INGENUIDADE JURÍDICA – Iniciativa do Sindicato dos Delegados de Polícia resultará na ratificação da legalidade de mandados de busca expedidos mediante representação da PM …O Poder Judiciário despreza as prerrogativas legais dos Delegados e da Polícia Civil 39

CNJ investiga juízes por mandados expedidos para PMs

Delegados realizaram representação à Corregedoria, após oficiais terem feito investigações em SP

Alexandre Hisayasu e Marco Antônio Carvalho, O Estado de S.Paulo

02 Junho 2017 | 03h00

SÃO PAULO – Três juízes e dois oficiais da Polícia Militar paulista estão sendo investigados por suspeitas envolvendo a expedição de mandados de busca e apreensão a partir de investigações realizadas pelos PMs.

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A Corregedoria Nacional de Justiça, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), abriu três apurações para verificar se os magistrados cometeram algum tipo de infração disciplinar Foto: Andre Dusek/Estadão

A Corregedoria Nacional de Justiça, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), abriu três apurações para verificar se os magistrados cometeram algum tipo de infração disciplinar ao expedir esses mandados. A denúncia foi realizada pelo Sindicatos dos Delegados do Estado, que acredita haver crime de usurpação de função pública por parte de quatro oficiais da corporação – contra dois ainda não houve abertura de inquérito –, além de infração por parte dos magistrados.

Segundo os delegados, os juízes Xisto Albarelli Rangel Neto, da capital, Carolina Hisagnol Lacombe, de Itapevi, e Isabel Cardoso da Cunha Lopes, de Ribeirão Pires, cometeram infração ao atender a pedido de PMs, que conseguiram a expedição de mandados.

No dia 20 de abril, o tenente Luis Eduardo Picini Hogera cumpriu mandado em Itapevi após ter ele mesmo identificado e investigado a suspeita de tráfico de drogas, segundo os delegados. O capitão Carlos Dias Malheiro e um tenente identificado apenas como Ricardo cumpriram, 13 dias antes na capital, um mandado para combater a suspeita de prática de jogos de azar. E, no dia 22 de fevereiro, a tenente Fernanda Santana de Oliveira já havia cumprido um mandado após desconfiar de uma plantação de maconha.

Em representações enviadas ao CNJ, o sindicato diz ser “óbvio que a investigação criminal não pode ser conduzida de qualquer forma, já que de um lado há o Estado investigador e do outro, o cidadão, devendo seus direitos serem respeitados”.

“Verifica-se que o PM, ao representar pela concessão de mandado em crimes cuja atribuição investigativa não lhe cabe, usurpa a função da autoridade policial, sendo tal ato tão deletério ao direito que deverá, inclusive, ser decretado nulo”, expõe o autor das representações, o advogado Arthur Jorge Santos. Além das representações ao CNJ, foram enviados a delegacias pedidos de abertura de inquérito para investigação de crime de usurpação de função pública por parte dos PMs, já atendidas nos casos contra os tenentes Hogera e Fernanda.

A presidente do sindicato, Raquel Kobashi Gallinati, mostrou preocupação. “Qualquer situação que vá de encontro aos direitos da sociedade e quebra de prerrogativa nos deixa indignados.”

O Estado tentou contato com os juízes por meio do Tribunal de Justiça, que informou que eles não falariam e o tribunal não se manifesta em questões jurisdicionais “Fica registrada a existência de precedentes do Supremo Tribunal Federal que autorizariam o cumprimento de mandados de busca e apreensão pela PM.” A Secretaria da Segurança Pública disse que as unidades apuram as denúncias de usurpação de função, permitindo “aos agentes ampla defesa”.


Apenas para ilustrar, o Juiz Xisto Albarelli Rangel Neto foi delegado de polícia filho de delegado de polícia classe especial que – por muitos anos – exerceu o cargo de Seccional de Itanhaém, no litoral sul deste estado.

Com efeito, se ex-delegado não está nem aí para as atribuições da autoridade policial legalmente investida das atribuições investigativas e de polícia judiciária, o que se pode esperar dos demais. 

