia expor os pressupostos de fato e de direito que orientam as suas decisões na escolha das diligências, e muito mais por ocasião de decisões que importam na mudança de status do investigado nos autos do inquérito policial, como no indiciamento.

    A autoridade policial, munida do poder discricionário na condução da investigação, só deve satisfações à lei. Não obstante a Polícia Judiciária seja órgão da Administração, sujeita ao princípio da hierarquia, esta não interfere no âmbito do inquérito criminal. Aqui, o delegado de policia age com ampla liberdade em função da natureza da atividade que realiza.

    A condição de autoridade que reveste o cargo de delegado, faz com que aja com completa independência na condução da investigação policial, desautorizando qualquer determinação que seja contrária à sua convicção. Desta forma, não pode o chefe da Delegacia determinar que o delegado instaure inquérito policial, indicie, prenda ou execute determinada diligência se com estas decisões a autoridade não concordar.

    Em parecer elucidativo sobre o conceito de autoridade policial no nosso ordenamento, Hélio Tornaghi, após concluir que apenas o delegado de polícia é autoridade policial, elencou, escudado em doutrina alemã, as seguintes características da autoridade: “a) é órgão do Estado; b) exerce o poder público; c) age motu próprio; d) guia-se por sua prudência, dentro dos limites da lei; e) pode ordenar e traçar normas; f) em sua atividade não visa apenas os meios, mas aos próprios fins do Estado”[ 18 ] .

    Como se vê, surge cristalina a conclusão de que o poder hierárquico da Administração não se aplica na condução do inquérito, estando o agente responsável pela ingerência indevida sujeito às penalidades administrativas, criminais e cíveis pertinentes.

    O mesmo raciocínio se aplica ao Ministério Público que no decorrer da investigação fica jungido a executar apenas o controle externo determinado pelo constituinte.

    2 – Princípio da isonomia

    Mas com relação à autonomia da Polícia Judiciária frente ao parquet há outro motivo ainda mais poderoso: o princípio da isonomia.

    Decorrência da filtragem constitucional do processo penal é a aplicação in totun do princípio da igualdade em todas as sua fases. Assim, o processo penal válido, consentâneo com a Constituição , é aquele que está pautado pela aplicação do princípio da isonomia, fornecendo ao órgão da acusação e à defesa as mesmas chances de produzir provas.

    Este é o Devido Processo Penal.

    Cláusula, de elevado teor democrático e universal, que ganhou impulso sob o signo das idéias do cristianismo tendo sido utilizada como salvaguarda contra as arbitrariedades do absolutismo [ 19 ] , a isonomia tem a prerrogativa decorrente de seu caráter de generalidade de ser uma espécie de princípio que informa todos os outros, sendo possível afirmar que até mesmo os princípios do contraditório e da ampla defesa só existem efetivamente se aplicados dentro de um contexto delineado pelo princípio da igualdade, afinal, de que vale a oportunidade de ter “ciência bilateral dos atos e termos processuais e possibilidade de contrariá-los” se a acusação está muito melhor aparelhada para produzi-los e a defesa não possui o instrumental adequado para contrariar a imputação?

    A doutrina [ 20 ] [ 21 ] distingue a igualdade em dois aspectos: igualdade formal (igualdade perante a lei) e igualdade material (igualdade na lei). O primeiro sentido é o que se contenta com que as pessoas recebam o mesmo tratamento estatal, desconsideradas as suas diferenças, isto é, todos seriam iguais perante a lei, que não discrimina, não distingue uns em relação a outros, ao passo em que a igualdade material é a que determina que o Estado deve considerar as diferenças entre as pessoas e procurar minorá-las, isto é, uma vez diante da lei, esta tem de considerar as diferenças existentes para realizar a isonomia.

    Assim, a fórmula enunciada pelo constituinte de 1988, se interpretada friamente traduz apenas a idéia de igualdade formal, devendo por isso ser entendida sob o prisma da isonomia material, porque uma ordem jurídica que busca um ideal de justiça material deve ter por escopo a realização da igualdade neste mesmo sentido, que é traduzida na já conhecida fórmula aristotélica de que todos devem ser tratados igualmente na medida de suas igualdades e desigualmente na medida em que se desigualam.

    A igualdade processual manifesta-se na “igualdade de armas no processo para as partes, ou a par conditio, na exigência de que se assegure às partes equilíbrio de forças; no processo penal, igualdade entre Ministério Público e acusado” [ 22 ] , como expressão de um processo justo no sentido de proporcionar ao sujeito atingido pela acusação estatal, as mesmas oportunidades de expor e ver analisados seus argumentos e suas teses.

    Em que pese muita vez ser esquecida como parte integrante do Direito Processual Penal, e por isso receber pouca atenção da doutrina [ 23 ] a investigação criminal tem papel relevante no desenrolar da instrução processual. Para firmar este raciocínio bastaria desfiar as críticas que, de uma forma geral, são feitas ao inquérito policial: a sua hipertrofia; o fato de que seu teor, tendo em conta sua presença nos autos informa decisivamente o espírito do julgador; ou ainda que os atos da instrução processual são meras reiterações do que já foi produzido na fase policial, entre outras acusações que vem apenas confirmar que a investigação criminal ocupa posição de subido relevo na seara processual penal em sentido amplo.

    Por tudo isto a investigação criminal deve estar orientada pelos princípios que animam a idéia de processo justo.

    Este entendimento é decorrente de que a investigação criminal não é um fim em si mesma, e tem como um de seus objetivos informar a instrução processual, carreando aos seus autos elementos que devem, então, ser debatidos à luz do contraditório e ampla defesa agora com a máxima intensidade.

    A existência de fase investigatória que vai determinar inclusive se haverá ou não processo, completamente desprovida da aplicação do princípio da isonomia é uma evidente burla ao mandamento constitucional, verdadeira fraude à Constituição . A isonomia no processo penal só será verdadeira se na fase imediatamente anterior ela tiver sido assegurada.

    O inquérito policial atende ao princípio da isonomia, na medida em que é presidido por autoridade desvinculada dos eventuais futuros órgãos da acusação e da defesa, com o único compromisso de investigar a verdade sobre o fato e sua autoria.

    O delegado de polícia não está a serviço do Ministério Público, mas do Estado, como autoridade investida de parcela do múnus público no escopo de esclarecer a existência de fatos ilícitos e sua autoria.

    A possibilidade de o membro do parquet requisitar diligências, é limitada pela necessidade de fundamentação de suas manifestações e pela ampla discricionariedade que tem o delegado de polícia na condução do apuratório, tendo plena autonomia técnica e tática na direção da investigação, podendo por isso mesmo rejeitar, sempre fundamentadamente, requisições impertinentes, desarrazoadas ou apresentadas a destempo.

    O indiciado também pode solicitar ao presidente do inquérito policial, na forma do artigo 14 do código de Processo Penal que realize diligencias, e, neste caso, a rejeição destas medidas também não pode ser atitude caprichosa do delegado, é preciso que a decisão de rejeição seja motivada em obediência ao mandamento constitucional da motivação dos atos administrativos .

    Seria justo entender que a requisição ministerial tem caráter vinculativo e assim pôr à disposição do Ministério Público e suas prerrogativas todo o aparato investigativo do Estado sem que o administrado também pudesse utilizar esta mesma ferramenta?

    De que valeriam os princípios da igualdade, contraditório e ampla defesa se a acusação já comparecesse hipertrofiada na fase judicial?

    Um processo criminal assim seria como uma luta marcada com dia e hora certos, arena iluminada, aberta ao público com regras absolutamente claras e justas, mas os lutadores, que finalmente sobem ao ringue são, de um lado um peso-pesado, e do outro, um peso-pena.

    Esta imagem deixa evidente que se a investigação pré-processual for deixada ao talante do Ministério Público, apenas a igualdade no sentido formal estará sendo aplicada quando for instaurado o processo criminal, tudo em detrimento da vontade do constituinte, expressada através dos princípios do devido processo legal e da isonomia, corolários da cláusula do Estado Democrático de Direito.

    Portanto a requisição ministerial de diligências no decorrer do inquérito policial não é vinculativa, tendo natureza de sugestão de diligência, com a mesma estatura do requerimento de diligências formulado pelo investigado, em função não apenas do princípio da separação de poderes, que confere a discricionariedade ao delegado de polícia, como também do princípio da isonomia material que deve nortear o eventual futuro processo.

    Neste passo, fica claro mais uma vez, e agora em função do princípio da isonomia, o descompromisso da autoridade policial com os interesses do futuro órgão da acusação ou dos investigados. O delegado de polícia, como autoridade do Poder Executivo que atua na persecução criminal, tem a missão constitucional de investigar a verdade sobre os fatos e sua autoria, de forma neutra, desvinculado de paixões que inevitavelmente contagiam aqueles que, em juízo, disputarão teses com a parte contrária.

    O princípio da isonomia só estará sendo respeitado no processo criminal se tiver sido observado também na investigação preliminar, e devem ser obstadas as pretensões de que o órgão da acusação se valha desta fase para robustecer a forma como se apresentará posteriormente em juízo, sob pena de termos apenas a igualdade formal no processo criminal, o que não atende a vontade da Carta Magna de 1988.

    3 – Conclusão

    Com base então nos princípios da separação de poderes e da igualdade fica certo que a função da Polícia Judiciária é revestida de autonomia em face do Poder Judiciário, do Ministério Público e até mesmo do poder hierárquico do Executivo, entretanto, é preciso reconhecer que há uma falha no sistema porque o legislador não dotou o delegado de polícia, condutor da investigação criminal, de garantias funcionais suficientes como fez com os membros da Magistratura e do parquet, a quem concedeu a vitaliciedade, a inamovibilidade e o foro por prerrogativa de função. Com tais prerrogativas, ingerências políticas na condução da investigação criminal, seriam menos frequentes. Esta é a posição adotada por Luigi Ferrajoli que, embora advogando que a “Polícia Judicial” deveria estar vinculada à Justiça e não ao Executivo, posição com a qual não concordamos, e que a mesma deveria estar completamente desvinculada das polícias com outras finalidades afirma: “En particular la policía judicial, encargada de la investigación de los delitos y de la ejecución de las decisiones judiciales, debería estar rigidamente separada de los demás cuerpos de polícia y dotada de las mismas garantias de independência frente al ejecutivo que el poder judicial, Del que debería depender em exclusiva”.

    Evidentemente a ausência destas garantias possibilita que os detentores do poder político, notadamente os vinculados ao Poder Executivo tenham ingerência maior do que a correta no âmbito da Polícia Judiciária, através da coação que podem exercer sobre as atividades do delegado de polícia, prejudicando desta forma o modelo investigativo definido pela Magna Carta.

    Verdade que a nova ordem constitucional melhorou em muito a situação dos agentes públicos como um todo porque não há mais mudança de lotação por motivo disciplinar que resista a um bem impetrado mandado de segurança, uma vez que constituiria evidente desvio de finalidade do ato administrativo.

    Da mesma forma a avocação ou redistribuição de inquérito policial pelo superior hierárquico, por tratar-se de ato administrativo, deve estar sempre motivado, de molde a demonstrar os pressupostos de fato e de direito que o justifiquem, permitindo o controle da legalidade e da razoabilidade da decisão, sob pena de o mesmo ser declarado nulo.

    Além disto é nesta seara que o Ministério Público deve atuar o controle externo da Polícia Judiciária prevenindo que a Administração manipule investigações através de atos administrativos viciados.

    Portanto, o nosso modelo de investigação criminal passado pelo filtro da Constituição revela que se o órgão Polícia Judiciária não é autônomo, a função de Polícia Judiciária exercida pelo delegado possui autonomia, embora não esteja garantida por prerrogativas funcionais, o que constitui a falha a ser sanada no sistema possibilitando que a autoridade policial exerça a função investigativa de forma serena, isenta, imparcial e com desassombro, imune a injunções políticas que desvirtuem o papel constitucional da fase investigativa.

    HOUAISS, Antônio; VILLAR, Mauro de Salles. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001, p.1644.
    SUANNES, Adauto. Os Fundamentos Éticos do Devido Processo Penal. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1999, p.130.
    LOPES JR, Aury. Sistemas de Investigação Preliminar no Processo Penal. 2ª ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2003, p.51.
    Neste sentido já dispunha a exposição de motivos do Código de Processo Penal : “Há em favor do inquérito policial, como instrução provisória antecedendo à propositura da ação penal, um argumento dificilmente contestável: é ele uma garantia contra apressados e errôneos juízos, formados ainda quando persiste a trepidação moral causada pelo crime, ou antes que seja possível uma exata visão de conjunto dos fatos, nas suas circunstâncias objetivas e subjetivas”.
    CHOUKR, Fausi Hassan. Garantias Constitucionais na Investigação Criminal. 2ª ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2001, p.7.
    A Constituição ao referir o inquérito policial nos artigos 109 , § 5º e 129 , VIII consagrou o instituto como forma de investigação criminal realizada pelas Polícias Judiciárias.
    SANTOS, Célio Jacinto dos. Ensaio ao Direito à Investigação. No prelo.
    MIRABETE, Júlio Fabbrini. Processo Penal. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2000, p.76.
    CAPEZ, Fernando. Curso de Processo Penal. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2000, p.64.
    TORNAGHI, Helio. Instituições de Processo Penal, Vol. 2. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 1977, p.249.
    RANGEL, Paulo. Direito Processual Penal. 4. ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2001, p.58.
    MARQUES, Frederico. Elementos de Direito Processual Penal. Rio de Janeiro e São Paulo: Forense, 1970, p.9.
    MEIRELES, Hely Lopes. Direito Administrativo Brasileiro. 21ª Ed. São Paulo: Malheiros, 1996. Op. cit. p.102.
    MARQUES, Frederico. Op. cit. p., 154.
    MIRABETE, Júlio Fabrini. Op. cit., p.77.
    No mesmo sentido ver respectivamente em: Noronha, E. Magalhães. Curso de Direito Processual Penal. 22ª ed. São Paulo: Saraiva, 1994, p.21; SALLES JUNIOR, Romeu de Almeida. Inquérito Policial e Ação Penal: Indagações, Doutrina, Jurisprudência e Prática. 7ª ed. São Paulo: saraiva, 1998, p.7 e, RANGEL, Paulo.Op. cit. p.74 e COSTA, José Armando da. Op. cit., p.4.
    CHOUKR, Fausi Hassan. Op. Cit. p.181.
    TORNAGHI, Helio Instituições de Processo Penal, vol. 2. 2ª ed. São Paulo: Saraiva, 1977, p.240.
    FARIA, Anacleto de Oliveira. Do Princípio da Igualdade Jurídica. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1973, p.47.
    FERNANDES, Antônio Scarance. Processo Penal Contitucional. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1999, p.46.
    BARROSO, Luís Roberto. Ob. Cit.p.66.
    FERNANDES, Antônio Scarance. Op. cit. p.46.
    FERRAJOLI, Luigi. Derecho y Razón 2ª Ed. Madrid: Editorial Trotta, 1997, p.767.
    Art. 14. O ofendido ou seu representante legal, e o indiciado poderão requerer qualquer diligência, que será realizada, ou não, a juízo da autoridade.
    CHOUKR, Fausi Hassan. Op. Cit. p.197.
    FERRAJOLI, Luigi. Op. Cit. p.768

  17. A Polícia Civil não acabará, mas continuará desprestigiada e abandonada, sem reajuste e com dificuldades criadas para aqueles que podem se aposentar e para aqueles que permanecerem também!!!! Quanto ao fato, duvido que esse coronel agiu sozinho e tenham a certeza que isso acabará em pizza, mesmo com provas iminentes, nada voltará ao erário!!! Logo ele vai pra rua, todos acharão que a PM funciona e é rígida até com “gemada”. Gostaria que verificassem todas as licitações de ambas as polícias , de todo e qualquer bem adquirido, para ver se não há nada irregular. Na semana que vem isso passa!!!

  18. A corregedoria da PM tem apenas papel de cumprir tabela quando se refere aos coronéis.
    Quantos coronéis estão condenados e presos efetivamente?
    Essa investigação do post apenas ocorreu por conta de denúncia de jornais.
    Coronel réu julgado por outros 4 coronéis acabará em pizza.
    Tudo é fogo de palha.
    O coronel ficará livre com sua gorda aposentadoria.

