7 x 1 – Alemanha tem “muito a aprender” com o Brasil, diz Bolsonaro…(Bostonaro, só fala merda! ) 24

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Comentário de leitor do Flit:

O Bozzonaro só dá bola fora.
Falar para a Chanceler da Alemanha, uma das mulheres mais importantes do planeta, quiça a mais importante, líder da maior economia européia e uma das maiores do mundo que o Brasil tem muito para ensinar para a Alemanha, é de uma grosseria sem precedente na diplomacia brasileira.
Bozzo, não temos nada a ensinar para a Alemanha, nem no futebol que tomamos de 7 a 1.

Autor: PC

Paulo Marinho: “se dependesse de mim, Doria já era presidente hoje” 4

‘Patrocinador’ de Bolsonaro diz agora que Doria é mais preparado para Presidência

Empresário Paulo Marinho acha que ‘há delírios completos’ no entorno do presidente

27.jun.2019 às 12h52

Catia Seabra
Rio de Janeiro

Um dos principais apoiadores da candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência da República, o empresário Paulo Marinho cedeu casa, carro e até cozinheira para o hoje presidente. Ao longo da campanha, sua academia foi convertida em estúdio do programa eleitoral de Bolsonaro.

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No dia seguinte à eleição, Bolsonaro pediu que a casa abrigasse a primeira reunião de composição ministerial. Desde então, o presidente não procurou mais Marinho. Agora essa estrutura está a serviço do governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Paulo Marinho, vestido com suéter preto e óculos, gesticula com caneta na mão
O empresário Paulo Marinho, suplente do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), em seu escritório no Rio – Ricardo Borges/Folhapress

Recém-filiado ao PSDB, Marinho terá a tarefa de estruturar o partido no Rio com vistas a 2022. Marinho chama Bolsonaro de voluntarista e diz que Doria é melhor que o presidente.

Segundo Marinho, que ainda é suplente do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente, o tucano é “um sujeito de sucesso, diferentemente do capitão cuja formação não é a mesma do governador Doria”.

O presidente Jair Bolsonaro já admite concorrer à reeleição. Mas o sr. manifesta apoio ao projeto Doria 2022. O que fez o sr. mudar de candidato seis meses depois da posse? O sr. se arrependeu de apoiar Bolsonaro? Não. Estava engajado, entusiasmado e acreditando —​como acredito até hoje— que o projeto João Doria é a melhor solução política para o Brasil. Mas ele não conseguiu viabilizar a candidatura dentro do partido. Comecei a ajudar o capitão sob a perspectiva de que era o único que poderia derrotar o PT.

Por isso, não se arrepende? A candidatura do capitão Jair Bolsonaro é um atalho que peguei para que houvesse uma alternância de poder no governo federal. O João Doria não era candidato na ocasião. E ele era meu candidato originário. E abracei a candidatura do capitão por essa questão [derrotar o PT]. De fato foi o que aconteceu. O capitão deixou de ser uma piada como no início da candidatura dele.

Paulo Marinho está ao lado do governador João Doria. Todos estão vestidos com a cor preta. Ao fundo vê-se plantas iluminadas por uma luz amarela.
O empresário Paulo Marinho e João Doria, em evento no Rio – Divulgação

Mas nunca foi seu candidato? Nunca me passou pela cabeça me dedicar aí a uma candidatura… Até porque, enfim, ninguém acreditava nessa possibilidade. Mas, quando ele me procurou, e entendi o projeto dele, resolvi ajudá-lo.

Qual foi a última vez que o sr. falou com o presidente? Ele se elegeu no domingo (28 de outubro), na segunda à noite (29) telefonou pedindo para fazer a primeira reunião de composição ministerial aqui em casa. O capitão estava sentado aqui nesta mesa, nesta cadeira. Depois dessa reunião, não mais estive com o capitão.

O que foi que aconteceu? Ele é presidente da República e tem os afazeres dele. É natural que ele se cerque do núcleo mais íntimo, do qual nunca fiz parte.

Aliados do presidente dizem que o sr. queria ser vice dele. Já ouviu isso? Já. Mas é delírio.

Tem muito disse-me-disse no entorno do presidente? Há delírios completos. Isso aí é uma ficção. Acompanhei todo o processo da vice-governança.

