A DESFAÇATEZ E CANALHICE CORPORATIVISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO ou PIMENTA NO CU ALHEIO É REFRESCO – Membros do Ministério Público querem para si absoluta garantia de liberdade de expressão que nunca admitiram para cidadãos, advogados, funcionários públicos, policiais em geral e especialmente para este ex-delegado de polícia que por eles foi processado diversas vezes por manifestações menos graves e legítimas 18

Por que não garantem liberdade de expressão para todos os cidadãos em relação aos poderes, órgãos e agentes públicos em geral ?
Por que tanto defendem a constitucionalidade do crime de DESACATO?
Caso um advogado ou delegado chame um promotor em razão do exercício das funções de leviano, arbitrário , faccioso ( o que normalmente são ) , será perseguido e processado implacavelmente por essa raça ( sim, não formam uma classe funcional; se julgam uma raça superior biológica e culturalmente ) .
Toda vez que um advogado faz uso de suas prerrogativas na defesa da causa e de suas próprias garantias funcionais acaba processado por promotores e magistrados.
E ao final acaba sempre condenado a indenizações vultosas.
Infelizmente, essa gente adota postura canalha!
Um peso duas medidas .
Apenas defendem aquilo que lhes aproveita e lhes fortalece…
Para eles todas as garantias e prerrogativas, para os outros  todo o rigor da lei.
Liberdade de expressão, SIM!
Mas para todas as pessoas  em relação ao estado, governo, órgãos, instituições e agentes públicos de todos os níveis.

Mais de 400 membros do MP e juízes assinam manifesto pró-liberdade de expressão

Carlos Fernando, procurador da Lava Jato, será julgado terça (15/5) no CNMP por ter chamado Temer de leviano e calunioso

Mais de 400 integrantes do Ministério Público e magistrados assinaram um manifesto em defesa da  “liberdade de expressão de todos os membros do Ministério Público”. O manifesto foi motivado pelo julgamento do procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) nesta terça-feira (15/5).

Dentre os procuradores da República que assinaram o manifesto estão: Deltan Dallagnol, coordenador da Força Tarefa da Lava Jato, e Eduardo Botão Pelella, ex-chefe de gabinete de Janot, e Vladimir Aras. O processo contra Lima foi motivado por um post no Facebook em que Lima chama Temer de “leviano, inconsequente e calunioso” por “insinuar recebimento de valores por parte do PGR”.

Segundo os membros do MP e magistrados que assinam o documento, “diferentemente do que se acredita, o Ministério Público não fala apenas nos autos”. “Como parte, deve defender também suas opiniões oficiais nos vários ambientes de debate público, eis que todos eles são legítimos conforme a Constituição e são
também necessários à promoção do bem comum e da Justiça”, defendem.

“Calar um membro do Ministério Público é impor uma mordaça a todos os seus integrantes”, criticam. “Silenciar a livre expressão do pensamento seja de quem for impede a evolução das ideias e contribui para sedimentação de vícios. A crítica franca e aberta é motor do progresso”.

Além disso, seria “temerário pretender regular a liberdade de manifestação dos membros do Ministério Público pela via disciplinar punitiva”. “É preciso antes deixar que a questão, no plano dos direitos, amadureça na esfera apropriada para a definição de seus reais contornos: o Parlamento e a Suprema Corte, intérprete última da Constituição”, dizem.

O manifesto, afirmam, não é a defesa de um procurador da República, mas “da liberdade de expressão de todos os membros do Ministério Público”.

“Respeitar a liberdade de expressão dos cidadãos, servidores públicos ou não, consiste em aceitar, sem horror nem assombro, que o mais rigoroso adversário pronuncie em voz alta até aquilo que consideramos vil e detestável”. ( Mas eles nunca respeitaram as liberdades e garantias alheias, tanto que se você criticar o MP acabará processado por difamação por alguns deles que se dirão ofendidos diretamente pelas críticas ao órgão. )

Leia abaixo a íntegra do manifesto:

MANIFESTO PELA LIBERDADE DE EXPRESSÃO

Grande polemista, Gregório de Matos Guerra (1636-1696) entrou para a
história da Literatura brasileira. O maior poeta satírico do período colonial recebeu
do Senado da Câmara da Bahia o cargo de procurador. Depois foi desembargador do
Tribunal da Relação Eclesiástica da Bahia. Satirizou os costumes do povo e a alta classe
baiana. Sua poesia era corrosiva e genial. Pela sua incisividade e franqueza, em 1685 foi
denunciado ao tribunal da Inquisição por ter supostamente difamado Jesus Cristo e por
faltar com a reverência devida a uma procissão. Como era de esperar naquele tempo, foi
degredado para Angola. Imaginavam assim calá-lo.
Passados quatro séculos, a questão da liberdade de expressão permanece
candente. Embora consolidada na cultura ocidental, do ponto de vista abstrato, a
sombra do autoritarismo, sob vários mantos, ainda se projeta sobre a liberdade de
pensamento. Sabem os inimigos dissimulados da República que calar uma voz
dissonante é o atalho mais curto para matar a democracia e seus valores.

É nesse contexto que, após a intensificação das revelações da Lava Jato e, em
boa medida, por causa dela, vê-se uma tendência de certos atores da vida nacional de
provocar órgãos de controle para restringir a liberdade de expressão de procuradores e
promotores de Justiça, mas também de juízes e policiais.
Um respeitado membro do Ministério Público brasileiro corre risco de ser
submetido a pena disciplinar de censura pública, apenas por dizer o que pensa. A
atuação destemida e exemplar do procurador regional da República Carlos Fernando dos
Santos Lima tem sido uma constante ao longo de quase 30 anos de Ministério Público.
Seu tirocínio e sua verve têm servido a um propósito de interesse público e a
uma finalidade cívica. Ao chamar a atenção de todos os cidadãos para os terríveis males
que a corrupção representa para o País e para os direitos do povo, o procurador Santos
Lima também exerce um ministério público, absolutamente compatível com as funções
que desempenha no sistema de Justiça brasileira.

Diferentemente do que se acredita, o Ministério Público não fala apenas nos
autos. Como parte, deve defender também suas opiniões oficiais nos vários ambientes
de debate público, eis que todos eles são legítimos conforme a Constituição e são
também necessários à promoção do bem comum e da Justiça. Opiniões são ouvidas
pelos membros do Parlamento e merecem a reflexão dos demais integrantes dos poderes
da República. Opiniões são consideradas pelos cidadãos que têm nessas autoridades seus
servidores, os quais lhes devem contas dos seus fazeres e afazeres.
Calar um membro do Ministério Público é impor uma mordaça a todos os
seus integrantes. Silenciar a livre expressão do pensamento seja de quem for impede a
evolução das ideias e contribui para sedimentação de vícios. A crítica franca e aberta é
motor do progresso. E o progresso, como se diz, é uma locomotiva que não pode ser
parada.

