Por que Fernando Haddad e Manuela D’Ávila serão eleitos? 64

‘Por que Fernando Haddad e Manuela D’Ávila vão ganhar’, escreve André Forastieri

Casal do PT-PC do B parece de novela

Outros candidatos evocam só o passado

No começo do ano o discurso era “a economia vai melhorar e com isso um candidato reformista, que dê continuidade ao governo Temer, terá grande chance de emplacar”.

Incontáveis matérias com a palavra “retomada” no título. O mercado financeiro celebrava. Mas era só sair na rua, longe dos guetos dos ricaços, para ver o aumento das placas de “Aluga-se”.

Foi muita pesquisa, muita estatística, muita teoria. E pouco pé no chão, pouca sola de sapato gasta. Por isso os experts, inclusive alguns cardeais da imprensa, erram tanto.

A retomada não veio, a pauta de Temer foi rejeitada. O próprio FHC disse com todas as palavras: “Quem for o candidato do mercado vai perder”.

Em uma única coisa os experts acertaram, inicialmente: o eleitor em 2018 quer o novo.

Mas depois voltaram atrás. Quando Luciano Huck, Joaquim Barbosa e gente como Amôedo não decolaram, o consenso foi que a eleição ficaria entre os velhos, a polarização habitual, mais do mesmo.

Pois bem: em 2018, o novo são Haddad e Manuela. Porque parecem o novo.
Porque são desconhecidos da imensa maioria da população. Porque são jovens. Porque sorriem.

Eles são mais fofos, simpáticos, televisivos. Parecem par romântico da novela das nove! Ou apresentadores do Jornal Nacional. Têm aquela fotogenia, uma certa leveza, outro um tanto de seriedade.

E isso conta muito no Brasilzão verdadeiro, que assiste TV, ouve música sertaneja e evangélica. Lembrando que a maioria dos eleitores é jovem. E mulher.

Haddad e Manuela fazem Geraldo Alckmin e Ana Amélia parecerem os velhinhos vilões da novela. Ultrapassados, cinzentos, ranzinzas.

E Ciro e Marina? Coadjuvantes, jamais protagonistas.

E Bolsonaro? É o típico capanga falastrão da novela!

Para completar, Haddad e Manuela têm ao seu lado um vovô do bem. Injustiçado. Que já fez muito pelos pobres. E hoje promete retornar para trazer os bons tempos pro povo. Lima Duarte como o padim Lula!

A TV, a fé e o marketing nos ensinam que a esperança sempre vence. Que o bem está do lado dos belos. Que o novo é melhor que o velho. Propostas, promessas, isso é tudo detalhe.

A gente escolhe as coisas muito mais pelo coração do que pela razão. Uma imagem fala mais que mil palavras. A foto diz tudo. O casal 20 sorrindo, Lula abençoando. O Brasil Novo, feliz de novo!

E é por isso que Haddad e Manuela vão ganhar.

Autores

André Forastieri

André Forastieri

André Forastieri, 52, é jornalista e sócio da Tambor Digital, consultoria de negócios especializada em start-ups. Fundou as editoras Conrad e Pixel. Foi diretor de Nov

Aparentemente, a maioria do eleitorado não quer a volta da ditadura militar…Fernando e Manuela , provavelmente, subirão a rampa 1

CNT/MDA: Bolsonaro (28,2%) e Haddad (25,2%) registram empate técnico

Do UOL, no Rio e em São Paulo

  • Arte/UOL

Os candidatos à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) surgem pela primeira vez tecnicamente empatados na disputa eleitoral, conforme os resultados da pesquisa do instituto MDA encomendada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte). O levantamento divulgado neste domingo (30) mostra Bolsonaro com 28,2% das intenções de voto e Haddad com 25,2% da preferência dos entrevistados.

O empate técnico acontece porque a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. Considerando essa margem, Bolsonaro pode ter entre 26% e 30,4%. Já Haddad pode ter entre 23% e 27,4%.

Ciro Gomes (PDT) surge em seguida com 9,4%, tecnicamente empatado com Geraldo Alckmin (PSDB), que marcou 7,3%. Marina Silva (Rede) registrou 2,6%.