  19. Sr. TIRA VEIO
    Donde o senhor tirou que eu me apegueia a essa babaquice de “reserva moral do estado”…???
    Nunca neguei mazelas na PM, pelo contrário. Esse Crápula desse Cel deveria ser esfolado em praça pública…LADRÃO!
    E digo mais, se ele embolsou esse valor os superiores de….Cmt e Subcomandante Gerais…não levaram menos, pode ter a mais absoluta certeza.
    Se é sáfado tem que ser preso e oxalá condenado… Isso de forma alguma diminui a nossa instituição….se prova que alguém da alta cúpula está sendo punida…se dá o exemplo para toda a tropa que NINGUÉM está além do alcance da Lei.
    Podes dizer o mesmo da vossa instituição? Não sei…. Pelo que li e entendi…o administrador deste sítio foi injustamente expulso dos quadros da PC simplesmente por dizer o que estou dizendo aqui…que seus pares e superiores eram o que de fato eram…LADRÕES.
    Agora, tentar iludir os outros com essa argumentação pulha e fantasiosa sobre uma “virada de mesa” e do ressurgimento das cinzas de uma PC que já acabou….kkkkk
    Esta desesperado mesmo heim meu camarada…kkkk kkk
    Eu fico com dó. Essa ilusão toda…talvez seja o caso de procurar ajuda especializada….
    TIRA VEIO….aceita que dói menos!

  20. joao disse:
    mexer com dinheiro do estado e vespero, hoje ser seccional, diretor, em termos de gratificação e para dar risada, hoje tem muito delegado prefere ganhar o gat que ser seccional.
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Essa foi a melhor
    Ò coitado.

  21. Só uma coisa, o problema não é mexer com dinheiro do Estado e sim roubar o dinheiro do Estado, se administrar com competência e lisura não há problema algum.
    Não podemos esquecer que deixar o patrimônio público em estado lamentável também é improbidade administrativa.

  22. Bom dia!

    Senhoras e Senhores.

    Diz à lenda, que não é de hoje, tampouco de ontem, que algumas Unidades e Cias, enfim, vários centros de Comando, faz “vaquinhas” para a manutenção de Oficiais tanto em Brasília no que tange à “estratégia junto aos Senhores Deputados e Senadores” para O fortalecimento das PM do País, quanto à campanha política dos seus melhores candidatos políticos” dos diversos Setores.

    Somente sei de uma coisa:

    Eles estão aquartelados em todas as Secretarias de Governo; Defesa Civil; Detran; DER; Escolta de Secretários; e, inclusive já tiveram Governador e Secretários da Segurança que foram Oficiais da Reserva da PM e também do MP do Estado.

    É ainda tem gente que acha que não existe complô contra a Polícia Civil no que tange ao seu enfraquecimento, quiçá “extinção”!

    É ainda mandam recado:

    Pra quê Delegacia de Polícia? Só se for pra pescar!

    Digo: “PRA PESCAR TUBARÃO LADRÃO DO ERÁRIO! ISSO SIM!

    Caronte

  23. TIRA VÉIO
    Voce esta totalmente equivocado nunca ganhamos 70% dos delegados nunca.A PF nunca ganhou 1 terço da civil.
    Venderam fumaça pra voce e voce comprou.
    Deve ser novato de polícia.

  24. Na PM nem o cão ladra, nem o cavalo relincha sem autorização. Interpretem como quiserem.

    Com certeza, algum praça será sacrificado em holocausto aos deuses para espiar os pecados do oficialato.

    Abraço.

  25. Ha uma falsa impressão de que o governo prefere a PM a PC. O governo do Estado de São Paulo não prefere polícia alguma.

    Trata-se pura e simplesmente de dois fatores em conjuntura , o político e o meramente temporal .

    No campo político , a segurança pública tem apenas três aspectos .

    O primeiro é ter policiais al fardado na rua . O segundo é o atendimento 199 e o terceiro a confecção de BO.

    Para as duas primeiras tarefas é preciso contratar Pms . Para a última , basta deslocar pessoal da investigação .
    O Governo não prefere a PM, apenas exercita uma política em que está é útil .
    O segundo fator , temporal , diz respeito a quantidade de policiais civis em condicoes de se aposentar nos últimos anos . A PM terá em 2018 mais de 20.000 homens para se aposentar .

    Entre 1987 e 1989 a PM contratou a laço , ou seja estarão em condições de aposentar a partir deste ano .

  26. É o que sempre disse: A polícia militar só não toma conta de tudo no Estado por que seus integrante, na maioria, são muito burros. Vejam esse coronel. As licitações eram vencidas pela mesma empresa que por coincidência era dele estava instalado num muquifo que até um auxiliar de papiloscopista metido a investigador descobriria.

  27. joze carlos ioni disse:
    10/03/2017 ÀS 8:29
    TIRA VÉIO
    Voce esta totalmente equivocado nunca ganhamos 70% dos delegados nunca.A PF nunca ganhou 1 terço da civil.
    Venderam fumaça pra voce e voce comprou.
    Deve ser novato de polícia.

    O TIRA VÉIO está correto, para quem trabalhou na PC a mais de 20 anos atrás, sabe disso; Professores, Pessoal da Saúde, Serv. Gerais, etc, desconhecem.

  28. Só não acredito em mudanças, porque o Paulista AMA o PSDBosta, e não vejo a possibilidade de outro partido político assumir o gov. de sp.

  29. A maioria dos brasileiros já pôs a vida no F (foda-se), querem saber de grana a qualquer custo.

    A crise é de falta de moral do brasileiro, e não, das instituições.

    É desvio de merenda, licitações fraudulentas, na Educação, Saúde, Segurança, MP, Judiciário, e em todo órgão público e PRIVADO…………………………………….POR TANTO, A CRISE É DE FALTA DE MORAL DO BRASILEIRO.

  30. ESQUECI………………………….NOS TEMPLOS RELIGIOSOS, TAMBÉM….!!!!

  31. jose carlos ioni

    Meu amigo, ou você nunca foi Policial Civil, ou nunca foi Escrivão ou Investigador.

    Na década de 80, quando eu tentava concursos, prestei para a Federal e para a P.Civil, fui aprovado nos 2 e preferi a Civil por esses motivos que elenquei. (Salario da Federal 1/3 da Civil) e a Civil 70% do salário dos Delegados.

    O problema é que esquecemos o que passou, mas, te dou um exemplo bem próximo.

    A Defensoria Publica até ontem, ganhava menos que Delegados de Polícia e hoje, inicial de 18 mil. Coisa de 1 a 2 anos atrás.

    E mais, um pouco antes, até o final da década de 70, quem mandava e muito na P. Civil eram os Oficiais Administrativos você sabia disso? E controlavam tudo nas delegacias.

    Portanto, não comprei fumaça alguma e ninguém me falou nada, apenas vivi isso.

    Abraço

  32. Criticar é fácil, …….Ajudar, não…

    Sei que o povo AMA o PSDB, mas, tenho que discordar um pouco de vc irmão.

    O povo já não está mais aguentando esse partido, ou melhor, alguns políticos desse partido.

    Veja o Dória, é do partido, mas, é contra algumas posições dele e está muito bem cotado na opinião do povo, inclusive, é a favor da Polícia e já comentou sobre nosso salário.

    Já colocou o Alckimim em xeque pois estão querendo o nome dele para Governo do Estado ou até mesmo para a Presidência. ( o aluno superando o professor )

    Estou acompanhando as entrevistas de algumas personalidades, e todos são e estão perplexos com nossos salários e condições de trabalho.

    Portanto afirmo:

    A Polícia Civil NUNCA vai acabar e dias melhores virão.

    Abraço a todos.

  33. joze carlos ioni:

    TIRA VÉIO esta correto, só não me recordo da porcentagem, mas a distancia salarial entre o tira e o delegado era bem menor, a PF já ganhou menos que a PC/SP sim.

  34. Aqui em Araraquara não tem quinzena, zoologico ou outros benefícios ilegais…
    É salario “seco”…

  35. Quando prestei concurso para DELPOL-SP em 2001 o salário era de 2.500. O salário de DELPOL PF era de 2.700. Como as duas provas seriam no mesmo dia, optei por fazer o concurso da PC pois a diferença salarial era pequena e eu poderia permanecer em SP.