Devido às suas dimensões transnacionais e à sua evidente complexidade, nos
campos social, político e econômico, o caso Lava Jato tem na comunicação social um
dos seus mais importantes pilares. É preciso comunicar as ações de procuradores,
policiais e auditores, agir de modo transparente, rebater críticas públicas e refutar
ataques. Esses sempre virão e é fundamental que haja o contraponto, tão louvável
mediante o debate público pela imprensa tradicional e no ciberespaço.
O diálogo de funcionários públicos, inclusive de procuradores e promotores,
com a sociedade também nas redes sociais é um ganho civilizatório. Um promotor ou
procurador não se despe dessa condição quando vive sua vida privada, nem deixa de ser
cidadão quando age nas suas lides públicas. Os membros do Ministério Público não têm
meia cidadania.

A liberdade de expressão é um direito universal que está protegido pelo art.
5º, inciso IV, da Constituição Federal de 1988, segundo o qual “élivre a manifestação do
pensamento, sendo vedado o anonimato”, e pelo inciso XIV do mesmo artigo, que
assegura a todos o acesso à informação. Tal é a dimensão constitucional desse direito
civil e dessa prerrogativa de participação política, que o art. 220 da CF dispõe que “a
manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma,
processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto na
Constituição”, o que inclui a previsão de que nenhuma lei conterá dispositivo que possa
constituir embaraço àplena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de
comunicação social, observado o disposto no art. 5º, incisos IV, V, X, XIII e XIV,
sendo ao fim vedada “toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e
artística”.

É temerário pretender regular a liberdade de manifestação dos membros do
Ministério Público pela via disciplinar punitiva. Diante da acentuada complexidade do
tema, com dimensão no marco internacional de proteção de garantias, é preciso antes
deixar que a questão, no plano dos direitos, amadureça na esfera apropriada para a
definição de seus reais contornos: o Parlamento e a Suprema Corte, intérprete última da
Constituição.
Este MANIFESTO não é a defesa de um procurador da República, mas da
liberdade de expressão de todos os membros do Ministério Público. Embora integrantes
de uma magistratura de pé – e por isso mesmo – os membros do Ministério Público
devem estar prontos a falar em prol dos elevados interesses cuja defesa a Constituição
lhes impõe.

Respeitar a liberdade de expressão dos cidadãos, servidores públicos ou não,
consiste em aceitar, sem horror nem assombro, que o mais rigoroso adversário
pronuncie em voz alta até aquilo que consideramos vil e detestável. Já dizia Rosa
Luxemburgo no fim do século XIX que a liberdade só tem real valor e utilidade se
atende ao interesse do que pensa diferente.
Dar a voz apenas àqueles com quem concordamos não define uma conduta
republicana e democrática; define talvez as práticas de um regime absolutista e
autoritário.
A beleza da democracia está em dar espaço, vez e voz a quem nos incomoda,
a quem nos instiga com o alfinete da dúvida, a quem nos provoca com o argumento
afiado, a quem nos traz perplexidade com a palavra cortante.

A liberdade de expressão dos homens e das mulheres que se dedicam à vida
pública não é menor do que as dos cidadãos em geral, não custa repetir. Esta é uma
ideia-força que deve ser enunciada e compreendida. Promotores e procuradores estão
proibidos de dedicar-se a atividades político-partidárias, mas não são privados de opinião
sobre a vida da pólis em que vivem, seja o seu torrão ou o seu País. Em outras palavras,
como qualquer cidadão, têm eles direito à opinião e a expressão como atitudes políticas,
no sentido mais nobre deste adjetivo, em condutas de inegável conteúdo cívico, não
ligadas a quaisquer partidarismos.

Na obra “A Liberdade”, de 1859, John Stuart Mill (1806–1873) foi categórico:
a livre expressão das ideias, falsas ou verdadeiras, não deve ser temida e o direito de
opinião não pode ser suprimido ou cerceado por considerações econômicas ou morais,
mas somente quando cause dano injusto. Sustentava ele que sem a plena liberdade não
pode haver progresso científico, jurídico ou político. Somente a livre discussão das ideias
pode levar à evolução da sociedade.

Essas ideias estão hoje cristalizadas no Direito Internacional, inclusive para as
magistraturas. Entre os Princípios Orientadores da Função dos Magistrados do
Ministério Público, aprovados no Oitavo Congresso das Nações Unidas para a
Prevenção do Crime e o Tratamento dos Delinquentes, realizado em Havana em 1990,
está o direito de livre expressão do pensamento. A Regra 8 declara que “Os magistrados
do Ministério Público têm, como os restantes cidadãos, liberdade de expressão, de
crença, de associação e de reunião. Têm, nomeadamente, o direito de tomar parte em
debates públicos sobre a lei, a administração da justiça e a promoção da protecção dos
direitos do homem”.
Quer seja nos escritos, nos auditórios ou na grande praça digital, a voz dos
cidadãos não pode ser cerceada. Promotores de Justiça, procuradores da República e
juízes são cidadãos e não têm menos direitos do que os integrantes da sociedade a que
servem.

O Conselho Nacional também tem liberdade de escolher o caminho a seguir.
Mas, para os órgãos de Estado, essa rota nunca pode afastar-se das garantias individuais
de que depende a existência de uma democracia. As escolhas do CNMP também
marcarão sua existência e o maior ou menor respeito que merecerá da sociedade e dos
membros da instituição sujeita a seu controle externo.

Ser a favor da liberdade de expressão significa tolerar a livre emissão e
circulação das opiniões que desprezamos ou das quais discordamos, ainda que
veementemente. A discordância é a engrenagem que promove avanços sociais. O debate
público de ideias forma o saudável contraditório que promove a evolução política,
jurídica e social.

Ainda que se discorde do que o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima
diz, a crítica, mesmo ácida, desde que não progrida para a vulgaridade ou busque
inspiração em pura má-fé, é constitucionalmente protegida, sob pena de se estabelecer
uma mordaça aos membros do Ministério Público, sem lei e sem franquia constitucional
ou convencional.