Veja a intenção de voto para presidente:

Jair Bolsonaro (PSL): 28,2%
Fernando Haddad (PT): 25,2%
Ciro Gomes (PDT): 9,4%
Geraldo Alckmin (PSDB): 7,3%
Marina Silva (Rede): 2,6%
João Amoêdo (Novo): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Alvaro Dias (Podemos): 1,7%
Cabo Daciolo (Patriota): 0,7%
Guilherme Boulos (PSOL): 0,4%
Vera (PSTU): 0,3%
José Maria Eymael (DC): 0,1%
João Goulart Filho (PPL): 0,1%
Branco/Nulo: 11,7%
Indeciso: 8,3%

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas nos dias 27 e 28 de setembro em 137 municípios de 25 unidades da federação. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-03303/2018 e tem nível de confiança de 95%.

A última pesquisa MDA/CNT de intenções de voto dos candidatos à Presidência foi divulgada em 17 de setembro. Ela trazia Bolsonaro em primeiro lugar, com 28,2% das intenções, seguido por Haddad, com 17,6%, e Ciro, com 10,8%.

Pesquisa Datafolha divulgada na sexta-feira (28) mostrou Bolsonaro com 28% das intenções de voto, Haddad com 22% e Ciro com 11%.

Veja também

Segundo o levantamento MDA/CNT divulgado neste domingo, Bolsonaro e Haddad são os candidatos cujos eleitores se declaram como os mais decididos a confirmar o voto neles: acima de 80% para ambos.

A pesquisa ainda aponta que 76,4% manterão a decisão de voto, mesmo em caso de o seu candidato de preferência não ter chance de ir para o 2º turno. Outros 21% dos entrevistados dizem que poderão mudar o voto.

Os candidatos com mais chances de receber o voto de entrevistados que se declaram indecisos, sendo permitido citar até duas opções, são: Fernando Haddad, 19,3%; Ciro Gomes, 18,7%; Jair Bolsonaro, 17,5%; Geraldo Alckmin; 13,3%; Marina Silva, 7,8%; Alvaro Dias, 3,6%; João Amoêdo, 3%, e Henrique Meirelles, 1,2%.

Segundo turno

A pesquisa MDA/CNT também trouxe cenários de segundo turno. Veja os principais resultados, considerando a intenção de voto estimulada:

Haddad X Bolsonaro
Fernando Haddad: 42,7%
Jair Bolsonaro: 37,3%
Branco/Nulo: 16,1%
Indeciso: 3,9%

Ciro x Bolsonaro
Ciro Gomes: 42,7%
Jair Bolsonaro: 35,3%
Branco/Nulo: 17,8%
Indeciso: 4,2%

Bolsonaro x Alckmin
Jair Bolsonaro: 37%
Geraldo Alckmin: 33,6%
Branco/Nulo: 25,1%
Indeciso: 4,3%

Ciro x Haddad
Ciro Gomes: 34%
Fernando Haddad: 33,9%
Branco/Nulo: 26,9%
Indeciso: 5,2%

Ciro x Alckmin
Ciro Gomes: 41,5%
Geraldo Alckmin: 23,8%
Branco/Nulo: 29,1%
Indeciso: 5,6%

Haddad x Alckmin
Fernando Haddad: 39,8%
Geraldo Alckmin: 28,5%
Branco/Nulo: 26,4%
Indeciso: 5,3%

Índices de rejeição

O levantamento também testou junto aos entrevistados o limite de voto que candidatos à Presidência podem receber. Na divulgação da pesquisa consta apenas os quatro candidatos mais bem colocados. Veja abaixo os índices dos que declararam “não votar de jeito nenhum” no nome apresentado:

Jair Bolsonaro: 55,7%
Geraldo Alckmin: 52,8%
Fernando Haddad: 48,3%
Ciro Gomes: 37,1%

Interesse nas eleições

A pesquisa MDA/CNT ainda fez outras perguntas relacionadas à eleição e às expectativas da população quanto a cenários a partir do ano que vem com um novo presidente da República.

Faltando apenas uma semana para o primeiro turno, marcado para 7 de outubro, 20,8% dos entrevistados afirmaram ter “pouco interesse” nas eleições deste ano e 21,4% afirmaram ter “nenhum interesse”. Outros 32% disseram estar “muito interessados”, enquanto 25,1% têm “médio interesse” no processo eleitoral.

Ao todo, 72,5% viram ou ouviram o programa eleitoral na televisão ou no rádio. Já 27,5% ainda não viram ou ouviram.