  36. Só faz polícia quem tá no vermelho , saldo negatrivo no banco. Os demais são os ladrões bem remunerados. E sem corrupto não se faz POLÍCIA! O governo sabe bem

  37. Noticia “carne de vaca”, já se tornou corriqueiro essa gente bandida, esses pulhas que tratam o dinheiro público como se fosse seu. Há muito isso acontece nessa instituição e pelo “andar da carruagem” vai continuar, devido à aguem ficar com a “devida” PARTE. Lamentável.

  38. Interesses eleitorais? Chuchu e seus trutas? Conversa mole. Mas nem o escândalo da merenda do Capez com MP, CPI, MPF e invasão de escolas e assembléia. Notícia furada. Por outro lado, ouvi um boato de um lote volumoso de coletes balísticos da PC que nunca foram usados e já perdeu a validade. Isto é Brasil!

  39. Jamiro

    A PC não será Fênix, pois não acabou e NEM vai acabar, portanto, ressurgir de que cinzas você está dizendo? Só se for a da cor da sua fucinheira e de sua farda que não sai de sua mente lavada pela sua escolinha de soldados. kkkkkkkk

    E que “virada de mesa” é essa que você diz?

    Iludir com argumentações pulhas e fantasiosas vem de vocês, porque, nós, enquanto Policiais Civis não temos nada a temer, simples assim.

    Tenho muitos amigos na PM, mas, nenhum do seu naipe, tenha certeza.

    Uns iguais a você, quando apresentam ocorrência em delegacias, geralmente quadradas, vem com aquela carinha de “me ajude ai pelo amor de Deus” e sabem que uma canetada de um DELEGADO DE POLÍCIA acaba com vossas vidinhas, medíocre alias.

    Perceba nobre mancebo, não é a Polícia Civil que quer atribuição da PM e sim o contrário.

    Não tenho desespero algum, até porque, acabei de me aposentar, e de resto, quem tem que aceitar não sou eu, tente ao menos pensar, sei que isso é muito difícil para alguns de seu naipe, mas, ao menos tente e destile seu veneno em outro, talvez em algum GCM ou Pirriu, porque em Policial Civil, suas palavrinhas não colam.

    Abraço por trás Jamirinho

  40. Tira Véio. Suas postagens me animam, pois traz esperanças aos tiras mais novos. Espero que suas declarações se concretizem.

  41. ANTONIO TEDESCO NUNES (10/03/2017 às 15:32)

    tira veio
    mostre para todos holerite de TIRA ganhando 70% de DELEGADO
    Ai eu tambem vou achar que voce não comprou fumaça

    Antonio, se é mentira do Tira Veio, então vou mentir também.

    Porque eu não tenho certeza de 70%, talvez um pouco menos, talvez um pouco mais.

    Mas existia a proximidade salarial, sim, entre delegados, escrivães e investigadores.

    Depois a coisa foi ficando estranha e hoje há esse quadro bizarro salarial na PC. Além de ser baixo para todas as carreiras, ainda temos escrivão e investigador, carreiras de nível superior, ganhando menos que perito.

    Escrivão faz o trabalho de delegado e ganha como sargento da PM. E o pior é que não é piada.

    E, sim, antigamente, o PC ganhava muito mais que um PF em qualquer carreira.

  42. Tira Véio

    levou tanto tempo para escrever aqui para falar “asneiras” ?

    Aliás, para um suposto “Tira Véio” vc é bem otimista, ou então trabalha num departamento com muitos funcionários (e funcionárias) com escala decente.

    Faça uma visita aos DP´s de sua região e verifique quantos PC´s há na escala, se há impressora, tinta etc.

    Agora, SE trocar o comando do governo de SP, aí eu concordo contigo que seja uma luz no fim do túnel.

    Mas nesse estado Tupiniquim, o zé povinho acredita em Globo e Veja. Resultado: PSDB reeleito no primeiro turno.

    E outra, onde o Dória falou sobre nosso salário? Lembre-se que para se eleger ou reeleger, promessa é o que não falta.

  43. E NUNCA VI UM DELEGADO ESPECIAL GANHAR 100 E UM TIRA ESPECIAL GANHAR 70.
    SEMPRE FOI DE 2 A 3 VEZES MAIS PARA O DELEGADO.

    TIRA VEIO
    JUSTIÇA

    VOCES ESTÃO TOTALMENTE ENGANADOS COMPRARAM FUMAÇA SIM

  44. na decada de 70/80 delegado federal era alugado do estado e quem nomeava era o coronel passarinho ministro da justiç
    dos governos militares . é mentira terta

  45. Qual a novidade? A Diretoria de Finanças da PM foi, é, e sempre será, uma caixa de pandora.Nem o Tribunal do Faz de Contas põe a mão. Mas na nossa casa também ocorreram falcatruas, lembrem-se das licitações do DIPOL com Black Bee, Ebiz Solution, etc.
    Onde tem licitação, tem LADRÃO.
    O TC E e o MP não pegam porque não querem.

  46. Essa historia ja vem se arrastando a anos e estranhamente alguns segmentos da mídia, principalmente a globo se negavam a ´publicar , pois os envolvidos eram oficiais da pm escolhidos a dedo pelo desgovernador bosta do pccsdb picolé de chuchu. E o que mais me causa estranheza é que desde quando oficial da pm tem prerrogativas de magistrados, de mesmo acusados de crimes e presos não perdem seus soldos da reserva. Isso me cheira a cala boca. Segura a bronca, aposenta que eu e dou sua aposentadoria integral. PM é mesmo trouxa , ate os estrelados, kkkkkkk

  47. Antônio Tedesco Nunes, mario ruiz martz. e ao respeitável Ciclo Completo e Carreira Única

    Aos 2 primeiros, infelizmente vocês com certeza não acompanharam ou não procuraram se informar e lhes direi:
    Até o governo Franco Montoro, o qual os Delegados achavam que iriam ficar em uma pior pois ele era do partido de “esquerda”, a diferença salarial entre Delegados e Investigadores e Escrivães era essa que lhes informei.
    Portanto, até o final do governo de Jose Maria Marin.

    Dos que imaginavam ser um retrocesso na carreira dos Delegados e dos Funcionários Policiais, tiveram que dar a cara a tapa, pois, além dele valorizar financeiramente a Carreira dos Delegados, distanciando a tal diferença de 70%,(foi o inicio),
    pagou em pecúnia todas as licenças Premio e férias acumuladas a esses funcionários.(Policiais em geral).

    Acham que irei colocar holerith meu aqui? Me poupem né rapaziada. Além do que, teria que ter também de algum Delegado para comprovar.
    Lembrem-se, ninguém é obrigado a acreditar em nada, eu vivi essa fase e me basta.

    Acredito serem novatos na polícia, pois, os novatos, com algumas e raras exceções, acreditando eu que escutaram na Acadepol, que os Antigões não sabem de nada.

    Portanto, os PF’s ganhavam muito, mas, muito menos que Investigadores e Escrivães de Polícia de SP.

    Ao Ciclo Completo.

    Asneiras irmão?

    Pegou pesado, mas, vamos lá.

    Acabei de me aposentar, portanto, estou fresquinho ainda para falar da nossa Policia Civil, lembrando, que oficialmente ainda estou na ativa, pois, como acredito que saiba, após o protocolo da aposentadoria, enquanto não publicar, o funcionário tem que cumprir 90 dias trabalhando, e não o sendo, ele vai pra casa e aguarda sua publicação. (estou ainda nessa).

    Portanto amigo, não sou um suposto Tira Véio.

    Sou realista sim e otimista também, e te reafirmo a Policia Civil NÃO vai acabar e será sim novamente reconhecida, é só aguardar.

    Quanto ao Dória, de fato não me lembro exatamente qual foi a entrevista que ele mencionou o que afirmei, mas, me comprometo a procura-la e repassarei a você.

