Glenn: vazamento sobre David Miranda é retaliação óbvia e patética à Vaza Jato 14

Glenn: vazamento sobre David Miranda é retaliação óbvia e patética à Vaza Jato

Em vídeo, jornalista do Intercept diz que Globo e Antagonista não fazem “jornalismo”, mas “parceria” com a Lava Jato, e por isso publicam vazamentos ilegais do Ministério Público sobre o deputado federal David Miranda, tentando prejudicar a imagem do parlamentar, que é seu marido, e a dele próprio. “Eles querem que você esqueça o caso de Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz e pensem que meu marido e eu temos uma reputação suja usando uma tática covarde, que são os vazamentos ilegais”. Assista

247 – O jornalista Glenn Greenwald, editor do The Intercept, publicou um vídeo nas redes sociais criticando duramente a Globo e o site O Antagonista por publicar vazamentos do Coaf envolvendo seu nome e o de seu marido, o deputado federal David Miranda (PSOL-RJ). Para Greenwald, trata-se da “retaliação mais óbvia, mais patética, mais falsa até agora em resposta às nossas reportagens da Vaza Jato”.

“É muito irônico, para começar. Porque um tema principal da nossa reportagem desde o começo é o fato de que o Ministério Público abusa o tempo todo vazando ilegamente informações de investigações para destruir reputações usando veículos da mídia como Antagonista e Globo, que não são jornalísticos, são parceiros [da Lava Jato]”, diz ele no vídeo.

https://www.brasil247.com/midia/glenn-com-vazamento-sobre-david-miranda-globo-faz-retaliacao-obvia-e-patetica-a-vaza-jato

#3 – ‘Sem Disfarce’: Para atrair prostitutas, cafetões oferecem de carona e brindes a moradia e café da manhã 1

#3 – ‘Sem Disfarce’: Para atrair prostitutas, cafetões oferecem de carona e brindes a moradia e café da manhã

Embora seja ilegal, a cafetinagem alcançou um nível que beira o profissionalismo na cidade de São Paulo. Para atrair garotas, os prostíbulos oferecem wi-fi, moradia, carona, toalhas, chapelaria, comissões em bebidas, brindes, bônus e até café da manhã. Por outro lado, obrigam o uso de salto alto, determinam horário mínimo para permanência, proíbem faltas, tabelam os valores dos programas com um percentual pro cafetão e vetam alguns tipos de roupa. No terceiro episódio da série Sem Disfarce, você vai descobrir que o canal de comunicação entre cafetões e garotas é a última página de anúncios de um jornal popular de empregos.

  • DURAÇÃO: 00:04:36

Foto enviada por cafetão mostra café da manhã que é 'cortesia' para prostitutas. Reprodução/WhatsApp (Crédito: )

Foto enviada por cafetão mostra café da manhã que é ‘cortesia’ para prostitutas. Reprodução/WhatsApp

POR PEDRO DURÁN (pedro.duran@cbn.com.br)

Um sino na porta acionado pelo ‘laçador’ ou uma das cafetinas avisa: tem cliente na casa.

Enfileiradas, as prostitutas se apresentam, com um beijo no rosto e o nome falso.

Mas para chegar até ali, elas foram recrutadas num processo que tem um caminho institucionalizado: os anúncios ficam na última página de um jornal popular de empregos, que custa R$ 1,50 nas bancas paulistanas.

O menor anúncio, de 20 palavras, custa R$ 235. Para não escrever vagas para ‘prostitutas’, o jornal aconselha usar ‘garotas’, ‘moças’, ‘massagistas’, ‘dançarias’ ou ‘atendentes’ e orienta citar os ganhos semanais.

Fizemos este caminho para chegar até os cafetões e cafetinas que, pelo whatsapp, nos mandaram detalhes de como seria o trabalho em mensagens como estas daqui.

“Oi, tudo bem, falamos aqui da Av. Santo Amaro, tá?”

