Ciro Gomes sobre Sérgio Moro: ‘isso não é juiz” 52

Ciro Gomes: Lula racha país em bases odientas, rancorosas e violentas

13/05/201718h59

  • BBC

    Ciro Gomes

    Ciro Gomes

Paulista de nascimento e cearense de criação, Ciro Gomes já foi prefeito, deputado estadual, deputado federal, governador e ministro dos governos Itamar Franco e Lula. Hoje ele enche a boca para dizer que tem 37 anos de vida pública e é a pessoa mais preparada para ser presidente do Brasil.

“Mais que todos”, afirma, sem modéstia, dizendo que o fato de aparecer estacionado em torno de 5% nas pesquisas de intenção de votos, é “provisório”.

Hoje no PDT, ele já passou por sete diferentes partidos. Defende-se dizendo que falta identidade partidária a “100% dos políticos brasileiros”, inclusive ao ex-presidente Lula.

Dono de um estilo franco e impulsivo que há anos lhe rende a fama de “destemperado”, ele admite que tem medido mais as palavras. Ao falar do deputado federal Jair Bolsonaro lembra que este lhe deu um voto na disputa presidencial de 2002 e diz que atualmente ele cumpre um papel importante ao atrair os antipetistas, afastando-os dos tucanos.

Mas Ciro Gomes continua sem poupar adjetivos mais contundentes quando se refere a nomes como o do presidente Michel Temer, do ex-presidente Lula, e do prefeito de São Paulo, João Doria. Diz que não sabe ao certo “se Temer chefia uma quadrilha ou um bando de patetas”. Doria, por sua vez, é um “farsante”. E Lula, para ele, “é o grande responsável por este momento político trágico que o Brasil está vivendo”.

Questionado se tem medo de “bater” em Bolsonaro, Ciro dispara: “Eu tenho medo de quê, mulher? Eu tenho coragem de mamar em onça. A guerra entre a turma dele e a minha na internet é uma coisa selvagem. Mas eu não. Tu achas que vou me preocupar com isso? Estou preocupado é com o Brasil”, disse à BBC Brasil, em Londres.

Na Inglaterra, o ex-governador participa do Brazil Forum UK, evento que reúne neste fim de semana acadêmicos, políticos e economistas para falar do Brasil. Ele diz que não quer se encontrar com o juiz Sérgio Moro, um “garoto” deformado pelo “aplauso e pela juventude” que “sucumbiu” e foi arrastado por Lula para a arena política. Ele afirma estar mais interessado na palestra do economista André Lara Resende, um dos criadores do Plano Real.

Leia a seguir trechos da entrevista concedida por Ciro Gomes à BBC Brasil em Londres.

BBC Brasil: Como o senhor prefere ser chamado? Ministro, ex-governador, tem alguma preferência?

Ciro Gomes: Ciro. Ciro é minha preferência. Se você quiser ser agradável, gentil, você chama pelo maior cargo de acesso popular que a pessoa terá tido.

BBC Brasil: Então é governador.

Ciro Gomes: Isso. Mas eu prefiro Ciro.

BBC Brasil: O senhor estava trabalhando para a Transnordestina Logística, da CSN. Largou o emprego logo após a posse do governo então interino Michel Temer e voltou a fazer política em tempo integral. O senhor se considera uma antítese do que muito eleitor parece estar procurando neste momento? Já que está na moda eleger iniciantes ou aqueles que insistem em dizer que não são políticos?

Ciro Gomes: Alguns defeitos assim chamados meus, da minha vida pública, tipo uma certa franqueza, uma certa aspereza nas palavras, hoje são vistos como um valor, como não-hipócrita. E esse é um valor procurado. Mas eu, evidentemente, não aceito entrar nessa onda mentirosa, mistificadora de que um político não faz política ou quem faz política é um não-político. Isso é tudo uma leitura de marketing barato para tentar ser idiota e presumir que o povo é idiota. Na verdade, eu represento um projeto alternativo para o Brasil há muitos anos. Esse projeto tem se aperfeiçoado, tem se aprofundado, tem um pouco mais de lucidez, com os pontos nevrálgicos da questão socioeconômica brasileira e isso faz a diferença da minha personalidade no processo de debate no Brasil.

BBC Brasil: Falando em se colocar como uma terceira via, ou como uma possibilidade, o senhor tem dito que só sai candidato à presidente da República se o seu atual partido, o PDT, quiser. Mas as pesquisas mais recentes colocam o deputado federal Jair Bolsonaro e o prefeito de São Paulo, João Doria, como os únicos em condições de competir com o ex-presidente Lula. Como o senhor avalia esses resultados? O fato de o senhor estar estanque nos 5% das intenções de votos hoje pode ser motivo suficiente de o PDT desistir de lançar o seu nome?

Ciro Gomes: Sei bastante bem com minha experiência o que isso significa. Uma pessoa que pensa o que eu penso, que fala o que eu falo, que tem os conflitos que eu tenho ao longo de uma vida de 37 anos de experiência… Não tenho sequer um inquérito para ser absolvido e isso não é nada mais que uma obrigação, mas nesses tempos horríveis que o Brasil está vivendo é um adicional de atributos que o país está procurando. Essas pesquisas, com a experiência que tenho, não representam absolutamente nada, a não ser o retrato desse momento. E esse retrato é o de um povo machucado, 14,3 milhões de desempregados, quase 9 milhões de brasileiros empurrados para a informalidade, para o biscate, o trabalho na rua. A política para essas pessoas é um ruído, associado com esse escândalo de corrupção e, na hora própria, isso vai se alterar profundamente. Isso não quer dizer que eu inverta as coisas, mas isso tudo é provisório.

BBC Brasil: E quando é a hora própria quando a gente pode começar a considerar as pesquisas, de fato?

Ciro Gomes: No Brasil, quando você começa a colocar na prateleira as alternativas concretas, reais e suas personas políticas, seus acompanhamentos e seus signos. O que que representa A, B, C ou D… Você vai ver claramente que isso só vai acontecer lá para julho de 2018. Hoje, por exemplo, se você fizer uma pesquisa espontânea, que você não induz as pessoas a repetirem o nome mais conhecido, o nome mais comentado presentemente, você vai ver que está todo mundo ali meio que japonês.

BBC Brasil: Mas tem algo que pesa contra o senhor que é a rejeição. Pesquisa recente, divulgada essa semana, colocou o senhor com 56% de rejeição. O senhor se considera um adversário de si mesmo?

Ciro Gomes: Não, não. Hoje você deveria ler as pesquisas com uma mistura de notoriedade, ou seja, de nível de conhecimento, menção espontânea, que é preferência, e rejeição espontânea, que é aquela que conhece, mas não aceita. Evidentemente, a minha rejeição nesse momento é que eu não sou conhecido. Não estou no elenco de opções das pessoas, apesar de estar na estrada há tanto tempo e de ter sido candidato.

BBC Brasil: O senhor atribui a rejeição à fama de destemperado?

Ciro Gomes: Eu deveria merecer. Mas sou atacado não pelo que falo eventualmente de sangue quente. Eu realmente sou uma pessoa indignada. Na verdade, é uma coisa que se faz para desqualificar o que digo de sangue frio. Eu vivo contando aos brasileiros com números aquilo que é uma grande perversão do nosso país: o estado nacional brasileiro está montado como mecanismo de transferência de renda de quem trabalha e produz para quem especula. Só que os especuladores são dez mil famílias abastadas do país que controlam a grande mídia, que controlam os financiamentos das campanhas, as mediações tradicionais do país.

BBC Brasil: O senhor acha que essas posições mais à esquerda repercutem ou soam de forma diferente para quem compartilha dessas ideias? Minha pergunta é: quem é de direita ou mais conservador, tolera determinadas coisas, por exemplo, o Bolsonaro, e quem é de esquerda tem um pouco mais de resistência?

Ciro Gomes: Com certeza. Eu sou considerado um comunista para a direita e sou considerado um direitista para a esquerda. Ou seja, estou na posição correta.

BBC Brasil: O que o senhor é? Como o senhor se define?

