O FAZ- ME RIR NO DAP E NA CORREGEDORIA GERAL – Parafraseando o delegado “jurista” que gostava de citar ditado Chinês pra tripudiar de quem perseguia: “Podemos escolher o que plantar, mas somos obrigados a colher o que semeamos”…( Vai chegar o dia da colheita dele! ) 12

https://flitparalisante.wordpress.com/2015/06/19/o-faz-me-rir-no-dap-corregedoria-geral-embroma-inquerito-que-apura-venda-de-escalas-de-servico-e-frequencia-no-departamento-de-administracao-e-planejamento-da-policia-civil-durante-a-gestao-albe/

Designada Audiência de Instrução, Debates e Julgamento
Instrução, Interrogatório, Debates e Julgamento Data: 28/11/2018 Hora 15:00 Local: Sala 9 Situacão: Pendente

Remetido ao DJE
Relação: 0022/2018

Teor do ato: Vistos.Fls. 1317/1325: O recurso não deve ser conhecido, posto que o fundamento de sua interposição não consta do rol das hipóteses elencadas no rol do artigo 581 do Código de Processo Penal.Sem prejuízo, recebo a denúncia formulada contra os réus José Thezouro Gonçalves, Antônio Rapchan de Souza, Eduardo Rapchan de Souza, Anderson Chuang Ming Nan e Márcia Regina Grossi.Cite-se os réus para que respondam por escrito a acusação, através de advogado, no prazo de 10 dias, nos termos do artigo 396 e 396-A do Código de Processo Penal, expedindo-se carta precatória com prazo de 20 dias, se necessário.Apresentada a Defesa, venham os autos conclusos. Advogados(s): Daniel Leon Bialski (OAB 125000/SP), Francisco Lobo da Costa Ruiz (OAB 51188/SP), Jose Luis Beserra Cipriano (OAB 79327/SP), Jorge Cunha Chocair (OAB 294064/SP), Júlia Pares Panigassi (OAB 365650/SP), Luis Felipe Fidalgo Parigot (OAB 369151/SP)

Disponibilização: terça-feira, 26 de janeiro de 2016 Diário da Justiça Eletrônico – Caderno Editais e Leilões São Paulo, Ano IX – Edição 2043