“Qual que é seu nome? O meu nome é Pâmela, tá? Vou estar te mandando por escrito como funciona a casa”

“Meu maior horário de movimento é após as quatro da tarde, que é a hora que os homens saem do serviço”

“Os nossos clientes são mais de média idade e velhos”

“O valor do programa de uma hora é cento e oitenta reais, cem da menina. Meia hora é noventa, cinquenta da menina, pagamento diário, tem comissão de bebidas…”

“Eu não aceito nem lingerie nem biquini. O salto é necessário, tá? É obrigatório, mas você pode colocar uma calça, um body, um top, shortinho jeans, um vestidinho, como você se sentir melhor”

“Uma maquiagem não muito agressiva, uma maquiagem leve, com batom…”

“Sabe, a casa é uma família, eu trabalho com 15 a 20 meninas”

“A gente fornece camisinha, uma toalha por semana pra garota”

“Caso você venha de metrô é só me ligar que eu busco no metrô Penha”

“E tá sem foto aqui no perfil, a gente trabalha com entrevista”

“O mais importante aqui é simpatia e educação, quanto mais simpática você for, mais dinheiro você faz, tá bom?”

Para atrair as garotas de programa, as casas de prostituição oferecem wi-fi, moradia, carona de estações de metrô até o local, toalhas, chapelaria pra guardar os objetos pessoais, comissões para cada bebida que o cliente comprar, brindes e bônus em dinheiro e até refeições, como café da manhã.

Em um vídeo enviado por um dos cafetões, uma prostituta soma os ganhos no fim da noite.

“Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, setecentos reais. Setecentos e quarenta”.

De tão profissional, a abordagem já tem mensagens padronizadas no whatsapp, com vários emojis, fotos e vídeos dos locais, flyers e programações com shows de sexo ao vivo ou strip.

Em um prostíbulo inaugurado há cerca de um mês no bairro de Pinheiro, os donos foram além e no local onde fica o pole dance instalaram um chuveiro. A laçadora que fica na porta pra atrair os clientes contou como funciona.

Laçadora: Elas tomam banho lá ao vivo.
Repórter: Tomam banho ao vivo?
Laçadora: Sim. Tem cliente que gosta de transar ali mesmo.
Repórter: No chuveiro?
Laçadora: É, ali mesmo.
Repórter: Na frente de todo mundo?
Laçadora: Na frente de todo mundo, tô acostumada a ver. E acho que o cartão de visitas de Pinheiros é isso.
Repórter: São os cabarés.
Laçadora: É.

Em outro prostíbulo da zona Sul, o luminoso nada discreto na porta anuncia: ‘lindas garotas’. Lá dentro, um homem que se apresenta como gerente conta que eles fazem festas temáticas enquanto enche bexigas coloridas numa máquina.

“Hoje eu vou fazer uma [festa] tropical. Com todas as caipirinhas… Faço várias, vários temas. Já fiz festa das primas, festa à fantasia, o arraial fiz o mês inteiro…”, diz.

Em alguns lugares há churrasco e até open bar, mesa de sinuca, estacionamento grátis e DJ. Pra conquistar mais clientes, alguns prostíbulos distribuem folhetos o que, de quebra, fere a Lei Cidade Limpa, que impede panfletagem na cidade.

Além da exploração do lucro no sexo, os cafetões ainda submetem as prostitutas à regras rígidas: impõe um código de vestimenta, com roupas de festa e salto alto obrigatório, fazem tabelas com o percentual que elas ganharão do programa – o que varia entre 50% e 80% – proíbem faltas e determinam a permanência mínima entre seis e oito horas.

Entre os frequentadores, os prostíbulos recebem dois apelidos. Quando funcionam à luz do dia, são chamados de ‘privê’. Quando operam à noite, com festas, ‘boate’. O apelido não muda os crimes que são cometidos lá dentro.

