1. Tem gente que ainda defende essa raça de PutaMerda

  2. Já tomei uns 4 enquadros da PM
    Padrão mão na cabeça, vira de costas.
    Obedeci!!
    Quando o mike chegou perto falei (de costas e mão pra cima) sou polícia e tô armado.
    Em todas perguntaram se era mike ou charlie.
    Quiseram saber onde estava a arma e se eu estava com a mentirosa.
    Nunca bem tentaram pegar minha arma
    Pediram para me apresentar.
    Apresentei a funcional…uns pegaram na mão, outros apenas olharam.
    E Boa…sem novidade alguma!!!!

    Eles estavam fardados…eu não.
    Eles não sabiam quem eu era.
    Minha obrigação era obedecer.
    Nunca tive problema.

  3. Não estou dizendo que é o caso porque não sei e não vou dar palpite.

    Mas conheço PC de várias carreiras que se negam a tomar enquadro.
    Não erguem o braço…nao viram de costas…querem debater antes de se apresentar.
    Tem vários.

  4. Essa aula não tem na Acadepol: como se portar diante de uma abordagem. Impressionante como tem colega que passa por humilhação porque quer levantar a voz pra quem está abordando. Não interessa se é pm, gcm, goe, garra, Federal.. .Se vc estiver sozinho oh em menor número, vai ser jogado no chão. Vamos parar de viadagem e vamos colaborar. Tomou um mão pra cabeça? Levante a porra das mãos, diga que é polícia e que está armado e a abordagem terá praticamente chegado ao seu final com a sua colaboração. Porra, Acadepol, vamos treinar direito esses polícias.

  5. A desculpa do PM é que recebeu denuncia que havia alguém armado! Se o investigador se identificou como tal, mostrando sua funcional ( onde diz que é permitido o porte de armas) qualquer juiz vai dar a causa a favor do investigador (salvo ser o juiz foi PM algum dia. kkk). Vai sobrar no cú dos PMs que quiseram pagar de xerife!
    DANOS MORAIS no cú dos coxinhas. Processo criminal por abuso de autoridade e não esqueça de representa-los junto a corregedoria dá PM. A desobediência e desacato tem que ser provada, não basta só a palavra dos PMs. Se tiver uma testemunha que negue a versão dos PMs, já gera a dúvida.

  6. Dr Guerra boa tarde!

    Defina dignidade, por favor.
    E por que motivo, nas situações pelas quais passei, ela me faltou?
    Nunca tomei tapa na cara, nunca fui algemado, corregedoria conheço de passar na porta.
    Se a PM ou alguns PMs não me consideram polícia sinceramente não sei dizer.
    Tenho certeza que o senhor não se prestaria à ironia pelo fato de eu ser Atendente de Necrotério Policial, não é mesmo?!
    Sucesso!

  7. Como tem frouxo na PC, pqp! O sujeito achar natural tomar enquadro da meganha. Ah, não fode! Foi abordado pela meganha? Identifique-se educadamente, sempre de frente para eles, mostre a funcional e ACABOU! Daí pra frente, se continuar, o problema é deles. Que segurem a pica!

  8. É o sentimento pessoal que todo ser humano deve ter de viver livremente sem ser importunado por policiais com posturas do tipo mão pra cabeça , vira de costas, cale a boca, etc. Sempre sem a menor motivação legal!
    Não estou ironizando o seu cargo, pelo qual tenho respeito. Mas nenhum policial militar possui. Aliás, não respeitam os delegados o que dizer dos atendentes de necrotério!

  9. bom, eu já fui abordado por PM diversas vezes, algumas com funcional, outras não, porém sempre de folga, obviamente.

    Quando estava com funcional (estava de moto), botei a mão na cabeça e falei “sou PC, estou armado, posso pegar a funcional no bolso?” Prontamente ele permitiu, com um pouco de cautela, eu mostrei a funcional para ele e ele me liberou educadamente, nem pediu mais dados.

    Quando estava sem funcional, mesmo assim eu disse que era PC, ele perguntou onde eu trabalhava, respondi-lhe educadamente e o convenci que era PC, sendo que ele também dispensou minha documentação. No final, ainda lhe desejei bom trabalho

    Resumindo: seja transparente e educado.

  10. Isso dai ė para os PCs idiotas que adoram ser amiguinhos tirando fotinha com meganha, olha ai como eles te odeiam e só espera a primeira oportunidade para te humilharem 😡

  11. Circo Completo,

    Campinas é uma cidade muito grande, mas não tanto para que nenhum dos PMs desconhecessem um investigador já antigo na área.
    Ademais, estar na rua de madrugada encostado no próprio carro não é motivo para tomar um mão pra cabeça! Esse papo de que ele estaria com a arma na mão é conversa pra delegada engolir.

  12. Quem é quem? Diz aí quem é quem!
    Você deve ser PM, correto ?

    Ja tomei enquadro de PM e NÃO coloquei mão na cabeça.
    PM – Mão na cabeça.
    Eu – Sou da casa
    PM- mão na cabeça.
    Eu- to me identificando, sou policial civil.
    PM- mão na cabeça.
    Eu- vou pegar minha funcional na carteira.
    Ato continuo peguei a carteira e tirei minha funcional, me identifiquei, PM ficou puto.
    Veio com aquela conversinha de abordagem padrão.

  13. Quanta perda de tempo… A segurança pública está excelente, não temos com que nos preocupar msm… Vamos ficar criando atrito entre as instituições. Parabéns pela inutilidade pública flitparalisante. Qualquer dia desses a máscara cai e veremos quem está por trás de disso. Ah… Ano eleitoral… Vdd… Fui.

  14. Bobo mor,

    Vai ver que é o PCC, né ?

    Perda de tempo? As polícias estão se matando, PM mata PC, PM mata PM, e você vem aqui nos censurar? Perda de tempo noticiar que as policiais estaduais se tornaram inimigas figadais? Eu gostaria de saber é o que você tem em seu cérebro?

  15. E o mais estupido foi divulgar as imagens… O Josemil trabalha em minha cidade e sei que sempre teve bom relacionamento com Pms, pois trabalhou muito tempo na Delegacia de Homicidios. O que acontece é que tem realmente um time de Pms abracando a ideia de alguns “membros” de outra esfera e saindo a caca de Pcs. Aqui em Campinas, nao é de hoje que isso esta acontecendo. Mas com certeza, o Policial Josemil nao deixara isso barato. Tenho certeza que os advogados dele e do Sindicato ja estao movendo algo. Pode crer

  16. TENHO PARENTE E AMIGO NA GUARDA, ACHO A DECISÃO JUSTA…

    PERICULOSIDADE INERENTE

    Guardas-municipais têm direito a aposentadoria especial, decide Moraes

    13 de março de 2018, 12h27
    Diante da omissão do Legislativo em elaborar uma lei complementar que trate especificamente da aposentadoria de guardas-municipais, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou que os pedidos de aposentadoria de quatro guardas sejam analisados nos termos da Lei Complementar 51/1985, que regulamenta a aposentadoria especial dos policiais.

    Ministro ressaltou que a periculosidade das atividades de segurança pública, como de guardas-municipais, é inerente à função.
    Arquivo PMBC
    O ministro explicou que o artigo 40, parágrafo 4º, inciso II, da Constituição Federal prevê aposentadoria especial para os servidores públicos que exerçam atividades de risco. E ao reconhecer a mora legislativa no caso, uma vez que não foi aprovada pelo Congresso Nacional e pela Presidência da República legislação regulamentando o dispositivo, deve ser utilizado o parâmetro previsto na Lei Complementar 51/1985 para viabilizar o exercício do direito aos guardas-municipais.

