Continuação – A Prática da Advocacia no Distrito Policial II…( Aula-show, só “virgens de puteiro” se indignarão! ) 17

“Se necessário serei testemunha do advogado!”

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk é por isso que eu leio este blog

Ademais, se quisessem saber um pouco mais da “estilística” do advogado antes de denunciar, bastava dedicar poucos minutos de pesquisa para achar outra palestra como aquela, que segue o link https://youtu.be/8_OKNaE7BF0

 

Pois quem denuncia deve reunir provaS (no plural), não? É um troço chamado “investigação”…

Carlos Eduardo

  1. Caro Doutor Conde!
    A associação e sindicato dos delegados deveriam se preocupar com outras questões como uma Nova Lei Orgânica, aproveitando a representatividade na Alesp.
    Mas não, já que os representantes sindicais gozam de garantias que o resto da classe não possui, hoje se um Delegado ou polivinil civil recusa registrar um BO de desaparecimento se animal, toma no cu na casa censora.

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  2. Basta cinco aninhos de faculdade de direito pra ser chamado de Excelentíssimo Senhor Doutor, sem prestar concurso?
    Então desafio esses advogados a participar de um concurso de 200 pessoas por vaga.
    Antes de vir desmerecer alguém e chamar todo mundo de bunda mole.

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  3. Por este motivo existe o tal Exame de Ordem: para atestar equivalência formal de capacidade profissional.
    Enquanto existir Exame de Ordem, este papinho de ser “melhor porque é concursado” não cola muito.

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    • Seria um argumento plausível se no caso em tela este senhor que aparece no vídeo falando abobrinhas tivesse prestado. Mas quando ele adentrou os quadros da ordem dos advogados o exame ainda não existia.

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    • Só te lembrando, que para prestar Concurso para Delegado tem que ter passado pelo Exame da OAB ou ter sido Policial.
      E ao meu ver, É melhor porque é concursado!

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      • Agente Secreto, no exame da OAB o candidato concorre contra o advogado do diabo e mais os milhares de inscritos que não querem ver a concorrência cada vez maior, quantitativamente falando! Tanto que a maioria dos policiais bacharéis não logram aprovação, delegados inclusive! Outros, conforme tenho acompanhado , depois de aposentados , levam quase três anos fazendo as provas .

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        • Cabe frisar que sim, o exame da OAB não pode ser considerado uma prova fácil, entretanto não esta acima do nível de nenhum concurso de nível médio com boa concorrência. É muito mais fácil passar em uma prova para OAB que passar para escrevente do TJSP.

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          • Rapaz ate p promotor ta mais facil q escrevente, nota de corte em torno de 86.
            Esses adv sequer se ligam em concurso, quantidade de vagas, ate pq sendo autonomos acreditam q um dia pegarao a causa da vida deles e ficarao riquíssimos, um dia uma aspirante falou p mim “vc tao novo ja quer ter salario limitado?” quando disse q iria para os concursos.
            Mas pelo visto, esse advogado ja idoso nao pegou A causa ainda, pois com esse terno verde musgo e falando FRAgrante (ai se tivesse português na prova da OAB…)..soh deve defender 157 e 155 e uns 33 peixe pequeno
            Enfim, que esse Dr respeite a Polícia Civíl

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        • Se o Advogado é mais inteligente do que o policial por que tem advogado vendendo churrasquinho e hot dog, e ainda com OAB em mãos não passa nem pra escrivão?

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  4. Meu nome é Vanderlei Pagliarini de Almeida Filho, Delegado de Polícia que responde pelo 1o. Distrito Policial de São Sebastião, Litoral Norte de São Paulo. Sem “nicknames” ou nomes falsos. Assisti o vídeo com a “palestra “ do advogado. Poderia o experiente causídico, caso essa postagem chegue ao conhecimento dele – e espero que chegue – explicar à luz da ética como definir o perfil do profissional da advocacia que confessa para uma plateia supostamente formada por operadores do Direito que durante os anos da faculdade colava nas provas para obter aprovação, fazia trabalhos de classe para outros estudantes como se eles fossem, e que se refere às pessoas que o procuram em confiança para defender suas causas como “satanás”, “bandido”, “vigarista” e “truta”. Poderia esclarecer Sua Senhoria por qual razão a polícia desejaria enxovalhar um investigado, quando seu patrono já o faz sem qualquer cerimônia e com indisfarçável sarcasmo. Custei a crer que se tratava de um advogado falando; tenho o maior respeito e admiração pela nobre classe dos advogados, que exercem função essencial à administração da Justiça e são, em sua expressiva maioria, exemplos de caráter e dignidade nas localidades onde militam. A lição, no meu ponto de vista, única, que se extrai após paciente acompanhamento do vídeo que expressa a espantosa verborragia desse senhor, é que toda generalização mordaz resulta em julgamentos levianos, irresponsáveis e sobretudo ofensivos.

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    • Vanderlei Pagliarini de Almeida Filho,

      Com todo respeito a Vossa Excelência, mas a luz da ética e da ciência jurídica qual a razão para reputar a fala do advogado como confissão ?
      Ele tem a maneira dele de falar, gostemos ou não !
      Observe bem, nos dois vídeos , ele faz critica a todos os operadores do sistema de justiça; começando pelo próprio exame da OAB e de advogados despachantes de corrupção, embora não empregue esse termo. Toda a generalização é criminosa, só que a exceção na Polícia Civil é a virtude. O Dr. pode ser uma delas, mas deveria saber – por mais puro que seja – que o órgão é corrupto , avacalhado e esculhambado por culpa própria e grande estímulo governamental.

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      • De fato ele tem um modo de todo peculiar de expressar o pensamento. Essa polícia quixotesca, caricata e corrupta até a raiz do cabelo que o advogado define como o perfil da Polícia Civil Bandeirante, não conheço e não reconheço, e com a visão de mais de 25 anos de exercício da profissão. Acredito que, como em qualquer instituição – e nem necessitamos de um Greenwald e seus hackers para demonstrar isso – há corruptos e incompetentes em nossos quadros, e também interesses indecifráveis nos bastidores das admissões e demissões de profissionais, como Vossa Senhoria bem o sabe. Não conheço o Dr. Françoso, mas é evidente que ele poderia transmitir mensagem de idêntico conteúdo em sua palestra sem que com isso lançasse mão do artifício da distribuição gratuita de bordoadas à direita e esquerda. Talvez a polícia que ele conheceu e vivenciou, nos tempos da aludida ditadura, seja todo o material que ele dispõe para pesquisa, o que autorizaria o distinto advogado a ministrar aulas de história, tão somente.

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  5. No começo do video estava achando engraçado.

    No final, lembrou-me alguns professores da Acadepol que contam mais histórias do que matérias propriamente ditas.

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