Do Ceará a São Paulo, governadores vivem embate com suas polícias 32

PORTO ALEGRE, RS, RECIFE, PE, CURITIBA, PR, E BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) – Assim como no Ceará, estado administrado por Camilo Santana (PT), de norte a sul do país governadores enfrentam embates com categorias policiais, com tensão elevada em tornos de pautas como reajuste salarial e condições de trabalho, mas que também adentram a pauta política.

Na Paraíba, por exemplo, o clima de tensão entre o governo estadual e as forças policiais é bastante elevado. Nesta quarta-feira (19), parte do efetivo de Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros realizou uma paralisação de advertência de 12 horas.

Uma nova manifestação por reajuste salarial e melhores condições de trabalho pode ocorrer durante o Carnaval. Desta vez, a paralisação, que inclui retirada de policiais em serviço extra e fechamento de delegacias, será de 24 horas.

O movimento desta quarta-feira deixou um saldo de seis viaturas da PM danificadas antes do desfile do bloco Muriçocas do Miramar, que reuniu uma multidão em João Pessoa.

Devido à paralisação, o efetivo da Polícia Militar que estava previsto para a segurança do evento foi reduzido de 800 para 500 homens. O coronel Francisco de Assis, presidente do Clube dos Oficiais da Polícia e Bombeiro Militar, informou que o Governo da Paraíba não se posiciona sobre os pedidos das categorias.

De acordo com ele, os policiais querem reajuste salarial de 24%, dividido em três anos, e ainda a incorporação ao salário da chamada bolsa-desempenho, gratificação que chega a 45% do valor dos vencimentos para aqueles que estão na rua. O valor é pago desde 2012.

“Aqui na Paraíba, um dos estados que mais reduziu o número de homicídios, o policial que leva um tiro e fica sem poder ir para a rua recebe como prêmio uma redução de quase metade do salário porque a bolsa-desempenho é cortada”, diz Assis.

O Governo da Paraíba informou que continua mobilizado para chegar a um acordo por meio do diálogo com os policiais.

Em decisão liminar, o desembargador Leandro Santos, do TJ-PB (Tribunal de Justiça da Paraíba), decretou a ilegalidade do movimento e determinou a suspensão de qualquer tipo de paralisação dos serviços policiais.

Na Bahia, após um movimento iniciado em outubro do ano passado por policiais, houve um acordo com o governo, que enviou para o Legislativo um projeto de lei para reorganização da carreira no estado. A proposta foi aprovada no início do ano.

Segundo o deputado estadual Soldado Prisco (PSC), com o acordo, não há sinalização de greve pela categoria. Já houve episódios de confrontos com o governo em 2012.

De acordo com o parlamentar, os policiais ainda aguardam, porém, o envio de outro projeto de lei pelo governo, que promete instituir um plano de carreira para a categoria, proposta esperada desde 2014.

“Mesmo sem greve, há uma ‘greve branca’ porque, com a demora para se cumprir algumas promessas, o policial perde o estímulo para trabalhar”, afirma o deputado.

Em São Paulo, muito longe de atender as expectativas dos policiais, que aguardavam uma valorização histórica, o governador João Doria (PSDB) anunciou em outubro um aumento salarial de 5% para as forças de segurança paulista.

O aumento, que deve valer a partir de 1º de janeiro, foi considerado pelas associações de classe quase uma afronta em razão da discrepância entre a promessa de campanha, quando Doria prometeu o melhor salário do país às suas polícias, e o anunciado, que não repara a defasagem salarial acumulada há anos.

As críticas dos policiais acontecem porque, desde o ano passado, Doria prometia reajustes recordes às forças de segurança paulista para mudar o quadro do estado, que tem um dos piores salários do país.

Com salários parcelados, como no Rio Grande do Sul, e defasagem há pelo menos cinco anos como em Alagoas, servidores da segurança do Norte ao Sul do país têm organizado manifestações. Os protestos partem tanto dos militares como dos civis.

“Se não tiver diálogo, pode acontecer o que aconteceu no Ceará. A gente tem receio que o governo faça o mesmo que lá [avançar com retroescavadeira]. Se fizer isso, vamos tratar na mesma moeda do pessoal lá [tiro]”, diz Ricardo Nazário da Silva, presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol-AL).

Os policiais civis de Alagoas estão paralisados parcialmente nesta semana. Eles entregam folhetos à população e organizaram doações de sangue. “Em respeito à sociedade e ao povo, vamos trabalhar no Carnaval. Mas voltaremos a paralisar na quarta-feira de cinzas”, explica o presidente.