Quanto ao conhecimento sobre os candidatos a presidente, 19,5% afirmaram conhecer bastante as opções, 40,4% afirmaram conhecer mais ou menos, 26,5% afirmaram conhecer pouco e 12,9%, nada.

Na opinião de quem já viu ou ouviu, o candidato que está apresentando a melhor propaganda eleitoral é: Fernando Haddad (20,8%); Jair Bolsonaro (18%); Geraldo Alckmin (12,9%); Ciro Gomes (12,5%); Henrique Meirelles (3,1%); outros candidatos (5,5%); nenhum (14,5%); não souberam informar (12,7%).

DELEGACIAS SEM EFETIVO – Márcio França faz demagogia ordenando a DESNECESSÁRIA reabertura de determinadas delegacias…E como sempre a cúpula da Polícia – para não perder a mamata – se mostra SERVIL aos interesses puramente eleiçoeiros do FUTURO governador 16

Por G1 Santos

 

O 5º Distrito Policial de Santos, no litoral de São Paulo, localizado na região da Zona Noroeste, passa a funcionar 24 horas a partir deste sábado (29). A unidade funcionará de maneira semelhante ao 7º Distrito Policial, no bairro Gonzaga, mas os flagrantes permanecem exclusivamente no Palácio da Polícia, no Centro.

O funcionamento ininterrupto do 5º DP, onde também localiza-se a Cadeia Pública masculina da região, ocorre para reforçar a segurança na região e atende à solicitação dos munícipes. Demandas foram ouvidas pela corporação a partir de reuniões mensais do Conselho de Segurança local com moradores dos bairros.

O comando do 6º Departamento de Polícia do Interior confirmou a volta do funcionamento pleno distrito nesta sexta-feira (28). A partir da mudança, o 7º DP, no bairro Gonzaga, e o 5º DP, no bairro Bom Retiro, passam a atender a população em Santos para o registro de ocorrências que não demandem outras ações.

Os flagrantes na cidade, entretanto, permanecem em atendimento exclusivo nas madrugadas, finais de semana e feriados na Central de Polícia Judiciária (CPJ), no Palácio da Polícia, no Centro. O Deinter-6 informou também que ainda estuda a ampliação de funcionamento de outras unidades em cidades da região.

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Dr. Guerra, há alguns anos não tenho o prazer de sua companhia e conversa, porém, acompanho sempre as matérias publicadas em seu blog. Espero encontrá-lo gozando de plena saúde e um convívio feliz junto aos seus familiares. Gostaria, se possível, que publicasse matéria referente a determinação absurda e eleitoreira do candidato a governador, Márcio França, para que delegacias de policia permaneçam abertas por 24 horas, com um ou dois funcionários e sem delegados de plantão. Como sempre infelizmente certos delegados que só se preocupam com os seus cargos e cadeiras estão obrigando e ameaçando punições a quem descumprir os seus interesses. Estão expondo desnecessariamente a vida de quem não tem força ( os subordinados ) ,  apenas para eleger alguém a um cargo político. Não faz muito tempo o 3 DP de São Vicente, que o amigo conhece tão bem, foi alvo de ataque por cerca de 15 marginais armados até com fuzis que roubaram o posto bancário existente na frente do prédio e infelizmente um inocente foi morto enquanto passava em frente ao local dos fatos.  Grato pela atenção, acompanho e torço fortemente pelo seu retorno.

O maior time de futebol de todos os tempos também é o maior exemplo de liberdade e republicanismo…No Santos Futebol Clube não tem rolo: AQUI A DEMOCRACIA VENCE! 6

O presidente José Carlos Peres segue na presidência do Santos. Em assembleia geral realizada neste sábado (29), na Vila Belmiro, 2.001 dos associados do clube votaram pela permanência do mandatário, enquanto 1.155 votaram pela saída do presidente em um dos pedidos. No outro processo, o placar foi de 2.064 a 1.088.

Caso Peres sofresse o impeachment, a administração do Peixe passaria a ser encabeçada pelo vice-presidente Orlando Rollo. Com a permanência do mandatário, a dúvida passa a ser como será a sua relação com Rollo, com quem tem trocado críticas e acusações e a quem sugeriu pedido de renúncia.

