Como dizem: A COBRA MAIOR SEMPRE ENGOLE A MENOR… Parabéns Ministro Alexandre de Moraes!…Será que o Janot recorrerá para a Corte Interamericana dos Direitos Humanos ou baixará enfermaria pedindo penico? 19

Além de determinar busca e apreensão, Moraes proibiu Janot de se aproximar de ministros e do STF

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, não só determinou busca e apreensão na casa do ex-procurador-geral Rodrigo Janot, como mostrou a Folha, como também o proibiu de “aproximar-se a menos de 200 metros de qualquer um dos ministros desta corte, bem como impedir seu acesso ao prédio sede e anexos deste tribunal”.

Na decisão a que o Painel teve acesso, Moraes autoriza a medida por entender que, nas entrevistas concedidas por Janot, há elementos que podem tipificar “incitação ao crime”. O ex-procurador afirmou à Folha e outros veículos que entrou armado no STF para assassinar Gilmar Mendes.

Para  Moraes, o quadro relevado nas entrevistas do ex-procurador é “gravíssimo”.

“Sugere que aqueles que não concordem com decisões proferidas pelos ministros desta corte devem resolver essas pendências usando de violência, armas de fogo e, até, com a prática de delitos contra a vida”, escreve Moraes.

O ministro do STF afirma ainda que viu requisitos para a busca e apreensão porque as declarações de Janot “sinalizam a necessidade da medida para verificar a eventual existência de planejamento de novos atos atentatórios ao Ministro Gilmar Mendes e as próprias dependências do Supremo Tribunal Federal”.

Moraes ainda determinou a suspensão do porte de arma do ex-procurador e autorizou a PF a analisar o material apreendido e a tomar o depoimento de Janot.

 

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Achei muito correta a decisão de apreensão das armas do Dr. Janot, aparentemente ele não está muito bem emocionalmente. 

Certamente  não vai matar ninguém, mas poderia cometer suicídio diante da repercussão do desabafo.

Se verdadeiras as suas falas, obviamente!

Pode ter sido mera fanfarronice para fazer mídia e vender livro…

Vexaminoso!  

Por fim, como disse o Dr. Lellis – Desembargador do TJ-SP – perante magistrado promotor é somente discípulo; a maioria – digo eu –  fazendo papel de Judas! 

 

‘Fui a mais velórios do que gostaria’, diz policial sobre suicídio de agentes 2

Pesquisa mostra que na Polícia Civil de SP, suicídio é a maior causa de vitimização; na PM, é a segunda

Entrega das novas viaturas da PM em Piracicaba
Entrega das novas viaturas da PM em Piracicaba – Divulgação/Governo do Estado de São Paulo

Thaiza Pauluze
São Paulo

O delegado Flavio Katinskas, 52, carrega a culpa por não ter percebido que a colega com quem trabalhava todos os dias ia se suicidar. A delegada Maria Cássia Almagro Mezzomo, 54, combativa com o crime organizado, desafiou o PCC, mas não se livrou do desgaste mental.

“Como policial, me sinto impotente. Tentamos diminuir o sofrimento dos outros, de quem nos procura, mas não conseguimos acudir uma pessoa amiga que passa por um drama pessoal”, diz.

É que ela vestia a típica capa de durona, conta Katinskas. “Tratar de aflições pessoais em ambiente profissional era proibido. Não combina com a atividade.” Mas foi uma somatória. “A questão econômica, de salário, a distância do filho e do neto [que moravam nos EUA], junto ao fato de que o policial é condicionado a ter um comportamento, como se certas coisas não o atingissem.”

Maria Cássia fez tratamento psicológico particular, mas não teve auxílio da Polícia Civil, segundo o colega.​

O caso dela é retrato de uma epidemia. Dados divulgados nesta quarta-feira (25) pela Ouvidoria da Polícia de São Paulo mostram que o suicídio é a maior causa de vitimização de agentes na Polícia Civil do estado e a segunda na Polícia Militar —perde apenas para homicídio dos agentes na folga.