No entorno do Bolsonaro, há quem diga que o sr. está por trás das denúncias contra o Flávio Bolsonaro por ser o beneficiário direto da cassação de seu mandato. Já ouvi isso. Existe um grupo que cerca algumas pessoas da família e que padecem da síndrome da conspiração. Essas pessoas viveram a vida inteira nesse ambiente e acham que tudo que não está dentro daquele núcleo familiar resulta em conspiração. Ajudei muito o Flávio durante a campanha. Aliás, sou suplente a convite dele próprio. A informação que tive foi de que a sugestão foi do próprio pai.

Quando o sr. falou com o Flávio pela última vez? Umas duas semanas após a diplomação. Conversamos aqui em casa e falamos sobre o assunto do Queiroz e, desde então, falamos umas duas ou três vezes ao telefone. Depois estivemos em Brasília na posse.

Ele pediu ajuda no caso do Queiroz. Não foi? Não pediu ajuda. Trocou ideia sobre o assunto me pedindo opinião a respeito de comunicação e jurídico. Disse-lhe: “Você deve ficar tranquilo porque nada vai te alcançar diante do relato que está fazendo”. Ele estava revoltado com a maneira que estava sendo tratado. Acho que o Flávio não tem participação nesse episódio do Queiroz. Acho que o Queiroz traiu a confiança do Flávio.

O que o sr. acha de o presidente creditar a vitória dele ao filho e vereador, Carlos Bolsonaro? É uma maneira de querer acarinhar o filho. Mas não corresponde à realidade.

O sr. acha que é injusto? O sentimento de gratidão é muito importante na vida de um modo geral. Mas na política é mais importante ainda. Acho que o capitão não tem tido esse sentimento com algumas pessoas que o cercaram e o ajudaram muito a chegar lá.

O sr. acha que faltou isso no processo de demissão do Bebianno? Totalmente. Não houve gesto de gratidão. Inclusive a maneira com que ele tratou a demissão. A consequência mais grave disso é que outras pessoas quando veem um episódio desses ficam imaginando quem será o próximo. Cria uma dificuldade de liderar em função disso. ‘Se o sujeito tratou assim esse aliado de primeira hora, como vai me tratar?’

O presidente atribuiu sua vitória ao Carlos Bolsonaro. O sr. viu isso na campanha? Não vi. Estive duas vezes com o Carlos Bolsonaro na campanha. As duas na minha casa. Uma quando ele organizou uma live com um grupo de influenciadores de direita com o capitão e o Paulo Guedes. E a outra quando o capitão foi entrevistado no JN, em um ‘media training’. Enfim. A pergunta qual era?

Se Carlos exercia essa função na campanha. Não. Não sei no âmbito da família. Aqui funcionava o núcleo da campanha. Quando houve o segundo turno, vieram 42 pessoas aqui para dentro. Sob o comando do Gustavo Bebianno e do Marcos Carvalho. O Marcos Carvalho que, através da empresa dele, a M4, cuidou da rede do PSL e da campanha.

Quem cuidou da rede social do capitão, que na ocasião não era do tamanho que é hoje, foi o Carlos Bolsonaro. Era quem tinha a senha da rede social do capitão. Então era ele que cuidava. Ele trabalhava lá na casa do capitão. Depois da facada, o capitão ficava muito mais tempo na casa dele. Eu assistia aos programas da TV no horário que todo mundo assistia. Nem sabia do que tratava.

O que o sr. achou da demissão do ex-presidente do BNDES? Foi uma maneira ruim. O capitão não é bom de demitir. A demissão do Bebianno e a do general Santos Cruz mostram isso.

Por que o sr. acha que Doria é melhor candidato do que Bolsonaro? Doria teve uma vida empresarial de grande sucesso. Um sujeito de sucesso, diferentemente do capitão cuja formação não é a mesma formação do governador Doria. Segundo, Doria enfrentou uma eleição para prefeitura dificílima e ganhou em primeiro turno. Governou a cidade de São Paulo com muito sucesso.

Aí ele enfrentou uma segunda eleição para o governo do estado de São Paulo, que é quase um país, e ganha com quase todas as forças políticas contra ele, inclusive de dentro do próprio partido. Conheço a maneira como ele trata a gestão pública. Com a mesma competência que uma empresa de sucesso. De longe o mais preparado para governar o Brasil.

