COM ESSE TIPO DE GENTE O BRASIL NÃO TEM SOLUÇÃO – “Como é que o cara vai viver com R$ 24 mil?”, afirma membro do Ministério Público brasileiro…( Certamente, esse é o pensamento da maioria de magistrados, membros do MP e advogados públicos…) 18

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Danny Bond da vida pública

Na bronca pelo seu ridículo salário líquido de apenas R$ 23,8 mil, o promotor de justiça Leonardo Azeredo dos Santos cobrou  aumento de vantagens em plena sessão da Câmara de Procuradores do MPMG, conforme matéria do Jornal Nacional.

“O senhor me desculpe o desabafo, eu estou fazendo a minha parte. Eu estou deixando de gastar R$ 20 mil de cartão de crédito e estou passando a gastar R$ 8 [mil], para poder viver com os meus R$ 24 mil”, disse ao chefão.

E mais:  “não tenho origem humilde” nem “acostumado com tanta limitação”, com esse “miserê”.

“Como é que o cara vai viver com R$ 24 mil?

O que é que de fato vamos fazer para melhorar a nossa remuneração?

Ou nós vamos ficar quietos?

Eu não sei se vou receber a mais, se vai ter algum recálculo dos atrasados que possa me salvar, salvar a minha pele.

Eu, de qualquer forma, já estou baixando meu padrão de vida bruscamente, mas eu vou sobreviver.”

Estou perdendo o patrimônio que levei 28 anos pra conquistar, pois pago por mês R$ 5.000,00 de condomínio e IPTU.

Desse jeito, o Brasil tem solução?”

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O cara aí recebe conforme o  teto estabelecido pela Constituição Federal, ou seja, ganha mensalmente cerca de TRINTA E QUATRO MIL REAIS …

Mas, verdadeiramente,  nem sequer merece DEZ MIL…

Darei o conselho que ouvi durante 23 anos como delegado de polícia : como você é tão capaz pede pra sair e seja feliz lá fora! 

  1. Tenho uma sugestão para esse parasita insatisfeito: peça demissão e vá ganhar a vida na iniciativa privada, com esse talento brilhante, certamente o nobre procurador Vai ganhar muito mais que 24 mil. Aliás, ser dependente do Estado é “comunismo”, ponha seu liberalismo em prática e abra um escritório de advocacia!

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  2. K.K.K.K.K.K.K.K.K.K.K.K.K. I.P.T.U. e condomínio do ” dotô ! R$ 5.000,00, enquanto que o salário padrão do N.U. Classe Especial R$ 2.525,75. K.K.K.K.K.K.K.K.K;K;K; E, me ajudem aí ó !…,

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    • Está raça não presta,na policia tem defeito de sobra mas nunca vi, nem entre os mais filhas da puta, um policial que seja ir atrás de alguém para boicotar direitos e salario, já no Mp e regra vigente sempre querer atrapalhar a policia e demais carreiras. A realidade que depois de ver milhoes serem retirados da segurança pública para pagar diarias no Mp e magistratura fica claro que os parasitas são muito atuantes qd o assunto é dinheiro. Estão tão mal acostumados que chamam o seu alto salario de miséria. A coisa boa e que foram escrachados na imprensa, ou seja, ninguém mais aguenta está turma. Apenas para reflexão: “Tem policia idiota contra a lei de abuso de autoridade feita para acabar com a alegria deste povo e o palco da pm “

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      • que mundo voce vive?

        Experimenta o restopol fazer greve (acho que já está proibida) ou operação padrão para voce ver os delegados “boicotando” o resto….

        Exemplo: restopol brigando por GAT. No mínimo um bonde voce leva

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  3. Na verdade o que assusta é pensar que esse cara não é um “comportamento desviante” no judiciário e sim um comportamento padrão.
    Essa forma de pensar só em si mesmos, viver em uma bolha e se achar semi deuses que merecem todas as mordomias do universo mesmo que o povo esteja vivendo a pão e água é muito comum entre membros do Judiciário e MP. É que em geral eles são mais discretos.
    Esse banana ai provavelmente gastou feito a princesa Carlota Joaquina e agora que esta com a corda no pescoço de dívidas centrou em desespero e “Abriu” o pensamento de toda a sua classe.