    Em relação à ausência de legislação complementar regulamentadora do dispositivo constitucional, o ministro lembrou que a jurisprudência do STF passou a exigir que a periculosidade seja inequivocamente inerente ao ofício, de forma a se reconhecer o nexo de causalidade entre a omissão normativa do Poder Público e a inviabilidade do exercício do direito.

    “Nesse sentido, a Corte reconheceu a presença desse fato determinante para a categoria dos agentes penitenciários e determinou a aplicação do regime jurídico da LC 51/1985”, lembrou. No caso dos guardas-municipais, verificou Moraes, está presente o fato determinante exigido pelo STF, pois a periculosidade é aspecto inerente às atividades essenciais exercidas na carreira enquanto integrante do sistema de segurança pública. Nesse sentido, citou precedente da corte no Recurso Extraordinário 846.854.

    O ministro ressaltou que a periculosidade das atividades de segurança pública sempre é inerente à função e citou dados da Ordem dos Policiais do Brasil mostrando que a carreira de guarda-municipal é a terceira com o maior número de mortes nos dez primeiros meses de 2016, em um total de 26 casos, abaixo somente da Polícia Militar (251) e da Polícia Civil (52) e acima dos agentes do sistema penitenciário (16).

    “Assim sendo, a essencialidade das atividades de segurança pública exercidas pelos guardas municipais autoriza a aplicação dos precedentes, como garantia de igualdade e segurança jurídica, e, por decorrência lógica, deve ser utilizado o parâmetro previsto na Lei Complementar 51/1985 para viabilizar ao impetrante, na qualidade de guarda municipal, o exercício do direito estabelecido no artigo 40, parágrafo 4º, inciso II, da Constituição Federal”, concluiu. Com informações da Assessoria de Imprensa do STF.

    MIs 6.770, 6.773, 6.780 e 6.874

    I

    Revista Consultor Jurídico, 13 de março de 2018, 12h27

  17. O Dr. Guerra, o senho r esta forçando.
    Então um camarada com arma na mão a paisana não deve ser abordado?
    E todos os que são submetidos a abordagem policial do dia a dia não tem dignidade…para vai!
    Isso é aquele ranço de se achar superior e o velho papinho do “não coloque a mão em mim…sabe quem eu sou…” e blablabla!
    Não sei como se deu a situação especifica de Campinas, mas ser abordado de forma profissional é normal, e digo mais, o cidadão de SP deve estender as mãos ao céu e agradecer por ainda existirem policiais militares com vontade de fazer abordagens e proceder de forma correta o patrulhamento ostensivo. O dia que esses PM’s decidirem que não vão fazer mais NADA, olho de vidro 100%…olhe, SP acaba!
    Acredito que o “Quem é quem? Diz aí quem é quem!” tem razão.

  18. Fred disse:

    Ja tomei enquadro de PM e NÃO coloquei mão na cabeça.
    PM – Mão na cabeça.
    Eu – Sou da casa
    PM- mão na cabeça.
    Eu- to me identificando, sou policial civil.
    PM- mão na cabeça.
    Eu- vou pegar minha funcional na carteira.
    Ato continuo peguei a carteira e tirei minha funcional, me identifiquei, PM ficou puto.
    Veio com aquela conversinha de abordagem padrão.

    AHHHHH
    Você foi abordado, se recusou a colocar as mãos para a cabeça, botou a mão na costa para pegar a carteira e NÃO LEVOU UM TIRO???
    CHUPA ESSA UVA TOBIAS!!! kkkkkk
    CONTA A DA CAROCHINHA AGORA!

  19. Segundo o.art.63, XIX da LOP, é transgressão disciplinar exibir, desnecessariamente, arma, distintivo ou algema. Logo, faltou, mais uma vez, bom senso a todos os envolvidos. O colega por se achar acima do bem e do mal. Como tira, seja tira amigo. Cumpra a lei e não fique ostentando desnecessariamente a arma fora de serviço, ainda mais nós dias de hj e sozinho. Aceitasse a abordagem, não mata ninguém. Aos PMs, viu que o cara é investigador, já era, abraço e tchau. Insistir na abordagem pra quê? Criar picuinha pra quê? Não havia crime nenhum. PM não é corregedor da polícia civil. No máximo favor fizessem o BO deles pra ser encaminhado à corregedoria da PC, para dar ciência da eventual transgressão. Agora algemar, derrubar, etc. Extrapolaram, como sempre. Não enxergam dois metros além do nariz. O que tá redondo fica quadrado sem.qualquer necessidade. Resumindo: briga de egos, babaquice, nada mais. Duvido que o MP ou Judiciário percam tempo com as figuras envolvidas. Que as respectivas corregedorias os corrijam.

  20. FRED

    SOU PC

    O Mike está fardado, eu sei que ele é polícia.
    Eu estou de boa, ele não sabe quem sou eu.

    Abordagem padrão..mão pra cabeça, vira de costas.
    Firme mas sem esculacho.
    Obedeci. Isso me diminuiu em quê?
    A partir daí dialoguei. Tudo em paz.
    O Mike já está no stress da abordagem…minha obrigação é de cidadão…respeitar e obedecer.
    Graças a Deus, e talvez a minha postura, nunca tive problema algum!
    MEU irmão é Juiz Federal no TRF3 (quem me conhece saberá quem sou eu ao ler…sem problema)
    Já tomou enquadro de moto.
    Padrão…mão pra cabeça…vira.
    Obedeceu!!! Depois se apresentou.
    Vida que segue.

    Semeadura é livre já disse o tal Jesus.
    Sucesso!

  21. Polícia duro,

    Tu é da Corregedoria, né ?

    De fato, essa pistola que o estado fornece deve ser guardada no cu…De quem tem pra conferir, né! De resto , fica sempre volumosa…KKK

  22. Quem é quem? Diz aí quem é quem!

    Se eu ja estou verbalizando que sou policial, por qual motivo mão na cabeça e geral ?
    Cara, isso não existe.
    Se vc se submete a isso, sinto muito, vc deve ter medo de PMs.

  23. Quem é quem? Diz aí quem é quem!

    Verdade, o MIke tá fardado, todo mundo sabe que é polícia.
    Você como não veste farda é um bosta prá eles. Salvo se vestir roupas de grife e andar em carrão importado.
    E se você se identificar como auxiliar de necropsia eles ainda vão tirar um onda de ti.
    Bota na sua cabeça, prá eles todo e qualquer policial civil é merda. E o teu cargo – para eles – menos ainda que merda!

  24. Dr. Guerra

    Obrigado pelo espaço no qual podemos trocar idéias e aprender.

    Sucesso!

  25. Operação Pão Nosso: coronel da PM e delegado da Polícia Civil são presos no Rio
    BALANÇO GERAL RJ 13/03/2018 – 16h43
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    Um esquema de corrupção envolvendo a produção e venda de alimentos em presídios no RJ teria desviado ao menos R$ 44,7 milhões dos cofres públicos, segundo estimativa do MP-RJ (Ministério Público do Estado do Rio Janeiro). A operação Pão Nosso, deflagrada nesta terça-feira (13), é um desdobramento da Operação Lava Jato. Entre os presos estão o ex-secretário de administração penitenciária do governo de Sérgio Cabral, o coronel da PM César Rubens Monteiro de Carvalho, e o delegado-chefe das delegacias especializadas da Polícia Civil, Marcelo Luis Santos Martins.
    Tags: balanço geral; r7 rio; operação; pão nosso; coronel; delegado; presos

  26. Guerra deixa que querer causar intrigas, maioria percebeu que tem que baixar a bola e se identificar, daí pra frente será bem tratado. Se eu der mão pra cabeça e o cara se identificar, a abordagem acaba aí, mas se quiser crescer, vai se fuder grandão.

  27. Invertamos os papéis. Algum grupo operacional recebe denúncia de que há um cidadão armado em um posto de gasolina. Certeza de que, chegando ao local dos fatos, ao abordarem o sujeito e este se identificar como mike, mostrando a funcional, nenhum pc iria dar mão pra cabeça e vira de costas pro meganha. Já o oposto, parece se tornar rotina e, pior!, com a subserviência (frouxidão) de muitos charlies.

  28. Não precisa ser no cu não, Guerra. Você é perspicaz e inteligente, sabe muito bem a forma de se andar armado fora de serviço. Abraço.

  29. O engraçado é que todos têm seus comentários , cada um com uma versão diferente. Mas ninguém sabe a real. Só os envolvidos.
    Só sei que um policial civil é tão policial quanto um PM e vice versa. Apesar que na cabeça de muitos PMs, eles se acham mais policiais que os PCs. Sei também que a partir do momento que a pessoa se identificar como policial, mostrando a funcional, está intrínseco que ele pode portar arma de fogo. Se é que o motivo dá abordagem foi esse mesmo!
    Na minha humilde opinião tinha que acabar com a PM, acabar com a civil e fazer uma ÚNICA policial, de natureza civil (desmilitarizada), com atribuições de polícia ostensiva e judiciária e de carreira ÚNICA. Para chegar ao topo tem que começar de baixo, assim como os principais modelos de polícia no mundo. Iríamos ganhar força, unidade e não veríamos esses tipos de ocorrência. Agora perguntem sebos oficiais PM querem isso???

  30. Pessoa armada deve ser abordada? NÃO!!! Se ele já disse que é investigador, É ÓBVIO que está armado.

    Mas vivemos num país de imbecilidades públicas, no qual um investigador é abordado por estar armado e um cidadão é abordado por estar andando na rua.

    Bem, aqui o ex-procurador geral do Estado, homem de confiança do governador, diz que trabalhava com todo empenho para negar remédios de alto custo e gratificações a servidores. Ou seja, a única função do Estado é mesmo cobrar impostos. O resto é fingimento.

    Enquanto isso, o PCC vai cumprindo as funções de Segurança e Justiça às pessoas honestas.

  31. exescravão
    Nesse ponto concordamos.
    Dizer que é investigador não basta, dizer qualquer ganso ou ladrão diz que é…
    Agora, foi abordado e se comprovou que o é, por meio de Funcional, acabou a abordagem.
    Se o PM não parar, ta de sacanagem e deve se folder mesmo.

  32. E escrivão de polícia que toma tapa na cara e baixa a cabeça , explica aí Parcival boca de veludo.

  33. Documento Projeto de lei Complementar (visualizar documento Original)
    Número Legislativo 1 / 2018
    Ementa Dispõe sobre os vencimentos e salários dos servidores pertencentes às classes das áreas da saúde, educação, segurança pública, administração penitenciária, pesquisa científica e área meio das Secretarias de Estado, da Procuradoria Geral do Estado e Autarquias.
    Data de Publicação 02/02/2018
    Regime Tramitação Urgência
    Autor(es) Governador
    Apoiador(es)
    Indexadores AUTARQUIA, PROCURADORIA GERAL DO ESTADO, SECRETARIA DE ESTADO, SERVIDOR ESTADUAL (VENCIMENTOS)
    Situação Atual Último andamento 13/03/2018 – Aprovado no congresso de comissões Comissão de Constituição, Justiça e Redação, Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento, Comissão de Administração Pública e Relações do Trabalho, o voto do relator Marco Vinholi, favorável ao PLC nº 1, de 2018, à Mensagem Aditiva nº 63, de 2018, e contrário às emendas de nºs 1 a 41

  34. tem gente que tem certeza que é Deus?

    OPINIÃO

    Membro do Ministério Público não pode aviltar e humilhar acusado

    13 de março de 2018, 17h17
    Por Roberto Lauria

    A dissimulação, o embuste e a mitomania. A personalidade sórdida, calculista, mitômana, desviada e incontrita. Poderia ser o roteiro de uma de novela mexicana com seus personagens cartesianamente rotulados, mas — pasmem — a adjetivação verborrágica emanou de um órgão do Ministério Público, nos memoriais finais de um processo criminal instaurado para apurar delitos contra a ordem tributária, na Comarca de Belém (PA).

    Assim, sob o pretexto de reforçar a tese acusatória, imputou ainda ao acusado características como: “Personalidade peçonhenta, dissimulada, antiética, desleal, embusteira, incontrita e pérfida, própria de alguém sem escrúpulos nem o mínimo de resipiscencia pelo crime perpetrado ter personalidade mitômana, sórdida, calculista e dissimulada, tendo negado a pratica do crime fiscal”.

    O incansável rosário de ofensas, além de macular a civilidade e a assepsia gramatical que se espera de petitórios jurídicos, já seria censurável se emanado de uma parte qualquer. Advindo de um membro do Ministério Público, com nobre função constitucionalmente delineada, chega a ser desolador.

    A desrespeitosa contundência de adjetivação, onde deveria haver imputações objetivas, é inaceitável em um processo penal com respeito à dignidade da pessoa humana.

    A argumentação elencada na causa de pedir que achincalhe o réu é conduta moralmente censurável e processualmente inadmissível, que deve gerar o repúdio do Judiciário e ensejar responsabilidade correcional, pois flagrantemente violam os limites de proteção da pessoa do processado.

    Nunca é demais lembrar que réu res sacra. O Estado deve respeito à pessoa do acusado, podendo a ele imputar fatos e por eles pedir a prestação jurisdicional, sempre preservado o homem, que não pode ser aviltado, denegrido, achincalhado, humilhado, sob pena de violação do princípio da dignidade humana.

    Na lição precisa do ministro Alexandre de Moraes, “a dignidade da pessoa humana é um valor espiritual e moral inerente a pessoa que se manifesta singularmente na auto determinação consciente e responsável da própria vida e que trás consigo a pretensão ao respeito por parte das demais pessoas constituindo-se em um mínimo invulnerável que todo estatuto jurídico deve assegurar de modo que apenas excepcionalmente possam ser feitas limitações ao exercício dos direitos fundamentais, mas sempre sem menosprezar a necessária estima que merece todas as pessoas enquanto seres humanos”[1].

    Diante desse conceito, seguro que a verborragia denunciada é violadora da dignidade da pessoa humana e do respeito que merece um processado, vez que tais expressões, por seu poder de repulsa a valores inatos ao homem, não podem constar em um processo, quanto menos pelas mãos de quem o fez.

    Mesmo quando da sentença, reconhecida a culpabilidade de um réu, com trânsito em julgado, o Estado lhe aplica uma pena e pode encerrá-lo em um cárcere. Para tanto, foi previsto um devido processo, arrimo do sistema contemporâneo, de tal modo que não pode a pessoa do condenado ser aviltada e humilhada neste caminhar, pois o Estado até se apossa da liberdade de um processado ou condenado, mas nunca de sua dignidade.

