Resposta ao Dr. Hugo Castro, delegado de polícia que nos chama de petralha e desavergonhado por escrever sobre a elástica moralidade de Jair Bolsonaro neste Brasil cheio de corrupção… ( Vamos lá: um pouco de corrupção na polícia e na política para satisfazer os reclamos do delegado ) 15

Hugo Castro, pois eu não tenho vergonha dessa matéria e nem de outras que já escrevi.

Especialmente sobre a corrupção na Polícia Civil, mais especificamente na sua carreira de delegado, da qual fui demitido depois de 23 anos; escrevendo justamente por ter chegado ao ponto de não suportar mais tantos delegados corruptos , ignaros, vagabundos, covardes e bajuladores. ( A prisão ex-presidente da ADPESP –  André Di Rissio – foi a gota d’água ).

Nem vou falar em lealdade, pois delegado não sabe o correto significado do que seja ser leal.

Não esquecendo daqueles que compraram a aprovação no concurso, compraram suas promoções por merecimento e também compram  absolvição em PAD.

Não era o meu caso; mas fui a toque de caixa como delator que cuspiu no prato que comeu e ainda foi destilar seu ódio pela PC no MP.

Mas há quem me chame de ladrão por criticar o Bolsonaro ( como o delegado aposentado Carmino Pepe, ex-vereador pelo PL na Capital…Logo quem…rs ) e de não ter credibilidade ou moral para opinar sobre qualquer coisa pelo fato de ter sido “exonerado AO bem do serviço público”, como escreveu, ontem, um investigador na página do Flit Paralisante ( Facebook ). 


Verdadeiramente, não tenho nenhum desespero não, Doutor. 


Se é para acabar com a corrupção, quiça o Bolsonaro comece pela sua carreira e pela pestilenta Polícia Civil de São Paulo ( pestilenta na boca de muitos, de um famoso Desembargador, inclusive ); cujos dirigentes compram as suas cadeiras a peso de ouro, depois loteando o restante ( perdão aos dignos ).  


Vote no Bolsonaro, vote no Major Olímpio , vote no Skaf ( do Fleury Filho e do Ferreira Pinto ) , Vossa Excelência saberá quais os primeiros corruptos que serão caçados e cassados.


O meu comentário pode lhe ter causado vergonha, entretanto mais vergonhosos foram os seus comentários ( em dois tópicos ) , especialmente por vir de um Delegado de Polícia de quem se espera um mínimo de elegância e argumentação edificante.

Com efeito, chamar a quem não conhece de “petralha” ( aquele petista de pouco apreço pela ética e/ou moralidade pública ) é injúria grave.

O Dr. gostaria de ser chamado de corrupto pelo simples fato de ser Delegado ?

Sim, todo delegado – sendo ou não – tem fama de corrupto! 


Certamente, em pleno século XXI , aqui no Brasil ,  ainda, o adultério além de ser um verdadeiro deboche ao traído , passível até de indenização por danos morais, é considerado IMORAL aos olhos da maioria da sociedade e de todas as instituições, por mais hipócritas que sejamos.

Além de imoral é o mais grave ilícito civil contra o casamento e , não faz tanto tempo assim, era infração penal, inclusive.

Quem mente para o conjugue , mente para os filhos , debocha das instituições , também mentirá para os eleitores. E não estamos falando do nosso vizinho do lado, falamos sobre a conduta de um homem público ( deputado federal ) que sonha ser Presidente da República.

Para a sua reflexão, se durante o seu estagio probatório fosse desvelado um adultério praticado pelo Dr.,  ou uma certa queda de sua parte por assediar funcionárias e gostar de visitar um puteiro , certamente seria exonerado do cargo.

O Dr. é apenas um delegado, mas lhe é exigido conduta irrepreensível na vida pública e privada. 


Em pleno século XXI!  


Mas o candidato Bolsonaro, pode ?


Não tem nenhum problema outro adultero ( como o Lula ) na Presidência?


E o  pior, descaradamente afirmou que só registrou o filho depois de fazer o DNA!

Ainda por cima nem sabe em quem mete? ( perdão pelo estilo bolsonarista


Por fim, com todo o respeito , façamos uma inversão de gênero e pessoa, caso a sua esposa aparecesse grávida de outro , o que o Dr. pensaria do caráter da adultera ?

_______________________________________________________________________-

A resposta acima foi , primeiramente , postada no Facebook.