Entre 2017 e o ano passado, 78 policiais tiraram a própria vida. Destes, 17 eram policiais civis da ativa. Tendo em vista um efetivo de 28 mil agentes, a taxa de suicídio nesse grupo é de 30,3 a cada 100 mil habitantes. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), uma taxa de 10 a cada 100 mil já pode ser classificada como epidêmica. Ou seja, o suicídio na corporação é três maior do que o aceitável.

Se comparada a taxa média de suicídio das duas polícias (PM e Civil) em São Paulo (23,9 por 100 mil) com a do restante da população brasileira (5,8 por 100 mil), os policiais se suicidaram em uma proporção quatro vezes maior do que a população em geral.

Apesar disso, a Polícia Civil não tem um programa de auxílio e saúde mental. A corporação conta apenas com duas psicólogas e duas assistentes sociais.

“Precisa começar do zero. Existe uma negligência”, diz o ouvidor Benedito Mariano. Para ele, o problema é agravado pelo sucateamento da corporação, que tem déficit de cerca de 14 mil profissionais, baixos salários e falta de estrutura em delegacias. “Isso dialoga com o estresse do policial, porque tem que fazer o serviço de dois ou três.”

Fachada do Segundo DP de Guarulhos – Rivaldo Gomes/Folhapress

É o dia a dia do delegado Fernando Gonçalves, diretor na Associacão dos Delegados do estado (ADPESP). “Fui a mais velórios do que gostaria, e não por confrontos”, diz, sobre o suicídio de colegas.

Quem atua nas delegacias “tem que aprender a trabalhar com pessoas doentes”, conta ele, que é professor da Acadepol, a academia dos policiais civis no estado. Por lá, não há aulas sobre saúde mental no curso de formação dos agentes.

Nos dez DPs pelos quais Gonçalves passou, pelo menos um colega de equipe tinha problemas psiquiátricos. “O que mais se vê são os sinais: alcoolismo, insônia, obesidade, vício em Rivotril”, diz.

Numa delas, um investigador não podia mais usar arma e outro não podia dirigir. Ele mesmo já chegou a alucinar à noite: ora ria, ora chorava, no meio do sono. Mas não procurou tratamento.

Outro agente, que prefere não se identificar, relata que toma antidepressivo há quatro anos. “Depois de me envolver numa ocorrência de homicídio em decorrência de intervenção policial, sequer tive acompanhamento psicológico ou psiquiátrico.”

Com carreira de 17 anos na corporação, ele conta que procurou ajuda sozinho, “pois a instituição nunca quis saber como me sinto”. Ao contrário, diz, “me colocam em posto com maiores responsabilidades e cobranças”.

Segundo a pesquisa, existem algumas causas principais para o suicídio de policiais. A primeira é o estresse inerente à função; depois vem a falta de suporte de serviço de saúde mental; a depressão; os conflitos institucionais, como o assédio moral; os conflitos familiares e problemas financeiros; o isolamento social, a rigidez e a introspecção; e, por fim, o fácil acesso a armas de fogo.

Em 85% dos casos, o policial usou arma de fogo para se suicidar, ainda segundo a pesquisa.

A ouvidoria levou o estudo ao coronel Marcelo Vieira Salles, que comanda a PM, ao delegado-geral da Polícia Civil, Ruy Ferraz Fontes, e ao gabinete do governador João Doria (PSDB).

O texto faz recomendações de políticas de segurança pública que reduzam o índice, entre elas o aumento do piso estadual da categoria e o aumento do efetivo da Polícia Civil. Na corporação, também se propõe a criação de um programa de saúde mental, com contratação de ao menos 140 psicólogos.

No caso da PM, é preciso ampliar o programa já existente —a corporação conta com um Caps (Centro de Atenção Psicossocial), 35 Naps (Núcleo de Atenção Psicossocial) e oito psiquiatras. Como a estrutura atinge só 35% das unidades da PM no estado, o relatório sugere a instalação de mais 75 Naps, para cobrir praticamente todos os batalhões.