Então, o sr. acha que ele é melhor do que o Bolsonaro para a Presidência. Não são candidatos juntos. Não sei se serão. Se essa opção me fosse dada, obviamente eu votaria no João Doria. Aliás, estou no PSDB. Aceitei esse desafio por acreditar no projeto político do João Doria.

Se depender do sr., Doria é candidato em 2022. Se dependesse de mim, Doria já era presidente hoje. Acredito que o capitão vá cumprir a promessa de campanha e não vá tentar a reeleição. Se Bolsonaro concorrer, coisa que não acredito, Doria será meu candidato. Vim para o partido para isso. Para ajudá-lo a construir o novo PSDB e construir a candidatura dele. Ele quer fazer a história do PSDB daqui para frente.

O sr. diz que o Doria é a melhor liderança do PSDB… O Doria hoje é, talvez, uma das maiores lideranças do Brasil. Do PSDB, disparado. Não tem ninguém dentro do partido com maior protagonismo do que ele.

Qual será o futuro de nomes como Geraldo Alckmin e Aécio Neves? Não tenho capacidade de prever isso. No caso do Aécio, são muitos fortes os problemas que ele enfrenta na Justiça, nos inquéritos e nos processos. E acho que em algum momento ele vai se distanciar do partido. Ele perdeu a condição de liderar o PSDB. Ouvindo aquele áudio, aquelas conversas, naquela intimidade dele, difícil acreditar que não haja um… Aquilo foi ruim para a história dele.

O sr. acha que as denúncias contra o Alckmin, o Serra, o Aloysio Nunes não têm tamanha gravidade? Não é que não tenham gravidade. Não conheço os detalhes de cada investigação, nem dos processos ou das acusações. Obviamente que este ambiente que a imprensa noticia não favorece o partido. Tanto assim que diminuiu de tamanho, de representação, justamente por causa desses episódios. O que o governador Doria quer para o partido, obviamente, não é ter esse ambiente ao lado dele. Ele está querendo deixar isso para o passado para construir um novo PSDB.

Essa é sua missão também. Minha missão aqui é muito mais difícil. PSDB do Rio, na origem, é o PDT, do Marcello Alencar. O PSDB cresceu com essa marca. Agora eu espero que a gente possa construir o PSDB dentro dessa liderança do João Doria. O PSDB chegou ao extremo de não eleger um deputado federal no Rio de Janeiro. Mostra a situação do partido aqui.

O sr. atuou como consultor do Crivella? – Quando o Crivella ganhou a eleição [para prefeito do Rio em 2016], propus que recebesse pessoas que amam o Rio para ajudar em planos para o governo dele, pro bono, sem nenhum interesse. Esse trabalho foi entregue ao Crivella e ele não se interessou a dar prosseguimento a essas sugestões pela falta de vocação dele de ser prefeito. Ele não gosta de ser prefeito do Rio, não conhece a cidade, não ama a cidade.

O PSDB vai lançar candidato à Prefeitura do Rio? O PSDB vai eleger o futuro prefeito do Rio.

Delegados civis e federais querem regras iguais às das Forças Armadas 29

Policiais fazem lobby por regra como a de militares

Policiais federais e civis não querem idade mínima e reivindicam aposentadoria com o último salário da ativa

Eduardo Rodrigues e Camila Turtelli, O Estado de S.Paulo

26 de junho de 2019 | 11h14
Atualizado 26 de junho de 2019 | 21h30

BRASÍLIA – Os delegados das polícias civil e federal correm contra o tempo para tentar convencer os deputados a apresentarem mudanças ao relatório do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) que garantam regras mais brandas para a categoria.

O objetivo é se igualar às regras das Forças Armadas, sem idade mínima para a aposentadoria e com integralidade (se aposentar com o último salário da ativa) e paridade (ter os mesmos reajustes da ativa), além da pensão integral por morte.

Soldados do Exército Brasileiro

Assim como as Forças Armadas, delegados civis e federais desejam regras de aposentadoria mais brandas Foto: ASCOM / Divulgação

Em troca, segundo o presidente da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Judiciária (ADPJ), Rafael Sampaio, que representa 8 mil delegados, a categoria está disposta a aceitar as mudanças propostas no projeto de lei para as Forças Armadas, que prevê 35 anos de contribuição, sendo 25 anos de atividade como delegados.