IRMÃ CLEUSA – 34 ANOS DO ASSASSINATO DA MISSIONÁRIA 1

“Comprometer-se com o Índio, o mais pobre, desprezado e explorado, é assumir firme a sua caminhada, confiante num futuro certo e que já se vai tornando presente, nas pequenas lutas e vitórias… Vale arriscar-se!”

 No dia 28 de abril de 1985, Irmã Cleusa Rody Coelho , missionária agostiniana recoleta foi brutalmemte assassinada às margens do rio Paciá, na hoje demarcada Terra Indígena Caititu, em circunstâncias nunca totalmente esclarecidas. Saiba aqui um pouco dessa história, como muitas outras em Lábrea que deixaram uma sensação de impunidade:

“….O ano de 1982 foi um ano difícil para os índigenas Apurinãs ,Paumaris e demais etnias do Purus. Após décadas e décadas de massacres e vendo os recursos naturais espoliados de suas terras , eles finalmente contando com o grande apoio de entidades missionárias como o CIMI estavam prestes a ver suas terras demarcadas pelo Governo. A região onde Cleusa foi assassinada, hoje Terra Indígena sempre foi muito rica em castanhais despertando a cobiça de políticos e coronéis locais altamente preconceituosos contra os índios. Diante disso, em Lábrea, a Assembléia da Prelazia decide assumir a questão indígena como prioridade. Começavam os ataques contra os índios, invasões de suas terras, mortes, doenças os latifundiários roubavam terras com a colaboração das autoridades locais. Nesse ano Irmã Cleusa pediu para deixar as atividades no colégio e dedicar-se à causa indígena. Neste ambiente, um filho do cacique Apurinã Agostinho foi assassinado por um soldado da PM. Os Apurinãs mataram um filho desse soldado. Cleusa conseguiu que os Apurinãs se mudassem para Japiím, no rio Passiá, a mais de 30 km. de Lábrea, para evitar enfrentamentos. E nasceu uma grande amizade e respeito mútuo entre Cleusa e Agostinho, cacique Apurinã.

Contexto do assassinato:

Raimundo Podivem e Edivar, índios, acompanhados de Damásio, não índio, se esconderam do cacique Agostinho nos limites da aldeia Japiím. A entrada destes três personagens nesta região era a ruptura do acordo pelo qual nenhum branco poderia entrar nestas terras sem autorização. Acordo que havia propiciado a paz entre os Apurinãs e a polícia militar. Quando Agostinho soube do feito, pediu à Funai que lhe permitisse confiscar a colheita dos que tinham entrado sem permissão em sua área. É-lhe concedida a petição. Agostinho confiscou a colheita de castanha de Damásio, mas permitiu que os dois Apurinãs levassem o que tinham colhido. Além disso, deu permissão a Raimundo Podivem para voltar a recolher castanha em Japiím, pois ele era Apurinã, sempre que não fosse em companhia de Edivar e Damásio. Mas Raimundo Podivem entendeu que Agostinho não lhe tinha tratado bem e se sentiu relegado pelo cacique. Ao amanhecer da quarta-feira, 24 de abril Raimundo Podivem mata a tiros de escopeta Arnaldo (17 anos, filho de Agostinho) e Maria, a mãe do rapaz. Outros moradores da casa conseguiram fugir e puderam avisar a Agostinho. Este, ao voltar à sua casa viu a sua mulher e seu filho acabados a tiros. Os sepultou. Ao entardecer da sexta-feira 26 de abril, Cleusa recebia a noticia do assassinato de Maria e Arnaldo. As religiosas que moravam com Cleusa afirmaram tê-la visto assustada e muito nervosa nesta ocasião. No sábado pela manhã, Cleusa comunicou sua decisão de ir a Japiím para levar consolo ao cacique Agostinho e evitar mais mortes. As religiosas expressaram a inoportunidade desta viagem e os perigos que poderia enfrentar.