A principal reivindicação é por melhores salários. O ensino superior é obrigatório para ingressar na Polícia Civil de Alagoas desde 2007, ainda assim o salário inicial é menor do que os militares com ensino médio, reclamam.

No Rio Grande do Sul, a queixa principal é que os salários sejam pagos no final do mês. “Estamos há praticamente há cinco anos com parcelamento de salários. O governo estadual aprovou medidas que buscam saída para a crise fiscal punindo os servidores públicos”, diz José Clemente da Silva Corrêa, presidente da Abamf (Associação Beneficente Antonio Mendes Filho), entidade que representa os cabos e soldados da Brigada Militar, a PM gaúcha.

“Recebemos diariamente manifestações de descontentamento e desmotivação por causa de todo esse cenário de desprestígio aos militares. Há uma insatisfação grande, uma sensação e revolta. Esse sentimento dos colegas foge da nossa alçada”, diz Corrêa.

Em dezembro, milhares de bombeiros, militares e policiais civis gaúchos, alguns acompanhados de suas famílias, protestaram no centro de Porto Alegre. Os servidores viajaram de diversas cidades do interior para o ato na capital.

Sobre o parcelamento de salários, a Secretaria de Segurança Pública do RS afirma que não são apenas os militares os atingidos, “mas todos os servidores do Executivo, em razão das dificuldades fiscais enfrentadas pelo Estado”. A pasta também afirmou que as categorias da segurança “foram uma das únicas que receberam reajuste nos últimos anos”.

No estado vizinho, em Santa Catarina, os policiais civis se dizem prejudicados pela sanção de Jair Bolsonaro (sem partido) à previdência dos militares. Isso porque, até então, os salários das categorias eram indexados. Eles pedem que o governo estadual aprove sua própria lei sobre o tema, igualando as categorias.

Segundo Paulo Abreu, diretor jurídico do Sinpol-SC (Sindicato dos Policiais Civis de Santa Catarina), uma cartilha orientando “operação padrão” foi aprovada pela categoria no final do ano passado.

“A operação padrão é dentro da lei, não é uma greve ou paralisação. Seguimos as normas. Por exemplo, a lei diz que o atendimento ao cidadão tem que ser feito com a presença de dois policiais, mas as delegacias só têm um. Diz que os coletes e munição têm que estar em dia. Se formos seguir isso, ninguém sai para a rua”, explica Abreu.

No Espírito Santo, o clima de tensão entre policiais e governo continua desde que foi enviada proposta de reajuste salarial da categoria ao Legislativo, no último dia 7. A principal reivindicação é pela restituição de perdas remuneratórias acumuladas nos últimos quatro anos.

Com ameaças de paralisações, na terça-feira (18), o Ministério Público estadual emitiu uma recomendação aos sindicatos e associações para que a categoria não realize atos que possam comprometer a ordem pública, como diminuição de policiais nas ruas ou mesmo greve.

O ofício da instituição foi entregue a 10 instituições representativas de classe. O MP pede que providências sejam tomadas em até 72 horas a partir do recebimento da recomendação.

O estado já viveu uma greve policial de 21 dias em 2017. No período, foram registrados 225 homicídios.

O atual governo, de Renato Casagrande (PSB), afirma que diversos pleitos da categoria foram atendidos.

Cita, por exemplo, a anistia administrativa aos policiais que respondiam processos abertos em 2017 e a reestruturação da lei de promoção de praças e oficiais.

Aponta também que foram retomados os investimentos nas polícias, como aquisição de viaturas, armamentos, aumento no valor de diárias e acréscimo de vagas em concurso público em andamento.

Em Mato Grosso do Sul, os militares pedem reposição salarial porque alegam que os vencimentos estão defasados há cinco anos. Em 2019, eles fizeram uma caminhada e paralisaram o trabalho por 24h.

“Por ora, estamos em fase de negociação. Nossa data base é 1º de maio. Estamos iniciando o diálogo, mas não se descarta manifestação ou paralisação. Porém, ainda não é o momento”, diz Thiago Mônaco Marques, presidente da AME-MS (Associação dos Militares Estaduais do Mato Grosso do Sul).

Casos de repressão aos policiais manifestantes e violência por parte da própria categoria, como se viu no Ceará, levantam questões sobre cidadania dos militares.