O relatório apresentado na Comissão Especial estabelece um tempo de contribuição até menor para a categoria, de 30 anos, mas acaba com a possibilidade de aposentaria com o mesmo salário da ativa e de receber os mesmos reajustes de quem ainda está trabalhando. O texto também exige uma idade mínima de 55 anos para a aposentadoria de homens e mulheres nessa função.

“É preciso fazer a conta entre o custo da violência e o custo da Previdência”, disse Sampaio. Segundo ele, a economia prevista pelo governo com aposentadoria da categoria é de R$ 4,8 bilhões em dez anos. Com condições iguais às dos militares, a economia seria reduzida para R$ 2,8 bilhões nesse período.

Pensão por morte

Outro ponto que os delegados desejam alterar no texto de Moreira é a previsão de que a pensão por morte seja paga integralmente apenas nos casos de óbitos em decorrência de agressões durante o serviço. Para Sampaio, a pensão integral deve ser paga em todos os casos relacionados à atividade policial, incluindo as doenças decorrentes do trabalho: “Esse é um governo que foi eleito pela pauta da segurança pública, mas está muito mais voltado para o endurecimento de penas do que para a melhoria das condições de vida e trabalho dos policiais”.

O delegado afirmou ter o apoio de 22 dos 49 deputados titulares da comissão, mas outros 20 estariam indefinidos, incluindo todos os do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro.

Para tentar conter modificações que possam reduzir a economia esperada pela reforma da Previdência, a equipe econômica do governo se reuniu na terça-feira com os delegados e policiais do PSL. A demanda pela simetria não parte apenas dos deputados do PSL, mas de toda a bancada da bala da Câmara. Eles pedem pela igualdade para regras como integralidade, paridade, pensão integral e alíquotas.

O presidente da comissão, Marcelo Ramos (PL-AM), criticou a possibilidade do PSL apresentar o destaque: “Não dá para o partido do presidente fazer destaques de votação separadas de tema que comprometam, do ponto de vista fiscal, a reforma.”

Sensibilizado com a injustiça de Bolsonaro , Rodrigo Maia defende policiais civis dos Estados , da União e a isonomia previdenciária com militares 12

Maia apadrinha policiais e engata diálogos sobre isonomia previdenciária com militares

Publicado em Economia

RODOLFO COSTA

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não caiu nas provocações feitas pelo presidente Jair Bolsonaro e respondeu com classe e estratégia as críticas de que o Parlamento quer torná-lo “uma rainha da Inglaterra”. Sem precisar responder na mesma moeda, com uma postura de confronto, o demista recebeu, na segunda-feira (25/6), na Residência Oficial da Presidência da Casa, representantes da Polícia Civil, Polícia Federal (PF) e Polícia Rodoviária Federal (PRF) para discutir a isonomia da aposentadoria das categorias em relação aos policiais militares e oficiais das Forças Armadas.

Politicamente, o movimento de Maia foi um tiro certeiro, avaliam aliados. Tudo foi feito com base no diálogo entre ambas as partes, sem pressão. Afinal, eles se sentem traídos pelo governo. Em Maia, os policiais passaram a vê-lo como aliado. Antes do envio da reforma da Previdência, o Planalto sinalizou que as categorias teriam um regime diferenciado de aposentadoria. As categorias buscaram o então secretário-executivo da Casa Civil, Abraham Weintraub, atual ministro da Educação, e ouviram dele que as aposentadorias dos agentes das forças auxiliares de segurança pública seriam tratadas em um texto à parte da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/2019. No entanto, não foi isso o que aconteceu.

O governo, no entanto, descumpriu a promessa. A reforma da Previdência prevê 55 anos de idade mínima para ambos os sexos e 25 anos de contribuição, no caso das mulheres, e 30 anos para homens. Além disso, estabelece 15 anos de exercício em cargo para mulheres e 20 anos para homens. Mais recentemente, em reunião com policiais federais, Bolsonaro ordenou às lideranças do governo no Congresso e os ministros da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e da Economia, Paulo Guedes, que atendessem ao pleito dos policiais e negociassem a isonomia das aposentadorias com os militares. Nada ocorreu.