Outra ideia é incluir no curso de formação cerca de 80 horas de disciplina de saúde mental, assim como no estágio anual de aperfeiçoamento. O assunto também deveria ser abordado, diz o texto, nas preleções diárias nas unidades.

De acordo com Mariano, as propostas foram bem recebidas pelos comandos. O coronel Salles, da PM, prometeu colocá-las em prática.

O governador que todo policial imbecil quer: Wilson Witzel trata dos seus PMs como indigentes

Peritos da PM-RJ recebem oficiais entre esgoto, ratos, baratas e até jacarés

Contêiner em que policiais passam por exames de afastamento do trabalho tem condições insalubres

Anna Virginia Balloussier
Rio de Janeiro

Dias atrás, vira-latas guardavam a entrada do contêiner onde policiais militares do Rio de Janeiro passam pela perícia que lhes garante licença médica por problemas de saúde. Os caninos não são os únicos animais do pedaço. Por lá já se viu baratas, ratos e até jacarés à espreita.

O reino animal é só um dos problemas detectados por médicos e pacientes. O contêiner, uma estrutura em geral utilizada para transporte de cargas, tem uma única saída. Não há esgoto ou extintores de incêndio, segundo relatos de frequentadores ouvidos pela Folha, ratificados por fotos enviadas por eles.

A Seção de Perícias Médicas foi transferida há cerca de dois anos para o Cefap (Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças), em Sulacap, na zona oeste carioca. O novo local fica a 23 km (quase duas horas de transporte público) do anterior, o Hospital Central da PM, no centro da cidade.

Profissionais desconfiam que foram removidos dali após reportagens da imprensa local estamparem cenas de vários PMs enfileirados, à espera do encontro com os médicos. Alguns chegavam a dormir na fila para garantir o atestado.

Isso escancararia a fragilidade do batalhão, sobretudo do ponto de vista psicológico, com casos de estresse e depressão. Em 2018, mais de 1.300 soldados na ativa pediram licença médica, muitos deles com transtornos psiquiátricos.

Uma ambulância com uma das portas abertas em frente a um container e a vários sacos de lixo
Centro de perícia da PM-RJ, um container com saída única, sem esgoto e com denúncias de insalubridade (vista de fora e de dentro do container) – Arquivo pessoal

O acesso a Sulacap é bem mais difícil, o que garante certa blindagem a esse quadro. As imagens do novo ambiente de trabalho recebidas pela reportagem mostram ambulâncias chegando em meio a sacos de lixo e água de esgoto e um paciente com câncer que literalmente enfiou o pé na lama, atravessando uma poça.

Em janeiro, um PM teve de domar um pequeno jacaré com um cone de tráfego. Certa vez, encontraram um rato na geladeira do espaço médico. Oficiais mulheres amamentando, ou oficiais com filhos com alguma deficiência, já apareceram por lá, para horror dos peritos de plantão.

São dois os maiores medos: foco de doenças e um possível incêndio nos moldes do Ninho do Urubu, centro de treinamento do Flamengo que pegou fogo em fevereiro, matando dez jogadores adolescentes. O alojamento era similar: um contêiner com ar-condicionado com uma única porta para saída e entrada.

As condições de insalubridade na unidade policial já geraram denúncias ao Ministério Público do Rio e à Vigilância Sanitária. Nenhuma deu em nada até agora. A inação é atribuída por membros da PM insatisfeitos ao receio de repreender a instituição. Não seria, em suma, um bom vespeiro a se mexer.

No dia 22 de maio, a ouvidoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) enviou seu parecer final a um denunciante que reclamou do “contêiner imundo com ratos e baratas, sem sistema de esgoto e cercado por lama e água suja, colocando em risco a saúde dos policiais militares”.