“Navegando para a morte”

Ao chegar a Japiím, Cleusa encontrou a aldeia deserta com duas novas sepulturas. Na manhã seguinte, apareceu o cacique Agostinho com os seus. Tinham se escondido na selva. Cleusa lhe recomendou permanecer na aldeia e manter a calma, porque ela iria a Lábrea para denunciar os fatos às autoridades. Cleusa e Raimundo Paulo iniciaram sua volta a Lábrea descendo o Passiá quase ao mesmo tempo em que Raimundo Podivem começava a subir o rio em sua procura. Já no dia anterior os tinha ameaçado de morte na presença de algumas testemunhas. Até que as canoas se encontraram. Raimundo Podivem era Apurinã. Um ano antes, Cleusa o tinha encontrado muito doente na aldeia indígena Arapaçú. Cleusa o levou a Lábrea e o cuidou até que se recuperasse. Cleusa o reconheceu na outra canoa e lhe fez um sinal para conversar. Mas Raimundo Podivem disparou um tiro em Raimundo Paulo. A bala lhe atingiu na região lombar.
— Joga-te na água, meu filho, tu tens filhos para cuidar, gritou Cleusa a Raimundo Paulo.
Raimundo Paulo, ferido, dormiu na selva. Conseguiu chegar a Lábrea às quatro da tarde da segunda-feira. Refugiou-se na polícia. O agostiniano recoleto Jesús Moraza (hoje bispo de Lábrea) e a missionária agostiniana recoleta Josefina Casa Grande o visitaram e ele lhes contou o que sabia. Iniciaram-se horas e dias de desconforto e aflição. Em todos existia a Esperança de encontrá-la com vida. Raimundo Paulo somente sabia que tinha sido levada rio acima por Raimundo Podivem. Moraza saiu em busca da missionária. No dia 3 de maio foi localizado o corpo. Conta Jesús Moraza:
“Me avisaram de que alguns urubus voavam por cima em círculo, portanto saí da canoa e entrei na selva, em direção às aves. Aproximadamente a cinqüenta metros descobri o corpo, parcialmente submerso. (…) Os que me acompanhavam, com medo, decidiram que voltássemos para buscar mais ajuda”.
No dia 4 de maio uma expedição (Moraza, o chefe da polícia militar com três soldados, um médico, um índio e o guia) volta onde estava o pelo corpo. Às sete da noite chegavam ao hospital de Lábrea, onde se realizou a autopsia: costelas quebradas; crânio e coluna fraturados; braço direito parcialmente separado do corpo; bala de escopeta no tórax e nas costas. A mão direita não foi encontrada. Às nove horas, Cleusa foi enterrada, devido ao adiantado estado de decomposição. “

Biografia da Irmã Cleusa:

Irmã Cleusa nasceu em 12 de novembro de 1933, em Cachoeiro de Itapemirim, Estado do Espírito Santo. Quando terminou o curso normal, deixando um futuro promissor, decidiu ingressar na vida religiosa, na Congregação das Irmãs Missionárias Agostinianas Recoletas. Irmã Cleusa foi coordenadora regional do Conselho Indigenista Missionário CIMI, em Lábrea, antes disso trabalhou em pastorais  dos menores, dos presidiários e dos pobres. Numa carta à delegada geral do Brasil, Cleusa escreveu: “Cristo é o ofendido, o marginalizado perseguido na pessoa do Menor, novamente exposto à fome e a outros danos piores. Temos de construir Fraternidade, é necessário, mas a justiça tem de estar na base de toda convivência humana”.

Fica o exemplo de seu senso de justiça e determinação por lutar pelos mais fracos. Com todo o nosso respeito e sentimentos aos familiares     – equipe VAZOS DO PURUS

Texto adaptado do site: www.agustinosrecoletos.org

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Apropriadamente, postagem sugerida por uma amiga e leitora: LU.