Leia mais em: http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/santos-fc/maioria-vota-contra-impeachment-e-peres-segue-no-santos/?cHash=ffbce6bf1eee54eec0ca8f46ab0cfb23

TUCANOS APOIARÃO BOLSONARO – A melhor coisa que pode acontecer nestas eleições: O EXTERMÍNIO DO PSDB ! 35

Segundo turno sem Alckmin já divide alas do PSDB

Pedro Venceslau

São Paulo

  • Nelson Antoine/UOL

    Geraldo Alckmin participa de debate entre presidenciáveis na TV

    Geraldo Alckmin participa de debate entre presidenciáveis na TV

Diante da dificuldade do ex-governador Geraldo Alckmin, presidenciável do PSDB, de avançar nas pesquisas de intenção de voto, setores do partido já atuam para se aproximar de Jair Bolsonaro e defendem o apoio ao candidato do PSL no segundo turno. Deputados e líderes do PSDB ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo temem que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e outros quadros da legenda atuem para apoiar Fernando Haddad (PT), caso Alckmin não chegue à próxima fase da disputa presidencial.

Reservadamente, tucanos dizem que o PSDB deve enfrentar o pior racha de sua história e pode “implodir” se houver uma guerra entre a ala mais conservadora e liberal e os fundadores do partido.

“Vou ser leal ao Geraldo até o último dia, mas, se ele não for para o segundo turno, sou anti-PT e vou encaminhar na bancada o apoio ao Bolsonaro”, disse à reportagem o deputado Nilson Leitão (MT), líder do PSDB na Câmara. “O PT nós já conhecemos e não podemos experimentar de novo”, concluiu o tucano.

Uma das possibilidades ventiladas pela cúpula do partido é liberar os filiados no segundo turno, se Alckmin não reagir nas pesquisas de intenção de voto.

Em um movimento que desafiou a direção do PSDB, um grupo de militantes do partido criou um grupo no Facebook chamado “Sou tucano e voto Bolsonaro”, que já conta com 6.986 integrantes.

“O Geraldo fez gestos à esquerda e se aproximou do MST e do MTST. Ele não é um candidato viável. Nunca foi. Por isso, meu voto é para o Bolsonaro”, disse Caíque Mafra, criador e administrador do grupo na rede social.

Filado ao PSDB, ele lidera uma corrente interna chamada “Liberdade Tucana”, que se apresenta como liberal e de direita. Mafra chegou a disputar a direção da juventude do PSDB no ano passado por outro grupo interno, o Conexão 45.

O movimento pró-Bolsonaro no PSDB gerou reações. “O PSDB cometeu um erro lá atrás, que foi permitir a filiação pela internet e sem critérios mínimos. Entraram pessoas sem nenhum compromisso com a social-democracia e que se infiltraram no partido”, afirmou o sociólogo Fernando Guimarães, que é integrante do diretório nacional do PSDB e coordenador da corrente tucana Esquerda Para Valer (EPV).

O grupo, que é ligado ao senador José Serra (SP) e ao ex-senador José Aníbal, vai pedir a expulsão de Mafra do partido. “Se algum tucano se posicionar pró-Bolsonaro, não tem outro caminho a não ser a expulsão”, disse Guimarães.

Um dos fundadores do PSDB, o jurista José Gregori, ex -ministro da Justiça e titular da Secretaria Nacional de Direitos Humanos no governo Fernando Henrique Cardoso, disse considerar um “equívoco” a aproximação de setores do PSDB com o presidenciável do PSL e afirmou que seu posicionamento sobre o assunto é “diametralmente” oposto.

Estratégia

O PSDB se apega aos números laterais das mais recentes pesquisas de intenção de voto para pregar que ainda é possível ocorrer uma virada que favoreça Alckmin na disputa ao Palácio do Planalto.

“É preciso olhar os outros números da campanha. A alta rejeição do Bolsonaro, os 28% que podem mudar de voto e as mulheres. Esses são fatores que podem virar a eleição de cabeça para baixo”, disse o deputado Silvio Torres (SP), tesoureiro do PSDB e um dos coordenadores da campanha tucana. A avaliação reservada da equipe do ex-governador é de que a estratégia mais agressiva contra Bolsonaro surtiu efeito.

As pesquisas internas mostram que o presidenciável do PSL parou de crescer nos levantamentos de intenção de voto, mas o eleitor não entendeu a mensagem dos comerciais tucanos segundo a qual votar em Bolsonaro significa eleger o PT no segundo turno.