Em uma rua de terra, um container está na lateral direita. Ele é pintada de branco com teto em azul. Há apenas uma porta de saída
Centro de perícia da PM-RJ, um contêiner com saída única, sem esgoto e com denúncias de insalubridade (vista de fora e de dentro do contêiner) – Arquivo pessoal

Resposta: citando uma lei que zela pela “descentralização administrativa que é fundamental para simplificar as ações pertinentes” à inspeção sanitária, a agência diz que a competência é local, e que a queixa tinha sido encaminhada à ouvidoria-geral do SUS, que trataria de repassá-la a um setor adequado. Não se tem notícias de uma resposta.

Questionada pela Folha, a Anvisa reforçou a responsabilidade municipal do caso. Já a Prefeitura do Rio diz que os equipamentos públicos federais e estaduais são desobrigados de alvará, um “cadastro fiscal que regula apenas a atividade econômica a ser desenvolvida no local, sendo, portanto, atribuição de outros órgãos competentes a fiscalização de riscos inerentes àquela atividade”.

A Subsecretária de Vigilância, Fiscalização Sanitária e Controle de Zoonoses do município diz que nada chegou a eles.

“Ainda de acordo com a legislação”, segundo a prefeitura carioca, “órgãos públicos são isentos de outros licenciamentos, como sanitário. Por isso, vistorias são realizadas em atendimento a denúncias registradas na Central 1746 ou a ofícios do Ministério Público”.

O Ministério Público, por sua vez, diz que não tem como saber se houve retorno ou não à denúncia anônima que lhes foi direcionada, pois não tem o número de protocolo dela.

Procurada pela reportagem várias vezes, por telefone e e-mail, desde segunda (22), a PM-RJ não respondeu até a publicação desta reportagem.

No Brasil, mais policiais se suicidam do que morrem em confrontos 2

Com 104 vítimas no ano passado, suicídio acende alerta sobre a necessidade de as corporações prestarem melhor assistência à saúde mental dos agentes

São Paulo — O número de policiais que cometeram suicídio no Brasil em 2018 (104) foi maior que a quantidade que morreu em decorrência de confronto nas ruas (87), enquanto estavam em serviço.

Para especialistas, o volume de suicídios acende um alerta sobre a necessidade de as corporações prestarem melhor assistência à saúde mental dos agentes.

O estresse inerente à função policial e conflitos institucionais, como assédio moral, são apontados pela Ouvidoria da Polícia de São Paulo como fatores que, em conjunto com outros, podem contribuir para essas mortes.

A Ouvidoria divulgou nesta quarta-feira (25) um relatório em que analisa os suicídios de policiais cometidos no Estado de São Paulo em 2017 e 2018 — os dados nacionais são do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgados neste mês.

O órgão chama a atenção para a alta taxa de suicídio entre policiais, que é de 23,9, enquanto no total da população o número é de 5,8 por 100 mil habitantes.

Os números mostram que o suicídio é a principal causa de morte dos policiais civis paulistas, superando as mortes decorrentes de confronto em serviço e de folga. Na Polícia Militar, as autolesões fatais representam a segunda maior causa de morte, atrás dos assassinatos sofridos na folga, mas à frente dos óbitos ocasionados por confrontos em serviço.

“A pesquisa aponta que há necessidade de ampliar o suporte à saúde mental dos policiais em São Paulo”, disse o ouvidor, Benedito Mariano.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 90% dos casos de suicídio estão associados a distúrbios mentais e, portanto, podem ser evitados com o tratamento certo.

O estudo paulista elenca oito fatores que, em conjunto, podem contribuir para esses casos. São eles: estresse inerente à função policial; falta de suporte de serviço de saúde mental; depressão; conflitos institucionais; conflitos familiares e problemas financeiros; isolamento social, rigidez e introspecção; subnotificação de tentativas de suicídio; e fácil acesso a arma.

Os pesquisadores destacam que, corriqueiramente, os pensamentos suicidas estão associados a problemas da saúde mental, como depressão. Mas é o estresse inerente à função policial que é citado com destaque nessa lista de fatores.

