O ( onde ) N ( nóis ) G ( ganha ) bolsonarista – Presidente da CEF criará nova empresa com parceiros privados para ajudar os pobres…( Tu acredita? ) 73

Caixa irá para a favela e terá nova empresa para dar microcrédito a pobre

Adriano Machado/Reuters

 

Pedro Guimarães, novo presidente da Caixa Econômica Federal Imagem: Adriano Machado/Reuters

Antonio Temóteo

Do UOL, em Brasília

07/01/2019 19h29

O novo presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, afirmou nesta segunda-feira (7) que o banco estatal deve entrar no setor de microcrédito, empréstimos de baixo valor para a população de baixa renda.

Durante o discurso de posse, Guimarães disse que uma nova empresa, com parceiros privados, será criada para administrar as operações de microcrédito. O presidente da Caixa afirmou que o banco público se aproximará ainda mais da população.

“A Caixa vai voltar para a [favela da] Rocinha. O Santander tem agências lá. Vamos colocar luzes e vamos voltar para lá”, disse.

O microcrédito será um dos sete principais eixos da Caixa, segundo Guimarães. Os outros seis são: meritocracia, controle de custos, melhorar as operações de crédito, financiamento de obras de infraestrutura, concentrar ações nos diversos estados e a monetização de ativos.

Vou tentar explicar: ele emprestará barato o dinheiro dos correntistas da CEF – que nada ou quase nada receberão – a terceiros que – por sua vez – emprestarão pequenas quantias ( sem grandes riscos )  a juros extorsivos para hipossuficientes que se tornarão ainda mais escravos dessa máquina diabólica que se chama Governo Federal e seus sócios da vez.

Como fiscalizadores e sócios ocultos dos terceiros – ELES –  irão faturar um BILHÃO!

O.N.G – onde nóis ganha ( sempre )! 

Bolsonaro já iniciou o seu neocomunismo: juros baixos apenas para os muito pobres…A classe média que o elegeu em breve deixará o apartamento de 80 metros pelo barraco na favela 78

Juros do crédito habitacional para classe média serão de mercado, diz presidente da Caixa

AFP

 

Presidente da Caixa, Pedro Guimarães Imagem: AFP 3

Por Marcela Ayres

07/01/2019 13h11Atualizada em 07/01/2019 18h01

BRASÍLIA (Reuters) – O novo presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, afirmou nesta segunda-feira (7) que os juros do crédito habitacional para classe média serão de mercado, e que as taxas não subirão no programa habitacional Minha Casa Minha Vida para “quem é pobre”.

Questionado se os custos do financiamento à casa própria serão elevados, ele respondeu que “depende”. “Juro não vai subir para Minha Casa Minha Vida. Juro de Minha Casa Minha Vida é para quem é pobre”, disse.

Atualmente, o programa habitacional atende famílias com renda mensal bruta de até R$ 1.800 na faixa 1, em que não há incidência de juros e o subsídio pode chegar a 90% do valor do imóvel, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento Regional.

Também subsidiadas, embora em menor grau, a faixa 1.5 está voltada para famílias que ganham até R$ 2.600, com juros de 5% ao ano, e a 2 destina-se a famílias com renda de até R$ 4.000, cobrando juros de 6% a 7% ao ano. Na faixa 3, contudo, a renda familiar bruta mensal pode ser de até R$ 9.000 e os juros cobrados são de 8,16% ao ano, também segundo o ministério.

Quem é classe média tem que pagar mais. Ou vai buscar no Santander, no Bradesco, no Itaú. Na Caixa Econômica Federal, vai pagar juros maior que Minha Casa Minha Vida, certamente, e vai ser juros que vai ser de mercado. Caixa vai respeitar, acima de tudo, o mercado. Lei da oferta e da demanda
Pedro Guimarães, presidente da Caixa

Guimarães afirmou, ainda, que o banco vai vender carteiras de crédito imobiliário e que a Caixa “vai passar a ser uma originadora imobiliária, mais do que reter crédito no balanço”.

Segundo ele, o objetivo é que a Caixa, nos próximos dez anos, passe a originar 70% do crédito imobiliário, mas venda uma parte relevante, que pode chegar a R$ 100 bilhões.

Segundo o presidente da Caixa, a securitização irá permitir que a Caixa expanda o crédito num cenário em que os recursos do FGTS e da poupança têm limites.

Venda de ações na Bolsa

O executivo afirmou que o banco pode fazer até três aberturas de capital de unidades neste ano, com a área de seguridade sendo a mais adiantada. Ele mencionou como alvos de abertura, além de seguridade, as áreas de cartões, operações de loterias e gestão de fundos.

A operação com a “asset management” da Caixa é a que demandará mais tempo, porque será necessário criar uma distribuidora de títulos e valores mobiliários (DTVM), o que demanda autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), disse Guimarães.