O(A) MM. Juiz(a) de Direito da 1ª Vara Criminal, do Foro Central Criminal Barra Funda, Estado de São Paulo, Dr(a). Carlos José Zulian, na forma da Lei, etc.FAZ SABER a todos quanto o presente edital virem ou dele conhecimento tiverem, especialmente MÁRCIA REGINA GROSSI, Rua Adolfo Gordo, 80, apto 24, Campos Eliseos – CEP 01217-020, São PauloSP, RG 12.433.312, nascida em 08/07/1959, de cor Branco, Solteira, natural de São Paulo-SP, Investigadora de Polícia, pai FERNANDO GROSSI, mãe IRENE FERNANDES GROSSI, por infração ao artigo no art. 317, parágrafo 2°, por várias vezes, na forma do art. 71, e art. 299, parágrafo único, por várias vezes, na forma do art. 71, ambos c/c art. 69, caput, todos do Código Penal, e que atualmente encontra-se, o réu, em lugar incerto e não sabido, que por este Juízo e respectivo cartório tramitam os autos da Ação Penal nº 0087025-86.2009.8.26.0050, que lhe move a Justiça Pública, ficando pelo presente edital CITADA para responder à acusação, por escrito, no prazo de 10 (dez) dias. Na resposta, o acusado poderá argüir preliminares e alegar tudo o que interesse à sua defesa, oferecer documentos e justificações, especificar as provas pretendidas e arrolar testemunhas, qualificando-as e requerendo sua intimação, quando necessário, nos termos dos Arts. 396 e 396-A do Código de Processo Penal, com redação dada pela Lei 11.719/2008, a respeito dos fatos constantes da denúncia assim resumidos: “Consta dos inclusos autos de inquérito policial que, durante os meses de fevereiro de 2004 e setembro de 2008, em horários incertos, na sede do departamento de administração e planejamento da polícia civil do estado de São Paulo, situado na rua Brigadeiro Tobias, n° 527, nesta cidade e comarca, Márcia Regina Grossi, à época investigadora de polícia, recebeu, de forma continuada, para si, diretamente, em razão de sua função, vantagem indevida, para praticar ato de ofício infringindo dever funcional. Consta, ainda, que entre os meses de setembro de 2008 e março de 2009, em horários incertos, na sede da Corregedoria Geral da Polícia Civil, situada na Rua da Consolação, n° 2333, nesta cidade e comarca, Márcia Regina Grossi recebeu, de forma continuada, para si, diretamente, em razão de sua função, vantagem indevida, para praticar ato de ofício infringindo dever funcional. Consta dos autos que, durante os meses de fevereiro de 2004 e março de 2009, em horários incertos, na sede do Departamento de Administração e Planejamento da Polícia Civil do Estado de São Paulo, bem como na sede da Corregedoria Geral da Polícia Civil, Márcia Regina Grossi, prevalecendo-se do cargo, inseriu em documento público declaração falsa, com o fim de alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante. Consta, também que, entre os meses de outubro de 2005 e outubro de 2008, na sede do departamento de Administração e Planejamento da Policia Civil do Estado de São Paulo, bem como na sede da Corregedoria da Polícia Civil, nesta cidade e comarca, José Thezouro Gonçalves, ofereceu, de forma continuada, vantagem indevida à então investigadora de polícia Márcia Regina Grossi, para determina-la a praticar ato de ofício, tendo ela praticado o ato infringindo dever funcional. Consta, ainda que, entre os meses de outubro de 2006 e abril de 2009, na sede do Departamento de Administração e Planejamento da Polícia Civil do Estado de São Paulo, bem como na sede da Corregedoria Geral da Polícia Civil, Antonio Rapchan de Souza e Eduardo Rapchan de Souza ofereceram, de forma continuada, vantagem indevida à então investigadora de polícia Márcia Regina Grossi, para determina-la a praticar ato de ofício, tendo ela praticado o ato infringindo dever funcional. Consta, por fim que, entre os meses de novembro de 2006 e março de 2009, na sede do Departamento de Administração e Planejamento da Polícia Civil do Estado de São Paulo, bem como na sede da Corregedoria Geral da Polícia Civil, nesta cidade e comarca, Anderson Chuang Ming Nan ofereceu, de forma continuada, vantagem indevida à então investigadora de polícia Márcia Regina Grossi, para determina-la a praticar ato de ofício, tendo ela praticado o ato infringindo dever funcional. Segundo o apurado, a denunciada Márcia Regina Grossi foi investigadora de polícia, atualmente aposentada, e esteve lotada, nas datas acima mencionadas, no Departamento de Administração e Planejamento da Polícia Civil e na Corregedoria da Polícia Civil e na Corregedoria da Polícia Civil. Em ambos os departamentos, era a responsável pela anotação e fiscalização de frequência de funcionários e policiais civis, bem como pela realização das escalas de plantões. No exercício de seu labor e aproveitando-se das facilidades do cargo ( E DE SUA NOTÓRIA INTIMIDADE COM A DIRETORIA ), manipulou as frequências de alguns policiais e funcionários, não só fazendo constar que eles haviam trabalhado em dias e horários não trabalhados, como também os beneficiou, não os escalando para a realização de plantões, em detrimento de outros colegas. A denunciada Márcia ainda beneficiou alguns funcionários, que com ela trabalharam na DAP, e a acompanharam no momento em que foi transferida para CORREGEPOL. Em contrapartida, a denunciada Márcia recebeu desses funcionários públicos beneficiados quantias em dinheiro, que eram depositadas em sua conta corrente, como pagamento por tais benesses indevidas. No curso das investigações, apurou-se que a denunciada Márcia manipulou as escalas dos policiais, ora denunciados, José Thezouro Gonçalves, Antonio Rapchan de Souza, Eduardo Rapchan de Souza e Anderson Chuang Ming Nam, e deles recebeu valores em dinheiro. Constatou-se que o denunciado José realizou cerca de 40 (quarenta) transferências bancárias de sua conta pessoal para a conta da denunciada, no período de outubro de 2005 a outubro de 2008, no valor de R$ 600,00 (seiscentos reais) cada uma, bem como uma transferência no valor de R$ 1.800,00 (um mil e oitocentos reais). O denunciado José também realizou mais 04 transferências da conta corrente da empresa Thplan Assessoria e Consultoria Ltda. (fl. 656/658 e 910/913), da qual era sócio, para a conta da denunciada, todas no valor de R$ 600,00 (seiscentos reais). Apurou-se, também, que o denunciado Anderson realizou 26 (vinte e seis) transferências de sua conta corrente para a conta da denunciada Márcia, entre os anos de 2006 e 2009, todas no valor de R$ 1.000,00 (um mil reais fls. 660/667). Por fim, constatou-se que os denunciados Antonio e Eduardo também realizaram transferências para a conta da denunciada Márcia e que os valores saíram da conta corrente da empresa Metalmaq Comércio de Máquinas LTDA. ME, da qual eram sócios. Eles efeturam 24 (vinte e quatro) depósitos, entre os anos de 2006 e 2009, todos no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais fls. 668/671, 915/916 e 923/924). Isto posto, denuncio Márcia Regina Grossi como incursa no art. 317, parágrafo 2°, por várias vezes, na forma do art. 71, e art. 299, parágrafo único, por várias vezes, na forma do art. 71, ambos c/c art. 69, caput, todos do Código Penal, José Thezouro Gonçalves, Antonio Rapchan de Souza, Eduardo Rapchan de Souza e Anderson  Chuang Ming Nan, como incursos no art. 333, parágrafo único, c/c art. 71, caput, ambos do Código Penal, requerendo que, recebida e autuada esta, sejam os réus citados, interrogados e, ao final, condenados, conforme rito ordinário previsto no Código de Processo Penal, ouvindo-se, durante a instrução, as testemunhas arroladas.” E como não tenha sido encontrado, expediuse o presente edital, com prazo de 15 dias, que será publicado e afixado na forma da lei. NADA MAIS. Dado e passado nesta cidade de São Paulo, aos 15 de janeiro de 2016. Controle nº 553/2015

