Mais uma pérola da desembargadora – dos quintos – desta feita contra os portadores da Síndrome de Down…Se ainda houver decência na magistratura essa mulher deve ser defenestrada do Poder Judiciário, pois se comporta como se tivesse ganhado o cargo mediante favores sexuais…Pior: seus colegas e coleguinhas de carreira não a censuram, devem bater palmas para essa medíocre manifestamente burra de pai e mãe 24

Como essa professora potiguar com Síndrome de Down desarmou o preconceito de uma desembargadora

por Dinarte Assunção

A vaca mágica que é a internet, de onde cada um tira o leite que quer, talhou a produção da desembargadora fluminense Marília Castro Neves, que postou num grupo de magistrados no Facebook aqueles textos que dão preguiça da humanidade.

“Voltando para casa e, porque vivemos em uma democracia, no rádio a única opção é ‘A Voz do Brasil…”, começou ela, nos situado no enfadonho enredo do cotidiano que é a democracia.

“Apuro os ouvidos e ouço a pérola: O Brasil é o primeiro país a ter uma professora portadora de síndrome de down!!!”, exclamou a excelência, nos jogando para o que vem a ser o clímax de sua narrativa. Mas tudo desaba na sequência. Ficaram apenas escombros morais.

“Poxa, pensei, legal são os programas de inclusão social… Aí me perguntei: o que será que essa professora ensina a quem???? Esperem um momento que eu fui ali me matar e já volto, tá?”.

O suicídio da desembargadora não deu certo e ela ainda nos brinda ainda com sua presença. Como o perdão é para todos, ela terá o direito de pedi-lo ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que será acionado para apurar o caso.

Coube à professora Débora Seabra olhar para os escombros morais da postagem e remeter respostas à magistrada.

A desembargadora em questão é a mesma que publicou fake news com a vereadora Marielle Franco e depois apagou dizendo que se precipitou.

Recado para a juíza Marília

Não quero bater boca com você!
Só quero dizer que

Tenho síndrome de Down e sou professora auxiliar de crianças em uma escola de Natal (RN).

Trabalho à tarde todos os dias com minha equipe que tem uma professora titular e outra auxiliar.

Eu ensino muitas coisas para as crianças. A principal é que elas sejam educadas, tenham respeito pelas outras, aceitem as diferenças de cada uma, ajudem a quem precisa mais.

Eu estudo o planejamento, eu participo das reuniões, eu dou opiniões, eu conto histórias para as crianças, eu ajudo nas atividades, eu vou para o parque com elas. Acompanho as crianças nas aulas de inglês, música e educação física e mais um monte de coisas.

O que eu acho mais importante de tudo isso é ensinar a incluir as crianças e todo mundo pra acabar com o preconceito porque é crime. Quem discrimina é criminoso.

Débora Araújo Seabra de Moura

  1. Essa magistrada será julgada por outros Magistrados e teracomo penalidade máxima APOSENTADORIA COMPULSÓRIA! Magistrados e Promotores deveriam ser julgados por um órgão independente composto por pessoas de notável saber jurídico, que NUNCA pertenceram às fileiras dessas duas carreiras. E as penalidades deveriam ser as mesmas aplicadas a todos os servidores públicos. Quais sejam: advertência, repreensão, multa, suspensao, demissão, demissão a bem do serviço público e cassação de aposentadoria.
    Aposentadoria compulsória com vencimentos integrais não é penalidade!! Digam aqui os colegas que não gostariam de se aposentar compulsoriamente, neste momento, com vencimentos integrais?

  2. Pingback: Mais uma pérola da desembargadora – dos quintos – desta feita contra os portadores da Síndrome de Down…Se ainda houver decência na magistratura essa mulher deve ser defenestrada do Poder Judiciário, pois se comporta como se tivesse g

  3. Essa Desembargadora deve estar fazendo isso de propósito para ser aposentada com os proventos integrais. Tipo … Para que eu vou trabalhar se posso ser aposentada? Já juntei tudo que podia de hora extra e benefícios! Agora quero aposentar. Kkkk
    De certa maneira ela não estaria errada, mas o jeito que ela coloca a situação debochando do próximo é horrível. Realmente alguém com a síndrome ensinando outros é diferente. Então antes de eu tecer qualquer comentário irei ver o trabalho da pessoa. Há pessoas portadoras da sociedade síndrome que praticamente vivem uma vida plena.
    Já vi alguns que se não fosse aquela característica física nós nem perceberíamos que ele possui qualquer enfermidade. Inclusive há atores.
    Isso sim são projetos de inclusão social muito bem vindos!! Se bem que alguns são tão inteligentes que ganham até dos que não possuem síndrome alguma.
    Tomara que essa Desembargadora leve uma punição pior do que a aposentadoria.