“A cidadania do policial militar tem sido negada, efetivamente. Como regra, eles não são ouvidos por seus superiores, apenas mandados. Quando se manifestam, são punidos. Ao mesmo tempo, são estimulados e homenageados quando agem com violência. Há uma cultura que associa o PM ao ‘guerreiro’ e que irá também expor os policiais a riscos desnecessários”, diz Marcos Rolim, doutor em Sociologia pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e membro fundador do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

“É evidente que profissionais com formação deficiente e uma história de violência manifestem essas características também quando reivindicam melhores salários”, afirma Rolim.

“De um lado, um regime hierárquico frequentemente abusivo, que estressa e humilha a tropa; de outro, a ausência de um controle efetivo, interno e externo, sobre a ação policial. Nesse espaço, crescem a violência policial, as milícias e as possibilidades de associação ao crime”, completa.

O governo de Romeu Zema (Novo) enfrentou um ano de negociações e protestos de servidores da segurança pública até chegar ao projeto de lei que estabeleceu recomposição salarial de 41,7% para o setor, mesmo com o estado em crise.

Aprovada pela Assembleia Legislativa nesta quarta-feira (19), os dois votos contrários a proposta vieram de deputados do Novo, partido de Zema. Um deles, Guilherme da Cunha, vice-líder do governo, diz que o governador foi pressionado na negociação, com ameaças de greves.

“Geraria um caos social semelhante ao que tivemos no Espírito Santo, com saques às lojas do comércio, uma onda de assassinatos e violência. Acredito que o governador pressionado, por essa situação, acabou optando pelo que, diante das opções dele, pareceu menos pior”, disse a jornalistas na terça.

Representantes de policiais militares, ouvidos pela reportagem, discordam. Segundo eles, houve construção na negociação que se arrastou por um ano, onde mostraram cenário de seis anos sem recomposição.

  1. Considerando que servidor público civil, bancário, metalúrgico quando faz greve é logo classificado como vagabundo pela polícia militar e seus apoiadores , como então classificar PM (o qual é sercidir público) que ao alvedrio da lei paralisa suas atividades e coloca capuz para ameaçar comerciantes, impondo toque de recolher no melhor estilo PCC?

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    • Quem faz greve é tido comi vagabundo pela polícia militar???
      Essa é uma tese sua, não pensamos isso; mas temos que manter a ordem da greve nada mais.
      Não fica imaginando coisas, presta atenção!

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  2. Os sabidos e os políticos fazem um grande alvoroço em relação a segurança, os ministros do supremo ( em letra minúscula para representar seu real valor) , dizem que policia não pode fazer greve, é um absurdo e por aí vai. UM coisa todos tem razão qd dizem que há um orquestrado oculto em tais protestos, UM ente que organiza e da comando as ações, um oficial de alta patente, o General Fome. Só tenho visto um bando de coitados pedindo seus direitos e dignidade, em suma uma pedaço de pão . Voltando aos hipocritas do supremo cabe uma pergunta: não pode greve, não pode se manifestar ? Então só pode passar fome quentinho? Diga aí.

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    • A Polícia que não pode fazer greve é a PM.
      A PC…A PF…a PRF…
      Essas se fizerem greve ninguém sequer percebe.
      Agora, a PM…está aí…mais de 100 homicídios em 96 horas se greve.

      Vejam, os PM’s estão errados.
      É crime militar.

      Mas que sem a PM tudo para…A prova está aí.

      Ah, mas tem que desmilitarizar…ahã…se militarizada está assim, imaginem se fossem civis.
      Era uma banana para todos e só voltava o patrulhamento com o $$$ que os grevistas quisessem.

      Aliás, está aí também prova da eficiência da PM.
      Mesmo no Ceará, a única coisa que impede, no dia a dia, o caos é a PM.

      Essas tais PM’s são mesmo as instituições mais importantes dos Estados!

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      • greve para PM é proibida só no papel.

        Se os 90 mil do Estado pararem (impossível, o medo é alto), o que o governo vai fazer? demitir 90 mil em 24 horas para contratar mais 90 mil em 24h, além de um curso de formação em 24h?

        Fora que serão 90 mil processos administrativos. Tem gente para julgar tudo isso em tempo hábil?

        Obviamente que terá uma anistia e terão seus pleitos atendidos.

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      • Caro Sd. Jamiro

        A única coisa que não pode parar é a sociedade, que paga o seu salário e te sustenta.
        Pare de se achar, policial não combina com ingenuidade. Ou você é ingênuo ou é policial. As duas coisas juntas não dá.