De resto, não há nenhum crime de usurpação de função pública por parte dos oficiais da PM. De se ver que não é exclusividade do delegado de polícia a representação pela expedição de mandado de busca,  muito menos seu efetivo cumprimento; aliás,  que pode ser atribuído a oficias de justiça ou quaisquer agentes policiais.

Por fim, os investigadores de polícia deveriam passar a representar diretamente junto ao judiciário pela expedição de mandados de busca.

Será que os magistrados indefeririam sob o fundamento de que tal atribuição é privativa dos delegados?

  1. Morador de rua é preso após furtar um cobertor
    Sem dinheiro para fiança, o suspeito foi levado para a cadeia pública

    2/6/2017 08:33
    ACidadeON/Araraquara Da reportagem
    00
    Um morador de rua de 36 anos foi preso ao furtar um cobertor, na noite da última quinta-feira (01), em uma loja na Rua Nove de Julho, no Centro de Araraquara.

    Segundo a polícia, viaturas foram acionadas pelo gerente de um magazine, que relatou o crime. Com base nas descrições, a polícia deteve o suspeito, que foi levado para a delegacia.

    Ouvido pela polícia, o delegado arbitrou fiança de R$ 930, mas sem dinheiro, o morador de rua foi levado para a Cadeia de Santa Ernestina.

  2. O que é Cada macaco no seu galho:

    Cada macaco no seu galho é uma expressão popular que significa que cada pessoa deve preocupar-se apenas com aquilo que lhe diz respeito.

    A expressão quer dizer que as pessoas devem reconhecer o seu lugar, sem se intrometer em assuntos alheios, dos quais não lhe compete. É o mesmo que dizer: “cuide de sua vida que eu cuido da minha”.

    Cada macaco no seu galho é uma expressão que aconselha ou rebate que cada pessoa exerça sua atribuição, sem se meter no que não deve. A expressão “Cada um na sua” é usada em situações idênticas, para delimitar as atribuições de cada indivíduo, sem permitir intromissões.

    “Cada macaco no seu galho” é o título de uma música da autoria do compositor e sambista baiano Riachão. Foi gravada por Caetano Veloso e Gilberto Gil quando regressaram do exílio em Londres em 1972. A música foi escolhida pelos cantores para assinalar o retorno ao Brasil.

  3. Permitir o cumprimento de mandado de busca e apreensão pela pm é uma coisa, muito diferente é acolher representação por mandado de busca e apreensão por parte da pm. Ou seja, se o mp consegue um mandado e usa da pm para o cumprimento, apesar de ser deplorável ainda é aceitável, agora o juiz acatar pedido de servidor que não tem a atribuição legal é no mínimo abuso por parte do juiz e também por parte do servidor que fez o pedido que não podia fazer. Por essas e outra que a lei de abuso de autoridade tem mesmo que ser atualizada, porque neste caso daria pra aplicar a lei aos dois servidores, juiz e pm.

  4. Os Delegados não estão preocupados em fortalecer a civil, seja com efetivo, seja com salário, tanto que dentre em breve seremos extintos, ou seja, a civil não tem efetivo pra fazer, e a Pm que tem está fazendo, do ponto de vista do juiz, o que prevalesce é o interesse coletivo, é que de uma forma ou de outra a coisa está sendo feita

    E Parabéns pra Pm, está certíssima, quem não tem competência não se estabelece

  5. O ciclo completo já teve início, aliás faz tempo. Aceita que dói menos.
    E, falando sério…menos criminosos na rua…Qual mal há nisso?
    Como pode alguém que se diga policial ficar contrariado com criminosos sendo presos?

  6. O Loko!

    O deferimento do mandado , de regra, é precedido de vista e concordância do membro do MP que, assim, valida a iniciativa da PM. Lembrando que até a vítima, ou seu representante legal, pode requerer ou representar ao Juiz pela medida.

