Policiais de MG acusados de participar de tiroteio com policiais de SP são presos 8

Leonardo Augusto, especial para O Estado

Belo Horizonte

  • Reprodução/TV Globo

    Troca de tiros entre os policiais civis aconteceu no estacionamento de um hospital de Juiz de Fora

    Troca de tiros entre os policiais civis aconteceu no estacionamento de um hospital de Juiz de Fora

Três policiais civis de Minas Gerais envolvidos no tiroteio com policiais de São Paulo no estacionamento de um hospital de Juiz de Fora no dia 19 do mês passado foram presos na manhã desta segunda-feira, 12, na cidade mineira, que fica na Zona da Mata. Duas pessoas morreram em decorrência do confronto. Os policiais são lotados em Juiz de Fora.

O tiroteio teria ocorrido depois de um suposto desacordo entre o empresário Flávio de Souza Guimarães, que é de São Paulo e teria ido a Juiz de Fora trocar dólares, e o também empresário, Antonio Vilela, de Minas Gerais. O confronto teria ocorrido depois de ter sido descoberto que Antonio apresentou notas falsas de real para fazer a troca. A negociação envolveria cerca de R$ 14 milhões.

Os policiais de São Paulo, que seguem presos na Penitenciária de Segurança Máxima Nelson Hungria, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, estariam fazendo segurança para Guimarães. Já os policiais civis de Minas estariam fazendo o mesmo serviço, mas para Vilela. Em depoimento em São Paulo, o empresário paulista negou ter ido a Juiz de Fora para trocar dólares, e disse que foi à cidade para negociar um empréstimo. Antonio Vilela também está preso em Minas Gerais.

Um dos mortos no confronto foi o policial civil Rodrigo Francisco, de 36 anos. Depois de ser internado em estado grave, o empresário Jerônimo da Silva Leal Júnior, baleado no confronto, morreu seis dias depois do tiroteio no hospital de Juiz de Fora. Jerônimo seria o proprietário da empresa de segurança que teria sido contratada pelo empresário paulista Flávio de Souza.

A assessoria de comunicação da Polícia Civil de Minas Gerais divulgou a seguinte nota: “em relação ao fato envolvendo servidores das Polícias Civis de Minas Gerais e de São Paulo, na cidade de Juiz de Fora (MG), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informa que a investigação está sendo presidida pela Corregedoria-Geral da PCMG, juntamente com os Promotores de Justiça da comarca de Juiz de Fora/MG e do GAECO da Capital. Esclarece que, nesta segunda-feira, 12, foram presos três policiais civis de Minas Gerais, que serão transferidos para a Casa de Custódia, em Belo Horizonte. O procedimento tramita em segredo de Justiça, portanto, não é possível que a instituição repasse detalhes do trabalho investigativo”

  1. Tava demorando. Agora é só esperar dar em bulhufas a tal investigação por lavagem de dinheiro e pronto. Vai ficar difícil provar isso,mas certeza que para Rua eles vão.

      • Negativo, mas tem um no probatório e os outros não vão ter vida fácil. Sinceramente uma punição já bastaria, porém, o bico saiu caro e teve morte. Isso pesa muito. Se tivessem muito na errada aí seria outra história.

  2. Alguém aqui acredita que estavam fazendo bico de escolta VIP mesmo , se fossem só o restopol talvez agora dois Majuras , um playboy das redes sociais ia fazer um bico desses pra ganhar 1500 reais, conta outra que essa tá difícil de engolir.

  3. Só um recado pro delegado-intagramer-swat e aqueles que nele se inspira: Prego que se destaca leva marretada!

    Outra coisa corporativistas: Delegado fazendo bico? Só se fosse por uns 10% no mínimo da transação.

    • Exatamente , agora por 1500 reais , ele mandaria alguém no lugar pagaria 300 e ficava com 1200 sem fazer nada , se foi junto essa porcentagem seria o mínimo fora o medo do banho.

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