    O processo penal não pode continuar nessa caminhada, transformando-se em instrumento de ódio e de repulsa ao homem. Nesse sentido, o Ministério Público nunca pode descurar de sua relevantíssima função constitucional, que vai muito além de órgão de acusação.

    O constitucional MP se referir a um processado como de personalidade “mitômana, sórdida, calculista e dissimulada” ou, ainda, “peçonhenta, dissimulada, antiética, desleal, embusteira, incontrita e pérfida, própria de alguém sem escrúpulos nem o mínimo de resipiscência” chega às raias do inconcebível!

    Sórdido, segundo a definição do Dicionário Aurélio, é aquele agente “1. Sujo. 2. Que provoca nojo ou repugnância (…)”. Ainda que, lamentavelmente, se sinta tal sensação diante de uma prática criminosa, jamais, em absoluto, agentes públicos podem adjetivar o homem assim, sob a insígnia do Estado.

    No caso destacado, diante da ausência de confissão da prática criminosa pelo acusado — que lhe é um direito constitucional inapelável —, o MP chega ao extremo de afirmar que “não se pode admitir, como exercício regular de direito, ainda mais de um direito constitucional que é o da ampla defesa, o emprego da mentira, da má-fé processual, da dissimulação, da deslealdade processual, ainda que em defesa própria”.

    Se essa hermenêutica acusatória prosperar, parece que se pretende rotular de “peçonhentos, sórdidos, calculistas e dissimulados” todos os acusados que não confessem a prática criminosa imputada, o que, por óbvio, não pode ser admitido em um processo penal em que o acusado é um ente aparelhado com o instrumento de resistência constitucional da autodefesa.

    Ademais, necessário que se diga o óbvio: o MP não é julgador da atuação do réu no processo! Teses de defesa são acolhidas ou rejeitadas, mas isso não faculta às partes, nem mesmo ao julgador, tripudiar delas.

    Nunca é demais lembrar que não se pode usar do processo como instrumento de “lição de moral” ao processado, porque, com a advertência de Fernandez Carrasquilla, “o direito penal não é um instrumento de moralização ou aperfeiçoamento espiritual do homem, senão um instrumento para a preservação da paz social”[2].

    Nessa retórica, só é legítimo ao dominus litis narrar fatos e por eles pedir uma pena. Valorar o homem enquanto ser humano, não há lei alguma que lhe outorgue tal poder.

    Nesse sentido, nunca devemos esquecer as concisas lições de Carnelutti: “Coisificar o homem: pode haver fórmula mais expressiva da incivilidade?”[3].

    O princípio da dignidade da pessoa humana impõe sérios limites ao jus puniendi estatal e representa o epicentro da ordem jurídica constitucional sendo mais do que um direito fundamental, no dizer de Luiz Gustavo Grandinetti de Carvalho: “É um dos fundamentos do próprio Estado brasileiro”[4].

    E tal fundamento do Estado Democrático de Direito não permite o processo penal da humilhação, do livre emprego de expressões injuriosas contra réus.

    Não se faculta ao agente público atingir o homem em sua dignidade, mesmo enquanto condenado, porque, se agirem assim, as autoridades resvalam para o que Paulo Queiroz chama de Estado delinquente (“É que o Estado que mata, que tortura, que humilha o cidadão, não só perde qualquer legitimidade como contradiz sua própria razão de ser, que é servir a tutela dos direitos do homem, colocando-se ao mesmo nível dos delinquentes”[5]).

    Há, nessa narrativa ofensiva ao homem, evidente desprestígio e falta de compreensão do papel do processado (e do MP!) num Estado Democrático de Direito, que é parte numa relação processual em contraditório, que o iguala em forças e oportunidades ao órgão acusador.

    Portanto, não há superioridade do MP sobre o réu no processo penal, de tal feita que o acusado não pode receber censura moral às suas teses, cabendo apenas ao Judiciário, com todo respeito à sua dignidade, julgá-las procedentes ou não.

    Por essa razão, o atualizado CPC, sempre fonte subsidiária do processo penal, expressamente censura atitudes desta natureza em seu artigo 78, o qual, no dizer de Nelson Nery Junior: “O representante do MP também tem o dever de urbanidade processual, de sorte que, se lançar expressões injuriosas nos autos, o juiz pode mandar riscá-las”.

    Nesse sentido, o civilista aclara que “as expressões proibidas por este dispositivo não são apenas as que poderiam, em tese, configurar crime de injúria (CP 140), e confirma que qualquer expressão aviltante, degradante, licenciosa, de escárnio, indecorosa, de calão não pode ser utilizada”[6].

    Dito isso, esperamos que a novel redação do CPC relembre ao Ministério Público o dever de urbanidade que emana das relações interpessoais no processo. E, se assim não o fizer, que torne os magistrados vigilantes da postura ministerial dissidente, para definitiva consagração da cidadania processual. CONJUR 13/03/2018

  35. Aprovado joje o PLC 001/2018 (reajuste de 4$ ), rejeitada as 41 emendas. Se o Governador aprovar a Lei Complementar corresponder e for publicada no D.O. até o dia 20, receberemos o “aumentão” no 5º dia útil de abril. Se ele quiser dar uma de “bpnzinho” poderá pagar ainda neste mês de março em folha suplementar.

    https://www.al.sp.gov.br/propositura/?id=1000201961

  36. Sra Escriludida

    13/03/2018 Aprovado no congresso de comissões Comissão de Constituição, Justiça e Redação, Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento, Comissão de Administração Pública e Relações do Trabalho, o voto do relator Marco Vinholi, favorável ao PLC nº 1, de 2018, à Mensagem Aditiva nº 63, de 2018, e contrário às emendas de nºs 1 a 41

    Colei a ultima tramitaçao, e nao consta que foi aprovado em plenário!

    C.A.

  37. Sra Escriludida

    13/03/2018 Aprovado no congresso de comissões Comissão de Constituição, Justiça e Redação, Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento, Comissão de Administração Pública e Relações do Trabalho, o voto do relator Marco Vinholi, favorável ao PLC nº 1, de 2018, à Mensagem Aditiva nº 63, de 2018, e contrário às emendas de nºs 1 a 41

    Colei a ultima tramitaçao, e nao consta que foi aprovado em plenário!

    C.A.

  38. Acho que se fosse ao contrário, abordagem de PC a um PM, não o conhecendo, sabendo que o mesmo está armado, ele tem ser abordado e obedecer as ordens. Pode ser juiz, promotor, o papa, quem for, tem que obedecer.
    Agora, se der de valente na abordagem, corre o risco de acontecer esse tipo de situação.
    Não sabemos realmente a verdade dos fatos, mas esse foto ai do PC algemado no chao é totalmente desnecessária e humilhante.