Considerações finais:

É de cair o queixo Delegado de Polícia deste estado invocando a corrupção administrativa no Brasil para votar no Bolsonaro e , ainda, chamar quem faz críticas ao candidato de “petralha”.

Ou é muita ingenuidade ou desmedida hipocrisia , será que não contaram a ele que delegados de polícia deste estado – e certamente Brasil afora – financiam, desde priscas eras,  campanhas eleitorais de políticos corruptos com o dinheiro da corrupção policial ?

De onde ele acha que sempre saiu ( e está saindo )  um bom  dinheiro para as campanhas de alguns deputados, governadores e ex-secretários de segurança , tanto eleitos como os não eleitos?

E será que ele ainda não descobriu que delegado rigoroso e incorruptível – os sem corrida –  ou é plantonista ( em lugar ruim ) a vida toda  ou titular de pardieiro onde só pinga goteira em dia de chuva?

  1. Verdade seja dita. Muitos delegados não sabem fazer um BO de captura de procurado…Nunca prenderam ninguém. ..às vezes ratificam uma prisão que lhe é apresentada e, ainda sim faz mal feito o flagrante…Muitos nunca entraram numa favela e nem vão entrar como muitos operacionais….

    • Paladino

      E ponha muito nisso!

      Se bem que no RDO , atualmente , eu nem saberia como começar…kkk

      O delegado que ajudou e aprovou aquela merda ( se é que continua como está ) é um animal que nunca fez plantão da vida. E aquele auto de flagrante é a coisa mais ridícula que eu já assinei em toda minha vida; pior que não dava para alterar. Acho que gajo que fez aquilo veio de Portugual…rs. E o cara que inventou o tal “ratificou a voz de prisão” é um grandessíssimo asno do Karaio.
      Vão inventar idiotice na PQP.
      Nem quero falar do tal auto de recognição visuográfica ( o bom e velho auto de levantamento de local de crime ou acidente ) , coisa de empulhador que quis se passar de inovador científico.

  2. 7 eleições presidenciais indicam que só 5 candidatos têm chance em 2018

    Ter menos de 7% agora é mortal

    Lula e Bolsonaro são os líderes

    Nome “do PT” também é competitivo

    Grande dúvida: a taxa de “não voto”

    Pelo histórico de eleições anteriores, Lula (ou candidato do PT) e Jair Bolsonaro (PSL) são os que têm mais chances na corrida pelo PlanaltoSérgio Lima/Poder360
    FERNANDO RODRIGUES
    08.jul.2018 (domingo) – 23h59
    atualizado: 09.jul.2018 (segunda-feira) – 14h25

    A história dificilmente se repete e o Brasil tem poucas eleições diretas para presidente na atual fase democrática (apenas 7 disputas). Ainda assim, não custa analisar o que mostra o cenário atual à luz do que já se passou em campanhas presidenciais.

    Nas 7 disputas (1989, 1994, 1998, 2002, 2006, 2010 e 2014), os candidatos que venceram ou foram ao 2º turno já estavam sempre com, no mínimo, 7% nas pesquisas de intenção de voto a esta altura da disputa.

    slash-corrigido

    O Poder360 fez uma compilação de todas as pesquisas nas eleições presidenciais passadas. Eis os dados (baixe aqui em PDF):

    “NÃO VOTO” É RECORDE

    Como se observa, chama a atenção 1 fato relevante no atual ciclo eleitoral: nunca a taxa de “não voto” foi tão alta.

    Neste momento, segundo o DataPoder360 da última semana de junho, os que dizem votar em branco, nulo, afirmam estar indecisos ou não respondem vão de 40% a 42%, a depender do cenário testado.

    Nas eleições anteriores, o “não voto” em junho era de, no máximo, 30% –na disputa de 2014, justamente a que já sinalizava a grande polarização da sociedade brasileira, hoje elevada ao paroxismo.

    O que isso significa? Que possivelmente o número de não votantes (ou que votam em branco ou nulo) possa ser recorde em 7 de outubro. Há indícios que sinalizam esse desfecho quando se observa o que se passou em disputas recentes. Essa tem sido uma tendência em 2017 e 2018.

    No Tocantins, em junho de 2018, a taxa de “não voto” foi de 52% numa eleição suplementar para governador. No Amazonas, que também escolheu 1 governador tampão em 2017, o “não voto” ficou perto de 40%.

