A violência e covardia de alguns membros da PM é notória, mas o que interessa é saber qual a punição que será aplicada ao policial civil omisso e ao delegado coonestador da violência praticada na repartição sob a sua chefia…( Aliás, tem gente que não sabe o que é resistência, tampouco ameaça! ) 29


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A PM com essa sua mania de filmar as pessoas com a finalidade de aviltamento da dignidade humana ( filmam e postam nas redes sociais , em vez do estrito emprego como prova criminal ) , consegue fazer prova contra si própria.

Em outros vídeos se vê o “Lulista” em manifesta  “resistência pacífica”, ou seja, protestando contra a sua prisão e , posteriormente, já com o braço fraturado , infelizmente por um PM negro que manchou a sua etnia e a sua farda , ameaçando tomar a arma da PM ( bastante feminina a moça, aliás )…

Tomar a arma na Corregedoria, disse o advogado!

Que ameaça foi essa ?

Ora,   ele  – principalmente  pelo fato de estar algemado e com o braço quebrado – não poderia subtrair a arma de ninguém.

Contudo foi o que  bastou para a turba de outros marginais com arma e funcional justificarem a violência…

Alguns babando o seu ódio bradando que deveriam ter quebrado os dois braços do “lixo”, do “verme” , do “esquerdopada” .

Infelizmente é esse o nosso povo e é essa a nossa família policial.

Por outro lado,  se fizermos como o Jair Bolsonaro , ou seja , por dois ou três condenar o carnaval, também poderíamos por esse fato ( que não é isolado ) , condenar toda a PM e toda a Polícia Civil…

Esta, possivelmente, ainda mais acovardada do que os PMs autores do crime de lesão corporal.

Também, se eu fosse como o Jair Bolsonaro , pelos dois PMs negros que abusaram da força física, poderia dizer aquelas conhecidas frases sobre trabalho de negro.

Todavia prefiro continuar acreditando que a maioria é gente legalista e pacificadora, não um bando de animais raivosos .

Bolsonaro jamais sinalizará favoravelmente pela legalização de jogos de azar: os sacerdotes não deixarão por diminuir a sua arrecadação e policiais perderão fonte alternativa de renda 2

Indústria dos jogos de azar aguarda sinais de Bolsonaro sobre legalização

Congresso põe debate sobre cassinos no Brasil no horizonte

Joana Cunha
São Paulo

Após passar os últimos três anos com fortes expectativas de que finalmente o Brasil liberaria os jogos
de azar, grandes representantes do setor estão divididos diante das mensagens contraditórias do novo governo em relação ao assunto.

Desde 2015, quando a Câmara dos Deputados instalou uma comissão especial do marco regulatório dos jogos, para analisar propostas de
legalização
de bingos, cassinos, jogo do bicho e outras modalidades, multinacionais do setor investiram tempo e dinheiro na promessa de abertura do mercado brasileiro.

Contrataram advogados locais, montaram congressos sobre o setor e enviaram seus mais altos executivos e lobistas para acompanhar
a tramitação.

Cassino Harrah’s, que faz parte da rede Caesars, em Las Vegas – Ethan Miller/Getty Images/AFP

De lá para cá, visitaram o país Sheldon Adelson, magnata dos cassinos e amigo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a ex-prefeita de Las Vegas Jan Jones Blackhurst —hoje responsável pela área de relações com governos do gigante dos cassino-resorts Caesars Entertainment— e outros grandes nomes da indústria.

A avaliação de potenciais investidores era a de que o Brasil estava mais perto do que nunca de uma liberação, com a tramitação avançada de dois projetos de lei para criação do marco legal (PL 442/91, na Câmara, e o PLS 186/2014, no Senado).

Em entrevista ao jornal Valor Econômico na semana passada, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), voltou a citar a aprovação dos jogos como um dos temas em seu horizonte de pautas.

De Bolsonaro, o que se sabe é que, em um evento na Associação Comercial do Rio de Janeiro, em maio do ano passado, quando ainda era pré-candidato, ele se posicionou contra o jogo, mas disse que estava aberto ao debate.