Nas democracias, o direito à crítica é uma forma irrefreável de controle social
dos governantes. A história já mostrou que punir pessoas por suas ideias e palavras,
ainda que excêntricas ou incisivas, é um erro de consequências trágicas. Ninguém deve
ser punido por ser ácido ou agudo nas críticas. Ninguém deve ser punido pelo que pensa
nem por expressar honestamente esse pensamento, sobretudo quando há nítido
interesse público no debate de pontos de vista fundamentais à implementação do rule of
law, como direito de todos e objetivo último da Nação.

Não se trata apenas de proteger a liberdade de expressão do procurador
Carlos Fernando dos Santos Lima ou de outros membros que tenham feito uso da
mesma franquia constitucional, mas de assegurar a voz pública do Ministério Público e
de seus integrantes, como profissionais e cidadãos, na construção de uma democracia
mais sólida, e, em consequência, da voz de juízes e de integrantes de outras categorias
profissionais que, ao longo deste intenso processo histórico dos últimos 40 anos, vêm
contribuindo para a construção de um Estado de Direito inclusivo, garantidor e probo
no Brasil.

Que a decisão do CNMP neste importantíssimo precedente, crucial para sua
própria história, revele seu apreço pela liberdade e pelo valor da livre circulação das
ideias. Que o tempo definido outrora por Carlos Drummond de Andrade tenha mesmo
encontrado o seu fim em 1984.

Como dizia o poeta, a liberdade que desperta consciências não pode ser
defendida apenas com discursos anódinos, quando sofre o ataque de metralhadoras ou de
mordaças. Palavras são os tijolos da construção do progresso e da liberdade.