    Muitos candidatos hoje em baixa nas pesquisas argumentam que esse contingente de “não voto” ainda está disponível para ser conquistado –e que é ali que todos pretendem pescar mais apoios. Isso não é impossível, mas parece improvável a esta altura da corrida pelo Planalto.

    A disputa de 2018 está parecida, em certa medida, com a de 1989. Naquele ano, o eleitor queria mudança e os extremos foram favorecidos.

    Agora, o cenário também favorece –pelo menos por enquanto– as pontas do espectro político. Jair Bolsonaro (PSL) aparece pela direita. Pela esquerda, por enquanto está posicionado Ciro Gomes (PDT). Mas o potencial de 1 nome do PT é enorme, como mostra o DataPoder360 sobre a possível transferência de voto de Lula para algum aliado.

    Em 1989 havia candidatos respeitáveis de centro. É possível citar 3: Ulysses Guimarães, Mário Covas e Guilherme Afif. Eles até esboçaram alguma competitividade, mas ficaram para trás ao longo do processo.

    Hoje, Geraldo Alckmin (PSDB) tem feito propagandas em vídeo para a internet exaltando sua experiência. Numa delas, afirma que está filiado ao seu partido há 30 anos. Ocorre que uma parcela enorme do eleitorado não dá valor a esses predicados. Aliás, isso (ser político experiente e fiel a uma legenda) é considerado mais 1 defeito do que uma qualidade.

    Outros que fazem propagandas ou têm discursos parecidos ao de Alckmin são Henrique Meirelles (MDB) e Guilherme Afif (PSD). Têm obtido pouca aderência no eleitorado.

    O Poder360 tem a maior compilação da internet com pesquisas sobre intenção de voto em todas as eleições desde o ano 2000 (clique aqui para ler a lista completa).

    __

    I

  3. E meus sinceros pêsames à família e aos amigos da Juliane!

    Oro aos anjos que a levem em paz a sua nova jornada!

    Foi baleada e ainda ficou dois dias num porta-malas antes de ser assassinada.

    Depois ainda tem gente falando que o PCC foi enfraquecido. Como será que gente assim dorme à noite?

  4. Bom Dia!

    Senhoras e Senhores.

    O que esta acontecendo com a nossa sociedade brasileira?

    Retiram direitos conquistados pelo trabalhador, aposentadoria merecida e depois disto, não satisfeitos, ainda jogam uns contra os outros numa ciranda maluca que ninguém entende ninguém!

    Ao que parece estamos vivendo num mar de horrores, onde o que deveria ser transparente, começam de má fé, fazendo uso de malignos subterfúgios e assim e tão somente, dá-se inicio à quebradeira da harmonia no Sistema.

    Não resta dúvidas de que na caixa exista algumas maças podres, convenhamos, as podres há que serem retiradas para não contaminar as demais.

    Governos entram e saem e a dívida aumentando; catastróficos planejamentos destruindo a harmonia do Sistema; gestores incompetentes acabando com verbas imprescindíveis e imaculadas sem que haja contestação dos Órgãos habilitados para começar uma punição severa e, sem contar que os grandes vilões nesta história, indubitavelmente, boa parte seja por muitos conhecida e não se toma medidas drásticas para estancar essa sangria.

    Será que já nos encontramos em avançado estado de putrefação e ainda não nos atentamos ou não sentimos o cheiro de podridão pelo fato de que os procedimentos foram muito bem maquiados e devidamente perfumados?

    Sei que diante dos fatos apresentados dificilmente haverá condenação compensatória e quiçá ressarcimentos pelo prejuízo.

    Péssimos administradores sentados em seus gabinetes acarpetados maquinando atrocidades com a máquina pública e o desmilinguido povo sendo chicoteado diuturnamente sem dó ou piedade.

    Voltamos à Idade da Pedra ou já estamos na Idade da Inquisição?

    Falta mesmo à muitos a Idade da Razão.

    Caronte.

  5. Como uma autoridade policial pode postar comentários na Internet como tanto outros adolescentes ou adultos alienados com esses jargões de “Jair se acostumando”, “petralha mimimi”, “o MITO”?

    No mínimo, questiono-me acerca da distinção entre inteligência para graduar e passar em concurso público da inteligência geral, a qual precisamos para refletir por nós mesmos, não cair na mitologia política e outros temas das pessoas alienadas.