    Acompanhando as entrevistas, uma que me deixou até perplexo, foi a da Desembargadora Dra. Ivana que frisou bem que a Justiça depende dos excelentes trabalhos DESENVOLVIDOS pelos DELEGADO DE POLICIA E DOS INVESTIGADORES, e que sem esses não tem como se fazer justiça, dizendo ainda que a PM tem que fazer apenas o trabalho dela e fim, tudo em conformidade com a Constituição.(resumindo em poucas palavras o que ela disse).

    Perceba que já estão vendo (Autoridades) as mazelas e descasos em que passa nossa instituição e que não poderá continuar do jeito que está.

    Não trabalhei em departamento “macetoso” não e só para seu conhecimento, esses 4 últimos anos na ativa, trabalhei em uma Central de Flagrantes com vários meses em 4 equipes. Você sabe o que é isso? Se sim, nem preciso falar mais nada, e ao contrario do que diz, lá não me recordo de faltar material de expediente, faltava sim, tempo para fazer tudo o que tínhamos que fazer, mas, dávamos conta.

    No mais, sorte a todos, são os meus sinceros votos.

  48. Senhores

    Não sei quem comprou fumaça, das testemunharei de forma pessoal fato com minha pessoa, não me recordo ao certo se no ano de 1987 ou 88, não estou bem certo, já na Policia Civil de São Paulo, me inscrevi e fiz concurso para Agente Federal, a exigencia de escolaridade era 2º grau, assim como aqui, creiam ou não, aí vai de cada um, mas o salario para Agente Federal era sim uns couros de rato a menor que o do Investigador, coisa pouca, não chegava a centena!
    O grande problema é que quando houve a posse, todos os aprovados seriam lotados para os fundões do Brasiil, sem perspectiva de retorno, então entre prós e contras, escolhi permanecer onde estava.
    Quem era solteiro e foi, FEZ A BOA!

    C.A.

  49. Senhores

    Não sei quem comprou fumaça, das testemunharei de forma pessoal fato com minha pessoa, não me recordo ao certo se no ano de 1987 ou 88, não estou bem certo, já na Policia Civil de São Paulo, me inscrevi e fiz concurso para Agente Federal, a exigencia de escolaridade era 2º grau, assim como aqui, creiam ou não, aí vai de cada um, mas o salario para Agente Federal era sim uns couros de rato a menor que o do Investigador, coisa pouca, não chegava a centena!
    O grande problema é que quando houve a posse, todos os aprovados seriam lotados para os fundões do Brasiil, sem perspectiva de retorno, então entre prós e contras, escolhi permanecer onde estava.
    Quem era solteiro e foi, FEZ A BOA!

    C.A.

  50. Tira Veio, estou exatamente igual a você, só que sou “Escriba Veio!” Você está coberto de razão e os dois senhores senhores que o questionário, sobre a equiparação de 70% dos Delegados, aos Tira e Escrivães, são de fato, Delegados, percebe-se pelo ego inflamado e essas altura também estou c. é andando! Quanto ao senhor Círculo Completo, é PM, se não for, pela vasta erudição, vai ser promovido a tal! k

  51. tira veio, trabalhei no lixo no luxo e na merda da policia tudo acertado
    fui afastado na lei 114/14,to brigando pela classe especial tinha 4 anos
    sabe quando vai acabar a civil,? quando mudar a constituição e quando
    tiver concurso pra qualquer carreira lota de pm.fazendo o concurso usar
    farda é uma merda lavagem cerebral direto e reto. o pessoal entra pra
    esperar um concurso melhor mas policia esta no sangue depois que
    entra so sai na marra e vira péscador. fuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

  52. Verdade colegas, mas, tem de tudo mesmo nesse blog, fazer o que não é mesmo!

    No mais, vamos levando e aguardando ventos melhores, e tenham certeza, virá!

    “Tá brincando”
    Também trabalhei assim, no luxo e no lixo, diga-se de passagem, mais no lixo rsrsrsrsr, mas, estamos vivos para contar nossas estórias.

    jfrank

    Somos sofredores igual, mas, “tamos” aí né irmão, ao menos vivos e aposentados.

    Paguei meu veneno principalmente nos últimos anos, mas, consegui 7 quinquênios e a Cl Especial. Valeu!

    Sorte a todos!

  53. Ahhh. o exescravão disse algo que havia me esquecido.

    Os Peritos ganhavam igual os Investigadores e Escrivães

  54. Jfrankc

    Sou tira, sinto em lhe informar.

    Tira Véio

    Vc é o único “véio” otimista. Pois todos os 30anos+ da PC que conheço são pessimistas (e , a meu ver, realistas).

    O que nos salva hoje é tão somente o art 144 da CF.

  55. TA BRINCANDO

    Você também me lembrou de algo.

    Um dos superintendentes da Polícia Federal foi emprestado pelo Estado, o Dr. Romeu Tuma, daí é que começou efetivamente a ascensão pecuniária e reconhecimento da Policia Federal.
    Bem lembrado Tá Brincando.

    Será que vão discordar disso também?

  56. Ninguém precisa sentir em me informar algo, até porque tenho imensa satisfação em conversar com os colegas tiras.

    Sou otimista sim, e os antigos que não o são, geralmente são denorex, entende né.

    Mas, seremos reconhecidos sim, aguardem.

    No mais, todo mundo é salvo por algum art. da nossa carta magna. Nós, a Pm e o MP também, portanto, qual a diferença.

    E quanto a alguns antigos a seu ver serem realistas, é que não conseguem enxergar um palmo a frente do nariz.

    Abraço

  57. COLEGA TIRA VÉIO, BOA NOITE ! COM RELAÇÃO AO SEU EXPOSTO, LEMBRO MUITO BEM QUE EM 1982, EU TRABALHAVA NO PLANTÃO DO 4º D.P./CONSOLAÇÃO E RESIDIA A DUAS QUADRAS DO D.P., MAIS PRECISAMENTE NA RUA MARTINHO PRADO ESQUINA COM A RUA AUGUSTA. PRESTEI CONCURSO PARA ESCRIVÃO DA P.F., LOGRANDO ÊXITO EM SER APROVADO. NA ÉPOCA, COMO JÁ COMENTEI ANTERIORMENTE NESTE CONCEITUADO SITE, CONSULTEI O DELEGADO DO MEU CARGO, O INESQUECÍVEL DR. JOSÉ CARLOS GOMES, O QUAL ERA PROFESSOR NA ACADEPOL. INCONTINENTE, ELE ME ACONSELHOU À PARTIR, OU SEJA, SAIR FORA, QUESTIONANDO-O NO SENTIDO DE QUE NA CIVIL O SALÁRIO ERA MAIOR E QUE EU TINHA QUE IR PARA BRASÍLIA, PARA O RESPECTIVO CURSO, ELE INSISTIU PARA QUE EU FOSSE, MAIS DIANTE DAS CIRCUNSTÂNCIAS JÁ CITADAS, OPTEI POR NÃO IR, O QUE ME ARREPENDO ATÉ OS DIAS ATUAIS. AGORA COM RELAÇÃO À DIFERENÇA SALARIAL ENTRE MAJURAS E ESCRIVÃES/TIRAS NÃO ME LEMBRO MUITO BEM. UM GRANDE ABRAÇO…

  58. Estou profundamente arrependido de não ter prestado o concurso pra motorola do MP. Salario inicial maior, mais quinquênios e sexta parte, estaria ganhando, pelo menos, milzão a mais. Já que a nossa aposentadoria especial vai pro espaço, não teria nada a perder.

  59. Vem aí a anistia ao caixa 2. Um insulto a todo cidadão honesto deste país. Invocaram até uma passagem da bíblia para justificar o injustificável. Cadê o panelaço? Cadê o povo nas ruas? Senhores juristas patriotas do impeachment saiam da toca e terminem o que começaram!

  60. Independente da carreira, da Polícia que pertença, vamos acordar para uma coisa: a bandidagem está tomando conta de tudo, bem armados e organizados e encaram qualquer um que impedir seu objetivo. A PM, quando perto de comunidades, deve ter ordem para nao fazer absolutamente nada, mesmo com flagrante na mão, evitando-se assim um confronto com moradores e a bandidagem. A maioria delas lotadas de veículos roubados onde o tráfico rola solto e nada é feito para impedir isso. Houve uma explosão à caixa eletronico no Guarujá/SP, nesta madrugada, onde os PMs foram recebidos a tiros de fuzil, ainda levaram dinheiro e conseguiram fugir, graças à Deus que ninguem foi atingido. Percebe-se que, em alguns lugares de SP, ninguém se mete com bandido. Logo, se bobear, nao haverá mais nenhuma das duas polícias em operação. De quem é a culpa dessa situação caótica em que se encontramos????Todos nós, policiais e a população????