  7. É puro ego e vaidade, eu não posso fazer, mas você que tem efetivo não vai fazer por que eu não quero, e o povo como fica nessa situação? A o povo que se foda

  8. José Dantas,

    Verdade, pura vaidade de ambas as partes que – historicamente – se negam ( em certos casos por motivos nada construtivos ) a colaboração mutua em prol da sociedade.

    PC e PM apenas compartilham a miséria moral e financeira da maioria de seus membros.

  9. O fato do cpp não ser claro (usar o termo “partes” para requerer a busca e a apreensão, art.242) não significa que a PM possa fazer isso.

    O art. 241 foi recepcionado parcialmente pela Constituição de 1988, que autorizava busca domiciliar sem mandado quando fosse pessoalmente a AUTORIDADE POLICIAL (delegado de polícia), excluindo tal possibilidade, e atualmente exigindo o mandado expedido pela autoridade judiciária.

    Nesse jogo de palavras do art.242 não pode estar acima do art. 144 da CF que estabelece as atribuições das polícias. A PM cabe a polícia ostensiva (podendo investigar nos crimes militares) e fim.

    Dependendo ou não do aval do MP, e também dos termos vagos do art. 242, não podemos ferir a CF, sob pena de tudo virar uma bagunça (praticamente vivemos numa).

    Atestar que o art.242, prevê a PM requerer mandados de busca domiciliar também para crimes comuns, é ferir mais ainda a norma fundamental.

  10. Colocam os tiras em portarias, fazem-nos de seus motoristas particulares, e agora reclamam da PM estar investigando. Alguém ou alguma instituição tem que fazer o que a PC deveria estar fazendo muito e faz muito pouco. Quantos investigadores estão em exercício no IIRGD? O que estes tiras fazem em um órgão que, pela natureza das atividades exercidas por seus funcionários, deveria estar vinculado à SPTC?

  11. Verdade, já que é assim, o CNJ poderia autorizar que investigassem os homicídios que cometem , diga-se de passagem, uma quantidade expressiva dentro do universos de homicídios cometidos aqui em SP e em boa parte do Brasil.
    “Estado de Direito” é uma coisa que com certeza este país não é. Aqui a lei muda conforme a qualidade do criminoso, lógico que para beneficiá-lo.
    Tendo grana e influência política, a lei penal, seja ela qual for, estará ao seu dispor.

  12. Morador de rua é preso após furtar um cobertor
    Sem dinheiro para fiança, o suspeito foi levado para a cadeia pública

    2/6/2017 08:33
    ACidadeON/Araraquara Da reportagem
    00
    Um morador de rua de 36 anos foi preso ao furtar um cobertor, na noite da última quinta-feira (01), em uma loja na Rua Nove de Julho, no Centro de Araraquara.

    Segundo a polícia, viaturas foram acionadas pelo gerente de um magazine, que relatou o crime. Com base nas descrições, a polícia deteve o suspeito, que foi levado para a delegacia.

    Ouvido pela polícia, o delegado arbitrou fiança de R$ 930, mas sem dinheiro, o morador de rua foi levado para a Cadeia de Santa Ernestina.

    02/06/2017
    Delegado – conforme o Art. 140, § 3º da CE – aplica o princípio da insignificância e o instituto do crime impossível para descriminalizar furto flagrante…Acerto ou desacerto passível de responsabilização criminal ( prevaricação ) , civil ( ação de improbidade ) e administrativa ( crime contra a Administração ) ? O Poder Judiciário recentemente declarou que a independência funcional do Delegado não é absoluta como a dos juízes e promotores Resposta
    por FLIT PARALISANTE • Sem-categoria
    Abordado antes de concluir furto, desempregado se livra da prisão em Guarujá

    Delegado aplicou a hipótese do “crime impossível”, prevista no Código Penal

    EDUARDO VELOZO FUCCIA – A TRIBUNA DE SANT0S
    02/06/2017 – 11:39 – Atualizado em 02/06/2017 – 11:39
    O delegado Estevam Gabriel Urso aplicou a hipótese do “crime impossível”, prevista no Código Penal, e ainda reconheceu a incidência do “princípio da insignificância” para não prender em flagrante um desempregado acusado de tentar furtar duas facas e um tubo de desodorante de um mercado, em Guarujá, na quarta-feira (31).
    Com 31 anos de idade, M.S.L. entrou no Mercadão Atacadista, situado na Avenida Bidu Sayão, no Perequê, e passou a ser vigiado, desde o início, por um funcionário, conforme disse o gerente do estabelecimento. O acusado apanhou duas facas Tramontina e um desodorante Rexona e saiu do comércio sem pagar.