    Em tempos onde se orgulham e adotam para si o adjetivo “opressor”, não sei porque estou impressionado.

    • Para constar a manifestação de uma pessoa honrada:

      HUGO GASTRO: Colega me desculpe se meus comentários o ofenderam, jamais tive a intenção de te ofender ou atentar contra a sua moral. Acompanhei toda perseguição que vc sofreu e sei o quão honesto e ético vc é. Sei da injustiça que vc sofreu. Talvez muitos de meus comentários são compreendidos e levados na brincadeira por amigos próximos. Mas se vc se ofendeu me desculpe a intenção não foi essa. Conte comigo para o que precisar. Abraço.


      Minha resposta: Obrigado! Morre o assunto e nasce um profundo respeito e amizade!

  6. À PRINCÍPIO ACHEI QUE O FATO TERIA OCORRIDO DE FORMA DIFERENTE, MAS SE EXIBIR COM ARMA EM PUNHO AFIRMANDO SER pm EM UMA FAVELA VIOLENTÍSSIMA, INFELIZMENTE FOI SUICÍDIO.
    QUE PENA! ESPERO QUE OS SEUS “IRMÃOS DE farda” COMECEM A TRABALHAR COMO DIZ A LEI, SEM FICAREM INTERROGANDO PESSOAS ABORDADAS POR ELES QUE ESTEJAM COM O SEU RG, AFINAL pm NÃO É AUTORIDADE E SIM TEM APENAS O PODER DE POLÍCIA.

    https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/08/policial-juliane-teve-seus-ultimos-momentos-com-bebida-pegacao-e-danca.shtml

  7. ELEIÇÕES 2018
    Bolsonaro representa risco à democracia, escreve The Economist
    Publicação destaca fragmentação no cenário eleitoral brasileiro

    9.ago.2018 às 13h26
    Atualizado: 9.ago.2018 às 13h53
    Diminuir fonte Aumentar fonte
    SÃO PAULO
    Sob a chamada “Brasília, we have a problem” (Brasília, temos um problema), a revista britânica The Economist publicou editorial em que afirma que Jair Bolsonaro (PSL), candidato à presidência, é um risco à democracia. Segundo a revista, Bolsonaro seria um presidente desastroso.

    A publicação, que se define como defensora do livre mercado, afirma que o candidato já demonstrou ter pouco respeito a vários grupos de brasileiros, incluindo negros e gays.

    Além disso, há pouca evidência de que ele conheça os problemas econômicos do país bem o suficiente para resolvê-los, afirma a revista.

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    O que pensa Jair Bolsonaro (PSL)
    Minha Folha
    Para o jornalista americano Glenn Greenwald:
    “Completamente contra [a reforma da Previdência]. É um remendo de aço numa calça podre. Está muito forte a proposta dele [presidente Michel Temer].” Danilo Verpa/Folhapress
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    https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/nova/1583620287174641-o-que-pensa-bolsonaro#foto-1606516129724655
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    A publicação destaca que, dois meses antes da eleição, ninguém é capaz de prever o que irá acontecer, já que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, primeiro nas pesquisas, está preso e deve ser considerado inelegível e nenhum outro candidato supera os 20% de intenção de votos no primeiro turno.

    A revista descreve Bolsonaro como alguém que, até recentemente, era um parlamentar obscuro, cuja principal habilidade demonstrada havia sido a de ofender os outros.

    Sobre isso, cita declarações controversas, como a de que ele preferiria ter um filho morto a um filho gay e que já disse a uma congressista que ela merecia ser estuprada.

    A The Economist destaca que Bolsonaro vem adotando táticas as baseadas em provocação e uso hábil de redes sociais.

    Para a revista, o avanço da candidatura de Bolsonaro é resultado dos traumas que o Brasil enfrentou nos últimos quatro anos.

    Ela lembra que, além da grave recessão econômica da qual o Brasil sai lentamente, em 2016 foram registrados 62,5 mil assassinatos, índice recorde para o país, e casos de corrupção envolvendo os principais partidos políticos foram expostos pela Operação Lava Jato. A exposição dos crimes minou a confiança nas instituições políticas do país.