  39. Dr. Guerra, estou vendo os comentários dos leitores do seu blog e percebo claramente que muitos deles são feitos por pessoas que desconhecem a realidade, o dia a dia dos policiais de rua. Um atendente de necrotério, com o devido respeito, tem pouco ou quase nada a dizer sobre a antiga e eterna rusga existente entre as instituições. Passei por todas as Seccionais do DECAP e por algumas do DEMACRO e posso dizer que o relacionamento que observei em todos esses anos é de pura tolerância, sem nenhuma empatia. Oficiais detestam os Delegados e o restante nem se fale. Nós não gostamos nem da presença deles nos plantões. Em campanas, já fui abordado por PMs. Percebi muita desconfiança nos olhares, mesmo após eu ter me identificado. O sonho de vários deles é ser Policial Civil. O número de PM’s inscritos em concursos para as várias carreiras da PC é enorme. Nos relacionamentos há uma mistura de inveja e ódio por não conseguir ser aquilo que queriam. Hoje a PM é cada vez mais forte e ligada às instituições fortes, cujo nome nem precisamos citar. Percebo claramente a desconstrução que vem ocorrendo na PC. Para mim, restou o passado de uma Polícia que dificilmente voltará a existir, mas que diga-se de passagem, apesar dos anos dourados, sempre em conflito com a co-irmã.

  40. Cansei de tomar abordagem da PM. Sempre me identifiquei e nunca deu nada. Sou atendente de necrotério e mesmo assim nunca fui desrespeitado, pelo contrário os caras ficavam curiosos p saber da carreira. Com certeza devia rolar umas piadinhas pelas costas, mas f…. Levo na esportiva. Isso não me faz menos polícia do que os outros. Tive dor de cabeça com a pm algumas vezes, mas sempre, no fim, deu tudo certo. Já tive muita ajuda dos caras também. Pode ser que tive sorte até hoje, mas acredito que se você não estiver numa errada não tem q se preocupar. O q da raiva é o PM q já chega, praticamente, colando a arma na cara com o dedo no gatilho. Isso sempre gera uma discussão e um stress!

  41. 13/03/2018 20:39
    Assembleia aprova reajuste e abono para os servidores

    Da Redação

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    Palácio 9 de Julho (fonte: Agência Alesp)
    Os deputados aprovaram, nesta terça-feira (13/3), dois projetos de lei complementar que beneficiam servidores estaduais paulistas. As propostas, de autoria do governo do Estado, reajustam salário e vencimento e concedem abono para funcionários públicos da Saúde, da Educação, da Segurança Pública, da Pesquisa Científica, da Procuradoria Geral do Estado e das autarquias.

    O aumento será de 4% para os policiais civis e militares; de 7% para o Magistério e professores do Centro Paula Souza, e de 3,5% para as outras categorias.

    O líder do PT na Alesp, deputado Alencar Santana, diz que a oposição defendia pelo menos 7% de aumento para todas as áreas. “Nós somos a favor do reajuste do servidor, mas o projeto diferencia as categorias. Para alguns 7% e para outros 3,5%. A gente entende que não tem sentido porque todos tem uma perda histórica de reposições anteriores que o governo não deu”, disse.

    O líder do PSDB na Assembleia Legislativa de São Paulo, deputado Marco Vinholi, afirmou que o reajuste foi um avanço importante, apesar da dificuldade financeira. “É importante valorizar e reconhecer o trabalho do funcionalismo público, mesmo sabendo que merecem mais. Acredito que o reajuste esteja de acordo com a realidade do país, apesar do período difícil enfrentado pelos estados”, declarou.

    Os projetos de lei complementar 01 e 02/2018 agora só precisam ser sancionados pelo governador.

  42. Com todo o respeito, mas acho que esse ex-tira por opção e o blindado foi feito um para o outro assim como o Flit para o Quem é Quem…

    Muita “amizade” entre vocês kkkkkkkkkkk

    Diante de tantas notícias ruins, esse espaço serve para dar um pouco de risada.

  43. Com esse reajuste terei aumento de R$ 210,00 no bruto e consequente um aumento de R$ 57,75 no desconto (IRF); um “aumentão” líquido de R$ 152,25.

  44. CIRCO COMPLETO

    O Flit não foi feito pra mim não.
    Na verdade vou parar de entrar.
    Deixar esse espaço para os policiais de verdade!

    Eu sou ninguém.

  45. Acho engraçado os policiais civis que nao querem se submeter ao procedimento de abordagem dos policiais militares e vice e versa. Todos querem bater no peito e falar que é policial e que não vai por a mão na cabeça etc. Fico me perguntando se seria muita humilhação colocar a mão na cabeça e colaborar com o policial que está no exercício da sua função. Ora, se nem nós, policiais, respeitamos os colegas, pois somos policiais e não podemos nos permitir passar por tamanha ‘humilhação’, o que acontece quando nós mesmos formos abordar um pai de família? Ou um colega que pratica esta postura? Temos que ser profissionais, tanto na hora da abordagem quanto na hora de ser abordado. Pra mim não é vergonha nenhuma colaborar com quem está trabalhando, mas sim querer dar uma de super policia, afinal, você não sabe com quem está falando…. Enquanto não houver reciprocidade e respeito entre nós mesmos a própria sociedade não nos respeitará. Espero que reflitam e que mudem essa postura escrita de querer ser melhor que os outros. Paz!

  46. Ja tomei uns 10 mil enquadros da pm !!!
    Sempre sai com não pra cima, e me identifiquei !! Nunca tive problema algum !!! Inclusive, já foi abordado com documentação de carro atrasado e nunca tive problemas também!! Maasssss , não sei o dia de amanhã !!!
    Não querendo criticar os nossos, mas já vi colegas sendo abordados e saindo do carro gritando com os mikes !!
    Aí vai tomar invertidas mesmo !!

  47. É por isso que sou macumbeiro

    Gaúcha vence na Justiça batalha para recuperar bens doados à Igreja Universal: ‘Lavagem cerebral’127
    BBC
    Letícia Mori – Da BBC Brasil em São Paulo
    13/03/201809h20 > Atualizada 13/03/201814h32

    A gaúcha Carla Dalvitt estava com problemas financeiros quando começou a frequentar a Igreja Universal do Reino de Deus, onze anos atrás. A pequena loja que tinha com o marido estava com pouco movimento, e havia várias prestações para pagar – ela e o marido, João Henrique, tinham acabado de comprar um Palio para levar o filho pequeno dos dois à escola. O casal queria construir uma casa, mas, sem dinheiro, estava morando na residência dos pais dela.

    Mas o que ela esperava que representasse uma saída para sua crise pessoal acabou se tornando um pesadelo, conta hoje. Carla diz que foi coagida pela congregação religiosa a doar a ela tudo o que tinha e acabou ficando sem dinheiro, sem carro e mal falada na pequena cidade onde mora, Lajeado, no interior do Rio Grande do Sul.

    Ela afirma que mudou de ideia logo em seguida, mas que a igreja se recusou a devolver sua doação. Foi quando decidiu entrar, ao lado do marido, com uma ação judicial contra a Universal pedindo de volta os valores dos bens e uma indenização por danos morais.

    O legado dos cinco primeiros anos de Francisco, o papa ‘que desceu do trono’
    Protecionismo atual tem semelhanças com disputas que levaram a guerra mundial, diz historiador
    Em 2012, o grupo religioso foi condenado a pagar uma indenização de R$ 20 mil e devolver o valor de parte dos bens que a gaúcha diz ter doado. A igreja recorreu, e o caso foi parar no Superior Tribunal de Justiça (STJ), corte na qual o recurso da igreja foi negado em uma decisão na semana passada. Ainda cabem novos recursos.

    Procurada pela BBC Brasil para comentar o caso, a Igreja Universal do Reino de Deus não respondeu às perguntas feitas pela reportagem. Enviou uma nota dizendo que “o dízimo e todas as doações recebidas pela Universal seguem orientações bíblicas e legais, e são sempre totalmente voluntários e espontâneos”.
    ‘Fogueira Santa’
    Carla conta que resolveu começar a frequentar os cultos após ver pastores falando na TV. “Eram mensagens positivas, de esperança, prosperidade. Tinha muitos depoimentos de gente que falava que tinha saído de crise, gente que dizia que devia à igreja tudo o que tinha”, diz.