Ciro Gomes: Sou um socialista democrático em permanente revisão. No Brasil, até os adjetivos esquerda e direita são mal versados. Se você olhar, por exemplo, a economia política do PT, dos 13 anos Lula-Dilma, foi extremamente conservadora. Evidentemente com políticas sociais compensatórias de largo alcance que não estavam previstas no Consenso de Washington ou no Tatcherismo. No Brasil tem essa peculiaridade, é uma política social compensatória aquilo que qualifica a solidariedade aos mais pobres.

BBC Brasil: Se eu entendi direito, o senhor acha que o Estado tem um papel importante a cumprir, principalmente para fazer justiça social. Mas do ponto de vista da moral e dos costumes, o senhor tem posições claras sobre aborto, união homoafetiva…

Ciro Gomes: É claro. A gente precisa aprender no século 21 a ser tolerante, a respeitar a diversidade, a respeitar as diferenças. E o chefe de Estado tem que dar exemplo disso. Evidentemente não tem que ser candidato a guru de costumes. Eu respeito a sociedade brasileira como ela é. Temos uma igreja católica que é extremamente solidária com os pobres, mas extremamente cripto-conservadora nesses termos de costumes. O chefe de Estado tem que entender isso, tem que compreender e respeitar isso. Mas, evidentemente, ninguém vai contar com minha opinião para estigmatizar seja quem for diferente, seja por qual razão.

BBC Brasil: Se o senhor tiver que se definir: união homoafetiva, a favor ou contra?

Ciro Gomes: Eu pessoalmente já tenho uma opinião disso publicada em todas as áreas e a ideia é ser tolerante. Respeito a tolerância e a diferença, respeito todas as formas de amor. Acho que a mulher tem direito ao respeito a seu próprio corpo. O aborto é uma tragédia humana, social, mas, antes de tudo, é uma tragédia de saúde pública. As ricas fazem [aborto] na hora que querem nas clínicas clandestinas, sem problemas, e as pobres estão morrendo. Tenho certeza que se o Estado acolhesse, aconselhasse, oferecesse uma adoção, se fizesse a mediação dos traumas familiares que as adolescentes experimentam ao se verem grávidas sem planejar, a quantidade de abortos cairia profundamente.

BBC Brasil: Retomando o que o senhor disse, que é um comunista para a direita e um conservador para a esquerda, o senhor acha que o seu desempenho por ora nas pesquisas pode estar relacionado ao fato de ter passado por vários partidos? As pessoas têm um pouco de dificuldade de identificar o senhor…

Ciro Gomes: Em absoluto, se tem um político que tem uma linha de vida coerente, sou eu. Agora, de novo, como não podem dizer que sou um imoral, envolvido em corrupção, num escândalo, seja qual for. Como não se pode dizer que não fui um governante eficiente. Fui o mais popular, o melhor aprovado prefeito das capitais ao meu tempo. Quando ministro da Fazenda, administrei a economia brasileira e entreguei com inflação zero, praticamente com pleno emprego. Tem que se inventar um estigma qualquer…

BBC Brasil: Mas lhe falta identidade partidária?

Ciro Gomes: Falta a todos os políticos brasileiros, a 100% deles.

BBC Brasil: Ao Lula também, por exemplo?

Ciro Gomes: Absolutamente. Olhe o que o Lula dizia, o que pensava e o que o PT representava antes do poder e o que é hoje. Veja a enorme distância entre uma coisa e outra. Veja o que o PSDB representava, quando nós fundamos o PSDB, e veja o que é hoje. Só mudo de partido para me manter coerente com minha linha de raciocínio, princípios, minha integridade moral e com meus compromissos ideológicos. Veja como os critérios são diferentes. Pergunto qual político, tirando aqueles que não fizeram seu próprio partido como o Lula, que fez sua própria central sindical, qual o político brasileiro não mudou de partido nos últimos 20 anos? Nenhum. A Marina esteve em três partidos nos últimos três anos.

BBC Brasil: O senhor já passou por 7 partidos. Sete é muito.

Ciro Gomes: Mas eu tenho 37 anos de vida pública.

BBC Brasil: Vamos dividir 37 por 7…

Ciro Gomes: Não é essa a questão não. Já fui incoerente alguma vez na vida? Veja uma opinião minha dita há 25 anos e compara com hoje.

BBC Brasil: Falando em incoerência. Numa entrevista, em maio do ano passado, na qual lhe perguntaram se queria ser candidato e se o senhor concorreria contra o Lula, o senhor disse que se o ‘Lula for, melhor ainda’. Em entrevistas mais recentes, percebi que o senhor tem adotado uma outra posição. O senhor mudou de ideia do ano passado pra cá?

Ciro Gomes: Não. Se você reparar, é a mesma. Os fatos são complexos. Enquanto isso, uma certa imprensa nacional brasileira gosta muito de resumo e explicitações maniqueístas. Às vezes pago um pouco por isso. Não faz mal, estou acostumado. Eu só dependo de uma circunstância para ser candidato ou não: o PDT, o meu partido decidir que eu sou. Dito isso, tenho dito que não gostaria de ser candidato se o Lula for. Por que? Não é propriamente uma homenagem a ele, é porque na hora em que for candidato ele racha o país em bases odientas, rancorosas, violentas, como nós estamos assistindo aos lulistas e antilulistas. E o país não tem ambiente para discutir seu futuro. O Brasil precisa desesperadamente de um projeto novo, de novas práticas, de experimentar novas premissas do jogo político. Desesperadamente, precisamos disso.

BBC Brasil: Desculpa insistir com o senhor, mas o senhor falou claramente: se for com o Lula, melhor ainda…

Ciro Gomes: Às vezes você diz isso no calor da emoção. Mas eu estou dizendo a você que eu tenho me preparado para ser presidente do Brasil. Correndo o risco de ser mal compreendido, eu duvido que alguém tenha treinado mais do que eu, tenha se qualificado mais do que eu ou conheça mais do que eu as alternativas para o país. Mas isso é minha presunção. O povo brasileiro está hoje induzido por essa novela moralista, explosiva, em tempo nobre da televisão, a olhar o mundo pelo filtro do lulismo e do antilulismo. Isso acaba com o país.

BBC Brasil: Falando nesse escândalo que está desde 2014 no noticiário, o senhor já foi professor de direito constitucional. O senhor acha que há tempo hábil para condenar o Lula em segunda instância e tirá-lo do jogo eleitoral?

Ciro Gomes: Nenhuma chance. Nem seria justo que acontecesse. Pelos tempos processuais brasileiros. Veja que o Lula está acusado em cinco processos e em nenhum deles ele foi julgado em primeira instância ainda. Não é provável. Nesse processo em que ele depôs recentemente, ele tem 86 testemunhas para serem ouvidas. Demora bastante.

BBC Brasil: Como o senhor avaliou o depoimento dele em Curitiba, ao juiz Sergio Moro? E o juiz?

Ciro Gomes: Ele é um campeão da psicologia popular e o Moro um garoto. Não duvido que tenha boa fé, boa intenção. Esse negócio de aplauso demais e juventude acabam deformando demais as pessoas. Eu sei bem o que estou falando. O Lula trouxe o Moro para o campo dele, onde ele reina. O Moro seria um rei se fosse um juiz, um juiz severo, restrito aos autos, às leis, aos códigos. Aí ele seria absolutamente imbatível, mas não… Ele preferiu trocar ideias com o Lula, aceitar ser visualizado em capas de revista como antagônico. Onde o juiz é antagônico, ele já perdeu. O juiz só merece respeito e acatamento se ele for um magistrado, se ele for a terceira parte, isenta, obediente à lei, severo na presunção da inocência dos acusados, garantidor da ampla defesa, do contraditório, e justo na hora de afirmar a sentença. Ele arrastou o Moro para a política.

BBC Brasil: O senhor acha que o Moro sucumbiu?

Ciro Gomes: Sucumbiu completamente. Se ele condenar o Lula, todos os simpatizantes do Lula e nós outros que observamos o direito do ponto de vista profissional, acharemos injusto. A questão básica é a seguinte: como é que as capas das revistas nacionais põem num ringue um réu contra o juiz, isso já matou o juiz. O juiz não pode lutar, ele observa a luta, sentado numa cadeira, fora. O antagônico não pode ser o juiz. A direita brasileira é basicamente imbecil. Faz isso, acabou.