Os recursos levantados nas operações ajudarão a Caixa a pagar à União a dívida de 40 bilhões de reais que possui em IHCDs (Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida).

“Eu tenho quatro anos para fazer esse pagamento e o farei. As operações (de abertura da capital) já estão adiantadas, nós faremos ao menos duas esse ano, talvez três. Mas pelo menos duas é meu compromisso com o ministro (da Economia) Paulo Guedes”, afirmou o presidente da Caixa, acrescentando que uma delas deverá ocorrer ainda no primeiro semestre.

Em dezembro, antes da posse do governo de Jair Bolsonaro, o então secretário de Acompanhamento Fiscal, Energia e Loteria do Ministério da Fazenda, Alexandre Manoel Ângelo da Silva, afirmou que estava tudo pronto para o leilão da empresa de loterias instantâneas da Caixa, Lotex, em fevereiro deste ano.

Concurseiros não deixem de estudar, mas as perspectivas não são muito favoráveis para quem sonha com uma carreira pública…Primeiro suspende os concursos ; em seguida cancela e futuramente só aprova os apadrinhados…Filme antigo e triste! 22

SP: Doria suspende concursos autorizados para avaliação

De acordo com decreto publicado pelo governador João Doria no último dia 3, as seleções já autorizadas, mas sem editais publicados, deverão ser novamente analisados pelos órgãos

Publicado: 04/01/2019 – 12:15 | Atualizado: 07/01/2019 – 15:45

https://jcconcursos.uol.com.br/noticia/concursos/governo-sp-73596

Candidatos de concursos públicos já autorizados no estado de São Paulo devem ficar de sobreaviso. Acontece que, na última quinta-feira, 3 de janeiro, o governador João Doria divulgou o decreto 64.069, que dispõe sobre medidas de redução de despesas com pessoal e encargos sociais. O documento determina, em seu artigo dois, que “as autorizações de abertura de concursos públicos cujas inscrições ainda não tenham sido iniciadas deverão ser reavaliadas pelas respectivas secretarias de governo”. Isto não significa, efetivamente, que os concursos não serão realizados, mas que as seleções autorizadas na gestão Márcio França, cujos editais ainda não foram publicados, deverão sofrer nova análise do ponto de vista orçamentário, o que deve atrasar a liberação dos certames. Agora, o acompanhamento e avaliação das medidas adotadas pelo decreto deverão ser acompanhadas pelo Comitê Gestor da Secretaria de Governo.

De qualquer forma, quem já está se preparando para concursos públicos de âmbito estadual em São Paulo não devem esmorecer e aproveitar o tempo excedente até a retomada dos certames para intensificar a preparação. Também é importante ressaltar que a medida do governador é uma prática considerada comum em início de mandato e também foi adotada em 2015, pelo então governador Geraldo Alckmin no início de gestão. Na ocasião, mesmo com a paralisação momentânea dos concursos, posteriormente as seleções foram retomadas e novos concursos passaram a ser autorizados pelo governo.

O decreto também determina, em 2019, uma redução de 15% com despesas de pessoal na remuneração global em cargos de comissão e empregos de livre nomeação, bem como redução de 30% em valores despendidos com horas extras.

Neste caso, o decreto apresenta exceções, no que compete à redução de 15%, especificamente para as secretarias de educação, saúde, segurança pública e administração penitenciária, bem como Fundação Casa e Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza (Ceeteps).

Principais Concursos

Entre os principais concursos que já contam com autorização e que devem ser reavaliados pela nova gestão estão os seguintes:

Secretaria Estadual de Educação – O ex-governador Márcio França autorizou, em 21 de agosto, a realização de concurso público para o preenchimento de 15.000 vagas para o cargo de professor PEB II. O processo estava em fase de definição da banca organizadora e a expectativa é de que seja retomado o quanto antes, tendo em vista a grande carência de pessoal. De acordo com o último levantamento de pessoal, divulgado em 28 de abril, tendo como base até 31 de dezembro de 2017, o cargo já contava com uma defasagem de 72.230 postos.

Saiba mais sobre este concurso, aqui

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza – O Ceeteps conta com dois concursos autorizados, aguardando definição de banca que, somados, contam com 929 postos.  O primeiro, com 540 vagas, foi autorizado por Márcio França em 17 de maio, para o preenchimento de vagas para cargos de níveis médio e superior. Já o segundo,  autorizado em 18 de setembro, conta com uma oferta de 399 vagas para o cargo de operacional de suporte, que pede apenas ensino fundamental para ingresso.

Sobre as 540 vagas, mais informações podem ser obtidas aqui

No caso de 399 vagas de operacionais, clique aqui

Departamento Estadual de Trânsito – O concurso do Detran/SP já estava com seu edital pronto para ser divulgado ainda no início de janeiro, mas agora deve aguardar novo parecer para que possa ser iniciado. A seleção será para o preenchimento de 575 vagas, sendo 375 para o cargo de oficial estadual de trânsito, de ensino médio, e 200 para agente estadual de trânsito, de nível superior.