    Porém, como já era monitorado, M.S.L. foi abordado em frente ao mercado pelo mesmo funcionário que o observava. Acionados, policiais militares só tiveram o trabalho de conduzir o acusado à Delegacia de Guarujá para que fosse formalizada a autuação em flagrante, caso o delegado não realizasse outra análise jurídica e contextual da ocorrência.

    O desempregado admitiu ter pego as mercadorias e saído sem pagar. Ele afirmou estar “passando fome”, explicando que a sua intenção era vender os produtos para qualquer pessoa e obter dinheiro para comprar alimento. A confissão e a materialidade do suposto delito, contudo, não prevaleceram na interpretação de Urso.

    De acordo com a regra do Artigo 17 do Código Penal, não se pune a tentativa quando, por ineficácia absoluta do meio ou por absoluta impropriedade do objeto, é impossível consumar-se o crime. No caso do Perequê, o meio escolhido pelo desempregado foi ineficaz, conforme o delegado, porque ele, desde o início, era vigiado e jamais teria êxito em sua ação.

    Além desta hipótese legal reconhecida por Urso, o “crime impossível” também abrange o caso de absoluta impropriedade do objeto, que pode ser exemplificado pela conduta de quem tenta matar alguém com um revólver desmuniciado.

    A deliberação do delegado em não prender o desempregado ainda foi fundamentada pelo “princípio da insignificância” ou “crime de bagatela”, que não tem previsão legal, mas é reconhecido pela doutrina e aplicado cada vez mais em decisões dos tribunais do País.

    De acordo esse princípio, uma conduta descrita como crime pode não ser considerada como tal, se a lesão ao bem jurídico protegido pela lei for irrelevante à sociedade e à própria vítima. O valor de venda das facas e do desodorante, estimado em R$ 65,00, foi levado em conta pelo delegado Urso.

  13. Que a PM faça tudo que a PC faz, minha vida vai continuar sendo a mesma.
    Por mim eu ficaria em casa recebendo o salário de boa, e a PM poderia fazer o circo completo.
    Quem realmente perde com isso são os que ganham o GAT.

    Apocalipse da PC já começou, que toque a trombeta…

  14. Fred disse:
    02/06/2017 ÀS 13:36
    Que a PM faça tudo que a PC faz, minha vida vai continuar sendo a mesma.
    Por mim eu ficaria em casa recebendo o salário de boa, e a PM poderia fazer o circo completo.
    a PM poderia fazer o “circo completo”.

  15. A PM não faz nem a sua obrigação legal(preventivo e ostensivo) vai querer fazer polícia judiciária?

  16. Legalmente quem tem que cumprir os mandados expedidos pelo poder judiciário são os oficiais de justiça, portanto legalmente toda operação teria que ter oficial de justiça acompanhando. Mais como no brasil tudo e interpretação e pior são as escultas sendo realizadas sem ter inqueritos abertos.

  17. Requerer e um direito de todos, agora se o juiz vai dar e outra, e igual a pcesp que depende dos delegados, para barrar atitudes da pm ou da fundação casa, entretanto se esquivam para nao desagradar.

  18. Todo delegado que sai da policia e passa para juiz ou promotor, tem uma vontade fudente pela polícia civil, poucos continuam a ter boa vontade.