BBC Brasil: Mas o senhor acha que o Sergio Moro tinha como se afastar disso?

Ciro Gomes: Claro, bastava que ele fosse um juiz. Parar de usar gravatinha borboleta, de circular por aí afora onde há holofotes, confraternizando com potenciais réus aos risos, isso não é juiz.

BBC Brasil: Os depoimentos mais recentes da Lava Jato têm citado diretamente o ex-presidente Lula e a ex-presidente Dilma. O fato da mulher do marqueteiro João Santana dizer que era informada dos avanços da Lava Jato por meio de mensagens cifradas numa conta de email que elas compartilhavam, muda a imagem que o senhor tem da Dilma?

Ciro Gomes: Não. Delação premiada é um instituto muito precário da forma como está prevista na lei. A gente copiou uma lei dos Estados Unidos, aliás no governo da Dilma. A delação premiada não vale nada até determinação concreta de outra prova. Está explícito na lei que ninguém pode ser condenado tendo como única razão a delação premiada. Só no nosso país, nesse momento fasci-histórico em que estamos vivendo, é que um delator parece ter palavra da lei, palavra definitiva. Isso arrebenta com princípios universais como a presunção de inocência e a garantia da ampla defesa e do contraditório.

BBC Brasil: O senhor está dizendo que as pessoas estão sendo forçadas a incriminar Dilma e Lula?

Ciro Gomes: Não estou dizendo isso. Estou dizendo que a prisão provisória no Brasil está sendo abusada. Você manter uma pessoa no cárcere sem trânsito e julgado e oferecer diariamente, ou ‘madrugadamente’ para fazer uma brincadeira… o meganha acordar você de madrugada na cela e oferecer uma determinada situação se você assinar a delação.

BBC Brasil: Isso está acontecendo?

Ciro Gomes: Está acontecendo nos cárceres de Curitiba.

BBC Brasil: Aconteceu com quem?

Ciro Gomes: Tem acontecido. Já ouvimos denúncia disso muitas vezes.

BBC Brasil: O senhor chegou a conversar com o presidente Lula sobre sucessão, sobre Lava Jato?

Ciro Gomes: A última vez em que nos encontramos, apesar de eu estar muito entristecido, porque a dona Marisa era também uma amiga pessoal. Eu estive no hospital antes dela morrer e depois fui ao enterro. Nas duas ocasiões o Lula quis falar de política. Eu disse: Rapaz deixa isso pra outra hora. E de Lava Jato também, muito zangado, muito aborrecido, se sentindo perseguido, e tal.

BBC Brasil: O senhor recentemente disse que não queria ser vice de ninguém, mas nem do Lula, ou principalmente do Lula?

Ciro Gomes: Principalmente do Lula. Não há menor chance. Eu não concordo com a visão dele. Acho que nesse momento a candidatura dele desserve ao país e desserve a ele próprio. É evidente, para que amanhã não haja uma contradição no que eu estou dizendo, que na eleição você vota no que você quer, mas também naquilo que você nega. Então, eu no primeiro turno serei candidato, se o meu partido quiser, e no segundo turno, se eu não estiver presente, vou votar naquele que me parecer vizinho às minhas ideias e convicções.

BBC Brasil: O senhor ainda acha que o Lula brincou de Deus e que ele é o grande responsável por tudo o que está acontecendo?

Ciro Gomes: Sem dúvida! O grande responsável por este momento político trágico que o Brasil está vivendo é o Lula, por que foi ele quem botou o Michel Temer na linha de sucessão. Ele que emponderou esse lado podre do PMDB, entregando, por exemplo, Furnas, e as “burras” de dinheiro de Furnas, pro seu Eduardo Cunha subornar parlamentares e virar presidente da Câmara. Isso eu fui dizendo pra ele muitas vezes durante o processo todo. Por exemplo, quando circulou a notícia de que seria dada Furnas pra ele, eu fui ao Lula pessoalmente. Abri a biografia do Eduardo Cunha como ladrão, ladrão da Telerj, ladrão da Cedae, ladrão do fundo de pensão da Companhia Habitacional do Rio de Janeiro. E ele me disse categoricamente que estava sendo chantageado e que não daria, e no dia seguinte nomeou.

BBC Brasil: Ele disse que estava sendo chantageado?

Ciro Gomes: Isso. Mas que não daria Furnas, e deu.

BBC Brasil: Vamos pensar num cenário com o senhor como presidente. O senhor já disse que o PMDB seria automaticamente afastado para a oposição…

Ciro Gomes: O primeiro indício de que o meu governo fará história é que o PMDB será, pela primeira vez na história, oposição. E eu vou partir para destruir isso.

BBC Brasil: Como é que isso pode ser possível? Porque ninguém nunca conseguiu governar sem o PMDB. O Lula começa, mas em 2003 …

Ciro Gomes: Ninguém conseguiu governar? Não é verdade não. O Itamar Franco governou sem essa escória. E eu servi a esse grande brasileiro como seu ministro. E um exemplo prático: Quando o Hargreaves (Henrique Hargreaves, ministro da Casa Civil de Itamar Franco), foi acusado de corrupção, Itamar o afastou, apesar de ser homem de confiança estrita dele, mandou apurar preventivamente e depois desagravou o Hargreaves e voltou. E essa é a chave. No Brasil, já que o PT e o PSDB impuseram micro projetos de poder, se você tiver um projeto de nação tem que conseguir comunicar as bases desse projeto ao conjunto da sociedade, aí, o nível de chantagem a que você se obriga a se submeter será muito reduzido.

BBC Brasil: Mas ainda assim, da forma como o modelo brasileiro está estruturado, o presidente é muito dependente do Congresso, quase refém.

Ciro Gomes: Ótimo que seja. O presidente não deve ser dono da bola, nem dono da verdade. Ele deve negociar com a sociedade, deve negociar com sua representação legítima. Eu não tenho nenhuma dificuldade nisso. Eu fui Deputado Estadual duas vezes, fui Deputado Federal, eu tenho muita experiência. Então o problema não é negociar, é em que linguagem você negocia. Quais são os limites de ética, de projeto e de valores com os quais você transige e aqueles em que você passa a linha e daí é pra trás. E o Brasil não pode mais transigir pois está demonstrado que não dá em nada. Aliás, o Fernando Henrique perdeu a eleição para o Lula e a Dilma acabou com a democracia brasileira. Ambos caíram, ambos os projetos ruíram em desmoralização. Olha aí o que resta do PSDB. Ainda vai se defender que esse é o modelo?. Só uma elite estúpida como a nossa.

BBC Brasil: O senhor acha que o PMDB é responsável por essa degradação?

Ciro Gomes: Não, o PMDB não. O PMDB apenas representa, na sua maioria, porque tem muita gente boa lá também, no (plano) simbólico, uma escória que hoje é hegemônica na política brasileira. Mas isso também inferniza muitos outros partidos.

BBC Brasil: Mas perturba também quem está ocupando a cadeira no Palácio do Planalto.

Ciro Gomes: Mas isso é porque se entregou, ao longo dos últimos vinte anos, o poder a essa gente, poder central. Quem era o líder do governo Fernando Henrique no Senado?

BBC Brasil: Romero Jucá.

Ciro Gomes: O Romero Jucá foi líder no governo Lula e no governo Dilma. Então como é que pode? Está certo isso? Olha o que está acontecendo com o nosso país. Tem que mudar.

BBC Brasil: Mas é justamente por isso que eu pergunto. Eles não conseguiram se livrar do PMDB.

Ciro Gomes: Não conseguiram, não. Eles quiseram subornar políticos para ter mais tempo de televisão e quiseram amordaçar as possibilidades de CPI. Essas são as duas únicas razões pelas quais se montou essa máquina de podridão no país, que está sangrando o Brasil. E não deu certo. Se tivesse dado certo, OK. É uma sabedoria, é uma transigência, uma concessão que se faz ao realismo político. Eu sou do ramo. Eu não sou uma mocinha que chegou ontem ao bar. Eu conheço tudo isso aí. Mas isso é mentira. Isso é a ciência do fracasso. É o oposto.