“O que nós temos estudado aí? A possibilidade, olha, possibilidade, de jogar para os estados decidir isso daí. Está muito incipiente em discutir. Eu particularmente, no primeiro momento, sou contra. Mas pode ser conversado”, disse Bolsonaro, à época.

Na ocasião, ele não foi específico em relação aos cassinos, ponto de interesse de multinacionais como a empresa de Adelson, a Sands (dona do Venetian, em Las Vegas), e a MGM Resorts (do Bellagio). Mas fez ponderações sobre os jogos de caça-níquel.

“Tem de ter regra, algum balizamento no tocante a isso. Não podemos deixar abrir caça-níquel. Por exemplo: o elemento vai à padaria e, em vez de levar o pão para casa, joga o dinheiro no caça-níquel. No primeiro momento eu sou contra, e pessoas têm chegado a mim falando que deveria jogar para cada estado decidir a questão de cassinos”, disse Bolsonaro na ocasião.

Antes do segundo turno da eleição presidencial, o então candidato transmitiu um vídeo nas redes sociais negando a possibilidade.

“Vou legalizar cassinos no Brasil? Dá para acreditar em uma mentira dessas? Nós sabemos que o cassino aqui no Brasil, se tivesse, seria uma grande lavanderia, serviria para lavar dinheiro. E também para destruir famílias. Muita gente iria se entregar ao jogo, e o caos se faria presente junto ao seio das famílias.”

A ex-prefeita de Las Vegas, porém, conservou suas expectativas positivas, dizendo que a indústria está encorajada pelo projeto econômico liberal defendido pelo presidente.

Apesar do padrão conservador de Bolsonaro em relação ao jogo, o setor se apega ao perfil aberto na economia, representado pelo ministro Paulo Guedes.

A indústria dos jogos de azar aposta que seu potencial de geração de empregos e arrecadação de tributos, tema alinhado ao discurso do presidente, pode atrair a simpatia do novo governo.

“O Caesars está ansioso para trabalhar com a administração [Bolsonaro] para legalizar os cassinos-resorts integrados”, diz Blackhurst.

O presidente do português Cassino Estoril, Mário Ferreira, que acompanhou pessoalmente a evolução do processo no Congresso nos últimos anos, diz que a demora frustra o investidor estrangeiro.

“Seja qual for a solução governamental, o Brasil precisa de alguém com capacidade decisória e que saiba dizer sim ou não.”

Por ora, é possível estimar que haverá mais resistência a algumas categorias de jogos, como bingo e jogo do bicho, segundo Luiz Felipe Maia, advogado especialista no setor.

“Na sociedade e no Legislativo, há mais preconceito em relação a essas operações, que são vistas como de mais difícil controle e fiscalização”, diz o advogado.

O lobby dos grandes resorts pressiona por uma legislação pouco abrangente, ou seja, que não libere, no Brasil, também o jogo do bicho e o
caça-níquel.

Para esses grupos, basta que sejam autorizados os cassinos integrados a hotéis, porque é na venda de diárias, shows, feiras e eventos de negócios que está grande parte da
sua receita.

Magno Sousa, presidente do IJL (Instituto Jogo Legal), que defende a liberação de todas as modalidades, afirma que uma legalização restrita aos cassinos não resolveria o problema do jogo clandestino, além de limitar o potencial de arrecadação e geração de empregos.

Projeções do IJL calculam que, anualmente, o Brasil movimenta em apostas clandestinas R$ 12 bilhões com o jogo do bicho e R$ 3,6 bilhões
com caça-níquel.

“Se todas as modalidades fossem liberadas, o jogo geraria 697 mil empregos. Mas, se só os cassinos fossem liberados, seriam apenas 20 mil postos de trabalho”, diz Sousa.