  19. É fácil brigar por atribuição a qual deságua no escrivão, ou o termo mais adequado escravão, que faz tudo e depois é só assinar, quando os delegados brigam por isso é no escrivão e no restopol que a naba entra. Mostrar serviço com o chapéu alheio é fácil, sendo que ainda existe a discrepância salarial, todo mundo se fode no plantão acumulando áreas mas somente uma única pessoa recebe por isso

    A Pm tem uma mentalidade de fortalecimento da instituição, todo ano 5000 mil soldados são contratados, na civil a cada 4 ou 5 anos consegue colocar 600 escrivães ou meia dúzia de gato pingado de outras carreiras, sendo que a evasão de escriba é enorme, no quesito salarial, um soldado hoje ganha 300 reais a menos do que um investigador ou escrivão ganham com nível superior, sendo que o soldado pode ser oficial, dentre outras possibilidades

    Os quadros da polícia civil, indica falência em no máximo 5 anos, por total falta de efetivo e estrutura, além do que na basta contratar e pagar esse salário esdrúxulo, o pior do Brasil, simplesmente o cara não fica, mas os Delegados estão muito ocupados em querer ocupar os espaços e não deixar a Pm trabalhar, dai não dá tempo pra olhar a própria instituição que encontra-se na Útil em estado terminal

  20. Abordado antes de concluir furto, desempregado se livra da prisão em Guarujá
    Delegado aplicou a hipótese do “crime impossível”, prevista no Código Penal
    EDUARDO VELOZO FUCCIA 02/06/2017 – 11:39 – Atualizado em 02/06/2017 – 11:39

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    O delegado Estevam Gabriel Urso aplicou a hipótese do “crime impossível”, prevista no Código Penal, e ainda reconheceu a incidência do “princípio da insignificância” para não prender em flagrante um desempregado acusado de tentar furtar duas facas e um tubo de desodorante de um mercado, em Guarujá, na quarta-feira (31).

    Com 31 anos de idade, M.S.L. entrou no Mercadão Atacadista, situado na Avenida Bidu Sayão, no Perequê, e passou a ser vigiado, desde o início, por um funcionário, conforme disse o gerente do estabelecimento. O acusado apanhou duas facas Tramontina e um desodorante Rexona e saiu do comércio sem pagar.

    Porém, como já era monitorado, M.S.L. foi abordado em frente ao mercado pelo mesmo funcionário que o observava. Acionados, policiais militares só tiveram o trabalho de conduzir o acusado à Delegacia de Guarujá para que fosse formalizada a autuação em flagrante, caso o delegado não realizasse outra análise jurídica e contextual da ocorrência.

    O desempregado admitiu ter pego as mercadorias e saído sem pagar. Ele afirmou estar “passando fome”, explicando que a sua intenção era vender os produtos para qualquer pessoa e obter dinheiro para comprar alimento. A confissão e a materialidade do suposto delito, contudo, não prevaleceram na interpretação de Urso.

    De acordo com a regra do Artigo 17 do Código Penal, não se pune a tentativa quando, por ineficácia absoluta do meio ou por absoluta impropriedade do objeto, é impossível consumar-se o crime. No caso do Perequê, o meio escolhido pelo desempregado foi ineficaz, conforme o delegado, porque ele, desde o início, era vigiado e jamais teria êxito em sua ação.

    Além desta hipótese legal reconhecida por Urso, o “crime impossível” também abrange o caso de absoluta impropriedade do objeto, que pode ser exemplificado pela conduta de quem tenta matar alguém com um revólver desmuniciado.

    A deliberação do delegado em não prender o desempregado ainda foi fundamentada pelo “princípio da insignificância” ou “crime de bagatela”, que não tem previsão legal, mas é reconhecido pela doutrina e aplicado cada vez mais em decisões dos tribunais do País.

    De acordo esse princípio, uma conduta descrita como crime pode não ser considerada como tal, se a lesão ao bem jurídico protegido pela lei for irrelevante à sociedade e à própria vítima. O valor de venda das facas e do desodorante, estimado em R$ 65,00, foi levado em conta pelo delegado Urso.