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    • Eu nunca teria.
      A mim me falta coragem até para encarar minha esposa, quem dirá uma revolta.

      Mas vamos surfar na onda…

      SEM AS PM’S a sociedade para e as instituições se tornam inócuas.

      A PM é a instituição pública mais importante da nação.

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      • Sd. Jamiro

        Diz a lenda que quando um sujeito precisa se fazer de importante é porque ele não é.
        Óbvio que a PM tem sua importância, mas no esterco da sociedade que é onde ela atua e de onde ela não sai.

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          • Alguém tem que recolher o lixo. E quem recolhe o lixo se acostuma com o mau cheiro.
            Sim, somos todos lixeiros, mas não, não existe isso de “polícia é polícia”. E a diferença – enorme, por sinal – é salutar para os dois lados e dispensa mimimi.
            Falando em lixeiros, quem sabe não sejam eles (os verdadeiros) o serviço público mais importante. Uma greve de lixeiros causa um impacto danado. E o lixo do rico fede tanto quanto o do pobre.

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  3. O mesmo ministro, novato no STF Alexandre de Moraes, fez duas coisas em menos de 2 (dois) meses, uma foi declarar “julgar” greve de policias civis como ilegal, e portanto, transformando todos os policiais em cidadão de terceira classe.
    Outra este mesmo ministro, Alexandre de Moraes, foi flagrado em gravação, em reunião administrativa no STF, aprovando para si e outros um reajuste de 16%, com a “singela” alegação que os vencimentos dos ministros do STF estavam defasados, simples assim.
    Este cidadão estava só há 2 (dois) meses no cargo, ninguém poderia cobrar dele o que ele pregava para os outros quando secretário da SSP!
    Ele não sabia o salário quando assumiu o cargo, ser magistrado não é sacerdócio como ele queria e impôs para os policiais de São Paulo?

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  4. Caro Jamiro me responda uma coisa,quem tá indo atrás dos desertores da Pm? É a polícia civil ? Será que são os próprios colegas? A resposta vc já sabe não é, então a Pm bate nela mesmo sem dó. E claro que s polícias civis não são nada ,segundo sua voz, mas também não esculacham os de casa,visto que em nenhum lugar que fez movimento um colega prendeu o outro.

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      • Como em todo sistema militar no Brasil, seja militar por natureza ou militar apenas por lei, o sistema requer ´sim senhor ou não senhor´. Somente isso, pois ao militar não se permite pensar, apenas executar ordens mal pensadas (dos oficiais).

        Você, praça dispensada de puxar guarda ou patrulha, limitando-se à ignóbil função de chefe de P-4, fala muita impropriedade neste site cujo o propósito era discutir e propor soluções para se melhorar as polícias, em especial a PC.

        A Pm é tão importante quanto a PC; tão importante quanto um PS ou uma EMEI.

        Nenhum servidor é mais ou menos importante frente aos outros.Cada qual tem sua atribuição. Eles se diferenciam na qualidade que ofertam seus serviços e no apoio político da atual gestal governamental.

        Achar que vocês são tão importantes porque os crimes crescem quando não estão na rua patrulhando é ingenuidade.
        quando não são os própriuos PMs matando na rua, a criminalidade se deve ao baixo índice social e educacional que o Brasil tem ou oferta aos seus brasileiros. Nem mesmo vocês PMs andam desarmados pois a sensação e realidade de insegurança em SP é sofrível, responsabilidade direta da gloriosa. A PM nunca será heroi ou mais importante para a sociedade. Todos os servidores são importantes cada um na sua atribuição.

        Com relação a prender os PMs em motim, qualquer um pode prendê-los. Mas cabe primordialmente aos oficiais coniventes e ilegais da PM do Ceará. Diversos crimes militares ocorrem lá. Motim, Motim qualificado – Revolta, Aliciação para motim ou revolta, … vários outros dentre eles também alguns do CPB. Um militar estadual deveria prendê-los. Mas um policial civil pode prendê-los. E na falta de PPJM para apresentar o flagrante de crime militar ou recusa deste se existir, o próprio CPPM permite o flagrante – apenas o flagrante – ser feito pela autoridade policial por excelência do local ou lugar do crime.

        Quebra de hierarquia, por refem o povo – mesmo que este seja quase um selvagem e aproveite as circuntâncias, usar capuz, terrorismo, não é atitude de militar.

        Praça-oficial dispensado da patrulha e de guarda , pense mais ao escrever. como ex- integrante da sua corporação, limite-se ao P-4.