BBC Brasil: Será possível um dia?

Ciro Gomes: Para sua geração é difícil. Mas repare, eu fui governador do Ceará, fui prefeito, tinha cinco vereadores em 41, o meu partido tinha. Governei praticamente com unanimidade. Então eu conheço o ramo. Agora se você fizer uma negociação correta… No caso brasileiro, as grandes mediações passam pelo pacto federativo, pelos governadores dos Estados. Se você fizer uma negociação ao redor de qualidade de teses. Você já na campanha deve comover as pessoas a votar em aliados seus. Aliás é o que tem acontecido no Brasil. Porque senão nós ficaríamos na seguinte pergunta irrespondível: Qual foi a reforma que o Fernando Henrique propôs e que este Congresso não deixou passar? Nenhuma! Qual foi a grande reforma do Lula que o Congresso não deixou passar? Nenhuma!

BBC Brasil: É, mas a reforma da Previdência passou com o Mensalão, por exemplo.

Ciro Gomes: Sim, mas é por que? É como eu estou tentando demonstrar. Os interesses reais não estão ali. Então você tem hoje um interesse real no Brasil que é plutocrata. É o baronato comandando sem legitimidade nenhuma. Mas a grande pergunta é como é que um deputado vota contra os interesses da classe trabalhadora assim tão despudoramente? É a presunção de que o povo é idiota. E eles vão ver que o povo não é. Eu vou lhe dizer, a reforma da Previdência como está não passa. Assim como está, não passa. Não passa. Passou na Comissão porque ela é escolhida a dedo. Mas no Congresso não passa, como está. Eles vão descaracterizar, vão tentar livrar a cara, mas não passa. Nós já ganhamos essa parada com a greve geral.

BBC Brasil: Falando em personagens de peso e no Congresso, vamos falar sobre o deputado Jair Bolsonaro. Ele tem crescido, tem se destacado e ganhado uma visibilidade que nunca teve e ele está na Câmara há muitos anos. O senhor já chamou o Bolsonaro de tosco e disse que ele é franco. Também disse que ele ocupa uma função tática porque ele atrai parte daqueles que estavam alinhados com o PSDB. O senhor acha que quem verbaliza sem pudor uma posição extrema, controversa, é bom ou ruim?

Ciro Gomes: Para o país? É bom, claro. Sou um democrata visceral, de raiz. E fato ou não, há no Brasil um conjunto de pessoas – rapazes normalmente com um grave problema afetivo em casa, com crise de autoridade com o pai ausente – que precisa se expressar, categorias que inferiorizem os outros para que eles não se sintam tão nada. Eu entendo isso com meu coração. O Jair representa isso. Ele fala com franqueza, com um certo caráter tosco, essas coisas. Ele cumpre um papel, na minha opinião, importante, porque ele aclara, ele tira o véu. E, basicamente, ele dá uma parada técnica, um pit stop, para esse eleitorado conservador que votava por antipetismo visceral no PSDB e que percebeu que o PSDB é uma grande fraude.

BBC Brasil: Há quem diga que o senhor mede um pouco as palavras para falar do Bolsonaro.

Ciro Gomes: Eu meço primeiro e vou te explicar porquê. Primeiro, por isso que acabei de te dizer e segundo, porque ele votou em mim na eleição de 2002.

BBC Brasil: O senhor tem medo de bater nele?

Ciro Gomes: Eu tenho medo de quê, mulher? Eu tenho coragem de mamar em onça. A guerra entre a turma dele e a minha na internet é uma coisa selvagem. Mas eu não. Tu achas que vou me preocupar com isso? Estou preocupado é com o Brasil.

BBC Brasil: Já o Doria… o senhor tem uma posição bem diferente em relação a ele.

Ciro Gomes: Porque esse é um farsante, perigoso. Certa elite brasileira, desencantada com a podridão do PSDB oficial, está embalando um novo Collor. É um farsante, perigoso para o país.

BBC Brasil: Por que o senhor acha que ele é um farsante?

Ciro Gomes: Ele é um cara que encheu a burra de ganhar dinheiro com lobby. Como o cara é milionário e não tem uma roça, não tem um comércio, nunca produziu um parafuso? É uma fortuna, rodando de jatinho por aí afora. De onde veio esse dinheiro? Eu sei, lobby.

BBC Brasil: Lobby do bem ou lobby do mal?

Ciro Gomes: Lobby puro e mal. Lobby de dinheiro público. Dinheiro dos cofres públicos de cofres públicos do PSDB, dos governos controlados pelo PSDB de São Paulo, Minas Gerais e muitos outros. Esses piqueniques todos são negócios de aproximação de empresário e de político, que é a arte dele. Ele foi presidente da Embratur e eu era prefeito de Fortaleza. Agora vem se apresentar de não-político? É um farsante.

BBC Brasil: Essa mesma relação perniciosa que a gente vê com as empresas investigadas pela Lava Jato?

Ciro Gomes: Rigorosamente a mesma coisa. É o velho patrimonialismo brasileiro. Na Embratur, ele contratou empresa de eventos. A turma do PSDB adora roubar assim. Aí o PT aprendeu e começou a roubar também. Essas coisas de eventos, cursos de capacitação, pega-se bilhões de reais.

BBC Brasil: Falando em PMDB, vamos falar um pouquinho de Michel Temer, que o senhor definiu como um chefe de governo de patetas.

Ciro Gomes: Estou na dúvida se é quadrilha, pateta ou outra coisa pior. Quadrilha é muito grave, pateta é tão grave quanto. Por que pateta? O Brasil toma uma traulitada num produto de exportação relevantíssimo, que emprega 700 mil pessoas no setor de proteínas animais e o cidadão convoca às pressas os embaixadores dos principais (países) importadores para comer numa churrascaria onde só vende carne importada. O camarada chama a imprensa nacional e internacional para fazer uma fala em homenagem ao dia internacional das mulheres e ele diz que as mulheres são quem melhor sabem escolher preço em supermercado. Isso é uma patetada. Agora ele convocou as Forças Armadas norte-americanas, violando uma tradição de 300 anos, salvo na II Guerra Mundial, para fazer manobras conjuntas com as forças brasileiras, na Amazônia e na fronteira com Venezuela. Isso é muito grave. A quem interessa isso? Aí veja, eu tenho que ser destemperado… Alguém tem que matar o carteiro porque ninguém está falando nada.

BBC Brasil: O senhor também já teve alguns momentos controversos, por exemplo…

Ciro Gomes: Eu falo cinco horas por dia, todo dia, há 30 anos. Se eu tenho cinco, sete momentos controversos, quem não tem?

BBC Brasil: O senhor falou da infeliz frase do Temer em relação ao dia da Mulher e eu me lembrei, automaticamente, de quando perguntaram da Patrícia Pilar para o senhor.

Ciro Gomes: Você nunca viu eu falando isso na vida.

BBC Brasil: Inventaram aquela frase?

Ciro Gomes: Editaram claramente e foi a Globo. O que importa é a versão da Globo, não a realidade. Inventaram agora esse negócio de pós-verdade. Eu chamo de mentira. Um psiquiatra americano, contratado pela campanha do José Serra, sugeriu que minha vaidade se feriria se as pessoas insistissem que a Patrícia Pillar tinha uma relevância central na minha persona politica. Era o amor da minha vida, minha conselheira, e minha companheira de tudo. E foi isso que disse. Aí, ferido, 150 vezes após a mesma pergunta, sempre pela Globo, eu disse a bobagem. Disse ela é minha mulher, minha parceira, minha tudo e, além do mais… aí falei a bobagem. Nunca mais ninguém esqueceu. Eu não tenho um inquérito. Tinha direito a três pensões vitalícias que me dariam R$ 86 mil. Sou o único político brasileiro que não aceita receber nenhuma. Isso nunca foi comunicado ao povo brasileiro. Estou em Londres, falando à BBC Brasil, e de que você lembra? Você não citou que eu não recebo pensão.