“O policial deve começar a lidar com isso já na academia e tem de existir um programa que o acompanhe ao longo da carreira. Não adianta só dar viatura, armamento e uniforme e não cuidar da saúde mental”, apontou Mariano.

A psicóloga Beatriz Brambilla, do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, reforça que não é uma única dimensão que produz a motivação das vítimas.

“A ideia do multicausal é que se possa compreender o fenômeno na totalidade. Então a pessoa que está em sofrimento não está assim por uma questão interna ou porque ela tem uma fragilidade ou inadaptação. Temos de compreender que há questões que são do sujeito, mas que há questões sociais.”

Uma dica aos interessados: Revolta de comerciantes e contraventores de toda a Capital se deve ao fato de um poderoso DEPARTAMENTO exigir trimestralidade adiantada 7

Não é mais quinzena, nem mensalinho , alguns tigres querem pagamento trimestral adiantadamente…

A nossa área é livre, eles rosnam!

Cuidado, Dr. Ruy!

O delegado geral, Ruy Ferraz Fontes, diz que está preocupado com as denúncias de corrupção policial envolvendo policiais civis no Centro de São Paulo.

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Policial não é auxiliar – Assine petição em apoio do projeto de Lei Complementar nº 33/19 58

POLICIAL NÃO É AUXILIAR. EU APOIO O PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 33/19.

https://secure.avaaz.org/po/community_petitions/OAPP_SP

O Projeto de Lei Complementar nº 33/19, que tramita na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, tem por objetivo conferir justiça e dignidade à carreira dos Auxiliares de Papiloscopista Policiais do Estado de São Paulo.

Por mais de 60 anos*, esses policiais foram denominados de Datiloscopistas Policiais. Acontece que atualmente são classificados como Auxiliares de Papiloscopista Policiais, o que é absolutamente inapropriado, a ponto de desprestigiar tanto os integrantes da carreira quanto a própria instituição.

Não há dúvida de que o termo “auxiliar” é incompatível com o protagonismo da atividade policial. Aliás, essa nomenclatura não é empregada em nenhum dos cargos das polícias militar e federal. E mais, em nenhum outro estado da federação existe o cargo de Auxiliar de Papiloscopista Policial.

Tudo isso demonstra que é fundamental a aprovação do Projeto de Lei Complementar nº 33/19**, para que os Auxiliares de Papiloscopista Policiais do Estado de São Paulo voltem a ser denominados de Datiloscopistas Policiais, em respeito sobretudo ao interesse público.

Fortalecer as carreiras policiais é fortalecer a própria Polícia.

* Em 1925, já havia o cargo de Datiloscopista (Dactyloscopista) da Polícia Civil do Estado de São Paulo: https://uploaddeimagens.com.br/imagens/doe-png-690c51f4-bab2-488b-8471-6259ccbbccfe

** Acompanhe a tramitação do PLC nº 33/19 pelo link: http://www.al.sp.gov.br/propositura/?id=1000263565

MOVIMENTO EM DEFESA DE POLICIAIS DEMITIDOS E EXONERADOS ADMINISTRATIVAMENTE E INJUSTAMENTE, DAS POLÍCIAS MILITARES E CIVIL DE SP 33

AI DR GUERRA:

MOVIMENTO EM DEFESA DE POLICIAIS DEMITIDOS E EXONERADOS ADMINISTRATIVAMENTE E INJUSTAMENTE, DAS POLÍCIAS MILITARES E CIVIL DE SP
Hoje, estamos iniciando uma frente de defesa e mobilização de ex Policiais e Autoridades para ANISTIA E REVISÃO PROCESSUAL, VISANDO A REINTEGRAÇÃO AS INSTITUIÇÕES.
SE VOCÊ CONHECE UM PARCEIRO INJUSTIÇADO, PROCURE-NOS!
GRUPO CORAÇÃO CINZA BANDEIRANTE
(19)991266540
Deputada Estadual Adriana Borgo
#A Luta Muda A Lei

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