Advogados paulistas lançam manifesto pela valorização da classe 7

MOVIMENTO 133
Advogados paulistas lançam manifesto pela valorização da classe
CONJUR
4 de junho de 2018, 11h30
Um grupo de advogados paulistas lançou, nesta segunda-feira (4/6), um movimento que visa recuperar a importância da profissão para a democracia do país. O Movimento 133 surgiu em referência ao artigo da Constituição Federal que estabelece o advogado como indispensável à administração da Justiça.
Apoiado por cerca de 300 profissionais, o movimento destaca dois problemas centrais: a perda de protagonismo da advocacia, justamente no momento em que as instituições estão sendo remodeladas a partir do campo jurídico, e as crescentes dificuldades impostas ao livre exercício da profissão.
O grupo também pretende levantar o debate de maior transparência na Ordem dos Advogados do Brasil, devido às eleições de novembro para as diretorias das seccionais (estadual) e subseções (regionais). E faz críticas ao “continuísmo e falta de transparência” na gestão da OAB-SP, controlada pelo mesmo grupo há 15 anos.
À frente do movimento, o advogado e ex-presidente da Associação dos Advogados de São Paulo Leonardo Sica afirmou que “o M133 surge como espaço de renovação, inovação e recuperação da relevância da advocacia e sua instituição”.
“Queremos valorizar o papel da advocacia na administração da Justiça e na cidadania. Estamos convidando a advocacia para debater ideias e participar dessa mudança, por enquanto pela página, que vai colher frases, depoimentos, propostas”, explicou o advogado.
Veja alguns membros do Movimento 133:
Leonardo Sica, ex-presidente da Aasp (Associação dos Advogados de São Paulo); Eunice Prudente, professora da USP e presidente do Conselho de Transparência da Administração Pública; Fábio Ferreira de Oliveira, ex-presidente da Aasp e ex-conselheiro da OAB-SP; José Rogério Cruz e Tucci, ex-presidente da Aasp e ex-diretor da Faculdade de Direito da USP; Ronaldo Lemos, do ITS Rio (Instituto de Tecnologia e Sociedade); Marcos Fuchs, diretor do Instituto ProBono e do Conectas Direitos Humanos; Clito Fornaciari Júnior, ex-presidente da Aasp e ex-conselheiro da OAB-SP; Eleonora Coelho, secretária-geral do CAM CCBC (Centro de Arbitragem e Mediação) e do grupo Mulheres do Brasil; Julio César Brandão, ex-presidente da OAB de Marília; Luiz Roberto Martins Castro, do IBDD (Instituto Brasileiro de Direito Desportivo); Ana Marcato, do grupo Mulheres no Processo Civil; Alexandre Tadeu Navarro, do Sinduscon (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo); Alexandre Bolano, ex-secretário de Governo do Município de Araras; Helton Simonceli, coordenador da Unisalesiano, Araçatuba; Andrea Mustafa, primeira mulher presidente do Centro Acadêmico XI de Agosto; Ana Rita Pretaroli, da AIDA Brasil (Associação Internacional de Direito de Seguros); João Brandão Aguirre, presidente do IBDFam/SP (Instituto Brasileiro de Direito de Família); Joanilson Barbosa dos Santos, ex-presidente da OAB de Sertãozinho; Felippo Scolari Neto, ex-presidente do Movimento dos Advogados de Defesa dos Credores do Poder Público; Erik Fontenelle Nybo, diretor da AB2L (Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs); Ricardo de Carvalho Aprigliano, secretário-geral do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Processual); Mônica Rosemberg e Gabriel Miceli, líderes RAPS 2018 (Rede de ação política pela sustentabilidade); Célia Zapparolli, do Foname (Fórum Nacional de Mediação); Daniel Leon Bialski, advogado criminalista e presidente da Hebraica; Walter Xavier da Cunha, presidente da Associação de Advogados de São José dos Campos; Ricardo Volpon e Gustavo Defina, de Ribeirão Preto; Anderson Pomini, ex-secretário municipal dos Negócios Jurídicos de São Paulo; e os professores Patrícia Vanzolini, Flávio Tartuce, Ligia Maura Costa, Daniel Amorim Assumpção Neves, Antonio Rodrigues de Freitas Jr., Glauter Del Nero, José Fernando Simão, Helton Simonceli, Victor Stuchi e Camilo Zufelato, dentre outros.

  1. De fato são importantes. Só acho que esse mercado está um pouco saturado.
    Está cada vez mais difícil fazer frente a grandes escritórios. O início da advocacia é difícil.
    Entretanto alguns afortunados já percebem grandes cifras.
    Já até foi estudado em algumas universidades o ingresso de teatro na grade curricular de ensino. Põe o teatro em cena e toquem o coração do povo quem sabe vira ué… kkkk
    Único teatro que não emplaca é o da Polícia. A moral está muita baixa com o povo e a nossa pessoal então nem se fale.

  2. A partir do momento que o Ministério Público, a cada dia, se iguala à Magistratura em direitos e importância no “tripé” da Justiça (defesa, acusação e juiz), a defesa vai se tornando cada vez mais fraca. Para começar, a acusação se senta ao lado do Juiz e acima da defesa, demonstrando claramente que a “paridade de armas” é uma falácia!
    Hoje o Magistrado escuta cada vez menos a defesa, como se tivesse total ojeriza ao advogado. Contudo o membro do Ministério Público é tratado como igual e pertencente a mesma classe social, devido aos altos salários de ambos é claro!!
    Muitos Magistrados “correm” juntos com Promotores, seja por preguiça de ler os processos (sempre ratificando os pareceres do MP) ou seja pela figura bizarra que está em moda, do “Juiz Justiceiro” (os Sergios Moros da vida), Juizes que querem condenar a qualquer preço, mesmo passando por cima do Direito, da Constituição e das leis. Quando o Magistrado “corre” junto com Promotores as audiências se transformam em um jogo de cartas marcadas, onde a defesa não possui a mínima chance, só aguardando a condenação certa do seu cliente, para recorrer a outra instância e sair das garras daquele Juiz parcial.

  3. Achei deveras importante o movimento. Penso que a classe conta com inúmeros problemas, principalmente a desunião. Acredito também que a OAB não pode mais manter-se retrógrada em colocar tantos impedimentos aos advogados, a exemplo devendo permitir a participação dos mesmos em algo semelhante aos planos de saúde, pois seria uma maneira de os menos afortunados conseguir se manter. Estamos vivendo outra realidade social e a OAB deveria se atualizar e acompanhar e com isso ajudar a classe

  4. a OAB bem que podia aproveitar , e lançar um repudio em defesa do brasil. e do povo brasileiro.

    eles podiaim fazer uma declaração , dizendo estarem envergonhados com a postura de um dos seus representantes … que esta soltando todos os que estão presos la no maxima instancia superior.
    ontem foi solto mais 04 de uma só vez.

    a própria OAB podia proibir que um advogado seja um futuro MINISTRO DO SUPREMO.

    isso é o que eles tem que tomar providências. e com urgência.

  5. aquele ministro soltador do supremo , tem que se tocar .. e se por no seu devido lugar ,

    sera que ele se esqueceu que hoje ele não esta exercendo a função de advogado?
    mas é o que esta parecendo…
    um verdadeiro advogado de defesa .

  6. ESSES ADVOGADOS SÃO CHEIOS DE QUERER DESMERECER E FODER POLICIAIS, TANTO NO JUDICIÁRIO COMO NA CORREGEDORIA. ELES TEM É MAIS É QUE SE FºD&R MESMO.

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