BBC Brasil: Não citei que o senhor não recebe pensão, mas lembrei que o senhor teve um inquérito da farra das passagens aéreas na Câmara.

Ciro Gomes: Não. Nunca respondi a nenhum inquérito na vida.

BBC Brasil: Mas abriram uma investigação, não?

Ciro Gomes: Sim. Eu dei uma boa esculhambada. Eu viajei com para os Estados Unidos com minha mãe. Eu paguei minha passagem e ela a dela. E a TAM trocou. E depois soltou uma nota oficial se responsabilizando. Mas nunca respondi a inquérito nenhum. Veja sua pesquisa. Abri mão das pensões de R$ 86 mil.

BBC Brasil: E o senhor vive de que hoje?

Ciro Gomes: Faço palestra. Sou advogado, tenho um escritório de advocacia. Trabalho para uma universidade como consultor.

BBC Brasil: Voltando aos assuntos dos inquéritos. O senhor como secretário de Saúde do Ceará, foi denunciado pelo Ministério Público envolvendo terceirização. O que aconteceu? O juiz não acatou. A denúncia morreu, foi arquivada?

Ciro Gomes: Sim, claro. Nunca respondi a um inquérito, nenhunzinho, sequer para ser absolvido. Assumi a secretaria de Saúde do Ceará porque meu irmão (ex-governador Cid Gomes) havia construído 20 UPAs que estavam sem funcionar, dois hospitais que estavam sem funcionar, 150 ambulâncias da SAMU prontas, sem funcionar, e ele pediu para eu colocar aquilo em ordem porque o Ministério Público não deixava e os médicos estavam com medo. Eu fui lá e fiz. Tudo isso passou a funcionar do dia para a noite. Aí um babaca lá, desses que infernizam a vida brasileira, resolveu fazer isso (apresentar a denúncia). E aí? Qual é a malversação? Criei uma cooperativa de socorristas e coloquei a SAMU para funcionar em todos os municípios do Ceará. Salvei milhares de vidas e estou orgulhoso disso. Denúncia arquivada.

BBC Brasil: Tem uma investigação antiga rolando, na qual o senhor teria contratado uma empresa de inteligência…

Ciro Gomes: Você foi ler isso na Folha de S.Paulo, que simplesmente inverteu.

BBC Brasil: O senhor diz isso porque foi hackeado, correto? Explica essa história para entendermos o que aconteceu.

Ciro Gomes: É simples. Lá na paróquia, no meu Ceará, um grupo de canalhas hackeou meu computador e começou a replicar meus e-mails ou falar coisas que tinham como premissa informações privadas minhas, de e-mail. Eu não tenho segredos. Acessaram de fato. Eu representei na polícia. A polícia fez uma perícia, uma investigação, e descobriu todo mundo. E isso está lá, rolando o processo. E a Folha simplesmente inverte.

BBC Brasil: E a suposta suspeita de que o senhor teria contratado a Kroll é infundada?

Ciro Gomes: Nunca aconteceu comigo. A acusação foi contra meu irmão. Não foi comigo. Trocaram Ciro por Cid.

BBC Brasil: Isso é muito comum? Atribuir suspeitas contra o senhor relacionadas ao seu irmão?

Ciro Gomes: Não, meu irmão também é limpo. Lá em casa a gente toca de ouvido de olho fechado.

BBC Brasil: O senhor acha que a ex-presidente Dilma, do ponto de vista econômico, errou ainda mais?

Ciro Gomes: Foi um desastre completo indo e voltando. Quando deu-se o desfinanciamento desse nível de consumo eles reagiram como se fosse a crise de 2008, quando os preços das commodities estavam lá em cima. O Brasil não teve tanto problema porque bastava enfrentar o colapso do crédito internacional com nossos bancos, o BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica, com alguma renúncia fiscal. Era claramente uma boa resposta. Só que dessa vez (com Dilma), o problema foi o desfinanciamento estratégico do país, que tem um padrão de consumo importado, que apresenta déficits gigantescos e que eram mascarados como boom de commodities. Quando as commodities caíram foram fazer renúncia fiscal e foram arrebentando o país. É inacreditável. E para resolver o problema chamaram o Levy, que é quinto nível e em experiência anterior no serviço público quebrou o Rio de Janeiro, para ser o ministro da Fazenda do Brasil. Dá vontade de rir para não chorar. Na maior depressão da história, coloca a maior taxa de juro na história.

BBC Brasil: O senhor veio a Londres para participar de uma mesa com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e o ex-ministro Jaques Wagner. Tem verdades a serem ditas tanto ao PT e o DEM?

Ciro Gomes: Claro. Não vim para conversar com eles, vim para conversar com estudantes brasileiros e com os acadêmicos britânicos que têm curiosidade sobre o Brasil. E vou dar um depoimento que representa minha experiência. Vou demonstrar a estupidez retórica e a manipulação de valores falsos por essa história de presidencialismo de coalizão. Atributam ao Congresso os problemas do Brasil, mas os problemas do Brasil são do Executivo. Falta de imaginação, de projeto, falta de seriedade, esses sim são os problemas.

BBC Brasil: E com a sociedade civil?

Ciro Gomes: Essa é essencial. Sem a sociedade envolvida, cúmplice, não vamos resolver esse conflito distributivos. Brinco sempre: toda vez que você olhar um tatu em cima de um toco, pode apostar que alguém botou porque tatu não sobe em toco. Então tudo que está errado não está assim porque tinha um manual de fazer certo, está errado para atender a interesses minoritários, organizados e informados, que constrangem a grande mídia e que formam a opinião das pessoas.Paulista de nascimento e cearense de criação, Ciro Gomes já foi prefeito, deputado estadual, deputado federal, governador e ministro dos governos Itamar Franco e Lula. Hoje ele enche a boca para dizer que tem 37 anos de vida pública e é a pessoa mais preparada para ser presidente do Brasil.

  1. DAQUI A POUCO TERREMOS UM TÓPICO REFERENTE AO DEPUTADO TIRIRICA, CLODOVIL KKKKKKKKKK

  2. QUE TAL FAZER UM TÓPICO REFERENTE AQUELE DELEGADO DE POLICIA ESTADUAL QUE HOJE É UMA DELEGADA, INCLUSIVE TITULAR DE UMA ESPECIALIZADA ( DDM) ?

  3. CARO ADM DOTÔ, ACASO AINDA EXITE UM DEPUTADO FEDERAL NA PC SP, ESTOU TE PERGUNTANDO PELO FATO DE NUNCA VER ALGUÉM AQUI CITAR O SEU NOME, NEM OS JORNAIS, ESTOU ATE PENSANDO QUE O MESMO DEVE TER DESISTIDO DO MANDATO OU MORRIDO NÉ ?
    O PROBLEMA É QUE OS FLITADORES SEMPRE CITAM NOMES DE ALGUM DEPUTADO ELEITO PELA PM, MAS NUNCA O SR. OLIN KKKKKKKKKKKKKKKK

  4. Jacaré,

    O referido delegado – por questões genéticas – nasceu com um cérebro feminino , mas com corpo masculino.
    Como não se pode mudar o cérebro , concerta-se ( no sentido de harmonizar ) a natureza corpórea por meio de hormônios, cirurgias e terapia.
    Assim se fez uma respeitável delegada. E tá tudo certo!
    No mundo tem muita gente semelhante.
    Exemplo: cérebro de asno em corpo humano.
    Para isso não tem conserto.
    Só lhes resta ingressar na PM como praça , votar em oficiais para deputados e no Bolsonaro pra presidente.