  4. A eventual punição dessa desembargadora haverá de ser na exata medida do que prevê a Lei Orgânica da Magistratura Nacional – LOMAN.
    Ela não será condenada à morte, à prisão perpétua, a uma pena que a leve à prisão; ela não será demitida, nem aposentada compulsoriamente, mesmo porque, convenhamos, apesar de imbecil, não fez para tanto.
    As considerações por ela feitas à vereadora Marielle e à professora portadora de síndrome de down já mereceram prontas respostas, inclusive da professora Débora Araújo Seabra de Moura, que comprovou que determinados professores, ainda que portadores de down, são muito mais capazes, mais gente, que muitos desembargadores.
    Não é verdade que a pena máxima prevista em lei, para os magistrados, seja a “aposentadoria compulsória, ainda mais com vencimentos integrais.
    Não! Os magistrados, no âmbito administrativo, de fato não podem receber pena mais gravosa que essa, mas com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço. Todavia, no âmbito civil (por intermédio de ação civil pública a ser proposta pelo Ministério Público – que quase nunca a propõe, ou por outras categorias mencionadas) e no âmbito penal é plenamente possível sim a perda do cargo, ainda que se trate de juiz já vitalício.
    Devemos conviver com tudo o que falam, mas se o que falam viesse com pelo menos um pouco de conhecimento de causa a vida se tornaria um pouco mais suportável.

  5. Essa desembargadora é digna de pena, uma pessoa culta mas ao mesmo tempo imbecil, suas idéias cheias de preconceitos e insultos comprovam sua má formação moral. Quanto ódio e desprezo pelos menos favorecidos em termos sociais, sinto muito mas vc não chega aos pés dessa professora, vc não tem moral, não tem amigos, vive cercada de bajuladores pelo seu cargo, por trás esses amiguinhos devem rir de suas asneiras, vc não é nada sem sua carteira, que Deus tenha piedade de vc.

  6. Agora que a verdadeira face da “juíza” vem a tona. Uns poucos comentários coerentes são manifestados, diferente do outro posto em que essa mesma senhora , desfilava seu veneno , “em cima do cadáver” , ainda não enterrado da vereadora! Pior, li um comentário, de alguém por aqui, que fiquei estupefato: “ela é uma gatona!!!” Pensei comigo mesmo: “o que as calças tem a ver com a b., cidadão?!” Em complemento aquele e lamentando este outro tenho a dizer: “amigo, gata por gata, criou três em casa. De vez em quando me dão carinho, de vez em quando, piso lá em seus ‘presentes'(fezes)”. Essa senhora, está tendo sua oportunidade de presentear a sociedade brasileira, com o teor mais profundo de suas sentenças, expressas de maneira simbólica, pelas merdas das minhas gatas!!!

  7. Ele disse no final de seu comentário criminoso que “ia ali se matar”, pois bem se ela quiser eu arrumo a corda e o banquinho, se bem, como tive um irmão que tinha essa síndrome (disse tive por que ele já faleceu) e que me ensinou a ver muitas coisas de forma diferente, bem que poderia dar um tiro na cara dessa coxinha idiota!!!

  8. Já foi colocado em pauta o julgamento do auxílio moradia dos Deuses.

    Falta só alguém da imprensa cismar com esse pena máxima de aposentadoria compulsória que também irá para julgamento.

    Por enquanto, está conveniente para a imprensa manter isso na moita

  9. PELO JEITO A JUIZINHA CONTINUA NAS NUVENS. SERÁ QUE ELA RECONHECERÁ O ERRO? OH, MEUS DEUSES. JUIZ(A) NÃO ERRA. SE EQUIVOCA KKKKKKKKKKKKKKKKKACHORRADA. NADA MAIS A DECLARAR.

  10. Reportagem no ‘Washington Post’ diz que Marielle Franco se tornou ‘símbolo global contra a opressão racial’
    Ao mesmo tempo que ressalta comoção mundial, jornal dos EUA ressalta que ‘especialmente em meio à elite branca brasileira’, assassinato da vereadora carioca não é visto como uma questão de racismo.
    Por G1
    20/03/2018 16h12 Atualizado há 1 hora


    Capa da versão digital do jornal ‘The Washington Post’ desta terça-feira (20) (Foto: Reprodução/’The Washington Post’) Capa da versão digital do jornal ‘The Washington Post’ desta terça-feira (20) (Foto: Reprodução/’The Washington Post’)
    Capa da versão digital do jornal ‘The Washington Post’ desta terça-feira (20) (Foto: Reprodução/’The Washington Post’)

