O “Gay-For-Pay” bolsonariano é mesmo um inimputável completo…Ainda não representaram pelo exame de sanidade dessa bicha senil ? 13

 

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Alexandre Frota responderá por ataques a magistrada em redes sociais

Juíza que o condenou por injúria contra Jean Wyllys (PSOL-RJ) foi ofendida por ele e por seus seguidores

 

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Wálter Nunes São Paulo

O deputado federal eleito Alexandre Frota (PSL-SP) e um grupo de seguidores de sua página na rede social Facebook serão investigados por ofensas à juíza federal Adriana Freisleben de Zanetti, da 2ª Vara de Osasco. 

Na última terça (18), a magistrada condenou Frota por injúria e difamação por ter publicado em suas redes sociais uma foto do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) com a frase “a pedofilia é uma prática normal em diversas espécies de animal (sic), anormal é o seu preconceito”. Wyllys nunca disse tal frase. 

A magistrada condenou Frota a 2 anos e 26 dias de detenção, considerando que ele atentou contra a imagem do deputado, mas transformou a pena em uma multa de R$ 295 mil e prestação de serviços à comunidade. O deputado eleito pelo PSL deverá picotar folhas de papel de processos antigos que estão sendo descartados após a informatização da Justiça de Osasco. 

Alexandre Frota, famoso por seus papéis na TV, participa de seu primeiro debate político televisivo. Ele foi convidado pela equipe de Rodrigo Tavares, candidato do PRTB, aliado a Bolsonaro
Alexandre Frota participa de debate político – Gabriela Sá Pessoa/Folhapress

Após ser comunicado sobre a sentença Alexandre Frota, ainda na terça, se manifestou no Facebook colocando em dúvida a imparcialidade da magistrada atribuindo a ela vinculação partidária. “A justiça de Osasco reduto do Pt me condenou (sic)”, diz o texto de apresentação que fez ao compartilhar a notícia da sentença. 

Alexandre Frota também publicou um vídeo zombando da decisão. Na gravação ele corta folhas de papel com uma tesoura e finge chorar. Imediatamente centenas de pessoas comentaram as publicações, grande parte com ofensas à magistrada. 

Na quarta-feira (19) de manhã, Zanetti foi informada por colegas sobre os ataques e passou a fazer cópia das manifestações agressivas. Levou-as ao conhecimento do Ministério Público Federal no mesmo dia.

Com a representação feita por ela, foi aberta uma investigação sobre injúria funcional, quando o agente público é insultado ao desempenhar sua função.

A Procuradoria solicitou ao Facebook a preservação do conteúdo das mensagens ofensivas à magistrada, já que usuários poderiam apagar suas postagens. 

Em seguida, o caso foi encaminhado ao juiz federal Rafael Bispo, de Osasco, que determinou que o Facebook informe a identidade de cada pessoa por trás dos perfis que atacaram a juíza. O caso agora corre sob sigilo. 

A Folha apurou que os investigadores estão trabalhando para que um grupo de pessoas acusadas de ofender a magistrada seja intimado a prestar esclarecimentos à Justiça Federal logo no início de janeiro. 

A juíza Adriana Zanetti também irá processar o futuro deputado na esfera cível, por danos morais.

A Ajufe (Associação dos Juízes Federais), que irá auxiliá-la no processo, divulgou nota em apoio à magistrada dizendo que repudia “as agressões e reitera total apoio à magistrada”. 

“O respeito às decisões judiciais e ao Poder Judiciário é fundamental para a preservação do Estado Democrático de Direito”, diz a carta assinada pelo presidente Fernando Mendes.

Esta não é a primeira vez que Frota entra em colisão com um integrante do Judiciário.

Em julho, ele foi condenado a indenizar em R$ 50 mil Luiz Eduardo Scarabelli por dizer que “o juiz não julgou com a cabeça, julgou com a bunda”, um processo movido por ele contra uma ex-ministra do governo Dilma Rousseff.

Scarabelli absolveu a ex-chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres, no governo Dilma Rousseff, Eleonora Menicucci, processada por Frota por ter criticado a visita dele ao ministro da Educação, Mendonça Filho.

A assessoria de Alexandre Frota foi informada pela Folha sobre o caso, mas não comentou.

Sacanagem e tremenda falta de respeito com Policial Civil 23

Bom Dia!

Senhoras e Senhores!

Na real, querem saber o que é de fato sacanagem e tremenda falta de respeito com Policial Civil?

Sacanagem e falta de respeito é você ter completado o tempo de contribuição e estar apto para usufrui-la e o Estado bem como a Administração da Instituição ficar postergando o direito do profissional;

Sacanagem e falta de respeito é você ser obrigado a ajuizar ação contra o Estado, para assim e tão somente, poder garantir “direitos” que “Ad Cautela” já deveria estar garantido pela Constituição Federal e demais Leis pertinentes e, ter que observar calado, estupefato, tacanha desculpa esfarrapada intitulada de “Ações Repetitivas” e desta forma, ser jogado de lado pelo próprio Sistema, mesmo ciente de ter percorrido mais de dois anos de angústias e sofrimentos nesta mal fadada empreitada do rito processual no que tange ao ajuizamento da ação que Ad Cautela já deveria estar garantida, visto existir Leis específicas;

Sacanagem e falta de respeito é você depois de trinta e oito anos de efetivo trabalho policial, ser tratado com desdenho por funcionário adminstrativo que se intitula ser habilitado para cuidar da pasta pertinente, mas que por interesse até então desconhecido, engaveta o respectivo pedido ou o deixa à deriva à mercê de infortúnios e intempéries sobre à mesa que deveria ser de trabalho, para juntar poeira e desta feita, contribuir sobremaneira com o já tão mau quisto “entrave administrativo”;

Sacanagem e falta de respeito é você ter que ouvir impropérios e desculpas esfarrapadas de “absoluta falta de tempo” de quem deveria estar cumprindo amiúde a função de atualização dos respectivos pedidos e Contagens de Tempo de Serviço dos merecedores ao direito;

Sacanagem e falta de respeito é você descobrir que a pessoa que está incumbida de tamanha responsabilidade, alega absoluta falta de tempo hábil para confeccionar tais pedidos, porém tu descobre que essa mesma pessoa exerce atividades administrativas, semana gorda/semana magra, desta forma, o que deveria ser “trinta” dias corridos do mês acaba tendo descontos dos sábados, domingos e feriados, totalizando, muitas vezes menos de “dez” dias úteis/mês para tal intento;

Sacanagem e falta de respeito é você descobrir que se a pessoa incumbida de tamanha responsabilidade, tirar férias, licença prêmio, fazer Curso na Academia ou ficar doente, fatalmente não haverá uma alma competente para substitui-la; e,

Por fim, termos a ingrata certeza de que os anos de efetivo trabalho dedicados à proteção e segurança da sociedade em nada serão recompensados ou respeitados, pois nem mesmo as promoções devidas, por merecimento ou antiguidade serão seguidas e novamente respeitadas, pois a tinhosa lista de acesso por anos é descumprida e àqueles verdadeiros cumpridores das devidas obrigações profissionais “Operacionais” seguirão na vida sendo novamente desprotegidos, visto que eles não tiveram tempo tampouco saco de ter que puxar saco para auferir tais brioches.

Destarte ao acima descrito externo que mesmo sabedor das injustiças sofridas nunca deixarei de cumprir com a devida atribuição pela qual me foi outorgada, “SERVIR À SOCIEDADE”.

Caronte

SOB NOVA DIREÇÃO – Governo Doria garante a imutabilidade até os 75 anos para Delegados cadeirantes…Para os desapadrinhados, plantonistas e operacionais sem chefia meus sinceros votos de Boas Festas…E aproveitem o que resta do ano, pois 2019 – para vocês – será muito pior! 8

Delegada ‘sincerona’ será a número 2 da Polícia Civil de SP na gestão Doria

Atual diretora do setor de homicídios, Elisabete Sato será a única mulher entre 24 cargos da cúpula

22.dez.2018 às 8h00

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Rogério Pagnan São Paulo

A delegada Elisabete Sato, atual diretora do DHPP (departamento de homicídios), será a número 2 da Polícia Civil de São Paulo na gestão João Doria (PSDB).

Ela foi escolhida pelo futuro delegado-geral, Ruy Ferraz Fontes, para o cargo de delegada-geral adjunta, uma das mudanças previstas para ocorrer janeiro.

A delegada Elisabete Sato durante entrevista em São Paulo – 17.05.2018 – Newton Menezes/Futura Press/Folhapress

Sato está na polícia desde 1976 e, atualmente, é considerada uma das mais importantes delegadas do país. Ocupante de cargos de relevo desde o início dos anos 2000, ela também é conhecida pela personalidade forte, em um estilo “sincerona”, que define como “bocuda”.

Foi a delegada, por exemplo, que no ano passado admitiu problemas da polícia paulista para entrar em algumas favelas na capital, entre elas a Paraisópolis, o que acabou gerando desconforto com integrantes do governo paulista por também ter incluido a PM nesse problema.

Também foi Sato que chegou a desmentir o então secretário Alexandre de Moraes, hoje ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), sobre um mal-estar entre a Polícia Civil e a Polícia Militar durante as investigações da chacina de Osasco (Grande SP) em agosto de 2015.

O hoje ministro do STF negava a existência de problemas entre as duas instituições, em razão de atropelos da Corregedoria na investigação dessas mortes, mas, ao ser questionada em entrevista ao lado de Moraes e do corregedor-geral Levi Félix, Sato confirmou o mal-estar.

Sato será a única mulher entre os 24 cargos mais importantes da Polícia Civil, lista que deve ser anunciada nos próximos dias pela gestão João Doria.

Para o lugar da delegada no DHPP foi indicado o delegado Domingos Paulo Neto, atual diretor do Decap (responsável pela capital), que o Sindicato e a Associação dos delegados queriam que assumisse como delegado-geral, após eleição realizada neste ano entre os associados.

Paulo Neto foi o mais votado de uma listra tríplice, resultado entregue pelos representantes de classe ao governador eleito, mas que foi ignorada pelo tucano. Apesar da iniciativa dos policiais, não há previsão legal para escolha de delegados-gerais por eleição, como ocorre no Ministério Público.

A lista de diretores da Polícia Civil na gestão Ruy Ferraz Fontes tem ainda: Albano David Fernandes (capital), Luis Augusto Castilho Storni (Grande SP), Osvaldo Nico Gonçalves (Decade), Julio Gustavo Vieira Guebert (academia da polícia) José Aparecido Sanches Severo (Denarc), Caetano Paulo Filho (Dipol) e Emygdio Machado Neto (DPPC).