  5. kkk Ciro é um pobre coitado , hoje figura como um candidato no maior estilo Levi fideliz, Enéias e outros no estilo figuração de cenário .. tenta mas so!… com esse estilo coronÉzinho so ganha votos em seu curral eleitoral , fora dele sendo desbancado em varias situações é um párea!, ele esqueceu que apesar do Brasil pouco ter evoluído não existe mais voto a laço e politico não anda com o 38 dependurado na cintura agora tem a PM para fazer segurança kkkk, so de olhar esse Ciro ja da crise de riso kkk é uma mistura patética de Aécio neves com Collor de Mello kkkk

  6. JACARÉ SEM DENTE em 14/05/2017 às 0:53
    QUE TAL FAZER UM TÓPICO REFERENTE AQUELE DELEGADO DE POLICIA ESTADUAL QUE HOJE É UMA DELEGADA, INCLUSIVE TITULAR DE UMA ESPECIALIZADA ( DDM) ?

    Mas que sujeito desprezível você é. Merece fazer parte do monturo moral do estado, vulgo Polícia Militar do Estado de São Paulo.

  7. Realmente esse Ciro é mais um “coronelzinho” metido a salvador da pátria e o Brasil já está cheio disso.
    Discorde dele em alguma coisa e veja o bicho em que se transforma, é um ………………….deixa para lá.

  8. O referido delegado – por questões genéticas – nasceu com um cérebro feminino , mas com corpo masculino.
    Como não se pode mudar o cérebro , concerta-se ( no sentido de harmonizar ) a natureza corpórea por meio de hormônios, cirurgias e terapia.
    Assim se fez uma respeitável delegada. E tá tudo certo!
    No mundo tem muita gente semelhante.
    Exemplo: cérebro de asno em corpo humano.
    Para isso não tem conserto.
    Só lhes resta ingressar na PM como praça , votar em oficiais para deputados e no Bolsonaro pra presidente.

    KKKKKKK. Ri litros.

  9. Quanto ao assunto, sei que não é para você, né? Texto muito longo…cansa o cérebro.

    Essa então foi pra fechar a tampa do caixão.

    KKKKKKKKKK até na segunda-feira.

  10. Qualquer coisa é melhor que PSDB.

    O primeiro ou o segundo candidato mais bem vetado, ou seja, aquele que tem capacidade de tirar o PSDB do poder, terá meu voto, seja quem for.

  11. Acredito que o Delegado que trocou de sexo e ainda assim passou a exercer a profissão é de um caráter louvável, corajoso e honesto. Diferente de muitos enrustidos, inclusive alguns oficiais que, pior que isso, lembram do oficial da PM paulista que gostava de menininhos, quando prestes a ser preso pela Correge PM e SIG da 5Seccional , suicidou se, isso lá pros anos de 2008. Além de viado era pedófilo, Deus tenha misericórdia dele.

    Quanto ao Ciro Gomes o maior feito dele foi um dia ter se relacionado com a Patricia Pillar, de resto é mais um Zé bunda como tantos Sarney, ACM,, Renan e Collor, sem discriminação, mas o região pra produzir politico pilantra esse nosso Nordeste.

  12. Porra Guerra bem observado, o” concerta ” , no sentido de – harmonizar -É bom vc explicar senão vem nó cego aqui esperneando que conserto é com S.Sabe né, se o capim muda de cor,burro morre de fome.

  13. Pra mim Ciro Gomes é mais um malandro na política tentando alcançar o maior cargo dos cargos, assim como o maior cargo da política. Mais um malandrão na política que não fez concurso público e ganha dinheiro por seus porcos e poucos serviços prestados.
    Políticos deveriam prestar concurso para pelo menos está apto para exercer a profissão.

  14. Políticos deveriam fazer concurso igual ao o do OAB., para habilitação.

  15. Como podemos avaliar se um governo foi bom ou não?

    Comparando alguns índices de antes e depois de seu governo.

    O IDH entre todos é o mais fácil de ser verificado.

    Agora o Servidor Público é uma peça fundamental no funcionamento da máquina governamental, portando saber se o governante valorizou seus servidores é de vital importância para entendermos se ele foi eficiente ou não.

    Um Governador que não respeita as leis que beneficiem seus subordinados (em breve faremos QUATRO longos anos sem ter a data base cumprida) com certeza NÃO é a pessoa mais capacitada para exercer o cargo de maior importância par o Brasil.

  16. Jacaré sem dente, vc deve se limitar qdo se referir a uma pessoa.
    Um dia vc ainda vai dançar.

  17. Palhaço homofóbico.
    Lixo da pm, a pessoa que vc está debochando deveria entrar com uma ação judicial contra vc, verme de farda.

  18. JACARÉ…………..

    Vai brincar com o Dr. GUERRA vai seu trouxa kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Essa o Dr. deu no fígado heim trouxa.

    Tô dando muita risada.kkkk

    Jaca, sua única saída é pedir pra sua mulher que é escrivã, assim como vc diz, tentar responder pro Dr. Guerra assim como vez e outra ela faz.

    Pois tem dia que vc(sua esposa) escreve até que melhorzinho.

  19. este ciro é um fanfarrão.

    bem disse o o colega acima… é um novo levi fidelis.

  20. No Guarujá, um famoso político nos anos 80 (Jaime Daige) usava como símbolo um Jacaré. Em tempo, eu, ainda bastante criança, não sabia se gostava mais dos palhaços, dos mágicos, das meninas que faziam o show ou do Jacaré, que era verde e não falava nada, só dançava, para alegria da garotada.
    Hoje guardo comigo que o Jacaré era SIM a grande diversão de todos;

    vejo muito preconceito com o Ciro Gomes, e, dos clichês quanto uma possível candidatura sua, a mim parecem… vícios. Viciados em seus próprios conceitos preestagnados, talvez. Penso isso porque não é somente no cenário político que se percebe ausência de propostas para um rumo de governança, sobretudo se vê dos eloquentes silêncios daqueles que preferem atacar atributos pessoais do pretenso candidato. Tipo: não temos nada, mas vc é que não!

    Eu não simpatizo muito com a pessoa de Ciro muito combatida por ele próprio nesse momento, mas não tem como negar que ele é um dos poucos que tem um plano de governo. Fato!

    Deixem de preconceitos e passem a escutar. Antes dele voltar ele tornou aos estudos básicos da academia a confrontar de forma empírica com a situação posta. No mais, há muita história dentro das estórias que ele anda contando e ainda têm pra contar, bastante verossímeis, aliás. Basta duas ou três perguntas bem elaboradas que, fervente o sangue, revelará muito do muito que ainda oculta por sábias razões, seja dos amigos ou inimigos.

    Seja o Ciro ou o Jacaré, deixemos eles.

  21. Jacaré a sua idéia é boa. Mas antes Venha visitar o interior de São Paulo e conhecerá vários Oficiais que gostam de fazer uma showpetinha pros meninos abia???? Tem o caso do banheiro publico, do oficial no mato com o mocinho. …. quer mais???

  22. Tira veio, a mulher do jaca não é escrivã não.
    Na verdade a profissão dela é auxiliar de enfermagem; outro detalhe que ele mentiu aqui no flit, ele disse que em 1981, quando ingressou na pm, estava cursando a faculdade de processamento de dados e isso também é mentira.
    Esse porcaria só presta para mentir e ofender as pessoas.

  23. Esse não diz a que veio. Um embusteiro de marca maior. Ele e seu irmão simbolizam o atraso que esse tipo de político representam. Um porcaria. Lixo.

  24. Aeee Jacaré…
    Já ouviu o ditado quem fala muito dá bom dia à cavalo…?? Pois é… No seu caso quem escreve muito (além de errado e ofensivo) dá bom dia a ruminantes.
    Pode ficar usando e-mail frio para tentar passar o pano para vc mesmo!!hahahaha
    Se fod… seu comédia analfabeto!!! Já já vc vai ofender a pessoa errada (como já faz) e vai perder sua aposentadoria (que é um engodo para o Estado, já que o mesmo é obrigado a pagar vc pelos relevantes serviços que vc prestou à sociedade.)

  25. EU NUNCA VI TANTA IGNORÂNCIA NA MINHA VIDA EM RELAÇÃO A ESSE MALDOSO JACARÉ SEM DENTE.

    O OFENDIDO DEVERIA REGISTRAR UMA AÇÃO JUDICIAL CONTRA ELE JÁ QUE AS PROVAS MATERIAIS ESTÁ AQUI MESMO NA POSTAGEM FEITA POR ELE.