Para os estrategistas do PSDB, Alckmin teria de atingir 12% no Datafolha (ficou com 10%) para dar a esperança de começar a semana que vem com 15% e criar alguma expectativa positiva. Nesse cenário, a busca é por uma “virada heroica”, que atraia a candidata da Rede, Marina Silva, para a campanha.

“Se Alckmin crescer 3% ou 4% até segunda-feira, ele pega impulso e consegue chegar ao segundo turno. O final de semana é fundamental. É quando há troca de informação nos grupos sociais”, afirmou o sociólogo Antonio Lavareda, presidente do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), que presta serviços ao PSDB.

Segundo Lavareda, na reta final de outras eleições houve registro de movimentos importantes nesta etapa: Aécio Neves (PSDB) teve variação positiva de 10 pontos em 2014, Marina (então no PV) cresceu 6 pontos em 2010 e Alckmin, 8 em 2006.

Para o cientista político Cláudio Couto, coordenador do mestrado de política públicas da FGV, seria um “milagre” Alckmin ir para o segundo turno. “Ele perdeu o eleitor antipetista para Bolsonaro.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Presidenciáveis em campanha144 fotos

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27.set.2018 – O candidato à Presidência, Fernando Haddad (PT), e sua vice Manuela D’Ávila (PCdoB), acompanhados de Maria do Rosário (PT) e pelo candidato ao governo do Rio Grande do Sul Miguel Rossetto (PT), no metrô da cidade de Porto Alegre (RS), nesta quinta-feira (27) Imagem: Omar de Oliveira/Estadão Conteúdo

Agente Policial Marco Cobra, 14.555 – Deputado Estadual 52

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PESSOAL !!!!

Dr. Guerra, com sua Vênia, gostaria de expor que EXISTE um candidato que lutará por nós, simples mortais da Polícia.

Trata-se do colega, meu irmão, e de todos que com ele teve o privilégio de trabalhar, linha de frente

MARCO ANTONIO BITENCOURT NOGUEIRA COBRA, ou simplesmente Marco Cobra, 14.555 é o numero dele.

Meu parceiro de anos no GOE, ele ultimamente no Roubo a Bancos e como sempre dando altas canas.

Para quem interessar possa, ele é AGENTE POLICIAL, portanto, amassador de BARRO, integro e fiel com os colegas e amigos.

Pronto, quem vai por pra frente nossos interesses será ele e não os Delegados.

Agora teremos de fato e de direito um REPRESENTANTE das carreiras policiais sem Rabo Preso. !!!!!!!!!!!

Desde já agradeço os nobres colegas e VIVA NOSSAS NOVAS ESPERANÇAS !!!!

TIRA VÉIO

VAI VOTAR EM SONEGADOR E LADRÃO DE COFRE? – Bolsonaro é acusado por ex-mulher de furto de cofre e sonegação em ação de 500 páginas, diz Veja 77

Matéria de capa da revista Veja desta semana mostra uma série de acusações feitas pela ex-mulher de Bolsonaro em um longo processo

SÃO PAULO – Após a grande polêmica desta semana envolvendo a ex-mulher de Jair Bolsonaro (PSL), que segundo a Folha de S. Paulo disse ter sido ameaçada de morte por ele, agora é a vez da revista Veja divulgar sua matéria de capa da próxima semana, em que diz ter tido acesso a um documento de mais de 500 páginas em há uma série de incriminações entre os dois.

De acordo com a matéria publicada nesta quinta-feira (27), Ana Cristina Siqueira Valle, que hoje usa o nome de Cristina Bolsonaro em sua campanha para deputada federal, entrou com um processo em abril de 2008 na 1ª Vara de Família do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro ao alegar que seu marido na época não aceitava fazer uma partilha justa dos bens no processo de separação deles.

A Veja destaca quatro pontos entre as diversas acusações feitas por Ana Cristina no processo. O primeiro envolve ocultação de patrimônio em 2006. Na época, quando se candidatou para deputado, Bolsonaro disse ter um terreno, uma sala comercial, três carros e duas aplicações financeiras, que somavam R$ 433.934.

Sua ex-mulher, porém, apresentou uma declaração de imposto de renda em que ainda haviam três casas, um apartamento, uma sala comercial e cinco lotes, que somados chegariam a R$ 7,8 milhões nos valores de hoje. Em entrevista para a revista, o advogado Daniane Furtado disse que a omissão de bens na declaração pode ser enquadrada como crime de falsidade ideológica e sonegação.