    Em uma reportagem sobre Marielle Franco publicada na segunda-feira (19) e que ganhou destaque na capa do jornal nesta terça-feira (20), o “Washington Post”, um dos mais influentes dos EUA, descreveu a vereadora carioca assassinada como um “símbolo global” contra o racismo.
    A reportagem apresenta Marielle como a única mulher negra entre os 51 vereadores do Rio de Janeiro, que denunciava a violência policial e o alto índice de assassinatos nos morros cariocas. “[Marielle] Franco argumentava”, ressalta o jornal, “que a mantança não era somente uma guerra contra os pobres. Mas também uma guerra contra os negros”. O texto ressalta que, embora seus assassinos não tenham sido identificados, o Ministério Público Federal aponta indícios de execução por parte de “policiais corruptos”.
    Assassinato de Marielle Franco: o que se sabe sobre o crime
    “Mas se o objetivo foi silenciar uma política negra em rápida ascensão que denunciava policiais corruptos, a aparente execução de [Marielle] Franco fez o contrário”, diz o jornal americano. “Nos dias que se seguiram, a maior nação latino-americana assistiu admirada uma figura até então pouco conhecida fora do Rio ser transformada em um símbolo global contra a opressão racial.”
    O “Post” dá destaque às manifestações internacionais em memória da vereadora, como a homenagem feita no Parlamento Europeu.
    “Multidões protestaram contra seu assassinato e celebraram sua vida nas ruas de Nova York, Londres, Paris, Munique, Estocolmo e Lisboa. Uma vigília está marcada para ela em Madri na terça-feira”, enumera o texto, assinado pelo correspondente-chefe do jornal para a América do Sul e Caribe, Anthony Faiola, e pela correspondente no Rio de Janeiro, Marina Lopes. O tuíte da modelo britânica Naomi Campbell também foi citado.
    Divisões no Brasil
    Ao mesmo tempo em que fala da comoção com o crime no Brasil, o texto também ressalta a discussão que ele causou – a qual, segundo o “Post”, “sublinha as divisões raciais que muitos brasileiros alegam não existir aqui [no Brasil]”.
    “Em alguns círculos, particularmente entre a elite branca brasileira, o assassinato está sendo visto como um ato odioso que chama a atenção para a corrupção e a violência desenfreadas em uma cidade que é a vitrine do Brasil. Mas não está sendo visto como uma questão de racismo.”
    O jornal americano destaca tanto o alto número de policiais mortos quanto o alto número de pessoas mortas por policiais, “a maioria negros”. Não fica claro se o artigo se refere ao Rio de Janeiro ou ao Brasil como um todo.
    Segundo dados do Instituto Igarapé usados pelo artigo, “entre 2005 e 2015, a proporção de brasileiros pretos e pardos assassinados subiu 18% enquanto a estatística para brancos caiu em 12%”.
    O fato de só haver políticos brancos no comando de ministérios em Brasília também é citado como indício de falta de representatividade dos negros na política.
    PSOL cria página para desmentir boatos sobre Marielle Franco
    MARIELLE FRANCO

  11. Segundo comentario, na globo news, ontem, programa estudio i, a referida senhora, conseguiu ser desembargadora, após ser promotora pública e ser indiada, no governo rosinha, quando seu marido era procurador geral de justiça do rj ?

  12. Escriludida disse: (Em outro Post)
    18/03/2018 ÀS 9:00
    A desembargadora Marília Castro Neves representa muito bem o Judiciário

    O JUDICIÁRIO BRASILEIRO ESTÁ ABAIXO DO TAPETE, E FEDENDO

    Francisco Costa

    A desembargadora Marília Castro Neves acusou a ex-vereadora Marielle Castro, covardemente assassinada, de ter ligações com o Comando Vermelho.

    Diante da repercussão, covarde e solertemente, apagou, mas não a tempo de muita gente, indignada, copiar.

    Antes de entrar na questão Marielle e Comando Vermelho, vamos nos deter um pouco na figura da desembargadora, padrão Judiciário brasileiro, pelo menos na parte visível desse poder.

    A Excelentíssima Senhora Doutora Marília foi casada com Marfan Vieira Martins, de 67 anos.

    É interessantíssimo como essas meninas bonitas se apaixonam por velhotes ricos e poderosos (não é preconceito, é constatação).

    E quem é o Excelentíssimo Senhor Doutor Marfan?