  61. jefão escrivão da dise de araraquara;
    “Aqui em Araraquara não tem quinzena, zoologico ou outros benefícios ilegais…
    É salario “seco”…”
    Meu caro, o interior é que vem elegendo o governador, votam no homem, depois reclamar do que?

  62. ANTONIO TEDESCO NUNES:
    Vamos supor que alguém ache um holerite antigo, meu amigo, caso não seja de sua época, passamos por tantos planos econômicos, varias moedas, ficaria difícil tal avaliação, mas acredite ou não , o salário da PC/SP já foi maior que o da PF, e com relação a disparidade entre os vencimentos do tira e o delegado já foi menor e isso não precisa ir tão longe no tempo.

  63. VERDADE
    MUNCA 70% NO MININO UMA VEZ E MEIA
    EM 1985 PASSEI PARA TIRA EM 1987 ABRIU CONCURSO PRA PF E JA CANHAVA BEM MAIS QUE TIRA,NAO NESSA PROPORÇAO DE HOJE MAS UNS 40% AMAIS JA EM 1987.
    ABS

  64. os tira boca de porco piram ao saber que nunca conseguiram tal façanha……………..sobrou só os traficantes proseis kkkkk

  65. alguém saberia informar porque a polícia federal ganha tão bem hoje? que tipo de investigaqções ela faz para ser tão bem remunerada? Será que nunca fizeram greves, operações padrão ? Será que os “tiras” e “escrivães” nunca “bateram de frente com a autoridade por conta de salários e atribuições? e, ao contrário…as mesmas perguntas para o pessoal da PC-SP….

  66. SR. ” jannone !, EU PARTICULARMENTE SOU ANTI-PETISTA, MAIS INDEPENDENTE DE TODA ESSA CELEUMA QUE DIUTURNAMENTE OCORRE EM TODO PAIS, AFIRMO SE EVENTUALMENTE METADE DESSE TEMPO OCUPADO PELO P.S.D.B, NO GOVERNO DE SÃO PAULO, TIVESSE O LULA COMO GOVERNADOR, SEM SOMBRA DE DÚVIDAS HOJE OS COMPONENTES DA P.C.ESTARIAM AUFERINDO UM SALÁRIO MAIOR DO QUE A PRÓPRIA P.F. UM ABRAÇO…

  67. fernandinha trolha, sobraram os puliça da pm intam. óia ai fernnadinha.

  68. Concurso para PF (agente) antigamente = primeiro-grau; PC- SP, segundo grau (investigador); sd PM antigamente cair no gancho apenas e saber assinar o nome. Lamentável.

  69. A Policia Federal só deu uma grande guinada, quando o governo Fernando Henrique,receosamente, resolveu dar um up-grad na instituição. O motivo: a PF consciente de suas atribuições e poder,aliado a uma possível greve,fez chegar aos políticos uma gama de investigações sobre eles,que simplesmente daria muito dor de cabeça aos canalhas políticos vigentes na época.Diante desse argumento,vamos dizer “irresistível”,surgiu a nova PF.Ela por sua vez,pacientemente esperou o seu fortalecimento e hoje é essa intituição respeitada pelo público e temida pelos ladravazes que infestam a política brasileira. Oxalá,um dia isso ocorra na nossa combalida Polícia Civil de São Paulo,afinal sonhar ainda é permitido.

  70. Delegado e três policiais civis de Taubaté são condenados à prisão
    Condenação é no processo que investiga envolvimento deles com tráfico. Eles podem recorrer em liberdade; condenações são por tráfico.

    Resumindo….lixo tem de sobra nas duas polícias….
    Lixo é Lixo….independente de instituição, cargo, função. .

  71. Aparecido Loureiro Janonne
    A PF ganha bem porque sao poucos e nao sao atrelados as forças armadas.
    Aqui em Sao Paulo a PC é atrelada a meganha se o governo der 10% de aumento para a civil vai ter que dar tambem para a meganha sendo mais de 170.000 policias incluindo inativos.
    abç

  72. Só sei que ha mais de 25, 30 anos ninguém queria ser policial, servidor.
    Teve um concurso de investigador nesses anos que reduziram a nota de corte para 40%.
    Era sinônimo de encostado, relaxado, sem perspectiva.
    Quem havia feito o 2 grau queria trabalhar em multinacional, banco, pois ganhava mais.
    Curso superior era luxo; poucas faculdades e muito caras.
    Quem não conhece qualquer PC de qualquer carreira que ingressou antes de 90 que mal sabe escrever, falar.
    Temos um amigo escrivão aqui que representa bem isso.
    Abc

  73. Lembro que há 32 anos atrás, quando ingressei na polícia como Investigador, meus vencimentos geravam em torno de 10 salários mínimos. Hoje, no topo da carreira, seis quinquênios e tal, não ganho perto de 7 salários mínimos por mês. Uma vergonha mesmo. Sobre o tópico quero só informar que, se o tal Tenente Coronel for condenado por fraude em licitações, quadrilha e outros crimes mais, pela legislação imbecil que protege a casta dominante, somente irá perder um posto, ou seja, será agraciado com a aposentadoria na patente de MAJOR. Só isso e mais nada. Isso acontece com um monte de gente por esse país afora (Juízes, Desembargadores, Ministério Público, Forças Armadas, Polícia Militar – somente os graduados, Conselheiros dos Tribunais de Contas, etc.). Quando é que o povo brasileiro vai criar vergonha na cara e começar a exigir justiça, isonomia e igualdade?

  74. Senhor True

    Pelo visto o senhor fala de ouvir dizer, entrei para a Policia Civil na década de 80, governador Montoro, para provar o que digo, basta procurar o D.O. que tenho guardado entre minhas tralhas, gente antiga tem bastante, vai acumulando.
    Disputei uma das 135 vagas oferecidas com nada menos que 60 mil inscritos, para o exame, utilizou-se todas as salas da Academia e também dos prédios das Faculdades da USP, no dia foi uma loucura, foi dividido pela letra inicial do nome, a letra J usou predio de duas faculdades, apenas para exemplificar. O senhor deve ter se confundido com outra Policia, talvez em outro Estado. Saliento que no nosso meio, inclusive hoje, há funcionários com elaboração de texto sofrivel, basta reparar nos comentários dos supostos Policiais. Em minha turma na academia, apenas eu e mais dois não possuiam graduação universitária, portanto meu caro senhor, se informe!
    E antes de mais nada, naquela época o aluno na escola tinha que passar de ano, não era empurrado!
    Com o advento da eleição do Sr. Quércia e da Politica do Governo Federal, por conta do gatilho salariai que nos foi sonegado,nossos ganhos defasaram bastante. Mesmo assim, a concorrência para o Cargo de Investigador sempre foi grande e maior que para as outras carreiras. Quando na epoca do Fleury, se regionalizou os concursos, ai sim, em algumas regiões industrializadas e com grande oferta de trabalho, a concorrência foi menor, mas não ao ponto degradante que o senhor comenta .
    Não se trata de reprimenda, apenas de informação prestada por quem viu, foi, é, viveu e vive no meio.

    É o que penso

    C.A.
    .