Em outro ponto, Ana Cristina diz que o agora candidato à Presidência tinha uma “próspera condição financeira” na época em que eram casados. Ela diz que a renda mensal de Bolsonaro chegava a R$ 100 mil, mas, oficialmente, ele recebia R$ 26.700 como deputado e R$ 8.600 como militar da reserva. Ela não explica de onde vinha o resto da renda.

Uma terceira acusação destacada pela Veja aponta que Ana Cristina acusou Bolsonaro de ser um marido de “comportamento explosivo” e de “desmedida agressividade”, o que a teria feito pedir a separação.,

Na principal acusação, Ana Cristina diz que seu ex-marido furtou seu cofre numa agência do Banco do Brasil, em outubro de 2007, e levou todo o conteúdo. Entre os bens estavam joias avaliadas em R$ 600 mil, além de US$ 30 mil e R$ 200 mil em espécie.

A revista conversou com Alberto Carraz, um dos gerentes do Banco do Brasil, que se diz amigo de Bolsonaro até hoje. Ele contou que realmente o conteúdo do cofre sumiu e que Bolsonaro, ao saber que sua ex-mulher tinha feito um registro de ocorrência disse na época que “iria resolver a questão”.

O processo seguiu na época e houve uma troca de acusações, em que ela o acusava do furto enquanto o deputado dizia que ela teria sequestrado o filho, levando-o para a Noruega. É neste momento que a história se encontra com as denúncias mostradas pela Folha de S. Paulo nos últimos dias. E foi no momento em que ele anexou no processo as acusações de sequestro que o casal chegou a um acordo para encerrar o processo.

A Veja conversou com a ex-mulher de Bolsonaro, que negou as acusações dizendo que “quando você está magoado, fala coisas que não deveria”. Sobre os altos rendimentos e os bens não declarados, ela desconversou e disse que não se lembrava de ter dito isso. No caso do comportamento do candidato, ela fala outra coisa agora: “Bolsonaro é digno, carinhoso, honesto e provedor. Apesar de ‘machão’, ama os filhos incondicionalmente e trata suas mulheres como princesas”.

https://www.infomoney.com.br/mercados/politica/noticia/7636546/bolsonaro-e-acusado-por-ex-mulher-de-furto-de-cofre-e-sonegacao-em-acao-de-500-paginas-diz-veja

A máscara caiu: Bolsonaro é ladrão e violento, afirmou sua ex-mulher na Polícia e no Judiciário 24

Ex-mulher acusou Bolsonaro de furto de cofre e agressividade

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Reportagem da Veja teve acesso a processo de separação no qual ela também relata agressividade do hoje presidenciável

A separação litigiosa de Jair Bolsonaro (PSL) e da ex-mulher dele foi além da disputa pela guarda do filho do casal e incluiu acusações de furto de cofre, ocultação de bens e relatos de “comportamento explosivo” e “desmedida agressividade” do hoje candidato à Presidência da República pelo PSL.

As informações constam de um processo de cerca de 500 páginas obtido pela revista Veja e revelado na noite desta quinta-feira (27).

No documento, Ana Cristina Siqueira Valle acusou seu ex-marido de ocultar milhões de reais em patrimônio pessoal na prestação de contas à Justiça Eleitoral em 2006, quando foi candidato a deputado federal —e eleito em seguida.

Segundo a revista, Ana Cristina também acusou o ex-marido de furtar US$ 30 mil e mais R$ 800 mil —sendo R$ 600 mil em joias e mais R$ 200 mil em dinheiro vivo— de um cofre que ela mantinha em agência do Banco do Brasil, em 26 de outubro de 2007.

O caso resultou em um boletim de ocorrência registrado na 5ª Delegacia de Polícia Civil, no mesmo dia.

A ex-mulher também disse no processo que a renda mensal do deputado na época chegava a R$ 100 mil. Para tal, Bolsonaro recebia “outros proventos” além do salário de parlamentar —à época, segundo a Veja, de R$ 26,7 mil como parlamentar e outros R$ 8.600 como militar da reserva. Ela não especificou quais seriam as fontes extras.

Em janeiro deste ano, a Folha mostrou o aumento de patrimônio registrado por Bolsonaro e seus filhos —e como adquiriu imóveis por preços abaixo do valor de mercado.