ASSINAM ESTE MANIFESTO PELA LIBERDADE DE EXPRESSÃO
DOS MEMBROS DO MINISTÉRIO PÚBLICO E DOS JUÍZES BRASILEIROS:
1. Acácia Soares Peixoto Suassuna (MPF/PB)
2. Adalberto Delgado Neto (MPF/CE)
3. Adilson Paulo Prudente do Amaral Filho (MPF/PE)
4. Adilza Inácio de Freitas (MP/AL)
5. Adriana Palma Schenkel (MP/RJ)
6. Adriano Alves Marreiros (MPM)
7. Afonso Gomes Guimarães (MP/AP)
8. Alan Rogério Mansur Silva (MPF/PA)
9. Alberto Fonseca (MP/AL)
10. Alencar Vital (MP/GO)
11. Alessander Wilckson Cabral Sales (MPF/CE)
12. Alessandra Gabriella Borges Pereira Lorenzo (MPDFT)
13. Alessandro José Fernandes de Oliveira (MPF/PR)
14. Alessandro Samartin de Gouveia (MP/AM)
15. Alexandre Lima Raslan (MP/MS)
16. Alexandre Moreira Tavares dos Santos (MPF/GO)
17. Alexandre Parreira Guimarães (MPF/AP)
18. Alexandre Sales de Paula e Souza (MPDFT)
19. Alexandre Schneider (MPF/RS)
20. Alexandre Senra (MPF/ES)
21. Alvarina de Araújo Nery (MPDFT)
22. Amanda Azevedo Ribeiro Alves (TJ/RJ)
23. Ana Beatriz Miguel de Aquino (MP/RJ)
24. Ana Carolina Marquez (MPDFT)
25. Ana Cláudia Manso Rodrigues (MPDFT)
26. Ana Cristina Bandeira Lins (MPF/SP)
27. Ana Laura Bandeira Lins Lunardelli (MP/SP)
28. Ana Laura Seixas Dias (MPDFT)
29. Ana Letícia Absy (MPF/SP)
30. Ana Luísa Chiodelli von Mengden (MPF/RS)
31. Ana Paula Mantovani Siqueira (MPF/DF)
32. Ana Paula Ribeiro Rodrigues (MPF/RJ)
33. Ana Paula Westmann Anderlini (MP/SP)
34. Analícia Ortega Hartz (MPF/MS)
35. Anamara Osório Silva (MPF/SP)
36. André Estevão Ubaldino Pereira (MP/MG)
37. André Estima de Souza Leite (MPF/PE)
38. André Luís Cardoso (MP/RJ)
39. André Luís Silva Fetal (MP/BA)
40. André Luiz Farias (MP/RJ)
41. André Menezes (MPF/SP)
42. André Salles Dias Pinto (MP/MG)
43. Andréa Bernades de Carvalho (MPDFT)
44. Andrey Borges de Mendonça (MPF/SP)
45. Anelise de Faria Martorell Duarte (TJ/RJ)
46. Anna Carolina Rezende Maia Garcia (MPF/DF)
47. Anselmo Henrique Cordeiro Lopes (MPF/DF)
48. Antônio Alves Cardoso Júnior (TJ/RJ)
49. Antônio Augusto Teixeira Diniz (MPF/AP)
50. Antônio Aurélio Abi Ramia Duarte (TJ/RJ)
51. Antônio Carlos de Vasconcelos Coelho Barreto Campello (MPF/PE)
52. Antônio Carlos Welter (MPF/RS)
53. Antônio Edílio Magalhães Teixeira (MPF/PB)
54. Antônio Villas Boas Neto (MP/BA)
55. Athayde Ribeiro Costa (MPF/PR)
56. Augusto Soares de Arruda Neto (MP/SP)
57. Áurea Regina Socio de Queiroz Ramim (MPDFT)
58. Áureo Marcus Makiyama Lopes (MPF/SP)
59. Bárbara Valéria Cury e Cury (MP/SP)
60. Blal Yassine Dalloul (MPF/RJ)
61. Bruno Amorim Carpes (MP/RS)
62. Bruno Baiocchi Vieira (MPF/GO)
63. Bruno Caiado de Accyoli (MPF/DF)
64. Bruno Calabrich (MPF/DF)
65. Bruno Costa Magalhães (MPF/SP)
66. Bruno Galvão Paiva (MPF/PB)
67. Camila de Fátima Gomes Teixeira (MP/MG)
68. Carla Moretto Maccarini (MP/PR)
69. Carla Veríssimo (MPF/DF)
70. Carlos Alberto Bermond Natal (MPF/DF)
71. Carlos Alberto Cantarutti (MPDFT)
72. Carlos Alberto Gomes de Aguiar (MPF/RJ)
73. Carlos Eduardo Fonseca da Matta (MP/SP)
74. Carlos Elias Silvares Gonçalves (TJ/RJ)
75. Carlos Frederico Coelho Nogueira (MP/SP aposentado)
76. Carlos Frederico de Oliveira Pereira (MPM)
77. Carlos Henrique Lima (MPF/DF)
78. Carlos Mazzoco (MPF/ES)
79. Carlos Vinícius Cabeleira (MPF/ES)
80. Carmen Eliza Bastos de Carvalho (MP/RJ)
81. Carolina Rebelo Soares (MPDFT)
82. Caroline Demantova Ferreira (MP/PR)
83. Cátia Gisele Martins Vergara (MPDFT)
84. César Danilo Ribeiro de Novais (MP/MT)
85. Clarisier Azevedo Cavalcante de Morais (MPF/RN)
86. Cláudia Braga Tomelin (MPDFT)
87. Cláudia Marcia Luz (MPM)
88. Cláudio Calo (MP/RJ)
89. Cláudio João Medeiros Miyagawa Freire (MPDFT)
90. Cláudio Márcio de Carvalho Chequer (MPF/RJ)
91. Clayton da Silva Germano (MPDFT)
92. Cristiane da Rocha Corrêa (MP/RJ)
93. Damaris Rossi Baggio de Alencar (MPF/MS)
94. Daniel Azeredo (MPF/RJ)
95. Daniel Bernoulli Lucena de Oliveira (MPDFT)
96. Daniel de Resende Salgado (MPF/SP)
97. Daniel Lima Pessoa (MP/GO)
98. Daniela Caravana Cunha Vaimberg (MP/RJ)
99. Daniele Escobar (MPF/SC)
100. Danilo Filgueiras Ferreira (MPF/SP)
101. Danilo Pinheiro Dias (MPF/DF)
102. Davi Marcucci Pracucho (MPF/MS)
103. Débora Balzan (MP/RS)
104. Deltan Martinazzo Dallagnol (MPF/PR)
105. Denis Pigozzi Alabarse (MPF/SP)
106. Diego Gomes Castilho (MP/ES)
107. Diego Pessi (MP/RS)
108. Dina Maria Furtado de Mendonça Velloso (MP/RJ)
109. Diogo Castor de Mattos (MPF/PR)
110. Diogo Roberto Ringenberg (MPC/SC)
111. Divino Donizette da Silva (MPF/GO)
112. Djalma Gusmão Feitosa (MPF/PB)
113. Domingos Sávio Tenório de Amorim (MPF/PE)
114. Douglas Fischer (MPF/RS)
115. Duciran van Marsen Farena (MPF/PE)
116. Edmar Gomes Machado (MPF/ES)
117. Edson Azambuja (MPE/TO)
118. Eduardo Botão Pelella (MPF/SP)
119. Eduardo da Silva Villas Bôas (MPF/BA)
120. Eduardo Gazzinelli Veloso (MPDFT)
121. Eduardo Paes Fernandes (MP/RJ)
122. Elen de Freitas Barbosa (TJ/RJ)
123. Elena Urbanavicius Marques (MPF/PR)
124. Eliane Soafres da Silva (MPF/PB)
125. Elisabete Franco Longobardi (TJ/RJ)
126. Elmo Gomes de Souza (JF/RJ)
127. Eloy Ojea Gomes (MP/SP)
128. Ermínia Manso (MP/RJ)
129. Erton Evandro de Sousa David (MP/SP)
130. Estevan Gavioli da Silva (MPF/RS)
131. Eunice Dantas Carvalho (MPF/SE)
132. Evandro Manoel da Silveira Gomes (MPDFT)
133. Fabiano de Moraes (MPF/RS)
134. Fabiano Rangel Moreira (MP/RJ)
135. Fábio George Cruz da Nóbrega (MPF/PE)
