Os policiais militares de todo o Brasil devem desculpas à sociedade: A PM MATOU MARIELLE várias vezes…E quando você for assaltado cuidado para quem você pede socorro, o polícia pode ser sócio do ladrão ! 11

Caso Marielle Franco: quem são os dois presos e o que falta saber sobre os assassinatos

Ronnie Lessa e Elcio QueirozDireito de imagem POLÍCIA CIVIL DO RJ
IOs ex-PMs Ronnie Lessa (à esq.) e Elcio Vieira de Queiroz foram denunciados como executores do crime contra Marielle e Anderson

A Polícia Civil do Rio de Janeiro e o Ministério Público do Estado anunciaram nesta terça-feira a prisão de dois suspeitos pelo assassinato da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL) e do motorista dela, Anderson Gomes, em março de 2018.

O policial militar reformado Ronnie Lessa, de 48 anos, e o ex-policial militar Elcio Vieira de Queiroz, de 46, foram denunciados pelos crimes de homicídio qualificado de Marielle e Anderson e por tentativa de homicídio de Fernanda Chaves, assessora de Marielle, que sobreviveu ao ataque.

Segundo os investigadores, Lessa efetuou os disparos contra Marielle e Anderson, enquanto Queiroz dirigiu o veículo de modelo Cobalt usado durante o ataque.

Os investigadores ainda não sabem, no entanto, qual foi a motivação para o crime e quem teria sido o mandante, se é que houve algum. Essas questões serão objeto de uma segunda etapa da investigação, que já está em andamento.

Em entrevista coletiva na manhã desta terça-feira, o governador do Rio, Wilson Witzel, disse que os suspeitos poderão fazer uma delação premiada, se assim quiserem.

Lessa foi preso em sua casa, no condomínio Vivendas da Barra, na Barra da Tijuca – mesmo local onde o presidente Jair Bolsonaro (PSL) tem casa. Segundo os investigadores, o fato não foi relevante para esta etapa da investigação.

Marielle FrancoDireito de imagemMÁRIO VASCONCELLOS/CMRJ
Image captionSegundo investigadores, ataque que vitimou Marielle Franco e Anderson Gomes foi planejado ao longo de 3 meses

Quem são os presos

Em entrevista coletiva na manhã desta terça-feira, Giniton Lages, chefe da Delegacia de Homicídios da Capital, responsável pela investigação, disse que os autores dos assassinatos cometeram “um crime perfeito”, o que fez os investigadores concentrarem sua atenção em pessoas que teriam a capacidade técnica de cometê-lo.

Lessa, acusado de efetuar os disparos, é policial reformado. Também trabalhou na Polícia Civil e foi membro do Batalhão de Operações Especiais da PM (Bope), segundo Lages. Por sua experiência, avalia o delegado, era capaz de cometer um crime sofisticado.

Durante a investigação, diz Lages, observou-se que Lessa tem “obsessão por personalidades que militam à esquerda”. “Numa análise do perfil dele, você percebe ódio e desejo de morte, você percebe alguém capaz de resolver diferenças dessa forma (matando)”, diz o delegado.

Ainda que não seja possível afirmar qual foi a razão para o crime, o delegado a descreve como “motivo torpe”.

A investigação foi feita com a quebra de dados do celular de Lessa. Segundo o delegado, ele fazia buscas por informações ligadas a Marcelo Freixo e também ao general Richard Nunes, então secretário de Segurança Pública do Rio.

Segundo o delegado, a confirmação de que de fato era Lessa no carro foi possível por métodos que não serão divulgados.

Em nota, a PM-RJ afirmou que Lessa ingressou na corporação em 1991 e, a partir de 2003, atuou como adido na Polícia Civil, onde permaneceu até sofrer um atentado que o afastou das atividades policiais, em 2010.

“Em decorrência de sua prisão na manhã desta terça-feira, a Corregedoria Interna da Polícia Militar do Rio de Janeiro já se colocou à disposição da DHC (Delegacia de Homicídios da Capital) e do Gaeco para colaborar no que for possível em relação ao inquérito que resultou na Operação Lume. A Corregedoria aguardará o envio de informações sobre o envolvimento do sargento para adoção de medidas disciplinares cabíveis.”