 

 


Infelizmente para o cinco réus , não tem Angerami ou Nestor que lhes salve! 

Agora só resta pedir ao Criador para livrar vocês da condenação, da demissão e da cassação da aposentadoria. 

  1. Esses dias tive o desprazer de responder uma sindicância (por uma merdinha, devido ao livre arbítrio do Delegado em tirar suas próprias conclusões – um baita de um FDP resumindo) e uma apuração. Em ambos os andares eu via os Delegados falando sobre prescrição e sobre a bendita correição que eles passam.

    Em suma cheguei a conclusão que há Delegados e Delegados. A maioria esmagadora deixa subir a cabeça o cargo que ocupa. Literalmente acreditam que são Juízes e tiram conclusões absurdas e pau no seu. Aí vc acaba tendo que gastar um a mais para fazer valer o seu direito contratando um advogado para explicar o óbvio, mas que o Delegado desejou abrir uma sindicância. Parece a produção que toda chefia tem que fazer.
    Só ajudam seus pares ou tentam ferrar eles de vez. Aprendi que em todas as brigas vc deve jogar parte da responsabilidade para o Delegado, assim o prejuízo é menor.

    Sinceramente não vejo imparcialidade nesta casa. Os caras não estão nem aí se vc vai ter que pagar advogado. Fica parecendo que os Delegados pensam assim: aaahhh só para não passar em branco dá para dar uma empurradinha aqui e ele se livra na sindicância, mas terá q pagar advogado e ainda contará na vida funcional do servidor. Muito cara de produção. Sem contar quando os doutos dão de Peritos apenas para tentar dar mais uma empurrada.

    Até coisas simples que nada têm a ver com corrupção e afins eles te tratam com desprezo ou parecendo que vc é ladrão.

    Por mim bota essa corregedoria sob supervisão do MP e alguns magistrados assim bota esse pessoal no lugar deles caso façam algo errado pq regimento interno é para acabar com o peão.

    Abusou no entendimento? Canetada também.
    Sem contar os inúmeros servidores que morrem de medo em perder aquelas cadeiras.

    Como eu ouvi de muitos servidores de lá: olha só passa aqui elqurm trabalha de verdade. Fica em paz que tudo vai dar certo!

    Dar certo? Tenho que gastar do meu bolso para comparecer naquele lugar sem contar os gastos com advogados e eles vendendo escala e espancado Iraniano tapeceiro. Chefias a mil por hora. Departamentos nem precisa falar. Bunda fechada serve para ser aberta naquele local.

    Tomara que extinguam essa carreira com o tempo.