    Sua Excelência foi procurador geral do estado, no governo Anthony Garotinho, de quem se tornou amigo. Sua Excelência nunca denunciou o governo do estado ou o governador. As denúncias que chegaram, ele arquivou.

    Sua Excelência foi procurador geral do estado, no governo Rosinha Garotinho, mulher do amigo. Sua Excelência nunca denunciou o governo do estado ou o governador. As denúncias que chegaram, ele arquivou.

    Sua Excelência foi procurador geral do estado, no governo São Sérgio Cabral, inimigo de Garotinho e Rosinha, mas amigo de Marfan. Sua Excelência nunca denunciou o governo do estado ou o governador. As denúncias que chegaram, ele arquivou (isto mesmo, Marfan foi procurador do Estado do Rio de Janeiro quatro vezes, governo Garotinho, dois governos de Rosinha e um de Cabral).

    Por um golpe de sorte ou muita oração na Universal, foi no governo Rosinha Garotinho que a Senhora, Dona Marília, então procuradora do estado também, subordinada ao marido, desembarcou desembargadora.
    Como o marido, procuradora do estado, a Senhora nunca tomou conhecimento de ilícitos, não existiram, por isso tanto arquivamento, e como esposa, o seu baixo nível de escolaridade, a simplicidade de mais uma recatada e do lar, nunca a fez perceber nada, e muito menos ser beneficiária.

    Identificada a origem da desembargadora, vamos analisá-la a partir da postagem.

    Marília postou ontem, às 17:17 h, e na postagem pinço: “a tal Marielle…”, “ela estava engajada com bandidos…”, “ela foi eleita pelo Comando Vermelho…”, “ela, como qualquer outra pessoa ‘longe da favela’”, “mimimi da esquerda tentando agregar valor a um cadáver tão comum quanto qualquer outro”.

    Excelentíssima Senhora! A tal Marielle foi eleita com 54 000 votos, não ganhou o cargo de uma governadora que ela investigava, e com a oportuna intermediação do marido.

    A tal Marielle era conhecida dos cariocas há muito, a Senhora saiu do merecido anonimato ontem, por causa da infeliz postagem, tão consistente e simpática que apagou.

    Ela estava engajada com bandidos. Tal afirmação partindo de uma desembargadora requer provas, sob pena de improbidade e falta de decoro, já que uma declaração leviana, tendenciosa, vazia… Típica dos muitos desmiolados das redes sociais, as propaladas nulidades que se manifestam porque têm dedos, e só.

    Desembargadora, quem conviveu em intimidade, quando deveria estar fiscalizando, com Garotinho, Rosinha e Cabral, diante dos últimos acontecimentos, envolvendo os três, está em condições morais de usar a expressão “engajada com bandidos”, em relação a terceiros?

    A senhora também afirmou “como qualquer pessoa longe da favela”, colocando aspas em “longe das favelas”, dando a entender que com isso estava dizendo mais.

    O que é ser uma pessoa “longe da favela”? Sem compromisso com bandidos? Uma pessoa que não é bandida? Um rico, funcionário público de alto escalão, ganhando acima do teto constitucional? Alguém letrado, ou pelo menos diplomado, ainda que continue com cabeça de camarão? Gente branca, perfumada, de coluna social?

    A senhora também afirmou que “ela foi eleita pelo Comando Vermelho”.
    Nada comentarei aqui, será o assunto único do meu próximo artigo.

    E, por fim… “mimimi da esquerda tentando agregar calor a um cadáver”.

    Mimimi da esquerda? Já li isso em comentários de coxinhas semi-alfabetizados, padrão daqueles que discordam de relatório da ONU, sem saber o que é a ONU; acha que Bolsonaro vai ganhar, pra todo mundo andar com uma arma na cintura, e coisas do tipo. A senhora assiste ao BBB, telefona, pra mandar gente pro paredão?

    Quanto ao “agregar valor a cadáver”, surpreendeu-me, nunca li ou ouvi expressão tão cruel diante de uma vítima de homicídio, diante de gente enlutada, diante de gente revoltada com a insensibilidade dos que sentem e pensam com cartão de crédito ou talão de cheques.

    Chegará o dia em que esse povo inaugurará muitos cadáveres com valor agregado, estão provocando demais.