Queiroz, que seria o motorista do carro, foi expulso da PM-RJ em 2015, após se tornar réu na Operação Guilhotina, realizada pela Polícia Federal, em 2011, e voltada contra policiais fluminenses acusados de corrupção. Segundo a PM-RJ, Queiroz foi expulso em razão de envolvimento “em atividade ilegal de exploração de jogos de azar” e não tem mais qualquer vínculo com a corporação.

Os promotores e policiais não descartam a possibilidade de que houvesse uma terceira pessoa no veículo, algo que será avaliado na próxima etapa da investigação.

Como foi o ataque, segundo as autoridades

“A empreitada criminosa (contra Marielle e Anderson) foi meticulosamente planejada durante os três meses que antecederam o atentado”, diz em nota o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ).

A operação foi batizada de Lume – uma referência ao Buraco do Lume, onde Marielle atuava num projeto chamado Lume Feminista.

“É inconteste que Marielle Francisco da Silva [nome de batismo da vereadora] foi sumariamente executada em razão da atuação política na defesa das causas que defendia”, diz a denúncia, que classificou o atentado como um “golpe ao Estado Democrático de Direito”.

Os investigadores dizem que os assassinos sabiam onde Marielle estaria, em um compromisso na Casa das Pretas, na Lapa, e tinham informações sobre o carro que a levava.

Eles reconstituíram, por meio de imagens de câmeras de rua, a viagem de cerca de uma hora feita pelo carro, da Barra da Tijuca até o endereço onde estava Marielle. A identificação do veículo foi possível, segundo o delegado, porque ele tinha um “defeito traseiro inconfundível”.

Ao chegarem ao endereço, não encontraram o carro do motorista Anderson, então deram uma volta no quarteirão. Na segunda volta, toparam com o veículo e estacionaram próximo a ele. Ficaram lá por duas horas, até que Marielle deixou o local.

Os assassinos seguiram o carro e efetuaram os disparos a alguns quilômetros dali.

Além das prisões, a operação realiza mandados de busca e apreensão nos endereços dos denunciados para apreender documentos, telefones celulares, notebooks, computadores, armas, acessórios, munições e outros objetos.

Os promotores do Gaeco/MPRJ concederão uma entrevista coletiva sobre a operação na tarde desta terça-feira. Desde o fim da manhã, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC) e policiais civis envolvidos na investigação também estão dando detalhes da operação a jornalistas.

Além dos pedidos de prisão, o Ministério Público pediu a suspensão da remuneração e do porte de arma de fogo de Lessa, além da indenização por danos morais aos parentes das vítimas e do pagamento de uma pensão ao filho de Anderson até que ele complete 24 anos.

Repercussão

A prisão da dupla teve grande repercussão nas redes sociais – o termo #MarielleFranco entrou na lista dos trending topics globais no Twitter.

Muitos, porém, cobravam a identificação dos mandantes do ataque – e não apenas dos executores -, além da elucidação dos motivos do crime.

Os pedidos pela responsabilização dos mandantes foram endossados pela arquiteta Mônica Benício, viúva de Marielle.

“Parabéns às promotoras, e a todos os envolvidos. Espero poder ter acesso aos detalhes para que sinta segurança nesse resultado. Mas ainda falta a resposta mais urgente e necessária de todas: QUEM MANDOU MATAR Marielle? Espero não ter que aguardar mais um ano para saber”, ela escreveu no Twitter.

Em nota, a ONG Anistia Internacional pediu que um grupo independente de especialistas possa acompanhar as investigações. “A organização reitera que ainda há muitas perguntas não respondidas e que as investigações devem continuar até que os autores e os mandantes do assassinato sejam levados à Justiça”, diz a ONG.

Outra ONG, a Human Rights Watch, afirmou que a detenção dos suspeitos, “se confirmadas as evidências sobre seu envolvimento, é um passo muito importante na eludicação deste grave crime que chocou o Brasil e o mundo”.

“Para além disso, permanece o desafio fundamental de que os investigadores da polícia e o Ministério Público avancem no inquérito que visa identificar os mandantes do assassinato. A sociedade precisa saber não só quem apertou o gatilho, mas quem mandou matar e o porquê”, diz a organização


Há um ano, neste site e em todas as mídias do Brasil, policiais militares de todos os estados indignados com as primeiras suspeitas dando conta de que o crime de mando teria a participação de PMs, a grita foi geral.

Ocorre que , a grande maioria, em vez de atacar a generalização criminosa preferiram atacar a honra da morta.