Sucateamento

Desamparados pelo governo, encontraram amparo no Parlamento. Os deputados Luis Miranda (DEM-DF), Alan Rick (DEM-AC), Expedito Netto (PSD-RO e Hugo Leal (PSD-RJ) foram alguns que intercederam a favor dos policiais e apresentaram à Comissão Especial da reforma da Previdência emendas para garantir a paridade das aposentadorias. Cálculos feitos por essas classes apontam um impacto de R$ 2 bilhões em 10 anos. Ou seja, a economia prevista no substitutivo do relator, Samuel Moreira (PSDB-SP), reduziria de R$ 915 bilhões para R$ 913 bilhões. Para as polícias, é um preço pequeno a se pagar para evitar o sucateamento humano das forças auxiliares de segurança pública.

As contas serão testadas por economistas ligados a Maia. Batendo os números, a propensão do demista é encampar a emenda 41, do deputado Luis Miranda (DEM-DF), responsável por ter levado ontem os policiais ao presidente da Câmara. O dispositivo mantém as regras atuais. Hoje, os policiais se aposentam sem idade mínima e com contribuição de 30 anos para homens, com 20 de exercício, e 25 para mulheres, com 15 de exercício. Antes do envio da reforma da Previdência para a Câmara. “O que propus não é nada mais do que Justiça em igualar as aposentadorias com o que foi oferecido aos militares. Quem está na rua sendo ameaçado todos os dias e lutando pela nossa segurança pública são eles”, sustentou o parlamentar.

Simbolismo

Por isso, o gesto de Maia tem um simbolismo político preponderante, reconhecido até por lideranças entre os policiais. “Grande parte está taxando o governo de traidor”, admitiu o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Luís Boudens. Em toda a reforma da Previdência, os policiais são as únicas categorias que não são diferenciadas em gênero. A pensão pós-morte, que para os militares se manterá integral, para os policiais, será reduzido à metade. “Como nós podemos nos dedicar da mesma forma se criam distorções como essas? A categoria se sente traída, e, em parte, eu também. Mas falo de uma traição do governo como um todo. A imposição da equipe econômica sobre o presidente está prevalecendo e o ministro Moro (da Justiça) está se isolando junto às bases da PF e PRF”, acrescentou.

Sem ser pressionado, o presidente da Câmara basicamente apadrinhou as categorias policiais, o que, politicamente, é um trunfo poderoso. “Maia mostrou hoje (ontem) uma sensibilidade que o governo não demonstrou. O sentimento em relação ao governo, eleito com a pauta da segurança pública, é de desprestígio e traição com quem o apoiou. Vemos um governo preocupado em apresentar pautas de aumento da punição, mas esquece do lado humano”, criticou Rafael Sampaio, presidente das Associações Nacionais dos Delegados de Polícia Judiciária (ADPJ).

http://blogs.correiobraziliense.com.br/vicente/maia-apadrinha-policiais-e-engata-dialogos-sobre-isonomia-previdenciaria-com-militares/

Dr. Roberto Monteiro de Andrade Junior pacificando e construindo nova realidade na região mais complexa da Polícia Civil de São Paulo – a Seccional Centro 60

Três décadas de serviços prestados à sociedade brasileira”

Seriedade, competência, experiência e compromisso, aliados à tradição familiar, explicam o êxito que tem marcado as três décadas de bons serviços prestados à sociedade brasileira pelo Delegado Roberto Monteiro de Andrade Junior.

Ele tem escrito sua história de vida não só como policial eficiente, mas igualmente como professor e cidadão atuante.

Na área da segurança pública se notabilizou como um bem-sucedido administrador de unidades policiais, com vasto currículo de realizações em todas as localidades onde atuou.

Desde janeiro do corrente, início do governo João Doria , passou a ocupar o cargo de Delegado Seccional de Polícia da 1ª Seccional do DECAP, com o compromisso de recuperar o prestígio da Polícia Civil junto à comunidade e estabelecer uma relação mais humanizada entre a Administração e seus policiais civis operacionais, sempre muito exigidos e pouco reconhecidos.

 Dr. ROBERTO MONTEIRO. DE ANDRADE JUNIOR

A repressão ao jogo de azar é constante na Polícia Civil, pois, trata-se de uma contravenção que guarda forte relação com o crime organizado. Em caso de reincidência específica (novos casos no mesmo local), a Seccional Centro tem contado com o irrestrito apoio da Prefeitura de SP (Sub-Prefeitura da Sé) para a aplicação da pena administrativa de emparedamento, como aconteceu hoje no Bar do Tigrão (com 21 caça-níqueis no total) em um ponto de jogo de bicho (3 flagrantes). Sempre vamos agir com rigor em todas as manifestações criminosas, para cumprir a lei e proteger a sociedade.