136. Fábio Magrinelli Coimbra (MPF/RS)
137. Fábio Moraes de Aragão (MPF/RJ)
138. Fabrizio Predebon da Silva (MPF/MS)
139. Fátima Martins Schueler (MP/RJ)
140. Fausto Faustino de França Júnior (MP/RN)
141. Felipe Albernaz Pires (MPF/PE)
142. Felipe Vasconcelos Torres (MPF/PB)
143. Fernanda Dillemburg (MP/RS)
144. Fernanda Teixeira Souza Domingos (MPF/SP)
145. Fernando Amorim Lavieri (MPF/ES)
146. Fernando Antônio de Alencar Alves de Oliveira Junior (MPF/TO)
147. Fernando José Araújo Ferreira (MPF/PE)
148. Fernando Martins (MPF/MG)
149. Fernando Rocha de Andrade (MPF/RN)
150. Fernando Túlio da Silva (MPF/PR)
151. Fernando Zelada (MPF/BA)
152. Filipe Andrios Brasil Siviero (MPF/RS)
153. Flávia Ferrer (MP/RJ)
154. Flávio Mota Morais Silveira (MP/AM)
155. Francisco Guilherme Vollstead Bastos (MPF/DF)
156. Francisco Machado Teixeira (MPF/PE)
157. Frederico Paiva (MPF/DF)
158. Frederico Siqueira Ferreira (MPF/DF)
159. Gerliana Maria Silva Araújo Rocha (MP/RN)
160. Getúlio Alves de Lima (MPDFT aposentado)
161. Gilberto Guimarães Ferraz Júnior (MPF/SP)
162. Gino Augusto de Oliveira Liccione (MPF/PE)
163. Giuliano Seta (MP/RJ)
164. Goethe Abreu (MPF/GO)
165. Guilherme Gopfert (MPF/SP)
166. Guilherme Guedes Raposo (MPF/GO)
167. Guilherme Martins de Martins (MP/RS)
168. Guilherme Schelb (MPF/DF)
169. Guilherme Vieira Castro (MP/PE)
170. Gustavo Moyses da Silveira (MPF/DF)
171. Gustavo Nogami (MPF/MT)
172. Gustavo Pereira Silva (MP/MA)
173. Gustavo Pessanha Velloso (MPF/DF)
174. Gustavo Torres Soares (MPF/SP)
175. Hamilton Carneiro Júnior (MP/AL)
176. Hayssa Kyrie Medeiros Jardim (MPF/PR)
177. Hélio Telho (MPF/GO)
178. Henrique de Sá Valadão Lopes (MPR/AP)
179. Henrique Gentil Oliveira (MPF/PR)
180. Henrique Golin (MP/GO)
181. Hugo Elias Silva Charchar (MPF/PA)
182. Iara Augusto da Silva (MP/BA)
183. Ibrahim Jorge Nasser Saad (MPDFT)
184. Igor da Silva Spindola (MPF/PA)
185. Indira Bolsoni Pinheiro (MPF/PR)
186. Isabel Cristina Groba Vieira (MPF/SP)
187. Isac Barcelos Pereira de Souza (MPF/SP)
188. Ítala Maria de Nazaré Braga Cicerelli (MP/SP)
189. Izabella Marinho Brant (MPF/RJ)
190. Jaime Mitropoulos (MPF/RJ)
191. Janaína Andrade de Sousa (MPF/PB)
192. Janice Agostinho Barreto Ascari (MPF/SP)
193. Januário Paludo (MPF/RS)
194. Jaqueline Ana Buffon (MPF/RS)
195. Jerusa Burmann Viecilli (MPF/RS)
196. João Batista da Silva (MP/MG)
197. João Carlos Calsavara (MP/SP)
198. João Carlos de Carvalho Rocha (MPF/RS)
199. João Gabriel Morais de Queiroz (MPF/DF)
200. João Vicente Beraldo Romão (MPF/PR)
201. Joel Bogo (MPF/AC)
202. José Augusto Nogueira Sarmento (MP/PA)
203. José Augusto Vagos (MPF/RJ)
204. José Elaeres Marques Teixeira (MPF/DF)
205. José Leite (MPF/MA)
206. José Leonardo Lussani da Silva (MPF/PR)
207. José Maria Panoeiro (MPF/RJ)
208. José Osmar Pumes (MPF/RS)
209. José Rômulo Silva Almeida (MPF/SE)
210. Júlia Rossi de Carvalho Sponchiado (MPF/TO)
211. Juliana de Azevedo Moraes (MPF/BA)
212. Júlio Carlos Motta Noronha (MPF/PR)
213. Júlio César Soares Lira (MP/PE)
214. Júlio de Castilhos (MPF/ES)
215. Júlio Marcelo de Oliveira (MP/TCU)
216. Juraci Guimarães Júnior (MPF/MA)
217. Katie de Sousa Lima Coelho (MPDFT)
218. Kleber Martins de Araújo (MPF/RN)
219. Laila Shukair (MP/SP)
220. Laura Gonçalves Tessler (MPF/PR)
221. Lauro Pinto Cardoso Neto (MPF/DF)
222. Lea Batista de O. M. Lima (MPF/GO)
223. Leandro Bastos Nunes (MPF/BA)
224. Leonardo Andrade Macedo (MPF/MG)
225. Leonardo Assis dos Santos (MPDFT)
226. Leonardo de Faria Galiano (MPF/AM)
227. Leonardo Giardin (MP/RS)
228. Leonardo Jubé de Moura (MPDFT)
229. Leonardo Luiz de Figueiredo Costa (MPF/RJ)
230. Leonardo Teles (TJ/RJ)
231. Lessandra Bergamaschi (MP/RS)
232. Letícia Pohl Martello (MPF/PR)
233. Lívia Nascimento Tinôco (MPF/SE)
234. Livingstone dos Santos Silva Filho (TJ/RJ)
235. Liz-Elainne de Silvério e Oliveira Mendes (MPDFT)
236. Lucas Bertinato Maron (MPF/PR)
237. Lucas Daniel Chaves de Freitas (MPF/MA)
238. Lúcia Helena de Lima Callegari (MP/RS)
239. Luciana Barbosa Delgado (MP/RJ)
240. Luciana Costa Pinto (MPF/SP)
241. Luciana Loureiro Oliveira (MPF/DF)
242. Luciana Sperb Duarte (MPF/SP)
243. Ludmila Fernandes da Silva Ribeiro (MPF/RJ)
244. Luís Eduardo Marrocos de Araújo (MPF/SP)
245. Luís Fernando Cabral Barreto Júnior (MP/MA)
246. Luis Gustavo Maia Lima (MPDFT)
247. Luiz Antônio Palacio Filho (MPF/SP)
248. Luiz Eduardo Camargo Outeiro Fernandes (MPF/MG)
249. Luiz Felipe Carvalho Silva (MPM/DF)
250. Luiz Fernando Bezerra Viana (MPF/DF)
251. Luiz Fernando Voss Chagas Lessa (MPF/RJ)
252. Luiz Gustavo Maia Lima (MPDFT)
253. Luiz Gustavo Mantovani (MPF/RO)
254. Luiza Cristina Frischeisen (MPF/DF)
255. Lyana Helena Joppert Kalluf (MPF/PR)
256. Maicon Fabrício Rocha (MPF/PR)
257. Malê de Aragão Frazão (MPF/ES)
258. Marcela Moraes Peixoto (MPF/SP)
259. Marcelo Alberto Chaves Villas (TJ/RJ)
260. Marcelo Rocha Monteiro (MP/RJ)
261. Marcelo Santos Teixeira (MPDFT)
262. Marcelo Vilela Tannús Filho (MPDFT)
263. Márcia Noll Barboza (MPF/DF)
264. Márcio Barra Lima (MPF/RJ)
265. Márcio José Cordeiro Fahel (MP/BA)
266. Márcio Luis Chila Freyesleben (MP/MG)
267. Márcio Shusterschitz (MPF/SP)
268. Marco Aurélio Adão (MPF/PI)
269. Marco Túlio de Oliveira e Silva (MPF/GO)
270. Marcos Alexandre Bezerra Wanderley de Queiroga (MPF/PB)
271. Marcos Antônio da Silva Costa (MPF/PE)
272. Marcos Bulhões dos Santos (MP/MT)
