DELEGADO ou CORONEL PM NA SSP – Em SP, Doria confirma Garcia na Secretaria de Governo e Kassab na Casa Civil 77

Pedro Venceslau

São Paulo

O governador eleito de São Paulo João Doria (PSDB) confirmou nesta segunda-feira, 5, que seu vice, o deputado federal Rodrigo Garcia (DEM), vai ocupar a Secretaria de Governo a partir de 1º de janeiro. A notícia foi antecipada na semana passada pelo Estadão/Broadcast. Doria também anunciará nesta segunda que Gilberto Kassab, atual ministro das Comunicações do governo Michel Temer, será o secretário da Casa Civil de sua administração.

O ex-chefe de gabinete de Doria na Prefeitura, Wilson Pedroso, deve assumir a mesma função no governo estadual e cuidar das articulações políticas ao lado de Garcia e Kassab. Wilson Pedroso e Rodrigo Garcia são os responsáveis por coordenar a transição de governo.

O ex-prefeito de São Paulo deve anunciar ao longo da semana nomes que ocuparão outras pastas. Doria já informou que gostaria de ter um policial ocupando a pasta da Segurança Pública, mas ainda não definiu se seria civil ou militar.

O tucano também avalia levar para o Palácio dos Bandeirantes antigos aliados que estiveram com ele na Prefeitura, como Júlio Serson, que foi secretário de relações internacionais. Outro nome cotado é o de Fabio Santos para a subsecretaria de Comunicação.

O FAZ- ME RIR NO DAP E NA CORREGEDORIA GERAL – Parafraseando o delegado “jurista” que gostava de citar ditado Chinês pra tripudiar de quem perseguia: “Podemos escolher o que plantar, mas somos obrigados a colher o que semeamos”…( Vai chegar o dia da colheita dele! ) 12

https://flitparalisante.wordpress.com/2015/06/19/o-faz-me-rir-no-dap-corregedoria-geral-embroma-inquerito-que-apura-venda-de-escalas-de-servico-e-frequencia-no-departamento-de-administracao-e-planejamento-da-policia-civil-durante-a-gestao-albe/

Designada Audiência de Instrução, Debates e Julgamento
Instrução, Interrogatório, Debates e Julgamento Data: 28/11/2018 Hora 15:00 Local: Sala 9 Situacão: Pendente

Remetido ao DJE
Relação: 0022/2018

Teor do ato: Vistos.Fls. 1317/1325: O recurso não deve ser conhecido, posto que o fundamento de sua interposição não consta do rol das hipóteses elencadas no rol do artigo 581 do Código de Processo Penal.Sem prejuízo, recebo a denúncia formulada contra os réus José Thezouro Gonçalves, Antônio Rapchan de Souza, Eduardo Rapchan de Souza, Anderson Chuang Ming Nan e Márcia Regina Grossi.Cite-se os réus para que respondam por escrito a acusação, através de advogado, no prazo de 10 dias, nos termos do artigo 396 e 396-A do Código de Processo Penal, expedindo-se carta precatória com prazo de 20 dias, se necessário.Apresentada a Defesa, venham os autos conclusos. Advogados(s): Daniel Leon Bialski (OAB 125000/SP), Francisco Lobo da Costa Ruiz (OAB 51188/SP), Jose Luis Beserra Cipriano (OAB 79327/SP), Jorge Cunha Chocair (OAB 294064/SP), Júlia Pares Panigassi (OAB 365650/SP), Luis Felipe Fidalgo Parigot (OAB 369151/SP)

Disponibilização: terça-feira, 26 de janeiro de 2016 Diário da Justiça Eletrônico – Caderno Editais e Leilões São Paulo, Ano IX – Edição 2043