  75. Lembrando, todo mundo se diz investigador, mas, eles prestaram concurso público para tal?

  76. C.a
    Não vou citar o concurso especifico, foi no final da década de 80.
    Posso citar alguns nomes desse concurso, e pelo site da imprensa oficial, buscar pelo nome e atestar o que estou falando sobre a nota de corte.
    A minha intenção e mostrar que os tempos são outros, ate cursos preparatórios quase não existiam, com exceção da afpcesp do falecido hilkias.
    Inclusive um dos últimos certames a nota de corte foi 50%, não atingindo 18000 inscritos para mais de 1500 divulgadas, se não me falhe a memoria.
    E outra, ha optantes da forca publica, inspetores de diversões publicas que hoje são investigadores.
    Não ha qualquer brilhantismo em ser PC; seja de qualquer carreira. Apesar da pc estar acababdo, delegado ainda goza de
    algum prestigio.
    Mas nada equiparado a ser juiz, promotor, auditor fiscal.
    Meu irmão foi investigador ha mais de 30 anos, saiu pois foi para outro estado e reclamava das condições de trabalho e salario. Falava ainda da época do laco, que você deve se lembrar.
    Nada do que postei e mentira; basta ir atrás para verificar a veracidade ou não; qualquer homem médio consegue fazer isso.
    Abc

  77. Anterior ao ano de 2000, já não havia mais optante da Guarda Civil ou Força Publica!

  78. Com o intuito de aumentar seu conhecimento, para a Policia Civil, vieram os Guardas com menor , aos outros foi prometido posto de Oficial na PM e estes, aposentaram com posto de Oficial Superior, foi omitido intencionalmente aos praças da Força Publica, a possibilidade de opção, todos acabaram incorporados pela PM.
    Destes, os que particularmente conheci, no inicio dos anos 90 já possuiam condições para aposentadoria.

    C.A.

  79. Inclusive, na 5ª classe, sem nenhum penduricalho atual, meu vencimento girava em torno de dez salarios minimos, claro que pelos motivos explicados anteriormente, isso depreciou.

    C.A.

  80. Imagino, que pela ênfase da certeza que o senhor expõe, de certo foi um dos beneficiados com a tal nota de corte!

    C.A.

  81. Ah sim, senhor estava me esquecendo, a “Lenda do Laço” era em outra Policia e ocorria na Av. Cruzeiro do Sul!

  82. O senhor me fez lembrar, realmente, na época do Governador Maluf, o salario do funcionalismo em geral despencou, sendo recuperado de forma generosa pelo seu sucessor!

    C.A.

  83. True
    “ha optantes da forca publica, inspetores de diversões publicas que hoje são investigadores”
    Meu caro esta completamente errado , NÃO houve opção para integrantes da força pública em 1969 com a criação pelo governo militar ditatorial da PM, só aos guarda civis foi dada a opção, os integrantes da força pública virarão PM.
    No caso os inspetores da Guarda Civil Estadual: que optaram pela PM integraram a carreira do oficialato , já os optantes pela PC integraram a carreira de investigadores.
    No Estado de São Paulo foi através do DECRETO-LEI N. 217, DE 8 DE ABRIL DE 1970

  84. Os integrantes da força pública se tornaram PM, só aos guardas civis foi dado o beneficio da escolha, os inspetores que optaram pela PM forma como oficiais e os que optaram para PC forma como investigadores.

  85. DECRETO-LEI N. 217, DE 8 DE ABRIL DE 1970
    Artigo 4.º – O aproveitamento e a integração dos atuais componentes da Guarda Civil de São Paulo, de que trata o artigo anterior, far-se-ão mediante classificação nas Unidades Administrativas da Policia Militar do Estado de São Paulo, com as denominações dos postos e graduações desta e os respectivos padrões numéricos e referência s, na seguinte conformidade:
    I – No quadro de Policiamento e Guarda:
    a) no pôstto de Coronel, “P 7”, até 3 (três) cargos de Inspetor Chefe Superintendente Geral, “P.7”;
    b) no pôsto de Tenente Coronel, “P.5”, até 9 (nove) cargos de Inspetor Chefe Superintendente. “P.5”;
    c) no pôsto de Major, “P.4”, até 17 (dezessete) cargos de Inspetor Chefe de Agrupamento, “P.4”;
    d) no pôsto de Capitão, “P.3”, até 87( oitenta e sete) cargos de Inspetor Chefe de Divisão, “P.3”;
    e) no pôsto de 1.º Tenente, “P.2”, até 183 (cento e oitenta e três) cargos de Inspetor, “P.2”;
    f) no pôsto de 2.º Tenente, “P.1”, até 409 (quatrocentos e nove) cargos de Subinspetor, “P.1”;
    g) na graduação de 1.º Sargento, «Referência 37», até 1.449 (hum mil quatrocentos e quarenta e nove)cargos de Guardas Civis de Classe Distinta, “Referência 37”;
    h) na graduação de 2.º Sargento,«Referência 35», até 1.438 (hum mil quatrocentos e trinta e oito)cargos de Guardas Civis de Classe Especial, «Referência 35»;
    i) na graduação de 3.º Sargento, «Referência 32», até 2.744 (dois mil
    setecentos e quarenta e quatro)cargos de Guardas Civis de 1.ª Classe,«Referência 32»;
    j) na graduação de Cabo, «Referência 27», até 4.166 (quatro mil cento e sessenta e seis) cargos de Guardas Civis de 2.º Classe, «Referência 27»;
    l) como Soldado – PM, «Referência 22», até 5.284 (cinco mil duzentos e oitenta e quatro) cargos de Guardas Civis de 3.ª Classe, «Referência 22»;
    II – No quadro de serviços auxiliares:
    a) Corpo Musical
    1. no pôsto de Capitão, «F. 3», 1 (um) cargo de Inspetor Chefe Regente «P.3>>;
    2. no pôsto de 1.º Tenente, «P.2», 1 (um) cargo de Inspetor Contramestre, «P.2»;
    3. no pôsto de 2.º Tenente, «P. 1», até 6 (seis) cargos de Subinspetor Solista, «P.1»;
    4. na graduação de 1.º Sargento, «Referência 37», até 50 (cinquenta) cargos de Guardas Civis de Classe Distinta Músicos, «Referência 37»;
    5. na graduação de 2.º Sargento, «Referência 35», até 50 (cinquenta) cargos de Guardas Civis de Classe Especial Músicos, «Referência 35»;
    6. na graduação de 3.º Sargento, «Referência 32», até 90 (noventa) cargos de Guardas Civis de 1.ª Classe Músicos, «Referência 32»;
    7. na graduação de Cabo,«Referência 27»;, até 10 (de) cargos de Guardas Civis de 2.ª Classe Músicos, «Referência 27»;
    b) Enfermagem do Serviço de Saúde:
    1. no pôsto de Capitão, «P. 3», 1 (um) cargo de Inspetor Chefe Enfermeiro, «P.3»;
    2. no pôsto de 1.º Tenente, «P.2», até 2 (dois) cargos de Inspetor Enfermeiro,«P. 2»;
    3. no pôsto de 2.º Tenente, «P. 1», até 3 (três) cargos de Subinspetor Enfermeiro, «P.1»;
    4. na graduação de 1.º Sargento, «Referência 37», até 10 (dez) carços de Guardas Civis de Classe Distinta, Auxiliar de Enfermagem, «Referência 37»;
    5. na graduação de 2.º Sargento, «Referência 35», até 12 (doze) cargos de Guardas Civis de Classe Especial, Auxiliar de Enfermagem, «Referência 35»;
    6. na graduação de 3.º Sargento, «Referência 32», até 16 (dezesseis) cargos de Guardas Civis de 1.ª Classe, Auxiliar de Enfermagem, «Referência 32»;
    7. na graduação de Cabo, «Referência 27», até 18 (dezoito) cargos te Guardas Civis de 2.ª Classe, Auxiliar de Enfermagem, «Referência 27»;
    8. como Soldado – PM, «Referência 22», até 20 (vinte) cargos de Guardas Civis de 3.ª Classe, Auxiliar de Enfermagem, «Referência 22»;
    c) Capelães
    1. no pôsto de Major, «P. 4», 1 (um) cargo de Inspetor Chefe de Agrupamento, Capelão «P.4»;
    2. no pôsto de Capitão, «P. 3», até 2 (dois) cargos de Inspetor Chefe de Divisão, Capelão. «P.3»;
    Parágrafo único – Ficam extintos os cargos pertencentes à Guarda Civil de São Paulo que estiverem vagos na data da publicação deste decreto-lei.
    Artigo 5.º – É criado o Quadro Especial de Policiamento Feminino, no qual ficam enquadradas as componentes da Superintendência da Policia Feminina, com denominações dos postos e graduações desta e respectivos padrões numéricos e referências na seguinte conformidade:
    I – Inspetora Chefe Superintendente, P-5 – Tenente Coronel, P-5;
    II -Inspetora Chefe de Agrupamento, P-4 – Major, P-4
    III – Inspetora Chefe de Divisão, P-3 – Capitão, p-3; <
    IV – Inspetora, P-2 – 1.º Tenente, P-2;
    V – Subinspetora, P-1 – 2,º Tenente, P-l;
    VI – Policial Feminina de Classe Distinta, «Referência 37» – 1.º Sargento, «Referência 37»;
    VII – Policial Feminina de Classe Especial, «Referência 35» – 2.º Sargento, «Referência 35»;
    VIII – Policial Feminina de 1.ª Classe, «Referência 32» – 3.º Sargento, «Referência 32».
    Artigo 6.º – Os atuais médicos, dentistas e demais funcionários do quadro da Divisão de Saúde da Guarda Civil, ficam aproveitados no Serviço de Saúde da Policia Militar do Estado de São Paulo, mantida sua condição de servidores públicos civis e assegurados os direitos e vantagens de que eram titulares na corporação extinta.
    Artigo 7.º – Fica criado, na Secretaria da Segurança Pública, o «Quadro, em Extinção, da Guarda Civil de São Paulo», a ser integrado pelos componentes da corporação extinta, que por êle optarem, nas seguintes condições:
    I – o direito de opção deverá ser exercido dentro de dez dias da publicação dêste decreto-lei, mediante requerimento dirigido ao Secretário da Segurança Pública;
    II – enquanto em atividade, o optante permanecerá no quadro em extinção, na mesma situação funcional em que se encontrava na corporação extinta, sem direito a promoções ou a obtenção de qualquer outra vantagem decorrente da carreira ou da função que exercia;
    III – o optante, uma vez integrado no quadro em extinção, será distribuído pelos órgãos da Administração, segundo a conveniência do serviço público e de acôrdo com suas aptidões.