O que fazem até hoje ; com comparações levianas , inclusive!

Como se uma morte de “uma pessoa de bem” fosse mais importante do que a morte de uma vereadora negra lésbica militando em defesa dos direitos de minorias ; pessoa de bem na ótica deles! 

Aí está a denúncia apontando para os executores: DOIS POLICIAIS MILITARES E MILICIANOS! 

Como se diz na PM, para os expulsos e aposentados ,  não existe ex-soldado…

E os aposentados continuam com funcional e direito a porte de arma. 

 

  1. Isso ai qualquer policial calça branca que entenda o mínimo de investigação estava cansado de saber… Estava na cara de todos que quem tinha matado a vereadora era PM… Agora pelo visto essa história ainda vai feder mais ainda estão especulando laços escusos com pessoas do alto escalão do governo Federal. Será???

  2. Morte de Marielle pode derrubar Bolsonaro
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    Publicado em 12 de mar de 2019
    Há uma avalanche de indícios ligando o clã Bolsonaro ao crime organizado do Rio de Janeiro (milícias). Acaba de surgir fato que pode ligar Bolsonaro aos assassinos de Marielle Franco: ele tem uma casa no condomínio em que mora um dos assassinos dela, que acaba de ser preso. Mas não é só. Tem muito mais. Morte de Marielle pode derrubar Bolsonaro.

    ACESSE O SITE DO BLOG DA CIDADANIA

  3. Para quem quiser perder tempo existe um blog, pago, chamado 247, 2+4+7=13, ficou alguma dúvida a que se presta este blog. Lá veremos a manchete; Gleise rebate Ciro: “É UM CORONEL OPORTUNISTA RESSENTIDO E COVARDE.

    Já por outro lado o “coroné” Ciro disse com todas as letras: “Gleisi é “chefe de quadrilha”.
    “Eu estou falando a verdade. Não vale me processar por dano moral. Me processe por calúnia que tenho direito a demonstrar. É só tirar certidões das acusações do Ministério Público. Quantos tesoureiros o PT tem? Estão todos presos. Lula apoiou Sérgio Cabral até o gogó. Quem nomeou Michel Temer vice, contra minha opinião?”, disse o político, que ainda se sente “agredido, caluniado, atropelado pelas costas por essa canalha da cúpula do PT”.

    Como podemos ver NÃO EXISTE SANTO, mais alguns têm os seus corruptos e criminosos de estimação.
    O que o PT tem muito o que falar sobre o homícido do Celso Daniel, isso e mais outras iguais a estas vão manter o PT e os Petralhas por muitos e muitos anos longue do palácio da planalto.

    • Continue com o bloguinho terça-livre, esse sim traz informações que bolsominions acéfalos gostam de acompanhar.

      • E você é genial?
        Cuidado para não cair de quatro, periga você ficar na sua posição natural!
        Você só lê e publica as mesmas m…. que lhe interessa, e só serve para confirma as suas convicções, o contra ponto não lhe interessa coisa de gente muito “inteligente”, coisa que você não é e nunca foi, visto as bandeiras e pessoas que você defende.

  4. Lorota, não existe motivação plausível para que a morte da Vereadora fosse arquiteta por políticos, contraventores ou milicianos… quem matou Marielle foram os criminosos do CV Nova Holanda, porque ela estava defendendo os caras do TCP.

  5. Lorota, não existe motivação plausível para que a morte da Vereadora fosse arquitetada por políticos, contraventores ou milicianos… quem matou Marielle foram os criminosos do CV Nova Holanda, porque ela estava defendendo os caras do TCP.

  6. Marielle era a única política no Rio de Janeiro que defendia os policiais civis e militares

    Marielle era a única política no Rio de Janeiro que defendia os policiais civis e militares

    (Existem alguns políticos cariocas que dizem defender policiais, mas no máximo defendem seus cúmplices milicianos.)

    Leiam:

    http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2018/03/vereadora-marielle-franco-atuava-em-favor-de-policiais-vitimas-de-violencia.html

    https://noticias.r7.com/prisma/coluna-do-fraga/marielle-franco-tambem-defendia-familia-de-pms-assassinados-15032018

    https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/mae-de-policial-assassinado-relembra-ajuda-de-marielle-franco-no-caso-foi-imbativel.ghtml

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