O(A) MM. Juiz(a) de Direito da 1ª Vara Criminal, do Foro Central Criminal Barra Funda, Estado de São Paulo, Dr(a). Carlos José Zulian, na forma da Lei, etc.FAZ SABER a todos quanto o presente edital virem ou dele conhecimento tiverem, especialmente MÁRCIA REGINA GROSSI, Rua Adolfo Gordo, 80, apto 24, Campos Eliseos – CEP 01217-020, São PauloSP, RG 12.433.312, nascida em 08/07/1959, de cor Branco, Solteira, natural de São Paulo-SP, Investigadora de Polícia, pai FERNANDO GROSSI, mãe IRENE FERNANDES GROSSI, por infração ao artigo no art. 317, parágrafo 2°, por várias vezes, na forma do art. 71, e art. 299, parágrafo único, por várias vezes, na forma do art. 71, ambos c/c art. 69, caput, todos do Código Penal, e que atualmente encontra-se, o réu, em lugar incerto e não sabido, que por este Juízo e respectivo cartório tramitam os autos da Ação Penal nº 0087025-86.2009.8.26.0050, que lhe move a Justiça Pública, ficando pelo presente edital CITADA para responder à acusação, por escrito, no prazo de 10 (dez) dias. Na resposta, o acusado poderá argüir preliminares e alegar tudo o que interesse à sua defesa, oferecer documentos e justificações, especificar as provas pretendidas e arrolar testemunhas, qualificando-as e requerendo sua intimação, quando necessário, nos termos dos Arts. 396 e 396-A do Código de Processo Penal, com redação dada pela Lei 11.719/2008, a respeito dos fatos constantes da denúncia assim resumidos: “Consta dos inclusos autos de inquérito policial que, durante os meses de fevereiro de 2004 e setembro de 2008, em horários incertos, na sede do departamento de administração e planejamento da polícia civil do estado de São Paulo, situado na rua Brigadeiro Tobias, n° 527, nesta cidade e comarca, Márcia Regina Grossi, à época investigadora de polícia, recebeu, de forma continuada, para si, diretamente, em razão de sua função, vantagem indevida, para praticar ato de ofício infringindo dever funcional. Consta, ainda, que entre os meses de setembro de 2008 e março de 2009, em horários incertos, na sede da Corregedoria Geral da Polícia Civil, situada na Rua da Consolação, n° 2333, nesta cidade e comarca, Márcia Regina Grossi recebeu, de forma continuada, para si, diretamente, em razão de sua função, vantagem indevida, para praticar ato de ofício infringindo dever funcional. Consta dos autos que, durante os meses de fevereiro de 2004 e março de 2009, em horários incertos, na sede do Departamento de Administração e Planejamento da Polícia Civil do Estado de São Paulo, bem como na sede da Corregedoria Geral da Polícia Civil, Márcia Regina Grossi, prevalecendo-se do cargo, inseriu em documento público declaração falsa, com o fim de alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante. Consta, também que, entre os meses de outubro de 2005 e outubro de 2008, na sede do departamento de Administração e Planejamento da Policia Civil do Estado de São Paulo, bem como na sede da Corregedoria da Polícia Civil, nesta cidade e comarca, José Thezouro Gonçalves, ofereceu, de forma continuada, vantagem indevida à então investigadora de polícia Márcia Regina Grossi, para determina-la a praticar ato de ofício, tendo ela praticado o ato infringindo dever funcional. Consta, ainda que, entre os meses de outubro de 2006 e abril de 2009, na sede do Departamento de Administração e Planejamento da Polícia Civil do Estado de São Paulo, bem como na sede da Corregedoria Geral da Polícia Civil, Antonio Rapchan de Souza e Eduardo Rapchan de Souza ofereceram, de forma continuada, vantagem indevida à então investigadora de polícia Márcia Regina Grossi, para determina-la a praticar ato de ofício, tendo ela praticado o ato infringindo dever funcional. Consta, por fim que, entre os meses de novembro de 2006 e março de 2009, na sede do Departamento de Administração e Planejamento da Polícia Civil do Estado de São Paulo, bem como na sede da Corregedoria Geral da Polícia Civil, nesta cidade e comarca, Anderson