  21. Todos querem investigar…
    Porém, nao cumprem suas atribuições…
    PM deixou a segurança pública falir…
    Logo Logo não vão usar farda…rs rs
    MP quer investigar.. mas.. apenas o que tem cobertura da imprensa…
    e assim caminha a humanidade…
    Pobre Brasil… cada um faz o que bem entende…

  22. PC e PM apenas compartilham a miséria moral e financeira da maioria de seus membros?.

  23. sexta-feira, 2 de junho de 2017
    Avante “Palmeiras Solidário de Dourado”
    Iniciativa de um palmeirense de Dourado engrandece a cidade onde mora e sua gente

    O Casal palmeirense Angela e Dorival Munhoz

    Poucas vezes você ouviu dizer que em uma reunião onde estivessem torcidas de times de futebol diversas e, principalmente, a do Palmeiras e do Corinthians juntas e não terminaria em discussão.

    Pois então, na bucólica Dourado, cidade do centro do Estado de São Paulo isso é possível há anos, desde 1993. A ideia partiu do douradense apaixonado pela cidade onde nasceu e pela equipe que torce, o Palmeiras. Estou falando de Dorival Munhoz, um executivo que profissionalmente já percorreu vários países por conta de sua profissão e de sua competência. A China foi a sua última parada até que definitivamente fincou suas verdadeiras raízes em Dourado, onde mantém uma belíssima casa em um bairro silencioso, arborizado e um pouco afastado do centro, o Jardim das Flores.

    Jardim das Flores – Dourado

    É na sua bela residência que recebe os amigos em um evento especial. Eu explico: sempre que o Palmeiras ganha um campeonato, seja ele qual for, Dorival promove uma festa em sua casa para comemorar o título vencido. Nesta última recepção, no domingo(31), estiveram cerca de 40 pessoas, comemorando a Copa do Brasil, edição 2015. Essa tradição vem desde 1993, quando o Palestra sagrou-se campeão do Campeonato Brasileiro.

    Cheguei por volta das 11h30 e logo na entrada da residência dava para perceber o gosto do Dorival e sua esposa Angela pela cor verde. Bexigas enfeitavam o portão principal, dando boas vindas aos visitantes. De longe avistei um mural muito bem decorado, com a bandeira do Palmeiras e algumas camisas da equipe.

    Ao longo do gramado algumas barracas foram montadas com mesas e cadeiras e aproveitando a sombra de algumas árvores frutíferas, outros ambientes foram criados. Duas cozinhas davam o suporte para a recepção, a da casa, e outra montada próximo à churrasqueira. Na cozinha interna uma macarronada preparada com molho do próprio tomate seguiu a tradição do time do coração. De acordo com a anfitriã Angela, uma caixa de tomates foi utilizado para o molho.

    O belo gramado foi palco do encontro

    Na churrasqueira, carnes diversas: carneiro, frango, carne bovina e linguiça. O ambiente em termos do bom gourmet não poderia ser melhor. A expectativa deste jornalista foi a de avaliar como a convivência dos diversos torcedores se daria durante o evento, uma vez que entre os convidados não havia apenas simpatizantes do verdão. A estatística nos mostra que palmeirenses e corintianos nunca se deram muito bem, quando o assunto é futebol.

    Pois bem, confesso aos amigos, que tive o privilégio de participar de uma reunião de verdadeiros amigos, independente da equipe dos quais torciam. O objetivo dessa festa, além da confraternização, foi angariar doações para as entidades locais, desta feita, cada convidado levou um pacote de fraldas geriátricas que serão doadas ao Asilo e APAE local. Há que se registrar que nos encontros do gênero, sempre teve o caráter solidário em prol de alguma entidade da cidade.