  86. voltando ao foco do tópico, em matéria de delação premiada, alguém tem mais noticias da lava jato com relação das delações do nosso ex governador José Serra?

  87. Sabe como é, este povo com prerrogativa de foro, acaba embolando o meio de campo!

  88. sr True
    “ha optantes da forca publica, inspetores de diversões publicas que hoje são investigadores.”
    Os inspetores optantes que são hoje investigadores na PC são oriundos da Guarda Civil Estadual, e os que optaram pela PM são oficiais.
    É só ver o decreto- lei de criação da PM que postei.

  89. Senhor Justiça

    Convenhamos, um recruta da FP, hoje contaria com no minimo 38 anos de serviço prestado, isso sem contar tempo fora, e miseravelmente 64 anos de idade!

    C.A.

  90. C.A:
    Sim também acredito que todos os guardas civis que foram para PM estejam na inatividade hoje, se caso houver alguém ainda na ativa será PC.

  91. Os coronéis, e os de outras patentes que são eleitos deputados fazem parte do PSDB. Assim como alguns membros do MP que são eleitos deputados e se envolvem com licitações em merenda escolar. Então, tudo isso será esquecido e arquivado em breve.

  92. C.A e Justiça

    Boa noite irmãos.

    Só lembrando, os últimos optantes que vieram para a P.C. saíram nessa ultima leva dos 65 anos, portanto, acabou. Graças a Deus!

    Lembrando, que os que chegaram à Classe Especial, muito pouco deles, eram Cl. Especial temporários, portanto não levaram na aposentadoria.

    C.A.,

    Só discordo de você quanto ao sucessor do Maluf ter recuperado nosso salário de forma generosa, pois foi o José Maria Marin que não nos deu nada.
    Depois veio o Franco Montoro que esse sim nos ajudou, lembra? Nos pagou todas a Licenças Premio e férias atrasadas em pecúnia, que para mim não adiantou muito, mas, confesso, ajudou pois eu era de 84 portanto tinha apenas 2 férias pendentes.
    Lembro ainda que o que recebi, 2 férias, era o valor de 30% do valor de um voyage zero que comprei.
    Nos deu algum aumento e um pluz a mais para os Delegados.

    Após veio o Quércia que começou a comprar algumas Vtr’s a mais e abrir o dobro das delegacias, inclusive abrindo em favelas para fazer política, o que nos ferrou de vez, pois o efetivo era o mesmo, só que divididos ao meio, e o salário caindo.

    Depois veio o Fleury que acabou de nos ferrar, pois, nosso salario base era menor que o salario mínimo na época.
    Lembrando ainda, que só dias antes de sair do governo, em Dezembro de 94, dobrou nosso salário, o que ainda não chegava ao nosso patamar antigo (10 salários mínimos), mas não por reconhecimento, apenas para ferrar o Mario Covas que assumiu em Janeiro de 95 ter que pagar a conta.

    Dai pra frente, já sabemos no que deu e está dando.

    Abraço

  93. TIRA VÉIO
    Realmente o Fleury acabou de afundar nosso salario deu aproximadamente 112%, parcelado, só para ferrar o Covas, que também não nos ajudou em nada.

  94. Senhor Tira Veio

    O Senhor Marin, era o vice de Maluf, que afastou-se para tentar a presidência, lembra-se?
    O sucessor foi o Montoro.

    C.A.

  95. Não só lembro do ex-Capitão, ex-Promotor, como lembro também do RETP de 340%. Tinha também um adicional que não lembro o nome, e depois criado outro, acho que AOL e AlE se não me engano. Tempos negros para nós funcionarios, talvez não tenha me expressado a contento, mas realmente, foi o Sr. André Franco Montoro que trouxe-nos a dignidade salarial.
    Quanto as tais delegacias criadas pelo Sr. Quércia, há delas que nem construida foi!
    Nosso grande problema sempre foi este, somos uma Policia de Governo e não de ESTADO, dentre nós, não houve sequer uma cabeça pensante que conseguisse modificar este status, a Federal conseguiu em passado proximo, com seus méritos!
    Embora as finalidades e atuações entre as duas não se assemelhem, numa coisa temos que nos espelhar, a UNIÃO E ORGANIZAÇÃO DOS AGENTES. A greve deles, só afeta quem precisa de passaporte, atualmente o registro e porte de armas, autorização para material explosivo, fronteiras e portos, estas coisas, que não são sentidas pela população em geral, mas fizeram uma atuação MIDIÁTICA FANTÁSTICA DE SEUS MOVIMENTOS.

    é o que penso

    C.A.

  96. Rapaz, agora viajei longe, lembrei do voyage, 3 Policiais e 1 preso, lembra daquela coisa?

  97. Outra perola do ex governador Fleury, foi a equiparação dos salários da PM com a PC que só em 2001 ou 2002, não me recordo, foi declarado inconstitucional, isso ajudou bem a desvalorizar a PC/SP, os investigadores e escrivães, na classe inicial, que ganhavam aproximadamente como um 2º tenente da PM começaram a ganhar igual a um sargento, e os oficiais foram equiparados a delegado.

  98. É meus irmãos……..

    Só quem viveu essa época pode falar com propriedade.

    C.A. Lembro do Voyage sim como também dos opalas com as meninas rodando, lembra?
    Só esqueci o nome que davam aquelas rondas policiais, principalmente na 3 seccional. Tinha o nome de um seriado de tv. rsrsr muito bom.
    4cc a álcool, nem com reza brava pegava em manhã fria.

    E qto ao Marim, sei que foi o vice de Maluf, mas, ficou pelo menos 1 ano como governador e nada fez por nós também.

    Acho que ele renunciou por causa de broncas, lembra? PAULIPETRO, compra da LIGHT hoje Eletropaulo, Vasp………

    E não foi para disputar Presidencia da Republica não, se candidatou para deputado Federal e ganhou com expressiva votação.(O mais votado do pais)

    Agora, DECEPCIONADO, você lembrou bem, foi isso ai mesmo.

    Abraço irmãos.

  99. Ementa:
    Altera os arts. 21, 22, 42 e 144 da Constituição e o Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) para federalizar os órgãos de segurança pública.

    Explicação da Ementa:
    Federaliza a segurança pública, incorporando as polícias civis à Polícia Federal, unificando as polícias militares em uma Polícia Militar da União e unificando os corpos de bombeiros militares em um Corpo de Bombeiros Militares da União.

    PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO nº 6, de 2017 VOTE NO LINK, SIM ou não.

    http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/128200

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