COM ESSE TIPO DE GENTE O BRASIL NÃO TEM SOLUÇÃO – “Como é que o cara vai viver com R$ 24 mil?”, afirma membro do Ministério Público brasileiro…( Certamente, esse é o pensamento da maioria de magistrados, membros do MP e advogados públicos…) 18

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Danny Bond da vida pública

Na bronca pelo seu ridículo salário líquido de apenas R$ 23,8 mil, o promotor de justiça Leonardo Azeredo dos Santos cobrou  aumento de vantagens em plena sessão da Câmara de Procuradores do MPMG, conforme matéria do Jornal Nacional.

“O senhor me desculpe o desabafo, eu estou fazendo a minha parte. Eu estou deixando de gastar R$ 20 mil de cartão de crédito e estou passando a gastar R$ 8 [mil], para poder viver com os meus R$ 24 mil”, disse ao chefão.

E mais:  “não tenho origem humilde” nem “acostumado com tanta limitação”, com esse “miserê”.

“Como é que o cara vai viver com R$ 24 mil?

O que é que de fato vamos fazer para melhorar a nossa remuneração?

Ou nós vamos ficar quietos?

Eu não sei se vou receber a mais, se vai ter algum recálculo dos atrasados que possa me salvar, salvar a minha pele.

Eu, de qualquer forma, já estou baixando meu padrão de vida bruscamente, mas eu vou sobreviver.”

Estou perdendo o patrimônio que levei 28 anos pra conquistar, pois pago por mês R$ 5.000,00 de condomínio e IPTU.

Desse jeito, o Brasil tem solução?”

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O cara aí recebe conforme o  teto estabelecido pela Constituição Federal, ou seja, ganha mensalmente cerca de TRINTA E QUATRO MIL REAIS …

Mas, verdadeiramente,  nem sequer merece DEZ MIL…

Darei o conselho que ouvi durante 23 anos como delegado de polícia : como você é tão capaz pede pra sair e seja feliz lá fora! 

Josecir Cuoco – O VELHO!! “ENVELHECER MUITO CEDO, SER EXPERIENTE MUITO TARDE!!!! Resposta

O VELHO!! “ENVELHECER MUITO CEDO, SER EXPERIENTE MUITO TARDE!!!!

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Sente que o tempo passou, vê que o passado é bem mais longo que o futuro, porém ama mais este do que aquele, esforça-se para ter um bom futuro, como um adolescente.
Vê o cabelo rarear e de tanto olhar, convence-se que sua cabeça não é tão feia. Porém começa a esquecer os fatos, os nomes, uma parte do passado, alguns conhecidos mas não esquece os mortos, politica de boa vizinhança!
Seus olhos , já não enxergam muito, mas veem a vida detidamente, tendo a impressão de que fatos se repetem no seu dia a dia.
Escuta mal, escuta ruídos que não existem , mas ignora a campainha do telefone. Os ouvidos cansaram? Talvez mas escuta os ruídos que atinjam seus sentimentos.
Sua boca ,já, não conta com todos os dentes, natureza sábia, seu estomago não suporta grandes quantidades de comida! O intestino tem hora marcada, passou o horário, será punido até segunda ordem.
Seus braços e pernas perderam o vigor, não têm o respaldo da coluna vertebral.
Seu sistema nervoso depende muito do seu convívio e do seu intestino.
Seus pés são um gráfico da sua vida.
E o sexo? AAAHH! O sexo, pois pasmem jovens os velhos adoram o sexo, o problema é quantidade , não pode haver exigência desmedida e o velho não deve se preparar adredemente! Há de se apresentar para a contenda com a fantasia, os sonhos, a memória e o coração aquecidos! A parceira deverá fazer o mesmo! As dificuldades e os sonhos são mútuos! A aparência é secundária, os beijos são preponderantes! Por fim “LE GRAND FINALE”, sua alma encosta no céu, o sono se apodera de seu corpo, e com alegria sonha que voltou a ser jovem!!!!!

Josecir Cuoco

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