    A gaúcha também conhecia pessoas que frequentavam a igreja – e falavam sempre bem. Seu marido não a acompanhava, mas também não se opunha à atividade religiosa da mulher.

    Ela diz que as doações que fez à Igreja começaram com o dízimo. O problema, afirma, é que não pararam por aí.

    “Eles diziam que você tinha que dar 10% de tudo o que você ganhava, e que tudo o que você desse, ia receber de volta”, conta. “O problema é que tinha um evento especial, a Fogueira Santa, onde as pessoas iam e doavam casa, carro. E eu não sei o que me deu… Eu estava desesperada.”

    Carla afirma que havia um evento em que os fiéis faziam promessas de doações, no qual ela disse que entregaria suas posses à igreja.

    “Depois disso eu fiquei na dúvida, pensei em desistir. Mas eles sempre falavam que tinha uma maldição para quem prometeu e não doou, que a pessoa ia ser amaldiçoada”, diz. “E eu fiquei pensando na maldição, com medo da maldição.”

    Carla então vendeu o carro por um valor bem abaixo do valor de mercado – já que o comprador teria que pagar o resto das prestações – e doou o dinheiro à igreja.

    E deu também, segundo ela, um colchão, um computador, dois aparelhos de ar condicionado que vendia em sua loja, joias, um fax, uma impressora e alguns móveis de cozinha que sua mãe havia acabado de comprar. Tudo isso escondido da família.

    Nuvem negra
    “Aí, quando cheguei em casa, que meu marido descobriu, aí que me deu um chacoalhão, que eu acordei. Não sei o que tinha aconteceu, eu estava mesmo… Era como se eu tivesse sofrido uma lavagem cerebral. Como se tivesse uma nuvem preta sobre minha cabeça, e quando meu marido conversou comigo ela foi embora. Me senti muito mal”, afirma.

    No mesmo dia, ela, a mãe e o marido foram ao templo tentar recuperar os bens doados. Conseguiram levar de volta o colchão, o fogão e os outros itens de cozinha – mas apenas porque a mãe de Carla ainda tinha nota fiscal de tudo, de acordo com seu relato.

    A gaúcha diz que nenhum dos outros itens foi devolvido. “A gente implorou, insistiu muito, mas eles disseram que não iam devolver.”

    Ela então registrou um boletim de ocorrência e procurou um advogado.

    “Já fui procurado por pessoas com casos parecidos, mas nem todo muito tem coragem de seguir com o processo – é demorado e desgastante. Ela foi muito corajosa”, afirma Marco Alfredo Mejia, advogado de Carla no caso.

    “Eu jamais teria entrado na Justiça se eles tivessem me devolvido na hora”, argumenta ela.

    No processo, a Igreja Universal se defende dizendo que não há comprovação da doação de itens como as joias e o dinheiro do carro – o que o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul acatou. A entrega dos celulares, da impressora e dos aparelhos de ar condicionado, no entanto, foi comprovada, e o tribunal entendeu que se tratava de “coação moral irresistível” e “abuso de direito”, por isso estipulou a indenização.

    A decisão foi confirmada pelo STJ na semana passada, mas a igreja ainda pode recorrer.

    A gaúcha afirma que, além do grande prejuízo financeiro, todos na cidade ficaram sabendo do caso, o que a prejudicou muito. Ela acabou fechando a loja que tinha. Ficou sem carro, sem dinheiro, sem negócio – ou seja, em uma situação pior que a de antes.

    “Por sorte uma pessoa de bom coração em deu um emprego de vendedora e, aos poucos, eu fui reconstruindo. Antes teria dado também, mas eu estava desesperada e fui enganada. Quem abriu meus olhos foi o meu marido, ele me disse que Deus não ia colocar maldição em ninguém, que Deus não faz isso. E ele tem razão”, diz Carla.

    Ela hoje diz acreditar em Deus – mas não ter mais nenhuma religião.

  48. O baep de são José dos campos ajudou o gaeco a mandar 30 PC pra cadeia, só com papel escrito a mão apreendido. E grampo que eles degravaram passando pano pra pm, inclusive com um homicídio/resistência . A PM é inimiga da PC, não duvidem disso!

  49. Ninguém é ninguém e nem alguém para todos, somos alguém para alguém.

  50. A cara e o ego do tira no chão, imagina a família dele olhando essa foto – que vexame – deve ter pagado de brabão, soberba e tomou na tarraqueta. Errado estão os PM’s e a Delta que estavam TRABALHANDO, segundo alguns aqui.

  51. Quero ver tais mikes agirem assim com mala de fura explodindo caixa eletronico naquela região……Se enfiarão sob a viatura e ainda borrarão a farda…….

  52. Mas não são os tiras os picas? Que chegam no IML e não cumprimentam os míseros Atendentes de Necrotério? (Salvo raríssimas exceções)

    Pelo menos no IML a escala é boa, temos os serviços de fora, e ainda tiramos uma com os policias que adoram andar fardadinhos quando dizemos: quero ver ser machao aqui!
    Ou quando ligamos pro Dr Perito Criminal pra dizer a ele que eles não viram a corda enfiada no pescoço do cadáver!

    Ego nessa policia tem de monte! Quero ver ser profissional.Isso sim esta em falta! Do carcereiro ao Delta.

  53. Parabéns. é meu tio avo.

    José Marino, soldado da 2º Guerra, completa 98 anos
    Ele mora em Araraquara e é um dos símbolos da Força Expedicionária Brasileira

    13/3/2018 10:57
    ACidadeON/Araraquara

    O pracinha José Marino completou 98 anos no último final de semana. Ele é um dos símbolos de Araraquara na Segunda Guerra Mundial, já que há mais de 70 anos, se juntava a Força Expedicionária Brasileira (FEB) para defender a Itália na Guerra.

    Marino nasceu dia 08 de março de 1920 e foi criado em Santa Rita do Passa Quatro. Casou-se com Laura e, do fruto dessa união, nasceu Maria do Carmo, que é farmacêutica e se casou com o médico Walney Schiavon. Mudou-se para Araraquara quando tinha 28 anos.

    O ex-combatente já contou por diversas vezes sua experiência e sempre revela que as lembranças não são nada boas. Em Monte Castelo, por exemplo, local de um dos conflitos mais importantes entre as tropas aliadas e a Wehrmacht (o exército alemão), José Marino ficou três meses dentro de um abrigo.

    “Era um buraco com 80 cm de altura na trincheira. Eu e mais três colegas ficávamos dia e noite lá dentro, atirando nos inimigos. A média de temperatura era de 20 graus negativos. Tinha montanhas de neve por todo lugar e gelo nas árvores. Não sei como sobrevivemos naquele frio”, recorda.

    Dos seis ataques em Monte Castelo, José Marino participou de quatro. “Não tenho nenhuma saudade desse período, enterrei muitos amigos lá”.

    José Marino ficou fora de casa por um ano enquanto estava na guerra. Os momentos em que estava na linha de frente foram contabilizados e nunca serão esquecidos: 239 dias de “inferno”, como ele mesmo diz. “A gente dormia no chão ou na terra, dentro de um buraco, era muito difícil. A comida, quando tinha, era enlatada, o almoço geralmente era feijão em conserva e carne moída”, relembra.