Chuang Ming Nan ofereceu, de forma continuada, vantagem indevida à então investigadora de polícia Márcia Regina Grossi, para determina-la a praticar ato de ofício, tendo ela praticado o ato infringindo dever funcional. Segundo o apurado, a denunciada Márcia Regina Grossi foi investigadora de polícia, atualmente aposentada, e esteve lotada, nas datas acima mencionadas, no Departamento de Administração e Planejamento da Polícia Civil e na Corregedoria da Polícia Civil e na Corregedoria da Polícia Civil. Em ambos os departamentos, era a responsável pela anotação e fiscalização de frequência de funcionários e policiais civis, bem como pela realização das escalas de plantões. No exercício de seu labor e aproveitando-se das facilidades do cargo ( E DE SUA NOTÓRIA INTIMIDADE COM A DIRETORIA ), manipulou as frequências de alguns policiais e funcionários, não só fazendo constar que eles haviam trabalhado em dias e horários não trabalhados, como também os beneficiou, não os escalando para a realização de plantões, em detrimento de outros colegas. A denunciada Márcia ainda beneficiou alguns funcionários, que com ela trabalharam na DAP, e a acompanharam no momento em que foi transferida para CORREGEPOL. Em contrapartida, a denunciada Márcia recebeu desses funcionários públicos beneficiados quantias em dinheiro, que eram depositadas em sua conta corrente, como pagamento por tais benesses indevidas. No curso das investigações, apurou-se que a denunciada Márcia manipulou as escalas dos policiais, ora denunciados, José Thezouro Gonçalves, Antonio Rapchan de Souza, Eduardo Rapchan de Souza e Anderson Chuang Ming Nam, e deles recebeu valores em dinheiro. Constatou-se que o denunciado José realizou cerca de 40 (quarenta) transferências bancárias de sua conta pessoal para a conta da denunciada, no período de outubro de 2005 a outubro de 2008, no valor de R$ 600,00 (seiscentos reais) cada uma, bem como uma transferência no valor de R$ 1.800,00 (um mil e oitocentos reais). O denunciado José também realizou mais 04 transferências da conta corrente da empresa Thplan Assessoria e Consultoria Ltda. (fl. 656/658 e 910/913), da qual era sócio, para a conta da denunciada, todas no valor de R$ 600,00 (seiscentos reais). Apurou-se, também, que o denunciado Anderson realizou 26 (vinte e seis) transferências de sua conta corrente para a conta da denunciada Márcia, entre os anos de 2006 e 2009, todas no valor de R$ 1.000,00 (um mil reais fls. 660/667). Por fim, constatou-se que os denunciados Antonio e Eduardo também realizaram transferências para a conta da denunciada Márcia e que os valores saíram da conta corrente da empresa Metalmaq Comércio de Máquinas LTDA. ME, da qual eram sócios. Eles efeturam 24 (vinte e quatro) depósitos, entre os anos de 2006 e 2009, todos no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais fls. 668/671, 915/916 e 923/924). Isto posto, denuncio Márcia Regina Grossi como incursa no art. 317, parágrafo 2°, por várias vezes, na forma do art. 71, e art. 299, parágrafo único, por várias vezes, na forma do art. 71, ambos c/c art. 69, caput, todos do Código Penal, José Thezouro Gonçalves, Antonio Rapchan de Souza, Eduardo Rapchan de Souza e Anderson  Chuang Ming Nan, como incursos no art. 333, parágrafo único, c/c art. 71, caput, ambos do Código Penal, requerendo que, recebida e autuada esta, sejam os réus citados, interrogados e, ao final, condenados, conforme rito ordinário previsto no Código de Processo Penal, ouvindo-se, durante a instrução, as testemunhas arroladas.” E como não tenha sido encontrado, expediuse o presente edital, com prazo de 15 dias, que será publicado e afixado na forma da lei. NADA MAIS. Dado e passado nesta cidade de São Paulo, aos 15 de janeiro de 2016. Controle nº 553/2015

 

 


Infelizmente para o cinco réus , não tem Angerami ou Nestor que lhes salve! 

Agora só resta pedir ao Criador para livrar vocês da condenação, da demissão e da cassação da aposentadoria.