    Fraldas que serão doadas às entidades da cidade

    O convívio de torcedores rivais do Palmeiras e Corinthians, se desenrolou em clima de alegria e descontração total, mesmo porque a intolerância nunca existiu nos encontros. Quem poderia imaginar que Carlos Plinio, torcedor incondicional do Palestra, pudesse executar um “batuque” em um instrumento grafado com o símbolo do Corinthians? Quem imaginaria, que na casa de um palmeirense roxo, como é Dorival, o maestro Tanaka pudesse entoar em seu trompete o hino do Corinthians? E ali estavam são-paulinos, como o Nenê do Cartório e o Jonas e santistas também. O que ocorre na casa do Munhoz, é um exemplo, que infelizmente vejo pouca possibilidade de ocorrer em estádios e fora deles também.

    Que bom conversar com o Nenê do Cartório(corintiano) e ouvir as suas histórias de Dourado. Que bom dar boas risadas com o Marcelino(palmeirense), que bom ouvir o Malheirinho e a paixão que nutre por Dourado….Como foi bom…..muito bom de verdade.

    A macarronada não poderia faltar…

    O evento deste domingo teve o seu batismo, pois até então o encontro de campeões da amizade e da solidariedade, como podemos literalmente chamar, não tinha um nome. A partir de agora, passa a se chamar “Palmeiras Solidário de Dourado”. O nome foi aceito por unanimidade dos presentes.

    Não sou torcedor do palmeiras, mas a iniciativa e a solidariedade que esse grupo teve, terá sempre o meu respeito e a minha admiração, Avante “Palmeiras Solidário de Dourado”!!!

  24. he he he disse:
    02/06/2017 ÀS 16:49
    E O PALMEIRAS NÃO TEM MUNDIAL

  25. Também existe uma lei que que a pessoa identificada civilmente não deveria ser legitimada, porém a Autoridade Carcerária da SAP não aceita o preso sem legitimação mesmo tendo documento original de identificação, e até hoje não vi nenhum delegado fazer a lei ser cumprida

  26. Investipol, delegado só tem coragem em peitar Escrivão e Investigador. Outros órgãos cagão na cabeça deles e não fazem nada.

  27. Pessoal, as vezes desconfio se tem policiais aqui ou não comentando.

    O reajuste salarial está previsto no art 7 da CF e há 4 anos não é cumprido no tucanistão. O que aconteceu com o pinoquio que faz acordo com PCC? NADA.

  28. Putz, só frustrados aqui.
    Não sei quem é pior, quem comenta ou que faz o artigo.

  29. Na PC só não é frustrado quem rouba bem, quem ingressou a convite ( apadrinhado ) , quem ingressou no jeitinho ( mediante fraude ) e os conscientes da pessoal insignificância. Todos os demais foram frustrados em sua vontade de desenvolvimento e frustrados na vontade de concretizar aquilo que leva o nome de “missão”. Se ser consciente na Polícia Civil for aceitar passivamente a pessoal insignificância e inutilidade , muito melhor ser um frustrado.

  30. Pedro, concordo com o tonto.
    Quem manda na Polícia Servil somos nós investigadores, fazemos o que queremos e não fazemos o que mandam, o resto é resto, incluindo delegados de pelúcia e ponto.

  31. peço licença para indicar um livro. Quem puder ler leia o livro O MEU PACTO SOCIAL LIBERAL E A MINHA SUB-REFORMA CONSTITUCIONAL do ex – Escrivão Lenilson. É ousado, não é enfadonho, não dá sono e se mete em um pouco de tudo. Trata-se de um livro que propõe forte mudança no Funcionalismo em Geral, na Política e no Ministério Público e Poder Judiciário. Propõe também um novo “rearranjo” na Economia e nas relações entre os Poderes, sobretudo uma forte reformulação no Poder Judiciário. O livro é da Editora Perse e custa em Ebook a bagatela de R$07,30, ao passo que em formato impresso e escrito – o tradicional, do qual eu mais gosto e do qual eu comprei – custa R$80,00. Fica aí a minha sugestão. Obrigado e boa leitura a todos. Um abraço a todos aqui do Flit. Denilson.

  32. Caramba, cada vez que se publica algum texto neste blog referente a matéria de direito, me aparece cada “jurista cabuloso” nos comentários, que colocam os “Helys Lopes da vida” no chinelo.

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