Os jogos de azar no Brasil

1933 
Getúlio Vargas legaliza jogos associados a espetáculos artísticos, incentivando os cassinos

1941 
Promulgação da Lei das Contravenções Penais, que torna o jogo ilegal

1946
Presidente Eurico Gaspar Dutra fecha cassinos e proíbe a prática ou a exploração de jogos de azar (nos quais o jogador depende de sorte, e não de habilidade). Só restam loterias, pôquer e corridas de cavalo

1993
Lei Zico (8.672/93) institui o bingo como jogo oficial. Parte da arrecadação é destinada a clubes, federações e confederações

1998
Lei Pelé revoga Lei Zico e regulamenta bingo e caça-níqueis

2000 
Congresso revoga a Lei Pelé sobre os bingos e transfere fiscalização para a Caixa
2004 
Governo proíbe bingos e caça-níqueis após o
caso Waldomiro Diniz, ex-assessor da Casa Civil flagrado em vídeo
negociando propina  com empresário de  jogos Carlinhos Cachoeira

2005 
É instalada a CPI dos Bingos, que visa apurar o uso das casas de bingo para  a prática de crimes de lavagem ou ocultação de bens

2007 
STF (Supremo Tribunal Federal) torna ilegais todos os bingos

2014
Senador Ciro Nogueira
(PP-PI) apresenta o
projeto de lei 186
no Senado para legalização dos
jogos de azar

2018
Presidente Michel Temer (MDB) assina, em dezembro, a medida provisória 846, que dispõe, entre outros, sobre os repasses de recursos da loteria à cultura e ao esporte

Padrão de atendimento PM: “Não tenho cerimônia em quebrar cara de mulher”…( A PM – em vez de se preocupar com viadagens de carnaval e com o Lula Livre – deveria disciplinar suas Praças…Querem Ciclo Completo para ameaçar quem busca providências contra abusos? 29

‘Não tenho cerimônia em quebrar cara de mulher’, diz policial após bombas em bloco na Barra Funda

Polícia dispersou de forma truculenta foliões em bloco na zona oeste da capital. Vítima não conseguiu registrar caso e foi ameaçada por policial. Ouça

Marco Antônio Carvalho, O Estado de S.Paulo

06 de março de 2019 | 20h54

SÃO PAULO – Policiais militares usaram bombas e balas de borracha contra foliões na Barra Funda, zona oeste de São Paulo, na noite desta terça-feira, 5, deixando ao menos três pessoas feridas. As vítimas relataram que o bloco do qual participavam já tinha se dispersado e poucas pessoas permaneciam nas ruas da região quando foram surpreendidas pela ação, que classificaram como truculenta. Ao pedir providências no batalhão depois de ser ferida, uma mulher foi ameaçada por um policial militar, que disse que não tinha “cerimônia para quebrar cara de mulher”. Na delegacia, policiais civis se recusaram a registrar o caso.

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Polícia usou balas de borracha e bombas na Barra Funda Foto: Reprodução

De acordo com a artista Paula Klein, de 42 anos, diretora do Bloco Agora Vai, o grupo seguiu todas as orientações previstas para dispersão e não havia motivo para atuação violenta da Polícia Militar. Junto à Prefeitura, o bloco registrou que esperava até cinco mil pessoas para, das 15h até as 20h, seguir um curto trajeto por ruas da Barra Funda. Paula diz que por causa da chuva, o bloco foi encerrado mais cedo, às 19h, e às 22h todas as vias da região estavam liberadas para tráfego de carros.

“A Polícia Militar sempre foi grande parceira do nosso bloco. O relacionamento é ótimo há 15 anos e esse ano não foi diferente. Por isso que a ação nos surpreendeu. Mandaram um pessoal despreparado para lidar com o público de carnaval. Trataram foliões como marginais. O carnaval foi manchado pela polícia”, disse.