273. Marcos Eduardo Rauber (MP/RS)
274. Marcos José Gomes Corrêa (MPF/SP)
275. Marcos Nassar (MPF/MS)
276. Marcos Valentim Pinheiro Paixão (MP/MA)
277. Maria Cristina Cordeiro (MPF/RJ)
278. Maria Emília Corrêa da Costa Dick (MPF/RS)
279. Maria Emília Moraes de Araújo (MPF/SP)
280. Maria Ester Henriques Tavares (MPM)
281. Maria Luísa Lima Carvalho (MPF/SP)
282. Maria Soares Camelo Cordiolli (MPF/DF)
283. Mariane Guimarães de Mello Oliveira (MPF/GO)
284. Marino Lucianelli Neto (MPF/MS)
285. Mário Alves Medeiros (MPF/DF)
286. Mário Henrique Cardoso Caixeta (MP/GO)
287. Marisa Szternfeld (MP/RJ)
288. Marta Alves da Silva (MPDFT)
289. Marta Pinheiro de Oliveira Sena (MPF/SP)
290. Martha Helena Costa Ribeiro (MP/MA)
291. Marvin Moreira (TJ/RJ)
292. Marya Olímpia Ribeiro Pacheco (MPDFT)
293. Maurício Cavalcanti (MP/BA)
294. Maurício Ribeiro Manso (MPF/RJ)
295. Mauro R. Veras Bezerra (MP/AM)
296. Melina Castro Montoya Flores (MPF/DF)
297. Melissa Gonçalves Rocha Tozatto (MP/RJ)
298. Michael von Mühlen de Barros Gonçalves (MPF/SC)
299. Milton Luís Lobo de Menezes (MP/PA)
300. Milton Pereira Merquiades (MP/MT)
301. Mírian Tereza Castro Neves de Souza Lima (TJ/RJ)
302. Mônica Campos de Ré (MPF/RJ)
303. Mônica Dorotéa Bora (MPF/PR)
304. Monique Cheker (MPF/RJ)
305. Nadja Machado Botelho (MPF/ES)
306. Nara Soares Dantas Kruschewski (MPF/BA)
307. Neide Cardoso de Oliveira (MPF/RJ)
308. Nicolao Dino de Castro e Costa Neto (MPF/DF)
309. Nicole Campos Costa (MPF/AP)
310. Nívio Freitas (MPF/DF)
311. Orlando Martello (MPF/SP)
312. Osmar Veronese (MPF/RS)
313. Paloma Alves Ramos (MPF/MT)
314. Patrícia do Couto Villela (MP/RJ)
315. Patrícia Núñez Weber (MPF/RS)
316. Patrick Montemor Ferreira (MPF/SP)
317. Patrick Salgado Martins (MPF/MG)
318. Paula Cristina Conti Thá (MPF/PR)
319. Paula do N. B. Barros Gonzalez Teles (TJ/RJ)
320. Paulo Augusto Guareschi (MPF/ES)
321. Paulo de Tarso Moreira Oliveira (MPF/PA)
322. Paulo Fernando Correa (MPF/RJ)
323. Paulo Freitas (MP/RN)
324. Paulo Henrique Camargos Trazzi (MPF/ES)
325. Paulo Luciano de Souza Teixeira (TJ/RJ)
326. Paulo Roberto Binicheski (MPDFT)
327. Paulo Roberto Galvão (MPF/DF)
328. Paulo Roberto Sampaio Santiago (MPF/PA)
329. Paulo Sérgio Duarte da Rocha Júnior (MPF/RN)
330. Pedro Dumans Guedes (MPDFT)
331. Pedro Gabriel Siqueira Gonçalves (MPF/MS)
332. Pedro Henrique de Oliveira Kenne da Silva (MPF/RS)
333. Pedro Jorge Costa (MPF/PE)
334. Rafael Brum Miron (MPF/PR)
335. Rafael Lima Linhares (MP/PB)
336. Rafael Silva Paes Pires Galvão (MP/RN)
337. Raimundo Moraes (MP/PA)
338. Ramiro Rockenbach da Silva Matos Teixeira de Almeida (MPF/SE)
339. Raphael Otávio Bueno Santos (MPF/PR)
340. Raphael Perissé (MPF/GO)
341. Raquel Tiveron (MPDFT)
342. Raul Batista Leite (MPF/MT)
343. Renan Paes Félix (MPF/RN)
344. Renata Baptista (MPF/RJ)
345. Renata Guarino (TJ/RJ)
346. Renata Neme Cavalcanti (MP/RJ)
347. Renato Augusto Ercolin (MPDFT)
348. Renato Barão Varalda (MPDFT)
349. Renita Cunha Kravetz (MPF/PR)
350. Ricardo Lapenda Figueiroa (MP/PE)
351. Ricardo Prado Pires de Campos (MP/SP)
352. Roberson Henrique Pozzobon (MPF/PR)
353. Roberta dos Santos Braga Costa (TJ/RJ)
354. Roberto Livianu (MP/SP)
355. Roberto Moreira de Almeida (MPF/PE)
356. Rodolfo Alves Silva (MPF/PB)
357. Rodolfo Soares Ribeiro Lopes (MPF/AP)
358. Rodolfo Tigre Maia (MPF/RJ)
359. Rodrigo Alvarez de Oliveira (MP/SP)
360. Rodrigo da Costa Lines (MPF/RJ)
361. Rodrigo de Grandis (MPF/SP)
362. Rodrigo de Magalhães Rosa (MPDFT)
363. Rodrigo Janot Monteiro de Barros (MPF/DF)
364. Rodrigo Merli Antunes (MP/SP)
365. Rodrigo Sales Graeff (MPF/RS)
366. Rodrigo Telles (MPF/RN)
367. Rodrigo Tenório (MPF/PE)
368. Rogério José Bento Soares do Nascimento (MPF/RJ)
369. Rômulo Paiva Filho (MP/MG)
370. Ronaldo Pinheiro Queiroz (MPF/DF)
371. Ruy Nestor Bastos Mello (MPF/BA)
372. Samuel Frungilo (MP/MT)
373. Sandro Carvalho Lobato de Carvalho (MP/MA)
374. Sérgio Bruno Cabral Fernandes (MPDFT)
375. Sérgio Maia Louchard (MP/CE)
376. Silvana Batini (MPF/RJ)
377. Silvana Mocellin (MPF/RS)
378. Sílvia Regina Becker Pinto (MP/RS)
379. Sílvio Ferreira de Carvalho Neto (MP/RJ)
380. Sílvio Pereira Amorim (MPF/MS)
381. Sílvio Pettengill Neto (MPF/MS)
382. Simone Lopes da Costa (TJ/RJ)
383. Simone Spadari (MP/RS)
384. Solange Mendes de Souza (MPF/DF)
385. Suzane Viana Macedo – (TJ/RJ)
386. Sylvia Therezinha Hausen Arêa Leão (TJ/RJ)
387. Tatiana de Andrade Dornelles (MPF/RS)
388. Thais Araujo Ruiz Franco (MPF/PA)
389. Thaméa Danelon Valiengo (MPF/SP)
390. Thiago Galindo Placheski (MP/GO)
391. Thiago Lacerda Nobre (MPF/SP)
392. Thiago Pinheiro Correa (MPF/AM)
393. Tiago Misael de Jesus Martins (MPF/PB)
394. Ubiratan Cazetta (MPF/PA)
395. Valderez Deusdedit Abbud (MP/SP)
396. Vando da Silva Marques (MP/PI)
397. Vanessa Cristhina Marconi Zago Ribeiro Scarmagnani (MPF/MT)
398. Vanessa Cristina Gomes Previtera Vicente (MPF/BA)
399. Vera Lúcia de Camargo Braga Taberti (MP/SP)
400. Victor Veggi (MPF/PB)
401. Vinícius Alexandre Fortes de Barros (MPF/MT)
402. Vladimir Aras (MPF/DF)
403. Walmor Alves Moreira (MPF/SC)
404. Wellington Cabral Saraiva (MPF/PE)
405. Wellington Luís de Souza Bonfim (MPF/DF)
406. Wesley Miranda Alves (MPF/MG)
407. William Tetsuo Teixeira Iwakiri (MPF/PR)
408. Wilson Rocha de Almeida Neto (MPF/DF)
409. Wilton Queiroz de Lima (MPDFT)
410. Zani Cajueiro Tobias (MPF/MG)M