Mais informações sobre este concurso, aqui

Faculdade de Medicina de Marília/SP – O Hospital das Clínicas e Faculdade de Medicina de Marília (Famema/SP), no interior paulista, já estava em fase acelerada de elaboração do edital de seu novo concurso, autorizado em 14 de setembro, para o preenchimento de 1.726 vagas, para cargos de níveis fundamental, médio e superior. O processo atualmente está em fase de escolha da banca organizadora, mas a expectativa é de que, mesmo com a paralisação dos certames, possa ser retomado o quanto antes.

Outras informações sobre este concurso podem ser conferidas aqui
Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual/SP – Outro concurso que segue em planejamento, mas deve sofrer atraso, é o do Iamspe/SP. Embora a autorização, de 28 de agosto, fosse para 219 vagas em novo concurso, 58 já estão sendo preenchidas em dois editais publicados para médico I. Desta forma, o órgão ainda conta com 161 vagas e contratou a banca organizadora, o Instituto Mais, no final de dezembro. Oportunidades serão para cargos de nível superior.

O concurso pode ser acompanhado aqui

Polícia Militar/SP – Outro concurso, autorizado em 28 de setembro, é o da Polícia Militar de São Paulo (PM/SP), para o preenchimento de 190 vagas para ingresso no curso de formação de oficiais da PM de Barro Branco. A carreira, que exige ensino médio, conta com concurso em fase de escolha da banca organizadora.

Outras informações sobre este concurso podem ser obtidas aqui

Procuradoria Geral do Estado/SP – A PGE/SP também estava em fase de escolha da banca do seu novo concurso, autorizado em 8 de maio, para o preenchimento de 62 vagas para o cargo de oficial administrativo, que pede apenas ensino médio para o ingresso

Mais detalhes podem ser conferidos aqui
São Paulo Previdência/SP  – Outro concurso bastante aguardado é o da SPPrev, autorizado em 15 de dezembro e que já conta, inclusive, com comissão formada trabalhando na elaboração do edital. O certame é para 91 vagas, sendo 77 para o cargo de técnico em gestão previdenciária, que pede ensino médio, e 14 para analista em gestão previdenciária, de nível superior.

Outras informações sobre este concurso, clique aqui

Secretaria Estadual de Administração Penitenciária/SP – Outro concurso já autorizado, desde 1 de setembro, é o da SAP/SP, que deve contar com uma oferta de 109 vagas, sendo 25 para oficial operacional, de ensino médio, e 84 para o cargo de médico I, de nível superior. A comissão do concurso já está formada e trabalha no processo de escolha da banca organizadora, processo que agora deve ser paralisado até o aval para retomada do certame.

Mais detalhes sobre esta seleção, aqui

Policiais de São Paulo, se preparem para trabalhar mais por muito menos ou quem puder: aposente-se , fuja ou compre uma boa cadeira…( Cadeira pra esperar sentado por melhorias , não é cadeira pra arrecadação, viu? ) 55

São Paulo só tem caixa para uma folha de pagamento, diz Henrique Meirelles

  • Por Jovem Pan
  • 05/01/2019 10h17

O novo secretário da Fazenda e Planejamento de São Paulo, Henrique Meirelles, afirmou nesta sexta-feira (4) ter assumido a pasta com caixa disponível para apenas uma folha de pagamento. “São Paulo tem sido um estado de contas equilibradas, mas estamos recebendo [o estado] com um valor equivalente a mais ou menos uma folha de pagamento”, disse.

“De um lado, isso é bom, tem muitos estados por aí em situação de déficit, mas é um caixa bem menor do que tem sido a tradição do estado de São Paulo nos últimos anos”, lamentou. O valor é de aproximadamente R$ 8 bilhões. O secretário, no entanto, descarta a criação e o aumento de impostos para arrecadar mais dinheiro para o estado.

Como uma das primeiras medidas, Henrique Meirelles disse que deve tornar mais transparente a política de incentivos fiscais e as metas que as empresas devem cumprir em contrapartida. “Nós temos totais condições de deixar mais transparente qual é o incentivo e qual é a contrapartida, cobrar isso e condicionar a manutenção dos incentivos ao cumprimento dos objetivos”, declarou.

Além disso, Meirelles comentou a proposta do presidente Jair Bolsonaro para a Reforma da Previdência. “Eu acho que o presidente Bolsonaro disse uma coisa absolutamente correta, que a previdência ideal é a previdência que é possível aprovar. É uma proposta interessante”, disse.

