Candidatos a Delegado Geral deveriam concorrer ao troféu personificação da falsidade 6

Delegados elegem lista tríplice para chefe da Polícia Civil de São Paulo

Iniciativa é inédita e tem, por enquanto, seis candidatos ao cargo de delegado-geral, topo da corporação; relação será levada ao futuro governador paulista, que poderá escolher ou não

Fausto Macedo, Julia Affonso e Luiz Vassallo

18 Setembro 2018 | 07h19

Os delegados da Polícia Civil de São Paulo dão início nesta terça, 18, à votação da lista tríplice para delegado-geral de Polícia, o posto mais alto da corporação. A lista será levada ao futuro governador de São Paulo, que poderá escolher ou não o chefe da Polícia Civil atendendo aspiração antiga da classe.

Há 107 delegados de classe especial elegíveis. Por enquanto, apenas seis deles enviaram currículos e propostas e apenas quatro foram à sede da Associação da classe para apresentar seus projetos e serem questionados pelos colegas.

Hoje, há 2.756 delegados em todo o Estado – 1.046 na Capital, 411 na Grande São Paulo e 1.299 no interior.

Concorrem ao topo da Polícia Civil os delegados Antonio Mestre Júnior, Claudio Nomura, Domingos Paulo Neto, Edson Minoru Nakamura, Joaquim Dias Alves e Nestor Sampaio Penteado Filho.

São todos delegados com larga experiência, passagens por órgão estratégicos e operacionais da Instituição.

A primeira etapa da votação, organizada pelo Sindicato dos Delegados e pela Associação dos Delegados, será pelo sistema eletrônico, que se inicia nesta terça, 18. Na segunda, 17, os organizadores fizeram a validação do processo eletrônico.

Pela manhã desta terça, cada delegado de polícia da ativa receberá um e-mail contendo um link e instruções para votar. Será preciso confirmar dados para que outro e-mail seja enviado com o link de acesso ao sistema de votação online. Os e-mails utilizados serão os funcionais, da Polícia Civil, do webmail institucional

No próximo dia 28 ocorrerá a votação presencial.

No dia 29. o pleito será encerrado.

No dia 1.º de outubro, a uma semana do primeiro turno das eleições para o Palácio dos Bandeirantes, os delegados vão divulgar o resultado da sua eleição, anunciando os nomes que formam a lista tríplice.

O pleito é uma iniciativa inédita na história da Polícia paulista. Nunca os delegados elegeram o número 1 da Instituição.

Não há previsão constitucional para a formação da lista tríplice, ou seja, o chefe do Executivo não tem que escolher nenhum nome.

Mas os delegados consideram que dão um passo importante para a concretização de sua antiga aspiração.
A eleição segue os moldes adotados pelos procuradores da República.

A cada dois anos eles elegem uma lista com três nomes e a submetem ao Palácio do Planalto.
Desde 2003, o presidente da República segue os anseios dos procuradores e escolhe um dos indicados pela classe.

No Ministério Público dos Estados, a lista tríplice tem previsão constitucional – promotores e procuradores de Justiça escolhem três nomes e a lista segue para o Palácio dos Bandeirantes. O governador pode nomear qualquer um da lista, independente da colocação no pleito interno do Ministério Público.

A primeira conversa com candidatos ao processo eleitoral para escolha do delegado-geral de Polícia aconteceu na manhã de quinta, 13.

Quatro delegados de classe especial que desejam comandar a Polícia Civil apresentaram suas propostas de campanha às entidades da categoria e a colegas.

O evento foi promovido pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo e pela Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo.

O Sindicato e a Associação elaboraram o edital da eleição, a formação da lista e escolha pelo governador do chefe da Polícia Judiciária Paulista.

Os candidatos falaram sobre a trajetória que percorreram na Polícia Civil e expuseram ideias para valorização da instituição e melhorias na carreira.

Como pensam os candidatos

Como a organização optou pela ordem alfabética, o primeiro a falar foi Domingos Paulo Neto. Ele valorizou a facilidade de comunicação com todas as carreiras da Polícia Civil, conquistada ao longo dos anos. “A Polícia mudou muito e eu sempre apoiei essa iniciativa do diálogo. A ideia sempre foi atingir a base, ter diálogo aberto e mostrar o que gostaríamos de fazer de melhor pela instituição.”
Edson Nakamura comentou o resgate da identidade visual das viaturas e esclareceu a ideia no âmbito dos transportes. “Faremos um mega contrato de manutenção genérica para toda a frota da Polícia Civil.”

Joaquim Dias abordou o ciclo completo. “Isso não funciona. São atividades de diferentes naturezas, a própria Constituição tutela isso. Nossa lei orgânica delega única e exclusivamente a nós a função de Polícia Judiciária”, afirmou.

Nestor Sampaio Filho defendeu a necessidade de uma Polícia Civil equipada e bem remunerada. “Não é só ocupar espaço como faz a polícia ostensiva. Nossa tarefa é desfazer as quadrilhas criminosas. É por meio da investigação que se levam os responsáveis aos Tribunais”, observou.

A moderação do evento abriu espaço para perguntas aos candidatos. As questões foram relacionadas aos assuntos orçamentários e administrativos, como aumento salarial, o ciclo completo e a carreira policial única.

O plano de metas e pontuação de ‘produtividade’, exigidos nas unidades policiais, esquentou o debate

  1. Policia Federal descobre que filho de DITADOR da Guiné Equatorial, Teodore Obiang Mang, que teve apreendida de sua comissão mais de 16 milhões de dólares, iria se encontrar com membros do PT para entregar o dinheiro e jóias, contribuindo com a defesa de Lula e com a campanha do PT.
    A Polícia Federal também já obteve informações, após a quebra de sigilo fiscal e telefônico do assassino Adelio, de sua ligação com pessoas do Partido dos Trabalhadores.

    Esse é o partido dos criminosos que quer voltar ao poder no Brasil e transformar nossa nação em um narcoestado ditatorial.

    Graças às pessoas de bem não conseguiram. E não consiguirão. Esse Partido dos Assassinos será extirpado de uma vez por todas em 7 de outubro.

  2. A classe que botou a PC em seu merecido lugar.
    Será que farão igual aos operacionais? A culpa e sempre do outro, mais notadamente do Governo.bkkkk

    Melhorias para a carreira. Operacionais não são problema deles. Kkkkkkkkk

    Esperando sentado o fim dessa PC. Afinal todos reclamam do fim da PC, mas parece o Negan do Walking Dead que não morre nem fodendo e ainda dá prejuízo…

  3. Ainda bem que não somos obrigados a votar, basta o constrangimento ilegal de ter que participar de um processo governamental de escolha de mandatários populares num cesto de milho podre.

  4. Caraca! O time é ruim hein! Pior do que as mercadorias do horário eleitoral.Não tem mais nada pra gente escolher? Escolher o menos ruim, é lógico.

  5. DG é um cargo de confiança do governador do estado, portanto, ele nomeia quem ele quer. Duvido que isso vá prá frente, mas o DG deve ser alguém com profundo conhecimento da PC, que saiba da realidade verdadeira e das necessidades, não um nome e um cargo para não fazer absolutamente nada pela instituição!

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