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  4. Bom Dia!

    Senhoras e Senhores.

    Esse depoimento faz-me lembrar da pensão extratosferica da ex esposa do ministro Toffoli que até hoje tento entender.

    São fatos assim que acabo vendo que o Polícial não recebe salário mas tão somente “esmola”.

    De fato vivemos num País diferente de tudo que existe na terra.

    Para a minoria que degusta lagostas, cartões corporativos e com planos de saúde extensivo até ao cachorro da família, tudo pode, mas, aos reles duzentos milhões de habitantes que pagam essa maldita conta só resta o poço de lamentações.

    País de hipócritas e sovinas que dilapidam o erário público pouco se importando com a saúde debilitada do povo e da Nação.

    Nesta hora surge questionamentos variados e uma tremenda revolta envolto nesta discrepância absoluta onde se vê inúmeras cigarras a desfrutar do suor das formiguinhas.

    Revolta é pouco para concluir!

    Até quando vamos assistir inertes essas atitudes absurdas?

    Caronte

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  5. Fui promotor de Justiça e cheguei à entrância final. Estava pronto e prestes a ser promovido ao cargo de procurador de Justiça, quando prestei atenção e me dei conta de que procurador de Justiça tinha poucas e irrelevantes funções. Pedi exoneração e comecei, do zero, outra carreira, depois de submeter-me a novo concurso. O que me angustiava na época não era o salário (sempre, para todos, abaixo do que acham que merecem), mas sim a quase inutilidade do cargo que se me avizinhava. Ouvi o áudio. O tal procurador vive à base de sertralina por conta do “baixo” salário, ao ponto de sugerir maracutaias. Deveria estar assim por sua pouca utilidade para a sociedade.

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  6. Ele deveria mais é está vivendo à base de estriquinia, pois seria um a menos a corroer o erário. E, me ajudem aí ó !….

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  7. UM JUDICIÁRIO MAIS CARO QUE NA EUROPA
    A remuneração média das carreiras jurídicas em São Paulo não apenas é superior à média nacional como também à de alguns países europeus, segundo o estudo da FGV. Um membro do MP paulista, por exemplo, tem um rendimento anual médio, contanto com décimo terceiro salário e férias, de 157.130 euros. Na França, o rendimento anual para a mesma carreira jurídica é de 113.478 euros; na Alemanha, 73.679 euros; em Portugal, 85.820 euros; na Espanha, 111.932 euros; e na Suécia, 69.318 euros. O dados de São Paulo refletem também o alto custo do Poder Judiciário para os brasileiros e brasileiras de forma geral. Segundo a pesquisa, a despesa anual do Judiciário do país por habitante é de 94,23 euros, enquanto na Suécia é de 66,70 euros; na Holanda, de 58,60 euros; na Itália, de 50 euros; em Portugal, de 43,20 euros; e na Espanha, de 27 euros. Cerca de 89% desse gasto no Brasil destina-se ao pagamento de salários, enquanto que nos países europeus essa média cai para 70%.

    Fonte: El País
    Link da matéria: https://brasil.elpais.com/brasil/2017/07/27/politica/1501165558_792710.html

