O pastor perdoado pela sonegação fiscal e os dois ladrões: o bom ladrão é Bolsonaro; o mau ladrão é o Eduardo Cunha…O bom ladrão , mais do que ir para o céus , só quer a Presidência…Verdadeiramente, como um bom oficial do Exército que defende a tortura, armamentismo e atos violentos, no fundo, não deve acreditar no Evangelho, mas nada como ser politico-religiosamente correto quando se trata de enganar o crente e faturar o seu dízimo em votos 18

Imagem relacionada Todos orando pela aprovação da MP 668 que concedeu benefícios fiscais aos pastores evangélicos e perdão de mais de R$ 500 milhões às igrejas que vivem da exploração da credulidade e da miséria do povo brasileiro. 

justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos e sobre todos os que crêem; porque não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus”  Romanos 3.22-23
       Vemos que essa passagem fala de “todos”, sem exceção. Somos todos pecadores, todos carecemos da glória de Deus. Isso significa que não temos nada de bom para apresentar a Ele. Mas também está escrito que a justiça de Jesus é concedida a todos os que crêem nEle.
Os malfeitores na cruz eram ambos pecadores. Um, porém, agarrou a primeira oportunidade e voltou-se para Jesus; o outro perdeu sua última oportunidade. Os dois estavam igualmente próximos de Jesus, mas um espaço infinito separava um do outro. O abismo entre os dois está personificado na palavra “graça”. Um continuou com sua zombaria e manteve seu orgulho, permanecendo em seu pecado; o outro, porém, orou: “Jesus, lembra-te de mim…” e experimentou toda a graça do perdão. Por toda uma vida ele havia roubado, matado e cometido pecados – mas o arrependimento sincero e profundo, expresso em uma única frase, abriu-lhe as portas para o paraíso divino. Isso é graça! Um estava no limiar do inferno e entrou no paraíso, o outro estava muito próximo do paraíso e foi para o inferno. Em Jesus decide-se o futuro e a eternidade das nossas vidas. Um morreu profundamente amargurado, com o coração tomado de incerteza, o outro morreu na paz da certeza de entrar no reino de Jesus. Jamais alguém esteve tão próximo da salvação como esses dois malfeitores crucificados ao lado de Jesus. Eles viram com seus próprios olhos a Jesus pregado na cruz como o Cordeiro de Deus no altar do sacrifício. Isso era tão claro e óbvio que até o centurião exclamou mais tarde ao pé da cruz: