Polícia Militar abre 74 vagas para oficiais médicos: R$ 6.458,57 por 20 horas semanais 51

Polícia Militar de São Paulo abre concurso para 74 vagas

Oportunidades são para médicos. O salário é de R$ 6.458,57

DE A TRIBUNA ON-LINE @atribunasantos
26/03/2017 – 17:20 – Atualizado em 26/03/2017 – 17:33

A Polícia Militar de São Paulo fará concurso público para 74 vagas de nível superior para o cargo de 2º tenente médico PM estagiário. O salário é de R$ 6.458,57.

Os candidatos devem ter entre 17 e 35 anos, ter concluído o curso de nível superior de graduação em medicina e possuir título de especialista, ou certificado de conclusão de residência médica ou declaração de estar cursando, no mínimo, o último ano de residência médica, entre outros requisitos.

As oportunidades são para as especialidades de anestesiologia, cancerologia oncologia clínica, cardiologia, cirurgia da mão, cirurgia de cabeça e pescoço, cirurgia geral, cirurgia plástica, cirurgia torácica, cirurgia vascular, clínica médica, dermatologia, endocrinologia e metabologia, endoscopia, gastroenterologia, ginecologia e obstetrícia, hematologia e hemoterapia, infectologia, medicina física e reabilitação, medicina intensiva, nefrologia, neurocirurgia, neurologia, oftalmologia, ortopedia e traumatologia, otorrinolaringologia, pneumologia, psiquiatria, radiologia e diagnóstico por imagem, reumatologia e urologia.

As inscrições devem ser feitas de 4 de abril a 8 de maio pelo site da Vunesp. A taxa é de R$ 200. A seleção será feita por meio de exame de conhecimentos (prova objetiva e dissertativa), exames de aptidão física, exames de saúde, exames psicológicos, avaliação de conduta social, da reputação e da idoneidade e análise de documentos.

O exame de conhecimentos será aplicado na data provável de 11 de junho, nas cidades de Araçatuba, Bauru, Campinas, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo e Sorocaba.

Rodrigo Janot investiga roubalheira no Ministério Público de SP 23

PGR contesta pagamento de gratificação a membros do Ministério Público de SP

Rodrigo Janot, Procurador Geral da República, ajuizou no STF ação contra normas que autorizam pagamento de gratificação pela prestação de serviços especiais a membros do MP.


O Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, ajuizou no Supremo Tribunal Federal uma ação direta de inconstitucionalidade, com pedido de liminar, contra normas do estado de São Paulo que autorizam o pagamento de gratificação pela prestação de serviços de natureza especial a membros do Ministério Público paulista.

Janot questiona uma lei de 1993, que considera serviços de natureza especial os plantões judiciários, a fiscalização de concursos e a atuação em juizados especiais ou informais.

A gratificação corresponde ao valor de uma diária. E deve ser paga toda vez que esses serviços forem feitos fora dos períodos normais de expediente.

Investigação interna

O pagamento de gratificações pelo Ministério Público de São Paulo também entrou na mira da corregedoria nacional do Ministério Público. Depois de receber uma denúncia anônima, o corregedor Cláudio Henrique Portela do Rego designou uma equipe formada por dois procuradores e quatro promotores de vários estados diferentes para verificar o funcionamento dos serviços administrativos nas procuradorias de Justiça do estado de São Paulo.

O SPTV teve acesso com exclusividade à denúncia anônima recebida pela corregedoria nacional do Ministério Público. O documento diz que os membros do MP paulista ganham R$ 850 por cada dia de visita feita às penitenciárias e delegacias de polícia.

A denúncia também afirma que enquanto os desembargadores do Tribunal de Justiça do estado recebem de 200 a 400 processos por mês, os procuradores de Justiça do estado de São Paulo recebem no máximo 60.

Diante disso, o corregedor enviou um questionário para o procurador geral de Justiça de São Paulo, Gianpaollo Smanio, para saber, entre outras coisas, quem são, onde moram e quanto recebem os procuradores do estado.

A reportagem do SPTV pediu ao Tribunal de Contas do estado e ao Ministério Público o valor total que foi gasto com as gratificações de promotores no ano passado, mas não teve acesso às informações. Em nota, a procuradoria geral de Justiça do estado de São Paulo disse que o pagamento está de acordo com a constituição.