    DEIXA A VIDA DAS PESSOAS PRA LÁ, SEU MENTIROSO.

    PRA QUE OFENDER AS PESSOAS?

  26. Policiais civis, com certeza, não são ignorantes…

    Fachin, Ibsen, verdade e democracia
    Um inimigo do povo, o livro de Henrik Ibsen, citado pelo ministro do STF ao comentar a decisão dos colegas de tirar José Dirceu e outros réus da Lava Jato da cadeia

    Depois que a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu tirar da cadeia José Dirceu e outros réus da Operação Lava Jato, o ministro Edson Fachin, relator e voto vencido, citou o dramaturgo norueguês Henrik Ibsen: “Saí daqui ontem com vontade de reler o Ibsen, Um inimigo do povo e a história do doutor Stockmann”. Na peça de 1882, Thomas Stockmann é médico numa aldeia cuja economia era impulsionada por uma estação balneária. Descobre que as águas são contaminadas pelo esgoto de um curtume e tenta levar a notícia à imprensa, com base num laudo técnico. Seu irmão, prefeito, consegue evitar a publicação e lança um desmentido, para evitar que a cidade fosse prejudicada pela fuga dos turistas. Stockmann convoca então uma reunião para apresentar os fatos, mas é impedido de falar por uma aliança entre o prefeito, jornalistas e representantes dos pequenos empresários. Passa a vituperar contra a “massa amorfa” de cidadãos. “A maioria nunca tem razão! Esta é a maior mentira social que já se disse!”, diz aos brados. “Quem constitui a maioria dos habitantes de um país? Pessoas inteligentes ou imbecis? (…) Os imbecis formam maioria esmagadora. É motivo suficiente para que mandem nos demais.”

    A revolta popular é tão grande que Stockmann é declarado “inimigo do povo”. Perde o emprego, sua casa é apedrejada, é despejado, seus filhos são expulsos da aula, sua filha mais velha é também demitida da escola onde lecionava. Nem sair do país ele consegue, pois o capitão que lhe garantira lugar num navio também é demitido. Ao longo dos anos, Stockmann se tornou um símbolo. Contra tudo e contra todos, mantém suas convicções na defesa da verdade. É um herói que alerta sozinho para o desastre iminente e, embora certo desde o início, é rejeitado e enxovalhado, como a Cassandra da mitologia grega. Foi essa imagem que garantiu o sucesso da peça, encenada na França no final do século XIX, onde o capitão Alfred Dreyfus era injustamente acusado de traição. Nos anos 1970, Ibsen inspirou o filme Tubarão, de Steven Spielberg, em que um cientista fracassa ao tentar alertar os turistas de uma praia sobre os riscos de entrar no mar – até que é tarde demais. Nos dias de hoje, Stockmann é evocado como um representante da ciência, a enfrentar a ignorância de massas arrebanhadas pelas redes sociais ou influenciadas por interesses políticos, econômicos e religiosos, que negam a influência do homem nas mudanças climáticas, a eficácia das vacinas, a evolução darwinista das espécies e outras verdades científicas.

  27. Como um colega acima lembrou bem o ponto alto na carreira do Ciro Gomes foi ter se relacionado com a Patrícia Pillar fora disto só não é um completo babaca porque mim é completo.
    Já rodou por 7 (sete) siglas diferentes e nunca fez a diferença alguma, na capitânia hereditária que é o Ceará é só ver os indicies do IDH daquele Estado.
    É só mais um que quer se passar por diferente fazendo as mesmas m….de todos os outros.
    Quando o seu irmão foi o governador arrumou o cargo de secretário de segurança para ele, não melhorou um índice se quer na segurança, e vem quer pagar de bonzão, de brabão de machão.
    Sem contar que rola na internet um vídeo dele alcoolizado querendo dar carteira e falando muito m…..de uma parada em que ele não tinha nada haver.
    De jagunço e pinguço estou farto.
    É só mais um que vive fazendo cursinho no exterior, bancado pelos polpudos salários que angariou vida afora, para passar de erodido.
    Ele só não falou mal do seu irmão que era useiro e vezeiro em usar o avião oficial para levar a sogra para fazer compras no exterior, nem uma linha sobre a licitação para comprar lagosta, enquanto faltava merenda nas escolas do Ceará, disto ele não falou nada.
    É mais um daqueles que se morrer agora não fara falta alguma.
    Fica a que a sugestão!

  28. 15/05/2017
    Só há prisão em 1 de cada 5 casos investigados em SP

    Folha de S.Paulo

    Somente resulta em prisão um em cada cinco inquéritos policiais abertos pelo departamento que investiga homicídios em São Paulo.

    Essa radiografia do braço da Polícia Civil, subordinada ao governo de Geraldo Alckmin (PSDB), aparece em dados de produtividade obtidos pela reportagem por meio da Lei de Acesso à Informação.

    Para entender os motivos desse cenário, a reportagem conversou com policiais e especialistas na área.

    Segundo eles, o quadro atual do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) é resultado de uma equação composta por falta de estrutura e de verba para investigações, baixa renovação, reduzida reciclagem do efetivo e práticas pouco eficazes de atuação.

    Resposta

    O governo Geraldo Alckmin (PSDB), por meio da Secretaria da Segurança Pública, afirma que o DHPP resolveu 40% dos homicídios em 2016 e que foram esclarecidos 260 de 642 inquéritos de homicídio em 2016.

    Afirma ainda que o total de prisões foi de 372, mas não discrimina quais são relacionadas a homicídios.

    Diz que há vários tipos de crimes investigados, como de desaparecimentos, que podem não resultar em prisão, mas não detalha qual é o percentual de cada crime no total de inquéritos.

    A reportagem fez vários questionamentos na quarta-feira, mas a nota na sexta não respondia algumas.

    Por telefone também não foram esclarecidas.

    Não diz, por exemplo, que que tipos de casos estão entre os 1.994 inquéritos abertos em 2016.

    ‘Importante salientar que os casos de homicídios investigados pelo DHPP não apontam qualquer indício de autoria ou motivação no momento do registro, o que torna o trabalho de investigação mais árduo e duradouro”, afirma.

    A pasta diz também que qualquer comparação entre o DHPP e o Denarc é “inadequado” e “equivocado”, pelas naturezas distintas dos departamentos.

    Sobre orçamento, diz que a reportagem ignora que parte do valor dado ao Denarc vai para outras ações.

    A respeito da morte de Peterson Silva de Oliveira, o governo afirma que quando caso voltar do fórum e, últimos laudos serão anexados.

    Diz que corregedoria afastou os PMs envolvidos.

    A família diz que estão na ativa.

    Leia esta reportagem completa na edição impressa do Agora, nas bancas nesta segunda, 15 de maio, nas bancas
    

    .
    http://www.agora.uol.com.br/saopaulo/2017/05/1884067-so-ha-prisao-em-1-de-cada-5-casos-investigados-em-sp.shtml

  29. Polícia de Alckmin só prende em 1 de cada 5 casos no setor de homicídios

  30. este charope do CIRO fica pagando de santo…honesto e escambal a quatro…

    no meu entender somente o fato dele ja ter sido um governador… pra mim é o suficiente…
    ja perde ponto na corrida presidencialista……..

    ele é um hipócrita demagogo, conivente e participou de toda a maracutaia que os subalternos fizeram numa gestão de 04 anos…. a parte dele é sagrada…

    .logicamente que ele dira como o sapão …

    eu nunca fiz nada de errado…

    se meus subordinados fizeram .. nunca me falaram nada…… etc…

    eu assinei ??? não .. então nada provam contra mim….

  31. temos é que apostar nos novatos….

    pelo menos tentaremos mudar o pais…..

  32. se for pra por outro rato la…. não podemos eleger um ratão velho….

    vamos apostar em um novinho …

    pelo menos teremos tentado….