    Em meio ao caos, porém, José Marino diz que a guerra lhe ensinou muitas coisas. “São momentos que nunca mais serão esquecidos”, diz ele.

  54. JEFÃO: A minha esposa tinha um tio que serviu na força expedicionaria na Italia, quando a gente conversava sobre a guerra, ele me contava que serviu como enfermeiro e que cuidou de muitos soldados que tinham os pés em “carne viva”, devido o frio e caminhadas pelos campos de guerra: a botas tinham que ser cortadas para tirar, devido ao inchaço. Uma grande injustiça cometida contra os que serviram foi a promessa de beneficios, que nunca foram cumpridos, Recebiam uma pensão (esmola) da graduação de 2º sargento; somente com a constituição de 1988 é que passaram a receber o soldo de 2º tenente. foram esquecidos pelo governo e pela sociedade; os que ainda estão vivos sentem o abandono. Veja o exemplo dos que foram beneficiados pela comissão da verdade, onde receberam indenizações e salarios vultuosos, inclusive isentos de IR. É um desrespeito para quem sofreu nos campos de batalha. Ele me contava ainda sobre a viajem nos navios, dias e dias, naqueles porões onde dormiam. Ele faleceu em 2010.

  55. Bom dia! Com todo o respeito a opinião colegas…Policial Civil quando abordado pela PM tem que se identificar sim! Mas de frente, de cabeça erguida e não de costas com mãos pra cima. Não ter nem um tipo de reação no momento da abordagem…sim é o correto. Mas sermos submissos ou inferiores…não. Somos a Policiais Civil e temos hombridade. Em relaçao ao fato de Campinas, na minha opinião… A Policia em geral tem que ter diplomacia e elegância pra resolver problemas entre seus membros. Pois esse tipo de situaçao é inadmissível!!!

  56. Bom dia! Com todo o respeito a opinião dos colegas…Policial Civil quando abordado pela PM tem que se identificar sim! Mas de frente, de cabeça erguida e não de costas com mãos pra cima. Não ter nem um tipo de reação no momento da abordagem…sim é o correto. Mas sermos submissos ou inferiores…não. Somos a Policiais Civil e temos hombridade. Em relaçao ao fato de Campinas, na minha opinião… A Policia em geral tem que ter diplomacia e elegância pra resolver problemas entre seus membros. Pois esse tipo de situaçao é inadmissível!!!

  57. Pelo que esse tal de Fred escreveu, provavelmente o policial do vídeo tomou a mesma atitude dele(Fred) ante uma abordagem.
    Resultado: algemas, RDOs na naba, ferimentos, esculacho com a imagem acima e quiçá, consequências administrativas ou até penais.
    De madrugada, sozinho, com ou sem denúncia, vários Mikes na abordagem; engole um sapo e vida que segue.

    Aqui só tem Leão de Teclado.

    “A cortesia não compromete a valentia”

  58. SERGIO: só para esclarecer, pois a noticia não foi divulgada no flit, mas em toda a imprensa regional e até de são paulo, ha questão de uns 20 dias, uma quadrilha dessas que voce citou, foi abordada no distrito de J Egidio, em Campinas, numa estrada que da acesso a rod D Pedro; um foi preso ferido e outros 7 viraram “presuntos”, eles iriram explodir bancos em Joanopolis. Foram apreendidos muitos explosivos e fuzis com farta munição. Talvez voce também não sabe de onde vem o termo “presunto”, pois deve ser recruta na policia.

  59. Ja fui parado pela pm algumas vezes, me identifiquei como policial e fui liberado sem problema.
    Só para constar, não fico de papinho com pm, trato todos com respeito e urbanidade e é só.

  60. Edvaldo.

    Não fico em boteco e bares bebendo.
    Não fico de rolê na madrugada.
    Em qualquer abordagem não vou colocar mão pra cima e nem tomar geral.

    Eu, Fred, penso assim, não devo não temo.
    Se eu me identifico como policial pra quer mão na cabeça, geral e querer pegar minha arma ?

    Agora se vc se submete a tomar geral de PM, GCM, Vigia de quarteirão é problema seu.

    Cade o tira veio ? Sumiu ou aposentou ?

  61. Todo enquadro da PM é mão pra cima seguido de “papa charlie armado”. Muitas vezes nem mostro a funcional, quase sempre o Trânsito a pede, sem novidade segue o jogo.

  62. Mão pra cima serve para a segurança de todos, sem humilhação.

  63. Valeu, Fred…

    Agora vai lá e paga o adevo pra ele.

    Tem muito “pihil” hoje que falava…ops…teclava…igual a você quando “puliça”!

  64. Tenho família para cuidar. Não vou correr o risco de me ferrar por causa de um PM me abordando.

    Obedeço e pronto. No final ainda escuto: “A Polícia Militar agradece e tenha um bom dia”…vida que segue.

    Não sou e não serei menos homem ou policial por ser abordado por um PM.

  65. A resposta da Polícia Civil já foi dada pela DIG de Taubaté. Parabéns aos valorosos policiais civis de Taubaté, que mandaram pra cana dezenas Pms corruptos.O mundo é redondo para ninguém se esconder. Parabéns Polícia Civil, enfim ainda existem policiais civis, delegados, tiras, escrivães, etc, com mais saco do que a PM inteira junta.

  66. Já fui abordado por pm’s que não souberam conduzir a abordagem, fazendo de forma errada; estava só, e os mikes eram 8.
    Paciência, engoli sapo
    Já cumprimos mandados de prisão contra pm’s. Arma apontada e pedimos para entrelaçar os dedos atrás da cabeca…de forma impositiva, pedimos para falar onde estava a arma, e apos desarma lo e revistar pra ver se havia algum outro objeto, trocamos ideia e conduzimos, sem maiores problemas.
    Um ou outro tentou se esquivar, mas usamos da forca pra domina lo e algemar.
    Simples assim.
    A vida e feita de altos e baixos.
    Já tomei esculacho de PM, mas a lei do retorno não falha; demos esculachos tambem.

  67. Esse fred ou é leão de teclado, ou terá vida curta na polícia, ou é ganso se passando por polícia.

    PM, fardado, me aborda na rua, paisano, eu apenas digo “SOU PC”, e o PM é obrigado a acreditar sem ao menos ter as cautelas de praxe?

    até o Marcola pode se apresentar como polícia, tem que mostrar funcional e obedecer a todos os comandos do Polícia que o abordou.

  68. Negócio de esculacho e humilhação e só perguntar para o escrivão Parcival Blindado Boca de Veludo , que leva tapa na cara encaixa a cabeça por ser diuturnamente um contumaz cagueta.

  69. Caro Só pra Esclarecer: Ví essa derrubada sim, e sobre os tais “presuntos” também, “antigão”. Não vou entrar no mérito devido às circunstancias e quanto ao efetivo presente na derrubada, te garanto que não foram só duas viaturas, como as utilizadas pra esculachar o policial civil, fato esse lamentável e imperdoável, mais uma vez mostra a covardia e denigre a imagem da instituição Polícia Militar. É “antigão”, pelo visto voce, sabe-se qual será a milhar do seu RE, aplaude e aprova uma cena dessa contra componente de outra instituição, ainda mais da forma covarde que ocorreu. Lamento muito viu “antigão”, que vc pense dessa forma. O que fazemos aqui pagamos aqui mesmo, um dia pode ser um filho tomando um esculacho dos próprios irmãos de farda, independente das circunstancias.