 

  1. Desse tal manifesto, extrai-se o seguinte trecho:

    “Não se trata apenas de proteger a liberdade de expressão do procurador
    Carlos Fernando dos Santos Lima ou de outros membros que tenham feito uso da
    mesma franquia constitucional, mas de assegurar a voz pública do Ministério Público e
    de seus integrantes, como profissionais e cidadãos, na construção de uma democracia
    mais sólida, e, em consequência, da voz de juízes e de integrantes de outras categorias
    profissionais que, ao longo deste intenso processo histórico dos últimos 40 anos, vêm
    contribuindo para a construção de um Estado de Direito inclusivo, garantidor e probo
    no Brasil.”

    Na prática, diversos integrantes do Ministério Público – que, em nome da Instituição, já ofereceram denúncia criminal contra pessoas que, supostamente, estariam agasalhadas também nesse manifesto, como advogados por exemplo – não respeitam a igualdade de direitos e, portanto, não merecem nenhuma consideração.

    • Ronaldo TOVANI,

      Certa vez, quando interrogado nos autos do processo pelos supostos crimes contra o delegado Herbella ( dos ternos ) , ao fazer referência ao Dr. Roberto Livianu – este por duas vezes havia obstado o pedido de bloqueio do Blog na Internet – o promotor do caso ( que sabe-se lá o motivo , queria me condenar , na conta dele, por 16 crimes contra a honra em concurso material , pois de um mesmo texto ele conseguia extrair vários crimes ) , só faltou me comer vivo . O rapaz entendeu “o promotor Roberto Livianu” por “o promotor Roberto Leviano” . Puta que me pariu…E quanto mais eu repetia Livianu , livianu , livianu , mais o cara achava que eu estava tirando uma onda chamando o promotor ( justamente o que me ajudou ) de leviano, leviano , leviano…rs. Pode? Até que eu fui obrigado a explicar que eu até poderia estar pronunciando erradamente o nome do promotor em questão, mas que bastava consultar os autos da cautelar para comprovar . Verdade, verdadeira!
      ( O fiscal da lei mesmo sabendo que não houve calunia e que se a tivesse efetivamente praticado já prescrevera há muito tempo , ainda assim requereu a nossa condenação…Filhos da Puta que são )

  2. Canalhas!
    Ainda veremos, num futuro não muito distante, a perda de poderes dessa instituição de pilantras.
    Aprovação dá lei de abuso de autoridade, já seria um ótimo começo!

  3. Na Polícia Judiciária, os únicos que tem problema com o MP, justamente por causa do ego, são os Delegados, para a grande maioria, pessimamente remunerada, exaurida e mal-tratada, tanto faz. Esse negócio de liberdade de expressao, etc., é para quem está com a vida ganha, as contas pagas e não tem muito o que fazer!!!

  4. jfranck disse:
    16/05/2018 ÀS 13:51
    Na Polícia Judiciária, os únicos que tem problema com o MP, justamente por causa do ego, são os Delegados, para a grande maioria, pessimamente remunerada, exaurida e mal-tratada, tanto faz.

    Verdade, para a grande maioria da PC tanto faz, os únicos que não gostam do MP são os delegados.

    • jfranck e MARIA,

      Engana-se quem pensa que é por mero ego ( vaidade ) , na verdade o MP nutre – tal como os oficiais da PM – verdadeiro ódio institucional em relação ao trabalho dos Delegados de Polícia.
      E esse ódio , mais do que sobre os Delegados , acaba destilado em vocês que são os mais fracos dessa verdadeira cadeia alimentar.
      Obviamente, vocês nunca terão problemas de manifestação de pensamento em relação a eles ou quem quer que seja, nunca se manifestam formalmente e quando o fazem , informalmente pela Internet, nunca se identificam.
      Por isso mesmo não podem reclamar nos seguintes termos: “pessimamente remunerada, exaurida e mal-tratada, tanto faz”.
      Quem não luta pelos seus direitos ( ficando caladinhos por medo de perseguições ) não pode reclamar de ser pisado como vermes, de se conferir “A Luta pelos Direitos ” de Rudolf von Ihering , em referência à máxima “se o homem faz de si mesmo um verme, ele não deve se queixar quando é pisado” , de Immanuel Kant.
      Eu já fui processado pelo MP simplesmente por defender – em autos de Mandado de Segurança – atos de polícia judiciária cumpridos por policiais de Santos em Sorocaba , investigando uma quadrilha de receptadores de veículos furtados na Baixada.
      Aliás, policiais que não eram meus subordinados e nem estavam cumprindo diligências sob minhas ordens. Cumpriram ordens de serviço da autoridade que eu estava substituindo. Talvez fosse melhor não ter defendido o trabalho de ninguém, como muitos fazem. Deveria ter me limitado a uma mera informação inconclusiva, do tipo: não posso dizer que sim, não posso dizer que não, pois não estava aqui ; nem alhures.

  5. A MONARQUIA ACABOU PORQUE QUERIAM DIMINUIR O PODER DO REI. O REI TUDO PODIA. A REGRA NA DEMOCRACIA É O LIMITE. NO BRASIL. TUDO É A BRASILEIRA. VEJAM:
    ADOÇÃO À BRASILEIRA. PRESIDENCIALISMO À BRASILEIRA. IMPEACHMENT À BRASILEIRA. PIZZA À BRASILEIRA, BOLETIM DE OCORRÊNCIA À BRASILEIRA, E POR AI VAI. TEMOS AGORA UM JUDICIÁRIO À BRASILEIRA E UM MINISTÉRIO PÚBLICO À BRASILEIRA. TÁ NA HORA DE IMPOR LIMITES AO MP, PORQUE NÃO HÁ FISCALIZAÇÃO SOBRE ESSE ÓRGÃO E ISSO NÃO EXISTE NUMA DEMOCRACIA DE VERDADE. HÁ ALGO DE ERRADO NA NOSSA

  6. Na verdade, mais discordo do administrador do blog, do que com ele concordo – notadamente de uns tempos esta parte.
    Sem embargo, de quando em quando, numa dessas múltiplas e infindáveis escaramuças, ele, como dizem os adolescentes, lacra.
    Claro que tira, escrivães e todo o resto não se indispõe com promotores e magistrados. Carece-lhes capacidade postulatória. Com efeito, eles não têm interlocução com esse turma, no geral, enfatuada até não mais poder. Ah, se o tivessem…aí sim eu gostaria de ver.