 

#policiacivil_sp #decap#seccionalcentrosp#delegadorobertomonteiro

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A LÍNGUA VIPERINA DA REPÚBLICA – Carlos Bolsonaro sonhando ser prefeito da cidade do Rio quer a construção de autódromo em área das milícias e ataca o governador João Doria que defende a manutenção da corrida em São Paulo 8

João Doria criticou a estrutura do Rio de Janeiro para sediar a competição e se comprometeu a defender o interesse do estado em manter o evento. “Quem deve defender o Brasil é o Bolsonaro. A mim compete defender os interesses de São Paulo”, disse.

“Não tenho a menor dúvida que vamos manter. Nós não vamos perder a Fórmula 1”, disse o prefeito Bruno Covas.

Segundo o prefeito, o GP rendeu à capital paulista R$ 344 milhões e gerou cerca de 10 mil empregos em 2018.

No evento, Doria também afirmou que não quer “desmerecer a palavra do Presidente da República, tampouco a do governador do Rio de Janeiro”, mas criticou a estrutura do estado, que pretende construir um novo autódromo na região de Deodoro para sediar o evento.João Doria e Bruno Covas posam com secretários de governo e executivos da Fórmula 1 nesta terça-feira (25). — Foto: Patricia Figueiredo/G1

“Vão lá visitar Deodoro e ver se há condições de você nesse prazo fazer qualquer coisa ali. Recomendo que vocês vejam com seus próprios olhos, sobrevoem a área [do novo autódromo de Deodoro], com drone ou de helicóptero, porque vocês não vão conseguir chegar, não tem estrada para chegar lá. Só a cavalo”, disse João Doria.

 

Carlos Bolsonaro , contrariado ,  ofende o Governador João  Doria nas redes sociais: “Isentão ensaboado”

Carlos Bolsonaro
Reprodução Instagram

Carlos Bolsonaro criticou o governador João Doria apenas para defender a pavimentação de sua candidatura à prefeitura do Rio apadrinhando os interesses de milicianos que controlam  o bairro de Deodoro, na zona Oeste daquela capital

O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) voltou a atacar um aliado do pai, o presidente Jair Bolsonaro, nas redes sociais. Desta vez, a vítima foi o governador de São Paulo, João Doria, que criticou a provável mudança da etapa brasileira da Fórmula 1 da capital paulista para o Rio de Janeiro.

“O isentão ensaboado manja muito mesmo”, disparou Carlos Bolsonaro, que anexou uma matéria que fala das críticas de Doria a um possível autódromo no bairro de Deodoro.

O Tucano João Doria  ajudou a onda bolsonarista nas últimas eleições.

A campanha “Bolsodoria” aproximaram o presidente e o governador do estado mais rico da União.

BOLSONARO QUER SURRUPIAR A FÓRMULA 1 DE SÃO PAULO 

Mas a disputa pelo Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 escancarou um afastamento entre os dois políticos.

Na segunda-feira (24), Bolsonaro afirmou que há 99% de chance do Rio a sediar uma prova da Fórmula 1 a partir de 2021.

Ele se reuniu no Palácio do Planalto com Witzel e o diretor executivo da competição, Chase Casey. Também participou do encontro o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho mais velho do presidente.

O contrato vence ano que vem em São Paulo e eles resolveram tomar a Fórmula 1 para o Rio de Janeiro.

“Obviamente, ou será isso ou a saída do Brasil. Em comum acordo, o senador, nosso governador, o prefeito Crivella e o senhor Chase também, (definiram que há) praticamente 99% de chance, ou mais, de ter a Fórmula 1 a partir de 2021 no Rio de Janeiro”, disse Bolsonaro .

CONSTRUÇÃO DE AUTÓDROMO EM TERRAS DE MILICIANOS

Deodoro, bairro planejado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo governador Wilson Witzel (PSC) para receber a corrida, é inadequado para o evento. A área é controlada por milicianos que com a  construção do autódromo esperam lucrar com a especulação imobiliária e venda de segurança privada.

Carlos Bolsonaro , famoso pelo desequilibrio  emocional e pelas frequentes críticas aos aliados do pai, como o vice-presidente Hamilton Mourão, entrou na briga e fez um novo desafeto.

O isentão ensaboado manja muito mesmo… 😂😂😂