  70. Se vc se identificar e mostrar a funcional não levará abordagem. Se quiserem abordar, mesmo vc se identificando, de duas uma: estão de abuso ou vc está numa errada monstra.
    De qualquer maneira, alguém errou ou todos erraram.
    O Civil tava com arma em punho? Ou aparecendo propositalmente? Se sim ele estava a trabalho? Acho que é por aí.
    O Civil apresentou risco imediato a terceiros ou estava em flagrante? Ligaram para a corregedoria na hora ou só depois?
    Sei lá. Parece uma sequência de papagaiadas.
    Seja como for o PC foi humilhado e a PM deverá levar uma rabiscada também. Pareceu briga de ego. PM s burros e PC mais burro ainda. De qualquer maneira todo mundo bota o q quer no papel. Só quem tava lá que pode dizer né..,

  71. SERGIO: NÃO APLAUDI A AÇÃO, MUITO PELO CONTRARIO, A GENTE FICA CHATEADO COM ESSE TIPO DE COISA. APENAS ENTREI NO MERITO DEVIDO VOCE CITAR PM COMO COVARDES. SOU DA FP DE 1967, MEU RE TEM APENAS SEIS NUMEROS; EM 1968 JA COMO CABO FUI CONVIDADO PARA INGRESSA NA PC, POREM AGRADECI O CONVITE E NÃO ACEITEI. TRABALHEI EM MUNICIPIO DA REGIÃO DE SOROCABA E NA PROPRIA SOROCABA; TENHO AMIGO INVESTIGADOR QUE HOJE É APOSENTADO, QUE TRABALHAVAMOS JUNTOS NA DELEGACIA. QUANTO AO ESCULACHO, SO TOMA QUEM É ARROGANTE E PREPOTENTE , QUE SE ACHA ACIMA DE QUALQUER COISA, PRINCIPALMENTE QUANDO ESTÁ BEBADO. PARA SEU CONHECIMENTO, TENHO IRMÃO PM APOSENTADO; SOBRINHO PM NA BAHIA; PARENTE INSPETOR PRF NO NORDESTE; E FAMILIAR PROXIMO QUE É PC (ESCRIVÃO) AQUI NA NOSSA REGIÃO; PORTANTO ME SINTO CONSTRANGIDO COM ESSE TIPO DE OCORRENCIA. TODOS ESTÃO FALANDO A FAVOR DO PC. NOS COMENTARIOS ESCULHAMBARAM COM A DELEGADA, AGORA É SANTO. ONTEM (14) NA TV DA REGIÃO O PRESIDENTE DO SINDICATO DISSE QUE FOI ENCONTRADO LITRO DE BEBIDA NO CARRO DO PC.

  72. Jamiro (13/03/2018 às 19:29)

    exescravão
    Nesse ponto concordamos.
    Dizer que é investigador não basta, dizer qualquer ganso ou ladrão diz que é…
    Agora, foi abordado e se comprovou que o é, por meio de Funcional, acabou a abordagem.
    Se o PM não parar, ta de sacanagem e deve se folder mesmo.

    Jamiro, exatamente!

    Eu não teria dito melhor!

    Ninguém tem que humilhar ninguém. Quem é polícia, tem que ter orgulho de defender as pessoas, inclusive a dignidade do ser humano e se isso não começa em casa, vai acontecer fora como?

  73. so para esclarecer,

    Desculpe-me, mas nem sempre só toma esculacho quem é arrogante e prepotente, que se acha acima de qualquer coisa, principalmente quando se está bêbado. Diuturnamente verificamos gente trabalhadora e sóbria tomando esculacho de policial por conta de arbitrariedades. E não foi encontrado nenhum litro no carro, foi encontrada uma garrafa de Jack Daniels de 350 ml ( pequena ) , parcialmente consumida. Ademais, o investigador não estava dirigindo, estava encostado em seu carro no posto de gasolina. Na portava nenhuma arma nas mãos como afirmou o Sargento. Policiais confundem questionamento com afronta pessoal, especialmente invocando a farda que veste.

  74. TODAS àS VEZES QUE TIVE

    PROBLEMAS COM A POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

    SEMPRE AGI NA HUMILDADE

    MAS DEPOIS APÓS MEMORIZAR A PLACA DA VIATUA E O PREFIXO

    APRESENTEI COMPETENTE REPRESENTAÇÃO

    E TODOS , DIGO TODOS FORAM EXONERADOS !

    NO EXÉRCITO SOMOS IRMÃOS E UM DEFENDO O OUTRO !

    AGORA NA POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE SÃO PAULO

    QUESTIONAM TUDO

    PARECE QUE UM SENTE PRAZER DE FUDER O PRÓPRIO COLEGA

    GOSTARIA QUE VOCES CONHECESSEM O QUE É CAMARADAGEM, COLEGUISMO , PROFISSIONALISMO,

    NA POLÍCIA CIVIL

    ESTÃO SEPARADOS APENAS EM CARGOS E FUNÇÕES

    EM VERDADE TODOS SÃO POLICIAIS CIVIS , TODOS SÃO COLEGAS DE MESMA INSTITUIÇÃO

    NÃO IMPORTA SE É DELEGADO, INVESTIGADOR, ESCRIVÃO , AGEPOL, AGETEL , ETC…

    TODOS SÃO POLICIAIS CIVIS DA MESMA INSTITUIÇÃO

    TODOS SÃO COLEGAS

    É MUITO FEIO ISTO UM FICAR FUDENDO O OUTRO DENTRO DA MESMA INSTITUIÇÃO

    E DANDO MORAL PARA A FORÇA AUXILIAR

    MERDAS DO EXÉRCITO !

    O EXÉRCITO DÁ UM GRITO E ESTES MERDAS BATEM OS CASCOS !

    É O EXÉRCITO QUE MANDA NA PM !

    E NA POLÍCIA CIVIL EM SUA GRANDE MAIORIA

    SÃO OFICIAIS R 1, R 2, DO EXÉRCITO,

    NUNCA A POLÍCIA CIVIL DEVE MIJAR PARA PM !

    É ISSO QUE DÁ TEM MUITOS DELEGADOS E DELEGADAS QUE NUNCA FORAM POLÍCIA DE VERDADE

    SÓ FAZEM MERDA PARA NÃO SE EXPOR

    O NEGÓGIO É REPRESENTAÇÃO AO JUIZ CORREGEDOR DA POLÍCIA JUDICIÁRIA

    É REPRESENTAÇÃO NA CORREGEPM

    E PROCESSO POR DANOS DE TODA ORDEM CAUSADOS POR RESPONSABILIDADE DO GOVERNO DO ESTADO

    SUBSIDIARIAMENTE

    ELE DEPOIS QUE DEMITA O LIXO E ENTRE COM AÇÃO DE REGRESSO PELOS DANOS MORAIS !

    O QUE EU TENHO VISTO SEMPRE SÃO COMENTÁRIOS DE BUNDAS MOLE !

  75. só pra esclarecer

    Se você for fazer uma festa e seu carro estiver cheio de bebidas você poderá ser esculachado por isso?

    O que tem a ver bebida no carro “parado” com o esculacho?

    O Sgto da ocorrência, como muitos, tem esse tipo de postura perante seus subordinados, infelizmente.

    Agora é aguardar o competente I.P. e seus desdobramentos.

    Já digo: fiquei perplexo com o esculacho no polícia, de forma alguma haveria necessidade disso.

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