  2. e você acredita que os promotores são os ímpetos da legalidade e honestidade para supervisionar algum órgão?
    Ledo engano! São piores! Colocam subjetividade em laudos para te foder. Não prestam a sua natureza jurídica de fiscal da Lei e muito menos são paladinos da Justiça!
    Acredito que o de maior proximidade com nossa realidade, querendo ou não, são os delegados! Tem muito que não prestam? SIM! Mas ainda prefiro alguém que conhece a instituição e o meu cotidiano profissional a um filho de papai que estudou em cursinho, fumou baseado pra caramba, estudou três anos bancado pelo pai e nunca sujou seu sapato de cromo alemão e seu terno daslu numa favela, jamais virou a noite gelada nos cofins desse estado comendo pizza fria com guarana dolly; e sentado a mesa com ar condicionado venha a julgar um policial administrativamente! Se assim for caríssima, pode fechar as portas, e aguardar sua vez chegar e nem advogado eles vão deixar você escolher.!

    • Acho q vc não interpretou da maneira correta. São promotores e Magistrados para fiscalizar a corregedoria. Para eles sentirem um pouco do próprio veneno.

  3. Caro Guerra,

    Há anos só eu e o resto da Polícia Civil sabemos desse fato. O mensalão da amante do Rei.
    Foi uma investigação bem conduzida por quem a fez, repleta de provas incontestáveis, inclusive sobre movimentações financeiras, mas sabe como é né, se mexer no menú do Rei,
    vai arrumar pra cabeça com a corte, por conta disso, o processo se procrastinou anos afora.
    É semelhante ao caso do 1º DP –SÉ, evapora UMA TONELADA DE MACONHA do interior da delegacia e não acontece nada com a parte bandida que lá trabalhava, fazendo de contas que eram policiais.
    Na Casa Arredondadora para poucos e arrebentadora para o restopol, na época que o adolescente infrator era diretor, tinha PA contra escrivão porque sumiu do cartório uma bicleta, não foi feito depósito de vinte reais e outros absurdos do gênero.
    O seu caso é um exemplo emblemático de dois pesos e duas medidas. A inconveniência de suas posturas pela corte lhe custou o cargo. Arrumaram um motivo absolutamente infundado (fato amplamente divulgado pela Rede Globo, entre outras, para todo o mundo e repercutido neste blog) para deflagrarem PA e demití-lo a toque de caixas.
    Nenhuma instituição sobrevive, tendo como parâmetro de bom quadro institucional quem é destituído de irretocável conduta moral.
    A frequência na polícia, depende do tipo de relacionamento que você tem com o dirigente da unidade onde trabalha. Se, por exemplo, você faz “bico” nos esquemas de segurança particular dele, você recebe frequência e nem precisa ir trabalhar. Se você não trabalha nos esquemas dele, mas tem um bom emprego fora, você pode deixar seu salário de policial com ele como forma de pagamento pela sua frequência e contar tempo de serviço para aposentadoria pública sem trabalhar, entende? Agora, se você não tiver nenhum dos dois, ai vai ter que se sujeitar as regras do restopol, ou seja, escalas extras, plantões dobrados, transferências para outras unidades sem ser consultado, preferencialmente, bem longe de onde reside, etc.
    Lembre-se do seu caso Guerra, você foi para um plantão, numa cidade que sequer conhecia, longe do lugar onde sempre morou e ainda, respondendo, simultaneamente, por delegacias de várias cidades circunvizinhas.
    Com certeza você não era amigo do Rei.

  4. O pedido ao Criador deve ser outro:
    “Tomara que todos vão para a cadeia e para a rua e que o Ministério Público adote as providências judiciais necessárias para reparação do dano causado.”

  5. a lava jato esta agora atuando em ambito federal.

    eu ouvi dizer que ela ira atuar logo logo no ambito estadual.

    e por fim sera na area municipal.

    o que devem ter de escutas e filmagens por ai não é brincadeira.

    um dia o bixo vai pegar.

  6. E o escândalo da filha de um certo cardeal que foram colocadas na PC, sem saber nem 30% do que foi pedido na oral, sendo testemunhado por várias pessoas?
    Bem plausível que a outra filha tenha se beneficiado do mesmo esquema.
    Apadrinhados foram colocados aos montes pouco antes da CF até há alguns anos…pessoas que passaram na frente de quem realmente merecia, que se dedicou.
    Tem Departamentos que tem pessoas assim a rodo, alimentando a ineficiência da PC, pois muitos advém de familiares que conseguiram património de maneira ilícita….muitos blindados pelo alto escalão, até reintegrados por compra de sentenças.

  7. “sao paulo lixo”, é o DNA de rato classe diamante.

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