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    Apoiadores de Jair Bolsonaro
    Minha Folha
    Apoiadores participam de convenção no Rio de Janeiro que oficializou a candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro à Presidência pelo PSL. Leonardo e a namorada, que veste camiseta com “Bolsonéas”, fusão de Bolsonaro e Enéas Carneiro
    Apoiadores participam de convenção no Rio de Janeiro que oficializou a candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro à Presidência pelo PSL
    Apoiadores levam filhos para convenção que oficializou Bolsonaro como candidato à Presidência Apoiadores participam de convenção no Rio de Janeiro que oficializou a candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro à Presidência pelo PSL
    Apoiadores participam de convenção no Rio de Janeiro que oficializou a candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro à Presidência pelo PSL
    Apoiadores participam de convenção no Rio de Janeiro que oficializou a candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro à Presidência pelo PSL
    Apoiadores participam de convenção no Rio de Janeiro que oficializou a candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro à Presidência pelo PSL
    Apoiadores participam de convenção no Rio de Janeiro que oficializou a candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro à Presidência pelo PSL. Apoiadores participam de convenção no Rio de Janeiro que oficializou a candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro à Presidência pelo PSL
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    Apoiadores levam filhos para convenção que oficializou Bolsonaro como candidato à Presidência Apoiadores participam de convenção no Rio de Janeiro que oficializou a candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro à Presidência pelo PSL
    Apoiadores participam de convenção no Rio de Janeiro que oficializou a candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro à Presidência pelo PSL
    Apoiadores participam de convenção no Rio de Janeiro que oficializou a candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro à Presidência pelo PSL
    Apoiadores participam de convenção no Rio de Janeiro que oficializou a candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro à Presidência pelo PSL. Leonardo e a namorada, que veste camiseta com “Bolsonéas”, fusão de Bolsonaro e Enéas Carneiro Anna Virginia Balloussier – 22.jul.18/Folhapress
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    https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/nova/1606717846624225-apoiadores-de-jair-bolsonaro#foto-1606717846966241
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    Para a The Economist, Bolsonaro soa como um antipolítico, o que atrai os desiludidos com o sistema atual. Ele também consegue atenção de empresários, em especial devido a sua guinada em direção à defesa de uma política econômica liberal.

    Entre as ideias de Bolsonaro citadas pela revista estão a de que um policial que não mata não é um policial, a defesa da redução da maioridade penal para 14 anos.

    A The Economist aponta que, durante a votação do Impeachment de Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados em 2016, Bolsonaro dedicou seu voto ao general Alberto Brilhante Ustra, responsável por unidade policial a qual a publicação atribui 500 casos de tortura e 40 assassinatos durante a Ditadura Militar (1964-1985) no Brasil.

    “Este punho de ferro pertence a uma visão de mundo autoritária”, escreve a revista.

    Ações como essa e também a nomeação do general da reserva Hamilton Mourão (que disse no ano passado que o exército poderia resolver questões que outras instituições não solucionavam) como candidato a vice-presidente em sua chapa indicam que, para Bolsonaro, a ditadura é o antídoto contra a corrupção, escreve a The Economist.

    Apesar dos alertas, a revista vê poucas chances de Bolsonaro vencer.

    A publicação afirma que, mesmo bem posicionado no primeiro turno, 60% dos eleitores dizem que não votariam nele. Esse índice de rejeição dá maior chance ao candidato que competir com Bolsonaro em um eventual segundo turno.

    Mesmo assim, segundo a revista, chegar lá já seria muito. “Ele não merece ir tão longe”.

  8. É estarrecedor, vem esse espaço, frequentado por políciais em sua maioria, vendo essa escrachada propaganda em favor de Alckmin, do.psdb, que destruíram a polícia civil.
    Não quer votar no Bolsonaro, até aí, ok, vivemos em democracia.
    Agora, propagandear contra Bolsonaro, e elevar Alckmin , beira a vergonha, pelos motivos já expostos.
    Como policial, com vergonha na cara, deixo de frequentar esse blog.
    Policial civil , faça o mesmo.

    • Será uma trajédia se Bolsonaro vencer as eleições, mas creio que ele nem irá para o segundo turno, vai ficar em terceiro o quarto lugar.

  9. Quem alimenta amor pelo Pinalkimin, alimenta o crime organizado. O mesmo crime que matou esta moça pm, o mesmo crime que caça e mata todos os dias colegas policiais. É lamentável ler um absurdo destes. Denota a Síndrome de Estocolmo, e/ou masoquismo de primeira.

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