  33. não sera culpa dos eleitores , se pormos la um politico que nunca foi chefe do executivo…
    e depois o cara virar um tremendo de um corruptão…

    agora do mesmo jeito que temos que eliminar qualquer tentativa de apostar nestes antigos chefes do executivo..

    estes teremos que estirpa los de qualquer tentativa deles , de se elegerem com nossos votos………

  34. segunda-feira, 15/05/2017 – 14:00
    Mais de 4,8 mil policiais receberão pagamento de bonificação
    O investimento total pago para os meses de janeiro, fevereiro e março de 2016 foi de R$ 2.372.250,00

    O pagamento do bônus do primeiro trimestre de 2016 vai beneficiar 4.876 policiais civis e militares do Estado de São Paulo. No total, a bonificação representou um investimento de R$ 2,3 milhões. O pagamento está previsto para acontecer na segunda-feira (15).

    Foram beneficiados policiais que atuam em áreas em que houve redução dos índices de vítimas de letalidade violenta (homicídio doloso e latrocínio), roubo e furto de veículo e roubo em geral no trimestre.

    Ao todo, foram favorecidos com a bonificação 3.432 policiais militares e 1.444 policiais civis. O valor mínimo pago individualmente para os agentes foi de R$ 250 e o valor máximo chegou a R$ 500.

    Criado em 2014 a partir de sugestões da sociedade civil, o Programa de Metas e de Bonificação Policial é uma das ações do projeto São Paulo Contra o Crime. O objetivo principal é premiar o esforço dos policiais na redução da criminalidade.

    Programa de Metas e Bonificação

    O Programa de Metas e de Bonificação Policial é baseado em um modelo de gestão desenvolvido em conjunto pela Secretaria da Segurança Pública, comando das polícias e Instituto Sou da Paz. Um dos pilares do programa é a adoção da meritocracia na gestão das polícias, uma prática comum na iniciativa privada.

    A escolha dos indicadores estratégicos levou em conta aspectos como a incidência e o impacto social de cada tipo de crime. São eles o número de vítimas de letalidade violenta – que inclui vítimas de homicídios dolosos e de latrocínios – a quantidade de roubos e furtos de veículos e de roubos em geral.

    Para atingir as metas, as polícias têm que desenvolver planos de ações em conjunto e atuar de forma integrada. A bonificação é condicionada ao resultado em 104 áreas paulistas de atuação compartilhada (como batalhões, distritos policiais e equipes médico-legais e de perícias) e pode variar de acordo com o desempenho geral do Estado.
    Assessoria de Imprensa e Comunicação da Secretaria da Segurança Pública
    .
    http://www.ssp.sp.gov.br/LeNoticia.aspx?ID=39711

  35. TODO MUNDO SABE QUE O GUERRA SÓ DEFENDE AQUELE DELEGADO OU DELEGADA PORQUE POLICIAL CIVIL SÓ PODE TER VOCAÇÃO PARA SER FODIDO, QUANDO É ELE QUE RESOLVE FODER SABEMOS O QUE ACONTECE SÓ LEMBRARMOS O CASO DAQUELE POLICIAL CIVIL EXPULSO DA PC POR TER PARTICIPADO DE UM FILME PORNÔ.
    😂😂😂😂😁😁😁😁😁😬😬😬😬👨‍❤️‍👨👨‍❤️‍👨👨‍❤️‍👨👨‍❤️‍👨👨‍❤️‍👨👨‍❤️‍👨👨‍❤️‍👨

  36. Lá vem mais um asno pensante ruminar estultícies e inocular maniqueísmo barato colocando a questão nesses termos: o delegado pode virar delegada , mas um candidato a tira não pode fazer filme pornográfico. Pior: é PC, né ? Deveria refletir melhor antes de escrever besteira !

    Meu caro, não confunda transexualismo com pornografia. “Transexual é quem não se identifica com o seu sexo de nascimento e que procura adequar ou passou por adequação para o gênero desejado,o que em vários, mas não em todos os casos, envolve transição somática por tratamento hormonal e cirurgia genital (cirurgia de redesignação sexual)”. Portanto, uma questão de saúde; não uma questão de simples busca de prazer sexual. Pornografia é tudo aquilo que diz respeito à exploração da licenciosidade sexual por meio de escritos, imagens, filmagens; etc. A Administração não pode excluir um transexual de suas fileiras, mas pode não aceitar o ingresso de um ator pornô em seus quadros. Posto isto, não se trata de defender delegado apenas pelo fato de ser delegado. Em relação ao investigador, o Tribunal de Justiça fez muito bem ao determinar fosse ele reintegrado, pois tal conduta – ainda que nada construtiva e dignificante – não o incapacita para o exercício do cargo.

    Por fim , publicamos aqui – com todo o respeito – a reintegração do policial:
    https://flitparalisante.wordpress.com/2014/02/07/caso-investigador-e-a-musa-da-borracharia-tj-sp-reintegra-policial-exonerado-pelo-governo-por-participar-de-filme-erotico/#comments

  37. Esse Flit agora virou site de sexólogia ?

    Não concordo. Pornografia não tem nada a ver com exploração da sexualidade. Eu posso muito bem fazer um filme pornográfico com a minha mulher em casa apenas para o nosso prazer intimo.

  38. Laura Muller,

    Aqui não tem nenhum conselheiro sexual, mas pensamos que o que você gravou com a sua mulher deva ser chamado de filme erótico; enquanto mantido na intimidade do casal.

  39. PESSOAL, NADA TENHO CONTRA HOMOSSEXUAL OU QUALQUER COISA DO NAIPE.
    NÃO CURTO, NÃO COMPACTUO, DESDE QUE NÃO ME PREJUDIQUE.
    AQUI TEM UM MONTE DE BORRA-BOSTA, COMEÇANDO PELO ADM QUE MAIS PARECE UM JEGUE, SE ACHA O CARA, O PROFESSOR PARDAL, ELE É TÃO ESPERTO QUE CONSEGUIU SER EXPULSO DAS TETAS DA MAMÃE MÃE CHAMADA POLICIA CIVIL DE SP.
    ESSE JUMENTO COICEIRO É TÃO INTELIGENTE QUE A MINHA SIMPLES POSTAGEM DEU MAIS ÊNFASE QUE O TÓPICO FEITO POR ESTE ANTAOSSAURO KKKKKKKK
    QUANTO AOS BORRA-BOSTA QUE MALDOSAMENTE ME ACUSARAM DE HOMOFÓBICO, ACIMA, ACONSELHO A SOLTAR UM POUCO OS COCOS DO ADM DOTÔ, E TER OPINIÕES PRÓPRIAS E INTELIGENTE, NÃO FAZENDO O MESMO PAPEL DE UM ZÉ RUELA QUALQUER, FALANDO ASNEIRAS.
    VEJA A MINHA POSTAGEM E ME MOATRA ONDE FOI QUE EU MENTI OU COMETI ALGUM TIPO DE OFENSA A ALGUÉM, ATE MESMO AO DELEGADO QUE VIROU DELEGADA POR OPÇÃO PRÓPRIA.
    EU APENAS SUGERI AO AO ILUSTRE DOTÔ QUE DÊ UMA MELHORADA NOS SEUS TÓPICOS, PARA QUE ELE POSSA COLOCAR TÓPICO DE INTERESSE COLETIVO, E AS MERDAS AO QUAL ELE TEM COLOCADO CONSTANTEMENTE.
    E DEI A ELE UMA OPINIÃO QUE COM CERTEZA IRIA TRAZER BEM MAIS COMENTÁRIOS SÓ ISSO.
    ANALISEM COM CAUTELA NOVAMENTE E ME MOSTRA ALGUMA FALHA NA MINHA POSTAGEM?

    *******QUE TAL FAZER UM TÓPICO REFERENTE AQUELE DELEGADO DE POLICIA ESTADUAL QUE HOJE É UMA DELEGADA, INCLUSIVE TITULAR DE UMA ESPECIALIZADA ( DDM) ?********

    ME MOSTRA ONDE É QUE TEM HOMOFOBIA AI SENHORES LEÕES DE TECLADO.

  40. QUEM É ESTE CIRO DE QUE MESMO ????????????????? ELE VAI DAR AUMENTO PARA SALARIO DA POLICIA CIVIL DE SP VAI ? MAIS UM MIMI AFAVOR DO SAPOBARBUDO

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