    Doutora Marília, Excelência. O que temos assistido é juízes vendendo sentenças (o CNJ está investigando vários); juiz receber, ler, analisar , dar veredicto e despachar em 28 segundos, conforme documentado e amplamente divulgado; juízes em passeatas, de rosto pintado e nariz de palhaço, de plástico, pedindo a queda do governo; gente sendo sentenciada por ser dono de imóvel registrado não no CPF dela, mas no CNPJ de uma empresa que não é dela, imóvel este penhorado por conta de dívidas dessa empresa; pedidos de Habeas Corpus, instrumento de decisão imediata, conforme determina a lei, sendo marcado para meses depois ou nem tendo sido marcado ainda, depois de uma reunião entre a presidente do STF e a direção de uma emissora de televisão; um investigado visitando a autoridade judiciária máxima do país, em sua casa e fora da agenda; juízes em greve, lutando por auxílio moradia (quase R$ 4.000,00, num país onde o salário mínimo não chega a R$ 1 000,00), mesmo que tenha casa própria, mesmo que more em apartamento funcional, mesmo que seja casado com juíza e receba o benefício duas vezes…

    Num quadro assim, a Senhora faz sentido, não destoa, está no lugar certo, não importa como tenha chegado lá.
    Postado por ВAЛДИР ФИОРИНИ às 22:22:00

  13. OFENSAS NA REDE
    CNJ vai apurar declaração de desembargadora do Rio sobre Marielle
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    20 de março de 2018, 19h42
    O Conselho Nacional de Justiça anunciou que vai abrir procedimento para apurar as declarações da desembargadora Marília Castro Neves, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a respeito da vereadora carioca Marielle Franco (Psol), morta na quarta-feira (14/3).

    Marília escreveu nas redes sociais que a vereadora foi “engajada com bandidos” e eleita com apoio do Comando Vermelho. Também atribuiu à vítima a culpa da morte: “seu comportamento, ditado por seu engajamento político, foi determinante para seu trágico fim. Qualquer outra coisa diversa é mimimi da esquerda tentando agregar valor a um cadáver tão comum quanto qualquer outro.”

    Logo depois, a desembargadora divulgou nota reconhecendo que divulgou boatos e que iria esperar as investigações serem concluídas. Ela afirmou à Folha de S. Paulo que desconhecia a vereadora do Rio de Janeiro até ler a notícia sobre o homicídio.

    O ministro João Otávio de Noronha, corregedor nacional de Justiça, comunicou que irá apurar o caso. Trata-se de uma investigação preliminar, que só virará processo administrativo se levada ao Plenário do CNJ e aprovada pelos conselheiros.

    Inclusão social
    Noronha ainda abriu pedido de providências contra a desembargadora por ela ter ofendido uma professora com síndrome de down, também nas redes sociais.

    Ao comentar a notícia de que o Brasil tem uma professora com a síndrome, ela declarou: “Poxa, pensei, legal, são os programas de inclusão social… Aí me perguntei: o que será que essa professora ensina a quem???? Esperem um momento que eu fui ali me matar e já volto, tá?”

    O Psol, partido ao qual Marielle era filiada, e a Associação Brasileira de Juristas para Democracia já entraram no CNJ com duas representações contra a magistrada.

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    Revista Consultor Jurídico, 20 de março de 2018, 19h42

  14. nossa!!!!!!!!!! este povo brasileiro esta muito cheio de frescurites mesmo…………. tão com muito mi mi mi …
    tão com muita boiolagem…. vejam dois casos…

    1- esta magistrada errou ao dizer aquilo ??? sim………..

    2- e aquela que ajudou a tirar o filho da cadeia que tava preso por trafico de drogas ??
    aquele fato da mãe foi mil vezes mais grave que este fato atual….
    e que eu me lembre não fizeram este estardalhaço todo………………….

    é por isso que eu digo………… tão com muita frescura por pouca coisa……………………

  15. O Brasil é o unico pais que tem no seu Judiciario um e outro membro que nao serveria nem pra varrer ruas.

    Um dia essa Senhora recebera um sorriso ou o afeto sincero de uma pessoa com Sindrome de Down. Quem sabe um dia ela tenha um Neto com a tal Sindrome. Se bem que para ter Neto primeiramente tem que ser mae. Sera que ela tem filhos ou é mais uma frustrada que se abraça a um cachorro e o faz de bebe??
    Vergonha para o Judiciario que na sua esmagadora maioria é formada por gente culta e com sensibilidase humana!!

  16. Paulo,

    Que pena você aplicaria ao BANDIDO FARDADO Sargento PM Geral do Aparecido Juliano, atual Secretário do Serviço Funerário Municipal de Santo André? “Detalhe”: ele só não está no exercício do SEXTO mandato, como vereador, porque CONDENADO pela JUSTIÇA ELEITORAL (improbidade administrativa)!

    Nomeado pelo Prefeito Paulo Serra? Por que $$$erá, heim!?

  17. A opinião da sem vergonha não difere muito do que pensam os “puliças” tupiniquins.

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