        Nem mesmo os oficiais -sangues-azuis em seu parco conhecimento legal – cometem essas observações ridículas e desprovidas de argumentos decentes.

        Limite-se ao seu lugarzinho no péculio!

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        • Ah, outra…
          “Qualquer um pode prende-los?”

          Oras, vá lá e tente prender então…

          Eu duvido que zeros insignificantes como você tenham essa coragem.

          Me surpreenda…vá lá…

          Eu não vou…prefiro continuar tomando minhas talagadas de whisky e fumando meu charuto no P4/Motomec

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        • Meu amigo, vc acha que consegue colocar algo na cabeça dessas bestas?

          Vc colocou de forma clara com objetividade e dentro da legalidade, mas, pra pessoa errada rsrsr

          Nesses casos, aquele velho ditado: “DISCUTIR COM ALGÉM QUE ACHA QUE SABE TUDO, É A MESMA COISA QUE DAR REMÉDIO A MORTO”

          Vida que segue kkkkkk.

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          • Tira véio, tem que dar um desconto para o jamiro, ignora-lo.
            Eu sei que é duro de ler o festival de besteiras que ele escreve, mas fazer o que. Age igual a um cão amestrado, não pensa.

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            • FBI

              Bom dia irmão, concordo com vc, mas, ele tem que escutar alguma coisa né, só vir aqui e bostejar essas babaquices dele e sair sem chumbo, de minha parte nem fudendo kkkkkk

              É um puta recalcado, oficialzinho inferior de segunda classe ainda e levando uma, aqui não “cumpade”.

              Abraços irmão.

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      • Vc acha que é culhao vc dar cana num colega que tá lutando por reajuste salarial que se vier beneficia vc também. Se a sua ideia de coragem e essa então me declaro covarde visto que jamais teria culhao para ir dar cana em um colega que está pedindo um pedaço de pão para ele e sua família. Na realidade parte da tropa e capacho e bem covarde indo contra homens de bem.

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        • Ah, não…
          Desculpe..
          Estava no modo escárnio e se quer li direito.

          Acho que não e, por óbvio, se furam pneus de VTR’s…Se param uma guarnição e tomam viaturas é pq os próprios PM’s permitem.

          Dificilmente um PM prenderá um outro nas Ruas.

          Agora, lei é lei e a legislação militar é duríssima.

          Se a corregedoria for acionada para prender um Revoltoso ou um Desertor…aí já era.

          INFELIZMENTE.

          Mas vc tem razão…

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  5. Por isso q falo pra todos os meu familiares e conhecidos..se armem, pra ao menos defender sua casa qnd dá essas merda, jamais confiem em policia, vigilante de rua, segurança, garantidor de direitos kkkk, qnd a merda atinge o ventilador toda essa turma ai sai correndo e vira cada um por isso. No mais, essas greves aí tao mt com cara de ser só o começo, hj o momento politico ta favorecendo esse tipo de coisa.

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  6. Vc acha que é culhao vc dar cana num colega que tá lutando por reajuste salarial que se vier beneficia vc também. Se a sua ideia de coragem e essa então me declaro covarde visto que jamais teria culhao para ir dar cana em um colega que está pedindo um pedaço de pão para ele e sua família. Na realidade parte da tropa e capacho e bem covarde indo contra homens de bem.

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  7. Puliça, profissão famélica em Sampa, menos para "coroné full" e arrecadador classe diamante disse:

    O “coronelismo” ainda forte no nordeste com os sarneys, os magalhães, os gomes e outros fica evidente nessa atitude irresponsável desse “senador” licenciado, que ao invés de estar no Congresso defendendo os interesses de seu Estado, preferiu pilotar uma retroescavadeira com o propósito de estourar o portão de um quartel da PM e atropelar policiais e familiares que lá se encontravam.

    Os policiais autores dos disparar agiram em flagrante legítima defesa própria e dos familiares que lá se encontravam e devem ser punidos única e exclusivamente por não terem acertado a testa desse irresponsável e subido logo o gás dele para o inferno, vez que que outra coisa não visava senão tirar proveito político da situação. Lugar de machão, valentão, fudidão é no caixão.

    Mas aqui em São Paulo tá todo mundo feliz.

    Vamos trabalhar, vamos prender, vamos tomar tiro por um salário menor do que no Ceará porque o que interessa é idealismo.

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  8. Enquanto os policiais não tiverem senso de unidade e estratégias próprias, seguirão fazendo parte da estratégia de titulares, diretores, secretários-executivos, secretários, governadores.

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