*Com informações da repórter Natacha Mazzaro


 

Esse Meirelles é um baita de um debochado…

Eu tenho ideia melhor para acabar com o déficit da previdência: VAMOS ACABAR COM O DIREITO A APOSENTADORIA! 

Da mesma forma que acabamos com o desemprego ACABANDO COM OS TRABALHADORES…

Agora todo mundo faz bico! 

Governador João Doria, em vez de Vossa Excelência prejudicar São Vicente – onde boa parte dos imóveis pertencem a Paulistanos – é melhor rever a reintegração de determinados policiais locais reintegrados com uma pequena ajuda do “quero um verde” …( Vingança contra Marcio França recairá sobre a população da Baixada Santista, especialmente São Vicente! ) 5

Doria vê viés político e anula R$ 143 milhões em convênios assinados por França em SP

Gestão identificou recorte político; R$ 47 mi eram para São Vicente, cidade do ex-governador

Artur Rodrigues
São Paulo

O governador João Doria (PSDB) cancelou R$ 143 milhões em convênios assinados nos últimos dias de dezembro pelo então governador paulista Márcio França (PSB). Mais de R$ 60 milhões eram destinados a cidades do litoral, reduto eleitoral de França.

Doria e França protagonizaram uma forte disputa política durante as eleições para o Governo de São Paulo.

Do montante anulado, um total de R$ 47,7 milhões eram convênios para a cidade de São Vicente, administrada por Pedro Gouveia, cunhado de França, e R$ 20 milhões, para Santos, cidade do prefeito tucano Paulo Alexandre Barbosa, que apoiou França e ficou contra Doria nas eleições. Há também R$ 1,9 milhão destinado a Guarujá, cujo prefeito é Valter Suman, do PSB de França.

França, por meio de sua assessoria de imprensa, nega qualquer viés político.

Os 58 convênios foram assinados pela gestão França de 18 a 28 de dezembro. Os cancelamentos de Doria foram publicados da edição do Diário Oficial do estado deste sábado (5).

O secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi (PSDB), afirmou que a atual gestão identificou um recorte político nos convênios. “O que justifica São Vicente receber mais recursos do que São Paulo, a capital do estado?”, questionou o secretário de Doria.

SEU SECRETÁRIO: o que justifica é o fato de São Vicente ser uma cidade miserável; com dois terços de favelas ou similares. 

Segundo ele, os projetos não têm detalhes sobre quais serão suas fontes de receita e “não cumpriram os requisitos técnicos comuns, sem plano de trabalho, para a assinatura de convênios com esses objetos”.

O secretário afirma que, nos cancelamentos, não há nenhuma escolha política, uma vez que foram cancelados 100% dos convênios feitos no final da gestão. “Há até cidades governadas por tucanos, como Itanhaém e Jacareí”, disse.

De acordo com ele, agora os projetos serão reavaliados, e os que forem necessários para os municípios poderão voltar aos planos do governo Doria.

No Diário Oficial, os dois maiores convênios, de R$ 25,5 milhões e R$ 17,6 milhões, ambos com o município de São Vicente, são para obras de infraestrutura urbana, que deveriam ser executadas em até 720 dias. Nas publicações, porém, não há detalhes sobre quais obras seriam realizadas.

A assessoria de imprensa de França nega viés político nos convênios. “Foram aprovados pela Procuradoria Geral do Estado e pelo Planejamento. Todos têm previsão legal no Orçamento aprovado pela Assembleia Legislativa”, diz nota de França.

Segundo o comunicado, são contratos que não podem ser rompidos, porque em muitas cidades as obras já estão em andamento.

“Quando o governador Márcio França assumiu, em abril de 2018, deu continuidade a mais de 1.800 convênios firmados pelo então governador Geraldo Alckmin. A ameaça de romper convênios cria insegurança jurídica e inúmeros problemas aos milhões de paulistas que vivem nas cidades que firmaram convênios com o estado”, diz a nota.a e esgoto com a empresa. “As cidades concederam à Sabesp o direito de cobrar pelo serviço. Isto é, concederam um ativo, que dará lucro a uma empresa. Como compensação, a própria Sabesp recomendou ao governo ajuda a estes municípios, caso de Guarulhos, São Vicente, entre outros”, afirma nota.

Segundo a assessoria de França, as cidades precisarão de recursos para recapeamento e pavimentação de ruas.

A reportagem também procurou as prefeituras das cidades de São Vicente, Santos e Guarujá. Até o momento, apenas Guarujá respondeu.

” O repasse de R$ 1,9 milhão seria destinado para infraestrutura urbana por meio de um convênio entre a Prefeitura de Guarujá e a Secretaria de Planejamento do estado. O objetivo era a recuperação da rua Montenegro, na Vila Maia. Diante do cancelamento, a prefeitura procurará a Casa Civil para saber os próximos passos e o que pode ser feito para tentar reverter a situação”, diz a nota da prefeitura.