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  8. Francamente, o que me causa espanto não é propriamente a fala desassombrada desse senhor. Não. O que me impacta é que outros tantos com ela se assombrem.
    Ora, senhores, é arquissabido que nas hostes ministeriais – pelo menos em parte expressiva dela – a concupiscência é um dado da natureza. (E notem: não se circunscreve àquilo em si e por si tangível. A avidez por poder também é uma enormidade. Não à toa, o MP tupiniquim, ao contrário de seus congêneres mundo afora, enfeixa poderes de um órgão plenipotenciário.)
    O que me faz tremer sobre os sapatos é uma alegada ignorância desse “status quo”. De há muito, promotores se arvoram em vestais, em paladinos. De há muito, num e noutro convescote – em hotéis suntuosos com uma cornucópia de víveres e deleites vários – eles urdem seus estratagemas para livrar a nação desses ares mefíticos – notadamente concentrado na política como um todo; um todo assim generalista. Mas não só: área mefíticos que emanam de qualquer um que não compre seus projetos de poder.
    Na mentalidade de um promotor mais, digamos, “enragé”, há aquela convicção obsedante e estreme de dúvidas: judiciário pra quê? Afinal, não são eles, os membros do “parquet”, os imaculados, cuja impecância fazem-nos monopolistas de todas as virtudes. Em sendo assim, que investiguem, que acusem, que julguem.
    O que dizer da polícia civil então, notadamente dos delegados. Esses últimos afiguram-se como a encarnação do capiroto. E atrevidos hein: têm a supina ousadia de se quererem, vejam vocês!, operadores do direito. Que acinte.
    Esses funcionários do baixo clero, em tudo veniais, operadores do direito? Jamais. !No pasarán!, na velho brado contra Franco. (Mas notem, como nos mostram os tempos presentes, os brados e ideologias se alternam ao sabor das conveniências.)
    Imaginem a vibração irrefreável de muitos promotores ante a decisão recente da Suprema Corte na adi 5.520, que, segundo consta, promoveu uma razia na carreira de delegados.
    – Alvíssaras, ouço-os gritarem, doravante, ninguém poderá, nem sequer, argumentar conosco.
    E os juízes, perguntarão alguns?
    Ora, é sério isso? A primeira genuflexão a esses delírios militantes partiu de quem? Despicienda resposta.
    É por essas e outras, que um advogado, com um portento bigode a lhe emoldurar o rosto, numa qualquer palestra, fala, num português subginasiano e como o maior inimigo declarado do plural, cobras e lagartos da polícia civil, com ênfase na carreira de delegados.
    Ora, raciocínio pedestre: se ganham pouco; se são menoscabados pelos incorruptíveis, infalíveis, incríveis promotores, esses delegados devem ser realmente, eufesmisticamente falando, dispensáveis.
    Faço a dispensável ressalva: nem todos promotores alcançaram esse nível de embotamento. Há ainda uma parcela, diminuta que seja, a manter aquele mínimo de bom-senso e de humildade necessários para qualquer mister público.
    Mas, não bastasse ser em menor número, tem sua voz suprimida pela grita histérica da maioria organizado e militante.
    Da mesma forma, nem todos os juízes se deixam seduzir por esse canto mambembe e desafinado de uma sereia tecnocrata. Sem embargo, uma parcela significativa irmanou-se com eles, numa estranha simbiose.
    Delegados estamos longe da perfeição. Nosso malogros todos, ao menos, serviram para nos deixar cônscios de nossa falibilidade.
    Mas é isso, de genuflexão em genuflexão, ainda veremos um Brasil edênico, sem corrupção ou miséria aparentes, governados por bonecos de mamulengo, com titereiros ministeriais, auferindo salários nababescos.

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  9. A vazajato nos revela o quão perigoso se mostra o litisconsórcio entre procuradores/promotores e juiz. Praticamente a destruição da relação processual e do Estado juridicamente organizado e obediente as suas próprias leis.
    O Poder constituinte originário fez nascer na CF “cidadã” super poderes ao MP e, por conta disso, deixaram de se considerarem parte no processo, mas sim seu protagonista principal, no nível do magistrado, quiça acima dele.
    Criaram cobra para se picarem.
    Não prestam satisfação a ninguém pelos atos que praticam. Não se sujeitam a nenhum tipo de controle funcional e salarial, fazem e desfazem e não acontece nada. Dois meses de férias por ano, inúmeras gratificações e salários estratosféricos aos quais se dão ao luxo de nominarem de “miserê”. Parabéns aos defensores do Estado Democrático e dos direitos individuais e coletivos indisponíveis da sociedade tupiniquim.
    Isso é Brasil.
    Rigor da lei só pra preto, pobre e puta, isso se não derem uma amaciada na audiência de custódia pra não lotar presídio.

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  10. Sinceramente, se eu comentar o que eu acho meu comentário vai certamente ser censurado . Melhor me conter e deixar para a próxima. Obrigado e abraço a todos .

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