    • Dr. Pacheco,
      Nossas escaramuças nunca foram e jamais serão pessoais; decorrem muito mais das “paixões representativas e políticas de classe” .
      Eu , feliz ou infelizmente não sei dizer, delas ainda não me livrei.
      Vale o dito: saí da favela ( me expulsaram da classe ) mais ela não sai ( não consigo expulsar ) de mim.
      De qualquer forma, a finalidade é o debate!
      Aliás, depois das discussões, rotineiramente, acabo discordando do que escrevi .

  7. Pe. Antonio Vieira, que adverte:

    “ Q u a n t a s v e z e s i m a g i n a i s o u v i r o q u e n ã o o u v i s ? Q u a n t a s v e z e s e n t r e a b o c a d o o u t r o e o s n o s s o s o u v i d o s f i c o u a h o n r a a l h e i a p e n d u r a d a p o r u m f i o ? E q u e i r a D e u s q u e n ã o f i c a s s e e n f o r c a d a . I s t o a c o n t e c e q u a n d o o s h o m e n s o u v e m c o m o s o u v i d o s ; m a s q u a n d o o u v e m c o m o s c o r a ç õ e s a i n d a é m u i t o p i o r . E o s c o r a ç õ e s t a m b é m o u v e m ? N u n c a v i s t e s c o r a ç õ e s ? O s c o r a ç õ e s t a m b é m t ê m o r e l h a s ; e e s t a i c e r t o s q u e c a d a u m o u v e n ã o c o n f o r m e t e m o u v i d o s , s e n ã o c o n f o r m e t e m o c o r a ç ã o e a i n c l i n a ç ã o . ( . . . ) C a d a u m o u v e c o n f o r m e o s e u c o r a ç ã o e a s u a i n c l i n a ç ã o . D e u s n o s l i v r e d e u m c o r a ç ã o m a l i n c l i n a d o . ”

    (Vieira Trechos escolhidos, editora Agir, 1972, pg. 70 trecho do “Sermão dos vícios da língua. Maranhão. 1654.)

  8. Certa está a classe que unida se defende!!

    Erradas estão as que se enfraquecem graças a combates internos entre seus ocupantes!

  9. O FATO DE SUZANO PRECISA SER ESCLARECIDO .. PARA QUE FIQUEMOS SABENDO O QUE REALMENTE ACONTECEU COM O PILOTO. ( PARSA ) DO LADRÃO DE ,, MÃES DE CRIANCINHAS…

    o loco meu………. é cada uma ……………..

    e aquela treta da escola em suzano na semana passada defronte varias criancinhas onde o LIXÃO caiu…..lembram se ??

    1- posteriormente saiu na mídia que foi filmado um veiculo em que deu cavalo para aquele LIXÃO que caiu…
    2- tambem deu na mídia que , acharam o piloto comparsa do lixão e o mesmo foi ouvido na DP e NÃO FICOU PRESO..

    PERGUNTO ….

    porque o piloto do lixão não foi preso ?
    p- não caberia ali um pedido de prisão temporária , acusando o piloto de ser comparsa do lixão…????
    no crime de tentativa de roubo .???..

    ou o piloto foi indiciado num pedido de temporaria .. mas o judiciário negou ???????

    e ai colegas ???? o que realmente de fato aconteceu naquele fato ???

    alguem sabe ???

    porque pela mídia . sai somente que o mala foi ouvido no DP e liberado,,, gerando muitas críticas pela midia afora…………………

    eu quero acreditar que foi feito pedido de prisão temporaria contra o piloto do LIXÃO …MAS O JUIZ NEGOU…

    foi isso …??????????? ou não teve pedido de temporaria ?????

  10. e ai colegas ??? alguem daqui sabe o que realmente aconteceu naquele BÓ ????.
    qual o motivo do parsa do mala não ter ficado preso ???????????????????

    se alguem souber .. favor comentar aqui né ????????????????????

  11. merecemos um esclarecimento do resultado daquilo….

    pois a imprensa esta criticando o fato do piloto não ter ficado preso …

    pelo menos se , foi feito pedido de uma temporaria e o juiz não deu ….

    ai a culpa sera do judiciário……… e não nossa……………
    ja somos muito criticados diariamente…. e não poderemos segurar mais esta bucha…………
    se é que não devemos nada…………

  12. e se a soltura do piloto foi decidida por nós…

    ai eu acho que o MP tem que entrar nesta parada….

    porque pelo meu tirocinio… aquele piloto é o parsa do lixão em varias tretas que foram feitas, quando estava vivo….
    e o piloto merece ficar muitos anos preso…………………………………..

  13. Respeitem o Ministério Público. Talvez uma das poucas instituições sérias em prol da sociedade que existe. Ministério Público, EU APOIO!

  14. Dr. Pacheco disse:16/05/2018 ÀS 14:44

    “Claro que tira, escrivães e todo o resto não se indispõe com promotores e magistrados. Carece-lhes capacidade postulatória. Com efeito, eles não têm interlocução com esse turma, no geral, enfatuada até não mais poder. Ah, se o tivessem…aí sim eu gostaria de ver.” –

    Se me permitir:

    Eu também gostaria e muito ver isto em relação ao delegados.
    Seria muito interessante ver como se sairiam!

  15. Nunca imaginei dizer isso, mas o MALDITO, Gilmar Mendes, tem razão. É preciso algum tipo de controle e limites a esses senhores do MP.
    Se julgam realmente infalíveis. Se arrogam, sem constrangimento algum, incriticåveis.
    Acreditam de fato e de direito que estão acima não só dos cidadãos comuns, mas acima, moral e intelectualmente, do restante do Poder Judiciário.
    Aliás, nesse diapasão, não seria loucura acreditar, com o empoderamento que se promovem, que se não houver freio institucional, pleitarão o reconhecimento de um quarto poder na “República”, dando a eles independência total e absoluta para promover suas ações paladinas em nome do que julgam “bem maior”.

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