Ouça o áudio em que o policial ameaça a atriz https://clyp.it/ce05a345/widget

Segundo ela, a polícia chegou ao local às 20h para conversar. Nesse horário, o som do bloco já estava desligado, segundo relatou. “Já estava acontecendo a dispersão natural. Não precisava atuar de modo truculento, estávamos dentro do horário. Fomos conversando com os nossos foliões e havíamos liberado a via (Rua João de Barros)”, disse. Depois, segundo ela, por volta das 22h30, a tropa voltou, dessa vez com bombas e tiros de borracha.

Um dos atingidos pelos disparos foi a atriz Thaís Campos Soares, de 36 anos; o seu namorado, o músico Lincoln Antonio, de 48 anos, também ficou ferido.  Ela disse que estava na Rua João de Barros, “com muito pouca gente na rua”, quando os policiais apareceram enfileirados, “já tacando bomba sem conversar com ninguém”. “Começaram a dar tiro, spray de pimenta. Bem truculento”, disse Thaís, que foi atingida na costela.

A atriz buscou providências primeiro na sede da 3.ª Companhia do 4.º Batalhão da PM, em Perdizes, responsável pelo patrulhamento da área. Lá, se envolveu em uma discussão em que acabou ameaçada por um policial militar que não carregava nenhuma identificação em seu fardamento.

O agente primeiro pediu que ela mantivesse distância. À reportagem, Thaís disse que permaneceu parada. Depois, ao ser questionado por Lincoln sobre o motivo do disparo que o atingiu, o policial disse que tem de garantir o “direito previsto pelo artigo 5.º da Constituição, das pessoas que pagam IPVA de passarem com seus carros ali, o direito das pessoas de ter o seu devido descanso”. O homem responde que estava na calçada durante todo o tempo e que o tráfego na rua estava liberado já que a rua estava vazia.

Depois, o policial fala para Thaís: “Aponta o dedinho não, se aproxima não. Você vai tomar um atropelo aqui, estou falando para você, toma distância. Não tenho nenhuma cerimônia em quebrar cara de mulher, não, você presta atenção.” O grupo então decide deixar o 4.º Batalhão e busca registrar a ocorrência no 91º Distrito Policial (Ceasa). Lá, recebe a resposta de que o caso não pode ser registrado e que as vítimas devem procurar a Corregedoria. Os feridos disseram que pretendem registrar o caso.

Quem também ficou ferido após ser atingido com um tiro de bala de borracha nas costas foi o professor Alexandre Rosa, de 36 anos. Segundo ele, o policial que o atingiu agiu depois de ter visto que ele estava filmando o que estava acontecendo. “Peguei o celular e comecei a filmar durante a correria. A PM agiu com muita violência sem nenhuma necessidade, estava tudo muito tranquilo e tinha criança e família. Ouvi quando o policial falou: ‘Atira naquele que está filmando’. Virei e saí correndo e senti o tiro nas costas”, relatou. A diretora Paula Klein disse que pretende reunir queixas de truculência policial não só no seu bloco para fazer uma representação ao Ministério Público.

Secretaria diz que PM agiu para desobstruir via

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública disse que a Polícia Militar foi acionada “por conta de interdição de via pelo Bloco Agora Vai, na Rua Brigadeiro Galvão, após o horário permitido”. “As equipes policiais fizeram contato com os organizadores do evento, solicitando a desobstrução da rua, mas sem acordo. Para restauração da ordem pública, foi necessária a intervenção direta para desobstrução da via pública ocupada sem autorização, com técnicas de controle de distúrbios civis no local.”

Sobre o comportamento do policial que ameaçou a atriz, a SSP disse que a “instituição não compactua com eventuais desvios de conduta, colocando-se à disposição da vítima para formalização de denúncia por meio da Corregedoria da Polícia Militar”.


A mãe desse soldado deve ser uma pobre coitada que sofria espancamentos diários …

E a mulher desse animal deve apanhar toda vez que esse  ser exemplar chega do serviço bêbado querendo fazer sexo com o pinto mole…

E – certamente –  as filhas serão mulheres de vagabundo e os filhos tão animais quanto o pai!

Pobre coitado!

Já pensou um tranqueira como esse tendo que atender o cidadão até completar 65 anos?