As acusações da ex-mulher descritas no processo obtido pela Veja incluem o caso revelado pela Folha sobre a disputa da guarda do filho do casal, Jair Renan.

Ana Cristina afirmou, segundo documentos obtidos no Itamaraty, que ela sofria ameaças de morte de Bolsonaro. Em 2009, teria fugido para a Noruega por medo do deputado. A narrativa de Ana Cristina foi confirmada à Folha por brasileiros que conviveram com a ex-mulher de Bolsonaro naquele país.

Conforme também revelou a Folha, Bolsonaro acionou o Itamaraty devido à disputa de guarda entre o casal, que acontecia em paralelo ao desenrolar do caso do cofre. Segundo a revista Veja, enquanto a ex-mulher o acusava de furto do cofre, o deputado dizia que Ana Cristina tinha sequestrado o filho Jair Renan.

Atualmente Ana Cristina usa o sobrenome Bolsonaro e é candidata a deputada federal pelo Podemos. Hoje ela nega as acusações —diz que foram excessos na separação— e defende o ex-marido.

Ana Cristina também reagiu de forma negativa à reportagem da Folha que revelou as ameaças de morte relatadas por ela ao Itamaraty. Em vídeo divulgado nas redes sociais, a ex-mulher do deputado chamou o jornal de “sujo” e se colocou à disposição de Bolsonaro para ajudá-lo a se tornar presidente.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, a ex-mulher do deputado chamou o jornal de “sujo” e se colocou à disposição de Bolsonaro para ajudá-lo a se tornar o próximo presidente do Brasil.

A separação de Bolsonaro e da ex-mulher foi oficializada em 2008, depois de dez anos em que o casal ficou junto.

Em relação à acusação de furto do cofre, Ana Cristina foi chamada a depor duas vezes pela polícia, mas não compareceu —em 2017, o caso foi encerrado sem esclarecimento.

Questionada pela revista Veja, Ana Cristina se esquivou e não explicou sobre como resolveu o litígio com Bolsonaro e passou a apoiá-lo publicamente. “Quando você está magoado, fala coisas que não deveria”, limitou-se a dizer.

Sobre as joias, a ex-mulher de Bolsonaro disse que eram coisas que havia juntado após ganhá-las de Bolsonaro.

Questionada sobre por que não atendeu às convocações para depor na polícia, Ana Cristina respondeu: “Não lembro. Fiquei quieta”. Por quê? “Não me sentia à vontade. Iria dar um escândalo para ele e para mim. Deixei para lá”, disse à revista Veja. “Nós dois tínhamos um acordo de abrir mão de qualquer apuração porque não seria bom.”

Procurado, Bolsonaro não quis dar entrevista.​

Policial civil é morto em emboscada na zona oeste de SP 17

Policial civil é morto em emboscada na zona oeste de SP

  • Por Jovem Pan
  • 27/09/2018 05h53O caso foi registrado no Distrito Policial do Portal do Morumbi e será investigado pelo DHPP

Policial civil é assassinado a tiros na região da Vila Sônia, Zona Oeste de São Paulo.
 Edison Aparecido Paulino foi alvo de uma emboscada no início da noite desta quarta-feira (26).

O agente de telecomunicações havia acabado de deixar o plantão no 89º Distrito Policial, do Portal do Morumbi, e seguia para casa em seu veículo, um 500 vermelho.
 Uma câmera de segurança registrou o momento em que o carro é fechado em um cruzamento da Rua Ministro Heitor Bastos Tigre, no bairro 
Jardim Monte Kemel, por bandidos, que estavam a bordo de um HB20 preto.

Os criminosos atiram diversas vezes contra o Fiat e fogem em seguida.
 Atingido na região da cabeça e do abdômen; o policial civil chegou a ser socorrido ao Hospital Universitário, mas não resistiu e morreu após sofrer quatro paradas cardiorrespiratórias.

Cápsulas de pistolas calibres 9 milímetros e .380 foram encontradas no local do crime.
 O veículo utilizado pelos assassinos foi abandonado e encontrado pela Polícia na altura do número 348 da Rua Sebastião Fernandes de Souza, a cerca de dois quilômetros do local do crime.

Até o momento, ninguém foi preso.
 O caso foi registrado no Distrito Policial do Portal do Morumbi e será investigado pelo DHPP.
 O corpo do policial deve ser velado na academia da Polícia Civil, na USP.

*Informações do repórter Paulo Édson Fiore